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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Bragantino bate, arbitragem erra, mas Botafogo arranca empate pela Copa do Brasil

Na noite desta quarta-feira (13), Botafogo e Bragantino enfrentaram-se em jogo válido pela terceira fase da Copa do Brasil. A partida, marcada por uma arbitragem confusa, terminou empatada por 2 a 2. O resultado foi bom para o Glorioso e agora Alvinegro agora volta a se concentrar no Campeonato Brasileiro, já que sábado, às 16h, em sua Arena, o Botafogo enfrentará o Flamengo. 


Yaca, camisa 11, jogou bem e marcou um dos gols (Foto: Miguel Schincariol)
O JOGO

O jogo começou movimentado. Logo aos 3 minutos, o Bragantino teve a chance de abrir o placar. Erick pegou sobra na área e soltou uma bomba, Tartá desviou e quase enganou o goleiro Sidão. No minuto seguinte, Diego perdeu a bola dentro da área e viu Watson quase marcar o primeiro gol do jogo, porém, por sorte houve um desvio e a bola saiu pela linha de fundo, salvando o Glorioso. Após a cobrança do escanteio, Sidão deu um soco e afastou o perigo. Aos 18 minutos, Joel Carli derrubou Jefferson Baiano fora da área, a arbitragem, no entanto, marcou pênalti e Bruno Pacheco fez 1 a 0. 

Após levar o gol, o Botafogo acordou no jogo. Aos 30 minutos, depois de escanteio cobrado, Carli subiu sozinho na segunda trave e cabeceou para defesa do goleiro Felipe. Aos 37 minutos, o Alvinegro empatou a partida quando Salgueiro cruzou na área e Dierson subiu livre para fazer o gol. Aos 43', o Alvinegro ficou perto da virada, Yaca recebeu na entrada da área, limpou a marcação e mandou a bola no cantinho, Felipe, porém, buscou e salvou o Bragantino. Seria um bonito gol. Aos 47', o primeiro tempo chegou ao fim. 

O Glorioso retornou sem alterações para a etapa final. Bem no início, com segundos de jogo, o Bragantino assustou. Edson Sitta arriscou de longe e a bola passou bem perto da trave esquerda de Sidão. Aos 3 minutos, Yaca cruzou rasteiro na área e Gegê, por pouco, não alcançou a bola. Aos 6 minutos, o Botafogo virou a partida quando Salgueiro cruzou e Felipe desviou, a bola sobrou para Luis Henrique, que tocou para Gervasio Nuñez marcar. Bonito gol do Alvinegro e 2 a 1 para o Botafogo. 

Aos 14 minutos, Victor Luis segurou Erick dentro da área, mas a arbitragem não marcou pênalti. Aos 19', Bruno Silva foi substituído por Marcinho. O Bragantino cresceu, foi em busca do empate e, aos 30 minutos, ele veio. Erick achou Rodrigo Sam na área, que ajeitou para Eliandro só marcar o gol, a bola ainda desviou em Joel Carli e enganou Sidão. Aos 34 minutos, Geovane Maranhão entrou no lugar de Gegê. Aos 42', Ricardo Gomes mexeu pela última vez no Glorioso e Luis Henrique foi substituído por Vinícius Tanque. E foi só. Aos 49', o juiz apitou o jogo. 

OBSERVAÇÕES

O resultado não foi ruim. Botafogo pode se classificar empatando em 0 a 0 ou 1 a 1. Mas a situação é perigosa, já que uma vitória simples garante a vaga do Bragantino. Vale lembrar que, se o Glorioso avançar, ganhará cerca de R$ 600.000,00. 

Salgueiro sabe jogar. Hoje, por exemplo, teve participação direta nos dois gols. Precisa aparecer mais. 

Ainda bem que o Botafogo escalou time reserva. O Bragantino, extremamente violento, abusou das faltas. Poderia ter machucado alguns atletas do Glorioso. Postura lamentável do time paulista. 

