A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Luverdense perde para o Bahia e chega ao quinto jogo sem vencer

A crise se instalou no Luverdense. Com nova derrota para o Bahia, o Verdão do Norte somou seu quinto jogo seguido sem vencer pela Série B. O resultado coloca o time mais perto dos últimos quatro do que na disputa pelo sonhado acesso, realidade que parece mais próxima da equipe.

A primeira chance do jogo até foi do Luver. Em bola cruzada pela direita, quase veio o primeiro gol. A resposta do Bahia foi imediata e obrigou grande defesa do goleiro Diogo Silva. Aos poucos o Bahia foi dominando e criando diversas chances de gol, inclusive com uma bola na trave de Renato Cajá.

Foto: Globo Esporte.
Com pouca efetividade ofensiva e com uma marcação ruim, o Luverdense sofreu para conter os ataques tricolores. O gol já nos acréscimos, porém, acabou sendo castigo para quem aguentou por tanto tempo. Com um belo chute cruzado de direita, Luiz Antônio fez o único gol do jogo.

A segunda etapa teve uma melhora do Verdão do Norte, mas longe de obrigar a grandes defesas do goleiro Muriel. Sem conseguir mudar muito o jogo, a tentativa do empate foi muito mais na base da vontade do que da técnica e o Luverdense pouco fez para evitar mais uma derrota.

Gustavo Bastos comemora vitória no Clássico Rei e acredita na classificação

Após vitória na noite de sábado (23) diante do rival América-RN, o ABC subiu para a terceira posição na tabela de classificação do Grupo A do Campeonato Brasileiro da Série C, somando 17 pontos, um a menos que Fortaleza e Botafogo-PB, líder e vice-líder do grupo. O triunfo na estreia do returno motiva ainda mais na briga por uma vaga na próxima fase da competição.

"Temos mais oito partidas pela frente nessa primeira fase, mas nosso grupo tem mostrado a cada jogo que tem muita raça e qualidade para se classificar para as quartas de final. A vitória contra nosso maior rival nos embala ainda mais para irmos em busca do acesso", garante o zagueiro Gustavo Bastos.

Com a vitória por 1 a 0 contra o América-RN, o ABC mantém a invencibilidade em casa na Série C do Campeonato Brasileiro. A última derrota diante do seu torcedor foi em setembro de 2003. Desde então, a equipe alvinegra soma 28 vitórias e 7 empates em 35 jogos disputados nesta competição. 

"Como mandantes nós temos uma força muito grande. E esses dados comprovam a nossa eficiência jogando diante do torcedor. Precisamos continuar nessa pegada, vencendo os jogos em casa e pontuando também fora, que só assim vamos conquistar o nosso grande objetivo", analisa Bastos.

O próximo compromisso do ABC está marcado para segunda-feira (01), às 19h15, contra o Salgueiro (PE), no Estádio Cornélio de Barros.

Foto: Frankie Marcone / ABC FC

Com um a menos e pilhado, Braga perde para o líder

A 17ª Rodada do Brasileirão da Série B não ajudou o Bragantino, mas também não o prejudicou na tabela. O Braga visitou o Estádio São Januário, no Rio de Janeiro, para enfrentar o líder Vasco da Gama na tentativa de deixar a zona de rebaixamento. O resultado acabou sendo ruim para o Massa Bruta (derrota por 2 a 1), porém, a combinação de resultados favoreceu a equipe paulista, que segue com a mesma diferença de pontos para o Goiás (última fora do Z4).

São Januário, o palco da série B // Foto: Globo Esporte
PRIMEIRO TEMPO - O Bragantino começou recuado, levando pressão do Vasco logo nos primeiros instantes, mas Felipe, como sempre, foi seguro e defendeu as finalizações de Evander de fora da área e a bomba cruzada de Yago Pikachu. Jogando em casa, o Vasco se sentiu confortável em campo. Entretanto, aos 17 minutos, depois de cobrança de falta pela esquerda, Rafael Grampola apareceu dentro da área e cabeceou firme para abrir o placar para o Bragantino. Em três jogos pelo Brasileirão, Rafael fez três gols e é o artilheiro do Braga no campeonato.

Após sair na frente, o Bragantino recuou e permitiu que o Vasco chegasse com perigo, como aos 23 minutos, quando Júlio César cruzou pela esquerda e Pikachu, de peixinho, exigiu grande defesa de Felipe para evitar o empate. Aos 37', o volante Gabriel Dias foi expulso após dividida forte com Júlio César. Com um a menos, só restava ao time paulista tentar controlar o jogo, como fez contra o Joinville rodada passada. Braga com 10 e Vasco com 12. Nos instantes finais, a equipe visitante levou muita pressão e só saiu com a vantagem graças à falta de mira dos jogadores do Vasco.

