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sábado, 2 de julho de 2016

Em casa, o Sampaio esbarra em Emerson e não sai do zero com o Paysandu

Pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B o Sampaio Corrêa recebeu o Paysandu para um grande clássico Norte/Nordeste. O Tricolor de São Pantaleão dominou o jogo, mas não conseguiu vazar o goleiro Emerson, grande destaque da partida. O empate em 0 x 0 foi pouco para o que a Bolívia Querida produziu.


No primeiro tempo, o Paysandu não conseguiu levar perigo algum ao gol defendido por Rodrigo Ramos. Já a Bolívia Querida conseguiu criar algumas chances. Pimentinha acertou um belo chute de canhota da entrada da área, mas o arqueiro bicolor desviou sutilmente para cima. Edgar, que voltou ao time titular na vaga de Jean Carlos, assustou a meta paraense em duas oportunidades. Uma delas, com uma finalização que lhe é muito peculiar, pela esquerda, cortando para dentro, de fora da área, tentando acertar o ângulo. Mas Emerson fez uma linda defesa e impediu o que seria mais um golaço do atacante maranhense. Em outra oportunidade, ele ficou com a sobra de bola, após um bate e rebate na área adversária, e cabeceou para o gol. Quase à queima roupa, o goleiro do Paysandu fez mais uma ótima defesa e segurou o empate no primeiro tempo.

O segundo tempo começou bem movimentado. Aos 5 minutos, Guilherme Lucena, que entrou no lugar de Rafael Estevam, lesionado, ainda no primeiro tempo, chutou forte de fora da área. O goleiro bicolor espalmou para o lado esquerdo e a bola caiu nos pés de Edgar. O atacante sampaíno finalizou no canto esquerdo, mas a bola bateu nas duas traves e não entrou. Tocando bem a bola e fazendo uma transição rápida, o tricolor conseguia chegar com certa facilidade ao ataque. Aos 20 minutos, Pimentinha tabelou com Elias na entrada da área e tocou para Edgar, que finalizou, mas a bola passou por cima do gol.

O Paysandu também assustou alguns minutos depois. Rafael Costa cobrou falta da direita bem fechada no ângulo direito do gol obrigando Rodrigo Ramos a fazer uma difícil defesa. No minuto seguinte, Lucena cruzou da direita e Elias cabeceou de costas. Emerson não conseguiu alcançar a bola que tocou quase na forquilha da trave. Nos minutos finais, Wágner, após cobrança de escanteio, subiu mais que a defesa adversária e cabeceou com muito perigo. A bola tocou a rede pelo lado de fora, enganando a torcida que ainda gritou gol. Já nos acréscimos, o Paysandu ainda tentou sair com a vitória em um chute equivocado de fora da área.

O Tubarão teve o controle do jogo, mas não conseguiu aproveitar as chances. O Paysandu se defendeu bravamente, mas não conseguiu criar quase nada e contou com a ótima atuação do goleiro Emerson, maior responsável pelo empate. Para os torcedores bolivianos ficou uma frustração por ter visto o time mais aplicado e criando mais oportunidades, com a maior participação dos atacantes e com um meio-campo mais consistente, mas a bola não entrava. Até mesmo quando o goleiro bicolor era vencido havia a trave para impedir a vitória tricolor. Para o time paraense, foi um ponto importante fora de casa e mais um jogo sem sofrer gols.

O próximo confronto do Sampaio na Série B será contra o Joinville, em Santa Catarina, jogo muito importante para a parte de baixo da tabela, já que os dois times se encontram em situação delicada no campeonato. Mas antes disso, a Bolívia Querida enfrentará o Figueirense, na quarta-feira (6), em Florianópolis, pela Copa do Brasil.

FICHA DO JOGO:
SAMPAIO CORRÊA 0 X 0 PAYSANDU

Local: Estádio Castelão, São Luís (MA)
Data/Horário: 01 de Julho, às 19h15
Público: 7.398
Árbitro: Fábio Filipus (PR)
Cartões amarelos: Luiz Otávio, Renan Ribeiro, Felipe Baiano e Eder Sciola (Sampaio); Lucas (Paysandu)

SAMPAIO CORRÊA: Rodrigo Ramos; Eder Sciola, Wágner Fogolari, Luiz Otávio e Rafael Estevam (Guilherme Lucena); Renan Ribeiro, Felipe Baiano e Lucas Sotero (Henrique); Edgar, Pimentinha e Elias (Paulo Marcelo). Técnico: Wagner Lopes

PAYSANDU: Emerson; Gualberto, Gilvan e Lucas; Ricardo Capanema, Augusto Recife, Jhonnatan e Rafael Costa (Leandro Carvalho); Fabinho Alves (Mailson) e Betinho (Leandro Cearense). Técnico: Gilmar Dal Pozzo

Mesmo sem convencer, Vila Nova volta a vencer no Serra Dourada

Ganhar de 1 a 0 pra muitos times isso é pouco, não para o Tigrão, 1 a 0 é goleada. Mesmo sendo pouco é o que conseguiram, pode ser até de meio a zero se for vitória e bem vinda. Ganharam mais ainda tem muito que melhorar, equipe não vem jogando bem, ainda abaixo do esperado.

O torcedor Colorado ainda não se convenceu com a equipe, não é querendo desmerecer a equipe do Tupi, mas um time que quer permanecer em um campeonato difícil como é o Brasileiro da Série B, vencer o 'lanterna' por apenas um golzinho é pouco, o Vila vacilou e o Tupi teve chances de vencer a partida, mas não souberam aproveitar.

Reginaldo marca o único gol da partida e garante a vitória para o Vila Nova. Foto: Vila Nova FC.
Sem Vinicius Simon suspenso, Wagner Bueno lesionado, Jean Carlos e Douglas Assis com problemas, Vila foi para o jogo cheio de desfalques. Edson, Pedro Carmona, e Gustavo Geladeira substituíram os mesmo, Edson e Carmona voltaram á equipe titular após jogos amargando o banco de reservas. Edson não vinha atuando bem, e com isso perdeu a posição para Wagner Bueno que agarrou essa oportunidade como se fosse à última.

Vila vem fazendo jogos ruins, o clássico dominou boa parte da partida e não venceu. Foi a Ressacada onde jogou bem uma parte do primeiro tempo, mas não venceu, saiu derrotado. Guilherme vai quebrar muito a cabeça com esse time, sem reforços fica difícil. Lembrando que Guilherme em breve poderá contar com os atacantes Moises e Joãozinho, que ainda não estrearam por conta de problemas com documentações, e os zagueiros Reniê e Guilherme Teixeira recém-contratados.

A torcida voltou a apoiar a equipe, e o Tupi não se intimidou. O Tigre sempre atacando pelas laterais tentando furar a defesa da equipe de Minas, Magno Silva atuando mais uma vez pela ala direita dando bastante trabalho aos defensores mineiros, foi dos pés dele que saiu as melhores oportunidades do Vila na partida. 


O meio sentiu a ausência de Jean Carlos, o principal armador de jogadas da equipe, ele sentiu um desconforto e não foi para o jogo. O capitão Robston jogou na marra, como ele próprio disse "foi na raça mais valeu a pena". Robston vem de lesão e ainda não está 100% recuperado, não jogou o clássico diante do rival, e nem se quer viajou com a equipe para Florianópolis mas foi para o jogo desta sexta-feira (1), é deu seu melhor.

Vila voltou a vencer após três jogos sem ganhar, e espero que dessa vez essa sequência não acabe tão cedo somar pontos nessa altura do campeonato é de extrema importância. Tigrão precisa somar e se distanciar do Z4 que atormenta há tantos anos o clube. A equipe precisa voltar a convencer seu torcedor, os públicos andam vergonhosos. E lembrando, o OBA entra em fase final de obra é em breve deve receber jogos da equipe.

Patrão Cartoleiro - Rodada #13



Patrão na última rodada:

Oi, seus ressacados do final de semana e que estão desesperados nessa manhã correndo para montar seu time no Cartola. Pois bem, conseguimos nos recuperar um pouco na última rodada fazendo 77.51 pontos e respirando nas tabelas da vida. É hora de resistir e continuar fazendo bons pontos. Desde já, deixo meus eternos agradecimentos ao nosso querido Cazares. Já pode até virar Patrão no meu lugar.

Melhores times para se apostar - 13ª rodada

BOTAFOGO - Nunca imaginei que um dia colocaria o Botafogo nessa lista, porém, a equipe carioca jogará contra o Santa Cruz, que vem nos decepcionando a cada rodada que passa (inclusive na última). Mesmo sofrendo uma goleada feia para o Galo na última rodada, o Fogão tem time para se impor contra o Santinha e fazer a alegria da galera.

ATLÉTICO-PR: O Furacão tem tudo pra arrebentar nessa rodada jogando em casa contra o lanterna América Mineiro, que vai provando a cada dia que não chegou para ficar na Série A. Apostar em seus defensores é uma boa para conseguir manter o seu saldo.

FLUMINENSE: O Flu não vem das suas melhores fases, mas pode se redimir jogando em casa contra o Coritiba nessa rodada e tem tudo para fazer uma boa partida. Nossa defesa também será composta por defensores tricolores. 

Escalação - 13ª rodada:

GOL: Fábio (CRU) - C$ 9,34
LAT: Wellington Silva (FLU) - C$ 10,37
LAT: Sidcley (CAP) - C$ 5,36
ZAG: Thiago Heleno (CAP) - C$ 7,31
ZAG: Gum (FLU) - C$ 14,20
MEI: Otávio (CAP) - C$ 15,05
MEI: Arrascaeta (CRU) - C$ 19,45
MEI: Camilo (BOT) - C$ 12,15
ATA: André Lima (CAP) - C$ 8,30
ATA: Gabriel (SAN) - C$ 10,48
ATA: Neilton (BOT) - C$ 7,75
TÉC: Ricardo Gomes (BOT) - C$ 8,92

Análise: Fábio deve ter tranquilidade para segurar o ataque do Vitória, que vem melhorando no campeonato, mas terá um duelo difícil. Os laterais são compostos por jogadores do Fluminense e Atlético, assim como os zagueiros, pois a tendência é que eles tenham facilidade para segurar o seu saldo. O meio está perfeito com Arrascaeta, que vem fazendo um belo campeonato, Camilo estreou bem no Fogão e pode arrebentar de novo e Otávio é um dos principais nomes do Furacão. O ataque será apostando novamente em André Lima, nosso querido Gabigol e Neilton, que também será comandado pelo nosso treinador Ricardo Gomes. 

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

O Camisa 10 (que veste a 11) do meu Galão

Fonte: Superesportes
No longínquo ano de 1973, pós uma fracassada excursão da Seleção Brasileira à Europa às vésperas do mundial da Alemanha em 1974, o Brasil vivia um dilema. Pós-aposentadoria de Pelé da amarelinha, quem seria o camisa 10? Com muito bom humor Hélio Matheus e Luiz Wagner criaram uma das letras mais icônicas da música popular brasileira eternizada na voz de Luiz Américo, chamada Camisa 10. Com muito bom humor os compositores ironizaram a falta dessa figura emblemática, e a consequente péssima fase do escrete Canarinho no período Pré-Copa.

Desculpe seu Zagalo, mexe nesse time que está muito fraco, levaram uma flecha esqueceram o arco.
Botaram muito fogo, e sopraram um furacão, que não saiu do chão.
Desculpe seu Zagalo, puseram uma palhinha na sua fogueira.
E se não fosse a força desse tal pereira comia um frango assado na jaula do leão.
Mas não tem nada não.
Cuidado seu Zagalo, o garoto do parque está muito nervoso, e esse meio campo fica perigoso, parece que desliza nesse vai não vai, até quando não cai.
É camisa 10 na seleção, laia, laia, laia...
Dez é a camisa dele.
Quem é que vai no lugar dele?
Dez é a camisa dele
Quem é que vai no lugar dele?

Fonte: Nominuto.com
O meu amigo leitor deve estar perguntando, por que diabos o maluco desse blogueiro vem falar de uma música sobre a seleção brasileira gravada em 1973, em uma crônica sobre o Galo. Calma caro Atleticano, invoquei essa pérola para fazer um paralelo com a situação do próprio Atlético.

O Galo em seus 108 anos de história foi marcado por ter um time extremamente vertical, agressivo, insinuante, porém a bola nunca parava no meio campo. Essa figura do meia clássico, cerebral nunca foi presente em nossa história. Em 1971 a armação era dividida entre Humberto Ramos e Lola, o primeiro era um volante, o segundo apesar de usar a 10, segundo os mais antigos era mais um ponta de lança, não era aquele cara que cadenciava o jogo, muito menos ostentava lances geniais (apesar de ser excelente jogador).

No grande time da década de 80, o grande assistente do Rei era Marcelo Oliveira (atual técnico do Galo), até então Marcelo Pacote. Da mesma forma, Marcelo era um segundo atacante, um ponta de lança com muita visão de jogo, mas era um cara vertical, não tinha a genialidade de um Zico, por exemplo, para ritmar o time do Atlético.

Reinaldo, Paulo Isidoro e Marcelo Oliveira. Fonte: BlogdoChicoMaia
Na década de 90 e no início dos anos 00 essa posição foi ocupada por Jorginho, Robert e Ramon Menezes, todos bons jogadores, regulares, mas nenhum craque. Na nossa idade das trevas, fins dos anos 00 essa camisa foi usada por pratas da casa que nunca se firmaram (Tcho, Ramonzinho e Renan Oliveira), por veteranos descendo a serra como Petkovic, e por jogadores muito esforçados, mas muito abaixo do peso que a camisa exige (Marcinho é um exemplo).

Ou seja, a camisa 10, essa figura do gênio do meio campo jamais esteve presente na história alvinegra. Jamais esteve até 2012. Quando Belo Horizonte presenciou a passagem de um gênio duas vezes melhor do mundo, “o segundo sol alvinegro que realinhou a órbita dos planetas, derrubando com um assombro exemplar... O que os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa” (Segundo Sol Canção de Nando Reis, imortalizada pela Atleticana Cássia Eller). Refiro-me ao inigualável Ronaldinho Gaúcho, cadeira cativa no panteão dos imortais alvinegros. Parecia que a peça que faltava para o Atlético romper o estigma da fila era esse gênio, esse camisa 10, o maestro da orquestra, o cara que com um passe decidisse um jogo impossível, ou com um drible desmontasse a defesa.

Fonte: Esporte.opovo
Contudo meus amigos a passagem do mito se deu em um piscar de olhos, uma fração de segundos, foram dois anos de puro êxtase, porém foram apenas dois anos. Efêmero é uma boa palavra para descrever tal sentimento. Pós-saída do gênio, a camisa 10 alvinegra ficou órfã, refém de um mito insubstituível, assim como a Amarelinha pós Pelé.

Por ela (me refiro a posição de meia central, não necessariamente ao número da camisa. Ronaldinho mesmo usou a 49 durante todo ano de 2012) passaram Guilherme (genial, mas cheio de altos e baixos, além de frequentar mais o departamento médico do que a cancha), Dátolo (esforçado, não se esconde, mas longe de ser genial), Giovanni Augusto (esforçado, algum potencial, mas baixíssimo poder de decisão, desaparecia nos momentos mais decisivos) e Cárdenas (sem comentários).

Talvez desses Guilherme tenha rascunhado um pouco da arte de Ronaldinho na campanha da Copa do Brasil de 2014, mas é apenas um rascunho, longe da arte final do gênio.

Entra o ano de 2016, ano de Libertadores. O Atlético com a saída de Giovanni Augusto e Guilherme necessitava repor essa peça, mais do que isso necessitava de alguém que fizesse o que os dois jogadores nunca foram. Um protagonista. Para esse posto o Atlético observou um jovem equatoriano, destaque do campeonato argentino no pequeno Banfield, Juan Cazares.

Se você, assim como eu acompanhava o futebol portenho e tinha contato com um jogo chamado Football Manager (jogo de computador no qual você é o técnico e que por reboque possui um dos bancos de dados futebolísticos - scouts - mais precisos do mundo) sabia que Cazares era uma aposta com quase 100% de precisão. O baixinho reunia características importantes: visão de jogo para uma enfiada de bola comparável à Ganso e Lucas Lima; habilidade no 1x1, traço de Ronaldinho; dinâmica de jogo – é o 10 que pensa em movimento, no Brasil quem fez muito bem esse papel foi Dario Conca.

Porém por outro lado, da própria Argentina vinham indícios que Cazares era um jogador problemático, segundo Matias Almeyda ex-zagueiro do River e técnico do equatoriano no Banfield, é do tipo de atleta que precisa ser acompanhado de perto, ser abraçado pelo técnico e pelo grupo para não se perder nos desvios da vida, digamos assim.

Fonte: terradeportes.com
O primeiro semestre de Cazares foi marcado por tudo isso. Atuações brilhantes na Libertadores, partidas apagadas, afastamento do time por Diego Aguirre até hoje inexplicável (especula-se que Aguirre o enquadrou por falta de disciplina, apenas boatos) e aquela pulga atrás da orelha, será que se Cazares estivesse no Morumbi nossa sorte seria deferente? É uma incógnita.

Sendo bem sincero com os amigos torcedores, eu quero um jogador, não um candidato a marido da minha filha (até porque não tenho filha!), logo acho que o Uruguaio errou ao afastar o gênio de um jogo tão importante, mesmo se Cazares não estivesse 100% fisicamente como se especulou também.

Fonte: Atlético/Bruno Cantini

O tempo passou, a Copa América chegou, Cazares saiu do time e junto dessa saída, a tormenta. Empates, derrotas, atuações pífias. O time sem seu maestro se tornou preza fácil aos adversários, com um padrão de atuação digno de Z4, fato terrível que acabou se materializando. Certamente nesses primeiros jogos deu pra se ter noção da importância de Cazares ao time, pois a diferença de atuação é brutal. Cazares disputou seis jogos, foram cinco vitórias e um empate. Por outro lado esteve ausente em outros seis, três empates e três derrotas. Marcou seis gols e já deu três assistências, ou seja, nove dos 21 gols marcados pelo Atlético contaram com participação direta do meia (mais de 1/3). Em relação a alguns índices Cazares é líder em finalizações, líder em assistência para gols e para finalizações, segundo em cruzamentos e líder em dribles. Ou seja, o jogador é dominante em todos os fundamentos ofensivos, e certamente é o melhor jogador atuando no campeonato brasileiro.

Fonte: Superesportes
Nos seis jogos em que participou, apenas contra o América não houve participação direta do meia nos triunfos. Mas nos outros houve: gol da vitória contra o Santos, gol do empate contra o Atlético PR, gol e assistência contra a Ponte, gol contra o Corinthians; e barba, cabelo e bigode contra o Fogão - dois gols e duas assistências.

O primeiro gol do equatoriano fica claro o brilhantismo na finalização de quem tem a frieza de um artilheiro para colocar a bola para dentro; a primeira assistência foi daquelas de quem tem um olho nas costas e a visão necessária para tomar a decisão dos gênios, o fácil era cruzar e torcer para Fred ou Clayton estarem posicionados, Cazeres devolveu para Robinho, fez o mais difícil. O terceiro gol do Atlético, segunda assistência de Cazares, foi marcada por uma arrancada do meio campo, já no início do segundo tempo, ou seja, velocidade com a bola nos pés para alcançar a linha de fundo e encontrar o artilheiro Fred; e o quarto gol foi daquelas pinturas enquadradas, gol de videogame. Goleiro adiantado, bola colocada com a mão no ângulo.

Fonte: Superesportes
Segundo as palavras do próprio Fred, talvez o maior beneficiário da presença do equatoriano no time:

Gênio. Jogador muito diferenciado. Ele é fora da curva. Está fazendo a diferença pra gente. Estou tendo do privilégio de jogar no ataque com a cabeça pensante e os pés rápidos ao nosso lado”.

Enfim, como deu para perceber a resenha de hoje não é sobre o Galo e sim sobre o camisa da 10 (que veste a 11) do meu galão, e se seguir nessa toada, por mais um dois anos (se a Europa ou a China deixarem) de colocar uma cadeira cativa ao lado de Ronaldinho Gaúcho como dos grandes camisas 10 da história do Atlético.

#Saudações Alvinegras
#AquiéGalo

Por: @Mhfernandes89

Fácil, fácil: Palmeiras goleia Figueirense sem sustos

Foto: Globo Esporte.
Jogo em casa, adversário da parte de baixo da tabela e estádio cheio com mais de trinta mil pessoas. O cenário era de um jogo tranquilo diante do fraco Figueirense e o placar provou isso ao apontar um 4x0 sem sustos. O torcedor palmeirense, porém, sabe bem que esse é o mesmo cenário de tantos outros jogos que acabaram em resultados horríveis ao longo desse século.

A tradicional “palmeirada”, nome que damos a derrotas em jogos que parecem fáceis – e que se multiplicaram de maneira ímpar nos últimos anos –, não tem aparecido em um Allianz Parque de campanha impecável até aqui com vitória em todos os jogos brasileiros. Sinal de uma fase melhor e de um time que, acima de tudo, joga futebol. Não existe aquele sentimento de que alguma coisa vai dar errado, este foi substituído por confiança nos jogadores do elenco atual.

Não que a vitória contra o Figueirense signifique muito, ainda que tenha sido construída com propriedade. O time catarinense é bem inferior e a vitória para quem briga no alto é obrigatória. Mesmo assim, é impossível não reparar nas evoluções de um time que seis meses atrás era um simples bando em campo.

O mesmo Palmeiras que levou gol em todos os jogos dentro de casa do returno do Brasileirão de 2015 tomou apenas um (e impedido) nesse primeiro terço de certame em 2016. Melhor: a estatística não representa um time medroso que jogo recuado, mas o melhor ataque do campeonato até aqui.

É com base nisso tudo que o Palmeiras passeou em campo contra um praticamente inexistente Figueira. O gol cedo de Moisés ajudou ainda mais ao controle quase que de todo tempo da bola por parte alviverde. O segundo gol marcado por Dudu, ainda no primeiro tempo, dava a impressão de sair a qualquer momento. Sem pressa, sem afobação. Assim como vieram outros dois gols na segunda etapa, ambos com Gabriel Jesus.

A regularidade ímpar dentro de casa, entretanto, não se repete em jogos fora. É normal que os times mandantes tomem mais a iniciativa dos jogos, mas o Palmeiras tem elenco para equilibrar boa parte desses jogos. Se quiser pensar em título, precisará pontuar melhor fora. O jogo da próxima segunda-feira, diante do Sport, é um bom teste.

O DESTAQUE: Cada dia mais importante no meio-campo palmeirense, Moisés consegue fazer importante marcação e ainda iniciar as saídas de bola. Não bastasse isso, ainda marcou o gol que abriu o caminho para a vitória alviverde.

BOLA MURCHA: Fora de sintonia com o restante do time, Cleiton Xavier deixou a desejar. Com muita posse de bola, ele poderia e deveria ter participado mais do jogo, especialmente na hora do último passe.

Placar persiste e Paysandu soma três jogos sem marcar

Na noite de ontem (01), o Paysandu voltou a jogar na Série B, enfrentando desta vez o Sampaio Corrêa, em São Luís. Apesar de jogar fora de casa, a torcida esperava que o time garantisse os três pontos diante do lanterna da competição, porém mais uma vez alviazul saiu de um jogo que poderia vencer, com apenas um ponto.

O JOGO

Logo no começo do primeiro tempo, o Sampaio Corrêa já demonstrava como seria o jogo e sufocava a defesa do Paysandu. Em menos de 10 minutos, o tricolor já tinha chegado duas vezes com perigo, uma com Elias, após cruzamento de Rafael Estevam e outra com chutaço de Pimentinha da entrada da área, porém em ambos, Emerson se apresentou para fazer defesa.

Até os 25', a Bolívia Maranhense já havia finalizado em quatro oportunidades e o Paysandu nenhuma vez. O clube visitante só apareceu com perigo aos vinte e nove, quando Rafael Costa chutou forte da intermediária e Rodrigo Ramos fez a defesa. O Sampaio ainda teve chance de abrir o placar no primeiro tempo, entretanto, o clube esbarrou no goleiro Emerson, que fazia uma partida inspirada.

(via: http://cenaslamentaveis.com.br/)
No segundo tempo, o Paysandu foi melhor que no primeiro, a entrada de Maílson no lugar de Fabinho Alves possibilitou isso, o atacante teve algumas das melhores oportunidades de abrir o placar. Aos 10', Rafael Costa cruzou para Maílson que, dentro da área, chutou forte para marcar, porém Fogolari bloqueou a bola, evitando o gol. O Sampaio só respondeu dez minutos depois, quando Pimentinha deu o passe para Edgar Can dentro da área e o mesmo chutou para fora.

Os dois lados tentavam, entretanto, o clube Maranhense demonstrava mais eficiência, finalizando quase sempre em direção ao gol, forçando Emerson fazer boas defesas e parando também na trave. Já o Paysandu, que conseguiu arriscar mais na segunda etapa, parece ter desaprendido o caminho do gol. Foram mais finalizações para fora, do que na direção do goleiro Rodrigo.

O que hoje fala mais alto, estar invicto há sete jogos, sem sofrer gol neles ou não conseguir marcar há três?

Próximo jogo: o próximo confronto do Paysandu é válido pela Copa do Brasil, nesta quarta-feira (06), contra o Operário-PR, às 20h30, na Curuzu. Nesta partida, o empate está fora de questão e o alviazul precisa voltar a marcar se não quiser ser eliminado do Campeonato.

Um baile em Mauroy: Gales bate Seleção Belga e garante encontro galático em Lyon

País de Gales: Geração de ouro? Galeses eliminam favorito do confronto e seguem fazendo história.

Os Galeses entraram em campo sabendo da dificuldade que seria enfrentar a Bélgica nas quartas de final, porém com boas expectativas, considerando os últimos confrontos entre as Seleções, nas Eliminatórias, onde conseguiram uma vitória e um empate.

A Bélgica teve um inicio arrasador, onde sufocou a defesa galesa, levando muito perigo com Carrasco e Hazard. Sua insistência foi recompensada cedo, com doze minutos, Nainggolan mandou uma bomba de fora da área, depois de receber passe de Hazard, Hennessey até conseguiu encostar, mas não pôde evitar o golaço dos Diabos Vermelhos.

O gol belga acordou os Dragões, que passaram a dominar a posse e as jogadas de maior perigo, como a de Taylor batendo de primeira, após passe de Ramsey. O ala esquerda forçou Courtois a fazer grande defesa. A persistência de Gales garantiu o empate antes dos trinta minutos, quando Ramsey bateu o escanteio e Ashley Williams cabeceou sozinho no canto, sem chances para Courtois e nem De Bruyne.

Depois do empate, o jogo se equilibrou. Havia chances para os dois lados, entretanto, nenhuma que levasse grande perigo.

Comemoração de um País que está fazendo história (Via: youtube.com)
No segundo tempo, a Bélgica começou novamente sufocando, mostrando que queria voltar a ficar na frente no placar e teve duas grandes oportunidades nos primeiros cinco minutos, Meunier cruzou para Lukaku cabecear a direita do gol, a bola acabou raspando a trave de Hennessey. Logo depois, Hazard avançou, levou para dentro e bateu cruzado, porém a bola acabou indo para fora.

Apesar das tentativas incansáveis da Seleção Belga, foi Gales quem conseguiu tirar o jogo do empate. Ramsey recebeu de Bale e cruzou para Kanu, que girou em dois e chutou para o gol, virando a partida.

A partir deste lance, os Diabos Vermelhos se dedicaram a conseguir o gol de empate. Que poderia ter saído com Fellaini, quando este cabeceou para fora, após cruzamento de Alderweireld, ou com Witsel que chutou por cima do gol, desperdiçando a classificação. Já que este foi o último lance de real perigo antes da consagração de Vokes.

Gunter cruzou da direita para Vokes e o atacante antecipou o zagueiro, cabeceou no canto direito de Courtois e confirmou o País de Gales na Semifinal da Eurocopa.

Os estreantes da Euro buscarão a vaga a final num duelo contra a Seleção Portuguesa, que ocorrerá na quarta-feira (06), no Parc Olympique Lyonnais, às 16h00.

Bélgica: E o sonho acabou... Seleção belga sucumbe diante dos galeses e dá adeus a UEFA EURO.

Na noite do dia 1º de Julho, em Lille, a seleção belga até tentou, mostrou valentia e buscou por oportunidades de gol, mas não foi párea para a decisiva e incisiva seleção de País de Gales, que mostrou total ofensividade e muita eficiência para virar a partida e conquistar uma inédita vaga para as semifinais e editar um confronto histórico entre as estrelas do Real Madrid. Gareth Bale e Cristiano Ronaldo na próxima quarta-feira, dia 5/7 em Lyon.

Para as escalações iniciais, a equipe de País de Gales mantinha sua espinha dorsal de todos os jogos, promovendo somente a entrada de Hal Robson-Kanu no lugar de Sam Vokes, já a seleção belga teve que mexer em seu sistema defensivo, com a entrada de Jordan Lukaku e Jason Denayer nos lugares dos suspensos Jan Vertonghen e Thomas Vermaelen, respectivamente, além da volta ao time titular de Yannick Carrasco no lugar de Dries Mertens que teve um ótimo jogo na partida anterior.

Durante os primeiros 15 minutos, a partida ganhou um ar de intensidade gigantesco. Começando com um grande domínio belga e um volume de chances ofensivas muito grandes. Começando aos 8 minutos com uma bola enfiada de Kevin De Bruyne para Romelu Lukaku, que avançou e cruzou na medida para Yannick Carrasco, que dominou e chutou para uma defesaça do goleiro Wayne Hennessey. No rebote, Kevin De Bruyne bateu e James Chester tirou em cima da linha. Em seguida, Eden Hazard chegou batendo com violência, a bola batendo em cima de James Chester e saindo para escanteio. Na cobrança, Kevin De Bruyne bateu com veneno e quase que Romelu Lukaku consegue empurrar para as redes.

A resposta galesa veio num contragolpe realizado por Gareth Bale, que avançou em velocidade, cortou para o lado esquerdo e bateu com violência na rede pelo lado de fora do goleiro Thibaut Courtois. Aos 13 minutos a seleção da Bélgica chegou ao gol com um passe de Eden Hazard, que recebeu pela esquerda, para o chute de Radja Naingollan que pegou na veia, mandando no ângulo do goleiro Wayne Hennessey. A partir daí, a seleção belga ficou muito mais recuada, passando o domínio do jogo para a equipe galesa que foi na busca incessante pelo gol de empate no restante do primeiro tempo.

O sonho acabou para os belgas (Foto: globoesporte.com)
A primeira chance veio numa jogada de Aaron Ramsey pela direita, que cruzou rasteiro para finalização forte do lateral Neil Taylor. O goleiro Thibaut Courtois realizou uma magnífica defesa e evitou o empate naquele momento. Mas, em um escanteio batido por Aaron Ramsey pela direita, a bola chegou à cabeça do capitão Ashley Williams, que testou forte no canto esquerdo sem chances para Thibaut Courtois e Kevin De Bruyne que não conseguiu fazer o corte em cima da linha. Após o gol, a seleção belga sentiu demais o baque e passou a ser inteiramente dominada pela seleção galesa no meio de campo e ficou a perigo de tomar a virada ainda no primeiro tempo com os jogadores de frente.

Para o segundo tempo, Marc Wilmots optou no intervalo realizar uma troca, sacou Yannick Carrasco e colocou Marouane Fellaini para tentar dar mais força física e melhor opção de jogadas ofensivas. No inicio do segundo tempo, durante os primeiros 5 minutos, a Bélgica voltou ainda mais intensa e ligada. A primeira chance criada foi num belo cruzamento de Thomas Meunier que Romelu Lukaku cabeceou sem referencial, mandando a bola para fora do gol. Logo após, Kevin De Bruyne tentou cruzar na área, a zaga galesa afastou e a bola sobrou pra ele mandar por cima do gol de Wayne Hennessey. Depois foi a vez de Eden Hazard chegar pela esquerda, driblar dois zagueiros e finalizar com extremo perigo no canto esquerdo, fazendo com que a bola passasse tirando tinta da trave.

A resposta de Gales foi cirúrgica e numa boa bola recebida por Aaron Ramsey, o meia rolou para Hal Robson-Kanu que deu um belo corte em Thomas Meunier e bateu colocado no canto direito de Thibaut Courtois, marcando um belo gol. A seleção belga começou, a partir daí, a tentar buscar o gol de empate a todo custo, a melhor chance veio num cruzamento de Toby Alderweireld para Marouane Fellaini que ganhou de Ben Davies e cabeceou com muito perigo a esquerda do goleiro Wayne Henessey. Mas a seleção belga começou a se desorganizar em campo e passou a tentar a qualquer custo alçar bolas na área, sem sucesso. Com isso, o time foi ficando mais nervoso e, mesmo com as entradas de Dries Mertens e Michy Batshuayi, nos lugares dos irmãos Jordan Lukaku e Romelu Lukaku, respectivamente, não conseguiu criar muitas chances perigosas. O golpe de misericórdia chegou aos 40 minutos do segundo tempo, com um contragolpe pela direita, onde o lateral Chris Gunter acertou um cruzamento espetacular para o centroavante Sam Vokes, que testou firme, tirando do goleiro Thibaut Courtois, sacramentando a vitória histórica para a equipe galesa.

Com o resultado, a Bélgica dá adeus a uma chance de chegar a um título inédito e voltará a focar suas atenções nas Eliminatórias para Copa do Mundo na Rússia, em 2018. A seleção caiu no grupo H com Bósnia-Herzegovina, Grécia, Chipre, e Estônia, e vai estrear no dia 6 de setembro contra a seleção de Chipre, em Nicósia.

NOTAS DA PARTIDA: 

PAÍS DE GALES
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G
S

BÉLGICA
C
G
S


1
GK
Wayne Hennessey
6,5
1
GK
Thibaut Courtois
7,0

5
DF
James Chester
7,0

16
DF
Thomas Meunier
7,0

6
DF
Ashley Williams ©
7,5
1
2
DF
Toby Alderweireld
6,0

4
DF
Ben Davies
7,0
15
DF
Jason Denayer
4,0

2
DF
Chris Gunter
7,0

21
DF
Jordan Lukaku
4,0
75'

7
MF
Joe Allen
6,0
4
MF
Radja Naingollan
6,0
1

16
MF
Joe Ledley
6,0
6
MF
Axel Witsel
5,5

10
MF
Aaron Ramsey
9,0

89'
7
MF
Kevin De Bruyne
7,0

3
DF
Neil Taylor
6,5
10
MF
Eden Hazard ©
7,0

9
FW
Hal Robson-Kanu
8,5
1
81'
11
MF
Yannick Carrasco
3,5
INT

11
FW
Gareth Bale
8,0
9
FW
Romelu Lukaku
6,5
80'


8
MF
Andy King

3
DF
Thomas Vermaelen

S

12
GK
Owain Fôn Williams

5
DF
Jan Vertonghen

S

13
FW
George Williams

8
MF
Marouane Fellaini
6,5

INT

14
MF
David Edwards

12
GK
Simon Mignolet


15
DF
Jazz Richards

13
GK
Jean-Francois Gillet


17
FW
David Cotterill

14
FW
Dries Mertens
5,5
75'

18
FW
Sam Vokes
8,0
1
81'
17
FW
Divock Origi


19
DF
James Collins

18
DF
Christian Kabasele


20
MF
Jonny Williams
-
89'
19
MF
Mousa Dembélé


21
GK
Danny Ward

20
FW
Christian Benteke


22
MF
David Vaughan

22
MF
Michy Batshuayi
5,0
80'

23
FW
Simon Church

23
DF
Laurent Ciman


-
TR
Chris Coleman
9,0
-
TR
Marc Wilmots
7,5




C
Cartão
C
Cartão


G
Gol
G
Gol


S
Substituição






S
Substituição






Produzido pelos colunistas:

Cássia Gouvêa || @_cassiagouvea || PAÍS DE GALES
Marcos Paulo || @makavista || BÉLGICA
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