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segunda-feira, 18 de julho de 2016

No acender das luzes, Bragantino vence o Joinville

O Bragantino recebeu o Joinville neste sábado (16), no Estádio Nabi Abi Chedid às 21:00, porém os times tiveram que esperar 1 hora e 38 minutos para que as luzes ligassem para, enfim, começar a partida.

Estádio Nabi Abi Chedid sem luz (Foto: Gabriel Fronzi) 
A escalação bragantina jogou num 4-3-3 extremamente ofensivo, com um rápido ataque que contou com Claudinho na esquerda, Rafael Grampola de centro-avante e Erick na direita; para criar as jogadas estava Marcos Paullo, que podia subir com tranquilidade para o ataque porque contava com Daniel Pereira e Gabriel Dias de volantes para garantir a segurança no meio.

PRIMEIRO TEMPO - O Braga chegou bem; a primeira chance foi em cobrança de Marcos Paullo para fora. A segunda oportunidade foi de Rafael, que desperdiçou o ótimo cruzamento de Erick e cabeceou para fora, dentro da pequena área.


Aos 3 minutos de jogo, o Bragantino chegou pela terceira vez quando Claudinho fez ótimo lançamento para Rafael, bem posicionado na entrada da grande área, e com muita categoria e precisão, o camisa 9 deu um simples toque para encobrir o goleiro Aranha e abrir o placar no para o Braga no Nabizão.

O Bragantino chegava bem no ataque com seu trio ofensivo, porém não conseguia fazer a bola entrar. O Joinville levou pouco perigo ao gol de Felipe, que quando exigido correspondeu fazendo boas defesas, como na cobrança de falta de Bruno Ribeiro, que parou nas mãos do capitão. Nos últimos minutos do primeiro tempo, Erick fez falta boba em Diego e acabou levando um cartão amarelo que seria determinante no segundo tempo.

INTERVALO - O técnico Marcelo Veiga não optou por fazer alterações no Bragantino; deixou o time do mesmo jeito para a segunda etapa. Já Lisca, treinador da equipe catarinense, percebeu que o JEC não estava levando perigo e trocou Paulinho Dias por Juninho no meio-campo.

SEGUNDO TEMPO - A equipe visitante ensaiou uma pressão logo nos instantes iniciais, mas a falta de pontaria afetou demais o Joinville. O Bragantino não recuou, mas não atacou também. Aos 10 minutos, Erick recebeu passe dentro da área e foi derrubado pelo zagueiro do JEC, mas o árbitro entendeu que ele simulou pênalti e deu cartão amarelo, seu segundo no jogo, mandando-o para o chuveiro mais cedo.

Com um jogador a menos, o Bragantino passou a cadenciar mais o jogo. O Joinville pressionou muito, mas não teve nenhuma grande chance de gol graças aos volantes do Bragantino, que controlaram muito bem as jogadas. Para não correr riscos, Marcelo Veiga colocou o André Rocha na defesa e sacou o meia Marcos Paullo, e depois tirou o atacante Claudinho para botar o meia Tartá. A última alteração foi ao tirar o zagueiro Lucas Rocha, que estava com problemas, para colocar o outro zagueiro, César Gaúcho.

O Joinville seguia pressionando o Braga, que se defendeu como pôde; o lance capital foi aos 45 minutos, quando Tartá armou ótimo contra-ataque e lançou o volante Gabriel Dias, que dividiu com os zagueiros tricolores e quando ficou cara a cara com o goleiro Aranha, deu um toquinho rasteiro para marcar e matar o jogo: 2 a 0.


CONCLUSÕES - O Bragantino fez uma partida boa e só não foi excelente pela expulsão do garoto Erick, isso prejudicou demais. Com um a menos e com a vantagem no placar, coube ao leão saber controlar o jogo e foi exatamente isso o que aconteceu. No final, o time conseguiu aproveitar a única chance criada no segundo tempo para matar o jogo e garantir os três pontos.

No entanto, isso ainda não tira o time do Z4, já que o Goiás é o último time fora da zona de rebaixamento com 18 pontos, um a mais do que o Braga, que chegou a 17. A próxima partida é contra o Vasco da Gama, sábado (23) às 16h30, em São Januário, no Rio de Janeiro.

ALGUMAS CURIOSIDADES - 
  1. O primeiro gol do Bragantino foi no sábado às 22:40 e o segundo no domingo às 00:25.
  2. Os melhores jogadores do Braga na partida são emprestados; Claudinho pertence ao Corinthians e Gabriel Dias ao Palmeiras.
  3. E não acreditem em tudo que é mostrado no Globo Esporte...


Ficamos por aqui, você ainda pode assistir aos melhores momentos da partida em HD.


Mateus Segur || @SegurMateus
Linha de Fundo || @SiteLF

Todos pelo Bryan


Tarde de sábado ensolarado, numa verdadeira armadilha para quem não conhece as nuances do inverno gaúcho. O frio era anunciado em todos os canais de tv, mas e daí? A torcida Xavante estava em festa. E não era uma fasta qualquer. Era a volta dos jogos do Brasil ao Caldeirão, à Baixada, ao Bento Freitas, ao Estádio mais humano. O Bento Freitas é uma experiência de elevação, dor e alegria, de superação dos indivíduos..., segundo Rui Carlos Hostermann, renomado jornalista da RBS. E ele está absolutamente certo. Caberia, inclusive, uma campanha motivando a todos os amantes do verdadeiro futebol, pelo menos, uma vez por ano vir assistir uma partida no Estádio do G. E. Brasil. E não precisa escolher um jogo bom, não. Não importa se Flamengo, Cruzeiro, Maringá ou São Gabriel venha jogar aqui, porque a emoção está garantida. Se não no jogo em si, será através das reações da torcida Xavante.

Até aqui om Campeonato Brasileiro de 2016 da Série B apresentou dezesseis rodadas das quais o G. E. Brasil jogou apenas seis em seu Estádio. Contra Náutico, Bahia e Joinville, mesmo o Xavante tendo o mando de campo, teve que jogar no estádio da S. E. R. Caxias, o Centenário, na cidade de Caxias do Sul, a praticamente trezentos e oitenta quilômetros de distância devido ao fato da capacidade momentânea do Bento Freitas não atender ao mínimo de dez mil lugares exigidos pelo regulamento da competição. Por isso houve festa e “De volta para Casa” era a oração entoada a todo instante pela Torcida Rubro Negra.

Desde cedo a sinergia Estádio, Time e Torcida era total e o churrasco regado a muita cerveja atestavam a alegria do momento. Encasacados, com gorros e mãos nos bolsos, aguardavam o início do jogo. Por sua vez, integrantes da Xaranga Garra Xavante cortavam a massa na difícil tarefa de chegar até o local onde a batucada reina e comanda o espetáculo.

Jogadores perfilados numa toada patriótica, como a pedir a graça de governos justos e  congressistas idôneos, davam o toque formal para o acontecimento esportivo.


Exposta no Pavilhão Social, uma faixa da Camisa 7 reverenciava o eterno ídolo Claúdio Milar. A meu lado, alguns torcedores usavam as mãos em forma de megafone querendo levar seu berro ao adversário para mostrar quem realmente manda no Bento Freitas. Mal o jogo começa e o rádio cola no ouvido de um Xavante nervoso e louco para entrar em campo para fazer o gol de uma vez.

O Brasil ataca na goleira do placar e isso mexe comigo porque não sei se olho o jogo ou aquela beleza que, quando pronta, transformará totalmente o Brasil, obrigando-o a um passo maior e a conviver em definitivo com os grandes clubes do país. Apesar da grandeza do momento, da festa da torcida e do bom futebol do time Xavante, é a equipe goiana quem abre o placar para espanto da massa presente ao estádio. Eram vinte e seis minutos e não dava para acreditar na crueldade daquele resultado parcial. Dez minutos depois, uma hecatombe acontece e o Vila Nova faz mais um, decretando um dois a zero inacreditável.

O jogo em si era uma ótima partida para quem gosta de futebol, mas, diachos, eu torço. Não sou páreo para quem observa movimentos táticos, técnicos, essas coisas. Sou paixão, adrenalina do início ao fim, seja o jogo que for. Imagina em campeonato nacional? Como torcedor, não resta outra coisa a não ser gritar mais, incentivar o time, xingar o juiz. E é isso que eu e toda a Nação Xavante fazemos em um delírio contagiante que chega aos jogadores do Brasil instantaneamente.

Quarenta! Quarenta minutos e finalmente o primeiro gol do Brasil. Tinha que ser ele, o nosso goleador. Felipe Garcia dá o recado e balança as redes adversárias para a alegria da xavantada. O punho cerrado, o coração a mil e a garganta traduz toda a emoção em um berro que ecoa por toda Princesa do Sul.

Com o fim do primeiro tempo, entra em campo a equipe responsável pelo gramado do Bento Freitas. Que gramado! O atleta que não jogar direito neste tapete é perna de pau ou está com diarreia aguda. A própria bola deve agradecer aos deuses do futebol por aqui rolar.

