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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Em partida sem gols, CSA segura Central pela Série D

Em  jogo disputado e que valia a liderança do Grupo A6 da Série D, o CSA visitou o Central-PE no estádio Lacerdão. Com o time da casa superior na partida, jogando com o apoio de sua torcida e o Azulão apostando nos erros dos anfitriões, o confronto terminou empatado em 0 a 0. Com o resultado, o CSA segue na ponta da tabela por saldo de gols, enquanto o Central cai para terceira colocação. Ambos tem sete pontos na tabela de classificação.

(Foto:GE/Renan Vasconcelos)
O JOGO:

Na primeira etapa, o Central impôs bom ritmo e pressionou o Azulão. Foram mais de 15 minutos de pressão sobre o CSA, que só acordou aos 19' com uma bola na trave na cabeçada de Leandro Souza. Daí em diante, o Azulão diminuiu um pouco o volume de jogo dos anfitriões, mas o Central ainda continuou pressionando, principalmente com o atacante Candinho, que jogou no meio-campo. Apesar da pressão centralina, a primeira etapa terminou no empate sem gols.

No segundo tempo, a partida não mudou muito. O Central continuou buscando o gol, mas os erros de finalização persistiram para sorte do time Azulino. Candinho teve algumas oportunidades pelo lado do Alvinegro, mas sempre esbarrava na defesa adversária. O CSA, por sua vez, começou a explorar os contra-ataques, principalmente com a entrada de Nicácio, que deixou o time marujo mais ofensivo.

Na próxima rodada pelo Grupo A6, o Azulão do Mutunge encara o Guarani de Juazeiro em Maceió, no domingo, às 19h. Já o Central enfrenta o Parnahyba fora de casa no mesmo dia, às 16h.

Lucas André ||@luc4s_andre
Linha de Fundo ||@SiteLF

Com gol de pênalti, Bragantino perde para o Paraná

Novamente uma tristeza que aos poucos se tornou parte do cotidiano do torcedor do Braga: a derrota. Já é mais que a hora de mudar, mas clube todo é incompetente e segue não se importando com o que ocorre com o Bragantino. O torcedor que sai de casa para assistir o time apenas perde seu tempo ao ver esse time sem vontade alguma. Sem mais delongas, vamos ao que aconteceu durante a partida. 


Bragantino x Paraná
A PARTIDA - Nesse sábado (2), o Bragantino recebeu o Paraná em casa, no Estádio Nabi Abi Chedid, às 16h, pela 14ª rodada da Série B 2016 e a pouca torcida que compareceu se arrependeu de ter comprado o ingresso. Marcelo Veiga escalou o time com o tradicional 4-4-2, que já vem sendo utilizado nas partidas do Braga há muito tempo. O sistema ofensivo de Veiga parecia funcionar, porém, como já era de se esperar, o meio-campo é muito pífio, sem nenhum armador de origem (exceto Tartá, ele comanda muito bem o setor). 

PRIMEIRO TEMPO - A primeira boa chegada foi aos 8 minutos, em cruzamento de Bruno Pacheco, Gabriel Dias perdeu boa chance, pois em vez de cruzar preferiu finalizar para a boa defesa de Marcos. Aos 19', a boa chegada do Paraná foi com Robson, que mandou a bola para a área e Leandro Silva cabeceou por cima com muito perigo. Marcos Paullo aproveitou a sobra de bola dentro da área e chutou de primeira, mas a finalização explodiu na trave.

O Bragantino seguia pressionando e levava muito perigo. Aos 32 minutos, Erick arrancou pela direita e cruzou para Tartá, que perdeu a chance chutando por cima do gol. Aos 37', Marcos Paullo cruzou e Rafael Grampola cabeceou, acertando a trave mais uma vez. No rebote, Gabriel Dias cabeceou, porém, foi uma defesa fácil para o goleiro. 

INTERVALO - Nenhuma das duas equipes fez alterações no intervalo; ambos voltaram iguais para a segunda etapa.

SEGUNDO TEMPO - Logo no primeiro lance do segundo tempo, Erick fez boa jogada pela direita e chutou cruzado, o goleiro espalmou e no rebote Tartá chutou para outra defesa de Marcos. O Bragantino não chegava bem no ataque e as cobranças de falta eram perigosas, obrigando o arqueiro a fazer grandes defesas. O lance capital do jogo foi aos 30 minutos, quando Robson dominou dentro da área e tentou dar um chapéu em Alemão, o jogador do Paraná se desequilibrou e caiu, mesmo sem toque do jogador do Bragantino, o árbitro marcou pênalti para a equipe paranaense, convertido por Lúcio Flávio. O Bragantino não teve forças para reagir e o Paraná não conseguiu ampliar o marcador, terminando em 1 a 0 para o Paraná.


Felipe fazendo a dança da derrota
CONCLUSÃO - Se não melhorar, a Série C já será uma realidade, tem que jogar enquanto há tempo.


