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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Portugal passa por Gales e está na final da Eurocopa


Nesta quarta-feira (06), País de Gales e Portugal se enfrentaram no Parc Olympique Lyonnais, numa partida valendo a vaga na final da Eurocopa. Com desfalques dos dois lados, ambos os lados estavam confiantes, mas poucos cravavam quem seria o finalista. Numa grande partida, Nani e Cristiano ajudaram a Seleção Portuguesa a passar pela semifinal.


País de Gales: Atuação fraca garante um ponto final no sonho dos Galeses

A Seleção Galesa foi ao jogo com um desfalque muito importante. Aaron Ramsey, o líder de assistências da equipe, levou o terceiro amarelo e estava suspenso para o jogo contra Portugal.

No inicio do jogo, os Galeses já tinham os primeiros sinais de que essa missão seria muito difícil. Justamente pela falta de um atleta que acompanhasse Gareth Bale na criação das jogadas, o que fez o time ficar muito tempo só tocando a bola para trás.

A Seleção Portuguesa se aproveitava dos erros e das dificuldades que o País de Gales enfrentava para criar e atacava de forma perigosa. Com João Mario tabelando com Cristiano Ronaldo, eles tiveram a primeira grande chance, mas João acabou chutando para fora.

Os Dragões tiveram uma melhora e conseguiram algumas oportunidades. Uma com Gareth Bale, que aproveitou contra-ataque, disparou só, saiu da marcação e mandou um chute para o meio do gol, para defesa de Rui Patrício. E outra com King, que recebeu cruzamento de Robson-Kanu e cabeceou, a bola ainda raspou na cabeça de Fonte e saiu por cima do gol.

Gareth Bale expressando o sentimento de todos os Galeses. (Foto: +adidas)
No segundo tempo, Portugal acabou rapidamente com a expectativa Galesa e quatro minutos marcou duas vezes. Na primeira, João Mario bateu escanteio curto para Guerreiro, o lateral levantou para Cristiano, livre, cabecear para o gol. E depois com Nani, que aproveitou chute cruzado de Cristiano Ronaldo e colocou o pé para marcar o segundo.

O País de Gales ainda teve chances de diminuir e até empatar, as duas com Gareth Bale. Uma aos 32’, quando pegou uma bola quicando e chutou forte de fora da área, mas Rui Patricio encaixou tranquilamente. E outra três minutos depois, saindo da direita, indo ao meio e chutando novamente de fora da área, forçando o goleiro lusitano cair e espalmar para fora.


Portugal:

Enfim a seleção portuguesa venceu, mais do que isso: Convenceu. A seleção quina conseguiu passar das semifinais por 2 a 0 com gols marcados por Cristiano Ronaldo e Nani, numa exibição que lavou a alma dos portugueses espalhados pelo mundo que estavam agoniados com as apresentações anteriores da seleção de Portugal. Portugal venceu a surpresa e sensação da competição País de Gales, em Lyon.

Bruno Alves fez partida segura, Pepe não foi nem pro banco















Logo de início, antes mesmo do jogo começar um susto para todos, Pepe que já havia se ausentado de diversos treinos preliminares ao jogo diante de Gales devido a uma mialgia, para seu lugar Bruno Alves foi escolhido. O central de 34 anos escolhido para substituir Pepe, que até então vinha sendo essencial na seleção portuguesa era a maior preocupação dos torcedores e da imprensa portuguesa. Além de lento, Bruno também adora ser punido com cartões e o time liderado por Bale não é bobo, ia apostar neste ponto fraco português.

Entretanto, Bruno Alves calou a boca de muitos. Até a minha, o zagueiro fez uma partida quase perfeita, poderia até ter atingido a perfeição se não tivesse tomado um amarelo bobo, mas no ponto de vista técnico e tático e na marcação de Robson Kanu e King não deu chances nenhuma ao azar.

Quanto ao jogo, o resumo pode ser tido em três partes: Um primeiro tempo de muito estudo por ambas as partes, mas com amplo domínio de posse de bola português e com Bale como válvula de escape galesa. O momento em que Portugal pressionou por completo fez dois gols e podia ter feito mais e o fim do jogo, quando Gales lutava por sua honra tinha a bola e tentava pelo menos fazer o de honra.


