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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Vitória "com a cara do Vila"

E com mais um 1 a 0 modesto, o Vila voltou a vencer fora de casa. O Tigrão foi até Salvador onde enfrentou o Bahia, na Arena Fonte Nova. Até então o Vila nunca havia vencido a equipe baiana jogando fora. A equipe comandada por Guilherme Alves foi ofensiva, foi pra cima da equipe da casa. Mais uma vez o gol saiu com a ajuda de Jean Carlos com um belo cruzamento para Fabinho que completou de cabeça para o gol.

O trio defensivo de zagueiros, com Reginaldo, Anderson (Gustavo Geladeira), e o estreante Guilherme Teixeira foram bem postados em campo, ganhando todas as bolas pelo alto. Edson seguro, a dois jogos sem tomar gol. O meio com Jean Carlos, um dos destaques do jogo, outro que fez seu papel foi Fernando Neto que quase não apareceu na partida, mas sobe fazer o que o treinador pediu, marcando bem. Robston e Bolt que dupla, mais uma vez correu, marcou e não desistiram tranquilos em campo. Fabinho novamente a fera do jogo, sozinho deixou os zagueiros do Bahia incomodados.

Fabinho autor do gol que deu a segundo vitória consecutiva do Vila Nova na Série B. Foto: Reprodução / Vila Nova Futebol Clube
O Vila voltou a jogar aquele futebol diferenciado com vontade. Aos poucos muitos jogadores que chegou vão mostrando seu potencial, Fabinho, Maguinho, Jean Carlos, Vandinho, o próprio treinador, e os que ficaram pode sim conquistar o primeiro objetivo do clube, que e a permanência na Série B. Ainda e cedo para pensar em acesso, algo que tecnicamente e bastante complicado para o time. Vila precisa focar primeiramente em entrar nos trios, para aí sim pensar em algo maior é claro o que se vier é lucro, consequência de tudo que estão fazendo. Não vou negar que seria algo interessante, porém fora da realidade do clube. Pés no chão, e foco em um jogo de cada vez. Que um dia nossa hora chega.

Dos quatro times que subiram da Série C, o Bahia não venceu nenhum, duas das derrotas foram na Arena Fonte Nova. Levamos a melhor sobre o dono do elenco mais caro desta Série B, quase o dobro do elenco atual do Vila que venceu com uma certa facilidade com oportunidades reais de matar o jogo com mais gols. 


Com essa vitória a equipe respira, o Tigre deu um pulo importante na tabela subindo para 10ª na classificação, até a rodada acabar, dependendo de alguns resultados pode cair algumas posições. O Tigre vai a busca de mais três pontos diante do Brasil de Pelotas, no Sul do país. Em 2015 as equipes se enfrentaram em jogo válido pelo jogo de ida das semifinais da Série C ficando empatado por 0 a 0.

E como nosso capitão, Robston falou após o jogo "Todos estão de parabéns. Hoje mostramos o que é vestir o manto. Para jogar no Vila tem que ter disposição e raça". Lutem e corram ainda mais, sábado tem outro jogo importante pelo caminho à vitória e essencial para a sequência do campeonato. 

É o fundo do poço, Bahia?

O ritmo frenético da Série B ENGOLFOU o Bahia. Em 21 dias, SETE jogos e SEIS derrotas, com demissão de treinador, interino comandando e Guto Ferreira assumindo sem tempo para conhecer elenco e ajustar time Bahia despencou na tabela e pior, viu o desempenho atingir um nível tão horroroso que a impressão é que caiu em um poço sem fundo.

A última dessas derrotas foi ontem à noite contra o Vila Nova, em plena Arena Fonte Nova, pelo escore mínimo. Uma atuação para envergonhar qualquer tricolor, uma das piores de uma temporada que, até aqui, é desastrosa tanto em resultados quanto em desempenho. O Bahia entra no mês de julho com uma equipe sem padrão, sem automatismo na forma de atuar e com um modelo de jogo anacrônico e sem a intensidade necessária para competir de forma satisfatória.