PRÓXIMA PARTIDA - O Braga volta a jogar no próximo sábado às 16 horas da tarde (9) diante do Oeste, no Estádio Prefeito José Liberatti, pela 15ª rodada da Série B.

Veja os melhores momentos de Bragantino 0 x 1 Paraná



Mateus Segur || @SegurMateus

Linha de Fundo || @SiteLF

GREnal 410: o trator foi azul, preto e branco

Quando o assunto é clássico brasileiro, um dos primeiros - se não o primeiro - clássico a ser lembrado é o GREnal, quando o maior do Rio Grande do Sul, que veste tricolor, enfrenta o segundo maior, que atende pelo nome de Internacional e só era nacional até 2006. Um clássico que para a cidade de Porto Alegre e carrega grandes públicos para os estádios da cidade, é o clássico realizado entre Grêmio e Inter, que geralmente é disputado de forma acirrada entre as duas equipes.

PRÉ-JOGO:

Clássico é algo que sempre mexe com os ânimos de todos e que ninguém quer perder, principalmente quando se trata de um GREnal. Nos dias que antecederam o confronto, vazou um áudio do treinador colorado na internet. No áudio, Argel Fucks disse que o co-irmão passaria o trator no maior do Sul - a declaração já desenhava um cenário para complicar a vida dele no jogo. Clique aqui para ouvir o áudio. A declaração foi o assunto mais comentado da semana pelos colorados, que acreditaram na "pegadinha do Argel" e por nós, que sabíamos que isso não aconteceria.


(Foto: Lucas Uebel/Grêmio)
Nossos jogadores levaram para o confronto a "motivação" do Argel, o nosso apoio do alentaço que teve no treino do último sábado (02) na Arena, nosso apoio no Beira-Rio e o histórico, que pesa ao nosso favor. Na história do Campeonato Brasileiro, vencemos o Inter em 21 oportunidades (com essa, 22), perdemos em 20 e empatamos 17 vezes. Marcamos 57 gols e sofremos 54. Dessas vitórias, levávamos o 4x1 de 2014 e o 5x0 de 2015 como goleadas recentes.

O JOGO:

Nesse domingo (03), o Grêmio foi até o Beira-Rio para enfrentar o Internacional em partida válida pela 13ª rodada do Brasileirão 2016, que aconteceu às 11h da manhã, com a nossa torcida comparecendo em peso. Argel mandou o Inter para o gramado com a sua filosofia de "mordedor" e lançou três volantes logo de início, talvez para tentar segurar o Grêmio. A tal filosofia do comandante colorado parecia prejudicar a equipe, quando o árbitro da partida marcou uma falta à favor do Tricolor logo aos 12 segundos de jogo, cometida por Rodrigo Dourado.

O sistema tático adotado pelo nosso co-irmão de jogar com três volantes prejudicou a ofensividade deles e facilitou a vida da nossa marcação, graças a Geromel (leia-se Deus), e o "trator" dava indícios de pifar. O Inter não nos trazia perigo e o nosso Imortal Tricolor soube aproveitar os pequenos espaços na defesa adversária. Aos 19 minutos da etapa inicial, Luan encaixou um ótimo passe para Everton nas costas da marcação e ele chutou forte para a defesa de Muriel, que rebateu para o meio, nos pés de Douglas, "o maestro pifador". O trator colorado acabou pifando, ou melhor, sendo pifado.

Ainda na etapa inicial, Argel mexeu no Inter e lançou Ferrareis no lugar de Fernando Bob, mas a alteração não mudou a equipe. No segundo tempo, um jogo de ataque contra defesa foi o que presenciamos no Beira-Rio e, além disso, um teste à nossa zaga, que vem sofrendo muito com a bola aérea - e era óbvio que o Inter tentaria explorar essa dificuldade. Os colorados, desesperados, lançaram 20 bolas na área e finalizaram 19, todas para fora da meta de Grohe. No final do segundo tempo, sofremos um pouco para manter a tradição, mas sobrevivemos e levamos os três pontos.

PÓS-JOGO:

Era óbvio que não deixaríamos passar em branco mais uma vitória e, muito menos, as declarações do Argel. Após o jogo, não faltaram zoações por parte dos jogadores, de nós, torcedores, e até mesmo das redes sociais do Grêmio. Abaixo, você poderá conferir algumas dessas zoeiras com o nosso co-irmão.


"Encerrada a lida no campo! Internacional 0x1 Grêmio #Brasileirão2016 #PraCimaDelesGrêmio #GreNal410 #DiaDeGrêmio" dizia o perfil oficial do clube no Twitter
(Foto: @Gremio)
"Claro que todas as coisas que falam de um lado serve de motivação de outro. Mas também digo que são coisas saudáveis, coisas que tem que acontecer no futebol. Acho que o futebol tá meio chato, a gente não brinca mais, mas eles também tem que segurar a bronca do outro lado, porém o trator acabou pifando", disse Edílson.

