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domingo, 17 de julho de 2016

Empate justo pelo futebol apresentado

Debaixo de chuva na Ressacada, Rubrão sai na frente do placar, mas toma empate.


O Oeste fez uma partida até que razoável, não foi um resultado que todos queriam, mas bem melhor um empate do que uma derrota, né? Enfim, a partida foi bem truncada, equilibrada e com o Rubrão na frente do marcador já no começo do primeiro tempo com Renan Mota chutando de fora da área no ângulo, sem chances para o goleiro aos 7 minutos.

Não isso não foi uma ironia, mesmo com um gol do Oeste no início da partida, o jogo foi bem difícil. O Oeste depois do gol tomou conta do jogo, estava conseguindo tocar mais a bola e segurando o jogo, porém numa bobeira grotesca do Danielzinho, o time da casa acabou empatando sem chances também para o goleiro Oestino.

No segundo tempo, o Oeste obteve mais chances de gol e por pouco não voltou à frente do placar. Acho incrível como certos jogadores ainda conseguem ser titulares no time do Oeste, parece que aquele "auge" no começo do campeonato foi o limite do time, acabou o tiki-taka aparentemente. Já está ficando bem chato eu todo jogo ficar criticando os jogadores do Oeste que estão sumidos de campo, mas eu não entendo porque o time decaiu tanto no campeonato, oscila demais a equipe.

Pra não dizer que eu só critico o time, vejo uma crescente também em alguns jogadores no time do Oeste, como Renan Mota um dos principais jogadores da equipe e que contra o Avaí fez uma partida boa. Marcus Vinícius melhorou muito também com a camisa do Oeste, ele está mais presente no jogo, arriscando mais, só precisa aprimorar sua pontaria e fazer a alegria do torcedor.

O resultado não foi bom, como disse no começo do texto, não era o que os dois times queriam. Ainda mais que os dois atualmente estão em situação nada interessantes no campeonato contra o rebaixamento, esse um ponto pro Oeste lá na frente pode fazer a diferença, isso é bom.

Vale ressaltar que todos os confrontos entre Oeste x Avaí terminaram empatados. Eles se enfrentaram em 2013, 2014 e 2016 todas na Série B, será que terá outro empate no segundo turno? Tomara que não, que dê vitória do Oeste.

O Oeste não pode ficar dando vacilos como foi no lance do gol do Avaí, entregando praticamente no pé do atacante, isso precisa ser corrigido de imediato. Seu próximo compromisso será em "casa" diante do Brasil de Pelotas-RS na terça-feira às 19h15.

A partida será realizada em Osasco ou em Barueri, não estou entendendo ultimamente, um jogo em Barueri outro em Osasco, assim dificulta o colunista em colocar informações da próxima partida.

VAMOS OESTE!

Césare Boralli || @cesareboralli
Linha de Fundo || @SiteLF

Nacional é eliminado da Série D

Da série: Eu não acredito. Após uma campanha bastante irregular, o Nacional ia para última rodada precisando ganhar bem e torcer por uma combinação de resultados que não era impossível: Vitória do Rio Branco em cima do Náutico e ao menos empate do Espírito Santo. A eliminação veio com requintes de crueldade. Doeu, e eu vou falar por que.

O primeiro tempo foi bastante fraco. O Genus estava mais preocupado em fazer cera e parar o jogo com faltinhas para achar uma bola, já o Nacional, mesmo com mais posse de bola, não conseguia penetrar no campo adversário e apelava para individualidade. Com jogo feio e muitas faltas, o Genus chegou mais próximo de abrir um placar num chute de falta. O Leão sentia a pressão da torcida e tentava a todo custo o gol.


Na volta para o segundo tempo, o Rio Branco ganhava do Náutico e 0x0 no jogo do Espírito Santo, sabendo disso (?) o time voltou mais ligado, com mais organização e o gol parecia que era questão de tempo. Com uns 10 minutos de jogo, o goleiro do Genus deu um soco no zagueiro nacionalino Edson Rocha e foi expulso. Era o embalo que o Naça queria para ir com tudo, e foi. Thiago Ulisses abriu o placar e Hayllan fez o segundo. A partir daí veio a tensão das arquibancadas, com olhos nos celulares esperando o resultado dos outros times.

Aí que veio o balde de água fria: Em uma falta despretensiosa, Tcharles chutou, a bola desviou na barreira e entrou. Sem saldo de gols ainda dava, mas ficava bem difícil. Rafael Bastos ainda perdeu debaixo das traves e aumentou o drama nas arquibancadas. Gol do Náutico e Gol do Espírito Santo aos 49 do segundo tempo. Fim de Série D e fim de festa numa colina lotada. Clima de velório. Fim.

Amazonense vai ser obrigação, mesmo com vários jogadores saindo desse time. Ah, Benazzi, fica um recado para você:

&#*@$!+@@@%$

Nacional: Tom; Osvaldir, Edson Rocha, Roberto Dias e Radar; Hércules (Cal), Thiago Ulisses, Malaquias, Leandro Chaves (Rafael Bastos) e Esquerdinha (Hayllan); Jones.

A eficiência do ataque em busca da reabilitação no Brasileiro


"Andar com fé eu vou, que a fé não costuma ‘faiá’" - é esse o sentimento de vários rubro-negros do Leão da Praça da Bandeira, ter fé para que o Sport saia dessa incomoda zona de rebaixamento.

Futebol não vem sendo tão bem aproveitado, o ataque por incrível que pareça está funcionando (tanto que o Leão tem o 4° melhor ataque desse brasileirão), mas a defesa é a facada nas costas desse time. Que não é o primor que foi o Sport de 2015, mas pelo menos em casa mostra um pingo de vontade e foi isso que aconteceu hoje no reduto do Leão pela 15° rodada do Campeonato Brasileiro.

Uma vitória que podemos dizer que muitos não esperavam, mas lá no fundo a torcida acreditava (se é que me entendem). O jogo começou e o carnaval fora de época do Sport começou aos 21 minutos quando Serginho tabelou com Edmílson que sem querer devolveu para o camisa 8, bater de chapa e guardar a bola para no fundo das redes (QUEM DIRIA!?). Logo a dupla que é tão contestada pela torcida (me incluo nessa) fez a alegria rubro-negra.

O gol de Serginho deixou o Grêmio um pouco atordoado que tentava atacar mais sem muito sucesso. Se o Grêmio não caprichava na pontaria, o Sport mostrou como que se faz e aos 38 minutos após escanteio cobrado por Everton Felipe, a bola encontrou Diego Souza para marcar seu 7° gol campeonato.

Diego Showza e sua comemoração rugido de Leão
Já não dava pra acreditar muito, o Sport vencendo um time do pelotão da frente? Pois é, mas o que parecida uma vitória tranquila tudo 'sussa', se transformou num jogo bem louco com uma leve pitada de perigo. Isso porque logo aos 50 segundos Pedro Geromel diminuiu para os tricolores gaúchos após cruzamento de Luan. Geromel esse que voltaria a marcar mais um aos 17 minutos após infelicidade do zagueiro rubro-negro Ronaldo Alves. É! eu falei um jogo louco com uma leve pitada de perigo.

Só que esse perigo foi indo embora cinco minutos após o gol de empate quando Edmílson (pois é a corneta liberta) recolocou o Leão da Praça da Bandeira em vantagem e para liquidar a fatura aos 29’, Everton Felipe ia ganhando de Marcelo Oliveira mais foi empurrado dentro da área, juiz marcou pênalti que Diego Showza fez o que o goleiro Marcelo Grohe pediu: bater no canto esquerdo e marcar o 4° gol do Sport e o 8° no campeonato (ah lei do ex I Love You). Ainda deu tempo para Diego Souza assustar Grohe numa cobrança de falta e Douglas assustar Magrão. Encerrado na Ilha, Sport 4x2 Grêmio.

Man of the Match para Diego Souza com a ressalva de uma boa atuação de Everton Felipe. Com os três pontos na conta o Sport respira um pouco na disputa contra o rebaixamento, ainda não saiu do Z4 é claro, mas está ali na portinha na 17° colocação com 15 pontos e na próxima rodada tem confronto direto contra o Cruzeiro em BH.

Confira ai os 6 gols dessa noite na Ilha do Retiro:


Até a próxima e só para lembrar-se de uma coisa: Aqui não é os Aflitos, Grêmio passar bem!

Adeus, tabu: Palmeiras volta a vencer o Inter em Porto Alegre e mantém liderança

O Internacional não vencia há algum tempo no Campeonato Brasileiro. O Palmeiras já não vencia o Inter desde 1997 no estádio Beira-Rio, quando bateu o time gaúcho por 1x0 em um estádio que não tinha sido reformado. Nesse cenário de seca, melhor para o time palmeirense que voltou a sair do Rio Grande do Sul com três pontos na mala.

O gol de Erik, logo aos dez minutos, definiu o placar da partida. O atacante substituiu o poupado Dudu e aproveitou sobra dentro da área para tocar no canto do gol. Antes mesmo, Gabriel Jesus já tinha perdido uma boa oportunidade.

Esse panorama manteve-se por todo primeiro tempo. Marcando sob a pressão, o Palmeiras dificultava muito a saída de bola do Inter que, sem muita qualidade e pressionado, apelou para os chutões e bolas longas. Ficou ainda mais fácil de neutralizar e sair em velocidade. Gabriel Jesus e Roger Guedes quase ampliaram em um primeiro tempo quase perfeito do Verdão.


Sem matar o jogo nas boas chances que teve, o Palmeiras acabou dando uma nova vida ao time gaúcho. Pressionado e sem a mesma qualidade nos contra-ataques, o Colorado deu alguns sustos. Nada que obrigasse a grandes aparições de Fernando Prass, mas o suficiente para assustar.

A lesão de Cleiton Xavier complicou ainda mais o controle de bola do alviverde e o jogo passou a ficar perigoso. Cuca lançou mais dois atacantes: Rafael Marques e Leandro Pereira. O meio não foi alterado e o controle do jogo não voltou para o Verdão. Não que o Inter fizesse muito por merecer o empate, mas passou a forçar bolas aéreas e poderia ter encontrado uma bola.

A vitória segura mantém o Palmeiras na liderança da competição, mas com um grande desafio para as próximas rodadas: sobreviver sem a presença de Fernando Prass e Gabriel Jesus, ambos servindo a seleção olímpica.

O DESTAQUE: entrando com a missão de substituir Moisés, Thiago Santos deu conta do recado. O Internacional teve muita dificuldade para criar qualquer lance de perigo contra a meta de Fernando Prass e boa parte disso é pela ótima marcação do volante palmeirense. Mesmo na saída de bola, sua grande deficiência, não prejudicou.

BOLA MURCHA: voltando ao time depois de suspensão, Roger Guedes teve atuação apagada e nem de longe lembrou a importância dos jogos anteriores. Foi displicente em alguns lances e perdeu boa chance ainda no primeiro tempo.

Torcida comparece e Fluminense volta a vencer

Fluminense 17.07.2016

Fico duas semanas sem escrever e o Fluminense muda da água para o vinho. Jogávamos em Volta Redonda para menos de mil pessoas e jogamos em Edson Passos com casa cheia; Nem lembrava direito o que eram três pontos e ganhamos com tranquilidade; Nosso elenco era fraquíssimo e numa tacada anunciamos quatro jogadores; estávamos ameaçados pela zona de rebaixamento e agora, se vencermos o Furacão, o G4 é logo ali.

Óbvio que uma vitória sobre um time que termina a rodada na zona de rebaixamento não pode servir de parâmetro ao resto do campeonato. Nossa zaga não foi ameaçada, deixando pouco espaço para que Gum e Henrique pudessem mostrar toda a categoria deles. Jogamos num 4-4-2 muito bem definido, com dois volantes e dois abertos pelas pontas. O que me impressionou foi Samuel jogar pela esquerda ao invés de formar a dupla dianteira com Richarlison. Ele sempre foi um jogador de referência, reserva do Fred, e nos revelou essa outra faceta que é tão limitada quanto a que já conhecíamos.

Fluminense 17.07.2016
Estava com saudade dele? Foto: Mailson Santana/Divulgação FFC
O primeiro tempo pode ser considerado excelente. Gostei muito da troca de passes no campo ofensivo e a movimentação de Marcos Junior e Richarlison é ponto fundamental para nosso time. Cícero e Douglas têm bom passe, mas precisam de opções. Maranhão também se mostrou muito correto e foi nossa principal válvula de escape pelo lado do campo. Nosso primeiro gol veio de uma jogada previsível, mas difícil de marcar: bola desviada na primeira trave para pegar a zaga sem reação. Fábio ainda fez uma bela defesa, mas Cícero teve oportunismo e marcou. O segundo gol veio de um pênalti que achei corretamente marcado. Marcos Junior chamou a responsabilidade e não decepcionou. Fico muito feliz que ele esteja finalmente se encontrando depois de tanto tempo entre idas e vindas do banco de reservas.

A segunda etapa se transformou em uma mera formalidade. O Cruzeiro ainda tentou um abafa nos primeiros minutos, só que sem sucesso. Passamos a cozinhar o jogo e tentar jogadas de contra-ataque. Foram poucas as boas chances que criamos e não conseguimos aproveitar. Edson, Dudu e Igor Julião ainda tiveram suas chances de entrar e nenhum fez nada demais.

Fluminense 17.07.2016
Richarlison tem valorizado demais alguns lances, alguém deve chamar a atenção dele
Foto: Mailson Santana/Divulgação FFC
Teremos agora uma semana para treinar, assim como essa última. Ceifador já estará em condições de jogo e é provável que estreie. Os outros contratados já começarão a treinar com o time e logo estarão à disposição. Ainda estou otimista que o camisa 10 seja anunciado. Seria a cereja do bolo para que o Flu saia do patamar de meio de tabela para buscar um G4.

Fluminense 17.07.2016
Levir, na tradicional pose, terá mais opções no elenco e iremos fazer coisa melhor. Foto: Mailson Santana/Divulgação FFC
Parabéns à torcida que compareceu, jogar com casa cheia é outra coisa.

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

Luverdense se complica e apenas empata com reservas do Vasco

Jogando contra um Vasco cheio de reservas no estádio Passo das Emas, o Luverdense dominou boa parte das ações, deu muito trabalho para o goleiro Martín Silva, mas por pouco não saiu derrotado. O gol salvador de Alfredo, já nos acréscimos, deu um ponto ao Verdão do Norte que havia sofrido o primeiro no começo da etapa final.

Os primeiros trinta minutos de jogo foram muito bons com muitas chances de gol. A defesa vascaína apresentou diversos erros técnicos e de posicionamento e permitiu jogadas de perigo do time da casa. Jean Patrick, em cabeçada bem defendida por Martin Silva, quase abriu o placar. Tozin e Régis também levaram perigo.

Foto: Globo Esporte.
No final da etapa inicial, o Vasco conseguiu equilibrar as ações contra o Luver e chegou a assustar com um chute que triscou a trave. Escapou-se na etapa inicial, Pikachu tratou de colocar os cariocas na frente no começo do segundo tempo. Golpe duro para um time que dominou boa parte das ações.

Atrás no placar, o Verdão do Norte pressionou em busca do empate. Ele veio, mas de forma muito dramática, já nos acréscimos, quando Alfredo desviou de cabeça e empatou. Um ponto a ser lamentado pela atuação, mas comemorado pela situação de jogo.

Com raça, com Rossi

Neste sábado (16/07) o Goiás enfrentou o Náutico no Serra Dourada com uma enorme necessidade de vitória para tentar se recuperar na Série B. Os três pontos vieram com um bom futebol coletivo apresentado pelo time, junto da enorme raça e dedicação apresentada por alguns jogadores em campo. Mas não podemos nos precipitar dizendo que está tudo "100%"... Mesmo com a vitória o nosso sistema defensivo ainda apresenta muitas falhas, e é visível que nossos zagueiros não nos transmitem segurança.

A lateral direita é um problema para nós desde 2014, fato. Diversos jogadores passaram por lá desde Tiago Real, Valmir Lucas (improvisados) até laterais de ofício que não renderam o suficiente como Everton e Giménez. E ontem mais uma vez o lado direito foi motivo de dor de cabeça para nós esmeraldinos, pois o "inseguro" Anderson Salles atuava por lá tornando o setor uma avenida para o Náutico. Foram menos de 10 minutos para a defesa falhar novamente e Ivan de forma precipitada cometer o pênalti e ajudar os pernambucanos abrirem o placar.

Se nossa defesa tanto falha, o meio campo e ataque começam a ganhar elogios. O garoto Léo Sena vem se mostrando cada vez mais merecedor de uma vaga na equipe titular, junto com Léo Lima eles conseguiram criar inúmeras jogadas ofensivas, principalmente usando os lançamentos em profundidade. E foi assim, saindo do pé do jovem Sena um lançamento espetacular para Rossi que ao falhar em driblar o goleiro deixou a bola para Carlos Eduardo empatar.

O setor ofensivo se destacou no primeiro tempo. foto:globoesporte.com
Léo Condé sacou Alex Alves e colocou Daniel Carvalho ainda no primeiro tempo. Confesso que inicialmente essa mudança não me agradou, pois o primeiro tempo de Daniel foi extremamente fraco e pra piorar sofremos o segundo gol antes do intervalo. A insatisfação era enorme e aquela sensação de jogar melhor que o adversário e sair perdendo tomava conta do Serra Dourada.

No segundo tempo entrou um fator determinante para o resultado final, a raça. O Goiás voltou muito bem e Rossi fez uma excelente partida, aos 8 minutos cruzou para Léo Lima empatar e aos 18’ virava o jogo ao nosso favor. Daniel Carvalho também melhorou muito de produção no segundo tempo, criando várias jogadas ofensivas e dando um passe (e que passe!) para Rossi driblar Julio César e fechar o placar, Goiás 4x2 Náutico.

Com grande atuação, Rossi foi o melhor da partida. foto: globoesporte.com
Essa vitória nos trouxe um alívio imenso, mas devemos manter o pé no chão. Daqui pra frente se quisermos subir devemos matar um leão por jogo e com muita raça! Novas contratações estão chegando e com o apoio da torcida, espero que o Goiás consiga se reerguer na Série B e dar alegria a nós esmeraldinos.

Artur Pinheiro ll @arturpinheirom
Linha de Fundo ll @SiteLF

Remo reage, arranca empate fora de casa, mas sai do G4


No ultimo sábado, 16, América de Natal recebeu o Remo na Arena das Dunas pela Série C do Campeonato Brasileiro. A partida foi equilibrada e terminou empatada em um a um.

O time da casa começou pressionando e conseguiu abrir o placar logo aos seis minutos de jogo. Mas a reação da equipe azulina veio ainda no primeiro tempo, aos trinta e três minutos.

O primeiro tempo começou e o América não dava espaço de jogo ao Remo. Em um contra-ataque, aos seis minutos, Luiz Eduardo fez o gol para o anfitrião. Aos quinze minutos, o América quase marcou novamente, com Everton. A pressão continua, e Reis (ex Remo) puxou outro contra ataque perigoso. Remo sofreu pressão do América até os primeiros trinta minutos de jogo. Aos trinta e três, Edno marcou de fora da área um belo gol e o Remo começou a reagir.

América investiu em jogadas rápidas, onde visivelmente foi superior ao Remo, mas o Leão Azul pressionou e quase marcou aos quarenta e dois minutos com o Levy.

América-RN x Remo Arena das Dunas (Foto: Fabiano de Oliveira)
América - RN e Remo empataram em um jogo bastante equilibrado na Arena da Dunas
Fonte: http://globoesporte.globo.com/pa
O segundo tempo começou e diferentemente da primeira etapa, o Remo começou trocando passes e o América mais calmo, porém com uma marcação fechada. Thiago Potiguar (ex Remo) puxou um contra-ataque aos treze minutos, mas a jogada foi parada por impedimento. O jogo se manteve lá e cá. Aos quinze minutos, o Remo puxou um contra ataque sem sucesso e aos dezessete, o América arriscou com Luiz Eduardo. Aos trinta e dois minutos, o Remo teve a grande chance da virada, com Eduardo Ramos. O meia bateu colocado no canto direito e o goleiro Camilo fez uma defesa inacreditável. O jogo continua com várias chances por partes de ambas as equipe e a partida estava em aberto até o ultimo momento. Com este empate, o Remo se manteve na quarta colocação do grupo A, com treze pontos. Porém com o complemento da rodada, foi ultrapassado pelo ASA de Arapiraca que agora ocupa a segunda colocação com quinze pontos. O Remo fecha a rodada na quinta colocação.

REMO
Fernando Henrique, Henrique, Max, Levy, Wellington Saci, Michel Schmoller, Lucas Garcia, Eduardo Ramos, Héricles, Ciro e Edno.
SUPLENTES
Douglas, Murilo, Italo, Jussandro, Allan Dias, Marcinho e Magno.

AMÉRICA - RN
Camilo, Cleber, Lucas Bahia, Everton, Memo, Richardson, Reis, Thiago Potiguar, Macena, Raul, Luiz Eduardo.
SUPLENTES
Ewerton, Gleidson, Diego Silva, Italo Melo, Elias, Romão, Alex Henrique, Jr Mandacaru, Caaporã e Pedro Ivo.

PRÓXIMO JOGO
No dia 25, o Remo enfrentará o Cuiabá no Estádio Olímpico do Pará.

Texto por: @Angel_Caldeira

Elias perde pênalti e Sampaio empata mais uma

Em jogo sonolento e sem graça, o Sampaio Corrêa recebeu o Bahia no Estádio Castelão, pela 16ª Rodada do Campeonato Brasileiro Série B, na última sexta-feira (15). O time da casa teve ainda a chance de sair com a vitória, mas o atacante Elias perdeu um pênalti no segundo tempo. Resultado inicial persistiu até o fim do jogo, 0 x 0 e vaias da torcida pelo time maranhense.


A primeira das pouquíssimas chances de gol foi do Sampaio. Léo Gago arriscou de muito longe e chutou forte, mas o goleiro Jean defendeu em dois tempos. O técnico Guto Ferreira foi obrigado a fazer primeira mudança ainda aos 13 minutos. Edgar Junio saiu lesionado para a entrada de Régis. A primeira chance real de gol do Bahia saiu somente aos 32’. Após um belo cruzamento da direita de Luisinho na área, Renato Cajá cabeceou vindo de trás, como elemento surpresa, mas a bola passou por cima do gol. Juninho também tentou em cobrança de falta à média distância. O chute não saiu tão forte, mas a bola passou com certo perigo ao lado do gol.

No início do segundo tempo, o Bahia fez outra alteração por lesão. Após disputa de bola com o goleiro do seu próprio time, o zagueiro Lucas Fonseca machucou-se e deu lugar para Éder. Aos 16 minutos, aconteceu o lance crucial da partida. Edgar, que entrou na vaga de Léo Gago, fez boa jogada na Linha de Fundo e foi derrubado dentro da área. Pênalti para o Sampaio. Elias foi para a cobrança e chutou na trave esquerda de Jean. Era um jogo truncado, de poucas chances, e uma chance tão clara não poderia ser desperdiçada. O atacante foi substituído por Carlos Alberto, voltando ao time após muitas rodadas de ausência por opção do técnico, e foi vaiado pela maioria dos torcedores presentes.

Somente aos 39 minutos, o Bahia voltou a assustar. Em cobrança de falta, a bola foi levantada na área e Zé Roberto desviou de cabeça, mas Rodrigo Ramos fez a defesa com segurança. O tricolor maranhense ainda tentou também em cobrança no fim do jogo com Edgar, mas sem susto para o goleiro baiano. O placar persistiu e o Sampaio deixou o gramado sob as vaias. O empate ficou com gosto de derrota, já que o time desperdiçou a chance de sair da lanterna, pois o Tupi perdeu para o CRB, na quinta-feira.

Durante quase o jogo inteiro o Sampaio jogou atrás da linha do meio de campo, respeitando demais o Bahia, por ter um elenco mais forte, e esperando o momento certo para contra-atacar, o que não aconteceu. O time maranhense abusou dos lançamentos diretos para Pimentinha, principalmente no primeiro tempo, mas sem sucesso algum, pois o atacante boliviano não conseguiu aproveitar nenhum desses lançamentos e a maioria deles nem mesmo chegou ao seu domínio, interceptados pelos defensores adversários. Era pouco para um time que precisa sair da zona de rebaixamento. O Bahia procurou ser mais agressivo e tocou bastante a bola no campo de ataque, mas não conseguiu criar nenhuma chance de grande perigo para o goleiro Rodrigo Ramos.

Agora o técnico Wagner Lopes terá pouco mais de uma semana para preparar o time para uma sequencia de dois jogos fora de casa e poderá contar com os retornos de Daniel Barros, Rafael Estevam e Guilherme Lucena, entregues ao departamento médico. O próximo embate da Bolívia Querida será diante do Londrina, no Estádio do Café, no sábado (23), às 21h.

FICHA DO JOGO: SAMPAIO CORRÊA 0 X 0 BAHIA

Local: Estádio Castelão, São Luís (MA)
Data/Horário: 15 de Julho de 2016, às 21h30.
Cartões amarelos: Léo Gago e Rayllan (Sampaio); Feijão, Juninho e Tinga (Bahia)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Público: 4.455 totais e 3.067 pagantes

Sampaio Corrêa: Rodrigo Ramos; Éder Sciola, Wágner Fogolari, Luiz Otávio e Renan Luís; Diego Lorenzi, Felipe Baiano, Léo Gago (Edgar) e Lucas Sotero (Rayllan); Pimentinha e Elias (Carlos Alberto). Técnico: Wager Lopes

Bahia: Jean; Tinga, Jackson, Lucas Fonseca (Éder) e João Paulo; Feijão, Juninho e Renato Cajá; Luisinho (Zé Roberto), Edgar Junio (Régis) e Hernane. Técnico: Guto Ferreira

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF
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