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domingo, 3 de julho de 2016

O "doido" vai ter trabalho

A cena se repetiu mais uma vez, outra derrota na conta e a crise segue estabelecida no Joinville. E o pior de tudo, o tempo está voando. Foi mais uma partida de doer os olhos por parte do JEC, um time completamente apático, sem levar perigo ao gol adversário, sendo refém de chutões para frente ou de lampejos individuais (que não acontecem). O técnico Lisca vai ter muito trabalho para fazer esse time jogar, mas muito trabalho mesmo, pois a situação está crítica, bem mais do que imaginávamos.

Foto: Divulgação/JEC
A verdade é que o Joinville não ofereceu muito perigo ao Brasil de Pelotas. O clube gaúcho fez dois gols sem precisar envolver muito a defesa tricolor, que precisa melhorar muito, principalmente o senhor Bruno Aguiar, que vem decaindo ultimamente. O primeiro gol do Xavante veio logo aos cinco minutos, quando Marcos Paraná ludibriou bem a marcação, cortou para a direita, cortou para a esquerda e bateu cruzado, não dando chances para Oliveira, 1 a 0, Brasil.

O segundo gol do clube gaúcho veio aos 16 minutos, quando Weldinho cruzou a bola na cabeça de Felipe Garcia, que subiu no primeiro pau e desviou no ângulo oposto de Oliveira, 2 a 0, Brasil. O Xavante ainda teve duas boas chances de ampliar o marcador, enquanto o Joinville se fazia nulo na partida, se defendendo mal e não conseguindo atacar. Foi mais uma atuação esdrúxula por parte do tricolor catarinense. Na segunda etapa, o Brasil de Pelotas só administrou, sem dar sopa para o azar, enquanto o JEC se viu obrigado a se lançar ao ataque, mas de nada adiantou, mais uma derrota computada e a crise permanece.

O time comandado interinamente por Fabinho Santos demonstrou as mesmas deficiências que apresentava com o ex-técnico Hemerson Maria, um time que não oferece perigo a meta adversária e que é facilmente envolvido pelo clube que enfrenta. É triste falar sobre o momento do JEC, pois temos que bater na mesma tecla toda santa rodada, falando as dificuldades que o tricolor enfrenta (já citadas acima).

O que pode nos dar um pouco de esperança é que um trabalho novo vai ser iniciado e as energias vão se renovar. É isso que esperamos, pois o tempo está passando e a cada rodada que passa continuamos na zona de rebaixamento. Querendo ou não, isso preocupa e essa chance de cair existe, por isso temos que abrir o olho e que o “Lisca doido” já mostre resultado na sua estreia, que será na próxima rodada.

Foto: Divulgação/JEC
Confira abaixo a ficha técnica do jogo:

Brasil de Pelotas 2x0 Joinville

Local: Estádio Centenário, Caxias do Sul (RS);
Arbitragem: Flávio Rodrigues de Souza foi quem comandou o apito, ele foi auxiliado por Márcia Caetano e Alberto Masseira;
Cartões amarelos: Paulinho Dias (JEC) e Bertotto (JEC);
Gols: Marcos Paraná (GEB) e Felipe Garcia (GEB). Confira os gols da partida clicando aqui;
Brasil de Pelotas: Eduardo Martini | Weldinho, Teco, Leandro Camilo e Marlon | Leandro Leite, Washington e Diogo Oliveira (Clébson) | Marcos Paraná (Nena), Felipe Garcia e Ramon (Nathan) | Técnico: Rogério Zimmermann;

Joinville: Oliveira | Reginaldo, Bruno Aguiar, Ligger e Diego | Naldo, Paulinho Dias (Bertotto) e Carlos Alberto | Dodô (Juninho), Gabriel Vasconcelos (Adriano) e Heliardo | Técnico: Fabinho Santos (interino).

Foto: Divulgação/JEC
O JEC volta a campo no próximo sábado, às 16h, na Arena Joinville para enfrentar o Sampaio Corrêa. Esperamos que seja o início de uma nova caminhada, uma caminhada vitoriosa e de muitas alegrias, pois nossa cota de “sofrência” já ultrapassou os limites.

 @roberto_kza

“Uma vitória para dar moral”, diz zagueiro Gustavo Bastos, do ABC, após goleada diante do River

O Mais Querido entrou em campo na tarde de sábado (2), no Frasqueirão, em partida válida pela sétima rodada da Série C do Campeonato Brasileiro. O time comandado pelo técnico Geninho derrotou o River-PI por 4 a 0, com gols de Caio Mancha e Lúcio Flávio. Com esse resultado, o ABC deu um salto importante na tabela e para o experiente zagueiro Gustavo Bastos uma goleada motiva para a sequência da competição.