(Foto: Diego Guichard)
"Zoam falando que somos debutantes por não ganhar um título nacional há 15 anos, mas se esqueceram que já não conquistam um título nacional há mais tempo que nós", comentou um torcedor que preferiu não se identificar.

Douglas, o maestro pifador, não perdeu sua oportunidade de zoar através do seu Snapchat e mandou o seu recado no ônibus com a delegação Tricolor: "Fala rapaziada! Vou sair para beber de trator hoje". (Confira o vídeo clicando aqui).

No GREnal 410, o trator colorado pifou e o que atropelou foi o trator azul, preto e branco.

LEO FERNANDES || @leo_fernandes_9
LINHA DE FUNDO || @SiteLF

Cheirinho de G4

Bragantino 0 x 1 PARANÁ

G4, essa é a sigla que faz todos os torcedores da Série B se arrepiarem ao ouvi-la. O torcedor paranista começou a ficar entusiasmado depois da boa sequência que o Tricolor engatou nas últimas rodadas: são quatro jogos invicto, sendo três vitórias consecutivas. Os 23 pontos somados até aqui, juntamente com 2013, representam a segunda melhor campanha do Paraná nos nove anos de segunda divisão.

Lucio Flavio garante a vitória Paranista
A partida Paranista em Bragança Paulista foi um tanto quanto apagada. A ressaca da vitória contra o Vasco deve ter pesado e o time da casa foi quem mais assustou no jogo, mas parou na trave e na bela atuação de Marcos. As principais oportunidades do Tricolor na primeira etapa foram a partir da cobrança de escanteio, com Alisson e Leandro Silva, mas as duas tentativas foram pra fora.

Na segunda etapa, a pressão do Braga aumentou, mas foi o Tricolor quem abriu o placar. Robson recebeu na entrada da área e ia aplicando um lindo chapéu no defensor quando foi derrubado dentro da área; pênalti. Na cobrança, Lucio Flavio mandou a bola para um lado e o goleiro para o outro, dando números finais a partida. Vitória Paranista e cheirinho de G4 na Vila.

Os outros resultados da rodada também ajudaram bastante o Paraná, que estava pulando da 9ª para a 4ª posição. Porém, no último jogo da rodada o CRB bateu o Goiás e retomou a posição, jogando o Tricolor pra 5º. Sequência boa e na boca para o G4: tem hora melhor para termos um bom público na Vila Capanema? Se antes o problema eram os resultados, agora não tem mais desculpa. Seja como sócio, tenha o ingresso na mão, VEM PRA VILA!


Fellipe Soares || @_FellipeS

A torcida cumpriu com seu papel, já o Cruzeiro...

O domingo tinha tudo para ser completamente perfeito para o Cruzeiro e apoio por parte da torcida não faltou. Foram mais de 45 mil torcedores cantando e apoiando o Maior de Minas dentro e fora de campo. Entretanto, o dia dos cruzeirenses foi resumido em total correria, sol na cabeça, comemoração e o aborrecimento ao ver a equipe desperdiçar novamente a chance de sair com o triunfo.

A Toca III estava um verdadeiro Caldeirão Azul, só quem estava lá conseguiu sentir e se emocionar com as musicas cantadas, a esperança no olhar de cada torcedor, a vibração de cada gol e a decepção do empate que veio em seguida. Confesso que estou curiosa para saber qual será a exigência por parte da diretoria em relação aos torcedores. Pediram para a torcida apoiar, lotar o estádio, pagar o sócio em dia e ter paciência. Fizemos tudo isso para vermos o time empatar da forma que foi dentro do Mineirão?

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Está na hora do torcedor cruzeirense começar a fazer suas exigências e, o principal, ser ouvido por aqueles que administram o clube, afinal jogadores e diretoria vem e vão, mas o torcedor permanece apoiando e carregando seu time nas costas, não importa se a fase seja boa ou ruim. E aí, Cruzeiro? Você decide seu fim. 

Paremos de pensar um pouco no Brasileirão e voltemos nosso foco para a Copa do Brasil. Adivinha qual será o adversário da Raposa? Isso mesmo, enfrentaremos a equipe baiana novamente e olha, Cruzeiro, só a vitoria que interessa.

Sobre o jogo:

Em campo, o Cruzeiro não soube agir de acordo com as expectativas criadas por boa parte da torcida. O time baiano foi superior na maior parte dos 90 minutos e com um detalhe que não podemos nos esquecer: o Vitória estava com um jogador a menos e mesmo assim conseguiu se adaptar e jogar melhor que a Raposa.

Apesar da quantidade de erros cometidos principalmente pela defesa, a equipe mineira ainda teve a sorte de abrir o placar ainda no primeiro tempo com Alisson. Depois do gol, a superioridade da Raposa era visível, mas, como de costume, o Cruzeiro perdeu muitos gols e, sem dúvida alguma, esses gols fizeram falta na segunda etapa.