VAI MEXER, VEIGA? - Com a expulsão de Gabriel, Marcelo Veiga foi forçado a colocar um zagueiro e sacar alguém. Na alteração, saiu Marcos Paullo, dono da 10, e entrou o zagueiro César Gaúcho. O Vasco também mexeu, saiu Jomar e entrou Rafael Marques na defesa, e saiu o meia Evander para entrar o atacante Éderson, que viria definir a partida.

SEGUNDO TEMPO - Nos primeiros instantes, muitos cartões amarelos e lançamentos da equipe vascaína, sem reais chances de gol até que, aos 13 minutos, o Vasco conseguiu empatar após chutaço de Éderson, que recebeu passe dentro da área e finalizou forte sem chances para Felipe. O segundo gol era questão de tempo. Felipe defendeu chute de Pikachu, de Andrezinho, de Jorge Henrique, mas não conseguiu defender a cabeçada de Rodrigo, que decretou a virada vascaína.

CONCLUSÃO - Com um a menos desde o primeiro tempo e pilhado, o Bragantino não teve fôlego para buscar o empate e saiu derrotado de São Januário. Como o Goiás perdeu para o Joinville, o Braga não se distanciou do esmeraldino (adversário direto na briga). O Goiás está na 16ª colocação com 18 pontos e apenas um separando os dois.

Não desistiremos! // Foto: Guerreiros do Leão
PRÓXIMO DUELO - O Bragantino volta a campo contra o Botafogo pelo jogo da volta da Copa do Brasil nessa quarta-feira (27), no Rio de Janeiro. A partida em casa terminou no placar de 2 a 2, o que deixa a decisão em aberto. 

Confira os melhores momentos da partida em alta definição!

Mateus Segur || @SegurMateus
Linha de Fundo || @SiteLF

Tupi e sua "mania" de surpreender sempre

Em partida válida pela 17ª rodada da Série B, o Tupi recebeu o Atlético-GO neste sábado (23), em Juiz de Fora.


Tupi e Atlético-GO se enfrentaram na tarde de sábado (Foto: Leonardo Costa/Tupi FC)
Apesar de ser o mandante, o Tupi não era favorito no confronto por enfrentar um time que faz uma campanha distinta, ocupando a 4ª colocação. Porém, assim como na partida contra o Ceará, o Galo Carijó conseguiu fazer valer o mando de campo e sair com a vitória contra um time do G4. E essa "mania" de surpreender, às vezes positivamente e outras negativamente, não é algo novo ou apenas nesta Série B, a sua história mostra isso. 

Com o resultado positivo, o time mineiro chegou à quarta vitória na competição e aos 15 pontos, mas ainda não foi o bastante para deixar a 19ª colocação. Na próxima rodada, o Tupi terá mais uma partida difícil e buscará a primeira vitória longe de Juiz de Fora diante do Náutico.

O JOGO

Para a partida, Estevam Soares tinha problemas para escalar o Tupi, que perdeu nada menos do que cinco jogadores (Renato Silva, Gabriel Sacilotto, Rafael Jataí, Thiago Silvy e Michel Henrique) em menos de uma semana. Por outro lado, quatro reforços (Luiz Paulo, Paulinho, Dudu e Emaxwell) chegaram nesse período, entretanto, apenas o lateral-esquerdo começou o cofronto como titular. 

No mais, as principais novidades foram Filipe Alves e Giancarlo, ambos haviam perdido espaço depois da chegada do novo treinador e voltaram a estar no onze inicialCom isso, a equipe titular foi armada no tradicional 4-3-2-1, que teve Rafael Santos; Douglas, Rodolfo Mol, Gabriel Santos e Luiz Paulo; Renan Teixeira, Filipe Alves e Marcos Serrato; Octávio e Jonathan; Giancarlo. 

A partida começou em ritmo lento, com as duas equipes se estudando e poucas chances de gols para ambos os lados, exceto em bolas paradas. Em uma delas, o time da casa teve a primeira oportunidade mais clara do jogo depois que Jonathan cobrou falta e Giancarlo, livre, mandou para fora.

No entanto, a melhor chance do primeiro tempo surgiu em um contra-ataque do time visitante aos 31 minutos. Após jogada construída por Marquinho, Gilsinho recebeu livre na marca do pênalti, mas furou. No lance, Douglas sentiu uma lesão muscular e deu lugar à Vinícius Kiss, que foi improvisado na lateral-direita. 

No último lance da etapa inicial, o Tupi ainda teve mais uma chance de sair na frente, quando Renan Teixeira lançou Jonathan, o meia tentou duas vezes, mas em uma delas Márcio salvou e no rebote mandou para fora, determinando o placar zerado antes do intervalo.

Na etapa complementar, o Galo Carijó passou a utilizar mais o flanco direito, confundindo a defesa adversária. E a primeira chance surgiu por aquele lado, depois da jogada de Vinícius Kiss e cruzamento, Marlon afastou mal e, na sobra, a bola caiu nos pés Jonathan, que mandou por cima e desperdiçou mais uma oportunidade.