"Foi um grande jogo da nossa equipe, nós vínhamos de uma sequência muita boa no campeonato e nessa partida mostramos que podemos ir mais longe. Entramos focados e mostramos nossa força. Agora é manter essa pegada para comemorar no final do ano", avalia Bastos.

O jogador alvinegro sabe muito bem o que tem que fazer para conquistar o acesso. Ano passado foi campeão da Série C com o Vila Nova e espera repetir o feito com a camisa do ABC.

"Ainda tem muitos jogos pela frente, mas é preciso fazer o nosso dever dentro de casa e também pontuar fora, como foi no jogo diante do líder Fortaleza, quando vencemos dentro do Castelão, se quisermos levar o ABC para a Série B do ano que vem. Temos que encarar todos os jogos como uma final", diz o zagueiro.

A vitória no jogo de sábado deixou o ABC no G4 do Grupo A com 11 pontos, mas ainda aguarda a conclusão da rodada. O próximo compromisso do Mais Querido está agendado para o domingo (10) contra o Cuiabá/MT, às 16h, no Frasqueirão.

Foto: Assessoria de Comunicação / ABC FC

Falhas e nova derrota


A Chapecoense viajou neste domingo (3), buscando fisgar o peixe, na Vila Belmiro. Tudo se encaminhava para um resultado positivo para o Verdão, até que em falhas tanto defensivas, quanto ofensivas, trouxeram mais uma derrota dolorida para Chapecó, com placar de 3x0 os donos da casa aproveitaram e fizeram a festa.

Foto: Fred Casagrande
Caio Júnior em sua segunda partida sob o comando do Verdão, teve dois problemas, mas ao mesmo tempo duas novidades para o duelo. Gimenez suspenso e Marcelo contundido não viajaram e deram lugar a Cláudio Winck e Rafael Lima. As novidades foram os nomes do argentino Martinuccio e Matheus Biteco, pela primeira vez relacionados.

Todos já sabiam das dificuldades de enfrentar o Santos na Vila Belmiro, o caldeirão praiano já derrubou gigantes do futebol brasileiro. Com a bola rolando na primeira etapa, vimos uma Chapecoense guerreira, com uma forte marcação, anulando os principais jogadores Santistas, além de belas jogadas em contra-ataques.

Com a marcação forte, a primeira e única grande oportunidade da partida só veio aos 25 minutos, aproveitando a falha de Vitor Bueno, Sérgio Manoel roubou a bola e usando da principal arma santista que é a velocidade, encontrou Silvinho livre no lado esquerdo que fez o cruzamento para Bruno Rangel, o atacante não conseguiu dominar e todo desengonçado, não conseguiu finalizar bem e praticamente recuou a bola para Vanderlei.

Do lado Santista, sem conseguir furar o bloqueio verde e branco, só restou aguardar o apito final do árbitro, para no vestiário tentar ajustar os ponteiros para o segundo tempo.

Que iniciou sem nenhuma alteração em ambas as equipes. Tudo se encaminhava para mais um tempo com forte marcação Chapecoense, o que deixava a torcida dona da casa apreensiva. Logo aos 2 minutos, novamente o Verdão nos pés de Bruno Rangel teve a oportunidade de abrir o placar, Josimar fez bela jogada e achou em profundidade o atacante, que invadiu a área, mas falhou novamente na finalização, sendo travado por Zeca.

Mas nem tudo eram flores, nos minutos seguintes Rafael Lima, que completava seu 201° jogo com a camisa Chapecoense, sentiu a coxa e teve que ser substituído por Demerson. No ataque, o Verdão seguia pressionando e perdendo grandes chances de sair à frente do placar, Silvinho recebeu de Ananias, cortou pela esquerda e soltou à bomba, Vanderlei fez a defesa e jogou para escanteio.

Foi então que Dorival Júnior entrou em ação, o treinador Santista sacou Vitor Bueno e lançou o iluminado Copete. Com apenas quatro minutos em campo, o atacante aproveitou falha de Cláudio Winck, fazendo belo passe para Rodrigão, que diferente de Rangel, não perdeu a oportunidade, abriu o placar e mostrou por que é o artilheiro do Brasil em 2016. Para piorar, Lucas Lima cobrou escanteio, Renato desviou e matou o goleiro Marcelo Boeck, sobrando à bola limpa para o colombiano Copete, que só empurrou ampliando o placar.

A Chapecoense sentiu os gols sofridos, se encurralando na defesa e chamando os donos da casa para cima. O resultado ficou ainda pior aos 41 minutos, quando Copete novamente deu assistência para agora Yuri marcar o terceiro e fechar o placar na Vila Belmiro.