A etapa complementar, assim como no primeiro tempo, foi marcada pela tensão nas arquibancadas, o que não nos impediu de fazer nossa parte. Logo nos minutos iniciais houve uma expulsão, o zagueiro Ramon interceptou um contra-ataque e já tinha um cartão amarelo, sendo expulso em seguida. Será que era o dia de sorte do Cruzeiro?

Com vantagem no marcador e com um jogador a mais, não demorou muito para o Time do Povo balançar as redes pela segunda vez e foi a vez do uruguaio Arrascaeta deixar o dele no jogo. Marinho  era um dos responsáveis na hora de criar as jogadas e quem acompanhou a partida pôde perceber o trabalho que ele deu para os jogadores do Cruzeiro. Aos 19 minutos, o mesmo foi derrubado por Alisson dentro da área e o juiz marcou penalidade máxima. Diego Renan cobrou, deslocou o capitão cruzeirense e gol do Vitória.

@Mineirão 
O jogo já tinha perdido aquela intensidade, o Cruzeiro se acomodou com o resultado e simplesmente parou de pressionar o time visitante. Porém, do outro lado tínhamos o Vitória, que precisava reverter o prejuízo. A torcida já previa o segundo gol e por isso queríamos Willian Bigode no jogo, com a intenção de dar ritmo ao confronto e aumentar o marcador. Entretanto, Paulo Teimoso Bento resolveu esperar a equipe baiana empatar para fazer a substituição.

O gol de empate do Vitória aconteceu aos 37 minutos com Vander, que aproveitou a sobra do chute de Marinho. Desta forma, mais de 45 mil torcedores saíram decepcionados mais uma vez com o time que tanto amam.

Paula Fernandes- @Paulinha_CEC

Cruzeiro 2x2 Vitória: Empate ótimo para os mineiros

Foto: ECVitoria / Divulgação
Brasileirão Série A 2016, 13ª rodada. O Vitória viajou para Minas Gerais para pegar o Cruzeiro no Mineirão. O clube baiano conseguiu fazer seu melhor jogo da competição até aqui e, mesmo com um homem a menos em campo, fez o adversário sofrer e por pouco não venceu.

RESUMO

O Vitória enfim conseguiu jogar da forma que todo torcedor espera, atuar realmente de igual pra igual e fazer o adversário sentir a pressão e sofrer em todos os momentos da partida, tanto para tentar criar como para se defender. Quem leu nosso texto do pós-jogo frente ao Sport Recife observou que deixei uma dica tática para tentar ajudar Mancini definir o time com a volta de Marinho e Kieza. E Mancini, com sua visão, teve a mesma percepção.

A proposta de fase ofensiva mudou um pouco, uma vez que Euller fez apenas algumas ultrapassagens, arriscou pouco e Dagoberto não centralizou para armação. O time entrou com uma compactação defensiva carente, já que Dagoberto e Marinho não estavam recompondo, mas na primeira parada técnica Mancini corrigiu. Outro lado ruim do sistema,são os encaixes individuais que o treinador já pode começar a tentar mudar para marcação zonal. Quando levamos o primeiro gol, foi uma prova de que não precisamos mais dos encaixes e/ou a forma precisa ser remodelada para três zagueiros.

Um outro problema ainda é Amaral se adiantando para construir. Entendo que com ele no setor é melhor que Mancini solicite que o mesmo não suba ao terreno e Dagoberto feche mais pro centro, já que nesse sistema o outro problema se foi, Tiago Real. A solução pode ser também sacar Amaral e pôr Flávio, por exemplo.

Na parte ofensiva criamos muito e muito, fizemos o setor defensivo do Cruzeiro sofrer demais. Méritos para Fábio, que pegou bastante e evitou a derrota. Marinho voltou menos delegado e muito inspirado. Tivemos linhas de passe, controlamos e aceleramos com inteligência, usamos os flancos do campo com boas ultrapassagens. Ponto negativo para o trio de zagueiros, muito apáticos e dando espaços. O individual de Ramon, Kanu e Victor Ramos deixou muito a desejar

Mas quem teve mesmo a chance de matar o jogo foi Kieza, que fez talvez fez seu pior jogo com a camisa do Vitória. Que Ramallo possa trazer essa disputa saudável pela posição, pois, ao meu ver, Kieza deveria ser substituído, mas não tínhamos no banco de reservas ninguém a altura.

Quarta-feira contra esse mesmo Cruzeiro é outro tipo de jogo, outra competição e com certeza outra história. O treinador Paulo Bento já sabe como atuamos e pode preparar estratégias de jogo, pode também usar o fator gol fora de casa, que sempre complica. A Mancini cabe preparar um outro veneno para surpreender. O torcedor precisa fazer seu papel, que é ir ao estádio ajudar, se tornar sócio e sempre cobrar mais da Direção, pois o time continua muito carente. O elenco ainda é do Estadual e estamos muito próximos da Z4.