Diante da equipe goiana Guto tentou recorrer ao 4-2-3-1 de sempre, com Cajá centralizado e Junio/Danilo como extremos. Mas falar de sistema de jogo é INÓCUO neste momento. Um amigo confidenciou: "esperava que Guto implantasse um esquema tático revolucionário". Este é um erro de avaliação bem comum; imagina-se que a simples alteração das posições iniciais dos jogadores trará um impacto grande ao time, quando na verdade se os mecanismos, movimentações e princípios de jogo não tiverem bem afinados, sistema nenhum funcionará. Futebol não é TOTÓ.


O Bahia ainda se ressente das deficiências do modelo implantado por Doriva: Time é reativo, mas incapaz de ter uma transição ofensiva rápida o suficiente para encaixar bons contragolpes; não sabe propor jogo quando o adversário se retrai; não aproxima, não cria superioridade numérica por setor e não ocupa todos os espaços do campo; não possui intensidade nas ações ofensivas e defensivas. Até a recomposição e compactação defensiva que eram boas até mês passado sumiram com a falta de confiança do time. Na fase ofensiva é uma equipe sem criatividade e velocidade, presa, que não infiltra na área adversária e que não sabe criar volume ofensivo e possui péssimo aproveitamento de finalizações.


Diante desse cenário é de LOUVAR AOS CÉUS o intervalo de dez dias até o próximo compromisso contra o Sampaio Corrêa. O clube já havia definido uma mini intertemporada em Porto Seguro - o que calhou melhor ainda depois de declarações fortes no pós-jogo. O presidente Marcelo Sant'anna deixou claro que haverá dispensas de jogadores e até mudanças no departamento de futebol. Guto - que já havia falado na possibilidade de contratações antes - foi mais enfático e disse que mudanças no elenco são fundamentais, além de criticar o condicionamento físico da equipe [Doriva também criticou quando demitido] o que deixa a situação o preparado Reverson Pimentel bastante delicada.

O Bahia precisará RESETAR a temporada de 2016 em pleno julho. A seu favor o fato de ter mais tempo entre os jogos nesse mês [serão 5 nesse mês, foram 8 no mês de junho] e outra pausa de quase 20 dias em agosto. A comissão técnica precisará adaptar os jogadores a um novo modelo de jogo, inserir os elementos que faltam para fazer a equipe jogar um futebol competitivo e recuperar a confiança dos atletas.

Que o Bahia tenha atingido o fundo do poço após essa derrota. E use o fundo do poço para tomar impulso e voltar a ter um desempenho que o credencie novamente a sonhar com acesso. A realidade hoje não permite isso.

NOTAS SOBRE O VEXAME

- Destaque e importantíssimo no único triunfo nessa fase negra, Gustavo Blanco foi sacado do time para o retorno de Juninho. Sem ele a dinâmica da equipe caiu muito. Juninho abusa dos lançamentos longos e inversões, e tem sido displicente e lento na saída de bola. O garoto da base merece mais oportunidades;

- Único destaque positivo da noite foi Jean. O goleiro voltou a se destacar, assim como na derrota contra o Ceará. Mostrando o potencial que possui e diminuindo a desconfiança que a maior parte da torcida possui dele.

- Bahia conseguiu uma marca HISTÓRICA e provavelmente ÚNICA. Perdeu as quatro partidas para os times que subiram da Série C [Londrina, Tupi, Brasil de Pelotas e Vila Nova] em um mesmo turno, duas em casa, em um intervalo de 15 dias. Digno de GUINESS BOOK.

- Bahia está em NONO, mas pode terminar a rodada em 12º [nunca atingiu posição tão baixa na Série B 2015]. Com a meta de conquistar 20 pontos a cada 30 disputados, se conseguir esse desempenho até o fim do campeonato atingirá 66 pontos, no limite do acesso segundo os matemáticos. Traduzindo: Não há mais espaço para erros.


Em 2015 Bahia se manteve próximo ao G-4 por quase todo campeonato. Em 2016 derrocada veio cedo. Mas tem tempo ainda
ALEX ROLIM - @rolimpato - #BBMP

UEFA EURO 2016 – Chegou a hora da verdade


A partir de hoje começam as semifinais da principal competição continental de seleções após a Copa do Mundo. Pais de Gales, Portugal, Alemanha e França farão duas semifinais eletrizantes e com uma perspectiva de jogos ainda mais tensos e com boas propostas ofensivas.