A vitória poderia levar o Verdão para o G4, mas com a derrota quem aproveitou e assumiu a posição foi os Santistas, que chegaram aos 22 pontos na 4° colocação. Já a Chape, caiu para o 11° lugar nos mesmos 18 pontos.

A Chapecoense volta a campo somente no próximo sábado (9), quando receberá na Arena Condá a equipe do Corinthians, às 16h. O Timão é o único grande que ainda não foi derrotado pelo Verdão catarinense, que aposta no bom retrospecto em casa para voltar somar pontos na competição.

Para o duelo de hoje, novamente deve ser registrada as falhas, tanto ofensivamente, quanto defensivamente, Cláudio Winck de novo foi um dos responsáveis a abertura das porteiras na Vila, melhor para o colombiano Copete, que aproveitou e comandou o Santos em mais uma vitória. Se a defesa falhou, o ataque também deixou muito a desejar, passou da hora de Bruno Rangel ser pressionado pela comissão técnica, em duas oportunidades o atacante teve a bola do jogo em seus pés e desperdiçou.

Kempes que marcou o gol da vitória no meio de semana está louco por uma chance de Caio Júnior, e tem muito a mais a retribuir que Rangel, a diferença entre os dois, é que Kempes além de oportunista sai da grande área para buscar a bola, diferente de BR9, que fica plantado esperando a criação do meio.

Pela primeira vez, o novo comandante tem uma semana para trabalhar e organizar a equipe para o duelo do final de semana contra o Corinthians, uma partida que tem tudo para ser dificílima, já que os paulistas estão apenas atrás do líder Palmeiras por saldo de gols, com o mesmo número de ponto, vindo de uma goleada por 4x0 sobre o Flamengo.

É a hora não só dos jogadores entrarem em campo, o torcedor precisa comparecer e empurrar o Verdão em busca de mais uma vitória, se afastando cada vez mais do temido rebaixamento. Lute Chapecoense, pois você é capaz de surpreender.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Náutico pouco fez e sofreu no Serra Dourada

Na tarde desse sábado (2), o Náutico foi até Goiás enfrentar o Atlético-GO. Um jogo para esquecer-se e seguir em frente. O ataque não fez nada e a zaga falhou em momentos importantes, o Timbu sofreu a goleada de 3 a 0 e ainda tomou um susto com o goleiro Júlio César.

Náutico enfrentou o Atlético-GO e perdeu por 3x0 em Goiás

No primeiro tempo, o Náutico começou bem, com defesa sólida e posse de bola, o Timbu se manteve no campo ofensivo, contudo não tinha ofensividade mesmo com três atacantes rápidos e destaques da equipe. Parecia que ia ser um jogo disputado e forte dos times que tem muitas chances de subir para a elite do futebol brasileiro, mas na metade da etapa inicial o jogo começou a desandar para o time alvirrubro. Gilsinho ficou livre na frente da área, arriscou de longe e acertou com muita precisão, fazendo um golaço e anotou o primeiro dos donos da casa. O Náutico ainda continuou com a posse no campo de ataque. Um erro de um passe de cinco metros deu o contra-ataque para a equipe goiana que resultou no segundo gol de Alison.

Timbu pouco fez, sem reação só aceitou a derrota (Foto: Murilo Nascente/Náutico)
O segundo tempo o Náutico voltou ao campo sentindo o placar, Alexandre Gallo percebeu que a equipe sentiu os gols e tentou mudar, mas não foi o que ele esperava. O time não fazia nada e logo no início, Júlio César sofreu uma pancada e depois bateu, muito forte, a cabeça no chão, ele ficou desacordado por pouco tempo, foi para a ambulância fazendo os primeiros testes e demonstrou que estava bem. Não foi motivo para a equipe se esforçar e buscar a vitória, muito menos para evitar uma goleada, na metade da etapa final Magno Cruz recebeu dentro da área, ganhou do zagueiro Eduardo e chutou cruzado sem defesa para o goleiro Rodolpho. Mais um falha e mais uma derrota fora de casa.

Júlio César sofreu forte pancada, mas já passa bem e talvez jogue no sábado
O Timbu caiu para 8ª posição com 21 pontos, o próximo jogo é contra o CRB que também está no pelotão da frente. Para se manter entre os oito primeiros o Náutico tem que vencer e só vencer, outro resultado será muito ruim. O retrospecto em casa está ao lado do Timbu, são cinco vitórias e um empate, o que dá esperanças para mais uma vitória. A partida será às 16h, na Arena de Pernambuco.

Escalação

Atlético-GO: Márcio; Matheus Ribeiro, Marllon (Thales), Lino e Michel; Pedro Bambu, William Schuster, Magno Cruz (Luiz Fernando) e Jorginho (Marquinho); Gilsinho e Alison. Técnico: Marcelo Cabo.

