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domingo, 10 de julho de 2016

Estreia com o pé direito

O doido deu o melhor recado que poderia em uma estreia: conquistar a vitória. Convenhamos que não foi nada que enchesse os olhos do torcedor por se tratar de um adversário fraco e do time não ter conseguido um placar mais elástico, mas foi uma atuação bem mais viva, mais animadora do que vinha sendo apresentado. E isso dá uma esperança, de quem sabe virar o turno com mais de 20 pontos, e aí sim começar uma nova vida no segundo turno da Série B, almejando dias melhores.

Carlos Alberto fez dois gols.
Foto: Divulgação/JEC
Logo nos primeiros minutos, era perceptível a mudança de atitude no JEC, era um time mais agressivo, que não somente se jogava ao ataque, mas sabia atacar com organização. O volante Diones foi utilizado em uma função mais a frente, meio que como um elemento surpresa, e estava bem no jogo, pena que se machucou e foi substituído por Thomás (muito mal, diga-se de passagem). O primeiro gol não demorou muito a sair, logo aos 11 minutos, quando Carlos Alberto aproveitou um desvio de bola da zaga do Sampaio e dentro da área botou a bola no fundo das redes, 1x0 tricolor.

A estreia de Aranha foi “percebida” somente aos 17 minutos, quando Pimentinha finalizou no ângulo e o arqueiro tricolor foi buscar a bola lá na gaveta, uma linda defesa. Antes disso, Heliardo teve a chance de ampliar, mas desperdiçou a finalização. O segundo e último gol do JEC veio ainda no primeiro tempo, quando Heliardo escorou de raspão e a bola sobrou para Carlos Alberto, o iluminado camisa 10 tricolor não titubeou e botou a gorducha na rede com um chute forte, 2x0.

O segundo tempo foi bem mais sem emoção, nenhum lance perigoso de gol, mas nenhum mesmo. O Joinville apenas administrou o placar, o fraco time do Sampaio Corrêa tentava algo com a velocidade de Pimentinha, mas a defesa tricolor marcou bem o baixinho e rápido atacante da Bolívia querida. Fim de papo e três pontos importantíssimos na conta do tricolor, pontos que se faziam extremamente necessários e que marcaram a estreia do professor Lisca pelo JEC.

Há de se destacar a partida que a dupla de volantes do JEC fez; Naldo e Bertotto foram muito bem, o prêmio de melhor em campo fica entre os dois, pois foram impecáveis durante a partida. Aranha e Lisca fizeram suas estreias e foram muito bem, o arqueiro tricolor dispensa comentários, goleiro que certamente trará segurança a meta tricolor; já sobre o professor, com o passar do tempo vai se adaptando mais ao grupo de atletas e, com a chegada de reforços, tende a melhorar ainda mais, contando com mais opções de qualidade no banco de reservas. E, claro, não podemos deixar de lado a atuação de Carlos Alberto, tarde iluminada do camisa 10 tricolor, foram dois gols na conta e uma boa partida do meia.

Aranha fez uma boa estreia.
Foto: Divulgação/JEC
Tudo tende a melhorar a partir de agora, com uma nova filosofia de jogo e uma nova maneira de trabalhar, a expectativa na maior cidade de Santa Catarina é grande e esperamos que ela seja correspondida. Confira abaixo a ficha técnica da partida:

Joinville 2x0 Sampaio Corrêa

Local: Arena Joinville, Joinville (SC);
Público e renda: 4.887 pessoas presentes, para uma renda de R$ 55.360,00;
Arbitragem: Wagner do Nascimento Magalhaes, ele foi auxiliado por Dibert Pedrosa Moises e Thiago Henrique Neto Correa Farinha;
Cartões amarelos: Diego (JEC), Bertotto (JEC) e Carlos Alberto (JEC) | Felipe Baiano (SAM);
Gols: Carlos Alberto 2x (JEC). Confira os gols da vitória tricolor clicando aqui; 

Joinville: Aranha | Reginaldo, Rafael Donato, Ligger e Diego | Naldo, Bertotto, Diones (Thomás [Murilo]), Everton Silva (Cléo Silva) e Carlos Alberto | Heliardo | Técnico: Lisca;

Sampaio Corrêa: Rodrigo Ramos | Éder Sciola, Luiz Otávio, Wágner e Renan Luís | Felipe Baiano, Renan Ribeiro (Paulo Marcelo) e Lucas Sotero | Pimentinha (Rayllan), Edgar (Jean Carlos) e Elias | Técnico: Wagner Lopes.

Lisca estreou bem.
Foto: Divulgação/JEC
O tricolor volta a campo no próximo sábado e é confronto direto de acordo com a nossa situação. Vamos enfrentar o Bragantino no Nabi Abi Chedid, às 21h, um jogo em que a vitória é extremamente necessária e que será um bom teste para o novo JEC de Lisca.

Portugal dá presente de grego para a anfitriã França e vence a final da Euro


O dia 10 de julho de 2016 entrará, sem dúvida nenhuma, na história dos portugueses. O dia em que a seleção de futebol de Portugal quebrou o tabu de ser a seleção com boas gerações, mas que nunca havia vencido nada. O décimo dia de julho sagrou-se como o dia em que a seleção portuguesa conseguiu levantar o seu primeiro troféu, o de campeã europeia. Curiosamente vencendo da mesma maneira como perdeu em 2004, ano em que havia jogado até então sua única final de Euro, quando como anfitriã perdeu o título para a surpreendente Grécia. Em 2016, foi a vez de Portugal dar o troco e vencer os donos da casa por 1 a 0, mesmo placar que havia sofrido contra os gregos.