Jonathan se redimiu dos gols perdidos e abriu o placar (Foto: Marina Proton/globoesporte.com)
Porém, não demorou muito para que o camisa 11 se redimisse, mais precisamente 2 minutos depois. Após o tiro de meta cobrado por Rafael Santos, a bola foi desviada no meio campo e Jonathan dominou com toda liberdade para avançar. E foi o que ele fez, o meia conduziu a bola e, sem ser incomodado pela defesa adversária, bateu no cantinho de Márcio para abrir o placar.

Após abrir vantagem, o Tupi recuou e, consequentemente, o Atlético-GO esteve mais presente no campo de ataque, mas pouco levou perigo ao gol de Rafael Santos exceto aos 26 minutos, quando Pedro Bambu quase marcou sem querer em um cruzamento despretensioso. Aos 31', também de fora da área, Júnior Viçosa bateu e o camisa 12 espalmou.  Em seguida, Estevam Soares fortaleceu a marcação ao promover a estreia de Marcel e a entrada de Recife nos lugares de Marcos Serrato – que não estava em um dia inspirado  e Filipe Alves  amarelado. 

Já no fim da partida, o Dragão abusou de uma jogada manjada, alçando bolas na área. Porém, foi o Galo Carijó que esteve mais perto de ampliar, aos 35 minutos. Após cruzamento de Jonathan, Vinícius Kiss ficou com a bola e rolou para Giancarlo, que bateu de primeira para a boa defesa de Márcio. O apito final confirmou a vitória merecida e muito importante do time mineiro.

Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr

Ceará faz a festa em inauguração alheia

O Vozão enfrentou o Vila Nova pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B e fez uma bela partida como visitante, fazendo o "OBA OBA" na casa do rival. Além disso, o Alvinegro de Porangabuçu aumentou diferença na pontuação para o 5º colocado da segundona, essencial para se manter no G4, firme e forte para conquistar o tão sonhado acesso.


(Foto: Douglas Monteiro/Assessoria Vila Nova) 
A equipe alvinegra jogou como o torcedor espera que se jogue fora de casa, já que agora tem todas as atenções voltadas para a Série B. O time se manteve ofensivo e buscando gols em todos os momentos da partida. A equipe do Vila Nova peca muito em seu sistema defensivo e deixa bastante espaço quando sobe para o campo de ataque, tanto é que dois dos três gols da equipe Goiana foram de pênalti. O Vozão, percebendo o espaço deixados para atacar, fez quatro em mais uma partida de se encher os olhos do alvinegro na segunda divisão, o que faz com que o Ceará atue e vença de uma forma que convença seu torcedor.

O primeiro tempo de partida foi bastante disputado e melhor aproveitado pelo Vovô. Os gols  do Ceará foram de Felipe, Diego Felipe e Bill, e Moisés diminuiu de pênalti para o Vila, placar que elevava as atenções para o segundo tempo. O 3x1 para a equipe alvinegra já na primeira etapa também teve méritos do goleiro Éverson, que salvou o time em ocasiões claras de gol do adversário. Mesmo assim, era de se esperar uma goleada, mas se o confronto não fosse disputado até o último minuto não seria jogo do Ceará. 

O segundo tempo começava e logo aos 10 minutos o Vila Nova marcava seu segundo gol, incendiando a partida e tornando a mesma bastante disputada. Chances foram criadas pelas duas equipes e o alvinegro soube trabalhar o resultado, já que estava em vantagem. Até que, aos 44 minutos, o meia Wescley fez o quarto do Ceará e parecia ter fechado o caixão do Vila. De forma alguma, já que um segundo pênalti foi marcado para o rival e que foi convertido a gol. O placar era 4x3 e mais sete minutos para serem jogados em um acréscimo surreal, mas foi isso. O alvinegro venceu, abriu sete pontos para o quinto colocado e dois para o líder Vasco.

Na próxima rodada o Ceará vai enfrentar a equipe do Paraná no sábado (30), na Vila Capanema, às 19h. Partida complicada, mas que promete ser muito disputada e o alvinegro tem uma semana de descanso para trabalhar e buscar o melhor método para, quem sabe, somar mais três pontos fora de casa.

Thomaz Gomes  | @thomazgomes_
Linha de Fundo | @SiteLF

Time da virada


O estreante da noite (Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br)

No último sábado (23), o time da virada fez jus à alcunha que carrega consigo. O placar foi 2 a 1, jogando em São Januário, contra o Bragantino. A estreia de Éderson ficou marcada pelo gol que levou o time da casa ao empate. O zagueiro Rodrigo marcou o segundo, coroando a vitória. 

Diante de um bom público, o Vasco conseguiu, de maneira peculiar, levar os três pontos e se manter na liderança. A partida foi válida pela 17º rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

O Bragantino, que veio embalado de duas vitórias, abriu o placar, mas não conseguiu manter o ritmo e acabou sofrendo a virada do Vasco. O alvinegro soma 17 pontos e permanece em 17º lugar, ainda na zona de rebaixamento. Com 35 pontos, o Gigante da Colina prossegue rumo ao acesso e está no topo da tabela desde a primeira rodada do campeonato.