Náutico: Júlio César (Rodolpho); Joazi, Rafael Pereira, Eduardo e Gastón Filgueira; Ygor, Cal Rodrigues (Danrlei) e Renan Oliveira; Roni (Hugo), Bergson e Jefferson Nem. Técnico: Alexandre Gallo.

Árbitro: Grazianni Maciel Rocha.
Assistentes: Eduardo de Souza Couto e Vanderson Antonio Zanotti.

“Sempre serei Náutico, até a morte e depois da morte”

Marcus Lamenha // @LamenhaMarcus

Em duelo de desesperados, Botafogo bate Santa Cruz e deixa Z4

O Glorioso recebeu, em Juiz de Fora, o Santa Cruz, na tarde deste domingo (3) em jogo válido pela 13ª rodada do Brasileirão. E nesse duelo de desesperados, o Botafogo se deu melhor ao vencer por 2 a 1 e deixou a zona de rebaixamento. Com 15 pontos, o Alvinegro enfrentará na próxima rodada, o Coritiba, outro adversário direto. O jogo será no sábado (9), às 16h30.

O JOGO

Logo no primeiro minuto, o Botafogo abriu o placar. Camilo tabelou com Neilton, que deu passe espetacular para Sassá só empurrar a bola para o fundo das redes. De forma tranquila, o Alvinegro trocava passes e dominava a partida. E aos 17', o Glorioso ampliou. Camilo recebeu na entrada da área e deu passe excelente para Neilton, que dominou e contou com desvio da zaga do Santa Cruz para fazer o segundo gol botafoguense.

Neilton fez gol e deu assistência (Foto: Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)
Aos 25 minutos, o Botafogo quase chegou ao terceiro gol. Diogo Barbosa cruzou na área e, de carrinho, Walter Guimarães mandou para escanteio. Por muito pouco o zagueiro não marcou contra. Aos 32', Bruno Silva tentou de bicicleta e quase fez um golaço. O goleiro Tiago Cardoso defendeu e mandou para escanteio. E foi só. Aos 47', o primeiro tempo chegou ao fim.

O Glorioso voltou modificado para a etapa final. Sassá cansou e foi substituído por Luis Henrique. Aos 2 minutos, o Santa Cruz já levou perigo. João Paulo cruzou na área e Arthur, de cabeça, mandou para fora. No minuto seguinte, porém, o Santa diminuiu. Keno fez ótima jogada pela esquerda e tocou para João Paulo, que antecipou Sidão e fez o gol. Aos 8', o Botafogo teve a oportunidade de fazer o terceiro gol. Luis Ricardo cruzou na medida para Luis Henrique, que na pequena área, cabeceou para fora. A bola passou muito perto da trave. Nessa altura do jogo, o Glorioso, com menos intensidade, deixava muitos espaços para os jogadores do Santa, que pressionava mais e era superior. Aos 20', Camilo sentiu e foi substituído por Fernandes. Instantes depois, o Santa Cruz quase chegou ao empate. Após cobrança de escanteio, a bola quicou e sobrou para Arthur, que chutou forte. No entanto, Diogo Barbosa, quase em cima da linha salvou.

Botafogo e Santa Cruz tentavam trocar passes, mas exageravam nos erros. Aos 38', Ricardo Gomes tirou Rodrigo Pimpão e colocou Gervasio Nuñez na partida. Aos 40', Keno recebeu ótimo passe, partiu em velocidade, invadiu a área e chutou cruzado. Sidão tocou na bola, que ainda raspou na trave antes de sair. Sorte do Glorioso. No minuto seguinte, mais pressão do Santa, dessa vez com Leandrinho, que soltou uma bomba. A bola, porém, subiu demais. Aos 47', Bruno Silva arriscou de fora da área e Tiago Cardoso quase levou um frango. O goleiro, no entanto, se recuperou a tempo e evitou o gol. Aos 49' o jogo terminou. Botafogo 2 a 1.

OBSERVAÇÕES

Vitória importantíssima do Botafogo. Venceu um adversário direto. Não havia outro resultado que não fosse a vitória. O Alvinegro agora tem outro confronto direto. Enfrentará o Coritiba, fora de casa. Jogo difícil, mas não impossível de vencer.

Botafogo fez um primeiro tempo impecável, mas no segundo, tomou uma pressão absurda. Só deu Santa Cruz. Complicou um jogo fácil.

Não dá para imaginar o Botafogo sem o Camilo. Ele caiu como uma luva nesse time. Sassá também vem mostrando sua importância, assim como Neilton, que cresceu muito nos últimos jogos. Rodrigo Pimpão, ainda sem ritmo, foi inoperante, fez péssimo jogo. Ele pode ajudar e muito, mas está longe da forma física ideal.