O momento onde saíram os dois gols de Portugal foi ao início do segundo tempo, aos 4 minutos. João Mário cobrou curto para Raphäel Guerreiro cruzar na cabeça de Cristiano Ronaldo que sozinho cabeceou firme: 1 a 0. Logo em seguida, veio o segundo gol, CR7 errou o chute e a bola se ofereceu para Nani que se jogou na bola e fez o 2 a 0 para Portugal, que com Danilo ainda podia ter ampliado o marcador, onde Hanessey quase engoliu um frango e num chute de Adrien com rebote João Mário com o gol livre bateu pra fora.

O 2 a 0 foi o suficiente para colocar Portugal na segunda final de Euro da sua história, desta vez fora de sua casa, onde ela pode se tornar a visitante indesejada. Portugal jogará em Paris, contra a anfitriã França, no domingo.


País de Gales: Cássia Gouvêa.
Portugal: Rodrigo Ferreira.

Vitória tropeça no Cruzeiro pela Copa do Brasil

Foto: ECVitoria / Divulgação
Copa do Brasil, jogo de ida da terceira fase. No Barradão, Vitória e Cruzeiro duelaram novamente após o jogo de domingo em confronto pelo Brasileirão. O time de Belo Horizonte abriu boa vantagem para o jogo de volta, vencendo por 2x1.

RESUMO

Vagner Mancini optou por poupar Dagoberto e lançou Vander de primeira, que vem em bom momento. Mancini alterou o sistema de jogo para 4-1-4-1 com o zagueiro Ramon entre linhas, para tentar confundir a equipe adversária. No Cruzeiro, Paulo Bento lançou William e poupou Arrascaeta, que ficou no banco de reservas e seria o cara do jogo. Os mineiros vieram a Salvador com sangue nos olhos, mordidos por terem cedido um empate na rodada passada do Brasileirão.

O Vitória se perdeu demais na marcação. Fez um jogo aceitável quando tinha a bola, mas sem ela pecou bastante nos encaixes individuais de marcação. Jogadores estavam fazendo marcação individual de sair na caça ao oponente e Mancini usa por setor. O primeiro gol foi um erro coletivo do Vitória que foi bem aproveitado com qualidade técnica do oponente. Já vi erros mais grotescos de nosso sistema defensivo não serem aproveitados pelo adversário.

Nota-se que o Cruzeiro vem sendo bem treinado, pois aproveitou duas falhas nossas em Minas e converteu as duas. Na partida da Copa do Brasil tivemos mais falhas e eles converteram duas, só não fizeram mais porque Caique interviu. Tivemos algumas peças jogando abaixo do seu normal. No entanto, o confronto pedia mais criação por dentro, mais qualidade técnica e é justamente o que falta ao elenco e ao time.

Mancini tem suas convicções e teima em não mudar, mas já deu chances suficientes a Tiago Real. O atleta entrou neste jogo porque o treinador entendeu que ele poderia mudar a história do jogo em favor do Vitória. Tiago Real é um atleta que na Série A só cabe em jogos decididos a nosso favor. E, se for pra ser utilizado assim, antes escalar jogadores das divisões de base. Logo, já passou da hora de emprestar esse atleta.

Outra questão é o tipo de marcação, pelo menos a primeira linha tem que marcar por zona com referência na bola e nunca individual no setor. Manter a primeira linha compactada e alinhada é um trabalho necessário que Mancini precisa incrementar.

Pois caso contrário irá ocorrer lapsos como esses:




É isso aí galera!

Seja Sócio SMV!

