A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Irregularidade no jogo e no campeonato

Rodada excelente para a Raposa e, para iniciarmos a semana com o pé direito, era necessário o Cruzeiro conseguir a vitoria diante do Atlético-PR. Porém, a equipe celeste não cumpriu o dever de casa e perdeu diante de sua torcida, que em plena segunda-feira foi ao estádio na esperança de um triunfo.

O que mais decepciona é a irregularidade do time, já que nunca sabemos como o grupo jogará no primeiro e segundo tempo. Um exemplo disso é esse duelo, em que a equipe foi superior na primeira etapa com grande número de finalizações, dominou o adversário do início ao final da fase inicial e, na segunda etapa, as falhas individuais tomaram conta.

Bom, a consciência da torcida azul e branca está tranquila, até porque nossa parte está sendo feita e ninguém tem o direito de falar que a torcida não está cumprindo com seu papel.

@Cruzeiro
 Os dois jogos disputados pelo Cruzeiro no Mineirão tiveram uma média incrível por parte da torcida. Foram 45 mil contra o Vitoria e 32 mil agora, tudo isso para quê? Para sairmos completamente decepcionados. A Raposa tem o segundo maior público e a quarta maior média do campeonato, sendo considerado o pior mandanteAntigamente o Gigante da Pampulha era uma arma que o Cruzeiro tinha nas mangas, agora o Mineirão virou nosso principal adversário.

Sobre o jogo:

A novidade da partida era Rafael Sóbis e Edimar, que fizeram suas estreias com a camisa estrelada. O Cruzeiro foi soberano no primeiro tempo, com quinze finalizações contra três do Atlético-PR, e, se não fosse pelas oportunidades desperdiçadas, o final do jogo poderia ser outra história.

A primeira etapa foi marcada pela organização e a facilidade de ataque do Cruzeiro, que amenizava o terror da zaga cruzeirense. As melhores chances da Raposa saíram do pé de Arrascaeta, Willian e Sóbis, mas, para a infelicidade de muitos, o goleiro atleticano estava em uma noite inspirada.

O time comandado por Paulo Bento, que por sinal sempre faz substituições erradas, estava com maior posse de bola, entretanto o grande problema é que o gol não saia e rezávamos por um ainda na fase inicial. Infelizmente nossas preces não foram atendidas e o Cruzeiro foi para o intervalo sem estrear o marcador.

@Cruzeiro
Tragédia e frustração, essas são as palavras perfeitas que definem o Cruzeiro na etapa complementar. A todo momento procurávamos a Raposa do primeiro tempo, que impressionou com sua intensidade. Houve inversão de papéis, os atleticanos que antes estavam sumidos na partida, começaram o segundo tempo com uma postura totalmente diferente, já o Cruzeiro é melhor não comentar.

A Raposa fez um esforço novamente com Rafael Sóbis, Edimar, Arrascaeta, Willian, até Allano arriscou, mas a noite não estava a favor do Cruzeiro e, em um piscar de olhos, o time visitante estava ganhando o jogo com grande vantagem. O primeiro gol do Atlético-PR foi demérito total do nosso zagueiro Bruno Rodrigo. Depois do erro inacreditável, o Furacão gostou do jogo e, quando caímos na real, estava 3x0. Os gols foram marcados por Pablo e André Lima, que fez duas vezes.

Paula Fernandes- @Paulinha_CEC

Ressuscitou? Após sete jogos, Braga volta a vencer e bate o Oeste

No Estádio José Liberatti, o Bragantino foi enfrentar o Oeste na tarde deste sábado (2), pela 15ª rodada da Série B, e venceu por 3 a 1, com gols de Rafael Grampola, Erick e Jobinho, chegando aos 14 pontos, um a menos que o Goiás (o primeiro time fora da zona de rebaixamento).


Oeste 1 x 3 Bragantino (Foto: Futebol Interior)
O Bragantino foi enfrentar o Oeste em Osasco e vinha de uma derrota em casa para o Paraná. Tudo que o Braga buscava era uma vitória diante de um rubro-negro que não vem conseguindo manter a regularidade no campeonato.