É isso aí galera!

Seja Sócio SMV!

Por @AdsonPiedade

FICHA TÉCNICA

CRUZEIRO 2 X 2 VITÓRIA

Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 3 de julho de 2016 (domingo)
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (FIFA-PE)
Assistentes: Cleberson do Nascimento Leite (CBF-PE) e Bruno César Chaves Vieira (CBF-PE)
Cartões amarelos: Bryan, Romero e Alisson (Cruzeiro); Kanu e Ramon (Vitória)
Cartão vermelho: Ramon (Vitória)
GOLS
CRUZEIRO: Alisson aos 23 minutos do primeiro tempo; De Arrascaeta aos 8 minutos do segundo tempo
VITÓRIA: Diego Renan, de pênalti, aos 19 minutos e Vander aos 37 minutos do segundo tempo

CRUZEIRO: Fábio; Lucas (Willian), Bruno Rodrigo, Bruno Viana e Bryan (Allano); Lucas Romero, Bruno Ramires, Alisson, Elber (Alex) e De Arrascaeta; Riascos
Técnico: Paulo Bento

VITÓRIA: Caíque; Victor Ramos, Ramon e Kanu; Diego Renan, Amaral (Vander), Willian Farias e Euller; Dagoberto (Tiago Real), Kieza e Marinho
Técnico: Vagner Mancini

Ceará vence mais uma e fica a um ponto do líder

A equipe alvinegra venceu mais uma partida e alcançou a marca de seis jogos invicta. Ceará e Bahia ditavam o clássico da final da Copa do Nordeste do ano passado, quando o alvinegro foi campeão, e deu Vozão mais uma vez, desta vez a vitória foi por 1x0.

A partida foi bastante equilibrada no primeiro tempo. A equipe baiana saiu pressionando, mas o Ceará abriu o placar aos 3 minutos com gol de Rafael Costa, que de cabeça mandou a bola para o fundo da rede. A partir deste momento, o confronto ficou bastante nivelado, o Bahia estava propondo seu jogo, enquanto o Vozão saia em contra-ataques.

Foto: CearaSC.com
O segundo tempo foi mais disputado ainda e Bahia e Ceará voltaram a todo vapor. Os baianos tiveram um gol anulado na etapa final, o alvinegro perdeu chances claras e poderia ter feito uma vantagem ainda maior. O jogo foi um verdadeiro espetáculo para os amantes do futebol. A partida quase não ficou parada, a defesa do Vozão foi bastante eficiente, o ataque também, apesar do duelo ter terminado apenas 1x0. Um confronto que não será esquecido tão cedo pela torcida, uma vitória que ficará marcada no bom campeonato do Vovô de Porangabuçu.

Na próxima rodada o Ceará vai enfrentar o Tupi fora de casa, às 21h30, a partida será no Estádio Mário Helênio. Os três pontos serão fundamentais para, quem sabe. até assumir a liderança da Série B, portanto Ceará ficará ligado também na partida de Vasco e Atlético Goianiense.

FICHA TÉCNICA:
CEARÁ: Éverson; Eduardo, Valdo, Charles e Thalysson; João Marcos, Richardson, Felipe e Wescley (Serginho); Rafael Costa (Diego Felipe) e Bill (Ricardinho)
Técnico: Sérgio Soares
BAHIA: Jean; Hayner (Gustavo Blanco), Jackson, Lucas Fonseca e João Paulo; Paulo Roberto, Juninho e Renato Cajá (Luisinho); Thiago Ribeiro, Hernane e Edigar Junio (Zé Roberto)

Técnico: Guto Ferreira
Local: Estádio Castelão, em Fortaleza (CE)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Wendel de Paiva Gouveia (RJ) e Michael Correia (RJ)
Público: 17.428 pagantes
Renda: R$ 247.033,00
Cartões amarelos: Valdo, Rafael Costa, Felipe e Charles (Ceará); Hayner e Gustavo Blanco (Bahia)

Linha de Fundo | @SiteLF
Thomaz Gomes | @thomazgomes_

Ponte Preta não tem nada a ver com a irritação dos outros

No Majestoso, a Ponte Preta recebeu o São Paulo na tarde deste domingo (03), pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Clayson marcou o gol que decidiu a partida e colocou a Macaca na oitava colocação com apenas dois pontos atrás do G4.

Clayson marcou, e a Ponte Preta venceu o São Paulo. (Foto: Marcos Bezerra/Estadão Conteúdo)

A Ponte Preta vinha embalada após uma bela vitória fora de casa na última rodada, e jogando em casa contra um São Paulo remodelado, e de olho na Libertadores a vitória já era esperada. Isto se tornou mais inevitável ainda quando o árbitro Vinicius Furlan expulsou o são paulino Matheus Reis, logo aos 8’ da primeira etapa. Bauza, irritado com a expulsão de seu jogador, invadiu o campo reclamando muito com a arbitragem e também foi para o chuveiro.  E estas foram as grandes emoções da primeira etapa.

