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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Xepa LF - #13

  Fala, Cartoleiros e Cartoleiras! 


      Senhoras e Senhores, quanta honra estar com vocês, brincar com vocês, mitar com vocês!!

      QUE RODADA BOA! Pena que por falta de dinheiro, não conseguimos fazer uma pontuação maior do a qual fizemos. Queríamos colocar Fred e outros jogadores, mas...

       Quero agora separar um parágrafo especial a um jogador, aliás, um mito, MENINO CAZARES QUE HOMBRE! O que foi isso, meus amigos?! Só não fez chover porque não se chama Pedro.




Chuck Norris Rodada 13: De branco e preto, impondo respeito


O CartolaFC não cansa de nos surpreender, hein?! Quem diria que eu chagaria aqui, para LAMENTAR a pontuação 80,21 da última rodada... Pois é! A lei da relatividade é cruel e mesmo ALAVANCADOS pelo trio Cazares-Fred-Jesus perdemos 1.200 posições na liga nacional. Foi uma FARRA de gols na rodada 12, porém o que pesou mesmo foi o mau desempenho da defesa: O Sport teve dois expulsos e deixou Agenor em situação ruim, Maicon decepcionou,  Réver tomou amarelo e o Palmeiras até segurou o SG, mas Vitor Hugo não foi tão bem. Era rodada para 120 pontos, ou pelo menos atingir os três dígitos de novo. Enfim, não adianta chorar o leite derramado. Quando a exigência é alta o espaço para erro é mínimo. Então nessa rodada tentarei ser mais ASSERTIVO: Com clássicos tornando a rodada arriscada, o Chuck vai voltar ao 4-3-3 velho de guerra e  concentrar a escalação em três jogos - focando nos alvinegros. O time mais barato entre os escalados desde a rodada CINCO. Se nossa previsão se concretizar, a MITADA será épica. Eis nossos escolhidos para o fim de semana que acaba na segunda [sim, Sport X Palmeiras vai ser na segunda-feira e vale para a rodada]:
ESQUEMA: 4-3-3          PREÇO: 146,84

Wilson [Coritiba]- O Coritiba tem uma das defesas mais vazadas do campeonato mas esse dado esconde duas verdades: A primeira é que Wilson é o jogador com mais DD [impressionante média de 2 por jogo] do game fantasy, o que faz dele sempre uma ótima opção. A segunda é que o Coxa vem em ascensão: Nas últimas cinco rodadas só perdeu uma e não levou gol nos dois últimos confrontos. Enfrenta um Fluminense cambaleante, desde a saída de Fred e contusão de Marcos Júnior o ataque não corresponde. Com Cícero suspenso todo peso recai sobre Scarpa - que tem jogado longe da área. Chance de muitos chutes para nosso goleiro espalmar e contabilizar pontos preciosos. 

Victor Ferraz [Santos] - Um de nossos laterais de segurança é presença quase certa sempre que o Santos atua na Vila. Ainda mais contra a Chapecoense que tem jogado sem lateral esquerdo de ofício - um convite para o apoio consistente de nosso lateral.

Juninho [Coritiba] - Pode parecer loucura escalar zagueiro que atua fora de casa e joga em uma equipe que beira a zona de rebaixamento. Mas Juninho é exceção e sempre aparece no Chuck. Média de RB'S por jogo [2] de volante, consistência e segurança no jogo aéreo. 

Fábio Ferreira [Ponte Preta] - Aposta defensiva para a rodada. Não acho bom zagueiro e fará dupla com Grolli [boa opção para quem quiser surpreender também] mas enfrentará o São Paulo reserva capitaneado por CENTURIÓN - time possui o maior número de perdas de posse e o atacante é o líder do time no quesito. Roubadas de bola à vista.

Reinaldo [Ponte Preta] - Esteve no Chuck na 10ª rodada e decepcionou. Mas ainda é uma ótima opção atuando no Majestoso. Some isso a enfrentar um adversário com a cabeça na Libertadores e a sempre implacável LEI DO EX. 

Camilo [Botafogo] - Chegou no TEMERZÃO voando baixo. Em dois jogos virou dono do time e elevou o patamar do Botafogo. Atuando contra o Santa Cruz afundado em crise e com jogadores acusados de boicotar o CONTROVERSO Milton Mendes é uma das UNANIMIDADES da rodada. Não deixe fora de seu time.