Diogo Barbosa não voltou bem. Eu daria oportunidades ao Victor Luis, que apoia bem e é melhor na marcação.

FICHA DO JOGO

Botafogo 2
Sidão, Luis Ricardo, Emerson Santos, Renan Fonseca, Diogo Barbosa; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, Camilo (Fernandes); Neilton, Sassá (Luis Henrique), Rodrigo Pimpão (Gervasio Nuñez). Técnico: Ricardo Gomes.

Santa Cruz 1
Tiago Cardoso, Vitor (Arthur), Walter Guimarães, Danny Morais, Roberto; Uillian Correia, Marcílio, Léo Moura, João Paulo, Fernando Gabriel (Keno); Grafite (Leandrinho). Técnico: Milton Mendes.

Estádio: Mário Helênio (Juiz de Fora/MG).
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC).
Assistentes: Rodrigo Henrique Correa e Clovis Amaral da Silva.
Gols: Sassá (1' do 1º T), Neilton (17' do 1º T), João Paulo (3' do 2º T)
Cartões amarelos: Vitor, Marcílio e Leandrinho (Santa Cruz), Bruno Silva (Botafogo).
Público: 5.423.
Renda: R$ 126.920,00.

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca).

Aquele abraço

Vários fatores fazem com que Corinthians e Flamengo seja um espetáculo a parte. A questão é que de algum tempo pra trás uma equipe anda não jogando tão bem diante do alvinegro. O Clássico das Multidões onde carregam as duas maiores torcidas do país terminou com uma goleada para o clube que vence em número de torcedores: Corinthians. O 4x0 deixa qualquer torcedor sonhar...

Foto: Marcos Ribolli
Em campo o lado rubro-negro tenta assustar o Timão desde que o peruano saiu da equipe alvinegra, porém muitos esquecem de que aqui temos ROMERO! Que paraguaio sensacional, é bem verdade que ele não consegue mostrar resultado com frequência pelo jeito que joga e o estilo de jogo do Corinthians é diferente, porém, o jogador foi o nome do jogo. Romero sambou no Flamengo: dois gols, assistência e uma raça incansável.

A primeira etapa foi fraca, mas o rubro-negro teve mais possibilidade abrir o placar do que o alvinegro. O tempo parcial apático dizia que o jogo estava aberto. Quando precisou Cássio estava bem atento fazendo grandes defesas, Ederson chegou a colocar uma bola na trave, e o Corinthians parava em Alex Muralha.

O segundo tempo foi totalmente diferente, teve muito Corinthians em campo, ousadia, velocidade, raça, ofensividade, reestreia com gol e muito mais.

Além dos dois gols anotados por Romero, Guilherme também deixou o dele, entrando na etapa complementar no lugar de Luciano, o jogador só conseguiu anotar o dele depois de uma jogada de Romero. Aliás, falando em Guilherme, já citei aqui outras vezes aqui no Linha de Fundo o quão o número do atleta quando joga a frente são melhores. Apesar de jogar sempre no meio-campo, Guilherme quando joga mais ofensivo sempre deixa a marca dele no jogo.

Rildo, quem se lembra dele? Pois é, depois de tudo o que o jogador passou sendo quase um ano longe dos gramados, a sua reestreia só precisou de três minutos dentro de campo para cair em lágrimas. Queria deixar ressaltado o quão bonito foi o abraço coletivo dos jogadores reservas e titulares com Rildo, isto mostra que quando Edílson machucou o atacante em um treino com um carrinho desnecessário, o coletivo esteve ao lado dele.

O time presente dentro de campo hoje não tem o que ser questionado, mostrou e bem um bom futebol na etapa complementar, mas sem comprometer o primeiro tempo. Aos poucos Cristóvão Borges vai mostrando o seu estilo de jogo e hoje o Corinthians termina o Brasileirão em segundo lugar com os mesmos números de pontos daquele time de verde, porém ainda irão jogar na rodada.

Ao som de Olé, e que “paraguaio é melhor que peruano”, deixo aqui AQUELE ABRAÇO TORCIDA DO FLAMENGO! Foco é na Chapeterror sem Gordiola que tenta se reencontrar no campeonato.

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

Que isso, seu juiz? Com expulsão polêmica, São Paulo perde em Campinas

Com reservas e expulsão antes dos 10 minutos de jogo, São Paulo perde para Ponte Preta.

Faltando três dias para o tão esperado jogo da semifinal da Libertadores, Bauza escolheu ir com um time praticamente todo reserva, deixando em campo principalmente quem não joga no campeonato da CONMEBOL. São Paulo foi bem, até tendo um jogador a menos desde o início da partida, porém levou o gol em bobeada de Caramelo e não conseguiu empatar a partida.