Arbitragem péssima. Perdida, marcou pênalti inexistente e deixou a pancadaria rolar solta por parte dos jogadores do Bragantino. 

Joel Carli, titular incontestável, jogou e não comprometeu. Foi bom ter jogado hoje para adquirir ritmo. 

Noite histórica: Dierson marcou, Geovane Maranhão estreou...

FICHA DO JOGO

Bragantino 2
Felipe, Alemão, Rodrigo Sam, Éder Lima, Bruno Pacheco; Daniel Pereira, Edson Sitta (Jobinho), Tartá (Claudinho), Watson; Erick, Jefferson Baiano (Eliandro). Técnico: Marcelo Veiga. 

Botafogo 2
Sidão, Diego, Joel Carli, Emerson Silva, Victor Luis; Dierson, Bruno Silva (Marcinho), Gervasio Nuñez, Gegê (Geovane Maranhão), Salgueiro; Luis Henrique (Vinícius Tanque). Técnico: Ricardo Gomes.

Estádio: Nabi Abi Chedid (SP). 
Árbitro: Rafael Martins Diniz (DF). 
Assistentes: Ramires Santos Candido (ES) e Leone Carvalho Rocha (GO). 
Gols: Bruno Pacheco (20' do 1º T), Dierson (37' do 1º T), Gervasio Nuñez (7' do 2º T), Eliandro (30' do 2º T). 
Cartões amarelos: Daniel Pereira, Alemão, Jefferson Baiano e Rodrigo Sam (Bragantino), Dierson, Joel Carli e Diego (Botafogo). 
Público: 1.434 pagantes. 
Renda: R$ 17.050,00. 

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 

Palmeiras sente desfalques e perde os primeiros pontos em casa

Nenhum jogo atualmente é tão charmoso como Palmeiras x Santos no futebol brasileiro. Com vários confrontos decisivos de 2015 pra cá – entre eles valendo título paulista para os alvinegros e outro da Copa do Brasil para o alviverde , não faltam temperos quando os dois times se enfrentam.

Começa pelo equilíbrio dos times que fizeram quase dez jogos neste último ano e meio e a diferença de gols é sempre mínima. Depois, passando por jogadores provocadores (Dudu e Lucas Lima, principalmente), treinadores com mentalidade ofensiva e, claro, bons jogadores são alguns elementos que compõem a partida.

Zé Roberto e Vitor Bueno - Palmeiras x Santos (Foto: Marcos Ribolli)
Foto: Globo Esporte.
O jogo disputado nesta última terça-feira, porém, não foi dos mais inesquecíveis. Sem Gabriel Jesus e Roger Guedes, suspensos, o Palmeiras precisou se reinventar no ataque. Mesmo assim, não começou mal o jogo e, parecendo mais ligado que o adversário da noite, abriu o placar com Mina. No intervalo foi perceptível o espanto de torcedores com o tamanho do salto do zagueiro.

O jogo que parecia controlado passou ao desespero quando Moisés também sentiu. Cuca optou pela entrada de Arouca. Parecia uma substituição simples, mas foi fundamental para uma mudança no cenário do jogo. Fora de ritmo e, por que não dizer, absolutamente fora do jogo, Arouca não conseguiu dar o combate necessário, tampouco organizar a saída de jogo palmeirense.

Aos poucos o Santos equilibrou as ações e não perdeu mais as rédeas do jogo. Sem um meia organizador, o Verdão voltou apostando na velocidade de Dudu e Erik para matar o jogo em contra-ataque. Não funcionou e, ainda no começo da etapa final, veio o empate. Gabriel bateu de fora da área e a bola desviou, enganado Prass.

A troca de Barrios por Leandro Pereira foi absolutamente improdutiva já que a bola não parava no meio-campo palmeirense. Os mais de 40 mil presentes tiveram lampejos de 2015, com muita bola longa e desperdício de jogadas. Quem quase marcou foram os santistas, muito superiores em praticamente todo segundo tempo.