O jogo seria marcado por uma francamente favorita França com totais obrigações de vencer o torneio e por um Portugal que teria em Cristiano Ronaldo suas únicas chances de poder tentar o título e sem o peso de decidir em casa. Os primeiros minutos foram sofríveis para os portugueses, erros de passes curtos, meio de campo quase inexistente e um CR7 sumido juntamente com seu companheiro de ataque Nani. Pelo bem dos lusos, os homens da defesa iam seguros e bem, conseguindo acalmar os corações dos torcedores ao redor do mundo.

Se as coisas já não iam bem pra Portugal, pioraram quando, aos 25 minutos. Cristiano Ronaldo teve que ser substituído após uma pancada com Payet. O atacante tentou prosseguir por mais cinco minutos, porém não conseguiu e foi substituído por Quaresma. Para quem achava que ia piorar e os portugueses não teria mais chances alguma no jogo, errou feio. A entrada de Quaresma e, consequentemente, a saída de CR7 fizeram bem a equipe, mudou totalmente a dinâmica do jogo. Apesar da França manter o domínio, o contra golpe de Portugal era mais perigoso com o camisa 20. O primeiro tempo se foi e o placar permaneceu intacto em 0 a 0, com Rui Patrício salvando sua seleção em duas grandes oportunidades para os franceses.

No início do segundo tempo, Portugal continuou esperando a França no campo de defesa e apostando no contra-ataque. Renato Sanches, de apenas 18 anos, sentia o peso da final e conseguia efetuar alguns desarmes, mas errava passes bobos, e Adrien o mesmo. O primeiro a ser substituído foi o camisa 23, que deu vez a João Moutinho. Entre o ingresso de João Moutinho e a saída de Renato, a França quase abriu o marcador numa cabeçada de Griezmann, que passou perto do travessão. Logo em seguida, saiu Renato e entrou Éder, e estas duas substituições entrariam para a história. Ainda no fim do jogo, Gignac driblou Pepe e chutou a bola que beijou a trave direita de Rui Patrício, a sorte estava do lado português. Fim dos 90 minutos, 0 a 0, mais um empate para Portugal, mais uma prorrogação na Euro, a mais importante da história do futebol luso.

Logo no início da prorrogação, Raphäel Guerreiro devolveu a bola na trave quando, em cobrança de falta, a bola foi ao poste, era quase o primeiro gol português na final. O tempo extra estava morno, quase apático na primeira parte, chances quase nulas.

No segundo período dele, sim, aos 5 minutos as substituições citadas acima que haviam entrado para a história do futebol português iriam agir. William Carvalho roubou a bola na esquerda, tocou para Moutinho que assistiu Éder que sozinho ter todo o espaço para carregar para o meio, limpar e chutar de direita de fora da área. Era o GOL, o gol do título, o gol da Euro, o gol para pôr Portugal em um outro patamar. A França estava entregue após isso, afobada, afoita, não fazia mais nada, toda a posse era em vão, foi só esperar o apito final e pronto.

PORTUGAL CAMPEÃO EUROPEU DE 2016. O grito que guardávamos há 12 anos enfim pôde ser solto.

Oeste, o ressuscitador dos times em má fase

Mesmo com mais chances de gol, Oeste perde feio para o Bragantino em Osasco

Foto: Reprodução/Futebol Interior
Não é de hoje que o Oeste costuma ressuscitar times que estão em má fase, é incrível. Só nesse ano já aconteceu três vezes e, pra variar, "dentro de casa", onde o time deveria ser superior, ainda mais quando o adversário está numa situação pior na tabela. 

Dessa vez o vexame foi diante do Bragantino, em jogo realizado em Osasco, e, vendo o resultado, muitos podem pensar que o Bragantino nos humilhou dentro de campo, mas não foi assim. No primeiro tempo até que o visitante foi melhor e teve mais chances de gols, tanto que eles abriram placar logo no início da partida e só.

No segundo tempo, o Oeste estava melhor ofensivamente, teve mais chances. Porém, a pontaria dos atacantes oestinos não anda nada calibrada, fazendo com que eles perdessem inúmeras oportunidades, sem tirar também o mérito do goleiro adversário que salvou bastante.

Mais uma partida em que as atuações dos jogadores do Oeste foram apagadas, como Léo Arthur, que parecia que seria uma das revelações dessa Série B e ficou totalmente sumido dentro de campo. Ricardo Bueno não é mais o mesmo camisa 9 artilheiro que passou por aqui em 2009, aquele cara matador que era certeza que todo jogo ia deixar o dele. Francisco Alex, que no começo do Campeonato que era um jogador que era só entrar que fazia a diferença dentro de campo, hoje é só mais um no elenco. Uma das únicas evoluções trata-se de Marcus Vinícius, que aliás fez o único gol da partida contra o Bragantino, o "gol de honra", aos 43 minutos da etapa final, sacramentado a derrota do Rubrão contra o Bragantino por 3 a 1.

O time do Oeste não pode oscilar tanto como anda acontecendo nessa Série B. Já falei várias vezes nos meus textos que é uma competição difícil, que não pode dar vacilo. Hoje podem achar a derrota aceitável, mas no final pode fazer a diferença. Então pelo menos em casa tem que fazer a sua lição e ir a luta fora de seus domínios, vi uma crescente no jogo contra o Luverdense, em que o Oeste conseguiu a vitória, e esperava que o time fosse manter o ritmo nessa rodada. Infelizmente não foi isso que aconteceu.

Sua próxima missão será em Florianópolis-SC, diante da equipe do Avaí, no Estádio da Ressacada às 21h30. É jogo de ir pra cima e buscar o resultado para se distanciar da chata zona da degola.

Césare Boralli || @cesareboralli
Linha de Fundo || @SiteLF

VAMOS OESTE!

Sob pressão, Tupi vence na base da superação

Na última sexta-feira (08), o Tupi voltou à atuar em casa, pela 15ª rodada da Série B. Após uma sequência de dois jogos fora e duas derrotas, o Galo Carijó buscava a reabilitação e só uma vitória poderia dar mais tranquilidade ao time, que entrou em campo muito pressionado pela torcida.

O Tupi voltou a vencer pela Série B (Foto: Reprodução/ESPN)
Contudo, a partida não seria nada fácil e o adversário era o Ceará, que também precisava da vitória para assumir a liderança provisoriamente. Mesmo sem apresentar um futebol convincente, o que não é de suma importante diante de um adversário forte, o Tupi conquistou a vitória de virada. Com o resultado, o time mineiro chegou aos 12 pontos e subiu três posições, porém, os jogos de sábado deixaram o time na 19ª colocação.

O JOGO

Apesar de atuar em casa e com a enorme necessidade de vencer, Estevam Soares optou por uma formação bem cautelosa e escalou quatro volantes, o Tupi foi a campo com Rafael Santos; Wesley Douglas, Rodolfo Mol, Gabriel Santos e Bruno Costa; Renan Teixeira, Rafael Jataí, Marcos Serrato e Gabriel Sacilotto; Jonathan e Rubens; alinhado no tradicional 4-4-2 que se transformava em um 3-5-2 quando um dos volantes  Renan Teixeira  fazia a função de terceiro zagueiro. 

Dessa forma, os laterais, teoricamente, teriam mais liberdade para subir, assim como os volantes. No entanto, na prática isso não ocorreu, o Tupi começou o jogo tendo  ainda mais  dificuldades para criar e também deixou espaços no setor defensivo. Bastou apenas a primeira boa movimentação do adversário para quebrar a marcação carijó. Logo aos 9 minutos, Wescley recebeu de Richardson e tocou por cima de Rafael Santos, para inaugurar o marcador.

Após o gol, a estratégia foi por água abaixo e obrigatoriamente o Tupi teve que propor o jogo. Para isso, o técnico acertou a sua equipe e Bruno Costa passou a exercer a função de terceiro zagueiro, enquanto Renan foi adiantado. A mudança surtiu efeito e o time passou a se comportar melhor defensivamente. Porém, os jogadores parecem ter sentido a pressão e começaram à cometer erros grotescos de passes e domínio, o que deixou a torcida ainda mais irritada. O Ceará não aproveitou do momento e não ampliou.
O Galo Carijó buscou o empate ainda no primeiro tempo (Foto: Bruno Ribeiro/globoesporte.com)
A primeira chance do Tupi surtiu da bola parada e foi bem aproveitada. Aos 27', Jonathan cobrou escanteio, a defesa afastou parcialmente, Gabriel Sacilotto chutou mascado e a bola sobrou para Rodolfo Mol, que girou e bateu no cantinho. 1 a 1. 

O empate animou o time da casa, que balançou as redes novamente 3 minutos depois do primeiro, porém, o árbitro marcou uma falta em cima do goleiro e anulou  de forma equivocada  o que seria a virada. No restante do primeiro tempo, o time seguiu buscando mais o gol, sem sucesso. As equipes voltaram para o intervalo com o empate, que seria ruim para ambos. 

A etapa complementar começou diferente. Mesmo sem nenhuma substituição, o Tupi teve outra postura e adiantou as suas linhas, impondo mais dificuldades ao adversário. O Ceará, por sua vez, não teve mais tanta facilidade para trocar passes no campo de ataque e abusou dos chutões. 

Com mais posse de bola, o time da casa passou a dominar a partida e foi quem buscou mais o gol. Estevam Soares notou que poderia vencer a partida e resolveu mexer na equipe: Rubens e Wesley Douglas  este por lesão  deram lugares à Vinícius Kiss e Thiago Silvy. Apesar de ter ganhando em movimentação e velocidade, a equipe não conseguiu envolver a marcação, fazendo o goleiro adversário ser pouco exigido. A última cartada foi a entrada de Thiaguinho no lugar de Gabriel Sacilotto.


O Tupi conseguiu a virada no fim (Foto: Felipe Couri/tupifc.esp.br)
Parecia que o cenário não mudaria, entretanto, as melhores chances do segundo tempo surgiram a partir dos 40 minutos. A primeira delas foi do Ceará, em um escanteio Valdo teve uma grande chance na pequena área, mas furou. No lance seguinte, o Tupi ligou um contra-ataque, Thiaguinho tocou para Thiago Silvy, o atacante não conseguiu dominar e a sobra ficou para Marcos Serrato, que finalizou da entrada da área e a bola tocou na trave antes de entrar. 

Sem muito tempo para reagir, o Ceará só teve mais uma chance. No último lance, Felipe acertou um chute a queima-roupa e Rafael Santos  mesmo com muitas dores  conseguiu evitar o empate, garantindo os três pontos.   

Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr

De novo? Com direito a pênalti perdido, Papão empata de novo

Na noite deste sábado (9), o Paysandu voltou a jogar pela Série B depois de passar de fase na Copa do Brasil. O adversário da vez era o Londrina, clube que, juntamente com o alviazul, era o que mais havia empatado no campeonato.

Quem esperava que a soma do 0x0 havia tido um fim nesta quarta-feira, se enganou. E depois de Atlético-GO, Goiás e Sampaio, foi a vez de empatar com Tubarão no mesmo placar. ficando mais uma rodada sem marcar gols. O Paysandu começou bem no primeiro tempo e teve a oportunidade de abrir o placar logo aos cinco minutos, quando Edson Ratinho dominou no meio de campo e tentou encobrir o goleiro, mas a bola passou perto e acabou saindo. Logo depois, Lucas teve a oportunidade de marcar chutando cruzado dentro da área, porém o chute foi para fora.

(Foto: @Paysandu)
A partida ficou um tempo sem muitas jogadas perigosas, muito por culpa do juiz que marcava todo e qualquer toque, atrapalhando o andamento do jogo e deixando a qualidade do mesmo mais baixa. Aos 27 minutos, o Londrina quase abriu o placar com Germano, que aproveitou cobrança de falta na área e cabeceou na pequena área, obrigando o goleiro Emerson a fazer grande defesa.

O Papão tentava o gol de todas as formas, entretanto, parecia não ser o dia de comemorar gols. Aos 31 minutos, Lucas cruzou para Betinho cabecear na área e Marcelo Rangel fez a defesa. Logo depois, Maílson teve a oportunidade de marcar aproveitando a sobra de bola e chutando com força na trave.

Para o começo do segundo tempo, os times não fizeram alteração. E começou novamente com oportunidade do Paysandu. Aos 4 minutos, a zaga do Londrina afastou um cruzamento e a bola sobrou para Maílson chutar, mas acabou indo para fora. Depois disso, o jogo esfriou um pouco e ficou um tempo sem jogadas perigosas, com muitos erros no meio de campo.

Numa oportunidade aos 14 minutos, Maílson driblou dois marcadores e mandou um chutaço na entrada da área, a bola passou raspando a trave. Quinze minutos depois, Matheus botou a mão na bola e o juiz assinalou o pênalti. Na cobrança, Betinho bateu mal e viu o goleiro Marcelo Rangel fazer a defesa.

No final do jogo, o Londrina teve a oportunidade de marcar em um levantamento na área, porém Germano cabeceou para fora e o placar terminou como começou: Paysandu 0x0 Londrina.

Palavra da Colunista: Depois de mais um 0x0 na Série B, é necessária a análise individual dos jogadores.

Emerson: Se saiu muito bem quando foi exigido. Reposição de bola boa, ajudava em alguns lances perigosos. A demora em bater o tiro de meta incomodava, mas a culpa era dos atletas que não se movimentavam.

Edson Ratinho: Demorava a tomar decisões e teve seus altos e baixos na partida.

Gilvan: Pecou em algumas bolas aéreas defensivas, mas pelo chão deu vários "botes" certos.

Lombardi: Atrapalhava o Gilvan em alguns momentos e só queria dar lançamento.

Lucas: Precisa voltar para sua posição de origem, não se saiu tão mal, mas a qualidade está sendo ameaçada.

Jhonnatan: Sumiu o jogo inteiro e só apareceu no final do segundo tempo querendo ser o herói do jogo.

Capanema: Melhorou o passe, um dos melhores em campo. Só pecou na demora para soltar a bola e fazer o jogo fluir melhor.

Rafael Costa: Errou em tudo, inclusive no seu ponto forte, que era a bola parada.

Ruan: No 1° tempo se saiu bem, demonstrava uma boa visão de jogo, soltava a bola. No 2° caiu muito de nível, não conseguia dominar uma bola e ainda prejudicou na marcação do lateral.

Maílson: Perdeu as melhores chances do Paysandu, tem qualidade, mas precisa treinar um pouco mais a finalização e soltar a bola um pouco mais rápido.

Betinho: Além de perder o pênalti, fez um jogo péssimo. Nem atrapalhou os zagueiros na bola aérea.

Celsinho: Errou quase todos os passes, a maiorias das tentativas de cruzamento, esqueceu como se levanta bola na área.

Tiago Luís: Se movimentava, mudava de lado, pedia a bola. Até que se saiu bem, mas ainda há muito o que analisar.

Cearense: Entrou no final, porém não fez nada.

Gilmar Dal Pozzo: Não foi Dal Pozzo, fez trocas onde não demonstrou a ousadia habitual. Não mexeu no sistema tático do time. E precisando do resultado, jogando em casa, parecia estar satisfeito com o resultado.

Próximo jogo: Nesta terça-feira (12), o Paysandu enfrenta o Paraná, na Vila Capanema. O jogo será às 21h30.

Egrégios X Gauleses: o duelo de tirar o fogo no Parc de France

Confronto do ano de 2016. Fonte: http://blogs.diariodepernambuco.com.br/
A partida final a ser disputada no estádio de Saint-Dennis colocará um confronto marcado por adversidades e contradições desta UEFA EURO 2016. De um lado, a seleção portuguesa, que pegou um chaveamento sem bicho papão e, mesmo com apenas uma vitória no tempo normal, outra na prorrogação e mais quatro empates (sendo três na primeira fase) conseguiu alcançar o feito de 2004, quando sediou o torneio e foi derrotada pela Grécia. Já o time francês, que pegou um chaveamento mais forte, mas contou com uma sorte nos cruzamentos de oitavas e quartas de finais, por conta dos adversários que enfrentou (2x1 contra a Irlanda e 5x2 contra a Islândia), mas virá muito bem embalada após a vitória sobre os atuais campeões mundiais e favoritos desta edição, podendo faturar seu terceiro título.