No segundo tempo, a Macaca voltou mais organizada e aproveitando bem os espaços por estar com um a mais, assim, o gol não demorou a vir. Aos 11’, Reinaldo ex-jogador do São Paulo, cruzou para Wellington Paulista que parou na defesa de Denis. No rebote, Clayson estava no lugar certo para empurras para as redes, e decretar a vitória Pontepretana. Após a partida o treinador Eduardo Baptista falou sobre o autor do gol.

(Foto: Gazeta Press)
Quanto ao Clayson é um jogador que batalha muito diariamente e tem muita personalidade. Saiu de campo contra o Cruzeiro um pouco criticado e deu a volta por cima. Dentro daquele jogo não se omitiu, mostrou personalidade, apareceu para o jogo”.

A Macaca volta a campo no próximo sábado (9) contra o Sport, mais uma vez em casa.

Lucas Nascimento || @lucasjr_10

Em grande jogo, Brasil faz apenas 2 a 0 no Joinville


Na tarde ensolarada do dia dois de julho, Caxias do Sul/RS, a mais italiana das cidades gaúchas, viu o G.E. Brasil fazer dois a zero na equipe do Joinville. Com a vitória, o time Xavante segue firme no primeiro objetivo da competição e mantém grande possibilidade de permanecer na Série B de 2016 do Campeonato Brasileiro. A equipe chegou aos vinte e dois pontos e está na sétima posição na tabela de classificação. Em treze rodadas, o Brasil  de Pelotas já livrou onze pontos de vantagem em relação às equipes do Z4.

A importância da pontuação Xavante cresce devido ao fato do jogo com a equipe catarinense ser o sexto consecutiva fora do Estádio Bento Freitas. Dessas partidas, três foram por mando de campo dos adversários e três do Brasil. Como já mencionei em artigos anteriores, a grande batalha Rubro Negra este ano é a construção do Novo Bento Freitas, visto que o antigo foi demolido para que novas e modernas acomodações venham a receber a Torcida Xavante e seus visitantes.

Devido às obras, houve a necessidade de montar arquibancadas provisórias com capacidade de aproximadamente oito mil lugares. Em vista disso, a CBF liberou o Estádio Bento Freitas por apenas cinco partidas com mando de campo que a capacidade de público estava aquém dos dez mil exigidos pelo regulamento da competição. A Comissão de Obras e a Direção do Brasil estão fazendo de tudo para alcançar a capacidade necessária já para o próximo jogo do Xavante em seus domínios. Isto se dará ainda neste primeiro turno e provavelmente no jogo contra o Vila Nova/Go no dia dezesseis de julho.

Bem, da partida em si, salvo o placar minguado, é só alegria porque o Brasil de Pelotas foi muito superior ao Joinville e, só no primeiro tempo, teve oito boas oportunidades de marcar. Já a um minuto de jogo o berro de gol escapou indevidamente, já que o goleiro do JEC mostrou serviço impedindo a abertura do placar. Mas, logo aos cinco minutos, Marcos Paraná tirou a defesa inteira dos catarinenses para dançar e mandou a bola para o fundo da rede. Estava aberta a porteira. Um a zero para o Brasil.

Sentindo o cheiro de goleada, os Xavantes faziam festa e vibravam a cada jogada. Era nítida a fraqueza do Joinville e, aos dezesseis minutos, Felipe Garcia fazia mais um numa cabeçada certeira. Dois a zero e o sétimo gol do atacante/goleador numa tarde que prometia.

O segundo tempo foi mais para se comer laranja no sol do que gritar gol do Brasil. Não sei se por ordem do Zimmermann, não sei se o time se poupou, mas o placar ficou só no dois a zero. Na real, não dá para deixar escapar a oportunidade de golear quando o adversário é fraco. E o Joinville, pelo que apresentou neste jogo, é fraco. Acho até que o JEC é candidato à Serie C 2017. Não fico só no meu palpite, mas torço para que isso aconteça, porque não esqueci as vantagens diretas ou indiretas que essa equipe recebeu em campeonatos anteriores. O caso Cláudio, em 2011, foi uma delas e o canetaço da CBF acabou jogando o Xavante para a Série D em uma das maiores injustiças do futebol brasileiro. Por enquanto, deixa assim. Quem tiver que pagar, pagará.

Futebol é uma coisa dinâmica e não dá para ficar pensando muito no passado. Uma prova disso é o próximo adversário do Brasil. Será o Vasco da Gama. É nada mais nada menos do que o líder da competição e lá em São Januário. Mesmo assim estou sentindo o cheiro de primeira vitória do Brasil fora de casa. Taca-lhe pau, Zimmermann!



