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sexta-feira, 22 de julho de 2016

Com raça, Criciúma vira o jogo e vence Paraná

Na noite desta sexta (22), algo que não acontecia desde 2012 voltou a ocorrer no gramado do Heriberto Hulse. O Criciúma enfrentou o time do Paraná pela 17º rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.

GustaGol durante a partida (Foto:criciumaec.com.br
O JOGO

O jogo teve início com um tigre mal escalado e com o Paraná aproveitando as falhas para investir. Logo aos 5 minutos, o time adversário abriu o placar. Numa troca de passes dentro da área, Robson recebeu sem marcação nenhuma e finalizou bem para dentro da rede. Após o gol, o Criciúma tentou inúmeras vezes marcar, porém as finalizações eram horríveis, foram perdidos vários gols fáceis por erros inacreditáveis. Enquanto isso, a equipe paranista tentava, mas as bolas paravam nas mãos do goleiro Luiz, que jogou com a camisa 101 em comemoração aos jogos em que defendeu o clube carvoeiro.

Na volta para o segundo tempo, o tigre até estava determinado, porém as finalizações e os erros continuaram a persistir. Aos 9 minutos, Robson recebeu a bola adiantada e Luiz, ao defender, chutou e acidentalmente a bola bateu no atacante, que acabou ampliando o placar para o Paraná. 

Depois de muitas tentativas sem sucesso, o time da casa se encontrava desanimado, até que ''GustaGol'' resolveu mudar a situação. Em cobrança de bola parada, Juninho lançou na área e Gustavo marcou, diminuindo a diferença para apenas um gol no placar. O tempo começou a correr e o marcador não mudava, até que, mais uma vez, GustaGol, marcou e empatou para o tigre. Aos 45 minutos do segundo tempo, Gustavo roubou a bola e fez pela segunda vez na noite.

Então, o que não acontecia desde 2012 aconteceu. Aos 47 minutos, depois de um cruzamento, a bola sobrou para Ricardinho, que virou o jogo para o tigre e finalizou o placar em Criciúma 3x2 Paraná.

Dodi durante o jogo (Foto:criciumaec.com.br)
Resumão

O jogo foi complicado e estranho desde a escalação com laterais improvisados, saída de um zagueiro pra entrada de um meia, com intenção de arrumar a equipe e cada vez mais substituições erradas. Um time que até meados do segundo tempo não conseguia finalizar nenhuma jogada e muito menos marcar. Um time que perdia de 2x0 dentro de casa, já desacreditado, porém o mesmo resolveu acordar e botar a garra em jogo. 

O time começou a evoluir, chegar cada vez mais perto do gol e conseguiu marcar, consequentemente empatando e, nos acréscimos, junto com a força da torcida, conseguiu virar o jogo e trazer alívio e memórias de um time de 2012.

Naquele ano, 4 anos atrás, o Criciúma era um time guerreiro, que virava os jogos nos últimos minutos e que quase matava o torcedor do coração. O que se espera é que o clube incorpore 2012 e siga rumo ao acesso.

O próximo jogo do tigre acontecerá dia 30, em São Januário, quando enfrenta o Vasco, líder do campeonato. Jogo difícil e um empate já é importante.

''JOGUE COM RAÇA''

Letícia Figueredo

Unanimidades #16


Caros leitores, se algum de vocês possuir o telefone dos Caça Fantasmas (ou das Caça Fantasmas, nova onda por conta do lançamento do filme), por favor nos enviem, o que aconteceu na rodada 15 foi sobrenatural demais, tenebroso, diria quase medonho. Cenário de terra arrasada, meus amigos. 


A rodada 15 foi desastrosa para as nossas apostas, a começar com Fred. O centroavante do Atlético Mineiro esteve perto da bola nos dois gols de Robinho, mas por uma fatalidade do destino não a empurrou para a casinha. Com atuação discreta, o alvinegro negativou na rodada, fazendo -0,20 pontos desvalorizando sua cotação em 0,38 cartoletas. Já Lucas Lima, o maestro santista, foi um mero coadjuvante na vitória do Peixe, que novamente teve em Vitor Bueno sua figura decisiva. O dez santista fez a singela pontuação de 1,5 ainda valorizando sua cotação em 0,22 cartoletas. Para fechar o balanço da Rodada #15, finalmente uma bola mais ou menos dentro e ela vem do parque São Jorge. O paraguaio mais carismático do Brasil, o dedicado Angel Romero, mesmo sem gols e sem assistências devido à sua sempre contundente participação marcou dignos 6,10 pontos, valorizando sua cotação em 0,57 cartoletas. Como voto de confiança, o nosso Romerito voltará a figurar entre as unanimidades juntamente de dois outros gringos.

Para a 16° rodada, nossa aposta é nos gringos, indo a campo com:

ARRASCAETA: O Cruzeiro está em uma fase terrivel e a declaração do atacante Riascos agitou a toca da raposa. Nesta rodada, a equipe mineira recebe no Mineirão o Sport. Contando com a volta do maestro uruguaio, é nossa aposta nas criações de jogadas, buscando assistência e por que não gols, já que o jogador é cobrador oficial de bolas paradas. Selo Mito do Cartola



Nome: De Arrascaeta
Time: Cruzeiro
Posição: Meia
Preço: C$19, 32

GUERRERO: Empolgada pelas contratações do meia Diego e do atacante Leandro Damião, a torcida Rubro Negra deve comparecer em peso no Estádio Kleber Andrade, onde recebe o saco de pancada da Série A 2016, o América Mineiro. O artilheiro peruano é aposta de gols da nossa equipe. Selo bom e barato de qualidade.


Nome: Guerrero
Time: Flamengo
Posição: Atacante
Preço: C$8,07

ROMERO: Fechando nosso poder ofensivo, não poderíamos esquecer o paraguaio Romero, referencia no ataque do Timão, que recebe neste fim de semana o desesperado e frágil Figueirense. Tudo indica uma vitória tranquila dos alvinegros paulistas, se Deus quiser com gols de Romero. Selo bom e barato de qualidade.


Nome: Angel Romero
Time: Corinthians
Posição: Atacante
Preço: C$11,19

Com o auxílio dos plasmas de Bill Murray e sua trupe para caçar todos os fantasmas. Apostas, mitem por nós!

A eliminação e o sentimento de "tanto faz"

Keno foi o melhor jogador do Santinha em campo (Fonte: Globoesporte)
Na noite desta quarta-feira (20), o Santinha entrou em campo pela Copa do Brasil diante do Vasco. A dúvida entre continuar na competição nacional e disputar a inédita Sul-Americana havia sido sanada, já que na última semana Milton Mendes garantiu que o certame nacional era mais rentável e mais viável logisticamente. Para confirmar isso, a diretoria disponibilizou uma certa quantidade de ingressos pelo preço de R$ 5,00 para a arquibancada superior, a fim de lotar o arruda. Porém, todo o discurso foi desmentido em campo.

Em todos os duelos do tricolor, eu e meu pai pegamos a nossa bandeira, vestimos o manto coral e nos preparamos para o show de cornetadas e pitacos. Mas o dia estava estranho: nos limitamos a ligar a televisão e de primeira já vimos uma escalação com Derley, Leandrinho e Wellington improvisado de volante (qual era a chance disso acabar bem?). Além do mais, o Arruda parecia estar adormecido. Graças a vaga assegurada na competição internacional, um sentimento de "tanto faz" tomou conta do estádio e chegou ao ponto de deixar a torcida quieta.

Com a bola rolando, observamos um primeiro tempo muito ruim, com total desentrosamento do time que sequer chegou a ameaçar de forma veemente o gol defendido por Martin Silva. Sem falar no festival de passes errados e no total isolamento de Bruno Morais, que foi muito mais útil na bola aérea defensiva do que propriamente no ataque. A situação estava tão ruim que meu pai pressagiou: "Matheus, ou a cobrinha muda de postura, ou a gente vai ser eliminado fácil, fácil". Foi dito e feito.

Na etapa complementar, o time voltou apático e, para piorar, Néris foi substituído com dores na coxa. Com isso, a zaga passou a ser formada por Danny Morais e Wellington (só de lembrar já tenho calafrios). A partir daí, as falhas de posicionamento e as recomposições lentas fizeram com que a equipe carioca aproveitasse os espaços e entrasse facilmente no nosso sistema defensivo. Gostaria de fazer observações sobre algumas atuações individuais:

- Quem foi o responsável por dizer que Wellington é jogador de futebol? Independente de quem tenha sido, errou feio. Sugiro que na próxima partida disponibilizem uma 38 para este jovem, talvez assim ele consiga matar uma bola.

- Derley precisa ser informado que o Santa Cruz não é um time de futebol americano, mas sim de campo. Portanto, Field Goals não servem de nada nesse esporte. Além disso, o dito cujo mostrou total despreparo para decisões, já que estava brigando até com a própria sombra e consequentemente foi expulso. Em resumo, um jogo para esquecer.

- Acabou a paciência com Leandrinho. O cara chegou no Santinha em fevereiro com o status de "armador habilidoso" que nos faltava, mas em quase CINCO MESES ainda não fez nenhuma partida consistente com a nossa tradicional camisa. Porque ainda estão insistindo com ele? Simplesmente não dá para entender.

- Keno voltou ao seu auge técnico e físico. Zé pequeno está voando, buscou jogo, marcou o dele e participou ativamente de todas as tramas ofensivas do tricolor. Mostrou disposição e vontade, pena que foi um grito no deserto, se é que me entendem.

O juiz apitou e decretou nossa eliminação da Copa do Brasil, ao mesmo tempo em que carimbou o passaporte tricolor para a primeira participação em uma competição internacional. E novamente o clima de "tanto faz" predominou: eu e meu pai sentimos o desgosto de uma derrota, é claro, mas ao mesmo tempo tivemos o consolo da vaga na Sul-Americana. "Não falei, rapaz, conheço todos os "pantinhos" do Santa! Esse jogo não estava pra ganhar. Mas agora pegamos o Sport na Sul-Americana e temos grandes chances de passar de fase", expôs meu pai, desligando o radinho de pilha e me enchendo de esperanças em relação ao próximo certame.

Que venha o time do satã. Independentemente da estratégia que será adotada por Milton Mendes no primeiro clássico das multidões em uma competição internacional, já sabemos o que não devemos fazer: repetir a postura, os erros e, principalmente, a escalação da partida contra o Vasco.

Sem nevoeiro e sem gols


Precisamos encher a Arena da Baixada e com o apoio da torcida, vamos passar pela Chapecoense com certa facilidade”. Foi com esta declaração feita pelo atual presidente do Atlético Paranaense, Salim Emed, que o Verdão viajou até Curitiba para a partida de ida da terceira fase da Copa do Brasil, reencontrando o Furacão após o inusitado nevoeiro ocorrido no encontro das equipes no Brasileirão, que começou na quarta e terminou apenas na quinta à tarde.


Foto: GIULIANO GOMES/Gazeta Press

O duelo divide opiniões do torcedor Chapecoense, já que, se a equipe avançar na competição, perderá a oportunidade de disputar novamente a Copa Sul-Americana, em que, em 2015, o Verdão viveu momentos de glória e acabou eliminado no detalhe diante do River Plate, da Argentina.



