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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Calculista e domador: CRB vence a quarta seguida

CRB domina as ações e goleia o Tupi por 3 a 0.

Foto: Denison Roma

As noites regatianas pós-jogo se estendem em felicidade há um bom tempo. Quatro vitórias seguidas e um futebol da mais bela classe, são esses os motivos do sorriso do torcedor. Diante do Tupi, o Galo buscava sua afirmação no G4 por mais duas rodadas, é sempre bom manter a regularidade e ficar o mais distante possível do quinto colocado desde que ele esteja abaixo de você. 

A torcida fez festa antes da bola rolar, um torcedor do Galo estava no controle do sistema de som do estádio e ficou animando a torcida, que em festa se preparava para a partida. O momento que o time vive, diretoria, comissão técnica e torcida é sensacional, o ambiente é de confiança no acesso.

Primeiro tempo

Sufoco, sufocador e sufocante. Esse era o CRB, mas antes da bola balançar a rede não foi assim. As chances eram pequenas, a bola passava na frente do gol, mas insistia em não se encontrar, estava difícil concluir o remate. A torcida, que compareceu em número grandioso, foi empurrando o time pra mais uma batalha, era necessário, o momento do Regatas passava de sonho para realidade. Em um contra-ataque aos 29 minutos, a chance veio. Luidy acionou na área Roger Gaúcho, que finalizou à meia-altura, Rafael soltou e, de cabeça, Zé Carlos abriu o placar no Rei Pelé. O Galo saia na frente, deixando o torcedor mais tranquilo.

Foto: Aílton Cruz (Gazeta de Alagoas)

Róger Gaúcho e Gérson Magrão mostravam classe, dribles e jogadas de dar gosto de ver, enfeitavam a noite. Era a primeira partida em que os dois começavam jogando de primeira juntos, dois meias armadores e dribladores que embelezavam o meio-campo do CRB. 

Passado o tempo, o Tupi tentava e, de tanto tentar, chegou com perigo aos 39 minutos. Em finalização na entrada da área, Boaventura estava dentro da área do CRB e acabou colocando a mão na bola, então o árbitro marcou pênalti. Jonathan bateu no canto esquerdo e Júlio Cesar fez a defesa. Euforia da torcida Regatiana no Rei Pelé, um verdadeiro espetáculo, e nesse clima terminava o primeiro tempo.

Segundo tempo

Com pouco tempo na segunda etapa, o Galo já estava em cima, pressionando. Logo aos 2 minutos, em jogada individual de Galdezani, que vive fase espetacular, o meia recebeu a bola no ataque, passou pelo primeiro marcador, se livrou de Bruno Costa e, dentro da área, bateu cruzado, ampliando o marcador no Rei Pelé. 2 a 0 para o Regatas.

CRB, o dono do segundo tempo. Marcação pesada, jogadores atentos, atacando e defendendo. Olívio sendo, mais uma vez, pesadelo dos homens de meio-campo adversário, qualquer jogada que tentava se criar, ele mostrava seu tempo de bola perfeito e desarme, um verdadeiro cão de guarda no elenco do Regatas.


Foto: Aílton Cruz (Gazeta de Alagoas)

Aos 20 minutos, Luidy dava lugar a Welinton Júnior, titular nas últimas partidas que acabou sendo colocado na reserva, já que a fase de Roger Gaúcho é melhor. Róger foi se consolidando como o homem da partida, criando várias oportunidades e sofrendo faltas próximo a área. Ele teve sua chance aos 28', quando foi lançado por Zé Carlos, cara a cara com o goleiro, mas acabou batendo no meio do gol, desperdiçando chance que abrilhantaria mais sua exibição na partida.

Assumindo a vice-liderança com folga, o Galo foi se contentando com o resultado, mas buscado mais. Os jogadores corriam com bastante garra, querendo recuperar a bola para marcar mais e mais gols. De tanto querer, conseguiram. Aos 36 minutos, Zé Carlos deu uma cavadinha impressionante para Welinton Júnior, que matou no peito e finalizou sem deixar ela cair. 3 a 0 para o CRB. Vitória importantíssima.

Próximo compromisso

Faltam nove dias para o próximo jogo em Belém. O Galo descansa, vai analisar as partidas e torcer por resultados que lhe beneficiem neste fim de semana. Agora na vice-liderança e somando os mesmos números de pontos que o Vasco, a fase é espetacular. O Paysandu entra em campo no próximo dia 20, uma quarta-feira, em Caxias do Sul-RS, e vai cansar bastante. É isso que o torcedor espera, um Paysandu bem cansado em Belém e a quarta vitória seguida do Regatas fora de casa.

G4: tão perto, mas tão longe

PARANÁ 0 x 0 Paysandu

Às vezes é difícil estar na ponta da tabela, brigando por uma vaga no tão sonhado G4. A equipe passa a ser visada pelos adversários e sofre bastante com isso. O Tricolor sofreu com isso nas ultimas duas rodadas, contra Avaí e Paysandu. O anti-jogo praticado pelos adversários foi enorme: uma média de 21 faltas cometidas e 6 cartões por jogo, além do tempo desperdiçado com jogadores caindo aos montes.
 
(Foto: Hugo Harada)
O jogo em si foi bastante parecido com o contra o time catarinense, a equipe Paranista mandou no jogo inteiro, mas sofreu para criar as chances devido a retranca adversária e a falta de inspiração de alguns jogadores. O grande número de faltas sofridas fazia a bola aérea ser uma das principais armas do Paraná. A principal chance do primeiro tempo saiu com Murilo Rangel, que recebeu de Nadson e exigiu boa defesa de Emerson.

Na segunda etapa a pressão creceu e, acrescida da expulsão de Augusto Recife por parte dos visantes, o Paraná era só ataque. Diego Tavares e Rafael Carioca apareciam como boas opções pelas laterais do campo, enquanto Robson buscava resolver as coisas lá na frente. Valber e Henrique pararam em Emerson, Robson e Carioca passaram perto, mas nada de abrir o placar. Aos 47 minutos do segundo tempo, Lucio Flavio ajeitou para dentro da área e Robert furou lindamente, dando números finais a partida, 0 x 0.

A partida serviu para evidenciar a necessidade de reforços para o setor ofensivo da equipe. O horroroso Lucio Flavio vem se mantendo desde o estadual e para brigar com ele foi contratado Robert, que ainda não mostrou a que veio e o gol perdido contra o Paysandu foi a gota d’água. Uma luz no fim do túnel começa a brilhar e a saída de Borges do América-MG me faz sonhar com a volta dele a Vila Capanema.

(Foto: Agência Estado)
O próximo confronto do nosso Tricolor agora é só no dia 22/07, contra a equipe do Criciúma, no Heriberto Hulse. Um duelo direto que poderá deixar os times em boas posições na tabela (o PRC continuará a três pontos do G4 independente dos outros resultados). Martelotte deve contar com o recém-contratado Henrique, que depende de sua liberação no BID. Vindo do Náutico, o lateral chega para brigar pela posição de Rafael Carioca. Outro reforço do treinador é a suspensão de Lucio Flavio pelo terceiro amarelo, o lado ruim é que Robert deverá entrar em seu lugar. Continuamos na briga, avante meu Tricolor!


Fellipe Soares || @_FellipeS
#PRaCima

Mudanças, surpresas e uma nova cara: o Flamengo em 2016

(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
Nação, 2016 tem sido uma viagem intensa e de muitos altos e baixos. Passamos da metade do ano e, após momentos conturbados, críticas, crises e surpresas, vivemos agora o último passo para a transição da "Era Muricy Ramalho" para imprevisível – de uma forma positiva – Era Zé Ricardo.

Os últimos jogos mostraram os diversos lados do Flamengo que ainda precisaremos entender. Desde o empate por 2 a 2 com o São Paulo, o rubro-negro oscilou bastante, com três vitórias e duas derrotas, mas jogou bem em boa parte dos confrontos. O Mais Querido de Zé Ricardo joga simples, para vencer e conquistar os pontos, sem inventar demais – precisávamos muito dessa mudança.

Os confrontos contra Corinthians e Atlético-MG mudaram muito o Fla de agora. Contra os paulistas, perdemos o controle após a expulsão de Zé Ricardo e um erro custou uma dolorosa derrota fora de casa. Por essa partida, perdemos não só o treinador, mas Ederson, que sofreu dura entrada de Fágner e acabou com uma contusão óssea no joelho esquerdo, e Rodinei, com uma luxação no cotovelo esquerdo. Ambos vão ficar mais de um mês fora. Guerrero levou o terceiro amarelo e deu lugar a Felipe Vizeu; Alan Patrick sentiu lesão dias antes do duelo contra o Galo e também seria ausência. Mancuello, mesmo com febre, decidiu jogar.

Poderia dar muito errado ou muito certo, mas quem se deu bem em Brasília foi o Flamengo. Mesmo com muitas ausências, o poder de superação da equipe refletiu diretamente no resultado e, ainda que alguns momentos tenham sido de apreensão, o Mais Querido saiu vitorioso e jogando bem.

Zé Ricardo finalmente foi efetivado e agora continuar a fazer seu bom trabalho. O Flamengo anunciou Alejandro Donatti, zagueiro que deve estrear logo, e Leandro Damião para praticamente fechar o elenco. Em breve podemos ter mais um nome e definir de vez a equipe de 2016.

Leandro Damião foi anunciado nesta quinta-feira (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
Sábado teremos um clássico para disputar e será o momento ideal para consolidar a boa fase. Contra o Botafogo no Estádio Luso-Brasileiro (ou Arena Botafogo, como está sendo chamado agora), o Flamengo poderá conquistar a primeira vitória depois da efetivação de Zé Ricardo. Precisamos vencer mais uma vez.

Mariana Sá | @marigarboggini 

Eliminado, mas de cabeça erguida e na bronca com arbitragem

Acabou o sonho do tetra, o Tricolor deu o sangue, mas o revés se repetiu e a arbitragem, mais uma vez, ficou a desejar



Em um jogo já complicado, tendo que ganhar por dois gols de diferença, o árbitro conseguiu que fosse ainda mais difícil. Entretanto, o São Paulo não se deixou abater e jogou na garra até o apito final.

O São Paulo começou bem o jogo, marcando bem o adversário e interceptando os passes dos colombianos. Logo no início, aos 8 minutos, Michel cruzou e achou Calleri na área, o atacante, de cabeça, fez o gol são-paulino que encheu todos de esperança. Mas em seguida o balde de água fria veio. O Nacional apostava muito em passes em profundidade e, em uma dessas jogadas, Bruno perdeu a corrida e Borja bateu cruzado, empatando a partida. Mesmo assim, o Tricolor continuou mantendo seu jogo e chegou mais uma vez com Calleri, porém a bola foi no travessão.

No decorrer da partida, o São Paulo começou a ter problemas na cobertura pelo lado direito, onde estava Mena. Muitas jogadas quase finalizadas em gol foram nas costas do lateral chileno. Todavia, foi no finalzinho da partida que as coisas tomaram rumos certos para a eliminação são-paulina. Michel deu um ótimo passe para Hudson, que dentro da área foi derrubado pelo jogador colombiano. O árbitro, que estava perto do lance, não marcou o pênalti.

Na segunda etapa, Bauza foi para o tudo ou nada tirando Hudson e colocando Alan Kardec. Assim, o São Paulo ficou muito mais exposto atrás, tomando novas pressões do Nacional, ainda muito nas costas de Mena. A pressão foi tanta que até Bruno virou goleiro em uma das jogadas. Novamente, no final da partida, Guerra tabelou, fez o cruzamento e a bola bateu na mão de Carlinhos. O juiz, dessa vez, marcou o pênalti. Automaticamente, todos jogadores são-paulinos foram reclamar. Após a cobrança convertida em gol, o juiz expulsou Lugano e Michel, porém, voltou atrás e expulsou Wesley em vez de Bastos. Mesmo com nove jogadores em campo, o Tricolor lutou até o fim e não tomou mais gols. 

No final da partida, Michel dissertou sobre a confusão: "Eu não entendi (o cartão). Nem ele sabe o que ele fez, só fui, como todos os jogadores, perguntar qual era o critério para não ter dado o pênalti para nós. Além de pênalti, era expulsão. Acho que foi o bandeirinha que falou que o Wesley falou alguma coisa, mas ele não fez nada. Hoje a arbitragem foi péssima". Lembrando que os quatro últimos jogos do São Paulo nessa Libertadores tiveram jogadores são-paulinos expulsos. Primeiro Calleri, depois Centurión, no jogo de ida da semi o Maicon e no da volta Lugano e Wesley.

Agora o São Paulo foca no Brasileiro, estando em 8º com 21 pontos. O time tem pela frente, nesse domingo (17/07), clássico contra o Corinthians, na Arena, às 16h.

FICHA TÉCNICA
Local: Estádio Atanasio Girardot, Medellín (Colômbia)
Gols: Borja (2) (NAC); Calleri (SP)
Cartões amarelos: Bocanegra e Mejía (NAC); Thiago Mendes, Hudson e Centurion (SP)
Cartões vermelhos: Lugano e Wesley (SP)
Arbitragem: Patricio Polic (CHI), auxiliado por Marcelo Barraza e Christian Schiemann (ambos do CHI)

ATLÉTICO NACIONAL
Armani; Bocanegra (Felipe Aguilar), Sánchez, Henríquez (Diego Arias) e Díaz; Mejía, Pérez (Guerra) e Macnelly Torres; Marlos Moreno, Berrío e Borja. Técnico: Reinaldo Rueda

SÃO PAULO
Denis; Bruno, Lugano, Rodrigo Caio e Mena (Carlinhos); Thiago Mendes, Hudson (Alan Kardec), Wesley e Michel Bastos; Centurión (Luiz Araújo) e Calleri. Técnico: Edgardo Bauza

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