Sobre a seleção portuguesa, tudo levava a crer que poderia ser uma seleção que não avançaria muito de fase nesta competição por conta da atual geração. Portugal teve uma campanha segura na fase eliminatória, quando terminou na liderança do Grupo I com Albânia, Dinamarca, Armênia e Sérvia. Por conta disso, esperava muito que Cristiano Ronaldo fosse a esperança de gols e melhores jogadas da equipe. Mas na fase de grupos desta edição, o que se notou foi uma maior dificuldade da seleção lusitana em se impor nos jogos contra as equipes de menor porte no seu grupo, tanto que o tríplice empate nestes jogos teria tirado equipe portuguesa das oitavas de finais se o regulamento fosse outro (caso fosse o número de vitórias o primeiro critério). Em ambos os jogos, mostraram problemas defensivos que comprometeram o curso das partidas (1x1 contra a Islândia, 0x0 contra a Áustria com pênalti perdido por Cristiano Ronaldo e 3x3 contra a Hungria).

A partir das oitavas de finais, a seleção portuguesa mostrou maior competência defensiva embora tivesse mais dificuldades na criação de jogadas. Contra a Croácia, o time foi inteiramente dominado durante os 120 minutos, mas foram cirúrgicos no lance de contragolpe e Quaresma começou a ser o cara das decisões para a seleção. O seu gol de cabeça, após a finalização de Cristiano Ronaldo com um rebote do goleiro matou a partida nos minutos finais e colocou a equipe na próxima fase. Nas quartas de finais, a partida mais difícil contra a seleção da Polônia. O jogo foi bem equilibrado com o gol dos poloneses marcado por “Kuba”, mas Portugal empatou ainda na primeira etapa com Renato Sanches, após desvio em Krichowiak. O restante do jogo continuou intenso e nas penalidades os portugueses foram mais efetivos e, após o pênalti perdido por “Kuba” ficou novamente a cargo de Quaresma a decisão de levar os portugueses na fase seguinte. Por fim, a partida contra País de Gales mostrou o melhor jogo de Cristiano Ronaldo em duelo particular com o seu companheiro de clube, Gareth Bale. O craque foi o principal nome do jogo fazendo o primeiro gol, após subir muito de cabeça e vencer o goleiro Henessey e ser o responsável pelo gol de Nani após chute mascado desviado pelo atacante.


Pelo lado da seleção francesa, por se tornar o país sede da competição a seleção aproveitou as eliminatórias para realizar grandes jogos em sua casa por conta de se ambientar com o ambiente competitivo, assim como fizeram na Copa de 1998. Contou com uma geração bem talentosa e que vinha de uma ótima Copa do Mundo de 2014, além da revelação recente de grandes nomes, como o atacante Martial, do Manchester United. Na fase de grupos desta edição os franceses encontraram algumas dificuldades contra as seleções menores, principalmente pela questão do jogo defensivo praticado pelas equipes, As duas primeiras vitórias contra a Romênia e a Albânia (por 2X1 e por 2X0 respectivamente) mostraram que os franceses tiveram muitas dificuldades para furar o bloqueio dos times adversários, principalmente pelo centro de campo. Já no jogo contra a Suíça criaram mais chances de gol, mas a boa atuação do goleiro Sommer fez com que o jogo terminasse sem gols.

A partir das oitavas de finais, a seleção francesa começou a crescer gradativamente, junto com o futebol de um dos seus principais nomes da equipe. A ascensão de Antoine Griezmann fez com que a seleção elevasse ainda mais o seu nível de jogo. O jogo contra a Irlanda começou muito difícil para os franceses, com o gol do time celta saindo no começo do primeiro tempo com XXX, mas o craque francês decidiu no segundo tempo sendo o grande responsável da virada. Nas quartas de finais, a grande partida da seleção veio contra a sensação desta edição, a Islândia, mas o time anfitrião não mostrou cerimônia e terminou o primeiro tempo já goleando por 4X0 com outra boa atuação dos atacantes Griezmann e Giroud.  No segundo tempo, o valente time islandês ainda foi a vera para conseguir dois gols, mas Giroud ainda marcou o 5º gol dos franceses garantindo a classificação. Nas semifinais, a bola da vez foi o jogo contra a seleção alemã. Muito se ansiava por este jogo por se tratar de duas das melhores equipes do futebol mundial, mas novamente Antoine Griezmann foi decisivo e com os dois gols, além de se tornar o grande artilheiro da competição, foi determinante para a vitória sobre a Alemanha, em Marseille.

O jogo acontece às 16 horas (horário de Brasília), no estádio Parc de France, em Saint-Dennis. Espera-se uma partida muito bem disputada e equilibrada, com um pequeno favoritismo dos donos da casa, mas antes de qualquer coisa, um duelo entre dois dos grandes jogadores: Cristiano Ronaldo x Antoine Griezmann, além de um jogo melhor de grandes coadjuvantes, como Nani, Renato Sanches, Pogba e Payet.