Colabore para a construção do Novo Bento Freitas

França massacra empolgante Islândia e está nas semifinais

A França foi a Saint-Denis para enfrentar a Islândia no memorável Stade de France, que foi construído para a disputa da Copa do Mundo de 98, vencida pelos donos da casa. Um jogo importantíssimo para os franceses em um estádio com a mesma proporção. A França entrou em campo com a obrigação de sair vencedora por ser a "dona da festa" e pelo nível de qualidade técnica de seus jogadores quando comparados aos islandeses. Já a Islândia entrou com o simples papel de se manter como zebra e, até mesmo, avançar às semifinais.

Foto: Felipe Barbalho/Globoesporte.com
1º tempo:

A Islândia começou jogando melhor que a França, tendo mais chances de abrir o marcador nos primeiros minutos e estabelecer a zebra no território francês. Mas essa dificuldade imposta pelos islandeses só durou até os 12 minutos da etapa inicial, quando suas falhas defensivas ficaram expostas e os franceses, malandramente, não perderam a oportunidade de percebê-las. A primeira identificada foi a defesa islandesa em linha e foi dela que a França chegou ao seu primeiro gol no jogo.

Matuidi esperou o tempo certo e passou a bola rasteira para Giroud, que ficou sozinho com o goleiro e tocou para o fundo do gol, entre as pernas do arqueiro islandês, para abrir o placar. França 1x0 Islândia. Aos 20 minutos, em cobrança de escanteio, Les Bleus ficaram sem a marcação dos islandeses, que saíram em bloco, e Pogba subiu para ampliar. França 2x0 Islândia.

A Islândia, que só conseguia ameaçar em cobranças de laterais, não conseguiu anular a sobra na meia-lua e Payet acertou um chute no canto aos 42 minutos. A classificação estava encaminhada com o 3x0 no placar. Ainda no primeiro tempo, a França parecia impossível de ser neutralizada e o time chegou ao quarto gol. Após novo posicionamento errado da defesa, Pogba arriscou um lançamento da intermediária defensiva e encontrou Griezmann, que ganhou da marcação e deu um toque por cobertura para deixar 4x0 no marcador.


2º tempo:

A Islândia parecia desesperada para reagir e voltou para a etapa complementar com duas alterações em sua equipe que surtiram algum efeito. Aos 11 minutos, Sigthórsson aproveitou um cruzamento da direita e completou de carrinho. França 4x1 Islândia. Os franceses jogaram o sonho de reação islandesa por água abaixo aos 13 minutos, quando Giroud aproveitou um cruzamento de uma falta frontal à grande área e cabeceou para marcar o quinto. França 5x1 Islândia.

Didier Deschamps aproveitou a classificação assegurada para evitar desfalques e sacou os pendurados Giroud, Koscielny e Payet. A Islândia ainda aproveitou para comemorar pela última vez nessa Eurocopa com Bjarnason, aos 39 minutos, mas já não adiantava muita coisa. França 5x2 Islândia.


Na quinta-feira, a França vai até Marseille (no português, Marselha) para enfrentar a Alemanha, às 16h (horário oficial de Brasília), no Stade de Vélodrome em confronto válido pela semifinal da Eurocopa 2016. Quem ganhar enfrentará o vencedor de Portugal x País de Gales na final, que acontecerá no próximo dia 10, no Stade de France, às 16h.

ISLÂNDIA: acabou o sonho

A grande surpresa dessa Euro foi, sem dúvidas, o time comandado por Lars Lagerback. Com uma proposta de jogo bem definida e uma obediência tática extraordinária, a seleção conseguiu chegar às quartas-de-final da competição com grande mérito. Para o confronto diante da França, Lagerback repetiu a escalação dos outros quatro jogos com: Haldórsson; Saevarsson, R. Sigurdsson, Árnason e Skúlason; Gudmundsson, Gunnarsson, G. Sigurdsson e Bjarnason; Sightórsson e Bodvarsson

Os donos da casas não quiseram nem cogitar uma possível "zebra" islandesa e começaram com tudo diante de uma Islândia bastante diferente dos outros jogos, que não conseguia desenvolver seu jogo ofensivamente, como fez diante dos ingleses, nem encaixar a forte marcação, ponto alto do time. Assim, a França passeou na primeira etapa e conseguiu abrir impressionantes 4x0, com gols de Giroud, Pogba, Payet e Griezmann.


Na segunda etapa, com uma Islândia mais organizada e uma França mais relaxada, os comandados de Lagerback conseguiram até exercer uma pressão ao gol de Lloris. Aos 11 minutos, Sightórsson conseguiu desviar o cruzamento de Sigurdsson e descontou para os islandeses. Já no final da partida, foi Bjarnason quem tocou de cabeça pro fundo da rede no cruzamento de Skúlason. Mas nada que atrapalhasse a festa francesa, que ainda marcou o quinto tento com Giroud. 5x2 no Stade de France e o fim do "sonho de gelo".

O jogo ainda ficou marcado por ser a despedida do técnico Lars Lagerback dos "gramados", que havia anunciado que pararia após a Eurocopa. Quem assume seu lugar é Heimir Hallgrímsson, que já é um co-treinador da seleção. Outro que deve se despedir é Eidur Gudjohnsen, o camisa 22 de 37 anos entrou na etapa complementar e participou de seu segundo jogo na Euro. Agora o foco islandês será a Eliminatória para a Copa do Mundo de 2018. Com a sequência do trabalho de Hallgrímsson, não seria surpresa nenhuma se a Islândia conseguisse uma vaga pro mundial. Estaremos na torcida.

Léo Fernandes || @leo_fernandes_9
Fellipe Soares || @_FellipeS
Linha de Fundo || @SiteLF

Londrina: Outro empate e roteiro repetido

Na rodada seguinte da vitória contra o Brasil de Pelotas, o Tubarão buscava embalar no campeonato e ficar ainda mais próximo do G4. As chances eram até boas, tendo em mente que o Criciúma tinha uma campanha instável fora de casa - o clube catarinense somava quatro derrotas, além de um empate e uma vitória.

Se a expectativa era grande, o primeiro tempo a diminuiu e fez o torcedor ficar inseguro perante a atuação do Tuba. Isto porque a defesa até conseguia cortar boa parte das jogadas e fazer o Criciúma arriscar de longe, mas não tinha força ofensiva que mantivesse o ânimo da torcida. Foram muitos passes errados e pouca objetividade, e ainda pode-se citar outro fator: poucas vezes o meio-de-campo conseguia ficar com a segunda bola, isto é, a defesa cortava e o tigre ainda mantinha o controle da redonda, tendo assim mais oportunidades.

A situação pareceu mudar quando Raphael Silva cometeu pênalti e Germano converteu a cobrança. Mas nada disso alterava o panorama assustador que a equipe apresentara nesta primeira etapa.

Foto: bonde.com.br
Não demorou muito para o Alviceleste mostrar que, mais uma vez, a conversa do intervalo faz diferença. A equipe de Cláudio Tencatti conseguiu colocar a bola no chão e adiantar sua marcação, facilitando as roubadas de bola na intermediária. Mas no futebol tudo pode ser comprometido em um lance, e de fato foi quando Luizão derrubou o atacante do tricolor dentro da área, cometendo pênalti e, por consequência, recebendo cartão amarelo. A cobrança foi defendida por Marcelo Rangel, porém, o rebote foi aproveitado pelo mesmo cobrador, Gustavo, que empatou a partida em 1 a 1.

Depois do gol, a equipe visitante diminuiu o ímpeto e começava a cadenciar mais o jogo, descendo poucas vezes ao ataque. O LEC, por sua vez, buscava manter a posse de bola e pelas laterais chegar ao ataque. A jogada Londrinense funcionou e, aos 16 minutos, Jô empatou após belo passe de Igor Bosel e ótima assistência de Zé Rafael, era a primeira vez que fazíamos dois gols dentro de casa nesta Série B.

Não demorou muito para o Criciúma se fechar e sair somente para os contra golpes, em busca de apenas uma bola. Mais uma vez a jogada do visitante funcionou e, aos 26 minutos, o tigre cobrou uma falta dentro da área do Tuba e o zagueiro Raphael Silva (sim, o mesmo que cometera o pênalti anteriormente) sozinho definiu o empate.

Ao decorrer dos demais minutos, o Londrina parecia se desesperar e estar disposto a quase tudo pela vitória. Keirrison, que entrou aos 40 minutos da etapa complementar, teve uma ótima oportunidade de fazer o terceiro, mas jogou nas mãos do goleiro catarinense. Fim de papo e mais um empate dentro de casa, mais um jogo do qual poderíamos ter saído com três pontos e por bobeira saímos com apenas um.

Wellington Ferrugem/Reação de Jô ao ser substituído foi a mesma da torcida no fim do jogo
Foto: Wellington Ferrugem/Reação de Jô ao ser substituído foi a mesma da torcida no fim do jogo
O público de Londrina (2) x (2) Criciúma foi de 6.187 torcedores (a partida foi tão tensa que acabei esquecendo de contar os cornetas) e trouxe uma renda de R$ 70.520.

Cláudio Tencatti escalou o Londrina com Marcelo Rangel, Igor Bosel, Luizão, Matheus e Léo; Germano, Rafael Gava e Zé Rafael; Paulinho Moccelin (Netinho), Jô (Safira) e Itamar (Keirrison).

Já Roberto Cavalo trouxe o tigre com Luiz, Ezequiel, Raphael Silva, Nathan e Marlon (Jheimy); João Afonso, Ricardinho (Alex Maranhão), Douglas Moreira, Juninho (Andrew) e Gustavo.

Na próxima rodada:
Paysandu x Londrina - Curuzu - 09/07, às 21h
Criciúma x Luverdense - Heriberto Hülse - 08/07, às 19h30

Vitor Guimarães || @VitorBatata3

Linha de Fundo || @SiteLF 
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