Vitor Bueno [Santos] - O alvinegro praiano é a grande aposta do Chuck Norris nessa rodada. Time tem jogado fácil, mesmo nas derrotas como na rodada passada. Bueno é praticamente um atacante, infiltra e finaliza demais na área. Acredito que deve pontuar mais que Lucas Lima [ótima opção também] ainda que corra o risco de ser substituído por Copete durante a partida.

Arrascaeta [Cruzeiro] - O uruguaio é daqueles que podem ficar FIXO no time. Média de roubadas de bola de volante, desempenho de atacante. No Mineirão contra a confusa defesa do Vitória não pode ficar fora do time. 

Gabigol [Santos] - Convocado e esperança de ouro do Brasil nas Olímpiadas, ficou devendo na última rodada. Vai pagar agora com juros. 

Rodrigão [Santos] - Artilheiro do Brasil, encaixou como uma luva em um time que costuma ter grande volume ofensivo. Finaliza muito, tem faro de gol. Artilheiro do Brasil, a Chapecoense vai sofrer.

William [Cruzeiro] - Muita dúvida nessa última vaga. Fiquei entre Sasha e Bigode mas optei por seguir a orientação da equipe de técnicos do Linha de Fundo e escalar o cruzeirense que está no UNANIMIDADES por acreditar que o confronto com o Vitória será um jogo de muitos gols para os dois lados, ao contrário do Gre-Nal. 

Eduardo Baptista [Ponte Preta] - Outra decisão difícil. A tentação era escalar Dorival que tem média altíssima na Vila, mas enfrentar um time reserva pesou mais a favor da Macaca. 

ALEX ROLIM -@rolimpato - #BBMP

Unanimidades - #13 rodada


Salve cartoleiros

Se você foi um dos que seguiram as dicas das Unanimidades escolhidas pela equipe Linha de Fundo terá uma sexta-feira feliz e animada. Depois da tragédia última rodada, voltamos a apostar em dois craques que nunca nos decepcionam. 

Foi tão linda a 12° rodada, MITAMOS!
Nossas três apostas entraram em campo na quinta-feira, tudo parecia se encaminhar para mais uma pontuação desastrosa, já que no duelo entre Santa Cruz e Ponte Preta confiamos no faro de gol artilheiro de Grafite, e assim como milhões de cartoleiros apostavam em vitória do Santinha, a surpresa ficou por conta de Potttker que com dois gols comandou o ataque da Macaca e ofuscou o brilho de Grafite, negativando em -0,80 pontos.

No mesmo horário, o Palmeiras entrou em campo contra o Figueirense na Allianz Arena, e assim como no último meio de semana, poderíamos escolher como unanimidade qualquer jogador Palmeirense. Mas como nossa regra não permite, apostamos mais uma vez em Jesus, os Catarinenses apostaram na forte marcação para nos prejudicar, mas a fé é maior, no segundo tempo Gabriel Jesus voltou avassalador e com dois gols voltou a fazer milhões de apostadores felizes, contabilizando 15.10 pontos.

A terceira e última aposta podemos descrever em uma palavra, “gênio”, este é Cazares do Atlético Mineiro. Diante de um desesperado Botafogo, esperávamos do craque equatoriano uma assistência e um gol, mas seguindo o pensamento da ex-presidente Dilma, foi mais além e dobrou a meta, duas assistências e dois gols, fechando com a maior pontuação da rodada com 27,60 pontos. OBRIGADO MITO!

Para a 13° rodada nossa equipe está escalada com:

CAMILO: Após voltar para o futebol brasileiro em grande estilo diante do Internacional, em Porto Alegre, o meia da estrela solitária é hoje o principal articulador de jogadas da equipe, e ainda conta com o baixo custo, esperanças de assistências e gols.

Nome: Camilo
Time: Botafogo
Posição: Meia
Preço: C$ 12.15

WILLIAN: Mais conhecido como bigode, o ataque Cruzeirense na última partida no Mineirão foi destaque, reencontrando o caminho das redes. Se no duelo contra a Chapeterror passou em branco, no duelo diante do desesperado Vitória, tem grandes chances de deixar seus golzinhos. #SomosTodosBigode.

Nome: Willian
Time: Cruzeiro
Posição: Atacante
Preço: C$ 11.62

KLEBER: Pela primeira vez ganhando uma vaga nas unanimidades da rodada, o Gladiador enfrenta o Fluminense fora de casa, mas ao longo de 2016 vem se destacando, principalmente nas partidas como visitante, e diante de uma defesa que ainda não conseguiu se encontrar na competição, é esperança de gols do torcedor Coxa branca e dos cartoleiros que seguirem nossas preciosas dicas.