Produzido pelo colunista:
Marcos Paulo || @makavista

Precisamos de sorte

Novamente, não faltou luta para o Goiás em mais uma partida da Série B. Fomos incisivos no ataque, buscamos o resultado, tivemos oportunidades ótimas e tentamos a reação, porém, não estamos com sorte em quase nenhum jogo. As coisas andam ficando feias. Mesmo assistindo mais uma grande atuação de Rossi e o primeiro gol do Léo Lima no seu retorno ao Verde, tivemos que ver também atuações grotescas de Wendel, Carlos e da nossa defesa. Acho que tirar o Renan não era o bastante.

Goiás consegue virar o jogo, mas cede empate no final. Foto: globoesporte.com
Eu gosto do futebol do Wendel e do Carlos. São jogadores que já tiveram boas atuações em alguns jogos, mas ontem, os erros deles foram cruciais para que não saíssemos com os três pontos. Logo no início, engolir o gol perdido por Carlos sem goleiro foi difícil. Wendel vacilando no campo defensivo e cedendo o primeiro gol do Atlético, foi mais difícil ainda. Não podemos continuar com tantos erros bobos.

Já disse e repito aqui: é fato que melhoramos, porém, do que adianta se a "zica" não sai. Já estou pensando seriamente que o Goiás precisa de uma macumba ou algo do tipo, para começarmos a vencer os jogos. Não é possível que as coisas sempre deem errado. Léo Condé fez o time andar com as substituições, mas fiquei sem entender o porquê dele colocar Cassiano no jogo, quando tínhamos Daniel Carvalho. Até o Rafhael Lucas seria mais útil naquele momento, pois o Cassiano só sabe correr e velocidade nós já tínhamos com o próprio Rossi e Carlos.

Esse time do Atlético, simplesmente não tem nada demais. É o maior cavalo paraguaio que eu já vi, e que simplesmente está se aproveitando de um treinador muito competente que é o Marcelo Cabo. O trabalho dele e a filosofia de jogo desse treinador é realmente diferenciado, e foi um belo tiro no alvo de Adson Batista, porém, a equipe é simplesmente comum. Podíamos ter ganhado o jogo ontem com muita facilidade, se tivéssemos aproveitado as chances que criamos.

Léo Lima é simplesmente um ídolo do Goiás. Além de ter feito uma ótima partida, ele dedicou o seu gol de pênalti ontem para sua esposa, que está no Rio de Janeiro lutando contra um câncer. Um cara que mesmo passando por essa situação, se dedica em campo para honrar a camisa que ele tanto ama e que ele tanto quer ver crescer no futuro. Força, Léo Lima. A massa esmeraldina estará sempre com você.

Léo Lima em ação ontem pelo Goiás no clássico. Foto: globoesporte.com
Desde já, acredito mesmo que possamos reagir no campeonato. Em acesso, eu já não penso mais, porém, ainda temos jogos e temos que acreditar e apoiar o time. Não importa quem veste a camisa do Goiás, mas se estiver com ela, estarei apoiando. E que a sorte volte para o portão da Serrinha de agora em diante.

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Criciúma empata e se afasta do G4

Na noite desta sexta (8) o time do Criciúma enfrentou o Luverdense pela 15º rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. A noite foi de alegrias passageiras e um final lamentável para o torcedor que assistia e o sonho do acesso se tornou mais distante.

GustaGol durante a partida (Foto:Criciumaec.com)
O time da casa começou sendo pressionado pelo time do Luverdense, o que chegava a ser feio para quem assistia. Aos 14' na cobrança de falta, Ferron cabeceou para dentro do gol e abriu o placar para o tigre, porém mesmo marcando o Criciúma continuou preso e o time visitante chegava muito perto de marcar. Aos 20' em mais uma cobrança de falta, como no gol anterior Gustavo marcou o segundo do tigre. A partir daí o clube começou a criar jogadas com boas finalizações, principalmente pela direita. Aos 45' Barreto marcou contra. Tentando defender a bola cobrada no escanteio, acabou empurrando a bola para dentro com a coxa, finalizando o primeiro tempo em Criciúma 2x1 Luverdense

Para o segundo tempo, ambos os times voltaram sem modificações. O time do Criciúma infelizmente continuava sendo pressionado pelo Luverdense o que não agradava o torcedor. Aos 18' o time visitante conseguiu o que queria: um empate. Em um cruzamento, zaga vacilou e Tozin marcou para o LUV finalizando o jogo em Criciúma 2x2 Luverdense.

O novo reforço do clube Pitbull estreou naquela noite. O jogador tentou ajudar o time, porém sem apoio para continuidade dos lances ficou difícil para Pitbull.

O técnico do Criciúma cometeu erros de escalação que consequentemente prejudicaram o time, e também erros nas substituições, deixando em campo quem já estava cansado e não havia rendido nada durante o jogo.

Os últimos resultados do clube não vêm agradando a muitos, e o acesso se torna cada vez mais distante. Existem muitos gols desperdiçados e um time muitas vezes desentrosado, o que não deveria ser considerando que já estamos no meio do campeonato.

Atualmente o Criciúma se encontra na 6ª posição da tabela e seu próximo confronto será contra o Ceará, jogo considerado difícil, pois o time do Ceará vem fazendo uma boa campanha dentro de casa.

Como sempre se espera uma melhora no time e rápido. Alguns dizem que precisamos de reforços, porém o que mais se necessita no time são raça e amor à camisa.

''JOGUE COM RAÇA, COM CORAÇÃO''

Letícia Figueredo

Sidão faz milagre, Botafogo empata e segue fora do Z4

Na tarde deste sábado (9), o Botafogo foi até o Couto Pereira para duelar com o Coritiba. Lutando contra o rebaixamento, os dois times não saíram do zero. Com o empate, o Glorioso chegou aos 16 pontos e continua fora da zona da degola. Na próxima quarta (13), a equipe comandada por Ricardo Gomes enfrentará o Bragantino, em jogo válido pela terceira fase da Copa do Brasil.

Bota e Coxa lutaram mas não balançaram as redes (Foto: Guilherme Artigas/ Fotoarena/ Lancepress)
O JOGO

Apesar da falta de gols, Coritiba e Botafogo buscaram a vitória durante o jogo inteiro. Talvez por limitações técnicas, as equipes não tenham conseguido chegar ao resultado esperado. Os dois times pecavam na troca de passes. Eram muitos erros, alguns até simples. O Coxa teve uma boa chance logo no início da partida, mais precisamente aos 3 minutos. Emerson Conceição chegou bem pela esquerda e cruzou na área. Kazim conseguiu tocar na bola, mas não na direção do gol. Aos 12', Neilton ganhou no meio, botou a bola na frente e disparou a caminho do gol. Luccas Claro, preciso, conseguiu chegar a tempo de fazer o corte. Dessa vez o perigo foi botafoguense.

Aos 16 minutos, o Glorioso assustou novamente. Diogo Barbosa deu lançamento espetacular para Camilo, que ficou cara a cara com Wilson. O meia girou e chutou, mas o goleiro do Coxa fez boa defesa ao desviar com a mão. A partida era equilibrada até então. O Alvinegro marcava forte, dificultando o Coritiba, que não conseguia trocar passes depois do meio de campo. Aos 36', Kleber, sem marcação, recebeu na área. O atacante, porém, chutou fraco e facilitou a vida de Sidão, que defendeu sem problemas. Aos 38', o Botafogo se enrolou. A bola voltou para Sidão, pelo alto, que tentou pegar, mas a deixou escapar. Por sorte ela saiu pela linha de fundo. O goleirão então resolveu se redimir da lambança. Aos 43 minutos, após cobrança de escanteio, Kleber chutou forte para o gol. A bola passou por baixo das pernas de Sidão, que conseguiu segurar em cima da linha, evitando que ela entrasse toda. Foi um verdadeiro milagre. Aos 47', o primeiro tempo chegou ao fim.

O Alvinegro voltou com modificação para a etapa final. Leandrinho entrou no jogo e substituiu Neilton. Aos 7 minutos, o Coritiba quase abriu o placar, após cobrança de falta e desvio de cabeça de Juninho. A bola resvalou no travessão e saiu. Aos 10 minutos, o Glorioso quase chegou ao gol. Emerson Conceição deu um chutão na direção do gol de Wilson após cruzamento e por pouco não marcou contra. A bola bateu na trave. Aos 22 minutos, Airton foi substituído por Fernandes. O jogo era aberto. Aos 31 minutos, Kleber recuperou bola perto da linha de fundo e cruzou para Evandro, dentro da área, que pegou mal e chutou para a rede pelo lado de fora. Ricardo Gomes fez a última alteração aos 40 minutos. Sassá deu lugar ao também jovem Vinícius Tanque. Aos 47 minutos, Luis Ricardo aproveitou erro e ficou com a bola. O lateral viu Wilson adiantado e tentou encobri-lo. Sem sucesso, mandou para fora. No último minuto da partida, Kazim recebeu dentro da área e tentou, de voleio, mandar para o gol. O turco pegou mal na bola e Sidão defendeu. O apito final veio instante depois. 

OBSERVAÇÕES

O Botafogo poderia ter saído com a vitória. Empatar no Couto Pereira não é um resultado ruim. Com o ponto conquistado, o Glorioso segue fora da zona de rebaixamento.

Rodrigo Pimpão está longe da forma física ideal. Foi titular durante toda a partida. Neilton foi substituído no intervalo. Achei que Ricardo Gomes mandou mal.

Sidão brilhou novamente. Fez milagre no fim do primeiro tempo. Já Diogo Barbosa não voltou bem do Departamento Médico (que antes tarde do que nunca, está esvaziando). Victor Luis pode em breve roubar a vaga no time titular.

Quarta-feira o Alvinegro volta às atenções para a Copa do Brasil. Sábado, tem clássico com o Flamengo. O ideal é que no meio da semana, o time que esteja em campo seja reserva, ou misto, no máximo. Colocar Camilo, Airton, Emerson Santos, Rodrigo Lindoso, Sassá e outros que vêm sofrendo com lesão é dar um tiro no pé. 


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FICHA DO JOGO

Coritiba 0
Wilson, Ceará (Dodô), Luccas Claro, Juninho, Emerson Conceição; João Paulo, Alan Santos, Juan (Evandro); Leandro (Vinicius), Kleber, Kazim. Técnico: Pachequinho.

Botafogo 0
Sidão, Luis Ricardo, Renan Fonseca, Emerson Santos, Diogo Barbosa; Airton (Fernandes), Rodrigo Lindoso, Camilo; Rodrigo Pimpão, Neilton (Leandrinho), Sassá (Vinícius Tanque). Técnico: Ricardo Gomes.

Estádio: Couto Pereira (PR).
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP).
Assistentes: Danilo Ricardo Simon (SP) e Gustavo Rodrigues de Oliveira (SP).
Cartões amarelos: Kazim (Coritiba); Diogo Barbosa, Airton e Fernandes (Botafogo).
Público: 11.715.
Renda: R$ 225.465,00.

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 

Em duelo de lanternas, o Joinville leva a melhor sobre o Sampaio

Em Santa Catarina, o Sampaio Corrêa enfrentou o Joinville pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B. O duelo de tricolores marcava o encontro dos dois últimos da tabela. O time maranhense vinha de um empate diante do Paysandu e o JEC, que não vencia a seis jogos, de uma derrota para o Brasil-RS. A vitória dos donos da casa foi justa e a Bolívia Querida acabou sendo derrotada por 2 x 0.


Ainda sem poder contar com Rafael Estevam, o técnico Wagner Lopes promoveu a estreia de Renan Luís na lateral esquerda. O jogador disputou o Paulistão pelo RB Brasil e quase não foi utilizado na competição. Isso mesmo! O lateral esquerdo era reserva desse time. A que ponto nós chegamos! No papel, o tricolor maranhense foi armado para ser ofensivo e apostaria na velocidade de Edgar e Pimentinha pelos lados no ataque.

O time da casa começou dando um susto na defensiva maranhense e já demonstrava o que seria a tônica do jogo. Logo aos 2 minutos, o meia Carlos Alberto chutou de fora da área e Rodrigo Ramos fez a defesa em dois tempos. E não demorou muito para o mesmo Carlos Alberto dar início a mais uma derrota da Bolívia Querida. Aos 11 minutos, o JEC cobrou lateral na direita diretamente na área. O zagueiro Luiz Otávio cabeceou erroneamente para trás e a bola caiu nos pés do camisa 10 catarinense, que finalizou de primeira para abrir o placar.

A defesa boliviana continuava a dar espaço para as investidas do time da casa. E aos 15 minutos, Diones recebeu bom passe entre a defesa adversária e rolou para o meio da área para Naldo, que chutou por cima do gol, na saída do goleiro Rodrigo Ramos. O time maranhense só conseguiu levar perigo dois minutos depois. Como no lance do gol sofrido, o Sampaio fez a reposição de lateral para dentro da área da lateral esquerda e o zagueiro Rafael Donato cabeceou para trás e a bola sobrou para Lucas Sotero dentro da área. Ele tocou para Pimentinha, que chutou no ângulo esquerdo, mas Aranha fez uma ótima defesa, mandando a bola para escanteio.

O Sampaio se soltou mais em campo e conseguiu levar perigo com Lucas Sotero chutando com liberdade de fora da área. A bola passou com muito perigo ao lado do gol. Aos 31’, o camisa 10 do tricolor maranhense arriscou de longe, assustando o goleiro do JEC.

Dez minutos depois, o Joinville selou a vitória. Reginaldo cruzou rasteiro para a área. A bola passou por Heliardo e Carlos Alberto recebeu, girou sob a marcação adversária e chutou para fazer o segundo gol do time da casa e o seu segundo na partida.

O segundo tempo não reservou grandes momentos para ambas as torcidas. Lucas Sotero tentou levar perigo nas cobranças de falta e Edgar arriscou de fora da área, mas a Bolívia Querida não conseguiu obrigar o goleiro Aranha a trabalhar. Edgar ainda sofreu um pênalti claro não assinalado pela arbitragem, prejudicando a equipe, já que poderia mudar a cara do jogo. Aos 38 minutos, o camisa 10 do time maranhense cobrou escanteio e Luiz Otávio desviou de cabeça na primeira trave. A bola passou muito perto do gol. A partida chegou ao fim e mais uma vez o Sampaio voltou a ocupar a lanterna da competição.

O time da casa começou bem o jogo, dominando as ações ofensivas. A marcação do Sampaio estava frouxa e a defesa estava bastante perdida. O lado esquerdo defensivo deu bastante espaço para o adversário, nota-se pelos gols sofridos. No segundo tempo, os dois times abdicaram de jogar e não criaram nada. O Joinville se fechou no campo de defesa, natural devido à vantagem no placar. O tricolor maranhense dominou a posse de bola, mas foi ineficiente no sistema ofensivo. A bola não chegou limpa uma vez sequer para o centroavante Elias finalizar. O time arriscou alguns chutes de fora da área, sem espaço para trabalhar na entrada da área, já que o time da casa marcava com uma densidade apertada.

Na próxima rodada, a Bolívia Querida voltará aos seus domínios para receber o Bahia, na sexta-feira (15), às 21h30, no Estádio Castelão. O Sampaio está a cinco pontos de sair da zona de rebaixamento, apesar da posição delicada.

FICHA DO JOGO:
JOINVILLE 2 X 0 SAMPAIO CORRÊA

Local: Arena Joinville – Joinville (SC)
Data/Horário: 09 de Julho de 2016, às 16h
Gols: Carlos Alberto, aos 11’ e 41’ 1ºT (Joinville)
Cartões amarelos: Diego, Matheus Bertotto e Carlos Alberto (Joinville); Felipe Baiano (Sampaio)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Público: 4.887

Joinville: Aranha; Reginaldo, Rafael Donato, Ligger e Diego; Naldo, Matheus Bertotto, Diones (Thomás e depois Murilo), Everton Silva (Cléo Silva) e Carlos Alberto; Heliardo. Técnico: Lisca

Sampaio Corrêa: Rodrigo Ramos; Éder Sciola, Wágner Fogolari, Luiz Otávio e Renan Luís; Renan Ribeiro (Paulo Marcelo), Felipe Baiano e Lucas Sotero; Pimentinha (Rayllan), Edgar (Jean Carlos) e Elias. Técnico: Wagner Lopes

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes

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