O DESTAQUE: Apesar de ter dado azar no lance de empate santista, Vitor Hugo fez uma partida excelente e desarmou a maioria dos lances que participou – alguns bastante difíceis, inclusive. Ainda ajudou na cobertura do Zé Roberto, outro que fez ótima partida.

BOLA MURCHA: Completamente perdido desde que entrou em campo, Arouca não conseguiu dar a sustentação que Cuca esperava no meio-campo. O resultado foi a inversão de domínio para os alvinegros e complicou muito o jogo. 

O gigante africano: Al-Ahly Sporting Club

História

O Al-Ahly foi fundado oficialmente no dia 29 de abril de 1907, é a equipe que mais coleciona títulos no mundo e é um dos maiores clubes do mundo. Considerando apenas títulos continentais, são incríveis 23 conquistas, dentre estas 8 Ligas dos Campeões da Confederação Africana de Futebol, o maior campeão disparado.
No século atual, é o segundo clube que mais vezes disputou o Mundial de Clubes FIFA, ficando atrás do Auckland City, da Nova Zelândia, que participou sete vezes, sendo cinco seguidas desde 2011 até a edição do ano passado, e, como venceu a edição da Liga dos Campeões da Oceania deste ano, também vai disputar mais uma vez no final da temporada, sendo assim, sua oitava participação.

Sua melhor participação no Mundial de Clubes FIFA foi um sexto lugar na edição de 2006.

Conquistas:

8 Liga dos Campeões da CAF
5 Copa das Confederações da CAF
6 Supercopas da CAF
1 Liga dos Campeões Árabes
1 Recopa Árabe
2 Supercopa Árabe
38 Campeonato Egípcio
17 Liga do Cairo
35 Copas do Egito
8 Supercopa do Egito
7 Copa do Sultão Hussein
128 títulos

Honrarias:

Nomeado pela CAF como o Clube Africano do Século.
Atualmente lidera o ranking da CAF de clubes africanos de todos os tempos
Lidera a lista dos campeões internacionais de futebol

Dias atuais

Atualmente, Os Vermelhos, como são conhecidos, estão disputando a Liga dos Campeões da África. A equipe disputou duas partidas e perdeu as duas, foram jogos contra ASEC Mimosas, da Costa do Marfim, em casa, vitória de 2 a 1 para o visitante. E outra derrota, dessa vez fora de casa, contra o ZESCO United, da Zâmbia, por 3 a 2. A competição ainda está em andamento e o Al-Ahly irá enfrentar a equipe do Wydad AC, de Marrocos, em casa nessa sexta-feira (16).

No campeonato egípcio, Os Vermelhos conquistaram o título pela 38ª vez, uma campanha espetacular de trinta e quatro jogos, vinte e três vitórias, sete empates e apenas quatro derrotas, somando 76 pontos, sete a mais que seu maior rival, Zamalek, que terminou o campeonato em segundo, com 69 pontos.

Rivalidade

Resultado de imagem para zAMALEK VS AL AHLY

O Dérbi do Cairo, como é conhecido, é o confronto entre as duas maiores potências egípcias, Al-Ahly e Zamalek. Confira os dados do confronto abaixo:

214 partidas
91 vitórias do Al-Ahly
71 empates
52 vitórias do Zamalek

* A última vitória do Zamalek sobre o Al-Ahly foi na temporada 2006/07, conquistada fora de casa pelo placar de 2 a 0.

* A última partida aconteceu no dia 9 de julho deste ano, com o empate por 0 a 0. O mandante era a equipe do Zamalek.

As duas equipes, são conhecidas como as maiores de todo continente africano. Juntas, são os times que mais venceram a Liga continental. O El Zamalek é o segundo que mais levantou a taça, sendo em cinco oportunidades o campeão, a última em 2002. Já o Al-Ahly, como foi citado no texto, conquistou oito taças, sendo a equipe que mais venceu. 