Nome: Kleber
Time: Coritiba
Posição: Atacante
Preço: C$ 16,47


Marcelo Weber || @acfmarcelo

Em noite que tudo deu certo, Pottker brilha e Ponte atropela o Santa Cruz

Vindo de três partidas sem vencer, a Macaca precisava da vitória pra se afastar da zona da degola. E mesmo que a fase do Santa Cruz não seja das melhores, sabia-se que não seria fácil vencê-los em pleno Arruda. Porém, uma atuação de gala da equipe, sobretudo de William Pottker possibilitou o belo triunfo por 3 a 0.

Pottker brilhou e guiou a Macaca para uma bela vitória no Arruda (Foto: Correio Popular)
A Ponte mandou no jogo desde o início. Antes dos dez minutos já tinha chegado com perigo ao gol duas vezes, em chutes de Felipe Azevedo e Renê Junior. Mas foi aos 21' que começou o show de Pottker. O atacante recebeu belo lançamento e contou com a falha de Danny Morais para bater de primeira no contrapé de Thiago Cardoso e abrir a contagem, 1 a 0. A primeira chance de ampliar o placar veio aos 30 minutos, quando Reinaldo acertou a trave em cobrança de falta. Mas o segundo gol veio somente aos 38, quando Lelê deu graça para Pottker, novamente, que partiu em direção ao gol e tocou na saída do goleiro, 2 a 0 e fim da primeira etapa.

Na volta do intervalo o Santa Cruz foi para o tudo ou nada, já que precisava do empate. A Macaca se segurou bem e foi letal quando a oportunidade apareceu. Aos 24 minutos, Clayson fez boa jogada pela esquerda e deu para Pottker, o craque da noite entregou na medida para Felipe Azevedo ajeitar e marcar, 3 a 0. A vitória pontepretana estava liquidada.

Os comandados de Eduardo Baptista comemoram o terceiro gol, marcado por Felipe Azevedo (Foto: Estadão Conteúdo)

Com a vitória, a Ponte Preta vai aos 17 pontos e se afasta do Z4. O próximo duelo será domingo às 16h, contra o São Paulo, no Moises Lucarelli.


Lucas Nascimento
@lucasjr_10

Vitória venceu o Sport Recife de virada

Foto: ECVitória / Divulgação
Brasileirão Série A 2016, 12ª rodada. O Vitória jogou contra o Leão da Ilha no Barradão, clássico nordestino de tirar o fôlego. Melhor para o Rubro Negro baiano que soube aproveitar o descontrole emocional do Sport e venceu por 3 a 2. Partida fundamental por valer seis pontos.

RESUMO

Vitória enfim conseguiu vencer um jogo de confronto direto. Atuando dentro de um 5-4-1 com variação diferente com a bola para 3-4-3, muito em função do que pediu o jogo após as expulsões, o time de Mancini começou a partida muito bem e fez um jogo aceitável dentro de casa.

A formatação de marcação de Mancini que são os encaixes individuais por setor, acaba bagunçando demais o sistema defensivo quando está sem a bola. Foi assim que o Vitória levou o primeiro gol.

Os jogadores demonstraram uma maior dinâmica e vontade de sair com os três pontos. Destaque para o crescimento de Euller como lateral, que vem se posicionando bem atrás, ganhando os combates individuais e sendo muito útil na frente.

Melhoramos em ultrapassagens por conta da volta dessa bom momento de Euller. Nossa transição ofensiva e defensiva ganhou mais rapidez, mais ainda longe do ideal no quesito técnico. Pois ainda temos Amaral e Real tentando construir jogadas por dentro. 

Nossa linha defensiva de três zagueiros também marca muito atrás, antes com dois marcávamos muito a frente, cerca de 52 metros, hoje estamos a pouco mais de 32 metros e precisamos ajustar para pelo menos 41.

Ramon errou bem menos no jogo de quarta e tomara que o efeito do veneno de Rato já tenha passado.

Vander voltou e com toda ruindade que o torcedor encontra nele, continua sendo bem mais útil que Real, jogador que não desarma, não arma jogadas, não faz passes verticais, não faz tabelas, não chuta ao gol. 

O torcedor resolveu vaiar o time após o apito do árbitro ou parte dele. Como costumo dizer, não vaio meu time, mas não julgo quem o faz. No entanto pra mim o que fica é que temos uma pontuação que não condiz com a qualidade do nosso time e elenco. 

