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terça-feira, 12 de julho de 2016

Wenger, Allardyce ou Klinsmann, quem salvará a Rainha?

A eliminação para a inexpressiva Islândia era uma tragédia tentadora demais para os ingleses deixarem passar. Com o assustador tabu de nunca ter vencido um jogo de mata-mata na história da Eurocopa, mais uma campanha vexatória teve rápidas consequências. No mesmo dia da eliminação, o agora ex-técnico Roy Hodgson deixou o comando dos Three Lions.

Arsène Wenger demonstrou interesse em treinar a Inglaterra. Foto: Getty Images
Uma reação precisa ser imediata, já que em menos de dois meses começam as Eliminatórias Europeias para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Inicialmente, a FA (Federação Inglesa) pensou em Gareth Southgate, técnico da equipe Sub21, para dirigir interinamente o time principal. Mas Southgate já avisou a Federação que não pretende assumir o cargo no momento.

A ideia da FA era que Southgate assumisse interinamente até Arsène Wenger estar disponível. O técnico francês tem uma vivência de 20 anos dentro do futebol inglês, tempo que esta no comando do Arsenal, e era o principal alvo da Federação. Wenger declarou que vê com bons olhos o cargo nos Three Lions, entretanto, não pretende romper seu atual contrato com o clube londrino, vínculo que termina em julho de 2017.

“Eu poderia gerir Inglaterra? Por que não? Eu nunca iria descartar essa possibilidade, mas estou feliz e focado no clube (Arsenal). Eu tenho mais um ano com o Arsenal e estive com eles por um longo tempo. Eu sempre respeitei todos os meus contratos e continuarei a fazer isso. O que vou fazer depois disso? Honestamente, eu não sei”, respondeu Wenger após ser questionado sobre o interesse em assumir a Seleção da Inglaterra.

Com a recusa de Southgate e a indisponibilidade de Wenger para assumir de imediato, a FA agora trabalha com outros dois nomes para a função. O mais conservador é o de Sam Allardyce, atual técnico do Sunderland. Ele já atua no futebol britânico, o que facilitaria uma adaptação. O que pesa contra Allardyce é o fato de nunca ter feito um grande trabalho que o credenciasse a Seleção.

Um nome mais ousado é o de Jürgen Klinsmann, comandante dos Estados Unidos. O alemão está desde 2011 na América e tem como ponto positivo a experiência no comando de uma Seleção Nacional e a evidente evolução apresentada pela equipe norte-americana durante seu tempo no comando. Contra Klinsmann, conta a distância do cenário europeu, o que consequentemente o mantém mais longe de jogos e competições de alto nível.


Lucas Felipe (@lsouza73

Atlético-PR atropela Cruzeiro no segundo tempo e entra no G4

André Lima agradece a Marcos Guilherme em comemoração do terceiro gol.
Em jogo de tempos distintos, Furacão passa sufoco na etapa inicial, mas passeia na volta do intervalo. Weverton e banco de reservas são responsáveis pelo placar de 3x0 na noite desta segunda-feira (11) no Mineirão, diante dos cruzeirenses. Sob os olhares do técnico Tite, Cruzeiro e Atlético-PR entraram em campo com objetivos diferentes, mineiros querendo se distanciar da zona perigosa e os paranaenses querendo entrar de vez na briga pela ponta da tabela.

Cruzeiro contava a estreia de Rafael Sobis, que formou dupla de ataque com Willian. A dupla ainda sem muito entrosamento deu muito trabalho a defesa rubro-negra, que vale frisar perde muito na ausência de Thiago Heleno. O Cruzeiro era mais organizado e chegava fácil ao ataque, seu grande momento foi aos 37 minutos, quando Robinho bateu bem de fora da área para uma espetacular defesa do arqueiro do Atlético, que ainda operou um segundo milagre na finalização do impedido Sobis.

Até ai o Cruzeiro havia finalizado em 12 oportunidades contra nenhuma dos paranaenses, que só finalizaram aos 46 minutos após jogada de Sidcley pela esquerda, que rolou para Vinicius buscar o ângulo do Fábio. Na volta do vestiário, a partida mudou de figura, o Atlético passou a buscar mais o jogo e as mudanças de Paulo Autuori realmente surtiram efeito. Marcos Guilherme (acredite se quiser), entrou muito bem na partida, deu opção ao ataque e, após um chutão de Weverton buscando o camisa 10, Bruno Rodrigo acabou entregando o ouro para o também questionado Pablo dominar dentro da área e estufar as rede de Fábio ao 20 minutos do segundo tempo, abrindo o placar em Belo Horizonte.

Marcos Guilherme, logo na sequencia, fez um lançamento certeiro encontrando Nikão na área que só teve o trabalho de rolar para André Lima que havia entrado a pouco, o camisa 99 só teve o trabalho de empurrar para o gol com o goleiro já batido. Com boa vantagem no placar, o time rubro-negro passou a segurar um pouco suas investidas ao ataque. 

Weverton, grande responsável pelo resultado em Belo Horizonte.
Já pelo lado azul celeste, o ataque teve duas oportunidades de diminuir o placar e colocar fogo na partida, mas, assim como no primeiro tempo, esbarraram na grande atuação do arqueiro rubro-negro, que garantia a vantagem lá atrás. Com essa segurança de seu camisa 12, o Atlético deu mais um investida ao ataque e mais uma vez apareceu o menino de ouro do presidente. Marcos Guilherme, em uma jogada de velocidade, foi a linha de fundo e colocou a bola na cabeça do artilheiro André Lima, livre da marcação, testar para as redes dando números finais a partida.

Com o resultado de 3x0 contra os mineiros, o Furacão atingiu temporariamente o quarto lugar da competição e agora aguarda a partida entre Santos x Palmeiras hoje a noite para se consolidar ou não entre as quatro melhores campanhas. Na sequencia, o time da Arena da Baixada recebe em casa o Vitória domingo, às 16h.

Mais três pontos na conta do Grêmio, por favor

No último domingo (10), o Imortal Tricolor recebeu o Figueirense na Arena do Grêmio, às 11h da manhã, pela 14ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. A expectativa era de uma vitória tranquila do Grêmio, que vinha dois resultados positivos enquanto o Figueira vinha de dois tropeços (um empate e uma derrota). Mas quando se trata de Grêmio, tudo poderia acontecer. Desde uma vitória massacrante a uma derrota contra um adversário improvável.

O Tricolor sempre consegue nos fazer trocar as sensações em um espaço de tempo tão curto e irei mostrar isso no texto, contando um pouco da nossa vitória sobre o Figueirense, que teve dois heróis muito improváveis: Pedro Rocha e Bobô. Sim, você leu certo. Bobô nos salvou.


Foto: Lucas Uebel/Grêmio
Logo que o árbitro Jaílson Macedo Freitas autorizou o início da partida, o Grêmio já buscou o ataque com Everton - que vem sendo destaque nas últimas partidas. O jovem atacante de 19 anos fez o cruzamento para Giuliano, que dominou a bola e arriscou o chute para criar uma polêmica já no início do jogo. O chute de Giuliano bateu na mão de Werley, os jogadores e a torcida do Grêmio reclamaram bastante, mas o árbitro mandou seguir o jogo.

A pressão do maior clube gaúcho, contudo, esfriou e parou por aí. O Figueirense começou a gostar do jogo e levava perigo à meta defendida por Marcelo Grohe, enquanto o Grêmio não conseguia invadir a área dos catarinenses. Já que não conseguíamos entrar na área, Walace tratou de encontrar uma saída. O volante habilidoso recebeu a bola na intermediária, encontrou um espaço, arriscou e marcou um golaço, colocado, com força e no cantinho, sem chances para o goleiro Thiago Rodrigues, aos 44 minutos do primeiro tempo. O gol que transformava a agonia em felicidade.


Jogadores comemorando o gol de Walace
Foto: Lucas Uebel/Grêmio
O Grêmio voltou para a etapa complementar da mesma forma que terminou a inicial: atacando. Everton, Luan e Douglas tentaram criar várias chances para ampliar o marcador, mas todas paravam em Thiago Rodrigues. Aos 30 minutos, Dodô cruzou para a esquerda, Fred afastou mal e Ayrton, sem marcação, soltou a bomba para igualar o marcador e transformar a felicidade dos gremistas em raiva e apreensão. Era a hora da estrela de Roger Machado brilhar mais uma vez.

Roger decidiu fazer duas alterações que deixaram os gremistas mais apreensivos ainda. O treinador tirou Walace e Douglas para lançar Pedro Rocha e Bobô na partida. Isso tinha tudo para dar errado, mas também tinha tudo para dar certo por ser o Grêmio. E deu certo. Aos 47 minutos da etapa final, no apagar das luzes, Pedro Rocha fez uma bela jogada individual pela direita e rolou para Bobô, que completou e formou o descontrole na Arena. Grêmio 2x1 Figueirense e a apreensão virava felicidade e alívio.

O Grêmio fez o dever de casa, venceu e encostou no Palmeiras. Uma derrota alviverde nos deixará a apenas um ponto da liderança. Com essa vitória contra o Figueirense, o Grêmio ocupa a terceira colocação da tabela e volta a campo para buscar mais três pontos diante do Sport Recife, em Pernambuco, às 18h30, do próximo domingo.


LEO FERNANDES || @leo_fernandes_9
LINHA DE FUNDO || @SiteLF

Aquecimento Olímpico: Nado Sincronizado

Postura ereta, verticalidade corporal, disciplina, leveza, harmonia e simetria: um verdadeiro balé subaquático, o nado sincronizado mistura elementos da natação, dança e ginástica. A modalidade olímpica consiste na execução, dentro de uma piscina, de uma rotina de movimentos ao ritmo de uma música. Pode ser disputado em dueto ou equipe.
Foto: Gazeta Press
No nado sincronizado, as atletas competem duas vezes, tanto na disputa por equipe quanto no duelo, em apresentações de rotina livre e rotina técnica. A diferença é que a rotina técnica tem elementos obrigatórios e é disputada em um tempo de  2min20s para duetos e 2min50s para equipes, ao contrário da rotina livre que não possui movimentos obrigatórios e o tempo é de 3min30s para duetos e 4min para equipes.

Para as notas, além da sincronia dos movimentos, a empolgação torna-se um elemento importante. Por isso, a escolha da música acaba sendo um fator de peso para o desenvolvimento das coreografias. A beleza nas piscinas, durante as exibições de nado sincronizado, não está apenas na plasticidade dos movimentos, mas também na maquiagem, à prova de água, das atletas. Cores e desenhos dão um brilho especial e ajudam a compor a apresentação.

Os nadadores perdem pontos nas seguintes situações: quando tocam o fundo da piscina, descansam na borda ou demoram na apresentação fora d’água. Os juízes avaliam a execução, a impressão artística e a dificuldade das coreografias. A melhor e a pior notas são descartadas e as demais são somadas. A nota final é obtida pela soma das duas rotinas (a técnica e a livre). Vence quem acumular mais pontos.

Foto: AL BELLO / AFP
Lá vem história...

Surgido entre o final do século XIX e início do século XX, o nado sincronizado era, inicialmente, praticado por homens. Contudo, o esporte logo passou a ser dominado pelas mulheres. O primeiro registro de uma apresentação é de 1907, feita pela australiana Annette Kallerman, em Nova York. A primeira competição oficial foi disputada em 1940. No Brasil, a primeira aparição do esporte foi em 1943, quando a ex-recordista mundial de natação Maria Lenk organizou, no Rio de Janeiro, uma apresentação no país.

Se comparado a outros esportes, o nado sincronizado é uma modalidade que ainda engatinha. Foi em Los Angeles-1984 que figurou pela primeira vez nos Jogos Olímpicos. Das oito edições em que o nado sincronizado participou, a Rússia dominou o pódio, tanto no dueto quanto por equipes, nas últimas quatro. De Sydney (2000), passando por Atenas (2004) e Pequim (2008), até chegar a Londres (2012), as russas levaram para casa todas as medalhas de ouro disputadas. A principal responsável pela hegemonia russa é Anastasia Davydova. Aos 33 anos, a nadadora é a maior vencedora olímpica do nado sincronizado, com cinco medalhas de ouro – tanto em provas de dueto como em equipe. Depois da última edição dos Jogos, no entanto, a russa anunciou a aposentadoria e virou técnica.

RIO 2016

Exclusivo para as mulheres, o nado sincronizado fará parte pela nona vez dos Jogos Olímpicos em 2016. Por ser o país-sede, o Brasil teve, desde o princípio, vaga assegurada, tanto na disputa por equipe, como no dueto. Com isso, pela primeira vez na história, as brasileiras terão uma equipe em Jogos Olímpicos na modalidade. Na Olimpíada, a seleção brasileira terá nove atletas, incluindo as duas do dueto.

Foto: Ascom/ Setre
Entre as destaques estão as irmãs gêmeas Bia e Branca Feres, que participarão das provas de equipe, além de outras sete competidoras: Luisa Borges e Maria Eduarda Miccuci, no dueto e também equipe, Lara Teixeira, Lorena Molinos, Maria Bruno, Maria Clara Lobo Coutinho e Pamela Nogueira, completam a lista de convocadas para a disputa em equipe. Os temas das apresentação já estão definidos: no dueto técnico, o tema será a "Capoeira". No duelo livre, será "Amazônia". Na equipe livre, o tema será "Carnaval" e na equipe técnica será "Motoqueiros".

A Federação Internacional de Natação (Fina) determinou que cinco vagas de equipes seriam uma de cada continente. Brasil, Rússia, China, Egito e Austrália ficaram com elas. Os outros três classificados foram os melhores do Pré-Olímpico, disputado no Estádio Aquático Maria Lenk em 2015, competição que serviu também como evento-teste para a Olimpíada. Ucrânia, Japão e Itália subiram ao pódio.

As oito equipes classificadas garantiram seus respectivos duetos no Rio 2016. Excluindo esses oito duetos, cada continente teve direito a uma vaga: Canadá nas Américas, Coreia do Norte na Ásia, e Espanha na Europa. África e Oceania fizeram do Mundial de Kazan seu torneio qualificatório para a Olimpíada. O Pré-Olímpico classificou os melhores duetos até completar o total de 24 países na prova.

Local de competição: Centro Aquático Maria Lenk


Construído em 2007 para a disputa dos Jogos Pan-Americanos, o espaço conta com duas piscinas, além de plataformas de saltos. O complexo sediará as disputas do nado sincronizado, bem como de saltos ornamentais e polo aquático na Olimpíada Rio 2016.

Vitória empata com o Fluminense e se complica na tabela



Brasileirão Série A 2016, 14ª rodada. O Vitória voltou a Salvador depois de um bom resultado em Minas Gerais para pegar o Fluminense, mas não conseguiu ter sequência de bons jogos, oscilou e não saiu de um 0x0 frustrante no Barradão.

RESUMO


O Vitória teve a chance de se afastar do Z4, colocando pelo menos duas rodadas a frente do primeiro dentro da zona malditaMancini novamente alterou o sistema de jogo do time e teima em escalar Amaral na segunda linha do 4-1-4-1, função que nem na famigerada Série B o atleta desempenhou e nem teria qualidade para isso.


Mancini só responde que é porque o atleta marca a frente, mas na verdade Amaral fica é perdido até quando o time não tem a bola e, apesar de se posiciona no setor solicitado, por conta dos encaixes individuais de marcação o atleta sai na caça do seu oponente e se perde. Não sei até onde vamos chegar com esse modelo de jogo do treinador e nem sei se os reforços poderão ajudar jogando em um time de ligação direta e muito espaçado no horizontal. No mínimo tenho receio desse modelo de jogo de Mancini fazer o torcedor do Vitória queimar mais atletas de qualidade.


Por outro lado, ocorrendo adaptações e uma cadencia melhor no meio campo, pode Mancini ajustar ainda essa forma errônea de valorizar a bola. Uma vez que me parece uma causa perdida Mancini alterar a atual formatação de marcação, pois o mesmo está convicto que dá certo. É bom que fique claro que não me refiro mais a sistema tático, aqueles números que muitas vezes variam com e sem a bola e em fase inicial de jogo. Aqui a cobrança é mais voltada ao padrão de jogo, o dito modelo. Como o clube deve atacar e se defender. Se em bloco, se por zona, mesmo no jogo direto, mas com uma maior aproximação e um pouco mais de cadencia.


Amargamos um empate frustrante contra um time que também vem muito mal no campeonato. Deixamos de ganhar mais dois pontos contra, no momento, um adversário direto na tabela. E estamos sem gordura. Mais uma falha e vamos amargar nossa entrada no Z4.

É isso aí galera!


Seja Sócio SMV!


Por @AdsonPiedade



FICHA TÉCNICA:

VITÓRIA 0 X 0 FLUMINENSE

Local: Estádio Manoel Barradas (Barradão), em Salvador (BA)

Árbitro: Marcelo Aparecido de Souza (SP)
Assistentes: Daniel Paulo Ziolli (SP) e Alberto Poletto Masseira (SP)
Cartões amarelos: Euller, Marinho e Kanu (Vitória); William Matheus, Maranhão, Cícero e Wellington Silva (Fluminense)

VITÓRIA: Caíque, Diego Renan, Victor Ramos, Kanu e Euller; Amaral (Marcelo), William Farias e Nickson (Vander); Dagoberto (David), Marinho e Kieza. Técnico: Vagner Mancini

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Renato Chaves, Henrique e William Matheus; Douglas, Dudu (Marcos Júnior), Cícero e Maranhão; Osvaldo (Samuel) e Magno Alves (Richarlison). Técnico: Levir Culpi

O Remão apareceu

No último domingo (10), Remo e Fortaleza se enfrentaram no Estádio Olímpico do Pará, pela oitava rodada da Série C. O Fortaleza chegava com o líder do Grupo A e o Remo buscava voltar para a zona da classificação após derrota amarga para o Salgueiro. O técnico Waldemar Lemos não teve uma boa estreia, mas parece que a derrota passada serviu de gancho para modificar o time e finalmente conseguir instalar no Leão azul um padrão de jogo. Remão dominou a partida do início ao fim e a primeira vitória dentro de casa veio.

Fonte: ASCOM Clube do Remo
Essa vitória não só veio para ajudar o time no campeonato, como serviu também de afago aos ânimos exaltados nessa semana dentro do clube por conta do roubo da Taça Caracas 1950, de dentro de própria sede do Remo. O roubo causou certa revolta na torcida por conta do desleixo dos seguranças (que sim, estavam no local) e não notaram nada. O furto foi filmado pelas câmeras de segurança (sim, também temos câmeras) e a Taça no dia seguinte foi encontra e já está na sede novamente. Quando eu digo que tudo acontece no Remo...

Antes do jogo, homenagem à conquista do Torneio Internacional de Caracas - 1950
Fonte: ASCOM Clube do Remo
Voltando ao milagre, digo, ao jogo, logo no início do primeiro tempo, o Remo chegou ao ataque com Ciro, que chutou para fora. Um minuto depois, Ciro novamente arriscou com um chute cruzado rasteiro, mas o goleiro Berna defendeu. Aos dois minutos, o Leão chegou ao ataque novamente com Levy (eu disse que era milagre) que tentou, mas a bola foi pela LINHA DE FUNDO. O Fortaleza respondeu logo depois com Pio, que chutou forte direto para a defesa do Fernando Henrique. Aos vinte e seis, Levy fez bela jogada e arriscou, mas o goleiro Berna defendeu.

Finalmente, aos vinte e nove minutos, ele, o maestro Eduardo Ramos, abriu o placar no Mangueirão após um cruzamento de Edno. Aos trinte e sete minutos, Eduardo Ramos quase marcou o segundo, mas a bola sofreu desvio de Edimar. Mesmo ganhando, o Remo continuou pressionando até o fim do primeiro tempo. O que fizeram com o meu Remo? Deixem assim.

O segundo tempo começou e o Fortaleza chegou mais acordado no jogo, já pressionando e tentando chegar explorando a lateral direita. Eles chegam e Pio cabeceou em cima de Fernando Henrique, que defendeu como pôde. Logo depois, o Remo retomou a postura do primeiro tempo e voltou a assumir o domínio. Aos dezessete minutos, Levy em outra bela jogada chutou forte e Berna espalmou.

O Remo seguiu pressionando até que, finalmente, aos quarenta minutos, Edno aproveitou a chance, chutou forte e marcou o segundo gol do Remão, que mais do que nunca foi REMÃO em uma partida. E não parou por aí, aos quarenta e oito minutos, Ciro tentou deixar o dele com uma boa jogada e chute forte, mas Berna conseguiu desviar a bola.

Estou sem palavras para descrever o Remo nesta partida. Ele não só ganhou o então líder do seu grupo, como também venceu e convenceu (clichê). Enfim, Waldemar Lemos está dando a cara para o time e gostei desse perfil de jogo. Que continue contundente assim. Com essa vitória, o Leão assume a quarta colocação no Grupo A, com doze pontos. O líder agora é o Botafogo da Paraíba, com quinze pontos.

REMO
Fernando Henrique; Levy; Henrique; Max; Wellington Saci; Michel Schmöller Yuri; Hericles; Eduardo Ramos; Edno; Ciro

FORTALEZA
 Ricardo Berna; Railan; Lima; Edimar; Elivelton; Juliano; Pio; Felipe; Everton; Anselmo; Bruninho

PRÓXIMO JOGO
No dia 16, sábado, o Remo enfrentará o América-RN na Arena das Dunas.

Texto: @Angel_Caldeira
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