A primeira semifinal será disputada hoje, no Stade des Lumiere, em Lyon, entre País de Gales X Portugal, às 16 horas. O duelo marcará o encontro dos dois craques do Real Madrid, Gareth Bale X Cristiano Ronaldo, num jogo marcado pela descrença nestas duas equipes em avançar tanto na competição. Já a segunda semifinal ocorrerá amanhã, no mesmo horário e colocará em frente seleções de camisas pesadas e com história no futebol mundial. Alemanha X França farão este duelo no Stade Vélodrome, em Marseille, podendo marcar a consolidação desta geração alemã como a melhor da atualidade e recolocar a seleção francesa no hall das grandes seleções.


País de Gales vem para esta semifinal com 4 vitórias e uma única derrota para a Inglaterra na fase de grupos. Os grandes jogos da equipe foram contra a seleção da Rússia, onde goleou com autoridade em Toulouse por 3X0 e uma bela vitória contra a forte seleção da Bélgica em Lille por 3X1, de virada, com ótimas atuações de Hal Robson Kanu e Aaron Ramsey. O segundo inclusive desfalca a seleção galesa para o duelo desta semifinal, já que levou o segundo cartão amarelo no último jogo.

Portugal já entra na disputa tendo empatado todos os 5 jogos, ganhando somente da Croácia aos 115 minutos de jogo, ou seja, 10 minutos do segundo tempo da prorrogação. A atual oscilante tem colocado esta seleção em cheque, mas demonstra que a mesma teve poder de reação para avançar até esta fase, principalmente nos três últimos jogos, contra Hungria, Croácia e Polônia. O que nos resta ver é se esta seleção portuguesa demonstrará sua força esperada contra a motivada País de Gales.


A Alemanha entrou para esta competição como a favorita, após o período de confirmação da sua boa fase, onde teve o seu ápice na Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Nesta edição da UEFA Euro, contou com algumas baixas importantes e, por isso, não vem apresentando aquele mesmo nível de futebol jogado dois anos atrás. Mas, ainda sim, a seleção teve 3 vitórias e 2 empates, com a classificação contra a Itália vindo nos pênaltis. O desfalque será por conta do zagueiro Mats Hummels, que levou o segundo cartão amarelo. O destaque continua sendo o seu meia atacante, Thomas Müller.

A França também veio como favorita por jogar em sua casa e por ter uma geração talentosíssima do meio pra frente. Mas a equipe francesa mostrou dificuldades para colocar o seu melhor jogo em campo. Foram 4 vitórias e um único empate por 0X0 contra a Suíça. Mas a equipe só convenceu na última partida, contra a Islândia após a goleada por 5X2 em Saint Dennis. O destaque da seleção é o atacante Antoine Griezmann, que é o atual artilheiro da competição com 4 gols e é a grande esperança, ao lado de Paul Pogba como os que podem decidir em uma vaga para a final.

A grande final será realizada no próximo dia 10 de julho, no Stade Parc de France, em Saint-Dennis. Palco este que, quase no mesmo dia, há 18 anos atrás, marcou o inédito titulo da seleção francesa, contra o Brasil, num jogo onde Zinedine Zidane foi decisivo e que marcou aquela talentosa geração de ouro.

Produzido pelo colunista:


Marcos Paulo || @makavista

Copa Libertadores da América: A epopeia continental


Finalmente chegou o dia 6 de julho de 2016 e, com ele, inicia-se aquela fase pós Copa América Centenário que poderá encaminhar o tão cobiçado título continental à uma das quatro equipes que conseguiram almejar este feito nesta edição marcada por disputas intensas e surpresas maravilhosas que surgiram de momento inesperado.

A primeira semifinal reserva um encontro que já decidiu finalistas em outras duas disputas na Copa Sulamericana (2012 e 2014) e, que agora, se torna um verdadeiro tira-teima entre eles. Atlético Nacional, da cidade de Medellín, e São Paulo farão o confronto que promete ser o mais intenso e nervoso desta fase da competição. As equipes carregam particularidades no que se refere a competição deste ano, embora o time colombiano é detentor de uma campanha melhor que todos os seus concorrentes.


O Atlético Nacional, na atual edição do torneio continental, coleciona 7 vitórias, 2 empates e 1 derrota somente. Foi a equipe sensação da competição na primeira fase. Mesclando um futebol moderno de marcação e boa posse de bola, com a técnica e habilidade de seus jogadores, o time colombiano mostrou aquele que foi considerado por muitos o melhor futebol da América. Com 18 gols marcados e 4 gols sofridos nas 10 partidas disputadas, a equipe treinada por Reinaldo Rueda mostrou uma consistência pouquíssimo vista nos demais times da competição.