No intervalo, duas torcedoras desfilam orgulhosamente com uma faixa conclamando a Nação Xavante a comprar a rifa de um Fiat Palio 0Km. Os valores arrecadados serão investidos nas obras do novo Bento Freitas. Como em tantas outras iniciativas, a chancela dessa ação é da Associação Cresce Xavante. Fundada em 2008, esta entidade trouxe uma nova luz, uma nova maneira de torcer. Canalizam a paixão em prol do crescimento do Clube com promoções que visam à valorização do patrimônio cultural material e imaterial do G. E. Brasil por intermédio de projetos que possam qualificar o Clube no que diz respeito a seus recursos humanos, físicos e de mobilidade. Entre suas ações, reforma da tela, drenagem do gramado, reforço das luminárias, montagem de uma academia própria para o Brasil, entre tantas outras. Daí para a construção de um Novo Bento Freitas, foi um abraço.


Antes que Brasil e Vila Nova voltassem para o segundo tempo de jogo, alguns garotos dão um exemplo de solidariedade. Em um passinho miúdo, contornam o gramado carregando uma faixa com a seguinte mensagem: #TodosPeloBryan. Trata-se de uma campanha para ajudar Bryan dos Santos. Com apenas oito anos, este menino nasceu com mielomeningocele torax lombar e precisa fazer uma intervenção cirúrgica com urgência. Não tenho dúvidas, mais uma vez, o lado humano do Estádio Bento Freitas dará uma resposta positiva. E você que lê esta mensagem agora, se puder, colabore através da conta 600 04 72 89, agência 4305, banco 033, Santander ou entre em contato com a família de Bryan.

Depois dos quinze minutos mais longos dos últimos tempos, os times voltam para a segunda etapa de jogo. Mal recomeçou a partida e a torcida Xavante explode com o segundo gol do Brasil. De novo ele, Felipe Garcia, o nosso goleador, empata a peleja. Delírio total e as arquibancadas pulsam na mesma balada da massa numa felicidade impressionante. Futebol não é justo, eu sei, mas e daí? Nós não podíamos perder depois de tanta espera por um jogo em casa. 


No fervor da comemoração do nono gol de Felipe Garcia neste brasileiro, vejo que muito próximo de mim, está Kainã, meu sobrinho. Não deu outra, minha Canon registrou a vibração dele que, com óculos tipo “Homem Borracha” se desmanchava de tanta alegria.

O jogo aproximava-se do final praticamente no mesmo ritmo do início, com Brasil e Vila Nova dando tudo de si neste jogo sensacional. Em um momento mágico, capto torcedores praticamente em transe após mais um gol perdido pelo Brasil. Pouco tempo depois, o juiz trilou o apito dando os números finais da partida. 2x2, o Brasil vai a vinte e três pontos. Fica na oitava posição. Seis pontos atrás do G4 e, igualmente, seis pontos à frente do Z4. A campanha é muito boa, mas já foram três empates com mando de campo e nenhuma vitória fora de casa. Vamos compensar imitando os antigos desbravadores e conquistando o Oeste. É prá já e será na Arena Barueri.

De volta às origens

A união faz a força! (Fonte: Site Oficial Santa Cruz)
Animadora, convincente e acima de tudo importante. Essas são algumas palavras que podem resumir perfeitamente a vitória do Santinha . Antes de a bola rolar, o retrospecto convenhamos, não era favorável a nenhuma das equipes: De um lado, o América/MG era o segundo pior mandante da competição, com apenas sete pontos conquistados. Do outro, o tricolor era o quarto pior visitante, com apenas dois pontos. Consequentemente, ambas as equipes estavam no Z4 e necessitavam de uma vitória para ganhar fôlego na árdua luta contra o descenso. Apesar das "semelhanças" entre as campanhas, quando a bola rolou, a diferença técnica entre os times foi notável.

Embora jogasse em Minas, o Santa Cruz manteve seu padrão de jogo, envolvendo rápidas triangulações, compactação entre as linhas e o tradicional jogo pelas beiradas, com uma movimentação intensa e articulada. No entanto, apesar do ótimo futebol, a vitória não poderia vir sem emoção, claro. Nada tem vindo sem um toque dramático para o Terror do Nordeste, aliás, nunca veio. Minutos após abrirmos o placar com uma bela finalização de Tiago Costa, o América foi presenteado com um pênalti (Sim, presenteado. Contato tem que existir, isso é futebol, não vôlei). Felizmente temos Tiago Cardoso, que para variar, foi decisivo e defendeu com o pé a péssima cobrança de Osman.

Após o lance acima citado, o paredão foi um expectador de luxo: Voltou com o terno limpinho, já que o América mesmo atrás do placar não produziu mais nada. Dessa forma, o arqueiro acompanhou de maneira privilegiada o vareio de bola tomado pelo coelho. Na defesa, Néris fez barba, cabelo e bigode, passando uma segurança que nem todo veterano consegue. No meio, Marcílio justificou sua vaga na equipe titular pelo quarto jogo seguido: marcou, deu assistência, balançou as redes e saiu com dores, de tanto correr e se esforçar. Foi sem dúvidas, o jogo de consolidação do garoto. Na frente, Keno e Rei Arthur infernizaram a zaga adversária, através de dribles desconcertantes e muita velocidade, com destaque para o segundo, que acertou um petardo no ângulo, acertando a pobre coruja que ali estava e tampando o caixão do alviverde. No mais, muito toque de bola e o apito aliviador que garantiu nossa primeira vitória longe do Recife nesse brasileirão.

Foi uma partida memorável, não só pelo placar, mas também pela obediência tática, que resultou no futebol de alto nível. Esse é o Santa Cruz que venceu o estadual e a Copa do Nordeste na mesma semana. Esse é o Santa Cruz que pode sonhar com objetivos maiores que a simples permanência na elite nacional. Esse é o Santa Cruz que encanta Pernambuco desde 1914, embalando uma multidão apaixonada, fiel e acima de tudo, orgulhosa por fazer dessas três cores, uma filosofia de vida.

Por: Matheus Dantas || Twitter: @matheusdantas08

A vitória que quase veio

No jogo válido pela 16ª rodada da Série B do Brasileirão, o Vasco quase conseguiu a vitória, mas não segurou o resultado e acabou levando para casa o empate com o Luverdense.

Foto:  GE
Focado na Copa do Brasil, o Vasco foi ao Mato Grosso com quase todo o time formado por reservas. A equipe sofreu com a falta de entrosamento dos jogadores no primeiro tempo, e se não fosse por Martín, o único titular em campo, a história do jogo poderia ser totalmente diferente.

Para completar o pacote de uma primeira etapa complicada para a equipe CruzMaltina, duas lesões assombraram o campo. Willian teve que ser substituído por Mateus Pet após uma pancada no tornozelo e Caio Monteiro saiu por dores musculares, para a entrada de Andrey. Entre lesões e defesas de Martín, o primeiro tempo terminou 0 a 0.

Foto: GE
Na segunda etapa o Vasco veio com mais garra e mesmo com todos os reservas, conseguiu se impor em campo. E aos 14 minutos saiu o gol vascaíno, após o chutão de Martín, Thalles recebeu e deixou para Pikachu marcar seu primeiro gol com a camisa vascaína. Após o gol, o Luverdense tentou com todas as suas forças alcançar o empate, enquanto a equipe carioca fazia de tudo para segurar o resultado. Mas com tanta insistência, o time da casa conseguiu passar pela muralha vascaína, aos 45' Alfredo recebeu de Paulinho e com uma bela cabeçada fechou o placar.

O empate frustrou a equipe vascaína que acreditava que finalmente uma vitória viria. Com esse resultado o Vasco permanece na primeira colocação na tabela, com 32 pontos, seguido pelo CRB, com 31. Já o Luverdense continua no nono lugar, com 22 pontos. Na próxima quarta-feira (20), a equipe CruzMaltina encara o Santa Cruz, às 21h50, pela Copa do Brasil. Enquanto o Luverdense joga contra o Bahia, no sábado (23), às 18h30.
                                                
Ana Clara Soares (@AnaClaraSoares1)

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-SC)

Luverdense: Gabriel Leite, Raul Prata, Gabriel Valongo, Everton e Paulinho; Ricardo (Douglas Baggio), Jean Patrick, Moacir (Sérgio Mota), Régis Souza (Alfredo), Rogerinho; Tozin. Técnico: Júnior Rocha.

Vasco: Martín Silva, Yago Pikachu, Jomar, Rafael Marques (Aislan) e Alan Cardoso; William (Mateus Pet), Diguinho, Julio dos Santos e Evander; Caio Monteiro. Técnico: Jorginho.

Erros bobos e mais uma derrota fora de casa

Em mais uma partida fora de casa, o Criciúma perdeu de 1x0 para o Ceara, nem tenho muito a comentar. Os mesmos erros de sempre começaram bem e se retrancar depois chamando o adversário para a vitória, sinceramente a permanência de Cavalo esta se tornando insustentável.


Como já disse o time começou muito bem, mesmo assim o jogo estava meio morno. O time cearense estava com dificuldades na parte da defesa e por pouco tomou o gol, assim o tricolor catarinense mandou duas bolas na trave no primeiro tempo, a famosa incompetência carvoeira na hora de definir as jogadas.

O segundo tempo começou e com ele veio à famosa retranca que Roberto Cavalo sempre impõe ao time, a pergunta que não quer calar, por que ele faz isso? Teimosia? Esta muito difícil à situação carvoeira, vendendo a maioria dos jogadores assim não da pra manter um elenco para o resto do campeonato e ainda mais: em vez de receber dinheiro pela venda, os times oferecem jogadores, inaceitável isso. O presidente não age, lamentável essa diretoria, voltando ao jogo o Ceará abriu o placar e nas ultimas horas, o time tentou ir pra frente, tarde de mais...

Ficha técnica para Ceará 1 x 0 Criciúma

Local: Arena Castelão, em Fortaleza
Público pagante: 9.530 - Não-pagante: 846
Renda: R$ 106.350,00.
Arbitragem: Igor Junio Benevenuto (MG), Fabio Pereira (TO) e Marcia Caetano (SP)
Cartão Amarelo: Natan, Dodi, Elvis e Natan (Criciúma) João Marcos, Serginho (Ceará)
  
Criciúma: Luiz; Lucas Taylor, Raphael Silva, Nathan, Diego Giaretta; João Afonso, Douglas Moreira, Elvis (Juninho), Alex Maranhão (Pittbul); Gustavo (Jheimy) e Niltinho - Técnico: Roberto Cavalo

Ceará: Éverson; Eduardo, Charles, Antônio Carlos e Thallyson; João Marcos, Everton Páscoa, Felipe e Wescley; Bill e Rafael Costa (Serginho). Técnico: Sérgio Soares.

"Nós vamos te apoiar até o final"

Gabriel Frello - @gabrielcec__

Equilibrio até no placar

No famoso “jogo de seis pontos” Figueirense e Chapecoense entraram no gramado do Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, neste domingo (17), buscando fugir da temida zona de rebaixamento. Em partida marcada pelo equilíbrio, a forte marcação e cheio de erros de passes, o empate em 1x1 mantém as equipes próximas do Z4.

Dener empatou a partida na segunda etapa. (Foto: Cleberson Silva)
Pelo lado da Chapecoense, Caio Júnior comandou a equipe em três partidas, mas já vive momentos de pressão, com uma vitória e duas derrotas, a proximidade com o rebaixamento deixava em alerta e jogava toda pressão para o duelo diante dos Alvinegros. Com Thiego expulso contra o Corinthians, o treinador teve que mudar pela quarta vez a defesa do Verdão, que atualmente é a segunda pior da competição ao lado do Sport, Filipe Machado fez sua estreia, já Silvinho contundido deu lugar a Arthur Maia. As outras alterações foram por opções técnicas, Gil foi deslocado para a lateral direita, e Kempes ganhou mais uma chance como titular, com isso Gimenez e Bruno Rangel foram para o banco de reserva.

O duelo ainda marcou pelo reencontro de Chapecoense e o técnico Argel, que reassumiu na terça-feira o comando do Figueirense. A rivalidade é fruto de uma discussão entre o treinador e o presidente do Verdão Sandro Pallaoro.

Com a bola rolando, um primeiro tempo de muita marcação e muitos erros de passes. Pressionados por estar na zona de rebaixamento, os donos mantiveram maior posse de bola, enquanto o Verdão tentava segurar a pressão inicial, e ainda sofreu uma baixa logo no inicio da partida, quando Arthur Maia sentiu um desconforto muscular, e teve que deixar o gramado, dando lugar a Lucas Gomes.

Sem muita inspiração ofensiva de ambas as equipes, as duas melhores oportunidades foram dos Alvinegros, na primeira Rafael Moura se antecipou a zaga no cruzamento e desviou, Marcelo Boeck saiu mal do gol, mas a bola passou por cima da meta.

Na segunda oportunidade, após cobrança de escanteio, Filipe Machado colocou a mão na bola e o árbitro Sandro Meira Ricci marcou pênalti, o atacante alvinegro foi para a cobrança e não desperdiçou, deslocou Marcelo Boeck e abriu o placar no Orlando Scarpelli.

O resultado pressionava ainda mais o Verdão, que teve que sair para o jogo na segunda etapa, enquanto os donos da casa, adotaram uma postura defensiva, tentando segurar o placar e saindo nos contra-ataques.

Assim, o Figueirense chamou a Chape para cima, e o resultado veio aos 25 minutos, quando Lucas Gomes passou por Marquinhos Pedroso e cruzou para Dener, que de perna direita bateu colocado no canto de Thiago Rodrigues, empatando o placar.

O gol do Verdão fez o técnico Argel abrir novamente a equipe, que teve duas grandes oportunidades de novamente ficar a frente do marcador. Na primeira Rafael Moura recebeu na área e chutou forte, Marcelo Boeck fez bela defesa e salvou. Na segunda tentativa, foi a vez da trave salvar, Rafael Silva girou dentro da área e soltou a bomba, que explodiu no travessão de Boeck.

Precisando vencer, a Chapecoense não ficou satisfeita com o empate, e também teve duas grandes chances de sair vencedor. Kempes cruzou, Ananias de carrinho não conseguiu acertar o alvo, a bola voltou nos pés do centroavante, que ganhou da defesa e cruzou novamente Lucas Gomes chutou mal e desperdiçou a oportunidade. Logo após, de novo Lucas Gomes recebeu sozinho de Kempes, mas sem conseguir finalizar a gol, perdeu grande chance e manteve o empate até o apito final do árbitro.

O ponto conquistado manteve o Verdão em 13° lugar, com 16 pontos, quatro a mais que o Sport, primeira equipe que abre a zona de rebaixamento. O Verdão volta a campo pelo Brasileirão no próximo domingo (24), quando receberá na Arena Condá, o Botafogo, às 16h. Antes viaja para Curitiba na quinta-feira (21), para enfrentar o Atlético Paranaense na primeira partida da terceira fase da Copa do Brasil, na Arena da Baixada, às 21h.

Na partida deste domingo, a Chapecoense soube se impor quando precisou, buscou a forte marcação para neutralizar a pressão evidente dos Alvinegros. Em um erro infantil, sofreu o gol de pênalti nos minutos finais do primeiro tempo, já na segunda etapa, voltou a campo em busca do resultado, a entrada do argentino Martinuccio, deu mais qualidade no passe e ajudou em muito para o empate, que saiu dos pés do lateral esquerdo Dener.

Em relação às alterações na equipe titular, o zagueiro Filipe Machado substituiu o suspenso Thiego, esteve bem durante quase toda a partida, seu único erro fatal, foi colocar a mão na bola, o que resultou no gol de Rafael Moura. Com a volta de Josimar, e com Sérgio Manoel sendo constantemente elogiado por Caio Júnior, sobrou para o lateral direito Gimenez, como isso Gil foi deslocado para a lateral, que rendeu pouco na partida jogando na lateral, mas tem qualidade e é um jogador polivalente. Arthur Maia teve uma tarde infeliz, sentiu um desconforto e teve que deixar o campo logo aos 14 minutos de partida, Lucas Gomes ganhou a oportunidade, mas segue com problemas sérios na finalização, teve a chance de virar a partida, mas jogou para fora. Por último a troca que sofreu mais modificação tática foi a entrada de Kempes no lugar do artilheiro Bruno Rangel, que não marca a sete partidas, ambos possuem características distintas, enquanto Rangel fica centralizado na área esperando a bola para finalizar, Kempes sai mais para o jogo, ajuda na marcação, se lança muitas vezes como ponta.

A partida do próximo domingo é de suma importância para o Verdão, por se tratar de um concorrente direto, e pelo fator de jogar dentro da Arena Condá. O torcedor precisa não apenas comparecer, mas precisa apoiar, jogar junto com a equipe, para afastar o temido rebaixamento.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Joinville não aproveita vantagem numérica e é derrotado

Foi apenas a segunda partida de Lisca sob o comando do tricolor, mas o time apresentou as velhas deficiências que acompanhamos quando o time era comandado por Hemerson Maria. Um time que incrivelmente não consegue chegar ao gol adversário, sofre para criar uma chance, e quando consegue, desperdiça. A situação é delicada, pois vamos para a 17ª rodada e o tricolor está a quatro pontos do primeiro time fora da zona do rebaixamento, que é o Goiás, e que curiosamente é o nosso próximo adversário... Ou seja, a vitória se faz extremamente necessária!

Bertotto e Carlos Alberto foram mal, assim como todos. Foto: Clicrbs/Toque de letra
Antes de partida começar, um grande imbróglio impedia o início da partida no horário marcado (21h), tudo porque, a luz simplesmente caiu no estádio Nabi Abi Chedid, sim, isso mesmo, a partida atrasou em mais de uma hora e trinta minutos; lamentável esse episódio, e esperamos que não se repita mais. Falando do jogo, o tricolor recebeu as boas vindas do Bragantino logo aos 3 minutos, quando Rafael Grampola foi pifado entre os zagueiros do JEC (lentos e mal posicionados), e apenas deu um toque por cima de Aranha, 1x0 massa bruta! O clube de Bragança ainda teve a chance de ampliar com o mesmo Rafael, mas ele cabeceou para fora; apesar de não ser tão incisivo por estar perdendo o jogo, o Joinville tentava de alguma forma o empate, e o mesmo quase veio com Heliardo e Carlos Alberto, mas chances sem sucesso. O Bragantino foi melhor na primeira etapa, começou pressionando e logo fez o gol, enquanto isso... O Joinville tinha a bola no pé, mas não conseguia chegar a meta defendida por Felipe, ou sequer finalizar com perigo.

Na segunda etapa, o massa bruta perdeu um jogador logo aos 10 minutos, e acredite, o Joinville passou mais de meia hora com um jogador a mais, e não conseguiu sequer sufocar o Bragantino, que estava completamente retraído. Para não deixar passar em branco, o JEC chegou apenas nos 43 minutos, quando Bertotto cabeceou errado, a bola acabou pegando no ombro, e foi para fora, o volante subiu sozinho! O golpe de misericórdia do Bragantino veio aos 45 minutos, quando em uma lambança generalizada da defesa tricolor, Gabriel Dias ficou com a bola e bateu na saída de Aranha, 2x0 Bragantino. O tricolor terminou a partida com 4 atacantes em campo, mas de que adianta tantos homens de frente se o time não consegue criar, ao menos assustar o adversário, nenhuma mísera finalização a médio-longa distância, absolutamente nada o JEC conseguiu fazer.

Sem energia, assim ficou o vestiário do tricolor... assustador! Foto: Goleada Info
Sai rodada e vem rodada, seguimos na mesma: Na zona de rebaixamento e jogando um futebol pobre. O primeiro grande erro do técnico Lisca começa na dupla de zaga, ao escalar Rafael Donato e Fabiano Eller juntos... Ambos são muito lentos, os atacantes de velocidade do Bragantino se tivessem forçado mais, fariam um salseiro danado. Outro erro vai para a escalação de Paulinho Dias como titular, o volante não se encontrou com a camisa do JEC ainda, vem jogando partidas de doer os olhos. O meia Bruno Ribeiro fez a sua estreia com a camisa do JEC, e não empolgou, se mostrou sonolento em algumas partes da partida, mas é apenas a sua primeira partida. Falando no geral, partida horrível do Joinville, time muito carente de qualidade técnica, e isso está ficando explícito a cada partida, e é triste estarmos nessa situação, um clube tão grande, com uma história tão bonita, mas que está nas mãos de pessoas que não entendem absolutamente NADA de futebol (tire suas próprias conclusões).

O que nos resta é torcer para que melhore logo, que algo aconteça e que consigamos encaixar uma sequência boa de vitórias, para estar o mais longe possível dessa terrível zona de rebaixamento. Confira a seguir a ficha técnica do jogo:

Bragantino 2x0 Joinville

Local: Estádio Nabi Abi Chedid, Bragança Paulista (SP);
Público e renda: 505 pessoas presentes, para uma renda de R$ 5.065,00;
Arbitragem: Diego Almeida Real foi quem comandou o apito, ele foi auxiliado por Rafael da Silva Alves e Jorge Eduardo Bernardi;
Cartões amarelos: Erick (BRA) | Rafael Donato (JEC) e Bruno Ribeiro (JEC);
Cartão vermelho: Erick (BRA);
Gols: Rafael Grampola (BRA) e Gabriel Dias (BRA). Confira os gols da partida clicando aqui;

Bragantino: Felipe | Alemão, Lucas Rocha (César Gaúcho), Éder Lima e Bruno Pacheco | Gabriel Dias, Daniel Pereira e Marcos Paullo (André Rocha) | Erick, Claudinho (Tartá) e Rafael Grampola | Técnico: Marcelo Veiga;

Joinville: Aranha | Reginaldo, Fabiano Eller, Rafael Donato (Cléo Silva) e Diego (Murilo) | Naldo, Bertotto, Paulinho Dias (Juninho), Bruno Ribeiro e Carlos Alberto | Heliardo | Técnico: Lisca.

Elenco se preparando para o difícil jogo contra o Goiás. Foto: Divulgação/JEC
O JEC volta a campo no próximo dia 19 (terça-feira, vulgo amanhã) para enfrentar o Goiás, às 21h na Arena Joinville. Confronto direto na parte baixa da tabela e será vencer ou vencer, para a situação não ficar mais crítica do que já está!

CRB e CSA nos estádios de 2007 até 2017

Hoje em Alagoas, se discute muito sobre os públicos das equipes. No lado dos azulinos, os torcedores elegem os Regatianos como "modinhas", e os Regatianos dizem que os azulinos quem são modinhas. Mas será que os dois estão certos? 

É de se observar que alguns jogos foram disputados nos seguintes estádios:
Gérson Amaral - Capacidade para pouco mais de 2.900 torcedores
Severiano Gomes Filho - Capacidade para pouco mais de 1.500 torcedores
Nelson Feijó - Capacidade para pouco mais de 1.500 torcedores

*Dados da edição de 2010 da Copa do Nordeste não foram computados. Somente de 2013 adiante.
*Os dados pesquisados vão até o 18/02/2017.


Resultado de imagem para CRB x  CSA 2010 estádio dividido
Foto: Globo Esporte
Nós da equipe LF fomos afundo em uma pesquisa buscando acabar com este problema. Afinal, quem será a torcida que marca mais presença? E quem será a torcida que só vai em boa fase? Vamos descobrir adiante. Os dados são mais atuais, de 2009 até os dias de hoje.

2007

Campeonato Alagoano

CSA (Todos os jogos como mandante foram realizados no Estádio Rei Pelé)

CSA 1x2 CRB - 16.171 presentes 
CSA 2x2 Ipanema - 2.540 presentes
CSA 2x2 ASA - Público não divulgado
CSA 1x0 Igaci - 2.403 presentes
CSA 2x2 Penedense - 2.729 presentes
CSA 0x0 Corinthians - Público não divulgado
CSA 0x0 Coruripe - 2.577 presentes
CSA 2x2 Murici - 2.331 presentes
CSA 1x1 CSE - Público não divulgado

CRB
*Jogos realizados no Estádio Severiano Gomes Filho
** Jogos realizados no Estádio Rei Pelé


CRB 2x2 Igaci - 1.378 presentes*
CRB 5x3 Corinthians/AL - 1.462 presentes*
CRB 1x1 Murici - Público não divulgado 
CRB 0x3 Penedense - 1.027 presentes*
CRB 0x2 Coruripe - 995 presentes*
CRB 0x2 CSA - 12.044 presentes**
CRB 5x0 CSE - 1.009 presentes*
CRB 2x1 ASA - 1.148 presentes*
CRB 3x1 Ipanema - 1.174 presentes*
CRB 2x1 Murici - Público não divulgado*
CRB 1x2 Coruripe - 1.449 presentes*
CRB 3x1 ASA - Público não divulgado*
CRB 1x1 Penedense - Público não divulgado*

Copa do Brasil

CSA 1x1 Botafogo/RJ - 14.459 presentes

Campeonato Brasileiro

CRB

CRB 1x2 Fortaleza - 12.708 presentes
CRB 1x0 Ponte Preta - 9.172 presentes
CRB 0x0 Ipatinga - 13.122 presentes
CRB 3x1 Avaí - 4.402 presentes
CRB 3x1 Remo - 3.895 presentes
CRB 3x1 Brasiliense - 4.352 presentes
CRB 0x1 Marília - 10.218 presentes
CRB 1x0 São Caetano - 5.185 presentes
CRB 4x3 Vitória - 6.239 presentes
CRB 3x1 Ituano - 6.446 presentes
CRB 1x2 Santo André - 12.194 presentes
CRB 2x2 Santa Cruz - 16.771 presentes
CRB 0x4 Ceará - 5.889 presentes
CRB 1x1 Gama - 3.676 presentes
CRB 1x0 Coritiba - Público não divulgado
CRB 1x0 Portuguesa - 5.307 presentes
CRB 1x0 Paulista - 10.582 presentes
CRB 2x0 Criciúma - 3.612 presentes
CRB 4x1 Barueri - 10.621 presentes

Média de 8.021 torcedores por jogo. (Não foi contado o jogo contra o Coritiba)

2008

Campeonato Alagoano

CSA
*Jogos realizados no Rei Pelé
** Jogos realizados no Nelson Feijó 
*** Jogos realizados no Severiano Gomes Filho

CSA 4x0 Igaci - 2.533 presentes**
CSA 4x0 Santa Rita - Portões fechados**
CSA 2x0 Coruripe - Público não divulgado***
CSA 0x2 Murici - Público não divulgado**
CSA 1x2 Corinthians - Público não divulgado*
CSA 2x1 Corinthians - Público não divulgado*
CSA 3x1 Ipanema - Público não divulgado*
CSA 0x1 ASA - Público não divulgado*
CSA 1x1 CRB - Público não divulgado*
CSA 1x1 Coruripe - Público não divulgado*
CSA 3x0 ASA - 4.771*
CSA 2x2 ASA - 10.353*

CRB
* Jogos realizados no Severiano Gomes Filho
**Jogos realizados no Gérson Amaral
***Jogos realizados no Rei Pelé
****Jogos realizados no Coaracy da Mata Fonseca

CRB 2x2 Corinthians - Público não divulgado*
CRB 3x4 Ipanema - Público não divulgado**
CRB 2x5 ASA - Público não divulgado*
CRB 2x1 Coruripe - Público não divulgado***
CRB 1x1 CSA - Público não divulgado****
CRB 6x1 Santa Rita - Público não divulgado***
CRB 3x0 Igaci - Público não divulgado***
CRB 1x3 Murici - Público não divulgado***
CRB 1x1 ASA - Público não divulgado***

Campeonato Brasileiro

CRB

CRB 1x1 São Caetano - 3.447 presentes
CRB 1x0 Criciúma - 4.607 presentes
CRB 1x2 Barueri - 2.190 presentes
CRB 2x2 Marília - 1.975 presentes
CRB 0x2 Ponte Preta - 2.280 presentes
CRB 2x1 Brasiliense - 1.386 presentes
CRB 0x3 Fortaleza - 1.577 presentes
CRB 1x1 América/RN - Público não divulgado
CRB 1x2 Bahia - 2.759 presntes
CRB 3x0 Paraná - Público não divulgado
CRB 1x2 Corinthians - 7.027 presentes
CRB 1x2 Vila Nova - 1.943 presentes
CRB 0x2 Bragantino - 1.378 presentes
CRB 2x2 Gama - 1.020 presentes
CRB 0x0 Santo André - 1.192 presentes
CRB 0x2 Juventude - 1.837 presentes
CRB 1x1 Avaí - 1.312 presentes
CRB 1x0 Ceará - 1.504 presentes
CRB 1x3 ABC - 944 presentes

Média de 2.257 torcedores por jogo (Os jogos contra América e Paraná não foram contabilizados)

CSA

CSA 1x2 Sergipe - 6.723 presentes
CSA 1x3 Vitória da Conquista - 978 presentes
CSA 1x0 Itabuna - 543 presentes

Média de 2.748 torcedores por jogo

2009

Campeonato Alagoano

CSA
CSA 3x1 Coruripe - 1.013 presentes
CSA 2x2 Ipanema - 3.112 presentes
CSA 3x2 Capelense - 1.501 presentes
CSA 0x1 Corinthians/AL - 3.031 presentes
CSA 1x2 Igaci - 1.303 presentes
CSA 2x1 Asa - 2.512 presentes
CSA 1x2 CRB - 9.844 presentes
CSA 2x1 CSE - 1.178 presentes
CSA 3x2 Murici - 1.191 presentes

Média de 2.742 *CSA mandou seus jogos no Estádio Rei Pelé, todas as partidas foram disputadas lá;

CRB
CRB 1x1 CSE - 1.297 presentes
CRB 1x1 Igaci - 597 presentes
CRB 2x1 Murici - 797 presentes
CRB 1x3 Asa - 1.196 presentes
CRB 2x2 Corinthians/AL - 1.255 presentes
CRB 2x0 Ipanema - 1.076 presentes
CRB 2x1 Capelense - 1.953 presentes
CRB 2x1 Coruripe - 1.171 presentes
CRB 2x1 CSA - 4.243 presentes

Média de 1.509 *CRB mandou seus jogos em três estádios, Rei Pelé (4); Pajuçara (4); Nelson Feijó (1);

Campeonato Brasileiro

Série C (CRB)
CRB 0x1 ASA - 4.564 presentes
CRB 1x2 Icasa - 1.227 presentes
CRB 2x1 Confiança - 2.786 presentes
CRB 3x1 Salgueiro - 2.871 presentes

Média de 2.862 torcedores por jogo.

O CRB disputou oito partidas na Série C de 2009, fez seis pontos, sendo estes conquistados em Maceió nos dois últimos confrontos da equipe como mandante na competição (7ª e 10ª rodada). Campanha que quase rebaixou o Regatas para a Série D de 2010. O Galo ficou na Série C por ter mais saldo que o Confiança. Antes da partida, o CRB era lanterna, e o Confiança escapava do rebaixamento, mas com uma derrota de 4 a 0 pro Icasa em Juazeiro, facilitou a vida do CRB que venceu o Salgueiro em casa por 3 a 1. O Galo chegou nos seis pontos com saldo de -4, e o Confiança que já tinha seis pontos, perdeu quatro de saldo e ficou com -9, sendo rebaixado.

Série D (CSA)
CSA 0x3 Santa Cruz - 7.836 presentes
CSA 1x1 Central/PE - 1.723 presentes
CSA 2x0 Sergipe - 2.274 presentes

Média de 3.940 torcedores por jogo.

O CSA disputou seis partidas na Série D de 2009, fez sete pontos, mas sua primeira vitória foi acontecer apenas na penúltima rodada diante do Sergipe. A equipe viajou para Recife precisando vencer a equipe do Santa Cruz para se classificar, mas a partida acabou no 2 a 2, e as duas equipes foram eliminadas.

2010

Campeonato Alagoano

CSA - Jogou a segundona neste ano
CSA 2x1 São Luiz - 2.348 presentes
CSA 5x1 Igreja Nova - 1.288 presentes
CSA 10x1 São Domingos - 3.169 presentes (Semifinal)
CSA 3x0 Sport Atalaia - 7.069 presentes (Final)

Média de 3.468 torcedores por jogo (Diferente do CRB, o Azulão jogou a competição estadual no Estádio Rei Pelé, onde o mesmo já estava reformado).

CRB
CRB 1x1 Penedense - 3.291 presentes
CRB 3x0 União - 2.816 presentes
CRB 4x1 Ipanema - 2.838 presentes
CRB 2x1 Coruripe - 2.801 presentes
CRB 0x1 ASA - 2.547 presentes
CRB 1x0 Santa Rita - 1.555 presentes
CRB 1x3 Corinthians/AL - 1.507 presentes
CRB 1x1 Murici - 2.787 presentes
CRB 0x0 CSE - 2.006 presentes

Média de 2.460 *Todas as partidas do CRB foram disputadas no Severiano Gomes Filho (Pajuçara). (Rei Pelé estava em reforma na época).

Campeonato Brasileiro

Série C (CRB)
CRB 1x1 Salgueiro/PE - 4.886 presentes
CRB 2x1 Campinense/PB - 5.307 presentes
CRB 0x0 Alecrim/RN - 6.815 presentes
CRB 1x0 ABC/RN - 4.131 presentes

Média de 5.284 torcedores por jogo.

A campanha não foi das melhores, muito menos uma das piores. O CRB fez 11 pontos em oito partidas, seu grupo era equilibrado, e venceu apenas três vezes. Chegou à última rodada podendo se classificar, e ser rebaixado. O Galo era o lanterna antes de a bola rolar na última rodada, precisava de uma vitória simples para escapar do rebaixamento, um empate entre Alecrim e Salgueiro colocava o Galo na próxima fase, mas o Salgueiro venceu fora de casa, o CRB venceu no Rei Pelé por 1 a 0 e ficou no quase, Alecrim acabou rebaixado.

Série D (CSA)
CSA 3x1 Confiança/SE - 7.634 presentes
CSA 3x1 Potiguar/RN - 7.811 presentes
CSA 1x2 Santa Cruz/PE - 11.491 presentes
CSA 2x2 Sampaio Corrêa - 4.138 presentes (Primeira fase mata-mata pós-fase de grupos)

Média de 7.768 torcedores por jogo.

O CSA fez uma campanha espetacular, que fazia o torcedor ir ao estádio com orgulho do time. Foram seis jogos e cinco vitórias na fase de grupos, único jogo sem vitória foi na última rodada diante do Santa Cruz no Rei Pelé. Venceu fora de casa e em casa, dominou as partidas e se classificou para o mata-mata. Mas na primeira partida pós-fase de grupos, levou 5 a 0 do Sampaio Corrêa no Maranhão, o sonho de ir a Série C estava terminado. Em Maceió, 4 mil torcedores que ainda acreditavam em uma possível goleada, viram um empate por 2 a 2.

2011

Campeonato Alagoano

CSA
CSA 0x2 CRB - 12.318 presentes
CSA 1x2 Murici - 1.517 presentes
CSA 2x1 ASA - 3.104 presentes
CSA 0x2 Coruripe - 3.182 presentes
CSA 1x3 Santa Rita - 1.257 presentes
CSA 5x3 Ipanema - 1.515 presentes
CSA 1x3 Sport - 1.303 presentes
CSA 3x0 Santa Rita - 1.565 presentes
CSA 2x0 CSE - 2.395 presentes

Média de 3.128 torcedores por jogo (Todas as partidas foram realizadas no Estádio Rei Pelé)

CRB
CRB 2x1 Ipanema - 3.104 presentes
CRB 1x2 Santa Rita - 4.540 presentes
CRB 1x2 ASA - 3.222 presentes
CRB 0x2 Murici - 1.868 presentes
CRB 3x2 CSE - 1.843 presentes
CRB 1x1 Santa Rita - 2.934 presentes
CRB 0x1 Coruripe - 1.568 presentes
CRB 1x0 Sport - 1.761 presentes
CRB 0x1 CSA - 7.702 presentes

Média de 3.171 torcedores por jogo (Todas as partidas foram realizadas no Estádio Rei Pelé).

Campeonato Brasileiro

Série C (CRB)
CRB 1x0 Fortaleza - 9.084 presentes
CRB 2x0 Guarany de Sobral - 6.589 presentes
CRB 2x1 América/RN - 7.689 presentes
CRB 1x1 Campinense - 9.185 presentes
CRB 3x0 Paysandu - 11.008 presentes (segunda fase)
CRB 1x0 Luverdense - 17.185 presentes (segunda fase)
CRB 0x0 América/RN - 16.775 presentes (segunda fase)
CRB 1x3 Joinville - 15.557 presentes (final)

Média de 11.634 torcedores por jogo.

Na primeira fase, um equilíbrio gigante no grupo. O CRB era imbatível em casa, foi vencendo seus jogos como mandante e sendo derrotado como visitante. 11 pontos novamente, mas desta vez o Galo brigava só pela classificação, na penúltima rodada vencia o Campinense por 1 a 0 no Rei Pelé, indo a 12 pontos e se classificando de forma antecipada, mas acabou levando o gol no final do jogo e empatando a partida. Na última rodada, perdeu fora de casa, mas se classificou. O CRB passou de fase com o fator casa em mãos, foi corrigido na fase final, se classificou como primeiro do grupo, mas na final foi derrotado pelo Joinville nos dois jogos.

2012

Campeonato Alagoano

CSA
CSA 2x1 CSE - 4.926
CSA 2x0 Coruripe - 4.027
CSA 4x0 Corinthians - 4.145
CSA 0x0 CEO - 7.408
CSA 4x0 Penedense - 3.228
CSA 3x2 ASA - 9.902
CSA 2x0 Sport - 6.032
CSA 2x1 Murici - 8.024
CSA 2x2 CRB - 10.288
CSA 3x2 Sport - 6.437
CSA 0x0 ASA - 9.071 (Final do segundo turno)

Média de 6.680 torcedores por jogo

CRB
CRB 3x0 CSA 11.961 presentes
CRB 0x1 Corinthians - 4.844 presentes
CRB 0x1 ASA - 6.227 presentes
CRB 1x1 Coruripe - 3.368 presentes
CRB 2x1 CSE - 4.545 presentes
CRB 5x0 Murici - 7.706 presentes (Semifinal primeiro turno)
CRB 2x2 ASA - 16.005 presentes (Final primeiro turno)
CRB 1x2 Murici - 2.564
CRB 2x2 Sport - 1.849
CRB 1x3 Penedense - 1.869
CRB 3x1 CEO - 2.066
CRB 2x1 ASA - 13.737

Média de 6.395 torcedores por jogo

Campeonato Brasileiro

Série B (CRB)
CRB 0x2 Bragantino - 7.277 presentes
CRB 3X1 Guaratinguetá - 3.203 presentes
CRB 2X0 Atlético-PR - Público: 5.182 presentes
CRB 2X2 São Caetano - Público: 4.054 presentes
CRB 4X2 América-RN - Público: 5.122 presentes
CRB 2X0 Avaí - 6.234 presentes
CRB 4X3 Joinville - 7.014 presentes
CRB 2X0 Ipatinga - 7.009 presentes
CRB 0X2 Ceará - 5.243 presentes
CRB 0X1ASA - 7.005 presentes
CRB 0X1 América-MG - 7.309 presentes
CRB 0x2 Goiás - 4.031 pagantes
CRB 3x3 ABC - 1.971 pagantes
CRB 0x2 Criciúma - 4.508 presentes
CRB 0x0 Boa Esporte - 1.938 pagantes
CRB 0x1 Vitória - 3.140 pagantes
CRB 2x1 Barueri - 6.185 presentes
CRB 0x2 Paraná - 6.865 presentes
CRB 2x1 Guarani - 9.157 presentes

Média de 5.391 torcedores por jogo

Série D (CSA)

CSA 3x1 Vitória da Conquista - 3.101 presentes
CSA 1x0 Itabaiana - 7.065 presentes
CSA 2x1 Sousa - 6.626 presentes
CSA 5x0 Feirense - 7.503 presentes
CSA 0x0 Campinense - 15.129 presentes (fase final)

Média de 7.884 torcedores por jogo.

Campanha GENIAL do CSA na fase de grupos. Oito jogos, seis vitórias e dois empates. Um dos melhores clubes da competição, sem dúvidas. Arrasaram todos os clubes que foram ao Rei Pelé na primeira fase, o torcedor comparecia novamente e empurrava o time em busca do acesso. Na segunda fase, veio o Campinense, rebaixado da Série C de 2011 com um escândalo envolvendo CRB e Fortaleza. O Campinense venceu o CSA por 2 a 0 na primeira partida (repetindo o placar que aplicou no CRB em 2011); no segundo, jogo difícil, torcida do CSA compareceu em peso no estádio, e o placar não saiu do zero, Raposa classificada. CSA amargava mais uma eliminação na Série D.

2013

Campeonato Alagoano

CSA
CSA 1x0 Murici - 4.443 presentes
CSA 2x4 Corinthians/AL - 5.010 presentes
CSA 6x0 Sport Atalaia - 3.327 presentes
CSA 1x3 CEO - 3.524 presentes
CSA 3x0 União - 2.718 presentes
CSA 2x1 CSE - 2.501 presentes
CSA 1x2 Comercial - 2.610 presentes
CSA 2x0 CEO - 2.873 (hexagonal final)
CSA 1x1 CRB - 9.233 (hexagonal final)
CSA 3x2 Corinthians/AL - 3.880 (hexagonal final)
CSA 2x2 Murici - 4.266 (hexagonal final)
CSA 2x0 ASA - 4.246 (hexagonal final)
CSA 1x1 ASA - 11.351 (semifinal)
CSA 2x4 CRB - 13.150 (final)

Média da primeira fase: 3.447 / Média do Hexagonal: 6.999 / Média do Campeonato: 5.223

CRB - CRB entrou no hexagonal final, estava disputando a Copa do Nordeste
CRB 4x1 Murici - 3.190 presentes
CRB 6x0 CEO - 3.080 presentes
CRB 2x1 ASA - 5.101 presentes
CRB 1x0 CSA - 12.931 presentes
CRB 2x0 Corinthians/AL - 3.986 presentes
CRB 1x1 CEO - 9.408 presentes
CRB 0x1 CSA - 18.033 presentes

Média do Hexagonal: 7.961

Copa do Brasil
CRB 2x1 Fast Club/AM - 5.160 presentes
CRB 0x0 Botafogo - 12.003 presentes
CSA 0x3 Cruzeiro - 6.111 presentes

Copa do Nordeste

CRB

CRB 3x1 Feirense/BA - 4.664 presentes
CRB 1x2 Campinense - 4.483 presentes
CRB 2x3 Santa Cruz - 1.484 presentes

Média de 3.543 torcedores por jogo

Campeonato Brasileiro

Série C (CRB)
CRB 2x1 Santa Cruz - 4.464 presentes
CRB 0x1 Brasiliense - 3.836 presentes
CRB 2x0 Luverdense/MT - 3.816 presentes
CRB 1x0 Sampaio Corrêa/MA - 6.040 presentes
CRB 3x1 Águia de Marabá/PA - 8.428 presentes
CRB 2x0 Fortaleza - 9.543 presentes
CRB 0x1 Treze/PB - 13.067 presentes
CRB 2x0 Rio Branco/AC - 10.695 presentes
CRB 1x1 Cuiabá/MT - 11.347 presentes
CRB 3x2 Baraúnas/RN - 8.331 presentes

Média de 7.956 torcedores por jogo.

A campanha do CRB até o jogo contra o Cuiabá, era de classificação, brigando pelas primeiras posições, mesmo não figurando entre elas, o Galo estava sempre próximo. Foram 32 pontos conquistados em 20 jogos, dois pontos a menos que o líder, se o Galo tivesse vencido o jogo contra o Cuiabá, tinha se classificado para a próxima fase. Nove vitórias, entre essas nove vitórias, sete foram conquistadas no Rei Pelé, e o torcedor foi a campo apoiar o clube. Houve uma espécie de conflito nas primeiras rodadas com o treinador, mas foi superado ao longo do campeonato.

Série D (CSA)
CSA 0x2 Botafogo/PB - 5.186 presentes
CSA 0x2 Sergipe - 5.158 presentes
CSA 4x1 Juazeirense - 1.332 presentes
CSA 2x2 Vitória da Conquista - 1.043 presentes

Média de 3.179 presentes

Campanha horrorosa do CSA na Série D no ano de seu centenário. O clube amargou cinco derrotas consecutivas, nos seus cinco primeiros jogos, nem marcar gol conseguia. Teve dois jogos como mandante na três primeiras rodadas, podendo pontuar, mas nada feito. Teve a pior campanha do Brasil nas competições nacionais. A primeira vitória veio, mas era tarde demais, 4 a 1 sobre a Juazeirense, em seguida uma derrota para o Botafogo em Campina Grande e um empate contra o Vitória da Conquista por 2 a 2 em casa, era o adeus do CSA na Série D. Competição que só viria a disputar em 2016.

2014

Campeonato Alagoano (CRB e CSA entraram na segunda fase, estavam jogando a Copa do Nordeste);

CSA
CSA 1x1 CRB - 13.169 presentes
CSA 7x1 CSE - 5.754 presentes
CSA 2x2 Santa Rita - 3.871 presentes
CSA 3x0 Comercial - 3.880 presentes
CSA 0x3 ASA - 5.450 presentes

Média de 6.424 torcedores por jogo

CRB
CRB 3x0 Penedense - 4.067 presentes
CRB 2x0 Murici - 2.990 presentes
CRB 1x0 CEO - 3.952 presentes
CRB 0x1 Coruripe - 6.799 presentes
CRB 1x0 CSA - 11.537 presentes
CRB 0x2 ASA - 7.582 presentes (semifinal)
CRB 0x0 Coruripe - 17.381 presentes (final)

Média de 7.758 torcedores por jogo

Copa do Nordeste

CRB (Jogou a primeira fase em Coruripe)

CRB 1x1 Potiguar - 1.228 presentes
CRB 2x1 Treze/PB - 1.007 presentes
CRB 2x0 Ceará - 1.890 presentes
CRB 2x0 América/RN - 10.410 presentes (Jogo realizado no Rei Pelé)

Média de 3.633 torcedores por jogo

CSA

CSA 4x1 Bahia - 10.083 presentes
CSA 1x1 Santa Cruz - 12.006 presentes
CSA 2x1 Vitória da Conquista/BA - 10.257 presentes
CSA 1x0 Sport/PE - 9.021 presentes

Média de 10.341 torcedores por jogo
Copa do Brasil
CRB 2x0 Rondonópolis/MT - 4.523 presentes
CRB 2x1 São Paulo - 17.009 presentes
CSA 0x1 São Paulo - 17.006 presentes

Campeonato Brasileiro

Série C (CRB)
CRB 0x0 Paysandu - 220 presentes (Jogou em Coruripe, por punição do STJD)
CRB 2x3 CRAC/GO - 215 presentes (Jogou em Coruripe, por punição do STJD)
CRB 3x0 Treze/PB - 1.277 presentes (Jogou no Nelsão, não podia utilizar o Rei Pelé)
CRB 2x2 Salgueiro/PE - 7.393 presentes
CRB 2x1 ASA - 8.211 presentes
CRB 1x1 Botafogo/PB - 9.703 presentes
CRB 3x0 Fortaleza - 5.736 presentes
CRB 1x1 Águia de Marabá - 10.034 presentes
CRB 3x0 Cuiabá/MT - 12.915 presentes
CRB 2x0 Madureira/RJ - 17.247 presentes (quartas de final)
CRB 0x0 Macaé/RJ - 5.481 presentes (semifinal)

Média de 7.130 torcedores por jogo

2015

Campeonato Alagoano

CSA
CSA 3x2 Santa Rita - 7.501 presentes
CSA 1x1 CEO - 7.042 presentes
CSA 1x1 ASA - 3.422 presentes
CSA 2x0 CEO - 11.971 presentes (semifinal da primeira fase)
CSA 0x0 ASA - 10.009 presentes (final da primeira fase)
CSA 1x1 CSE - 3.357 presentes
CSA 1x0 Murici - 3.517 presentes
CSA 0x1 CRB - 5.358 presentes
CSA 1x0 Santa Rita - 3.511 presentes
CSA 0x1 ASA - 2.248 presentes
CSA 1x2 Coruripe - 10.003 (semifinal do campeonato)

Média de 6.176 torcedores por jogo

CRB - Entrou na fase final, estava jogando a Copa do Nordeste
CRB 2x1 Coruripe - 3.131 presentes
CRB 3x0 Ipanema - 2.919 presentes
CRB 2x1 CSA - 13.179 presentes
CRB 5x0 CEO - 1.784 presentes
CRB 2x0 ASA - 4.640 presentes (semifinal do campeonato)
CRB 2x0 Coruripe - 13.721 presentes (final do campeonato)

Média de 6.562 torcedores por jogo

Copa do Brasil

CRB 1x3 Grêmio - 8.074 presentes
CRB 1x0 Amadense - 2.638 presentes

Campeonato Brasileiro

Série B (CRB)
CRB 2x0 Bragantino - 3.792 presentes
CRB 3x0 Bahia - 4.294 presentes
CRB 3x0 Oeste - 4.144 presentes
CRB 0x1 ABC - 4.261 presentes
CRB 3x1 Macaé - 2.059 presentes
CRB 1x1 Boa Esporte - 2.676 presentes
CRB 0x0 Luverdense - 4.976 presentes
CRB 3x0 Paysandu - 4.191 presentes
CRB 1x0 Náutico - 12.515 presentes
CRB 3x1 Criciúma - 5.376 presentes
CRB 2x1 Botafogo/RJ - 10.028 presentes
CRB 1x3 Ceará - 3.614 presentes
CRB 1x0 América/MG - 3.463 presentes
CRB 2x1 Mogi Mirim - 3.728 presentes
CRB 3x2 Santa Cruz - 11.079 presentes
CRB 0x0 Vitória - 7.802 presentes
CRB 4x1 Atlético/GO - 2.709 presentes
CRB 2x0 Paraná - 3.232 presentes
CRB 2x1 Sampaio Corrêa - 4.471 presentes

Média de 5.179 torcedores por jogo

2016

Campeonato Alagoano

CSA
CSA 4x0 Ipanema - 8.897 presentes
CSA 5x1 Pendense - 6.382 presentes
CSA 1x1 CRB - 17.004 presentes
CSA 2x0 Coruripe - 8.746 presentes
CSA 3x0 Santa Rita - 2.962 presentes
CSA 3x0 Murici - 6.322 presentes
CSA 1x0 ASA - 9.005 presentes
CSA 2x1 CRB - 10.362 presentes
CSA 2x1 Murici - 12.987 presentes (semifinal do campeonato)
CSA 0x1 CRB - 17.119 presentes (final do campeonato)

Média de 9.978 torcedores por jogo

CRB
CRB 5x1 Murici - 3.215 presentes
CRB 2x1 Sete de Setembro - 2.987 presentes
CRB 1x0 CSE - 2.066 presentes
CRB 3x1 ASA - 7.042 presentes
CRB 1x4 CSA - 14.829 presentes
CRB 2x1 Coruripe - 3.453 presentes
CRB 0x0 Santa Rita - 4.164 presentes
CRB 1x3 Murici - 2.329 presentes
CRB 2x0 Coruripe - 4.527 presentes (semifinal do campeonato)
CRB 2x0 CSA - 11.925  (final do campeonato)

Média de 5.653 torcedores por jogo

Copa do Brasil

CRB 0x1 Vasco - 11.391 presentes

Campeonato Brasileiro


CRB

CRB 0x3 Ceará - 4.703 presentes
CRB 2x1 Criciúma - 4.938 presentes
CRB 2x1 Sampaio Corrêa - 4.036 presentes
CRB 2x1 Bragantino - 3.405 presentes
CRB 1x1 Paraná - 8.165 presentes
CRB 1x2 Vasco - 11.225 presentes
CRB 2x1 Goiás - 10.032 presentes
CRB 3x0 Tupi - 10.529 presentes
CRB 1x2 Brasil/RS - 9.459 presentes
CRB 0x1 Londrina - 5.023 presentes
CRB 3x1 Oeste - 5.678 presentes
CRB 1x2 Vila Nova - 10.914 presentes
CRB 1x2 Avaí - 6.679 presentes
CRB 2x2 Bahia - 10.096 presentes
CRB 1x2 Atlético/GO - 7.764 presentes
CRB 2x1 Joinville - 7.144 presentes
CRB 1x0 Náutico - 11.041 presentes
CRB 0x1 Paysandu - 10.933 presentes
CRB 3x0 Luverdense - 2.113 presentes

Média de 7.519 torcedores por jogo

CSA

CSA 6x0 Guarani/CE - 4.770 presentes
CSA 2x1 Central/PE - 6.326 presentes
CSA 1x1 Parnahyba/PI - 9.969 presentes
CSA 3x0 Parnahyba/PI - 14.273 presentes
CSA 3x0 Altos/PI - 14.198 presentes
CSA 1x0 Ituano/SP - 16.058 presentes
CSA 2x0 São Bento/SP - 11.075 presentes
CSA 0x0 Volta Redonda/RJ - 12.265 presentes

Média de 11.079 torcedores por jogo

2017


Campeonato Alagoano

CRB

* Jogo realizado em Coruripe
** Portões fechados

CRB 4x0 Miguelense - 617 presentes*
CRB 2x0 Santa Rita - 2.199 presentes*
CRB 2x0 CSE - (portões fechados)**

CSA

* Jogo realizado em Coruripe
** Portões fechados

CSA 2x0 Murici - 1.539*
CSA 1x0 CEO - (portões fechados)**

Copa do Nordeste


CRB

CRB 2x1 CSA - 12.328 presentes

CSA
CSA 3x0 ABC - 7.149 presentes
CSA 1x2 Itabaiana - 6.551 presentes

Copa do Brasil

CSA 1x4 Sport - 6.312 presentes


Médias de público:
  1. 11.634 (CRB Série C 2011)
  2. 11.079 (CSA Série D 2016)
  3. 10.341 (CSA Nordestão 2014)
  4. 9.978 (CSA Alagoano 2016)
  5. 8.021 (CRB Série B 2007)
  6. 7.961 (CRB Alagoano 2013)
  7. 7.956 (CRB Série C 2013)
  8. 7.884 (CSA Série D 2012)
  9. 7.768 (CSA Série D 2010)
  10. 7.758 (CRB Alagoano 2014)
  11. 7.519 (CRB Série B 2016)
  12. 7.130 (CRB Série C 2014)
  13. 6.680 (CSA Alagoano 2012)
  14. 6.562 (CRB Alagoano 2015)
  15. 6.424 (CSA Alagoano 2014)
  16. 6.395 (CRB Alagoano 2012)
  17. 6.176 (CSA Alagoano 2015)
  18. 5.653 (CRB Alagoano 2016)
  19. 5.391 (CRB Série B 2012)
  20. 5.284 (CRB Série C 2010)
  21. 5.223 (CSA Alagoano 2013)
  22. 5.179 (CRB Série B 2015)
  23. 3.940 (CSA Série D 2009)
  24. 3.633 (CRB Nordestão 2014)
  25. 3.543 (CRB Nordestão 2013)
  26. 3.468 (CSA Alagoano 2010)
  27. 3.179 (CSA Série D 2013)
  28. 3.171 (CRB Alagoano 2011)
  29. 3.128 (CSA Alagoano 2011)
  30. 2.862 (CRB Série C 2009)
  31. 2.748 (CSA Série C 2008)
  32. 2.742 (CSA Alagoano 2009)
  33. 2.460 (CRB Alagoano 2010)*
  34. 2.257 (Série B 2008)
  35. 1.509 (CRB Alagoano 2009)*
* Em 2009, apenas quatro jogos foram disputados no Rei Pelé, outros quatro na Pajuçara e um no Nelsão. Em 2010 todos foram disputados no Severiano Gomes Filho (Pajuçara).

Maiores públicos:

Apenas públicos acima dos 10 mil presentes.


  1. CRB 0x1 CSA - 18.033 (Alagoano 2013)
  2. CRB 0x0 Coruripe - 17.381 (Alagoano 2014)
  3. CRB 2x0 Madureira/RJ - 17.247 (Série C 2014)
  4. CRB 1x0 Luverdense - 17.185 (Série C 2011)
  5. CSA 0x1 CRB - 17.119 (Alagoano 2016)
  6. CRB 2x1 São Paulo - 17.009 (Copa do Brasil 2014)
  7. CSA 0x1 São Paulo - 17.006 (Copa do Brasil 2014)
  8. CSA 1x1 CRB - 17.004 (Alagoano 2016)
  9. CRB 0x0 América/RN - 16.775 (Série C 2011)
  10. CRB 2x2 Santa Cruz - 16.771 (Série B 2007)
  11. CSA 1x2 CRB - 16.171 (Alagoano 2007)
  12. CSA 1x0 Ituano/SP - 16.058 (Série D 2016)
  13. CRB 2x2 ASA - 16.005 (Alagoano 2012)
  14. CRB 1x3 Joinville - 15.557 (Série C 2011)
  15. CSA 0x0 Campinense - 15.129 (Série D 2012)
  16. CRB 1x4 CSA - 14.829 (Alagoano 2016)
  17. CSA 1x1 Botafogo/RJ - 14.459 (Copa do Brasil 2007)
  18. CSA 3x0 Parnahyba/PI - 14.273 (Série D 2016)
  19. CSA 3x0 Altos/PI - 14.198 (Série D 2016)
  20. CRB 2x1 ASA - 13.737 (Alagoano 2012)
  21. CRB 2x0 Coruripe - 13.721 (Alagoano 2015)
  22. CRB 2x1 CSA - 13.179 (Alagoano 2015)
  23. CSA 1x1 CRB - 13.169 (Alagoano 2014)
  24. CSA 2x4 CRB - 13.150 (Alagoano 2011)
  25. CRB 0x0 Ipatinga - 13.122 (Série B 2007)
  26. CRB 0x1 Treze/PB - 13.067 (Série C 2013)
  27. CRB 1x0 CSA - 12.931 (Alagoano 2013)          
  28. CSA 2x1 Murici - 12.987 (Alagoano 2016)
  29. CRB 3x0 Cuiabá/MT - 12.915 (Série C 2014)
  30. CRB 1x2 Fortaleza - 12.708 (Série B 2007)
  31. CRB 1x0 Náutico - 12.515 (Série B 2015)
  32. CRB 2x1 CSA - 12.328 (Nordestão 2017)
  33. CSA 0x2 CRB - 12.318 (Alagoano 2011)
  34. CSA 0x0 Volta Redonda/RJ - 12.265 (Série D 2016)
  35. CRB 1x2 Santo André - 12.194 (Série B 2007)
  36. CRB 0x2 CSA - 12.044 (Alagoano 2007)
  37. CSA 1x1 Santa Cruz/PE - 12.006 (Nordestão 2014)
  38. CRB 0x0 Botafogo - 12.003 (Copa do Brasil 2013)
  39. CSA 2x0 CEO - 11.971 (Alagoano 2015)
  40. CRB 3x0 CSA 11.961 (Alagoano 2012)
  41. CRB 2x0 CSA - 11.925 (Alagoano 2016)
  42. CRB 1x0 CSA - 11.537 (Alagoano 2014)
  43. CSA 1x2 Santa Cruz/PE - 11.491 (Série D 2010)
  44. CRB 0x1 Vasco - 11.391 (Copa do Brasil 2016)
  45. CSA 1x1 ASA - 11.351 (Alagoano 2013)
  46. CRB 1x1 Cuiabá/MT - 11.347 (Série C 2013)
  47. CRB 1x2 Vasco/RJ - 11.225 (Série B 2016)
  48. CRB 3x2 Santa Cruz - 11.079 (Série B 2015)
  49. CSA 2x0 São Bento/SP - 11.075 (Série D 2016)
  50. CRB 1x0 Náutico - 11.041 (Série B 2016)
  51. CRB 3x0 Paysandu - 11.008 (Série C 2011)
  52. CRB 0x1 Paysandu - 10.933 (Série B 2016)
  53. CRB 1x2 Vila Nova - 10.914 (Série B 2016)
  54. CRB 2x0 Rio Branco/AC - 10.695 (Série C 2013)
  55. CRB 4x1 Barueri - 10.621 (Série B 2007)
  56. CRB 1x0 Paulista - 10.582 (Série B 2007)
  57. CRB 3x0 Tupi/MG - 10.529 (Série B 2016)
  58. CRB 2x0 América/RN - 10.410 (Nordestão 2014)
  59. CSA 2x1 CRB - 10.362 (Alagoano 2016)
  60. CSA 2x2 ASA - 10.353 (Alagoano 2008)
  61. CSA 2x2 CRB - 10.288 (Alagoano 2012)
  62. CSA 2x1 Vitória da Conquista/BA - 10.257 (Nordestão 2014)
  63. CRB 0x1 Marília - 10.218 (Série B 2007)
  64. CRB 2x2 Bahia - 10.096 (Série B 2016)
  65. CSA 4x1 Bahia - 10.083 (Nordestão 2014)
  66. CRB 1x1 Águia de Marabá - 10.034 (Série C 2014)
  67. CRB 2x1 Goiás - 10.032 (Série B 2016)
  68. CRB 2x1 Botafogo/RJ - 10.028 (Série B 2015)
  69. CSA 0x0 ASA - 10.009 (Alagoano 2015)
  70. CSA 1x2 Coruripe - 10.003 (Alagoano 2015)
* CRB tem 45 jogos acima dos 10 mil presentes de 2007 a 2016. O CSA tem 26 jogos acima dos 10 mil.
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