PRIMEIRO TEMPO: Mesmo fora de casa, o Bragantino precisou de apenas três minutos para sair na frente do marcador. Em cobrança de lateral, o time avançou com velocidade pela lateral esquerda, Erick entrou dentro da área e cruzou rasteiro para Rafael Grampola finalizar na saída do goleiro Felipe Alves. O Braga saiu na frente logo no começo do jogo, o que animou o time para tentar ampliar a vantagem.

O Bragantino seguiu perdendo boas chances, como um lance em que Erick furou na hora de finalizar, perdendo a chance de ampliar. O Oeste exigiu boa defesa de Felipe em chute forte de Crysan, mas não conseguia furar a defesa do Massa Bruta e, quando conseguiu, Ricardo Bueno acertou a trave na cabeçada.

INTERVALO: No intervalo, o Bragantino não mexeu, já o Oeste fez duas alterações: saiu Crysan e João Pedro para as entradas de Marquinhos e Marcus Vinícius.


SEGUNDO TEMPO: O time da casa apertou o pé no segundo tempo e foi superior, mas não conseguiu criar boas chances. A primeira boa chance foi do Oeste, aos 10 minutos, quando Marquinhos arriscou de fora da área para defesa de Felipe. Enquanto isso, o seguro Bragantino apostava nos bem encaixados contra-ataques, tanto que, aos 21 minutos, a defesa tomou a bola e Serginho deu bom lançamento para Erick, que soltou uma pancada de direita para o fundo da rede, deixando assim o alvinegro com uma vantagem confortável de 2 a 0.

Em vez de recuar, como fazia o time de Toninho Cecílio, o Braga foi pro ataque; em outro contra-ataque estilo Barcelona, o Bragantino invadiu a área e Tartá finalizou, no rebote Rafael deu uma assistência de bicicleta para o pequeno Jobinho (1,70m) cabecear e fechar a conta. Ao ver que garantiu a vitória, o alvinegro relaxou e acabou levando gol no final, quando Marcus Vinícius testou firme para diminuir o placar para 3 a 1.

O Braga volta a jogar pela Copa do Brasil nessa quarta (13) diante do Botafogo em Bragança Paulista.

CONCLUSÃO: Finalmente uma grande atuação do Bragantino no campeonato; são jogos disputados nesse nível que dão confiança para os jogadores, coisa que o Braga ainda não tinha feito na competição. Time com vontade de atacar, sem medo e sem retranca, era exatamente isso que faltava no Massa Bruta e foi o que Marcelo Veiga trouxe.


O Bragantino não apenas venceu: convenceu...


Confira os melhores momentos da partida (Reprodução: Jornal Vanguarda)

Mateus Segur || @SegurMateus
Linha de Fundo || @SiteLF

Um empate nunca foi tão valioso: Murici de olho na classificação

A equipe alagoana tem tarefa difícil para este próximo fim de semana, quando vai encarar o Campinense em Campina Grande. O Murici se encontra na segunda posição do Grupo A9, mesmo com o empate do último domingo. No jogo que podia ter selado a classificação antecipada da equipe, o time começou vencendo aos 8 minutos do primeiro tempo, mas, por conta de um grande descuido, acabou tomando a virada e no fim conseguiu empatar.

Murici x Campinense (Foto: Jailson Colácio/Ascom Murici)
Foto: Jailson Colácio

Não será fácil a tarefa do Murici no próximo domingo. A Raposa paraibana mostra crescimento na competição e, vindo de duas vitórias (Fluminense em casa por 3 a 1; Sergipe fora por 1 a 0), a equipe que já parecia fora da competição cresceu e briga pela vaga na próxima fase. Rodrigão, que foi expulso na partida contra o Sergipe, deve ser uma das mudanças no time titular.