Tivemos um papo no intervalo, falamos que o Bragantino estaria se fechando. Nós tínhamos que ter muita paciência. É uma natural de querer virar o jogo, alguma afobação. Falei para eles que gostaria que mantivéssemos a bola no campo do adversário. A equipe soube construir muito bem essa virada e esse placar”, disse Jorginho.

O treinador do Vasco ainda falou sobre a dúvida das próximas partidas, já que o Grupamento Especial de Polícia em Estádios (GEPE) trabalhará nos Jogos Olímpicos, durante todo o mês de agosto, portanto, é possível que as partidas dos times cariocas sejam adiadas. Outra solução plausível é que sejam transferidas para outras cidades.

A primeira ideia, o presidente até conversou comigo, seria adiar essas partidas. Esbarramos em um grande problema que é não ter datas. Talvez nos prejudicaria lá na frente. Então, não sei o que vai acontecer. Se não houver nenhuma outra opção, com certeza vai se optar por jogar fora do Rio. Mas o ideal é sempre jogar no Rio, na nossa casa”, afirmou Jorginho.

O próximo adversário do Cruzmaltino é o Criciúma, que ocupa a 5º posição da tabela e mira o G4. O jogo será em São Januário, no próximo sábado (30), às 21h. 

Ou cai o Cruzeiro ou cai o técnico

Fala Nação Azul, infelizmente presenciamos novamente um domingo complicado e o sinal vermelho foi ligado. Tudo bem que desde que se iniciou a temporada estamos em alerta com esse time, mas ainda tínhamos esperanças de uma recuperação celeste.

O Cruzeiro é o pior mandante do campeonato, de 24 pontos disputados em casa, conquistou apenas 6 e esses pontos são distribuídos da seguinte maneira: uma vitória contra o líder Palmeiras, três empates e quatro derrotas. Não precisa ser um gênio para entender que é o pior histórico da Raposa no Brasileirão.

Ou cai o Cruzeiro ou cai o técnico. Paulo Bento teve o apoio cruzeirense, porém ele estava cometendo erros de principiante e talvez precisasse de tempo para se acostumar com o futebol brasileiro, mas o tempo é o nosso pior inimigo nesse exato momento.

@Cruzeiro
Mas não podemos esquecer que pode haver a possibilidade dos jogadores estarem forçando a saída do Paulo Bento como fizeram com Luxemburgo. Todos sabemos que jogador gosta de mordomia e isso é algo que eles não estão possuindo. Apenas isso faz sentido, já que a equipe treina todos os dias, incluindo dia de jogo, e dentro de campo não faz o mínimo.

Paulo Bento pode ter sua parcela de culpa, mas como um time tem a capacidade de criar 30 finalizações e só marcar um gol no ultimo minuto do segundo tempo? Então pensa, Cruzeiro, é mais caro uma Série B do que uma multa. A única exigência é alguém que tire o Maior de Minas dessa situação. O próximo jogo é contra o Santos e se vocês não tem o hábito de rezar, que comecem agora, ainda dá tempo.

Sobre jogo:

Com um esquema tático ofensivo, a Raposa possuía mais técnica, porém a ansiedade dominava o quarteto lá na frente, que marcava pouco e, quando via que estava superior no jogo, tirava o pé. O Cruzeiro dominou, tinha a posse de bola, criava jogadas, mas errava na hora da finalização e, no final das contas, o que realmente importa é balançar as redes. As principais chances cruzeirenses de abrir o placar foram com Arrascaeta, que desperdiçou inúmeras vezes, Willian, Rafael Sóbis e Ábila. Como sempre, os gols fizeram falta.

Uma certeza podemos ter nessa vida, a morte e que quem não fizer gol sempre levará, certo Cruzeiro? Aos 37 minutos, a primeira vez que o Sport chegou a assustar foi gol, Rogério foi o responsável por marcar o tento.

@Cruzeiro
Um dos principais problemas do Cruzeiro em 2016 é o psicológico. Depois do gol do time visitante, a equipe se perdeu em campo e, mesmo que ainda nos minutos finais da primeira etapa o Cruzeiro tivesse tentado achar um gol de empate com Sóbis e Ábila, as tentativas foram falhas assim como todas as outras.

A esperança era que a reação do Cruzeiro viesse do segundo tempo, mas ao contrário disso, o que veio foi mais um gol do Sport feito por Rogério aos 5 minutos. Apesar da pressão celeste e a busca incansável para reverter a desvantagem, a Raposa só conseguiu achar um gol que não serviu para nada, mas obrigada pela tentativa, Willian.