Por @AdsonPiedade

FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 1 X 2 CRUZEIRO

Local: estádio Barradão, em Salvador (BA)
Árbitro: Paulo Schleich Vollkopf (CBF-MS)
Assistentes: Leandro Dos Santos Ruberdo (asp.FIFA-MS) e Sérgio Alexandre da Silva (CBF-MS)
Cartões Amarelos: Willian Farias, Diego Renan, Kanu e Marinho (Vitória); Robinho, Bruno Rodrigo, Allano e Ariel Cabral (Cruzeiro)
Cartão Vermelho: Allano (Cruzeiro)
GOLS
VITÓRIA: Diego Renan, de pênalti, aos 15 minutos do primeiro tempo
CRUZEIRO: Willian aos sete minutos do primeiro tempo; Willian aos 26 minutos do segundo tempo

VITÓRIA: Caíque; Victor Ramos (Tiago Real), Ramon e Kanu, Diego Renan, Amaral (Alípio), Willian Farias e Euller (Nickson); Vander, Kieza e Marinho. Técnico: Vagner Mancini

CRUZEIRO: Fábio; Lucas, Bruno Rodrigo, Bruno Viana e Allano; Bruno Ramires, Ariel Cabral, Robinho (Gino), Alex (De Arrascaeta) e Alisson (Bruno Nazário); Willian. Técnico: Paulo Bento

Ficou no quase

Pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, o Paraná Clube recebeu o Avaí na Vila Capanema. A grande fase Paranista, três vitórias seguidas, resultou na primeira chance real da equipe entrar no G4 e garantir a posição pelo menos até sábado. O Tricolor convocou a torcida e não mediria esforços para alcançar o objetivo. Do outro lado estava o Avaí, que vinha de duas vitórias consecutivas e esboçava uma reação dentro da competição.

Valber se desespera com o gol perdido (Foto: Albari Rosa)
O JOGO

Empurrado pelas mais de 5 mil pessoas presentes na Vila Capanema, o Tricolor começou o jogo com tudo. Rafael Carioca bagunçava a defesa avaiana pela esquerda e criava as melhores oportunidades da partida. Na primeira ele deixou o marcador sentado e cruzou na medida para Valber, mas mandou para fora. Na segunda ele resolveu sozinho: caneta no marcador e chute forte para boa defesa de Renan. O Avai respondia em raros contra-ataques.

Apesar do setor de criação do time ter diminuído o ritmo, a segunda etapa foi praticamente um ataque contra defesa. A principal arma ofensiva Paranista eram as bolas paradas: foram 9 escanteios e 23 faltas a seu favor. A única bola perigosa foi cobrada por Murilo Rangel e Renan espalmou para escanteio. Nos minutos finais a pressão aumentou e por pouco Valber não conseguiu abrir o placar, após fazer boa jogada pela direita. Placar zerado na Vila.

O Tricolor perdeu a chance de entrar no G4, mas diminuiu a distância dele: somente um ponto separam Paraná e CRB. A rodada termina somente no sábado e Brasil, Náutico e Criciúma podem passar a frente da equipe Paranista. Já o Avaí pode acabar ir parando na 15ª posição ao final da rodada.

(Foto: Albari Rosa)
COMENTÁRIOS

O anti-jogo avaiano deu certo na Vila e as equipes não saíram do zero. Os jogadores do time visitante caíam em campo e matavam as jogadas toda hora, evidenciados pelos 4’ de acréscimo no 1º tempo e pelas 23 faltas cometidas. A torcida Paranista também ficou na bronca quanto a um pênalti não marcado, quando Lucio Flavio cabeceou e a bola tocou no braço de Alemão, ainda no 1º tempo.

Por outro lado o Tricolor fez um bom jogo, apesar de não conseguir o gol. A pressão no adversário foi praticamente no jogo todo, diferentemente dos jogos horríveis que fez contra Goiás, Joinville e Luverdense. Um empate para sair de cabeça erguida. Destaques do jogo por conta de Rafael Carioca, Diego Tavares, Claudevan, Basso e Robson. Outro que voltou a jogar bem foi Valber. A decepção ficou por conta de Murilo Rangel.