Aos 7' Matheus Reis fez falta dura em Matheus Jesus e recebeu cartão amarelo. O lateral são-paulino se posicionava na área a espera da cobrança da falta, a Ponte cobrou a falta, enquanto isso o árbitro, Vinícius Furlan, foi até onde Matheus Jesus estava recebendo atendimento, voltou até a área e expulsou o são-paulino. Sem entender o motivo, jogadores do São Paulo e Bauza foram reclamar. Técnico são-paulino foi expulso por invadir o campo, mas se recusava a sair. Curiosamente, José Di Leo, auxiliar de Bauza, invadiu o campo junto com ele e não foi expulso.

Após a expulsão, o jogo todo foi igual, as duas equipes atacavam mais sem muito perigo. Apenas no 2ºT, Wellington Paulista recebeu de Reinaldo e finalizou, Denis espalmou e na sobra, Clayson mandou para o fundo da rede. Reinaldo aparecia muito bem pela esquerda, nas costas de Caramelo. São Paulo apareceu mais com a entrada de Ytalo e Calleri no final da partida, porém os dois só entraram mesmo para ganharem ritmo de jogo.

Com toda essa confusão, no final da partida, Bauza criticou a falta de critérios da arbitragem, já que Matheus Reis foi expulso pela falta e Centurion recebeu uma cotovelada e nada ocorreu. Também disse que São Paulo vai ao Rio de Janeiro conversar com o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, e com a diretoria de arbitragem.

No Brasileiro, São Paulo recebe o América-Mg, domingo (10/07), às 16h. Entretanto, nessa quarta-feira (06/07), o Tricolor recebe o Atlético Nacional da Colômbia pela semifinal da Libertadores, às 21h45, no Morumbi.

Um empate não tão ruim e mais erros na escalação

Bom leitor já perdi as contas de quantas vezes reclamei do técnico Roberto Cavalo aqui, queria não precisar fazer isso, mas ele claramente não ajuda muito. Dois erros, uma teimosia e um que não comprometeu o time tanto assim, o primeiro deles Raphael Silva entrou dormindo em campo e a outra foi João Afonso que não foi tão mal assim, porém Barreto é melhor. Espero que ele deixe essa teimosia de lado.


Falando do jogo, o Criciúma entrou com uma proposta boa. Mais uma vez três volantes, e agora um atacante que se encoste a Gustavo, o time carvoeiro até começou a jogando melhor, adiantando a marcação e não deixando o time paranaense jogar no campo de ataque. Criciúma fez algumas jogadas trabalhadas, mas não estufou as redes. Raphael Silva foi muito infeliz em botar a mão na bola na área, Germano converteu o pênalti.

Logo no começou do segundo tempo "Gustagol" claramente foi puxado na área, chegou a perder o pênalti, mas fez no rebote. Nem deu tempo de comemorar e o Londrina virou o jogo com Jô. Passou alguns minutos e Raphael Silva se redimiu e marcou de cabeça em cruzamento de Alex Maranhão. O jogo acabou assim.


O próximo jogo é contra o Luverdense dentro de casa na próxima sexta-feira (8), às 19h15min. Sabe como é: Somos o Robin Hood.

FICHA DE JOGO PARA LONDRINA 2 X 2 CRICIÚMA

Estádio - Estádio do Café - Londrina (PR)  
Publico - 6.187 torcedores
Renda - R$ 70.520,00

Árbitro - Marcos Mateus Pereira (MS)
Cartões - Londrina-PR: Paulinho Moccelin, Luizão, Itamar, Igor Bosel, Netinho, Rafael Gava // Criciúma-SC: Douglas Moreira, Luiz.

Gols - Londrina-PR: Germano 44' 1T, Jô 17' 2T // Criciúma-SC: Gustavo 8' 2T, Raphael Silva 26' 2T

Londrina-PR
Marcelo Rangel; Igor Bosel, Luizão, Matheus e Léo Pelé; Germano, Rafael Gava e Zé Rafael; Paulinho Moccelin (Netinho), Itamar (Keirrison) e Jô (Alisson Safira). Técnico: Cláudio Tencati.

Criciúma-SC
Luiz; Ezequiel, Raphael Silva, Nathan e Marlon (Jheimy); Niltinho, João Afonso, Ricardinho (Alex Maranhão), Juninho (Andrew) e Douglas Moreira; Gustavo. Técnico: Roberto Cavalo.

"Não desistir até o jogo acabar, outra vez na primeira o tigre estará"

Gabriel Frello - @gabrielcec__

Vasco perde mais uma e tem a liderança ameaçada

Na partida válida pela 14ª rodada, o Vasco viu a segunda derrota seguida, dessa vez para o Avaí, na Ressacada.

Foto: vasco.com.br
Com um primeiro tempo morno e sem muita criatividade, nenhuma das equipes levou muito perigo ao gol. O Vasco teve sua melhor chance aos dez minutos, com Éder Luís que recebeu na grande área, mas mandou para fora tirando tinta da trave. A resposta do time da casa veio aos 35’ com a jogada ensaiada de falta Gabriel errou a cabeçada e jogou a bola para fora. O 0 a 0 no fim do primeiro tempo foi mais do que justo pelo futebol apresentado pelas equipes, muitos erros de passe e falhas nas finalizações.

Foto: goal.com.br
Na segunda etapa o Avaí veio para o tudo ou nada! Logo aos quatro minutos eles abriram o placar com a falta cobrada por Renato Júnior, sem chance para Martín Silva. A equipe Cruz-Maltina começou a apertar após tomar o gol, fazendo pressão nos donos da casa, tiveram boas oportunidades para empatar a partida. Primeiro com Leandrão, que foi travado pelo goleiro Renan, depois Júlio dos Santos quase conseguiu o empate, mas mandou para fora.

Só que com mais foco no ataque, o Vasco ficou exposto na defesa, e o Avaí não desperdiçou. Aos 19 minutos, Rômulo recebeu na área, driblou o goleiro vascaíno e marcou o seu, ampliando para o time da casa. O Gigante da Colina ainda teve uma boa chance com Caio Monteiro, mas Renan espalmou, tirando qualquer perigo.

Aos 25’ veio o lance para o Avaí matar de vez o jogo, um pênalti. William chutou no canto esquerdo, mas para alívio da torcida carioca, Martín conseguiu defender e salvar o Vasco de uma derrota catastrófica. A equipe visitante ainda descontou aos 40’ com Caio Monteiro, após o rebote dado por Renan, Caio aproveitou e balançou as redes. Mesmo com o gol, não deu tempo de uma reação vascaína, a partida acabou assim, 2x1 para a equipe da casa.

Com essa derrota, o Vasco se viu com a liderança por um fio. Com 28 pontos ainda, a equipe está empatada com o Atlético-GO e só se mantém em primeiro lugar por causa do saldo de gols. A vitória contra o Brasil de Pelotas (sem o goleiro Martín, por ter tomado cartão amarelo no segundo jogo consecutivo) é fundamental para o Gigante respirar. A partida será no dia próximo sábado (9), às 18h30, em São Januário.

Ana Clara Soares (@AnaClaraSoares1)

Ficha técnica:

Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Cartões amarelos: Rômulo e Judson (Avaí) / Martín Silva, Andrezinho, Leandrão, Marcelo Mattos e Julio César (Vasco)

Avaí: Renan; Alemão, André Santos, Gabriel e Capa; Judson (João Filipe), Jajá, Renato Júnior e Diego Jardel (Lucas Fernandes); William e Romulo (Célio Santos). Técnico: Silas

Vasco: Martín Silva; Madson (Yago Pikachu), Aislan, Rodrigo e Julio César; Marcelo Mattos, Julio dos Santos (Caio Monteiro), Andrezinho e Nenê; Éder Luís (Evander) e Leandrão. Técnico: Jorginho 

Alemanha vence Itália nos pênaltis e se classifica

Na tarde deste sábado em Bordeaux, Alemanha e Itália se enfrentaram disputando uma vaga nas semifinais da Euro. Jogo televisionado para todo o Brasil, e o brasileiro viu novamente Galvão Bueno narrar sete gols alemães. Desta vez, foram um com bola rolando e seis nos pênaltis. A partida acabou empatada por 1 a 1 no tempo regulamentar, e 6 a 5 nas penalidades. 

Foto: DFB Team (twitter)
Alemanha:

Primeiro tempo

A Seleção Alemã nos primeiros minutos foi tentando segurar a bola, mas encontrava mais a frente uma Itália bem arrumada em sua intermediária. Com 4' minutos de jogo, já havia dois escanteios a favor dos azuis, assim, mostrando que a partida seria bem equilibrada, já que muitos achavam uma Itália mais defensiva. 

Neuer brilha na disputa de pênaltis e Alemanha se classifica. Foto: globoesporte.com
Usando mais seu lado direito com Khedira e Kimmich, os alemães conseguiram seu primeiro escanteio aos 8' e assim tentando segurar a bola no ataque para armar jogadas e tentar finalização. E foi assim a continuação do primeiro tempo, alemães controlando o jogo com a bola no ataque, e os italianos esperando a chance de contra-atacar.

Na segunda metade do primeiro tempo, os italianos conseguiram segurar a bola. Os alemães não conseguiam criar um contra-ataque rápido por conta de seus dois atacantes não serem velozes, isso fazia que os passes devessem ser mais precisos através de Kroos, Schweinsteiger e Özil. Sufocada no final do primeiro tempo, os águias foram se segurando e mantendo a defesa sem tomar gol.

Segundo tempo

Nos primeiros minutos da segunda etapa, os alemães foram marcando de forma mais recuada, evitando contra-ataques dos italianos. Segurando a bola quando podia e também deixando o adversário trabalhar a posse da bola, porém os águias passavam mais tempo com ela. Aos 8' em jogada de Mario Gomez, ele deixou a bola para Müller que limpou a jogada e finalizou com perigo ao gol de Buffon, mas acabou sendo desviada para escanteio.

Tentando segurar a bola, mas sendo pressionado pelos homens de frente da Itália aos 20', Neuer deu chutão, defensor italiano erra o corte, Gomez foi acionado e achou Hector sozinho na área que cruzou para Özil marcar o gol alemão, 1 a 0. Mesmo acabando de marcar o gol, um minuto depois os alemães recuperam a bola e a seguram buscando marcar mais um gol. 23' Gomez recebeu lindo passe na área, mas dominou mal. Ele, então, tentou de calcanhar, e Buffon fez linda defesa evitando o segundo gol alemão.

26' Gomez que apareceu nas melhores oportunidades alemães na partida, deu lugar a Julian Draxler. 31' Florenzi cruzou, e Boateng sobiu de braços abertos, pênalti. 32' gol de Bonucci! Neuer tentou esperar e não conseguiu chegar na bola. Após o gol, os alemães não conseguiram segurar a bola da mesma forma que segurou em todo o jogo, sentiu o gol.

Nos quinze minutos finais, os alemães seguraram a bola no ataque e sempre tentando marcar, os italianos quando conseguiam a posse da bola, tentavam contra-atacar e marcar o gol.

Prorrogação

Sem muitas oportunidades claras na primeira etapa, Die Mannschaft como sempre, segurando a posse de bola e tentando atacar nos erros do adversário.

Na segunda etapa, da mesma forma foi se encaminhando o jogo sem oportunidades claras, mas com boa movimentação dos jogadores tentando chegar ao gol, os alemães ficavam apenas na troca de passes na entrada da área. Sem mais, o caminho foi penalidades.

Alemanha: ⚽⚽⚽⚽⚽⚽
(Kroos; Müller; Özil; Draxler; Schweinsteiger; Hummels; Kimmich; Boateng; Hector)

Itália: ⚽⚽⚽⚽⚽
(Insigne; Zaza; Barzagli; Pelle; Bonucci; Giaccherini; Parolo; De Sciglio; Darmian)

Agora os alemães aguardam o vencedor do confronto entre França e Islândia que será decidido amanhã.

Itália: Guerreira, mas azarada

A postura dos italianos na partida para a Alemanha só deveria ser como as outras: bem agradável. Desconsiderando o fato de o primeiro tempo ter sido bem abaixo da média para alemães e italianos, a partida não deixou de ter a sua emoção na etapa final, na prorrogação e principalmente, na disputa de penalidades.

Agradou-me muito a postura da Itália pelo fato de ter levado o gol, e mesmo com dificuldades de atacar e errando muitos passes, não desistiram por nenhum segundo de buscar o gol. A penalidade batida por Bonucci deu aos italianos um pouco de esperança de que poderíamos sair com a classificação e Antonio Conte fez uma estratégia inteligente mantendo as substituições para a prorrogação.

O problema foi quando ele colocou Zaza logo nos minutos finais do tempo extra, apenas para entrar e bater o pênalti nas disputas. Resultado: bateu completamente mal. Não estava atento ao jogo e de sangue frio, nem teve a atenção necessária para fazer o gol. É claro que essa não é a única desculpa. Pellé poderia reviver os tempos de Pelé Brasileiro, sendo decisivo no jogo, porém, bateu ridiculamente mal. Bonucci não repetiu o que fez no tempo normal e também desperdiçou. E Darmian? Bom, é melhor nem comentar.

Buffon mais uma vez, foi o nome principal do jogo. Era ele contra Neuer. Uma disputa onde era difícil saber qual goleiro iria fazer a diferença na partida, mas o ponto principal seria em quem tivesse mais frieza na hora das cobranças. Os alemães souberam aproveitar melhor isso. A Itália se despediu da Eurocopa de uma forma meio amarga, mas de cabeça firme, pois mostrou em quase todos os jogos que camisa forte ganha jogo sim e que com garra, eles ainda podem ir longe.

Parabéns aos italianos pela boa campanha. E que em outra oportunidade, possam brindar a grande nação italiano, cujo os traços romanos ainda estão vivos, com um título e uma grande nostalgia de tempos passados.

Italianos mostram raça, mas perdem nas penalidades. Foto: globoesporte.com
Felipe Calheiros
Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF
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