Paula Fernandes - @Paulinha_CEC

Londrina x Sampaio Corrêa: empate entre tubarões

A 17ª rodada do Brasileirão Série B marcou o encontro de dois tubarões, Londrina e Sampaio Corrêa. O jogo aconteceu no Estádio do Café, em Londrina-PR. O time da casa buscava aproximar-se do G4, enquanto a equipe maranhense tentava colar no Tupi, vice lanterna da competição. Porém, o resultado acabou sendo ruim para as duas equipes, empate em 1x1.



Para esse jogo, o técnico Wagner Lopes não pôde contar com seus dois laterais esquerdos, Rafael Estevam e Renan Luís, ambos lesionados, e com o volante Léo Gago, que poderia ser improvisado na posição. O treinador foi forçado a colocar Héverton, zagueiro estreante, na vaga.

O Londrina já começou o jogo assustando o goleiro Rodrigo Ramos. Aos 2 minutos, Zé Rafael arriscou de longe e obrigou o arqueiro tricolor a fazer uma excelente defesa. O Sampaio jogava mais acanhado, esperando o adversário em seu campo de defesa, porém, aos 13 minutos, o time maranhense conseguiu levar perigo. Rayllan cobrou escanteio e Luiz Otávio cabeceou com liberdade, mas a bola passou perto da trave. Alguns minutos depois, o Sampaio conseguiu encontrar uma boa oportunidade quando Pimentinha recebeu passe entre a defesa adversária e avançou, entretanto, ele adiantou muito a bola e o goleiro Marcelo Rangel chegou a tempo para fazer o corte de carrinho.

Aos 20 minutos, em um lance duvidoso, o árbitro marcou pênalti de Wágner Fogolari em Keirrison. Na oportunidade, o zagueiro tricolor recebeu cartão amarelo. Germano converteu a penalidade em gol, abrindo o placar para os donos da casa. Pouco tempo depois, o Sampaio tentou reagir, mas sem eficiência. Renan Ribeiro encontrou espaço e finalizou da entrada da área, porém, o chute saiu fraco para a fácil defesa do goleiro adversário.

Aos 32 minutos, o Tubarão maranhense conseguiu levar perigo novamente na bola parada. Em cobrança de falta, Rayllan lançou na área e Héverton finalizou de cabeça, mas o goleiro fez uma defesa difícil e na sobra Eder Sciola perdeu o gol sozinho, chutando a bola na trave. Quase no fim do primeiro tempo, o Londrina voltou a assustar quando, após cruzamento da direita, Jumar cabeceou com perigo por cima do gol.

O segundo tempo iniciou da mesma forma, com o Londrina assustando. Também no segundo minuto, Jô chutou forte cruzado e Rodrigo Ramos espalmou para o lado. O Sampaio respondeu aos 8' com Rayllan aproveitando sobra de bola após ótima jogada de Pimentinha, chutando forte no meio do gol, mas o goleiro Marcelo Rangel defendeu, mandando a bola para escanteio que gerou o lance do gol de empate da Bolívia Querida. Rayllan cobrou e Wágner se redimiu do lance do pênalti, finalizando de cabeça para colocar o placar em igualdade. Esse foi apenas o segundo gol do tricolor fora de casa.

Aos 17 minutos, Keirrison, muito abaixo do que se espera dele, recebeu a bola após cruzamento que passou por toda a zaga, limpou os defensores e chutou por cima do gol na saída do arqueiro tricolor. Aos 25' o Sampaio respondeu com Edgar, que entrou no lugar de Diego Lorenzi. Ele recebeu ótimo passe de Rayllan dentro da área, mas chutou em cima do goleiro. O time da casa só voltou a levar perigo aos 33' quando Jumar chutou forte da entrada da área, porém, o goleiro “boliviano” defendeu. Wagner Lopes ainda promoveu a estreia do recém-contratado Alan Cloth, volante, que entrou na vaga de Pimentinha. O empate persistiu até o fim e não favoreceu a nenhuma das duas equipes.

O tricolor segurou bem o resultado e conseguiu conter o Londrina em seus domínios. O primeiro tempo foi um tanto morno. Após abrir o placar, o time da casa administrou a vantagem e o Sampaio não conseguiu reagir de forma eficiente. Quando teve a posse de bola, a equipe maranhense não conseguiu produzir grandes chances de gol além das já citadas aqui. Já o Londrina aproveitou uma das poucas chances que teve.

O segundo tempo reservou mais emoções do que o primeiro. A Bolívia Querida levou perigo sempre na bola parada e conseguiu chegar ao empate dessa forma. Rayllan atuou bem em sua estreia como titular, assumindo o posto de Lucas Sotero, lesionado. O meia demonstrou bastante qualidade nas cobranças de escanteios e de faltas alçadas na área.