Os alagoanos precisam de um simples empate e garantem a classificação pelo menos como o pior segundo, já que no Grupo A4 Tocantinópolis e Águia de Marabá somam juntos oito pontos e o Águia tem menos gols que o Murici. A possibilidade de classificação só iria por água abaixo com um empate entre as equipes do Grupo A4, é necessário que os times acabem a partida com uma igualdade maior de quatro gols, bem difícil de acontecer.

Sendo assim, cabe ao Murici um simples 0 a 0 para passar a próxima fase. Villa Nova/MG do Grupo A14, com 7 pontos, e Espírito Santo do Grupo A13, com 5 pontos, são as equipes que estariam sendo eliminadas (entre os segundos colocados). O último, precisaria de um milagre diante da Caldense, em Minas Gerais, para se classificar, já que os mineiros ainda não perderam.

Expectativa

Primeira participação da equipe alagoana em competições nacionais (fora a Copa do Brasil de 2011), a ansiedade toma conta dos habitantes de Murici e a vontade de ver o clube crescer é cada vez maior. Neste ano, o alviverde conta com jogadores conhecidos no Nordeste e Brasil, e a experiência dos atletas favorece ao elenco, que está bem confiante na classificação.

O time de experientes do Murici:
Paulo Sérgio, Rodrigão, Rambo, Johnnattan, Wellington, Alexsandro, Fábio Lopes.

Agora é esperar por mais uma façanha do clube alagoano e torcer pela classificação.

As malas porta afora

O Internacional criou mais um fato novo e esse é o cenário: Argel precisava terminar com uma série de cinco tropeços para continuar como treinador time do Inter. Em sua coletiva, antes de embarcar para Recife, o treinador citou várias vezes que a relação dele com a direção do clube não era boa. Reclamou que os reforços vieram tarde, disse que está acostumado a sofrer pressão e que se for demitido não ficaria uma semana parado. Em resumo, tirou o dele da reta.

Argel estava certo em se queixar de tudo, pois a atual gestão do time tinha desde o ano passado muito tempo hábil para poder montar um elenco, no mínimo, competitivo. Mas não, eles moldaram um time de retalhos e deixaram o treinador com uma bomba e só esperavam que ela explodisse, assim como já fizeram com inúmeros técnicos. Qualquer criança sabe que sua equipe precisa de resultados e que isso é a base para conseguir ser campeão. Mas um grupo de pessoas que está a frente de um clube de futebol precisa saber muito mais que isso.

No conselho do clube hoje estão pessoas que não entendem de futebol e que dificilmente irão fazer um bom time. A atual gestão Colorada é cheia de momentos pífios, como a saída do D’ Alessandro para o River Plate quando o mesmo disse que só volta se Piffero sair; a não reposição de um jogador articulador em tempo hábil; trazer Bob, Leandro Almeida e Ariel, jogadores que eram odiados em seu clubes, mas com o titulo de “promessas”; ter Alex e Anderson com salários gigantescos e que hoje são reservas; entre outros momentos que prefiro chamar de "Pifferos", pois pífio é pouco.

Foto: Deive Pazos
Quem me acompanha sabe que digo que o nosso Internacional não tinha capacidade de conseguir algo com o nosso comandante. Então, como a direção, que diz entender de futebol, acharia que isso ia dar certo? Ok, Argel se foi, olhemos agora ao mercado. As opções são muito limitadas, pois no meio do ano ninguém vai deixar seu bom técnico sair. Vejo que precisamos de um técnico medalhão, daqueles que chegam e botam respeito. Dentro do perfil, Abel e Mano estão no mercado e Levir pode cair daqui a alguns dias no Fluminense, mas não vejo com bons olhos nenhum. O único que poderia encaixar era Mano Menezes, porém o gênio do presidente disse que ele não é treinador para o nosso clube. PATÉTICO.

O problema é que o clube está mandando embora inúmeros funcionários que não são capacitados, porém não consegue observar que o recrutador dos funcionários é o grande vilão. Se Argel se mostrou insuficiente, é erro dos dirigentes que acreditavam que era o cara pro Inter. E agora eles serão os mesmo dirigentes que contratarão o próximo treinador. Pellegrini, por favor, saia do Inter.

Agora espero o próximo treinador para dar calma ao meu time e tentar dar alegria a nós, torcedores. Ainda dá tempo de brigar...

Londrina: Jogo truncado e mais um empate

Diante do Criciúma na 14ª rodada, o Londrina  cedeu o empate e por consequência deixou de subir na tabela. Tentando recuperar-se e chegar mais próximo ao G4 a equipe de Cláudio Tencatti foi ao Pará enfrentar o Paysandu.

O Londrina possui a melhor defesa do campeonato (junto aos xavantes), do outro lado o Paysandu arrumou a casa - estava há 8 jogos sem sofrer gol. Tais dados foram autoexplicativos para quem assistiu a um primeiro tempo em que ambos se posicionaram muito bem, no tocante à defesa. O Papão da Curuzu buscava sempre as jogadas pelas laterais, estas esbarravam em erros de passes dos seus jogadores ou ainda em faltas cometidas pelo Alviceleste Paranaense. O Tubarão, por sua vez, buscava explorar os contra-ataques e as bolas paradas, encontrando pouco espaço nas linhas defensivas de Dal Pozzo.

Apesar da forma mais segura de se postar dentro de campo, os clubes propuseram um ritmo intenso durante a etapa inicial, o Papão empurrado por sua torcida e o Tuba pela necessidade do resultado. Pouco pode se elogiar do primeiro tempo, cabe apenas relembrar a bola colocada na trave por Maílson. A partir da boa finalização, as equipes diminuíram o ritmo e esperaram o fim dos primeiros 45 minutos.

Foto: globoesporte.globo.com
Já na segunda etapa, pode-se acompanhar uma partida muito mais truncada do que fora a primeira etapa. Muitas faltas, poucas chances e um futebol desgostoso aos olhos de qualquer amante do esporte. O Londrina parecia ter se rendido às infiltrações laterais, já que Lucas Ramón (jogador que retornou de empréstimo e agora compõe o elenco Londrinense) estava completamente sem ritmo e Léo parecia estar perdido na lateral oposta. Tencatti promoveu suas três substituições a fim de dar mais mobilidade e velocidade ao seu meio campo, pouco adiantou.

O grande lance do segundo tempo aconteceu quando o árbitro assinalou pênalti em falha do zagueiro Matheus. Penalidade cobrada por Betinho e, mais uma vez, Marcelo Rangel saltou para defender a cobrança, desta vez sem rebote para o adversário, livrando o Tuba de voltar para o Paraná com mais um resultado negativo. Nos instantes finais, tanto Londrina quanto Paysandu se atiraram ao ataque buscando o gol que traria os três pontos. O Alviceleste Paranaense desperdiçou duas grandes chances e o Papão ficou apenas no quase.

Em mais um jogo fora de casa, o Londrina fraquejou e, graças à sua boa linha defensiva (que às vezes falha), conseguiu sair de Belém com o empate na mão, com destaque para Marcelo Rangel que já defendeu o terceiro pênalti após assumir a titularidade. Apesar do desempenho totalmente abaixo do esperado, ainda houve a possibilidade de obter a segunda vitória fora de seus domínios, porém mais uma vez foi desperdiçada. Cabe ao elenco se unir para conseguir logo este segundo placar positivo e recuperar os pontos que deixamos ganhar em oportunidades em que o adversário era tecnicamente mais fraco e oferecia menos perigo.

Na Curuzu, para assistir Paysandu (0) x (0) Londrina, foram anotados 10.502 torcedores e 3.789 eram sócios torcedores, tal público rendeu R$ 109.000.

O Paysandu de Gilmar Dal Pozzo veio a campo com Emerson, Edson Ratinho, Fernando Lombardi, Gilvan e Lucas; Ricardo Capanema, Jhonnatan e Rafael Costa (Celsinho); Ruan (Tiago Luis), Betinho (Leandro Cearense) e Maílson.

Já o Londrina de Cláudio Tencatti foi com Marcelo Rangel, Lucas Ramón, Luizão, Matheus e Léo; Germano, Rafael Gava (Paulinho Moccelin) e Igor Miranda (Jumar); Zé Rafael (Netinho), Jô e Itamar.

Na próxima rodada:
Paraná x Paysandu - Vila Kapanema - 12/07, as 21h30
Atlético-GO x Londrina - Serra Dourada - 12/07, as 19h15

Vitor Guimarães || @VitorBatata3

Linha de Fundo || @SiteLF 

Um Vasco cirúrgico

     Fala, Turma da Fuzarca!


     Duas derrotas seguidas em São Januário, torcida desconfiada num Caldeirão as moscas e um Vasco apático perfeito.

    O Gigante deveria sobrar na competição e não é isso que acontece. Ainda assim, faltando muito, o Vasco é líder – obrigação. É como disse André Schmidt, em seu blog: “O coletivo do Carioca precisa de corretivo. Na B não está fluindo. Está ruindo”

Foto: Vasco Oficial
    A vitória veio em três lances capitais do jogo: O gol do Nenê no início; a interceptação de Luan, em cima da linha, e o decreto final com o próprio zagueiro olímpico. A torcida não espera somente a volta, quer formar uma base sólida, misturando a experiência dos “Trintões” e a alma dos jovens. Não é necessário fazer loucuras, deixa que o rival da Zona Sul faça isso.

    Ainda faltam algumas coisas, posições carentes, a retomada do espírito vencedor, a volta do Vasco. Foi com esta marca que o Vasco se fez grande: clube com gosto pelo desafio, inquieto por natureza, atrevido por opção. E foi por este perfil que se tornou popular: seus simpatizantes viram nascer e crescer algo que os representava, que representava seus desejos, que um representava seus sonhos até mesmo pessoais. O Vasco era a concretização do imaginário popular, a ascensão em carne viva, a personificação do ‘tudo é possível'.” – Eurico Miranda

Foto: Vasco Oficial
CASACA!  A Colônia Portuguesa está em festa, consequentemente, o Vasco, também. De união Brasil-Portugal!

Abcs, Galera,

Matheus Freitas @_MFreitas9_


Linha de Fundo  @SiteLF

Em terra de índio, o gavião voou duas vezes

Na tarde do último sábado (09), o Corinthians foi até a Arena Condá enfrentar a Chapecoense em partida válida pela 14ª rodada do Brasileirão. No quinto jogo do técnico Cristóvão Borges, o Timão chegou a quarta vitória seguida e novamente encostou-se ao Palmeiras, na liderança do campeonato. A partida também foi marcante para Cássio, o camisa 12 corintiano se tornou o quarto goleiro que mais vestiu a camisa do Corinthians, com 236 jogos.

Jogadores comemoram o primeiro na Arena Condá. Foto: Reprodução Oficial Corinthians
O comandante alvinegro repetiu a escalação dos últimos jogos, mantendo Romero, Giovanni Augusto, Marquinhos Gabriel e Luciano na linha de frente. Pedro Henrique sentiu uma lesão aos 26 minutos e teve que deixar o campo para a entrada de Yago.  O diagnóstico do jovem zagueiro ainda será melhor avaliado pelo departamento médico do clube.

Em uma atuação parecida com a do último domingo, diante do Flamengo, o Timão não se apresentou bem nos primeiros 45 minutos e repetiu um número muito alto de passes errados. As melhores chances do Corinthians ficaram para o segundo tempo, o time entrou mais concentrado e até chegou ao gol com Balbuena, mas o lance foi mal anulado pela arbitragem, alegando um inexistente impedimento.

Aos 15 minutos da etapa complementar, uma jogada de toque de bola na frente da área terminou em gol e, dessa vez, validado pelo professor. Fagner recebeu na direita, serviu Giovanni Augusto na meia lua que, por sua vez, achou Rodriguinho na linha da grande área. O camisa 26 limpou a jogada e bateu de perna esquerda para vencer o goleiro Marcelo Boeck e abrir o placar em Chapecó.

O gol deixou o Corinthians ainda mais a vontade no jogo, foi a Chapecoense quem teve que se arriscar e buscar o empate em seus domínios. Já nos acréscimos, em uma escapada de contra-ataque, Fagner lançou Marquinhos Gabriel, que só tirou a bola de Boeck e garantiu a vitória Corintiana.

Com o resultado, o Timão igualou os mesmos 28 pontos do Rivale, que ainda jogam na rodada. No domingo (17), o Corinthians volta a campo para o clássico diante do São Paulo, às 16h, na Arena, em Itaquera.

Lucas Felipe (@lsouza73)

CSA leva susto, mas vence Guarani-CE no Romeirão

O CSA entrou em campo neste domingo (10) para enfrentar o Guarani de Juazeiro, no Estádio Romeirão. A equipe Azulina veio de um empate fora de casa jogando contra o Central, quando empatou por 0x0 e foi dominado pelo adversário. Já o Guarani, sem qualquer chance de classificação, foi o "saco de pancadas" do Grupo A6. O time cearense tinha um sofrido 5x0 nas costas diante do Parnahyba na rodada anterior.

O último confronto entre essas equipes foi um massacre do time Azulino. Jogando em Maceió, o CSA dominou a partida, sobrou diante dos visitantes e venceu pelo placar largo de 6x0, com muitas outras chances de ampliar o marcador. 

O JOGO:


No primeiro tempo, o CSA começou bem o confronto, realizando uma boa troca de passes no ataque. Superior, o Azulão saiu na frente logo aos 3 minutos com o zagueiro Douglas Marques. O "xerife" da zaga aproveitou cobrança de escanteio batido por Bismarck e, de cabeça, colocou a bola dentro da rede adversária. O time alagoano seguiu mostrando um bom futebol e estava tomando conta da partida. Já o rubro-negro cearense pouco fazia para chegar ao empate.

O Guarani começou a sair mais para a partida depois de um tempo. Aos 17 minutos, Kelvis cobrou falta e a defesa do Azulão deu um susto no goleiro Jeferson, mas o desvio saiu pela linha de fundo. Cinco minutos depois, Jônatas Obina fez boa jogada pela esquerda, cruzou para Marcelo Nicácio e o centroavante marujo quase ampliou o marcador, parando em grade defesa do goleiro Diego. Logo depois, Obina arriscou de fora da área e a bola passou perto da meta rubro-negra. Assim, o CSA terminou a primeira etapa na frente na frente do marcador.

Na segunda etapa o Azulão começou esperto, logo no início Cleyton ampliou para o CSA aproveitando falha da zaga do Guarani. O atacante recebeu na grande área e tocou na saída do goleiro Diego para fazer 2x0 no Romeirão. Cleyton fez boa jogada e cruzou rasteiro, Jônatas Obina, bem posicionado, fez o terceiro para o Azulão. Aos 27 minutos, o lateral-esquerdo Rafinha recebeu o terceiro cartão amarelo e, assim como Leandro Souza, desfalca a equipe azulina na última rodada.

Com a vantagem de 3x0 no placar, o CSA parecia ter "descansado" e um apagão surgiu na zaga do Azulão. Em cerca de 2 minutos o time da casa fez dois gols, aos 35 minutos com Juninho e aos 37' com Ernandes. A partir dai, foi sufoco e mais sufoco do Guarani e o CSA tentava se segurar após o susto e tenta evitar o pior, conseguindo manter o resultado.

O CSA venceu o Guarani de Juazeiro por 3x2 e  segue líder do Grupo A6 com excelentes chances de acesso e 10 pontos na tabela. Já o Guarani, sem chances de classificação, fica na lanterna no grupo com 5 pontos.

Lucas André || @luc4s_andre
Linha de Fundo || @SiteLF
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana