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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Vasco evolui com ajuda de Pikachu

Fala, Turma da Fuzarca!

No maior clima de “Pokémon Go”, Pikachu parece ter capturado a forma de fazer gols; já foram o dois gols nas últimas duas partidas. Com a vitória diante do Santa Cruz por 3 a 2, no Mundão do Arruda, o Vasco classificou-se para as Oitavas de Finais das Copa do Brasil.

Foto: Vasco Oficial
Olhar para o céu e não ver estrelas foi a mesma sensação do Vascaíno ao saber da escalação do Gigante sem Nenê e Luan. Os minutos iam passando, o primeiro tempo era frio, sem alma, sem brilho, um verdadeiro grito silencioso de medo dentro de cada torcedor.

O enlouquecimento ia se dando pelo tempo decorrido e pela a angústia por cada passe errado no meio campo. Marcelo Mattos machucava sem agredir fisicamente. Era sofrível, horrível.

A genialidade do verdadeiro camisa 10 foi o apreço no qual o Gigante precisava, o toque sutil na bola era como um carinho de mãe em cada filho Vascaíno, como Andrezinho dissesse: “Calma. Estou aqui

O ataque relâmpago, maior poder do Pikachu, relaxava cada vez mais o torcedor que outrora sofria. A evolução de um jogador que chegou tímido e agora passa a ter a titularidade mais perto.

Entretanto, a cabeçada de Keno não deixava o Vascaíno respirar aliviadamente até que o pequeno Jorge “Tático” Henrique crescer encima do Santinha. Era o suspiro satisfeito de todos.

No lance seguinte, os donos da casa fizeram mais um; o típico gol de “Saímos com cabeça erguida”.

Com a chegada de um jogador na Zona Sul, o Rio de Janeiro tem dois craques: Nenê e Andrezinho.



Abçs, Galera

Matheus Freitas   @_MFreitas9_
Linha de Fundo   @SiteLF

Próxima parada: Oitavas de final

Habituado a ganhar o campeonato, o Maior de Minas superou todos os obstáculos e mais uma vez está na oitava de final da Copa do Brasil e apenas o penta nos interessa, será que seria errado começar a sonhar?

Se a Raposa tivesse a mesma postura no Brasileirão, sem dúvida estaríamos em uma posição mais confortável, mas por um milagre divino o Cruzeiro fez o mínimo e se impôs dentro de casa.

A Raposa mereceu ir para as oitavas pelo futebol eficiente, pois não bastava apenas vencer, teria que convencer. E o melhor conseguimos ver mudanças no time ontem, a zaga estava mais segura, o ataque e a qualidade de finalização estavam outro nível.

@Cruzeiro
No placar agregado, o Cruzeiro somou 4x2, vencendo o time baiano no jogo de ida e volta por 2x1. Os gols da partida foram marcados por Bruno Ramires, que fez seu primeiro tento como profissional e durmam com essa ele também consagrou o gol de número 400 no novo Mineirão, é aquela velha história: Critica que faz gol, o segundo gol foi marcado pelo monstro Ramon Ábila.

O Cruzeiro aguarda o sorteio para saber quem será seu próximo adversário, que será realizado pela CBF.

Sobre o jogo:

O Cruzeiro tinha como objetivo aumentar a vantagem construída e o Vitória queria atrapalhar a comemoração celeste, entretanto o Time do Povo não se acomodou com o privilégio da vantagem e foi em busca do primeiro gol.

Adotando um esquema mais ofensivo, a equipe tinha mais oportunidade de balançar as redes com Ábila, Rafael Sóbis, até Lucas e Edimar tentaram, mas das duas uma ou Ábila estava impedido ou tínhamos o azar da bola não entrar.

O gol do time celeste foi marcado aos 22’ depois de tanta insistência, porém é que ninguém esperava que Bruno Ramires fosse balançar as redes, a expectativa era Sóbis fazer o gol e na realidade foi o Ramires, mas o importante foi o gol e fim.

O time baiano chegou assustar o Cruzeiro aos 36’ com jogada que teve inicio com Diego Renan e se aproximou novamente com perigo aos 41’ com Marinho, mas o Capitão Cruzeirense estava bem posicionado.

@Cruzeiro
Para a segunda etapa o que não faltou foi emoção, o time azul e branco não queria perder tempo e encontrou o segundo gol, ainda nos minutos iniciais da etapa complementar, após um passe perfeito de Arrascaeta para Ábila que driblou a zaga e atirou uma bomba, sem chances para o goleiro baiano. Senhoras e Senhores cuidado, o monstro foi solto da jaula.

Após o gol, o time estrelado apenas administrava o resultado, entretanto o Cruzeiro diminuiu o ritmo de jogo, valorizando a posse de bola e a boa marcação, as melhores chances ainda eram da Raposa.

Mas como já virou rotina marcar penalidade máxima nos confrontos entre Cruzeiro e Vitoria, no duelo de ontem não foi diferente, três confrontos e três pênaltis.

Diego Renan para a cobrança, e para felicidade dos torcedores cruzeirenses, o capitão defendeu o pênalti e se consagrou o herói do jogo. O Cruzeiro dormiu por quatro minutos e foram os minutos que o Vitória resolveu jogar. E uma pergunta que não quer calar: Qual o problema do Cruzeiro com o segundo tempo?

Nesse tempo de inércia, Marinho aproveitou e chutou cruzado, e dessa vez, Fábio nada conseguiu fazer.

Enquanto a partida se encaminhava para o final, o time azul e branco teve uma chance inacreditável com Rafinha e Ábila, para começar Ábila acertou a trave e no rebote Rafinha parou no travessão novamente, alguém, por favor, tire aquela trave.

E assim que o juiz apitou o fim da partida, os torcedores voltaram a respirar, os batimentos cardíacos começam a normalizar e conseguimos classificação, vitória (dentro da Toca III), semana feliz para os cruzeirenses e que essa felicidade continue até domingo.

Paula Fernandes - @Paulinha_CEC

Bola aérea eficaz e mais três pontos

A vitória que se fazia extremamente necessária veio, com um ar dramático no fim, mas veio. Mesmo com o time cometendo algumas falhas, esse triunfo veio com uma boa atuação, o que dá sinais que o time vai evoluir mais e mais, e dito pelo próprio Lisca, veremos um JEC muito forte no segundo turno... Esperamos que isso se concretize, mas o que nos resta é apenas aguardar.

Rafael Donato participou diretamente dos dois gols, foi bem! Foto: Divulgação/JEC
A bola aérea fez e muito a diferença, tanto que o tricolor saiu à frente no marcador logo aos 3 minutos, quando Rafael Donato finalizou de cabeça para o gol, exigindo uma boa defesa de Renan; o mesmo Rafael Donato pegou o rebote e cruzou rasteiro, Fabiano Eller que estava no primeiro pau apenas tocou a bola para o fundo das redes, 1x0 JEC. O segundo gol veio 11 minutos depois, quando Rafael Donato escorou um cruzamento para o meio da área, e lá estava Bertotto, que também só completou para o fundo das redes, 2x0 JEC. O Goiás foi oferecer perigo somente aos 32 minutos, quando Léo Lima finalizou rasteiro, mas Aranha praticou a defesa. O aracnídeo foi exigido novamente aos 35 minutos, dessa vez com um grau de dificuldade maior; foi quando Rossi saiu na cara do gol, e o arqueiro tricolor abafou bem e praticou uma bela defesa!

E foi a noite de Aranha, pois logo aos 36 minutos, Carlos Eduardo se mandou pela direita e soltou um forte chute cruzado, o goleiro do JEC estava bem posicionado e evitou o gol do verdão goiano. Pelo visto, a bola aérea é um ponto fraco do Goiás, pois Fabiano Eller com um desvio no primeiro pau, causou um ‘reboliço” danado na defesa alviverde aos 42 minutos, mas a bola não entrou. E esse foi o primeiro, onde a bola parada fez o Joinville abrir dois tentos de diferença, que consequentemente computou os três pontos na tabela para o tricolor. O clube goiano explorava a velocidade do bom jogador Rossi, que não conseguiu chegar as redes, mas deu trabalho para a experiente defesa tricolor, sem contar o ótimo ‘camisa 10’ Léo Lima, que tem uma qualidade incrível no passe e põe qualquer na cara do gol, ainda bem que não estava em uma noite inspirada.

Fabiano Eller fez seu primeiro gol com a camisa tricolor. Foto: Divulgação/JEC
Na segunda etapa, o verdão mostrou logo no primeiro minuto que se lançaria para frente em busca do empate, em uma finalização de Rossi, porém, Aranha segurou firme. O tricolor deu a resposta aos 7 minutos, quando Bruno Ribeiro (que fez uma bela partida) recebeu pela direita e bateu para o gol; a bola passou perto da trave de Renan, que pulou, mas não chegaria. O clube goiano teve boas oportunidades de gol com Daniel Carvalho e Rossi, mas ora a bola ia para fora, ora o arqueiro Aranha praticava a defesa, tudo dominado. O Goiás conseguiu seu gol de honra somente nos 46 minutos, quando Fabiano Eller deslocou Marcão dentro da área, e o árbitro corretamente assinalou a penalidade máxima; Daniel Carvalho bateu forte no canto esquerdo de Aranha, que pulou no canto certo, mas a cobrança foi muito bem executada, 2x1 JEC. Após o gol, a tensão aumentou, pois ainda tinha quatro minutos de bola rolando, mas nada tirou a boa vitória tricolor, 2x1 no placar e três pontos na tabela.

Bertotto (E) e Fernandinho (D) foram bem em campo. Foto: Divulgação/JEC

Temos muito a melhorar ainda, e bons jogadores estão por vir (como Jael, que já acertou seu retorno), mas olhando para a vitória sobre o Goiás, dá para ver algo de bom no horizonte tricolor; o time fez uma boa partida, trocando bem os passes, finalizando com perigo, marcando bem, aproveitando a bola aérea (que nos rendeu a vitória), e o principal, chegou ao gol do adversário, coisa que estava meio escassa ultimamente. Tiveram-se boas chances e fizemos apenas dois gols, é porque a pontaria precisa ser melhorada, e realmente, o Joinville chegou pelo menos umas três vezes ao gol de Renan, faltou caprichar mais na finalização para sair com um placar mais elástico. Abaixo, confira algumas observações tanto individuais quanto em dupla, são coisas que merecem ser ressaltadas:

- Aranha: vem a cada partida demonstrando o grande goleiro que é, tanto nas defesas, quanto na reposição de bola, enfim, passa muita segurança à meta tricolor;

- Reginaldo: o lateral chegou quieto, com alguns comentários negativos de torcedores pelos clubes que o mesmo passou, mas fez uma boa partida contra o Goiás, chegando bastante à linha de fundo, chutando para o gol, agradou;

- Rafael Donato: Ele participou diretamente nos dois gols, além de ter ido bem ao desarme por baixo e impecável na bola área, ótima partida;

- Fernandinho: boa partida do lateral esquerdo, seguro na marcação, indo bem nas vezes que foi a frente, reestréia com o pé direito;

- Naldo e Bertotto: Outra boa atuação da dupla, um sendo o cão de guarda (Naldo) e o outro sendo o cara da saída de bola qualificada com o seu ótimo passe (Bertotto);

- Bruno Ribeiro: Boa atuação do meia tricolor, fazendo ótimos lançamentos, bem nos passes, chegando bem a frente, além de recompor na marcação, enfim, é apenas a sua segunda partida, esperamos que nos mostre muito mais ainda;

- Everton Silva: muito veloz, o lateral (que jogou mais avançado pelos flancos) demonstrou que tem muito a rende na função em que o técnico Lisca o colocou.

Carlos Alberto esteve apagado em campo, precisa aparecer mais para o jogo, até por ser o nosso camisa 10, e ter demonstrado em outras partidas que tem um grande potencial. Fernando Viana entrou no lugar de Heliardo na segunda etapa, que pouco fez durante a partida, e por incrível que pareça, deu dois passes que quase resultaram em um gol (expliquem essa, ateus). Fabiano Eller apesar do gol, não me agrada; precisamos de um zagueiro o rápido para a posição (temos Ligger, que está no DM), caso contrário, é sofrimento na certa. Tudo devidamente explanado, vamos agora a ficha técnica da partida:

Joinville 2-1 Goiás

Local: Arena Joinville, Joinville (SC);
Público e renda: 2.813 pessoas presentes, para uma renda de R$ 31.625,00;
Arbitragem: Rodrigo Carvalhaes de Miranda foi quem comandou o apito, ele foi auxiliado por Diogo Carvalho Silva e Diego Grubba Schitkovski;
Cartões amarelos: Everton Silva (JEC), Thomás (JEC) e Heliardo (JEC) | Léo Sena (GEC) e Léo Lima (GEC);
Gols: Fabiano Eller aos 3’ (JEC) e Bertotto aos 24’ (JEC). Confira os além dos gols, os melhores momentos da partida clicando aqui;

Joinville: Aranha | Reginaldo, Rafael Donato, Fabiano Eller e Fernandinho | Naldo, Bertotto, Bruno Ribeiro, Everton Silva (Kadu) e Carlos Alberto (Thomás) | Heliardo (Fernando Viana) | Técnico: Lisca;

Goiás: Renan | Johnatan, Anderson Salles, Wesley Matos e Juninho (Jefferson) | Patrick, David (Marcão), Léo Sena (Daniel Carvalho) e Léo Lima | Rossi e Carlos Eduardo | Técnico: Léo Condé.

Boa atuação de Bruno Ribeiro. Foto: Divulgação/JEC
O tricolor somente daqui a 10 dias, para enfrentar o Oeste; o jogo será na Arena Joinville às 16h, e poderá marcar o retorno de Jael, o cruel. Uma vitória pode tirar o tricolor do tão temido Z4, tempo para se preparar não vai faltar!

Paysandu para em Elias e soma sexto 0x0 em 7 jogos

Nesta quarta-feira (20), o Paysandu voltou a jogar pela Copa do Brasil. Depois de eliminar o Operário-PR, o clube paraense enfrentava o Juventude buscando novamente uma classificação. No jogo de ida, a missão era manter a regularidade na defesa e tentar um gol no Alfredo Jaconi. Um bom resultado fora de casa seria importante para levantar a “moral” do time (que não consegue sair do 0x0) e conseguir uma vaga na próxima fase.

No primeiro tempo da partida, ambos não conseguiam levar muito perigo, levando a crer que o resultado das últimas partidas do Alviazul se repetiria mais uma vez. Pouco antes dos vinte, a primeira oportunidade apareceu, Felipe Lima cruzou rasteiro, Gilvan cortou errado e a bola sobrou para Lucas chutar para o gol, entretanto, Emerson espalmou, impedindo que o Juventude conseguisse abrir o placar. A resposta do Papão veio logo depois, Rafael Costa bateu escanteio e Fernando Lombardi cabeceou sozinho na trave do goleiro Elias.

(Foto: Agência Estado)
Apesar de uma primeira etapa morna, sem muitas chances e sem muita criatividade de ambos os clubes, o segundo tempo esquentou a partida, fazendo todo mundo acreditar que o confronto sairia do 0x0.

Logo no começo da etapa final, Fabinho Alves roubou a bola de Klaus, avançou e, na cara do gol, chutou em cima de Elias, que salvou a equipe alviverde de ficar atrás no placar. Depois disso, o Paysandu parecia estar se empenhando para levar para casa um grande resultado. Rafael Costa cruzou de esquerda para Leandro Cearense e o centroavante desviou de primeira para Elias, mais uma vez, tirar o perigo.

Mas parecia que o grande empenho da noite era o de Fabinho Alves em desperdiçar grandes oportunidades. Aos 13 minutos, o atacante recebeu lançamento em profundidade e deu um chute fraco para fácil defesa do goleiro alviverde. E, três minutos depois, ele apareceu mais uma vez entregando a bola para Elias. Não contente em ter perdido três oportunidades. Aos 26’, Rafael Costa encontrou Fabinho na esquerda, o atacante se precipitou e chutou mascado, a bola acabou só batendo na rede pelo lado de fora.

Palavra da colunista: Pela sexta vez em sete partidas, o 0x0 se repetiu. E com tantas oportunidades perdidas, ninguém mais consegue ver este placar como algo positivo, mesmo que seja fora de casa. Principalmente quando o time desperdiça tantas oportunidades.

Há muito que criticar, há muito que falar. Apesar de ser o sexto 0x0, nem tudo é reclamação antiga. Dal Pozzo errou nos titulares e – com exceção da substituição no intervalo – demorou muito a mexer. Hiltinho e Rafael Costa foram os atletas mais contestados quando a escalação saiu e em campo não conseguiram calar a torcida. O primeiro errou tudo e demonstrou pouquíssima visão, o segundo é, de fato, o jogador mais azarado de todos os tempos.

Sobre o sistema mais criticado do clube, o ataque, é preciso fazer algumas considerações. Os três atacantes sumiram, pelo menos, em algum momento do jogo. Cearense, com exceção do seu lance no segundo tempo e de alguns erros, quase não foi visto. Fabinho Alves esteve escondido por um bom tempo na primeira etapa, mas na segunda apareceu perdendo várias chances de fazer o Paysandu sair com um bom placar. E o Fantasminha Camarada Ruan não apareceu no jogo.
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