No Egito, o Zamalek venceu em 12 oportunidades a Liga Nacional, sendo a última em 2015. O jejum de títulos na Liga da equipe havia começado em 2003/04, quando foi campeão e esperou 11 anos pra conquistar o título novamente. Já o poderoso Al-Ahly, campeão da edição passada de 2015/16, tem 38 taças.


Felipe Calheiros.

Londrina: A segunda vitória fora de casa

Depois de uma sequência de dois empates, tudo que o Londrina não queria era outro para a conta, afinal essa série de placares igualados tinha feito o Alviceleste Paranaense se distanciar do G4. Pela frente o vice-líder, Atlético-GO, e mais um desafio fora de casa; o que trazia esperanças e ânimo era a lembrança do bom resultado obtido na única vitória fora de casa - até o momento - contra o Bahia. Sabia-se da dificuldade de enfrentar a melhor defesa do campeonato dentro de seus domínios.

Os minutos inciais da primeira etapa evidenciaram as qualidades das duas equipes, defesas fortes, consistentes e bem postadas evitavam a aproximação do ataque adversário, mas não deixavam o jogo ficar truncado, pelo contrário. Se de um lado as defesas mostravam o quão difícil seria de transgredi-las, do outro os ataque mostravam-se pouco criativos, ainda buscando encontrar as falhas do adversário. O dragão foi o primeiro a encontrar após uma falha, Michel invadiu a área e deixou Matheus no chão, mas, para alívio Alviceleste, Marcelo Rangel fez boa defesa e salvou o Tuba de levar gol logo no primeiro lance mais agudo de seu oponente.

Tudo pareceu mudar para a equipe de Cláudio Tencati quando surgiu uma falta na intermediária, que foi sofrida e cobrada por Jumar, no rebote do goleiro Márcio, Keirrison apareceu para abrir o placar e mostrar (mais uma vez) que os desafios propostos ao LEC se tornarão objetivos a serem cumpridos ao longo do restante desta competição. Os minutos que seguiram ao gol do Tubarão não foram muito diferentes dos que o antecederam, muitos passes e poucas chances reais de gol.

Foto: globoesporte.globo.com
Na volta para a etapa complementar, o Atlético começou pressionando o Tuba em busca do empate, mantendo suas triangulações o mais próximo possível de sua área ofensiva e tentando subir a sua marcação à fim de evitar a saída de bola do Alviceleste. Se o dragão estava querendo igualar o placar, o Tubarão mostrou que não seria fácil sofrê-lo; apesar da pressão imposta pelo rubro-negro, a equipe de Cláudio Tencati sempre encontrava uma brecha para chegar próximo ao gol, ainda que arriscando de fora da área.

O Atlético mantinha seu padrão e, ainda que se assustasse com alguns lances, mantinha-se superior na partida, foi neste momento que o dragão encontrou seu gol, em uma sobra de jogada aérea com Marllon empurrando para o fundo da rede. Não demorou muito (sequer dois minutos) para o Tubarão dar resposta em um belo cruzamento de Rafael Gava, que contou novamente com o artilheiro Keirrison para fazer o segundo gol azul e branco, garantindo a vitória do Londrina contra o vice-líder.


Fonte: Globo Esporte
Mais uma vez a equipe comandada por Cláudio Tencati evidenciou que o resultados negativos que ocorreram anteriormente (incluindo empates) foram jogos em que o clube desperdiçava oportunidades e que falhava em alguns momentos na defesa. Digo isto, tendo em vista as duas vitórias fora de casa, nas quais o padrão de jogo foi praticamente o mesmo dos demais jogos, obviamente as partidas em que o time não soube se portar dentro de campo (pode se tomar por exemplo o próprio jogo contra o Pyasandu) são exceções, mas olhando o estilo de jogo do Alviceleste conseguimos notar que Tencati tem feito seu time dançar conforme a música, fechando sua defesa em momentos de pressão do adversário e organizando bem os golpes ofensivos para aproveitar a falha ou momento de desatenção do opositor e criar seus gols.

As alterações promovidas para este embate (entrada de Jumar e Paulinho) surtiram efeito e Jumar foi o destaque de uma defesa que ficou bem protegida. Paulinho, ainda sem ritmo de jogo, foi bem em lances ofensivos, mas deixou a desejar em jogadas na defesa, que podem ser sinônimo de dor de cabeça para o técnico do Tuba nas rodadas seguintes.

Para Atlético-GO (1) x (2) Londrina, compareceram ao Serra Dourada 2.513 torcedores, rendendo R$ 35.205,00.

O Atlético Goianiense veio com Márcio Matheus Ribeiro (Ednei), Marllon, Lino e Raul (Luís Soares); Michel, Pedro Bambu, Magno Cruz, Marquinho, Jorginho (Júnior Viçosa) e  Alisson, comandados por Marcelo Cabo.

Já o Londrina Esporte Clube de Cláudio Tencatti veio a campo com Marcelo Rangel, Lucas Ramón, Luizão (Éverton Sena), Matheus e Paulinho; Germano, Jumar (Igor Bosel) e Rafael Gava, Jô, Zé Rafael e Keirrison (Itamar).


Na próxima rodada:Tupi x Atlético-GO - Helenão - 23/07, às 21 horas
Londrina x Sampaio Corrêa - Estádio do Café - 23/07, às 16 horas

Vitor Guimarães || @VitorBatata3

Linha de Fundo || @SiteLF 

Aquecimento Olímpico: entrevista com Yane Marques

De Afogados da Ingazeira para o mundo

Yane Marques é a pentatleta – ou mulher maravilha - que representará o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro. Guerreira, perseverante e forte, ela coleciona títulos e marcas históricas. Com apoio da família, principalmente de sua mãe, Goretti, a pernambucana Yane percorreu o caminho dentro dos esportes e aproveitou todas as oportunidades que surgiram.

Em Recife, onde foi morar com 11 anos, iniciou a prática da natação no Clube Náutico Capibaribe. Convidada a participar de uma disputa de biathlon, foi campeã, era sua primeira competição; logo em seguida se aventurou no pentatlo moderno, modalidade até então desconhecida por sua mãe e, inclusive, por ela.

Pentatlo Moderno: esgrima, hipismo, corrida, tiro ao alvo e natação (Foto: eseqex)
“Fui favorecida pelo cenário nacional do esporte na época. Então, comecei com resultados interessantes e então, tomei gosto e as coisas foram acontecendo naturalmente. Não existiu um momento onde eu percebi que poderia ser uma atleta de excelência”. 
Com tantas dificuldades de praticar um esporte pouco difundido em nosso país, a relação do pentatlo moderno e Yane foi de identificação com as especificações das provas, principalmente a natação, modalidade que a originou. Encantada com a diversidade do esporte, diz que ainda pode melhorar na corrida e mesmo assim se tornou a única detentora da medalha olímpica na América Latina e no Hemisfério Sul.

> Aquecimento Olímpico: Triatlo e Pentatlo Moderno <

Admiradora do tenista Guga, a pentatleta carrega grande confiança em seus percursos, sempre com muita fé, é assim que segue em frente. Uma etapa importante de um ciclo olímpico é a base dos treinos em que precisa se dedicar com tranquilidade, e credita este momento ao amparo dado pelos patrocínios. Yane é terceiro sargento do Exército Brasileiro e participa do Programa de Alto Rendimento, o qual encontra uma boa estrutura para trabalho.