Caio Júnior, por sua vez, pensando apenas em se afastar da zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro, já que a principal meta da equipe é se manter na elite do futebol nacional, mandou a campo uma equipe mista, mas que tinha alguns atletas considerados titulares até dias atrás, casos do goleiro Danilo, o lateral direito Gimenez e os atacantes Lucas Gomes e Bruno Rangel. Porém, a noite era especial para dois atletas, Matheus Biteco fez sua estreia com a camisa do Verdão, enquanto o meia Martinuccio fez sua primeira partida como titular da equipe.



Com a bola rolando, vimos uma Chapecoense sem medo de jogar na Arena da Baixada, com muita tranquilidade e forte marcação anulava as tentativas do Furacão abrir o placar. O jogo era equilibrado, tanto que a primeira chance veio apenas aos 20 minutos, quando Martinuccio, após bola espirrada da zaga, acreditou e só não marcou por que Weverton saiu para afastar o perigo.



Mas as melhores oportunidades da partida saíram dos pés dos donos da casa, primeiro aos 38 minutos com o volante Hernani, que chutou de muito longe, Danilo bem colocado fez a defesa e quase soltou nos pés de Pablo, mas o goleiro conseguiu desviar o trajeto da bola com o pé, jogando para escanteio.



A segunda chance de perigo veio um minuto depois. Sem conseguir se infiltrar na forte marcação da zaga Chapecoense, a única alternativa do Atlético eram os chutes de fora da área, e foi assim que o atacante Vinícius tentou surpreender Danilo, que fez a defesa parcial, mas deixou a bola escapar e em dois tempos se recuperou e segurou firme.



Para o segundo tempo, as equipes voltaram sem alterações e, com o apoio do torcedor, o Atlético se jogou para cima logo no início, buscando uma vantagem maior para a volta em Chapecó. Em quatro minutos os donos da casa assustaram por duas vezes, Sidcley chutando forte viu a bola passar raspando a trave esquerda de Danilo; já Pablo entrando em velocidade invadiu a área e só não abriu o placar por que Thiego fez o corte na hora H.



O técnico Caio Júnior não demorou muito para fazer a primeira alteração, Martinuccio ainda sem estar 100% deixou o gramado para a entrada do jovem Hyoran, que ganhava mais uma chance na equipe. A entrada do meia foi positiva, com sua principal característica, a velocidade, conseguiu criar grandes jogadas e o Verdão só não abriu o placar por que Weverton fez grande defesa ao sair nos pés de Josimar, não deixando o volante finalizar.



A bola do jogo caiu na cabeça do centroavante Bruno Rangel, o artilheiro da Chape no ano recebeu belo cruzamento de Lucas Gomes, se antecipou a zaga e cabeceou próximo a trave de Weverton, saindo pela linha de fundo. Nos minutos finais, o Verdão mandou na partida, impondo pressão e criando boas oportunidades de abrir o placar. Hyoran de primeira chutou raspando a trave, o meia tentou em seguida novamente, mas Weverton com o rosto defendeu e jogou em escanteio.


O Atlético só assustou nos minutos finais da partida, quando Vinícius chutou cruzado, Danilo falhou e espalmou para o meio da área, André Lima de carrinho jogou na trave, mas o árbitro já parava a partida, marcando toque de mão do atacante e fechando o placar em 0x0, assim como foi nos últimos dois encontros da equipe no Brasileirão.



O resultado em partes não foi tão ruim para os donos da casa, que tem a vantagem de qualquer empate com gols no jogo de volta, na próxima quarta-feira (27), às 19h30, na Arena Condá. Antes disso, a Chapecoense volta toda atenção para o duelo do domingo (24), quando recebe o Botafogo, concorrente direto na parte de baixo da tabela.



A partida contra o Furacão pode ser considerada a melhor da era Caio Júnior em virtude da dificuldade que é jogar na Arena da Baixada, principalmente pelo gramado sintético. O Verdão em momento algum mostrou estar com medo e, mesmo com o time misto, só não saiu com a vitória porque a fase de Bruno Rangel e do ataque é terrível. Para piorar, minutos antes do confronto veio a notícia que o atacante Silvinho está deixando a Chapecoense após aceitar proposta do futebol Coreano.



Para finalizar, um recado ao senhor Salim Emed. Procure saber e respeitar a Associação Chapecoense de Futebol, independente de time titular, misto ou até o Sub20, como o presidente Atleticano solicitou a Caio Júnior trazer a Curitiba. É a camisa da Chapecoense que está em jogo, ela é maior do que qualquer jogador que passou e que vai passar pelo clube.



Marcelo Weber || @acfmarcelo


Xepa LF - #16

     Fala, Cartoleiros e Cartoleiras

   Senhoras e Senhores, meninas e meninos, quanta honra estar com vocês, brincar com vocês, mitar com vocês.

Ajude a mitar, Senhor
    Rodada muito ruim para maioria dos Cartoleiros e mediana no Linha de Fundo. O vencedor foi o SiteLF com seus 51 pontos. Nós, o Xepa LF, ficamos em segundo com 49. Completando o pódio, o Chuck Norris LF.

     Muitas decepções na zaga e no ataque, mas ficamos feliz pelo acerto de Cícero e Vitor Bueno. Agora, sem olhar para trás, seguimos em frente porque o cheirinho do G10 da Liga Linha de Fundo voltou.

     Sem mais delongas, vamos ao que interessa:

XEPA LF FC


Muralha – Goleiro

Como o nome já diz: MURALHA! Jogando contra o pior ataque do campeonato, o goleiro tem que manter o SG da galera.

Pará – Lateral

SIM! O jogador mais criticado da Nação Rubro-Negra estará no nosso querido Xepa. Que Deus proteja nosso SG.

EDILSON* (Léo Príncipe – Lateral)


Fomos pego de surpresa com a dúvida de Edilson, procuramos um lateral barato e que possa sair com SG. Deus nos proteja 

JUAN* (Réver – Zagueiro)

Um zagueiro que quase não faz falta, dificilmente toma cartão e ainda vai enfrentar o pior time do campeonato. Falta o que para mitar?

Balbuena – Zagueiro

Nos tempos de Tite, era certo apostar na zaga Corintiana. Hoje em dia, não é tão fácil confirar na mesma. Porém, nada disso impediu a escalação do Xerife Balbuena diante do Figueirense.

A.PATRICK* (Diego Souza – Meia)


VAI SAIR DA JAULA O MONSTRÃO! O dono do Sport, o camisa 87, vai reencontrar o Cruzeiro, time o qual ele sempre acabou nos jogos e ainda tem a tal da lei do ex...

M.Gabriel – Meia

Apostar na meiuca corintiana não é missão fácil. Saber que alguém vai bem é certo, agora acertar o jogador é complicado. Apostando no rodízio de mitagem, o Xepa vai de M.Gabriel, mesmo tendo a possível lei do ex com G. Augusto.

Arrascaeta – Meia

Voltando ao time na parte mais importante do campeonato. Agora é o momento em que se define quem briga em baixo e quem briga em cima. Contra o Sport no Mineirão, o Cruzeiro tem que vencer para aliviar – por hora – o torcedor.

Abília – Atacante

Acreditando no novo atacante da Raposa, o Xepa tem total confiança no goleador. A maior aposta do Xepa na rodada.

Everton – Atacante

Sem Luan, o ataque do Grêmio depende do jovem Everton. Costuma a fazer uma boa pontuação jogando na Arena.

Guerrero – Atacante

Uma das unanimidades da rodada. Enfrentará o América-MG e terá Damião como sombra, além de Vizeu. Guerrero precisa fazer gol.

Zé Ricardo – Técnico

Seguindo a lógica de escalar o técnico com mais jogadores no Xepa, Zé Ricardo é o nosso comandante da rodada 16.
                  


**ATENÇÃO! TODOS QUE CONTEM O ASTERISCO ENTRARAM EM DÚVIDA ANTES DO FECHAMENTO DO MERCADO. COM ISSO FORAM RETIRADOS DO XEPA.**



                 Com esses jogadores, com esses Mitos, O XEPA VAI MITAR!

Abçs, Galera,

Matheus Freitas  @_MFreitas9_

Linha de Fundo   @SiteLF

Barcelona anuncia reforços para temporada 2016/17

A adaptação no Barcelona é sempre uma incógnita para os jogadores recém contratados. Apesar de serem com muita cautela e bem criteriosas, nunca se sabe se elas vingaram ou não. Poderíamos citar o Ibrahim Afellay, o mesmo veio com status de revelação do PSV, mas no clube catalão conviveu com lesões e nunca se firmou até ser emprestado.

A sempre tão contestada defesa do Barcelona ganhou dois novos reforços, o francês Samuel Umtiti de 22 anos, que fez uma bela Euro 2016 e chegou do Lyon. Lucas Digne foi mais um que chegou nesta janela de transferência, o lateral esquerdo de 22 anos, que era do PSG e estava emprestado a Roma. Por isso, ninguém melhor para falar sobre ele do que Felipe Portes, blogueiro do Coração de Roma: 

"Digne é um jogador de muito potencial para a lateral esquerda. Ataca muito bem e é excelente passador. A Roma brigou por ele para a próxima temporada, mas pechinchou demais. Tem tudo para ser um dos melhores na posição no futuro."
Lucas Digne: "Número? Não é importante o número que usarei, o que importa é a camisa do Barça."



Samuel Umtiti: "Sou o homem mais feliz do mundo."
O retorno de Denis Suárez, de 22 anos vem para fortalecer o meio campo. Recém contratado, André Gomes fechou por 5 temporadas e Barcelona desembolsou cerca de 35 milhões de euros ao Valência pelo meio campista de 22 anos. O jogador será apresentado na semana que vem.

Até o momento estas quatro contratações refletem o pensamento do futuro catalão, são jogadores jovens e com um plano de jogo traçado para cada formação. O caso de Samuel Umtiti é interessante, o jogador francês pode jogar tanto de zagueiro, como lateral e volante. André Gomes chega para ser reserva de Busquets e também faz a ponta esquerda.

O que Luís Henrique pretende com seus novos comandados? Jogadores que tenham versatilidade e uma flexibilidade para atuar em mais de uma posição, contudo os encerramentos dos contratos de empréstimo de Montoya e Tello deixaram o técnico catalão pensativo no aproveitamento da dupla.

A temporada 2016/2017 do Barcelona acaba de começar, junto com ele um banco de reservas mais completo, mas sem nenhuma grande atração que possa abrilhantar o elenco.
Jogos da Pré-Temporada 2016/2017.

#ViscaElBarça - Més Que Un Club - @_guigoluis

A coroação de um Reizinho

     Fala, Turma da Fuzarca!

   Um lance muda tudo no futebol, pode levar do céu ao inferno ou o inverso em questão de segundos. Qualquer torcedor guarda na memória uma jogada marcante, seja ela frustrante ou alegre. Em poucos anos de vida, já coleciono uma variação indescritível de sentimentos.

   A dor de uma queda; uma euforia pelo título; uma decepção por um gol perdido e a maior sensação de prazer: olhar para arquibancada de São Januário e ter a certeza que no Vasco é o meu lugar. No Rio de Janeiro, aquele que tem uma Cruz de Malta no lugar de um simples coração é o único que pode contar para todos a felicidade de nunca ter vergonha da sua história.

   Desde o início, lutando por negros e operários, por um futebol mais heterogênico. Do branco ao preto, do pobre ao rico. Sem diferenciar classes. Tentaram nos impedir, imposições foram feitas. Ou retirava negros e operários ou não jogávamos. Ou construía estádio ou estávamos fora. Hoje, a hipocrisia reina. O time da Zona Sul se auto declama “Time do Povo” e orgulha-se de não ter estádio.

    Do Remo ao Expresso, do Expresso a Geração 90, passando por diversos ídolos. Barbosa, Moíses, Bellini, Ademir, Felipe, Edmundo, Dinamite, Romário, Juninho, entre outros tantos que compõe a nossa linda história.

    Um gol, há 18 anos, transformava um reserva em ídolo, um Antônio em Reizinho. Juninho batia a falta como um pai cuidava dos filhos. A bola empurrada pela força de uma torcida que construiu o mais belo estádio entrava com perfeição no Monumental. O gol que levou o Vasco a final virou música, tornou-se Monumento Histórico.


    Hoje, o Vasco padece de um mal há quase uma década. A força da nossa torcida é fundamental para não deixar o Gigante entrar num cenário subalterno do futebol mundial. Quem diz que o Club de Regatas Vasco da Gama é pequeno não entende a importância de um legado histórico que o clube deixa até a data atual.

      “Não digo que sou um Vascaíno doente. Doente é aquele que não é Vascaíno” – Carlos Drummond de Andrade



Abçs, Galera,

Matheus Freitas   @_MFreitas9_

Linha de Fundo   @SiteLF

Mais um empate para nossa conta

Oeste joga melhor na primeira etapa, mas fica no empate contra o Brasil de Pelotas


Oeste e sua mania de perder pontos importantes em "casa". É sempre assim, vai capengando rodada por rodada para depois ficar brigando lá embaixo e buscando fugir da zona da degola. É triste ver que todo ano a história se repete e apenas em 2011/12 que deram uma trégua.

Agora é hora de falar da partida em que o Oeste, mais uma vez, oscilou dentro de campo, jogando melhor na primeira etapa e pior na segunda. É incrível a quantidade de oportunidades que o time desperdiça em campo. São inúmeras as chances que poderiam fazer a diferença, porém não se concretizam.

A jogada do gol do Oeste saiu de uma bola bem trabalhada com Renan Motta, parando depois em Mazinho, que cruzou para Marcus Vinícius abrir o placar aos 23 minutos do primeiro tempo. Porém, não houve tempo para o Rubrão comemorar. Logo em seguida a equipe tomou empate com Ramon.

No segundo tempo, se esperava que o rubro-negro ia manter o mesmo ritmo de jogo da primeira etapa, só que não foi assim. O Brasil de Pelotas tomou conta da partida e criou mais chances de gol. O Oeste deixou de fazer o que era sua obrigação, ficar para cima do adversário nos dois tempos do confronto.

No meu ponto de vista, se o Oeste almeja algo nessa Série B, pela primeira vez que não seja brigar para não cair, precisa correr agora atrás do prejuízo. Não dá para ficar se contentando com empates em casa, perdendo em seus domínios. Precisamos fazer o dever de casa e buscar pontos fora. Se não, infelizmente a história vai se repetir. Esperamos uma melhora do Oeste e acreditamos no trabalho do Diniz, mas queremos vê-lo corrigir algumas coisas nessa equipe que não estão de acordo.

O Oeste anda tomando muitos gols bobos nesse campeonato e em jogadas fáceis, quando acabam entregando a bola no pé do atacante. Como se não bastasse a defesa dessa forma, o ataque não anda fazendo muitos gols. É em uma partida ou outra em que um jogador faz e os outros ficam dormindo em campo, isso precisa ser corrigido urgentemente.

O próximo compromisso será em Santa Catarina somente no dia 30/07, sábado, diante da equipe do Joinville às 16h. Promete ser uma partida bem truncada, como sempre foi os confrontos entre as duas equipes. E que vença o Oeste.

Césare Boralli|| @cesareboralli 
Alefe Felipe || @Alefe_Men

Linha de Fundo || @SiteLF

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