Com o empate, o Sampaio permanece na lanterna com 12 pontos, enquanto o Londrina segue na 6ª colocação com 25. O próximo confronto do Tricolor de São Pantaleão será diante do Atlético-GO. A partida estava marcada para o dia 30, mas foi adiada para o dia seguinte (31), um domingo, às 16h, por conta do amistoso da seleção brasileira olímpica que ocorrerá no Estádio Serra Dourada. O tricolor maranhense precisa mais do que nunca de uma vitória.

FICHA DO JOGO:
LONDRINA 1 X 1 SAMPAIO CORRÊA

Local: Estádio do Café (Jacy Scaff), Londrina (PR)
Data/Horário: 23 de Julho de 2016, às 21h

Londrina: Marcelo Rangel; Lucas Ramon, Luizão, Matheus (Everton Sena) e Léo; Jumar, Germano, Rafael Gava e Zé Rafael (Paulinho Moccelin); Jô (Itamar) e Keirrison.
Técnico: Cláudio Tencati

Sampaio Corrêa: Rodrigo Ramos; Éder Sciola, Wágner Fogolari, Luiz Otávio e Héverton; Diego Lorenzi (Edgar), Renan Ribeiro, Felipe Baiano e Rayllan (Fernandinho); Pimentinha (Alan Cloth) e Elias.
Técnico: Wagner Lopes

Árbitro: Diego Almeida Real (RS)

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Vitória 2x3 Santos: 11 jogadores, 11 times


Brasileirão Série A 2016, 16ª rodada. O Vitória voltou a Salvador depois de um bom resultado em Curitiba contra o Atlético Paranaense. Com seu torcedor ansioso pela estreia de Cárdenas e torcendo para que o time de Mancini não oscile, a equipe, dentro de sua proposta, tentou com empolgação e vontade superar o bom elenco do Santos, mas sucumbiu diante de um adversário bem treinado e com mais qualidade individual.


RESUMO


Quando chego no estádio minha esperança é ver um Vitória bem consciente em campo, envolvente, sem dar espaços, jogando em conjunto, com bola no chão, minimizando as falhas por estar bem agrupado e formando um verdadeiro esquadrão de homens. Porém, a realidade é muito diferente disso. Mancini treina seu time dentro das convicções que ele tem do futebol, convicções que espelham muito o ano de 2008. Hoje ele utiliza ainda mais o jogo individual para todas as ações dentro de sua proposta.

SAÍDA DE BOLA E FASE DE CONSTRUÇÃO


É muito comum assistirmos ao goleiro Caique dar um chutão para frente porque o setor defensivo foi pressionado, seja em tiro de meta ou com bola rolando. Esse fato nos faz crer que Mancini não treina situações de jogo que chamamos de "Pressing". Você simula sistematicamente sua equipe sendo pressionada na saída de bola com até quatro jogadores, fazendo seu atleta procurar saídas rápidas e limpas com passes, recepção, movimentação e proteção de bola. Só Euller arrsicou isso ontem e foi feliz. Logo, se não treinamos esse tipo de situação, pulamos a FASE DE CONSTRUÇÃO. Nos restar lutar pelas primeiras e segundas bolas, para a partir daí tentar construir.

FASE DE CRIAÇÃO

A fase de criação pode ocorrer em qualquer terço do campo diga-se de passagem. O Vitória de Mancini trabalha essa fase com pouca aproximação e, quando o faz, é de até 10 metros de distancia e sem movimentação. O time é presa fácil para as linhas inimigas, com jogadores sempre estáticos nas suas faixas de campo. Nos resta as bolas longas e com elas aparecem os erros de passes. Quando a bola é retomada o time está muito espaçado e sofre contra golpes mortais dos adversários.

Levamos o terceiro gol do Santos dessa forma. O portador da bola no Vitória é deixado entre leões dos outros clubes. Os atletas passam a bola e vão se distanciando para esperar ser lançados. E esse outro que foi lançado novamente fica isolado, só restando ao mesmo a jogada pessoal.

TRANSIÇÃO OFENSIVA



O Vitória, apesar de usar três atacantes, continua lento na transição mesmo com bolas longas. A virtude de contra-ataques está em chegar na frente com, no mínimo, a mesma quantidade de jogadores que os defensores, mas o ideal é chegar com superioridade. Porém, no Vitória de Mancini, chegam um ou dois e não se tem a paciência necessária para trabalhar mais a bola e aguardar o posicionamento dos demais. Essa é uma característica que no jogo direto do treinador deveria ser letal, mas não é.

TRANSIÇÃO DEFENSIVA

Todo esse modelo de Mancini acarreta enormidades de falhas no setor defensivo, muito mais coletivas que individuais. Apesar dos encaixes inviduais nos setores, o time que joga espaçado vai defender da mesma forma e dar espaços a jogadores de bom nível técnico nunca é legal.

Dos pontas, que deveriam, pelo menos na fase defensiva, atuar na formatação de marcação a moda antiga, ou seja, voltar com os alas do adversário até o final, só Marinho cumpre isso. Dagoberto e Vander andam em campo na hora da recomposição.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Vitória que assisto são onze jogadores atuando entre si. Ou melhor, cada qual jogando seu futebol individualmente dentro de um esporte altamente coletivo. Mancini pode utilizar se quiser outros esportes coletivos e colher características de organização interessante as filtrando ao futebol, como o basquete por exemplo. A equipe não joga agrupada, tão pouco coletivamente. Jogadores ficam isolados com a bola, lutando por uma possibilidade de exito em confrontos contra dois ou três oponentes. Quando recebem suporte, a falta de costume os faz não enxergar e ou entender que a bola poderia circular melhor de pé para pé.

Hoje qualquer clube pode induzir o Vitória a ficar com a bola para simplesmente atuar no erro e nos espaços que estarão presente no campoSe a proposta do time até o final do ano for continuar no 4-3-3 com bolas longas e jogadas individuais nos flancos, então Mancini vai precisar estudar mais esse modelo, preparar um repertorio melhor para as viradas e maior aproximação no setor da bola. Um exemplo é deixar a bola com o adversário, marcar por zona e na retomada, usar as bolas longas com atletas que tenha a característica de lançador e com extremos que saiba fazer diagonais no tempo certo.

O Vitória é um time sem conexão entre os setores.


É isso aí galera!


Seja Sócio SMV!


Por @AdsonPiedade

Denis vai bem, mas São Paulo não

Denis brilha em Porto Alegre, mas São Paulo não compensa e volta para casa com revés




Os tricolores se enfrentaram na Arena Grêmio pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro buscando se aproximarem do líder Palmeiras. Entretanto, Grêmio foi superior e ficou com os três pontos, chegando em terceiro na tabela.

O Grêmio pressionou mais durante toda a partida, enquanto o São Paulo apostava (ou tentou apostar) em contra-ataques. Entretanto, sem peças importantes e ainda sem entrosamento, o meio e ataque não estavam em uma tarde boa. Foi um domingo para se esquecer quando o assunto foi passe certo. Nada deu certo do lado são-paulino, exceto Denis. O goleiro, que tanto foi criticado pelos torcedores, vem fazendo boas partidas e em Porto Alegre brilhou. Apenas no 1º tempo fez 5 boas defesas. No meio de campo, Wesley foi titular pegando a vaga de João Schmidt, mas não cumpriu sua função em campo, marcou muito mal. Assim como Mena, que fez uma de suas piores partidas, falhou no único gol ao abandonar Douglas (deixando-o livre para pegar a bola de rebote) e depois foi expulso. Outros que também deixaram a desejar foram Michel Bastos e Centurión, principalmente o argentino, que continua tomando diversas decisões erradas quando está com a bola nos pés.

Por mais que o time gaúcho tenha sido superior em toda partida, o gol saiu apenas no início do 2º tempo. Maicon chutou rasteiro, Denis espalmou para o meio e a bola sobrou no pé de Douglas, que apenas completou para o fundo do gol. Com a entrada de Kelvin, o São Paulo ganhou maior velocidade, porém errava muito na finalização. Tanto que, no final do jogo, o zagueiro Lugano foi para a área diversas vezes tentar finalizar, porém a bola se perdia antes de chegar nele.

Com esse resultado Tricolor permanece em 9º com 22 pontos. O próximo jogo será contra a Chapecoense, domingo (31/07), às 11h no Morumbi. 

Botafogo perde em Chapecó e volta ao Z4


Botafogo lutou bastante (Reprodução: Flickr)
O Botafogo visitou a Chapecoense na Arena Condá, na tarde deste domingo (24), em jogo válido pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro não fez uma partida ruim, no entanto, foi derrotado por 2 a 1 pelo time catarinense. Com o resultado, o Glorioso voltou à zona de rebaixamento e parou nos 17 pontos. O Botafogo agora volta a jogar na próxima quarta-feira (27), em partida válida pela terceira fase da Copa do Brasil, diante do Bragantino, na Arena Botafogo. 

O JOGO

O Botafogo fez um bom início de jogo. Logo aos 3 minutos, após saída errada do goleiro Marcelo Boeck, o Alvinegro armou uma excelente jogada de ataque. Salgueiro, pela esquerda, carregou a bola e tocou para Canales, que desperdiçou e mandou por cima do gol. No minuto seguinte, Camilo recebeu bom passe, livre na cara do gol, no entanto, a arbitragem assinalou impedimento. O meia tinha posição legal. Com posse de bola, o Glorioso trocava passes com facilidade.

Aos 13 minutos, a Chapecoense chegou pela primeira vez com perigo quando Cleber Santana cruzou e Kempes apareceu livre para cabecear, mas em posição de impedimento. Sidão chegou a fazer grande defesa. Aos 21', Salgueiro teve a chance de abrir o placar, a bola sobrou para o uruguaio, que isolou. Aos 24', quem teve a oportunidade de inaugurar o placar foi a Chape, que não desperdiçou. Cleber Santana ficou com a bola após disputa e deu ótimo passe para Hyoran, que passou pela marcação, ajeitou o corpo e mandou no canto do goleiro Sidão. Chapecoense 1 a 0. 