Estamos vencendo jogo na Série A do Brasileiro com time e elenco de Campeonato Baiano. O que mostra sorte acentuada que tem essa Direção de Futebol do Vitória. É preciso aproveitar essa oportunidade dada pelos deuses da bola e reforçar urgentemente esse elenco, ou vamos pagar muito caro por esperar pra ver.

Contra essa pedreira domingo chamada Cruzeiro, é coerente manter os três zagueiros. Armaria uma arapuca para Pedro Bento. Minha formação seria essa abaixo torcedor.

FASE DEFENSIVA




FASE OFENSIVA


É isso aí galera!

Seja Sócio SMV!

Por @AdsonPiedade


FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 3 X 2 SPORT


Local: Barradão, Salvador (BA)
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Luiz Cláudio Regazone (RJ)
Cartões amarelos: Tiago Real, Dagoberto, Nickson e Vander (VIT), Everton Felipe, Durval, Lenis e Vinícius Araújo (SPT)
Cartões vermelhos: Everton Felipe, 23’/1ºT (SPT), Oswaldo de Oliveira, 35’/1ºT (SPT), Lenis, 21’/2ºT (SPT)
Gols: Matheus Ferraz, 17’/1ºT(0-1); Vander, 44’/1ºT(1-1); Euller, 16’/2ºT(2-1); Nickson, 18’/2ºT(3-1) e Matheus Ferraz, 32’/2ºT (3-2).

VITÓRIA: Caíque, Victor Ramos, Ramon e Kanu; Diego Renan, Amaral (Nickson, 34’/1ºT), Willian Farias, Tiago Real (Rafaelson, 29’/2ºT) e Euller; Vander e Dagoberto (Yan, 40’/2ºT) – Técnico: Vagner Mancini.

SPORT: Agenor; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Rodney Wallace; Rodrigo Mancha, Ronaldo, Gabriel Xavier (Lenis, 15’/2ºT) e Diego Souza (Vinícius Araújo, 29’/2ºT); Éverton Felipe e Edmilson (Rogério, 20’/2ºT) – Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Rui Patrício salva nos pênaltis e Portugal passa sobre a Polônia

Jogadores de Portugal comemoram a classificação (Fotos: Agência Reuters)

A seleção portuguesa mais uma vez matou do coração os onze milhões de portugueses espalhados pelo mundo, mas mais uma vez avançou de fase. Desta vez, após empate em 1 a 1 no tempo normal e prorrogação a vaga foi confirmada nos pênaltis, após o susto de ter tomado o gol com um minuto de jogo.

Portugal não podia nem se "diagnosticar" por realizar mal partida no momento que sofreu o gol, pois ele ocorreu com um minuto de jogo em um erro individual de Cédric que falhou no bote e deixou Grosicki cruzar rasteiro e ali o artilheiro polonês, Levandowski, não iria perdoar e abriu o marcador. O gol no início de jogo foi o suficiente para causar o desespero na seleção portuguesa que nos primeiros dez minutos jogou de forma totalmente desorganizada em campo.


Com o passar do tempo, as chances que a Polônia havia criado foram ficando escassas e Portugal começava a se aventurar mais no ataque, com belas tramas, principalmente com os jovens João Mário e Renato Sanches, Nani estava apagado e Cristiano Ronaldo havia arriscado de longe, mas Portugal na segunda metade do primeiro tempo "acordou".  Foi então que aos 33 minutos, em uma linda jogada pela direita, Renato tabelou com Nani, que devolveu de calcanhar e o camisa 16 português de perna canhota chutou e empatou o jogo no Vélodrome, 1 a 1. E a partir dali, só Portugal jogou até o fim do primeiro tempo, a Polônia se acoou em seu campo de defesa esperando o contra-ataque e os portugueses queriam a virada.


Na segunda parte do jogo, a dinâmica da partida continuava semelhante a do primeiro tempo, Portugal conseguiu passar em termos de número a posse de bola polonesa, mas insistia nos passes longos e cruzamentos na área. Então o treinador Fernando Santos, optou pela entrada de João Moutinho para a vez de Adrien Silva, buscando um toque mais refinado, o que deu certo, o jogador do Mônaco deixou Cristiano Ronaldo na cara do gol, que só precisava desviar, no entanto CR7 furou. O treinador promoveu também a entrada de Quaresma, no lugar de João Mário. Só que este, também não conseguiu fazer muito na forte marcação polaca, a última grande chance de Portugal saiu dos pés de Pepe, que em uma roubada de bola armou contra-ataque e ia lançar Ronaldo, Piszczek deu um carrinho e quase traiu Fabianski. O jogo perdurou por 1 a 1, e também nada mais aconteceu inclusive na prorrogação, a Polônia parecia satisfeita com os pênaltis e Portugal não conseguia achar meios para furar a defesa polonesa.

O HERÓI



Em jogos com disputas de pênaltis, sempre há um herói e claro, não podemos deixar de citar o arqueiro português Rui Patrício, responsável pela única defesa na disputa e sucessivamente responsável pela classificação lusa às semis-finais. Todos os penais foram bem cobrados, inclusive o que Rui defendeu, no canto forte, o "guarda-redes" leonino saltou no tempo certo e esticou o braço na quarta cobrança polaca para defender o penal de um dos craques e principais jogadores da Polônia, o meio campista Blaszczykowski. Precisamos lembrar, ou até informar que o goleiro do Sporting é muito questionado quanto a sua titularidade a frente da seleção, inclusive por mim, mas desta vez e neste jogo até mesmo no tempo normal foi brilhante e seguro. Sem dúvida, o herói do jogo.

Portugal converteu as cobranças com Cristiano Ronaldo, Renato Sanches, João Moutinho, Nani e correu para comemorar a classificação com a conversão executada por Quaresma

POLÔNIA: O fim do sonho

As coisas começaram muito bem para a Polônia em busca da inédita vaga na fase semifinal. Se passou em branco em toda primeira fase, Lewandowski precisou de apenas dois minutos para balançar as redes portuguesas e abrir o placar para os polacos. A seleção precisava do seu maior astro e ele respondeu imediatamente.

O gol foi importante para dar confiança aos poloneses que seguiram melhor no começo do jogo. Não foram muitas chances claras de gol, mas poucos riscos. Sem conseguir ampliar, aos poucos o selecionado polonês passou a recuar, cometendo erro semelhante ao que fizera diante da Suíça na fase anterior. O preço acabou sendo o mesmo também. Ainda no primeiro tempo, após igualar o jogo e ficar mais com a posse de bola, Portugal conseguiu o empate.

No segundo tempo, os poloneses mantiveram a postura do final da etapa inicial e ficaram mais recuados e apostando em um contra-ataque para marcar o segundo gol. Milik teve ótima chance, mas parou em Rui Patrício. As melhores chances, porém, foram do adversário que perderam boas chances de matar a disputa.

O empate levou o jogo a mais uma prorrogação para os poloneses que, ao contrário do jogo anterior, não tinha o time tão defensivo. A formação permitiu duas boas chances no nono minutos de cada tempo. O gol não veio e a disputa foi para os pênaltis e a eliminação foi cruel com uma única cobrança perdida de Kuba, ironicamente um dos melhores jogadores poloneses na competição.

A eliminação foi dolorida, mas deve ser enaltecida pelos torcedores. Foi a melhor campanha polaca em um torneio europeu e a vaga na semifinal escapou nos detalhes. Uma história bonita foi redigida na França e deverá ficar marcada com orgulho para os poloneses.

Rodrigo Ferreira e Stéfano Bozza

Inicio da era Guto Ferreira no Bahia: Triunfo traz esperança

Após a demissão de Doriva, o Bahia enfrentou dois adversários "à deriva". Mais duas derrotas e a nítida impressão que o time perdera de vez o rumo; sem um auxiliar técnico ligado diretamente à comissão pronto para assumir (Preto ainda engatinha na função), coube a Aroldo Moreira, técnico do sub-20, tentar apagar o incêndio. Era necessário então agilizar a contratação do novo comandante. Em uma negociação ousada - e que surpreendeu parte da mídia esportiva - o Bahia contratou Guto Ferreira, técnico que comandava a Chapecoense na Série A, com vencimentos  acima da média do mercado e bônus por acesso. O técnico foi anunciado no feriado de São João, chegou a Salvador no fim de semana e teve tempo apenas de se apresentar ao grupo e comandar uma tarde de treinos. 

Impossível em tão atropelado tempo fazer alterações significativas na forma de jogar da equipe. Não existe vara de condão. O senso comum tende a atribuir qualquer modificação de postura com a  chegada do novo técnico a motivação no vestiário e ao sopro de vitalidade que a nova perspectiva traz a qualquer grupo. É preciso entretanto apurar um pouco mais a visão e enxergar alguns elementos que se apresentaram no triunfo de 2 a 0 contra o Oeste de Fernando Diniz - um time de qualidade técnica inferior, porém com um padrão de jogo diferenciado no marasmo do futebol brasileiro. Para isso separei alguns pontos relevantes para mostrar o que  aguarda o Bahia baseado não apenas no jogo, mas também nas convicções demonstradas por Guto em seus trabalhos anteriores (notadamente Ponte Preta 2015 e Chapecoense 2016)

ESCALAÇÃO

A 'surpresa' dos onze iniciais foi Gustavo Blanco. Um dos - muitos - erros de Doriva era usar pouco Blanco, especialmente na ausência de Juninho, pois ele é um volante com capacidade de dar dinâmica ao meio e de imprimir intensidade às ações do time. A opção por Paulo Roberto - em péssima temporada - seria o usual com o antigo treinador e o time perderia bastante na transição ofensiva, como ocorreu diversas vezes.


SISTEMA DE JOGO/MARCAÇÃO

Com muitos desfalques, por contusão e suspensão, Guto armou o time dentro do sistema mais utilizado por Doriva na Série B: 4-4-2 em linha, com Cajá próximo a Hernane, variando para 4-2-3-1 e 4-4-1-1 com a bola. Uma variação chamou bastante atenção: 4-2-4 sempre que o Oeste tentava fazer a transição com toques curtos pelos lados. Thiago Ribeiro e Danilo bloqueavam os passadores naquele setor, de forma avançada, com Hernane e Cajá pressionando o goleiro e o zagueiros. A principal diferença para a marcação na época de Doriva foi a diminuição do espaço e tempo de reação do homem da posse. Até conseguir a vantagem (gol aos 13 minutos), Bahia fez essa pressão que obrigou o Oeste a manter a posse no campo defensivo - com direito a alguns chutões e recuperações de posse pelo Bahia, como no lateral cobrado rapidamente por Hayner e que Hernane transformou em um belo gol.


POSTURA EM CAMPO

Mesmo após a vantagem o Bahia não recuou as linhas, algo recorrente com Doriva. Como sabia que teria que lutar contra a posse do Oeste, algo conceitual para Diniz, negou-lhe campo. Assim, mesmo cedendo quase 70% de posse na primeira etapa o time sofreu apenas uma finalização em gol. Claro, o panorama mudou na segunda etapa até pela necessidade do adversário e pelo desgaste dos jogadores tricolores, o que dificultou manter a forte marcação encaixada por tanto tempo.


LEITURA DE JOGO

Diferente de quando enfrentou Londrina e Tupi, Bahia deu a impressão de entrar em campo com um plano de jogo bem definido. Se nessas oportunidades o time não mostrou capacidade de "mudar a chave" quando saiu atrás do placar, contra o Oeste, o time orientado por Guto parecia preparado para 'sofrer' com a posse de bola do rival. Não apenas soube minimizar as virtudes da equipe paulista, como capitalizou isso a seu favor com muitas recuperações de posse no campo ofensivo. Diferente, por exemplo, do confronto contra o Paraná do mesmo Diniz em 2015 onde a equipe de Sérgio Soares não viu a cor da bola. 

SUBSTITUIÇÕES

Perder Cajá antes dos 20 minutos de jogo, com Régis machucado e sem nenhum jogador com a mesma característica no banco é uma situação atípica e desafiadora. Com a vantagem no placar, era de se imaginar a opção pelo voante Paulo Roberto. Certamente seria o que Doriva faria. Aqui a diferença fundamental entre o treinador essencialmente pragmático e o treinador que tem convicções que perpassam o resultado. Guto Ferreira optou por Zé Roberto, mas com um posicionamento diferente do utilizado pelo mesmo Doriva na partida contra o Londrina (Zé substituiu Régis na ocasião). Aberto, pela esquerda, com Thiago fazendo a função de Cajá. Mesmo sem os jogadores "ideais" para as funções em campo, Guto procurou adaptar os que tinham características mais próximas sem mudar o esquema ou a postura em campo em função de resultado parcial. É o jogo em campo que deve determinar o placar, não o contrário. As outras modificações foram, notadamente, por desgaste: Danilo (que errou muito no jogo) deu lugar a João Paulo Penha e Blanco foi substituído por Paulo Roberto. Opções adequadas.


PRINCÍPIOS DE JOGO

O defeito mais gritante da equipe com Doriva era a incapacidade de propor o jogo, personificada na falta de combinações ofensivas, na pouca aproximação dos jogadores na transição ofensiva e na falta de triangulações e busca por superioridade numérica no terço ofensivo. Isso deve demorar a aparecer. Mas o Bahia fez boas ultrapassagens com laterais - algo que sumiu desde que Doriva retornou ao padrão pragmático desde o jogo contra o Paysandu - e foi objetivo quando teve a posse. Falta automatismo nas jogadas, acelerar o passe vertical e infiltração na área, muito a ser aprimorado. Mas foi possível identificar os laterais mais abertos no momento da posse ofensiva, mais equilíbrio no balanço defensivo - algo que impactou nas boas atuações de Hayner e JP que notadamente são laterais com dificuldades defensivas. A compactação defensiva foi boa, mas esse não era um problema da equipe (se tornou após os resultados ruins que abalaram a confiança). 


"GORDIOLA" É O CARA?

Guto Ferreira era um nome em pauta desde novembro, mas o Bahia focou em Levir Culpi e acabou perdendo terreno o que resultou na renovação dele com a Chapecoense. A opção por Doriva foi uma mudança de paradigma que, sabemos agora, não funcionou. Não existe treinador perfeito nem mágico, mas o elenco do Bahia pode e deve render mais. A estreia era um cenário muito ruim, mas que foi superado com boas soluções e empenho dos jogadores. O próprio Guto fez questão de afirmar após o jogo: "Meu mérito é mínimo". Pelo que demonstrou em trabalho anteriores, Guto é capaz de extrair muito mais dos jogadores e montar uma equipe que possa elevar o padrão de competitividade do tricolor na temporada.

NOTAS SOBRE A ESTREIA DE "GORDIOLA"

O Oeste é uma equipe tecnicamente frágil. O fato de ter um padrão de jogo baseado no toque de bola e na imposição da posse ao adversário é, por si só, um grande feito. Porém sem qualidade para definir os lances, o teto da equipe segue baixo. Não deve brigar por acesso, mas também não deve ficar na rabeira. Contra o Bahia teve três ou quatro chances de marcar, mas a falta de qualidade para definir falou mais alto.

Terceiro pênalti marcado contra o Bahia, terceiro que não entra. Lomba fez sua segunda defesa e já igualou sua melhor temporada nesse quesito (2013). Apesar disso o goleiro sofreu com alguns apupos durante a partida, rebateu mal dois chutes e precisa readquirir a confiança. Jogador que voltou para ser referência e liderança  técnica não pode oscilar tanto. Falhou de forma decisiva nas derrotas contra Vasco, Tupi e Brasil de Pelotas. Que volte a ser o goleiro de 2011/2012 (Bahia) e 2015 (Ponte Preta) com Guto e o novo coaching  Gustavo Evangelista.

Bahia enfrenta um velho conhecido no sábado: Sérgio Soares. Porém, além  de membros do departamento de futebol e da direção executiva serão poucos os remanescentes da campanha fracassada de 2015 que reencontrarão o professor. Do provável time titular que entrará em campo no Castelão, nenhum jogador que enfrentou o Paysandu, em Belém em 6 de outubro do ano passado, data da demissão de Sérgio. Apenas João Paulo Penha  que deve estar no banco - além de Zé Roberto e Blanco (que não jogaram aquela partida)  - Róbson, Douglas e Jean seguem no clube mas só o último deve viajar a Fortaleza.  

ALEX ROLIM - @rolimpato - #BBMP

Quem é o time da virada?

(Foto: Paulo Fernandes/ Vasco.com.br)

Na última partida, o Time da Virada viu sua famosa reputação se virar contra ele próprio. Sim, o resultado reverteu e quem virou o placar foi o Paraná. A derrota foi por 2 a 1, em casa, o que desagradou a torcida.

O Caldeirão não estava cheio, apenas 3.468 torcedores compareceram, mas não ficaram nada satisfeitos com o que viram. Além da derrota, o que parece ser absurdo se for levado em conta o cenário da Série B, do mando de campo, da liderança e da grande temporada que o time tem feito, o gol contra de Jorge Henrique fez os vascaínos presentes em São Januário vaiarem a equipe. Mesmo líder, a equipe do Vasco não mostrou força para vencer o adversário, tanto que fez uma partida muito ruim tecnicamente – uma das piores.

Logo no início, aos seis minutos do primeiro tempo, Nenê abriu o placar e quebrou um jejum de seis partidas sem marcar. Ele, que é o craque do Gigante da Colina, permanece no topo da artilharia do campeonato. Já o Paraná só atacou com perigo mais tarde, aos 12 minutos, mas sem conversões em gol. O time da casa, como nas demais partidas, tem perdido a oportunidade de vencer por falta de objetividade.

No futebol há um ditado popular que pode ser usado para explicar essa partida: “Quem não faz, leva”. Foi exatamente o que aconteceu. Aos 35 minutos ainda da primeira etapa, Jorge Henrique marcou contra, deixando tudo igual na Colina Histórica. A improvável virada aconteceu bem no finalzinho do segundo tempo, quando a zaga bobeou, deixando o gol aberto para Robert, que tocou para Murilo Rangel virar.

A responsabilidade é sempre minha, como treinador eu preciso estar atento em relação a isso. De ver de que forma conseguimos sair dessa marcação dos adversários. Como treinador tenho que procurar escalar uma equipe que possa superar o adversário e possa vencer em campo”, afirmou o comandante Jorginho.

A próxima partida do Vasco da Gama é no sábado (2), às 16h30, na Ressacada, contra o Avaí. O Time da Colina procura manter a liderança e o Avaí ocupa a 14º posição, com 15 pontos.

Em teste para cardíaco, o Imortal sobreviveu

No jogo da última quarta-feira (29), Grêmio e Santos foram ao gramado da Arena do Grêmio, às 19h30, para duelar em partida válida pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Duas equipes de muito peso em um duelo com muita história e tradição, seria a melhor definição possível quando esse duelo é apontado na tabela de jogos. Seja em partidas oficiais ou em amistosos, a expectativa é sempre de bons confrontos entre gaúchos e paulistas.

Giuliano, destaque da partida, comemorando o primeiro gol do Grêmio
(Foto: Lucas Uebel/Grêmio)
Para gremistas e santistas, um verdadeiro teste para os cardíacos e me arrisco a dizer que será uma das cinco melhores partidas dessa edição do Brasileirão 2016. As duas equipes justificaram suas posições elevadas na tabela de classificação e o Grêmio levou a melhor. O Imortal teve um início de jogo avassalador, mas, como sempre, fez o favor de testar o coração dos torcedores (se você é cardíaco e está lendo esse texto, parabenize o seu médico por ter receitado um ótimo remédio) e dificultou tudo.

Logo aos 2 minutos, Everton recebeu a bola na entrada da área e arriscou o chute, que foi espalmado pelo goleiro Vanderlei. No rebote, Giuliano aproveitou a sobra e só precisou tocar para o gol e abrir o placar. Grêmio 1x0 Santos. Após o gol, o jogou ficou muito equilibrado, as duas equipes criaram chances e, de praxe, Edílson e Lucas Lima se estranharam em uma disputa de bola. Aos 33 minutos, Everton, que não deixava a defesa do Santos em paz, fez outra boa jogada pelo lado esquerdo, chutou cruzado, Vanderlei espalmou e a bola sobrou para Douglas, o maestro pifador, fazer o 2x0.

Luan e Douglas comemorando o gol do maestro pifador, o segundo do Grêmio no jogo
(Foto: Lucas Uebel/Grêmio)
No intervalo de jogo, Dorival Júnior mexeu na equipe do Santos para tentar complicar a vida do Grêmio e conquistar um empate na etapa complementar. O colombiano Copete foi lançado, estreou e diminuiu para os santistas aos 19 minutos. A partir disso, o alvinegro começou a controlar a partida e chegou ao gol de empate com um chute lindo de Zeca, aos 37' da etapa final. Grêmio 2x2 Santos.

Tudo já parecia "perdido" para o tricolor, que construiu uma vantagem de dois gols e viu a mesma cair por terra. Mas, como todos nós sabemos, o futebol é uma caixinha de surpresas e qualquer resultado só pode ser comemorado ou lamentado com o apito final do árbitro. O Grêmio provou muito bem que isso é uma verdade.

Aos 27 minutos, Rafael Thyere precisou sair por sentir cãibras e Roger Machado lançou Marcelo Hermes. E de seus pés que, ao apagar das luzes, o Imortal chegou ao gol da vitória. O lateral esquerdo roubou a bola no meio de campo e mandou para Giuliano, que avançou para receber o passe do camisa 8 tricolor e saiu na cara do gol de Vanderlei. Hermes só precisou dar um toque sutil para o fundo do gol, na saída do arqueiro santista, e selar a vitória do Grêmio sobre o Santos. Em teste para cardíaco, o Imortal sobreviveu e faturou 3 pontos.

LEO FERNANDES || @leo_fernandes_9
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