Na fase de grupos, adversários tradicionais como Sporting Cristal e Peñarol e a briosa equipe do Huracán não foram páreos para o melhor do seu jogo ofensivo. Tanto dentro quanto fora de casa, os Verdolagas mostravam a mesma eficiência e conseguiram impor o melhor do seu futebol. Com vitórias convincentes (como o 4X0 no Peñarol no Estádio Centenário e o 3X0 no Sporting Cristal no Atanásio Giradot) e grandes atuações de seus homens mais ofensivos, o time colombiano se tornou a equipe a ser batida.

Já nos mata-matas contra dois times da Argentina (novamente o Huracán e depois o Rosário Central), o time de Medellín passou por momentos de apuros e que quase custou sua classificação. Contra o adversário que saiu do seu grupo e que ficou com a pior campanha entre os segundos colocados, tiveram um primeiro jogo que poderiam ter passado com mais tranquilidade se não fosse a displicência dos seus homens de frente e a teimosia de seu treinador em não escalar o seu melhor jogador, que ficou no banco durante boa parte do confronto, mas o 0X0 foi tão teimoso como a última rodada da primeira fase e fez a partida ser decidida em casa. No jogo da volta, o placar foi por 4X2, mas a equipe colombiana passou por momentos de perigo neste confronto, já que, mesmo com um a mais, não conseguiu impor seu melhor futebol e quase sucumbiu diante da valentia e da raça do Huracán, tanto que o golpe de misericórdia foi decretado aos 47 minutos do segundo tempo.

Nas quartas de finais contra o Rosário Central, o sofrimento foi ainda maior e durou quase 200 minutos no tempo agregado até o seu atacante, Orlando Berrío, se tornar o grande herói da classificação. Tudo começou no Gigante de Arroyito, quando o volante Carlos Montoya, da equipe Canalla, abriu placar no começo da partida com um belo gol e deixou o confronto ainda mais aberto e com possibilidades de tornar os jogos ainda mais atraentes do ponto de vista ofensivo. Inúmeras chances foram criadas, mas o placar não foi alterado na Argentina. Já em Medellín, a historia do confronto teve uma carga de drama gigante. A começar pelo gol de Marco Ruben, cobrando pênalti, antes dos 10 minutos de partida. Tudo levava crer que a equipe do Rosário Central levasse este confronto mesmo com a pressão intensa da equipe Verdolaga, mas o gol aos 47 do primeiro tempo e outro aos 3 do segundo tempo ditaram a tônica do restante do jogo e mostrou que o pandemônio estava instaurado na Colômbia. O gol da vitória saiu aos 51 minutos e de forma sofrida e na raça. Os grandes destaques da equipe colombiana são Pablo Perez, Alejandro Guerra e Marlos Moreno.


Já a equipe do São Paulo teve uma campanha bastante turbulenta em 12 partidas, com 5 vitórias, 4 empates e 3 derrotas, marcando 20 gols e sofrendo 11. Pelo número de gols, percebe-se que o ataque funcionou bem e ainda tem o artilheiro do campeonato 8 gols. O problema é que a equipe fez grande parte destes gols nos jogos em casa, sendo 14 gols (com duas goleadas, por 6X0 no Trujillianos e 4X0 no Toluca), mas em boa parte destas partidas e dos jogos fora de casa não realizaram partidas muito convincentes. Jogos em que a equipe oscilava no setor de ataque e vacilava ainda mais na defesa. O grande jogo na fase de grupos foram as partidas contra o River Plate, que mostrou o “soberano” totalmente competitivo e ciente que seria um adversário duríssimo de ser batido.

Este espírito foi a tônica dos mata-matas para o time são-paulino. As oitavas de finais contra o Toluca se mostrou bem tenebrosa, pois a equipe mexicana escapou do grupo da morte com uma bela campanha contra as equipes que já ganharam a Libertadores da América. Mas o que se viu na partida do Morumbi foi um São Paulo bastante agressivo e com sede de decidir o confronto em sua casa. E foi o que aconteceu. A goleada por 4X0 com ótima atuação de Ricardo Centurión foi extremamente apoteótica e doutrinadora. A equipe tricolor soube se impor em toda a partida e não deu muitas chances para o seu adversário que vinha com um time bem modificado. No jogo da volta, o São Paulo foi com alguns desfalques considerados para o México, mas ainda sim teve uma partida sem sustos. Mesmo com uma derrota por 3X1 e jogando um segundo tempo bem abaixo o time comandado por Edgardo Bauza conseguiu avançar para a fase de quartas de finais e que estaria pronto para enfrentar qualquer adversário, mostrando novamente da sua capacidade de ser decisivo nestes grandes jogos.

As quartas de finais contra o Atlético-MG foram de partidas totalmente diferente e com um jogo estratégico e tático bem acentuada pelas duas equipes. No primeiro jogo, a preocupação defensiva se mostrou comum entre as duas equipes, o time são-paulino não conseguia criar grandes chances de jogo devido ao belo trabalho defensivo do time alvinegro, mas também não foi ameaçado no seu sistema defensivo, o que tornou a partida bem pragmática e muito ruim tecnicamente. A bola parada decidiu em favor do tricolor. A mesma seria decisiva na partida de volta, no jogo do Independência. Os primeiros 15 minutos foram intensos e bem avassaladores do Galo, que soube se impor e logo abriu 2X0. Mas num lance de escanteio, Maicon foi decisivo e fez o gol que classificaria o time do Morumbi. A partir daí, o São Paulo controlou mais a partida de forma psicológica e decidiu o confronto na sua defesa e na imposição física. Para as semifinais, o que se espera é de uma equipe decisiva, mas em um momento do ano bem diferente da fase decisiva. Destaques são para o zagueiros Maicon, os meias Michel Bastos e Paulo Henrique Ganso e o atacante Jonathan Calleri, artilheiro da competição.

A segunda semifinal, já reserva um confronto que pode não ser tão empolgante quanto o anterior, mas que revela histórias interessantíssimas da competição. O Boca Juniors tenta o seu sétimo titulo da competição e igualar de vez o feito do Independiente como os maiores campeões da América e ultrapassar o Milan como o maior campeão de torneios internacionais do mundo. Já o Independiente Del Valle conta com um apoio popular gigante de seu pais, principalmente após a equipe jogar no principal estádio do país, onde tem levado um publico muito grande em seus jogos no Olímpico de Atahualpa.


O time do Boca Juniors, a exemplo do São Paulo, não teve uma Libertadores totalmente convincente. A equipe oscilou demais, mesmo nos jogos mata-matas, e flertou com a decepção de uma eliminação durante boa parte da competição. A começar na primeira fase em que os seus três primeiros jogos foram três empates, sendo dois por 0X0 e um por 1X1 com um gol de falta no ultimo minuto contra o Bolívar, em La Paz. No returno, a equipe fez três jogos na Argentina (sendo um fora de casa) e conseguiu vencer todas as partidas, se classificando em 1º do seu grupo com a 6ª melhor campanha da primeira fase.

Nas oitavas de finais, o adversário foi o tradicional Cerro Porteño. A primeira partida no Paraguai mostrou uma imposição gigante do time Xeneize, no campo adversário. Poderiam ter decidido com um placar maior e voltado a Argentina com a classificação encaminhada, mas a própria oscilação característica mostrou que o Boca Juniors. A partida de volta poderia ser mais tranquila para os argentinos, só que decidiram se complicar quando tomaram um primeiro gol paraguaio, o que deixava o confronto bem aberto e que só foi finalizado nos minutos finais de jogo.

Nas quartas de finais, o confronto já foi com uma camisa muito pesada e histórica. O jogo contra o Nacional, do Uruguai, reservava um duelo bem tático e infartante. Foi o que realmente aconteceu neste duelo. Tanto o jogo no Parque Central, quanto a partida no La Bombonera foram decididas com a ótica do visitante e com o mandante conseguindo o seu tento em lances fortuitos na etapa final. Com toda esta igualdade no confronto, terminaram nas disputas de pênaltis, e o time argentino levou a melhor, classificando para semifinais mesmo com este olhar de desconfiança.  O destaque do time argentino fica para o atacante Carlos Tevez, que é o grande nome do torneio após uma brilhante temporada na Juventus, da Itália, com uma final de Champions League.


Já o Independiente Del Valle tem feito uma participação histórica nesta edição do torneio. A equipe não era cotada para figurar os 32 da fase de grupos e muito menos para passar de fase. No grupo 5 com Atlético-MG, Colo Colo e Melgar, a equipe da cidade de Manta se mostrou bem coesa nos jogos em casa e, fora de casa, complicou para todos os adversário da chave, assim como havia feito contra o Guaraní, do Paraguai. Ao todo, na competição, eles colecionaram em 12 partidas, 6 vitórias, 2 empates e 4 derrotas, com 16 gols a favor e 12 gols sofridos e a inédita ida para as oitavas de finais veio num enfartante empate em 0X0 contra o Colo Colo, no Chile.

Nas oitavas de finais, muitos achavam que a eliminação viria contra o atual campeão da competição. Mas o jogo de ida, com a comoção geral da população equatoriana foi um fator positivo e que levou a equipe a uma vitoria apoteótica por 2X0. Já no jogo de volta, no Monumental de Nuñez, o time do River Plate tentou de todos os jeitos  fazer o gol quanto antes, mas a bela atuação do goleiro Librardo Ascona foi decisiva no duelo e o gol foi sair só aos 40 minutos do segundo tempo, após muita pressão.

Nas quartas de finais, foi a vez do Pumas, do México encarar este apoio popular. As duas partidas foram de uma intensidade enorme. No jogo de ida, no Equador, o Independiente se mostrou ainda mais solto e foram ao ataque para tentar matar a partida no jogo de ida. Chegaram a abrir 2X0 no confronto, mas o time mexicano conseguiu descontar no final, levando o resultado positivo para o México. No jogo da volta, tudo se desenhou para um placar ainda mais elástico para os mexicanos, ainda mais com um 2X0 em 13 minutos de jogo e com um Pumas muito mais incisivo e perigoso no ataque. Mas o time equatoriano cresceu e conseguiu descontar com um gol no fim. O jogo foi para os pênaltis e os equatorianos levaram a melhor no confronto. Destaques da equipe são o zagueiro Arturo Mina, o meia Junior Sornoza e o atacante Julio Angulo.

As semifinais acontecerão no dias 6, 7, 13 e 14 de julho, com os jogos das primeiras semifinais acontecendo nas quartas-feiras e os da segundas semifinais as quintas feiras. Quem passar neste duelo, poderá fazer os jogos das semifinais no dias 20 e 27 de Julho, com o Atlético Nacional podendo decidir em casa em qualquer hipótese de final e o São Paulo decidindo fora de casa na mesma teoria.

Produzido pelo colunista:


Marcos Paulo || @makavista

Ele voltou: Didira retorna ao CSA

Depois de boa atuação pelo CSA no Campeonato Alagoano, Didira está de retorno ao clube, o meia saiu da equipe após o fim da competição e foi para o ABC-RN.

Tendo poucas oportunidades e não conseguindo demonstrar o mesmo futebol que apresentou no CSA na equipe do ABC, o atleta retorna ao time Azulino.

(Fonte:minutoesportivo.com.br)
Nesta semana, Didira confirmou que existiu um contato entre ele e a diretoria Azulina e afirmou que seu empresário está à frente do acerto:

- Estou só aguardando a ligação por parte do meu empresário. Ele quem está cuidando das coisas, em negociação com o clube, e definindo o meu futuro - disse Didira em entrevista.

O retorno do meia foi confirmado há pouco pela direção azulina. Sua apresentação vai ser na tarde desta quarta-feira (06). Em maio, quando o clube anunciou as renovações para a Série D, o nome do jogador estava na lista. Logo depois, o camisa 19 deixou o clube alegando sondagens de Paysandu e Bahia. Nos dias seguintes, o armador foi anunciado e apresentado pelo ABC, para a disputa da Série C do Campeonato Brasileiro.

Didira está de volta ao CSA após passagem rápida pelo ABC (Foto: Jota Rufino/GloboEsporte.com)
No Campeonato Alagoano, Didira atuou em 18 dos 19 jogos do CSA. Ele marcou três gols, sendo dois de pênalti e não deu nenhuma assistência. Com a lesão de Panda na reta final do estadual, jogou como segundo volante, fazendo dupla com Jean Cléber.

Lucas André || @luc4s_andre
Linha de Fundo || @SiteLF
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