Mesmo perdendo, o Botafogo não se abateu e foi em busca do empate, que poderia ter acontecido aos 32 minutos. Bruno Silva recebeu passe pela direita e tentou o chute para o gol, porém, a bola desviou na zaga e saiu pela linha de fundo. Aos 41', Bruno Silva quase marcou uma pintura na Arena Condá. Em disputa com o goleiro da Chape, o volante aproveitou que a bola subiu e mandou uma linda bicicleta, mas a finalização passou por cima do gol e levou perigo. Seria um golaço. Aos 45', o Glorioso chegou a estufar a rede quando Canales recebeu passe de Salgueiro e empurrou a bola para o gol, entretanto, o bandeira anulou e marcou impedimento. Lance polêmico. E o primeiro tempo terminou assim. 

O Botafogo voltou modificado para o segundo tempo, com Neilton no lugar de Fernandes. Aos 6 minutos, o atacante quase fez. Ele buscou a bola, carregou e chutou forte na direção do gol, porém, Marcelo Boeck defendeu. Com posse de bola de 67%, o Alvinegro construía jogadas, mas pecava na finalização. Aos 21', Ricardo Gomes colocou Luis Henrique na partida no lugar do discreto Canales. Aos 28 minutos, dentro da área, Neilton fez bela jogada individual. Na hora do chute, porém, o atacante foi desarmado. Aos 30 minutos, Salgueiro foi substituído por Gervasio Nuñez. O momento era de pressão total do Glorioso, que dominava a etapa final. Aos 40', o empate enfim veio quando Camilo bateu falta e mandou a bola no ângulo. Lei do ex aplicada com estilo. 



Mas não deu nem tempo de comemorar. Instantes depois, aos 42 minutos, a Chape fez o segundo. Rodrigo Lindoso saiu errado, Lucas Gomes roubou a bola na frente, avançou, entrou na área e aplicou um toque de cavadinha, matando o goleiro Sidão. Bonito gol do time comandado por Caio Júnior. A partida foi até os 52', mas o Botafogo não conseguiu criar mais nada que pudesse ao menos lhe dar a igualdade no placar. Chape 2 a 1. 

OBSERVAÇÕES

Já não é a primeira vez que o Botafogo faz uma boa partida e sai de campo sem a vitória. Desta vez, empatou e poderia ter mirado a virada. No entanto, de forma displicente, levou um gol logo em seguida. E de novo por conta de erros individuais. Complicado...

Estamos na 16ª rodada. O Botafogo tem apenas 17 pontos. Já é quase metade do Brasileiro disputado. O tempo vai passando e o Glorioso ficando para trás.

Canales foi titular. Embora sem ritmo, mostrou que será importante quando estiver 100%. Neilton vive boa fase e até poderia ser titular, mas Ricardo Gomes prefere colocá-lo em jogo no intervalo ou no decorrer do segundo tempo, com a justificativa de que o atacante rende melhor desta forma. É algo que pode ser revisto. 

Bruno Silva não tem condição de ser titular. Displicente, mais prejudica do que ajuda. Airton faz muita falta nesse time. É peça fundamental. 

Quarta-feira a partida será pela Copa do Brasil. A classificação renderá aos cofres alvinegros uma boa grana, então por isso é válida. No entanto, acredito que não vale a pena colocar em campo o time titular, uma vez que os jogadores podem se lesionar e desfalcar o Botafogo no Brasileiro, cujo foco é permanecer na Série A. Acho que um time misto dá conta do recado. 

FICHA DO JOGO

Chapecoense 2 
Marcelo Boeck, Gimenez, Thiego, Filipe Machado, Dener Assunção; Sérgio Manoel (Matheus Biteco), Josimar, Cleber Santana, Hyoran (Martinuccio); Ananias (Lucas Gomes), Kempes. Técnico: Caio Júnior.  

Botafogo 1
Sidão, Luis Ricardo, Joel Carli, Emerson Santos, Diogo Barbosa; Rodrigo Lindoso, Fernandes (Neilton), Bruno Silva, Camilo, Salgueiro (Gervasio Nuñez); Canales (Luis Henrique). Técnico: Ricardo Gomes. 

Estádio: Arena Condá (SC). 
Árbitro: Anderson Daronco (RS). 
Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e Elio Nepomuceno de Andrade (RS).  
Gols: Hyoran (24' do 1º T), Camilo (40' do 2º T), Lucas Gomes (42' do 2º T). 
Cartões amarelos: Sérgio Manoel (Chapecoense); Bruno Silva e Luis Henrique (Botafogo). 
Público: 7.013. 
Renda: R$ 82.300,00. 

Por: Gabriel De Luca (@Biel_dluca). 
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana