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domingo, 24 de julho de 2016

Uma tarde de muito sofrimento


Sem vencer a quatro rodadas no Campeonato Brasileiro e cada vez mais se aproximando da zona de rebaixamento, a Chapecoense recebeu na tarde deste domingo (24) a equipe do Botafogo. Com muito sofrimento, Hyoran e Lucas Gomes garantiram a vitória por 2x1, que ainda marcou o reencontro do meia Camilo e do volante Bruno Silva com a torcida do Verdão. Muitas vaias e xingamentos marcaram a volta dos atletas a Arena Condá, o meia foi o autor do único gol do Botafogo.

Foto: Marcos Cunha/Mafalda Press/Gazeta Press
O técnico Caio Júnior surpreendeu a todos ao confirmar a escalação de Hyoran no lugar do contundido Arthur Maia. Outra alteração foi em virtude da suspensão do polivalente Gil, que recebeu terceiro cartão contra o Figueirense e deu lugar ao lateral Gimenez. Com a bola rolando, a primeira etapa começou com os visitantes assustando logo nos primeiros minutos, quando Canales chutou por cima da meta de Boeck. A resposta veio aos 13', quando Cleber Santana cruzou e Kempes testou livre para grande defesa de Sidão, em seguida o bandeira assinalava impedimento do centroavante.

O Botafogo seguia melhor na partida, com maior posse de bola e as melhores oportunidades, mas foram os donos da casa que saíram na frente. Aos 24 minutos, Hyoran fez bela jogada individual, tirou da marcação e chutou no canto direito, sem chances para o goleiro Sidão. Para os cariocas, só a vitória interessava e a equipe esboçou uma pressão nos minutos finais da primeira etapa. Aos 41', Bruno Silva disputou com Boeck e emendou uma bicicleta, mas a tentativa passou por cima da meta. Quatro minutos depois, Canales balançou as redes de Boeck, mas o auxiliar já marcava impedimento.

Na volta para o segundo tempo, uma alteração em cada equipe; na Chapecoense, Sergio Manoel deu lugar a Matheus Biteco; no Botafogo, Neilton entrou na vaga de Fernandes. Precisando do resultado, quem partiu para cima foram os visitantes, enquanto o Verdão adotava a forte marcação para garantir o placar. Na primeira oportunidade, Boeck salvou a Chape após chute de Neilton.

Caio Júnior, logo aos 8 minutos, foi obrigado a fazer mais uma alteração na equipe, quando Ananias teve que deixar o campo e deu lugar a Lucas Gomes. O panorama da partida não mudava e, com maior posse de bola, o Botafogo assustava cada vez mais. Toda pressão teve resultado aos 40 minutos, quando Camilo cobrou falta no ângulo e sem chances para o goleiro Boeck, empatando o confronto.

Alguns torcedores começavam a deixar a Arena Condá, mas como a partida só termina no apito final do árbitro, devíamos acreditar até o último segundo. Quem ficou pôde ver, dois minutos depois, Lucas Gomes roubar a bola após saída errada do Botafogo, avançar e, com toque sutil por cima de Sidão, marcar o segundo do Verdão e garantir mais três pontos na tabela.

Agora a Chape sobe para a 10° colocação com 22 pontos, a cinco da zona de rebaixamento. Na próxima rodada, o Verdão viaja para São Paulo, quando enfrenta no Morumbi o tricolor paulista no domingo (7), às 11h. Antes disso, recebe na Arena Condá a equipe do Atlético Paranaense, em partida válida pela terceira fase da Copa do Brasil.

No duelo deste domingo, o Verdão voltou a jogar abaixo do esperado pelo torcedor. O Botafogo, com maior posse de bola, controlava a partida, mas errava muitos passes e finalizações. A Chapecoense aproveitou as chances e garantiu a sofrida vitória. A sequencia de jogos não é nada fácil, São Paulo e Atlético Mineiro fora, Palmeiras e Inter em casa, mas conhecemos e sabemos que podemos surpreender, basta acreditar e apoiar a Chape, juntos venceremos.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Fora de casa, CSA garante bom resultado diante do Parnahyba

Depois de se enfrentarem duas vezes na fase de grupos, Parnahyba-PI e CSA iniciaram o primeiro duelo da segunda fase da Série D. O confronto aconteceu na tarde deste domingo (24), às 16h no Estádio Pedro Alelaf, em Parnaíba, no interior piauiense. O jogo terminou com o placar de 2x1 para o time Azulão do Mutange, com o meia Cleyton marcando duas vezes e Augusto descontando para a equipe mandante.


(Crédito:Wellython Martins)
O JOGO:
O CSA começou bem a partida e logo conseguiu fazer o gol. Aos 13 minutos da primeira etapa, Cleyton foi lançado e tirou do goleiro para balançar a rede e fazer a festa da Nação Azulina. O time da casa chegou a assustar após a metade do primeiro tempo, porém, foi o Azulão quem marcou mais uma vez aos 42'. Em jogada de contra-ataque, a zaga do Parnahyba vacilou, Cleyton aproveitou e fez o segundo dos visitantes. A equipe Alagoana foi com uma boa vantagem para o vestiário.

O CSA retornou do intervalo mantendo o bom ritmo e sem sofrer susto nos primeiros momentos. Mas, aos 18 minutos, Idelvando puxou o ataque do Tubarão e Augusto, na pequena área, conseguiu colocar a bola na rede de Jeferson, diminuindo a diferença no marcador. Somente aos 42’ o time piauiense esteve mais perto do empate. O atacante chutou cruzado, Denílson desviou em sentido oposto e Jeferson evitou o gol contra do lateral-direito. Após os quatro minutos de acréscimos, o árbitro encerrou o jogo e decretou o triunfo alagoano.

Com o resultado de 2x1, o CSA joga por um empate na tarde do próximo domingo, no Estádio Rei Pelé. Até uma derrota por 1x0 classifica a equipe do Mutange. Para o Parnahyba ficar com a vaga, o time piauiense precisa triunfar por dois gols de diferença ou então vencer pelos placares de 3x2, 4x3, em diante.
Lucas André || @luc4s_andre
Linha de Fundo || @SiteLF

Dois belos gols, um santo chamado Magrão e o crime em BH


Sai Z4, sai Z4, sai Z4. Aproximamos-nos do fim das primeiras 19 rodadas do Brasileirão e enfim o Sport vem fazendo coisas que não fez no início do campeonato: aproveitar as chances, e foi isso que aconteceu no Mineirão nesta tarde de domingo quando o Leão bateu a Raposa por 2x1 com dois gols de Rogério e boas atuações de Diego Souza, Everton Felipe e sempre ele Magrão.

No jogo dos "desesperados", o Cruzeiro diante de sua torcida foi para cima desde o começo da partida e acabou criando boas chances para abrir o placar, só que o trio de atacantes celestes (Ábila, Rafael Sóbis e Willian) não estava numa tarde boa.

Nos primeiros minutos de jogos Willian tentou e mandou por cima, depois foi a vez de Arrascaeta tentar, mas mandou a bola pelo lado do gol e quando Willian mais uma vez conseguiu acertar o chute em direção ao gol, Magrão estava lá para catar a bola.

E como sempre dizem no futebol: quem não faz, leva. Aos 37 minutos Rogério recebeu um passe pornográfico de Diego Souza e bateu entre as pernas do goleiro Fábio para abrir o placar. Raposa 0x1 Leão.

Tentando sair do prejuízo, o time celeste voltou para o segundo tempo em busca do empate. Logo aos cinco minutos, Willian recebeu bom cruzamento dentro da área, mas pegou mal na bola e mandou por cima do gol. E o quem não faz leva voltou a aprontar novamente, minutos após o atacante da Raposa perder o gol, Everton Felipe driblou você e mais 44 pessoas e passou para Rogério que bateu para fazer um lindo gol, segundo na partida.

Daí até o final da partida, o Cruzeiro seguiu atacando. O time de Paulo Bento criou inúmeras chances, mas esbarrou nas grandes defesas de Magrão, uma delas após Rafael Sóbis bater na grande área e o camisa 1 rubro-negro quase em cima da linha operou um milagre.


Além de Rafael Sóbis, Bruno Rodrigo assustou o Leão após o lançamento de Arrascaeta, o defensor cabeceou e a bola foi no travessão. E no último minuto Willian enfim conseguiu superar Magrão, ao anotar de cabeça o gol de honra, mas de nada adiantou. Sport venceu a segunda seguida no Brasileirão e respira um pouco na briga para seguir na elite do futebol nacional.

Confira os gols: Cruzeiro 1x2 Sport


O Leão agora é o 14° colocado com 18 pontos e na próxima rodada receberá na Ilha do Retiro a equipe do Atlético-PR, sábado às 18h30m. Já o Cruzeiro continua amargando a vice-lanterna do campeonato com 15 pontos e na próxima rodada vai até a Vila Belmiro enfrentar a equipe do Santos.


A luta continua, vamos seguir na elite
Você acredita em mim? 18/45

Flu só assiste ao Furacão passar

Atlético-PR x Fluminense  - 24/07/2016

O Fluminense vai dando sinais de que não adianta se empolgar. Jogar contra o Atlético-PR fora de casa seria a prova para sabermos se dá para confiar ou se o time será irregular o resto do campeonato e terminaremos nas posições medianas. Acabou que a segunda possibilidade vingou e é difícil imaginar que os reforços consigam nos tirar dessa irregularidade.

Se os novos contratados não irão resolver, pelo menos o torcedor do Fluminense não será mais obrigado a ver Samuel e vestindo a camisa tricolor. As chegadas de Marquinho, Danilinho, Wellington (ex-Wellington Silva), Aquino e Henrique Dourado são todas para substituir o fraquíssimo ataque que temos. É bem provável que, quando em forma, três ou quatro desses sejam titulares. Não dá mais para depender de Samuel, Cícero, Maranhão, Osvaldo ou qualquer outro meia nosso (exceto o Scarpa) para a construção de jogadas. O jogo na Arena da Baixada serviu para mostrar isso.

Atlético-PR x Fluminense  - 24/07/2016
Dou um prêmio a quem acertar para onde essa bola foi
Foto: Mailson Santana/Divulgação FFC
O primeiro tempo foi pavoroso. Tomamos muita pressão e não conseguíamos criar nenhuma jogada de perigo. O Furacão fazia o que queria no meio do campo, enquanto o Fluminense se resumia a laterais para dentro da área. Repertório absolutamente ridículo que só resultou em uma meia bicicleta do Marcos Junior. Nossa apatia culminou no gol deles no final da primeira etapaz, quando Maranhão ficou apenas olhando na entrada da área e não entrou para dar combate, Wellington Silva não chegou a tempo e Hernani chutou no canto de Cavalieri.

Atlético-PR x Fluminense  - 24/07/2016
Richarlison mais sumido que o futebol do Giovanni
Foto: mailson Santana/Divulgação FFC
Levir tirou Maranhão e colocou Dudu para o segundo tempo, realizando a famosa substituição seis por meia dúzia. Com 20 e poucos minutos, tirou Richarlison e Douglas para pôr Magno Alves e Edson. Nem é preciso dizer que essas alterações não adiantaram em nada e o Tricolor continuou sem criação e sem levar perigo, com direito a matada no peito do goleiro Weverton em bola cabeceada contra a meta dele.

Agora é evitar o vexame de ser eliminado na Copa do Brasil para o Ypiranga na quarta e ir com tudo para cima da Ponte Preta no domingo. Tomara que os reforços fiquem em condições logo. 

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

A crise de identidade do Santa Cruz

O que "tá" acontecendo pai? (Fonte: Humorama.com)
O que está acontecendo com o Santa Cruz? Nem mesmo os torcedores mais calejados, os comentaristas esportivos ou os próprios jogadores conseguem explicar. A equipe que já passou mais de 16 partidas invictas no ano, deu lugar a um time que tem a irregularidade como principal característica. O tricolor sofreu a quarta derrota para um adversário direto na luta contra o rebaixamento, sendo que destas, três foram como mandante (Sport, Ponte Preta e Coritiba respectivamente).

Ultimamente, assistir jogo do Terror do Nordeste é no mínimo incerto. Nunca se sabe qual Santa Cruz entrará em campo: O TIME que explora as jogadas rápidas apresenta compactação entre as linhas e que coloca o adversário na roda, com passes seguros e precisos, ou o que é afobado, pouco criativo e que mais parece BANDO em campo. Infelizmente, para a tristeza dos pouco mais de 10.000 tricolores que compareceram ao mundão do Arruda, foi o bando que entrou na cancha.

A bola rolou e o que foi visto em campo não agradaria nem o mais otimista torcedor. Sabe quando você vai bater um racha com a rapaziada e chama um monte de desconhecido só para completar o time? Ninguém sabe quais as virtudes do outro, se são destros ou canhotos, ou se preferem bola no pé ou esticada. A única certeza é que se jogar a bola para frente, alguém deve chegar. Então, essa é uma perfeita analogia para o futebol que foi apresentado ontem.

Para complicar ainda mais a situação, Milton Mendes só fez bobagem: Foi covarde ao iniciar o jogo com dois volantes, até porque o Coritiba se destaca muito mais pelo poder defensivo e era um confronto direto, caramba! Põe o time para frente! Depois, por ter feito substituições equivocadas e que prejudicaram ainda mais o baixo rendimento da equipe. Porque danado colocar Danilo Pires que só sabe marcar, no lugar de Arthur, mesmo com a desvantagem no placar? Achou que 0x1 estava bom? Não consigo entender.

Somando a apatia do time e aos erros de Milton, o Coritiba veio muito bem armado para a partida: estabeleceu seu ritmo de jogo, neutralizou nossos ataques e só não ampliou o placar graças ao paredão Tiago Cardoso, que ainda defendeu pênalti.

Em suma, foi uma das piores partidas do Santinha na competição. A irregularidade vem sendo o principal problema da equipe e se já ficava difícil estabelecer prognósticos para as próximas partidas, imaginem para todo o torneio? Resta-nos acompanhar jogo após jogo e torcer para que o TIME entre com mais frequência em campo.

Por: Matheus Dantas || Twitter: @Matheusdantas08

Passado e presente. Dia histórico, vitória gigante

“Mas quando o lado heroico do Atlético prevalece, ele sempre sai de campo glorificado” (Drummond, Roberto)

Fonte: Atlético/Portal Hoje em Dia
Quarta Feira, 24/07/2013, 39 minutos da etapa complementar, o Mineirão era um misto de aflição, medo, coragem, e esperança. A bola estava morta do lado esquerdo, nos pés de Júnior Cesar, que centrou a pepita para a área... ela viajou faceira, vadia, esperando um toque, Leonardo Silva se projetou, por centímetros não alcançou a terra prometida levando consigo mais alguns fios de esperança da Massa Alvinegra, alguns pediram penalty, outros se recusaram a continuar acompanhando. Mas Bernard, o pequeno Bernard acreditou (por todos nós), e no lado direito do ataque, ajeitou para dentro e mandando novamente, um raio de luz ou melhor a bola para área. O gigante Martin Silva ameaçou sair, mas ficou estático, preso pela força da gravidade, pelo peso de 65 mil vozes que lotaram o Mineirão, a bola novamente faz sua parábola, encontrou finalmente a cabeça do testa de ferro, do gigante Leonardo Silva (meio desequilibrado), e subiu, subiu, parecia que ela iria para fora, muita gente arrancou os cabelos, meu Deus estava alta demais, pensei atrás do outro gol, longe do lance. Mas a fé, todos sabemos move montanhas e ela moveu, reescreveu as leis da física, mudou trajetória da bola e a sorte do mais sofrido dos times.

Fonte: Globoesporte.com
Explosão, catarse, 10 milhões de epifanias, milagre. Atlético 2 x 0 Olímpia, a série estava empatada. Depois dali ainda viriam penaltys, o tiro de Gimenez explodiu na trave e a independência estava declarada.

Fonte: Sougalo.com.br/Daniel Teobaldo; Portal Impedimento
A história foi para uns ali escrita, para outros reescrita e o tão sofrido atleticano teve uma recompensa para a eternidade. O lado heroico do Atlético prevaleceu, o vento perdeu. A Libertadores era nossa. E hoje – 24/07 – fazem três anos dessa epopeia, desse épico escrito por muitas mãos, por cada jogador, dirigente, funcionário e principalmente por nós torcedores.

Os comandados de Marcelo Oliveira não poderiam render melhor homenagem senão vencendo um jogo dado como perdido por grande parte da crônica (tanto a mineira quanto a paulista) contra o líder do campeonato brasileiro, o estrelado Palmeiras que por ironia do destino era comandado pelo técnico Cuca. Logo hoje o reencontro com o antigo comandante. É seu Cuca, você caiu sem acreditar no que estava acontecendo agarrado a Nossa Senhora em vários momentos desse 24/07. Como foi bom te ver.

Fonte: Divulgação Atlético
O Galo foi a campo com Victor, Carlos Cesar, Leo Silva, Erazo, Fábio Santos (grande estreia), Rafael Carioca, Leandro Donizete (Yago), Lucas Cândido, Maicossuel (Luan), Robinho e Fred (Pratto). Marcelo surpreendia de certa forma a mandar um time um tanto quanto cauteloso, em uma formação com três volantes: Rafael Carioca posicionado como primeiro volante, logo a frente dos zagueiros, Leandro Donizete caindo pelo lado direito e Lucas Cândido pelo lado esquerdo montaram o triplete.

Com essa formação Marcelo Oliveira conseguiu corrigir um fato mencionado aqui pelo colunista na última rodada. Rafael Carioca atuando mais próximo dos zagueiros para executar a saída de bola é fundamental para o controle da partida, ponto para o técnico, identificou uma situação, recorreu à uma solução já executada, e consequentemente os resultados práticos foram visíveis.
E entendam, controle do jogo não tem nada a ver com posse de bola (Galo teve posse de 45%, trocando 235 passes – o jogo de menor número de passes trocados pelo alvinegro, contudo com percentual de acerto alto – 85%), controle tem a ver com construção e com esta simples correção de posicionamento o Atlético conseguiu esfriar o ímpeto inicial do Palmeiras que por ordem expressa de seu técnico, realiza uma pressão seja em ações defensivas no ataque ao adversário, seja em ações ofensivas com velocidade, trocas de posição, inversões de bola, ou seja, intensidade (cansamos de ver isso no Independência em 2012 e 2013, foi sob a gestão de Cuca que o místico “caiu no Horto tá morto” foi cunhado). Tanto que o Palmeiras apesar de chutar muitas bolas ao gol de Victor, nenhuma delas com real perigo, a exceção de uma bola melada já no final do primeiro tempo em que Victor abafou Eric que havia saído na sua cara.

Por outro lado no momento ofensivo o Atlético conseguia reter minimamente a bola, conseguia circular a pelota, mas ainda carece de maior aproximação entre seus jogadores. Robinho, Fred e Maicossuel se encontravam muito distantes dos demais setores da equipe. O passe no último terço foi problemático na medida que, a única chance do Atlético no primeiro tempo foi em uma bobeada da defesa do Palmeiras que entregou a bola nos pés de Robinho, que em um lance de futebol de salão pedalou, puxou para o lado, levantou a cabeça e disparou um chute forte no canto direito, obrigando o arqueiro palmeirense a realizar grande defesa. 

Fonte: Superesportes
Ademais, um fato deve ser mencionado, Robinho quando joga solto é um jogador importante. Dou meu braço a torcer, pois nessa mesma coluna fui crítico do camisa 7, cobrando do mesmo mais participação, o que querendo ou não vem acontecendo. Na segunda feira Robinho fez os gols da vitória contra o Coxa, e nesse domingo foi ele quem teve a clarividência em um passe de cinema de encontrar Leandro Donizete (quem diria General! Por ironia do destino coube à um remanescente de 2013 fazer o gol da vitória), que havia se esgueirado como um autêntico centroavante e para abrir o Placar aos 14 minutos do segundo tempo, com um leve toque na saída do goleiro. Palmeiras 0 x 1 Galo.


Fonte: Espm.com.br
Aos 24 minutos do segundo tempo ocorreu uma cena tão importante quanto o gol, Luan entrava em campo, depois de longo tempo parado substituindo Maicossuel. E com Luan, o espírito do time parece que se renova, os contra-ataques que não saiam passaram a sair, o lado direito da defesa de um Carlos Cesar já amarelado que sofrera muito na marcação de Roger Guedes, ganhou calma e o Palmeiras que já não conseguia criar nada passou a ter mais dificuldades. Com Luan em campo o Atlético ganhou estabilidade defensiva, sofreu pressão sim, mas as ações estavam controladas (Luan será fundamental para equilibrar o Atlético na escalada do Segundo Turno). Tanto que Cuca à medida que o tempo passava lançou ao jogo dois centroavantes abdicando totalmente da construção de jogadas, para apelar a cruzamentos (foram nada mais nada menos que 25 cruzamentos na área de Victor, boa parte deles sem perigo).

Aos 28 minutos Lucas Pratto entrou no lugar de Fred, que time no Brasil pode fazer uma substituição desse quilate? Acho que nenhum. Pratto também deu sangue novo ao ataque, descansado, brigando contra os zagueiros era a válvula de escape para os chutões de Victor, em um momento do jogo que a saída de bola qualificada era uma temeridade, ali, meus amigos 30 min do segundo tempo é bola para o mato, ainda mais com a marcação pressão empregada por um desesperado Palmeiras.

Os minutos passaram, a pressão se intensificou. Pratto, Luan e Robinho se viravam como podiam na frente, a linha de defesa e os três volantes seguraram as pontas atrás, e o Atlético com bravura, valentia e também com muita inteligência segurou uma vitória importantíssima, gigante. Vitória não de três, mas de 1.000 pontos em um dia de nostalgia, um dia que nosso lado heroico novamente prevaleceu, honrando a data mais importante de nossos 108 anos de história. Passado e presente se tornaram um só.

Como reza um dos cantos mais legais de nossa torcida, parodiando a banda Rappa: "Valeu a pena Galo, valeu a pena Galo...vamos ser campeões, vamos ser campeões".

Por: @Mhfernandes89
#SAUDAÇÕESALVINEGRAS

#AQUIÉGALO!

Náutico joga bem e volta a vencer na Série B

O Náutico recebeu na sexta (22/07) o Avaí na Arena de Pernambuco por mais uma rodada do Brasileiro. Sem muitas dificuldades e com novidade na escalação, o Timbu venceu por 3x1 e enfim voltou a conquistar os três pontos. A partida praticamente toda foi de mando do Náutico, principalmente com um jogador a mais. Os gols foram todos dos jovens Rony, Eduardo e Jefferson Nem.

Náutico venceu o Avaí por 3x1 e sobe na tabela. Foto: Náutico/Twitter
No primeiro tempo, o time visitante não deu nenhum grande susto no gol de Júlio César, que praticamente assistiu de camarote o Náutico se impor e jogar bem os 45 minutos iniciais. Com o time ideal no momento, o Timbu abriu o placar muito no início da partida antes mesmo de completar 1 minuto. Jefferson Nem deu um passe esquisito para dentro da área, a defesa ainda estava dormindo e GOL, Rony apareceu só para empurrar para o fundo da rede e tirar a pressão alvirrubra.

A partir do gol, o glorioso Timbu começou a fazer seu jogo e esperava o time de Santa Catarina subir, isso fez com que a equipe visitante errasse muito e deixasse muitos espaços. Rony, rápido e habilidoso, deitou e rolou pelo lado esquerdo do campo, com duas jogadas de velocidade e boa condução de bola, o atacante fez com que o zagueiro Renato Silveira o parasse de forma dura e ser expulso com dois amarelos. O Náutico tomou proveito e, no fim do primeiro tempo, Hugo cobrou perfeitamente o escanteio no primeiro pau e GOL, Eduardo antecipou e de cabeça ampliou o placar.

No primeiro minuto, Rony abriu o placar. Foto: Marlon Costa
O segundo tempo estava tudo tranquilo para o Náutico já que, com dois gols na frente e um jogador a mais, o Timbu estava sem pressa e só controlou a partida. Na calma e com bons passes, Joazi recebeu e cruzou, o goleiro adversário não achou a bola e GOL, Jefferson Nem só se jogou e empurrou para o fundo da rede. O jogo estava tranquilo e favorável, nada acontecia e parecia se encaminhar para mais uma goleada na Arena, mas o Náutico parou de jogar e o desespero apareceu no Avaí.

Romulo na metade da etapa final chutou de fora da área e acertou uma bela bola no travessão, alegria para a torcida alvirrubra. O Náutico viu que o jogo era importante e não podia dar mole, tentou evitar a reação do adversário, mas por sorte o gol foi logo no final do jogo. Após cobrança de escanteio, o atacante Lucas Coelho antecipou o zagueiro e fez gol.

Eduardo fez seu primeiro gol com a camisa alvirrubra. Foto: Aldo Carneiro)
Lados positivos e negativos foram vistos no jogo, o importante foi que o time, na maior parte do tempo, dominou a partida e saiu com os três pontos que são importantíssimos para essa etapa do campeonato. O destaque na partida foi o volante Maylson, o jogador não participou de nenhum gol, mas com belos lances no meio e com boa transição da zaga para o ataque, é peça chave no elenco alvirrubro. O próximo jogo será na sexta (29/07) na Arena de Pernambuco novamente, mais um confronto importante e o Timbu irá pra cima com tudo.

Escalação:
Náutico: Júlio César; Joazi (Walber), Rafael Pereira, Eduardo e Gastón Filgueira; João Ananias (Ygor), Maylson, Renan Oliveira e Hugo (Tiago Adan); Roni e Jefferson Nem. Técnico: Alexandre Gallo.

Avaí: Renan; Renato, Fábio Sanches, Renato Silveira e Capa; Luan, Jajá (Toshi), João Felipe e Diego Jardel (Lucas Coelho); William (Romarinho) e Romulo. Técnico: Silas.

Árbitro: Raphael Claus.
Assistentes: Eduardo Gonçalves da Cruz e Leandro dos Santos Ruberdo.

Público: 2.147 pagantes

Sempre fui e sempre serei alvirrubro, Náutico até a morte é o meu orgulho

Marcus Lamenha // @Lamenha Marcus

Corinthians fica só no empate e liga sinal de alerta

A tarde de sábado (23) começou com muita expectativa da Fiel e terminou frustrante em Itaquera. Corinthians e Figueirense ficaram no 1 a 1 e o Timão empatou a segunda partida seguida em casa, perdendo quatro pontos que podem fazer falta no final do campeonato.

Pouco mais de 38 mil pessoas estiveram na Arena Corinthians. Foto: Lucas Felipe
Cristóvão mais uma vez modificou o ataque do time, André voltou a ser titular após fracas atuações de Luciano e Danilo na função. Uma mudança forçada foi a entrada do jovem Léo Príncipe na vaga de Fagner, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

Vivendo a expectativa da briga pelo título, o Corinthians começou até bem o jogo, os primeiros 45 minutos foram de um bom ritmo imposto pelos donos da casa. Mas mesmo comandando as principais ações ofensivas, o time esbarrou mais uma vez na finalização das jogadas e não conseguiu abrir o placar.

Na volta para a etapa complementar, o Figueirense percebeu que podia se lançar mais ao ataque e se soltou mais no jogo. Aos 14 minutos, Dodô acertou um bom chute da entrada da área e venceu Cássio, abrindo o placar para os visitantes. O técnico Corintiano agiu rápido e promoveu a entrada de Elias no lugar de Rodriguinho. Cinco minutos depois, o veterano Danilo substituiu Giovanni Augusto. Mesmo com as modificações, o Timão seguia com dificuldade na criação de jogadas e não conseguia oferecer perigo ao Figueira.

A insistência finalmente deu resultado e, muito mais na raça do que na técnica, o Corinthians chegou ao empate com Danilo. Em cobrança de escanteio, o camisa 20 subiu mais alto que a defesa adversária e igualou o marcador em Itaquera. Com o apoio incondicional da Fiel, o Timão se lançou com tudo ao ataque, mas a reação ficou mesmo só no empate.

O Corinthians chegou aos 30 pontos, ainda na vice-liderança do Brasileirão, e está a dois pontos atrás do líder Palmeiras. Na próxima rodada, o Timão vai até Porto Alegre enfrentar o Internacional, às 16h.

Lucas Felipe (@lsouza73)

Jogaram água no nosso chopp

E nossa volta pra casa não foi das melhores. Toda vez que o foco foi o Vila, algo deu errado. Na inauguração do OBA, o Ceará foi eficiente e acabou com a festa. Perdemos, mas pudemos ver que o time foi mais uma vez atrás de jogo, correram até o último minuto. Se não fossem as falhas do senhor Edson e os erros do ataque, com certeza o resultado final seria outro. No mínimo o time mereceu o empate, pena que nem tudo é como deveria. Jogaram água no nosso chopp.

Foi um jogo lá e cá, bem disputado. Torcedor nenhum vai admitir, mas nunca gostei de uma derrota como a última. Não pelo resultado, mas pela luta do time o tempo todo. Claro que erraram em certos momentos, porém foi importante a garra de todos, foram em busca do empate mesmo que o certo fosse a vitória. Ficou só no "seria". Erraram ao mudar o esquema em um jogo de estrema dificuldade como foi. Moisés prometeu, foi lá e fez, mais uma vez a dupla Moisés e Frontini marcou. Merecem uma chance de jogarem juntos novamente.



Jogo que se disputa com o mando de campo não se joga com três zagueiros e dois atacantes. Uma hora ou outra a zaga ia bater cabeça, foi isso que aconteceu. O zagueiro quis subir para o ataque e deu no que deu. No mais, a equipe do Ceará entrou atenta em campo e soube aproveitar os erros do Tigre. O Vila, que deveria fazer o papel de dono da casa, não o fez, dormiu e saiu derrotado. Resultado esperado, time que está no G4 é complicado vencer.

Guilherme mais uma vez acertou nas substituições. Ao colocar Frontini e Joãozinho, ele mandou o time para cima, Frontini com sede de gol entrou e fez a diferença; Joãozinho novamente entrou bem e logo deve tomar uma vaga no time titular ou pode ser um trunfo a mais no banco do Tigrão. É bom ver que na reserva tem peças que podem entrar e mudar o jogo. Há anos o Vila não tinha essa opção.


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Não vou negar, essa atual posição do Vila preocupa. Precisamos acordar e parar de pensar em acesso. Um clube que vem da lama, que tenta entrar nos trilhos em 2016 e com um histórico desastroso na Série B não se pode pensar em acesso. Devem pensar em se recompor, manter tudo em dia. Primeiramente pensar em mudar fora de campo, depois dentro. Precisam jogar juntos, a torcida necessita de alegrias, primeiro comecem a respeitá-la. Apoiamos em todas as ocasiões e temos nada em troca. Voltamos para casa, apoiamos até quando o time estava perdendo e ainda aplaudimos no final do jogo, coisa que eu jamais tinha visto aqui ou em qualquer jogo.

No mais, deixo aqui minha satisfação pelo jogo, lutaram e foram pra cima. É um time aguerrido, assim que queremos. Lutando e indo pra cima. Valeu, Vila!

Na sorte? Paysandu salva invencibilidade no apagar das luzes

Neste sábado (23), o Paysandu entrou em campo para disputar a 17ª rodada da Série B, na Curuzu, e tinha como adversário o CRB, time que se encontrava no G4 do Campeonato e estava a seis jogos sem saber o que era empatar ou perder.

No primeiro tempo, a partida estava consideravelmente equilibrada. A primeira oportunidade foi para o Galo, após falha de Lombardi, Magrão dividiu com Emerson, mas na sobra Zé Carlos mandou para fora tentando fazer de cobertura. A resposta do Paysandu saiu oito minutos depois, quando Cearense fez o pivô, deu o passe para Rafael Costa e o meia chutou no gol e viu a defesa de Júlio Cesar.

O jogo parecia estar indo por um caminho bom para a equipe da casa até que, aos 28 minutos, Gilvan afastou mal a bola e Olívio, livre de marcação dominou e chutou forte para o gol, acabando com os mais de mil minutos sem levar gol do goleiro Emerson. Quatro minutos depois, Emerson chutou a bola nas costas do atacante Zé Carlos e a bola entrou, apesar de muita reclamação do CRB, o juiz deu falta do atacante regatiano.

(Foto: Ascom/Paysandu)
No finalzinho do primeiro tempo, o Paysandu ainda tentou o empate, porém, na cobrança de falta de Rafael Costa, Gilvan cabeceou e Júlio Cesar conseguiu fazer grande defesa, evitando o empate.

A segunda etapa parecia começar bem para o Papão. Aos 2 minutos, Cearense achou Tiago Luís na direita, mas o mesmo chutou fraco para o gol e o goleiro alvirrubro facilmente defendeu. Logo depois, Edson Ratinho levantou falta, Lombardi mandou de cabeça para o meio e o zagueiro-volante Domingues acertou o travessão em uma das melhores oportunidades do clube até o momento.

Apesar do bom começo, quem marcou o segundo gol da partida foi o CRB. Na costa de João Lucas, Marcos Martins tocou para Roger Gaúcho cruzar de primeira para Neto Baiano, que antecipou a zaga e mandou a bola para o fundo da rede. O gol deixou a torcida do Paysandu enfurecida, que vaiou bastante a atuação da equipe. Entretanto, o duelo ainda reservava momentos mais felizes para o torcedor alviazul. Aos 35’, Matheus Galdezani cometeu pênalti em cima de Celsinho e Leandro Cearense converteu em gol.

A insistência nos minutos finais garantiu uma recompensa aos 47 minutos. Após cruzamento de João Lucas, Fabinho Alves desviou a bola para Domingues, o zagueiro improvisado como volante dominou como um atacante e soltou uma bomba no ângulo, fazendo a Curuzu explodir.

Com o empate, o Paysandu chegou ao sexto empate seguido nesta Série B, sem saber o que é vencer desde a 11ª rodada – quando venceu o Joinville por 1x0.

Palavra da colunista: Este não foi um jogo em que o time realmente mereceu conquistar o empate por jogar com raça. Esta foi a partida em que um time se apequenou, levou 2x0 dentro de sua casa e, na sorte, conseguiu empatar.

Dal Pozzo: completamente infeliz nas substituições. Errou, inclusive, o momento de mudar.

Defesa: A dupla de zaga teve momentos de grande infelicidade. Lombardi falhou em jogadas fáceis em que poderia facilmente tirar a bola do adversário. Já Gilvan tentou tirar uma bola e entregou um gol, além de ter sido expulso. Emerson foi, antes de tudo, infantil. Quis forçar um cartão para Zé Carlos e por pouco não “acabou” com o jogo – visto que o juiz poderia ter validado o gol. João Lucas deu o cruzamento que originou o gol, sim, mas isso não apaga a partida que fez, nem o gol nas costas dele. Fraco defensiva e ofensivamente. Já Ratinho praticamente só cometeu erros, não se apresentava nas jogadas e foi uma verdadeira avenida.

Meio: Houve excesso de reclamações da torcida falando deste setor. Rafael Costa teve uma atuação fraquíssima, se escondia em alguns momentos, quando teve oportunidade e podia sair jogando preferia tocar para trás, evitando se expor. Foi inseguro, além de tudo. Tiago Luís, apesar de muito criticado, não se saiu tão mal, mas muitas vezes fazia as jogadas e não tinha ninguém se apresentando, o que prejudicou seu desempenho. Capanema errou alguns passes, prejudicou em alguns lances, porém, no geral, até que se saiu bem. Domingues deu bons lançamentos, roubou bola, fez o gol, entretanto pecou em alguns momentos por excesso de confiança. Já Jhonnatan entrou para fazer absolutamente nada. Celsinho não foi de um todo ruim, porém ainda falta muito para voltar a ser o jogador que conhecíamos.

Ataque: Depois de 63 dias sem o ataque marcar gols, Cearense fez de pênalti. Porém, apesar disso, não ficou exímio de reclamações. Jogou muito mal, tentou cavar falta o jogo inteiro, se escondia atrás dos zagueiros, não acreditava nas jogadas. Ruan, o homem-preguiça, deixava de buscar os lances, não se apresentava em outros. Fabinho Alves parece estar voltando a forma, mas ainda está “apanhando” muito da bola.

Próximo jogo: A próxima partida é válida pela Copa do Brasil. Nesta quarta-feira (27), Paysandu e Juventude disputam a vaga na próxima fase da competição, na Curuzu, às 19h30. 
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