FICHA TÉCNICA
Paraná 0 x 0 Avai

Paraná: Marcos; D. Tavares, Alisson, Pitty e R. Carioca; Basso, Claudevan (Nadson), Murilo R. e Valber; Robson (Henrique) e Lucio Flavio (Robert)

Avai: Renan; Alemão, Fábio, Gabriel e Capa; Luan, Renato, Caio (Célio) e Diego (Lucas); Romulo e William (Judson)

Árbitro: Renan Roberto de Souza (PB)
Assistentes: Oberto Santos da Silva (PB) e José Maria de Lucena Netto (PB)
Cartões amarelos: Alisson e Robson (PRC) Renato, Célio, Gabriel, Luan, Judson, Caio e William (AVA)
Público pagante (total): 4.448 (5.361)
Renda: R$ 113.510

(Foto: Albari Rosa)
PRÓXIMO CONFRONTO

A próxima partida do Tricolor acontece na próxima terça-feira (12/07). A equipe enfrenta o 15º colocado, Paysandu, de novo na Vila Capanema. Martelotte contará com a volta de Leandro Silva, suspenso, além de Nadson e Lucas Otávio, que já estiveram à disposição contra o Avai. Apesar disso a equipe não deve sofrer muitas alterações. Terça-feira esteja no único lugar possível, a Vila Capanema. VEM PRA VILA!

Fellipe Soares || @_FellipeS
#PRaCima

Cruzeiro supera os obstáculos e vence o Vitória

O compromisso da Raposa dessa vez foi pela Copa do Brasil, e na noite de ontem a equipe mostrou o motivo de ser um dos maiores ganhadores quando o assunto é Copa do Brasil.

Missão difícil para o Maior de Minas, o time baiano não perdia no Barradão pela Copa do Brasil há 11 anos e para felicidade dos torcedores cruzeirenses a Raposa quebrou essa invencibilidade vencendo o Vitória por 2x1, com gols de Willian que não marcava fora de casa há quase dois anos.

@Cruzeiro
As atenções do Time do Povo voltam para o Brasileirão, é nessa competição que a Raposa deveria concentrar todas as suas forças e se recuperar enquanto é possível, o próximo jogo é contra o Atlético-PR na segunda-feira  às 20h. Pela Copa do Brasil o jogo de volta acontecerá no dia 20 de julho.

Sobre o jogo:

Com 13 desfalques, o Paulo Bento teve dificuldades em escalar seu time, poupou Arrascaeta que ao decorrer da partida precisou entrar, então a expectativa era tentar fazer um lance que definiria a partida e resolver no segundo jogo, a torcida não estava em posição de cobrança diante de tantas dificuldades.

Chega a ser assustador e impressionante, a maneira que o Cruzeiro joga melhor fora de casa e o inicio do jogo no Barradão foi de muita intensidade a Raposa não queria perder tempo e balançou as redes aos 07’ da primeira etapa, Willian arriscou de fora da área e mandou no canto de Caíque.

O gol de empate do Vitória veio ainda na primeira fase, Allano tocou na bola com o braço e o juiz interpretou como penalidade máxima, Diego Renan cobrou e igualou a partida. Em geral, o Cruzeiro foi mais equilibrado no primeiro tempo, saiu na frente, porém cedeu o empate.

@Cruzeiro
A etapa complementar foi marcada pelo nervosismo das torcidas, Cruzeiro e Vitoria tinha como objetivo o triunfo para ir com mais tranquilidade no jogo de volta.

A equipe baiana começou assustando os mineiros, mas o Cruzeiro sempre respondia da melhor forma possível se a Raposa não perdesse tantos gols poderia ser uma goleada.

Aos 18’, o Cruzeiro ficou em “desvantagem” quando o jogador Allano foi expulso, bom por incrível que pareça a equipe melhorou depois da expulsão e pela primeira vez os cruzeirenses comemoram a expulsão de um próprio jogador, gostaríamos de parabenizar o arbitro pela bela atitude.

A Raposa tinha como responsabilidade resolver o jogo e não demorou muitos, depois de tantas chances desperdiçadas, o Cruzeiro virou o duelo aos 24’ com Willian novamente e assim o time celeste vai com grande vantagem para o jogo de volta pelos critérios de gol fora de casa.