Multicampeã, Yane Marques guarda na memória o bronze olímpico conquistado em Londres, 2012. “Subir ao pódio nesse evento é, possivelmente, o maior desejo do atleta. Poder realizar foi sensacional. É uma prova diferente e envelopada com um glamour diferente. É único”, porém, tem a esperança de repetir o feito no Rio 2016 e com esta carrega alguns sonhos. “Subir novamente ao pódio no Rio em 2016 e mais que isso, seguir no mundo dos esportes contribuindo e passando para os mais jovens toda minha experiência adquirida ao longo desses mais de 20 anos dedicados aos treinos e competições”.


Bronze em Londres, 2012 e esperança de pódio no Rio, 2016 (Foto:uipi.com)
Daqui a 23 dias no Rio de Janeiro, a pentatleta Yane Marques terá novamente a oportunidade de competir na cidade. Nos Jogos Pan-Americanos de 2007, a medalha de ouro foi um feito nacional e seu nome explodiu entre esportistas e ídolos. “Eu, particularmente, acredito que existam vantagens e desvantagens. Conhecer o lugar de prova, estar adotado ao clima, ao fuso e a língua. Então, é inegável essa vantagem. Mas em contrapartida, a cobrança é multiplicada por dez. Portanto, vamos nos apegar aos pontos positivos de estar fazendo uma Olimpíada em casa”. 
Integrante do Time Brasil, tem recebido apoio e estrutura do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), passou alguns dias em Paris para treinamento intenso onde há infraestrutura necessária para um esportista de alto rendimento. Yane Marques, a mulher cinco em uma, se dedica todos os dias para fazer suas melhores provas de natação, esgrima, hipismo, tiro ao alvo e corrida. “No pentatlo, está na prova é ter chance. Não existe favoritismo. Para os Jogos 2016 eu espero chegar 100%.”

Com carinho, Cássia Moura e Lucas Felipe (@cassinha_moura | @lsouza73)

Agradecimentos: Yane Marques, Junior Rossi e Lília Jacqueline Amaral


LEIA: Aquecimento Olímpico - Nado Sincronizado

A majestade volta ao reino

Seja bem-vindo, meu REI. A majestade sempre teve cadeira cativa dentro dos nossos corações. O Beira-Rio lotado vibra até agora com aquele segundo gol que tu fizeste contra o Vasco, na final que nos deu o tricampeonato invicto do Brasileirão. Os mais antigos que viveram isso me dizem até hoje que lamentam aquela bola na trave do Nacional do Uruguai, naquela final de Libertadores de 1980. Vibrei com sua volta ao Beira-Rio como técnico em 2011 e felizmente pude ver o Inter ganhar um Grenal quase impossível e um improvável campeonato gaúcho dentro do Olímpico. A última vez que o estádio do Grêmio viu um título era do Internacional de Falcão.


Confesso que esperava dele uma declaração pública de amor ao Inter. Daquelas que a gente vê sair da boca de tantos ídolos de outros clubes. No dia 5 de abril de 2014, na festa de reabertura do Beira-Rio, vi o Senhor passar por cima de muita mágoa, orgulho e injustiça para dar a prova de amor que só os maiores podem dar.



Paulo Roberto Falcão, como você mesmo disse, "nada pode nos separar". O senhor foi mal demitido do Inter em 2011, aquele time que jogava bem e que você fez lançar alguns nomes pouco conhecidos, como Ricardo Goulart, Lucas Lima e Marquinhos Gabriel. Ganhou título na Bahia, não classificou o Sport à final da Copa do Nordeste e saiu. Ser gênio é complicado, meu caro.


Falando de futebol, notei sempre que seus times são de toque de bola e de boa movimentação. Você, assim como todo torcedor, odeio chutão, então terás um desafio gigante, falar com Paulão que ele não deve mais fazer a sua principal jogada. Domingo a vítima será o Palmeiras, veremos então um pouco de ordem dentro de um time que todos desconfiam. Daqui para frente, é com ele a missão de avançar e superar a si mesmo.


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