Paula Fernandes - @Paulinha_CEC

Gilvan: O caça-fantasma

Mais de 9.400 pessoas estiveram presentes no Estádio da Curuzu (Foto: @Paysandu)
Depois de quase 50 dias, o Paysandu voltou a jogar pela Copa do Brasil, contra o Operário-PR. Na primeira partida, o Fantasma venceu o Papão por 1x0 e precisava apenas de um empate para eliminar o único Paraense remanescente da competição.

O Paysandu não marcava gols há três jogos e precisava fazer pelo menos dois (caso não levasse nenhum), para passar de fase. Sabendo disso, Gilmar Dal Pozzo resolveu colocar três atacantes, visando maiores oportunidades de marcar. Entretanto, foi um zagueiro quem fez o alviazul voltar a vencer.

No primeiro tempo, o clube Paraense teve dificuldades de armar jogadas e de chegar ao ataque. O Operário-PR tentou se aproveitar desses problemas de criação, porém também não obtinha êxito em suas tentativas.

Depois da metade do primeiro tempo, o Papão começou a melhorar. Aos 30' Ruan recebeu passe de Betinho na entrada da área, avançou e chutou cruzado, mas Juninho fez a defesa. Passados seis minutos, outra grande chance foi desperdiçada pelos mandantes, Recife chutou da intermediária e a bola passou por cima do gol.

(Foto: @Paysandu)
A recompensa de tantas tentativas saiu aos 38' quando Rafael Costa cobrou falta, Lombardi desviou de cabeça e a bola sobrou para Gilvan finalizar e marcar o primeiro gol da partida. Quatro minutos depois, Gilvan apareceu de novo, após cruzamento de Rafael Costa, cabeceando para fazer o segundo e último gol no jogo.

No segundo tempo, o Paysandu resolveu segurar o resultado e atacou pouco, focando mais no contra-ataque. Resultando num Operário mais competitivo, já que 2x1 classificava o Fantasma.

Depois dos vinte, o jogo ficou ainda mais perigoso e o visitante quase diminuiu aos 26', quando Washington cobrou uma falta e a bola acabou passando por cima do gol. A resposta do Paysandu foi numa falta também, esta cobrada por Rafael Costa, onde Juninho espalmou e tirou o perigo. Aos 39' Washington recebeu de Peixoto e perdeu a maior chance do segundo tempo, chutando de chapa na trave.

Com o resultado, o Papão passou de fase na Copa do Brasil e terá o Juventude-RS como seu adversário.

Palavra da colunista: Se for para começar pelo pior setor, mais uma vez, devemos começar pelo ataque. Tirando Maílson, que teve uma grande atuação, lutando por todas as bolas, todos os outros três foram muito abaixo da média. Ruan, apesar de alguns lances, foi muito mal, errou vários passes e não conseguia dominar a bola. Já o Betinho desaparecia em jogadas importantes, deixando de se apresentar para um cruzamento ou um passe. Cearense jogou pouco, mas também não conseguiu mostrar nada.

Lombardi teve falhas grotescas no primeiro tempo, porém conseguiu melhorar e fez uma boa apresentação no segundo. Gilvan, incontestável, errou pouco, foi importante na defesa e um ótimo elemento surpresa no ataque. Emerson respondeu bem quando foi exigido. Roniery desapareceu em alguns momentos do jogo, não errou tanto, fez o feijão com arroz. Lucas teve boa atuação, como de costume.

Sobre o meio campo, podemos dizer que Rafael Costa é um dos jogadores mais azarados que temos, uma verdadeira incógnita, é participativo, porém não consegue obter êxito nas jogadas em que tenta marcar. Recife errou bastante, mas acertou quase que na mesma proporção. Celsinho entrou e errou quase tudo, dominava mal, dava passe errado, longe de ser Celsinho que víamos no começo do ano. Capanema foi bem e Rodrigo Andrade acabou errando divididas fáceis, prejudicando sua atuação.

Próximo confronto: Neste sábado (09), o Paysandu enfrentará o Londrina, numa partida válida pela Série B. O jogo será às 21h, no Estádio da Curuzu.
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