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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Botafogo vence com gol de Tanque e garante vaga nas oitavas da Copa do Brasil

Em sua nova casa, o Botafogo recebeu, na noite desta quarta (27), o Bragantino em jogo válido pela terceira fase da Copa do Brasil. Podendo empatar por 0 a 0 ou 1 a 1, o Glorioso sofreu, mas acabou vencendo com gol de Vinícius Tanque e garantiu vaga nas oitavas de final da competição. O Alvinegro agora prepara-se para encarar o líder Palmeiras, domingo, pelo Campeonato Brasileiro. 

O JOGO

Sem ser brilhante, o Botafogo foi melhor durante toda a partida e criou várias oportunidades de gol. Aos 10 minutos, a bola sobrou limpa para Camilo, que arriscou e mandou a bola para fora, raspando a trave. Aos 14', Camilo bateu falta e acertou o travessão. No rebote, Canales furou e a bola sobrou para Neilton, que fez o gol, a arbitragem, no entanto, assinalou impedimento do chileno. O ritmo do jogo diminuiu bastante e somente aos 45 minutos o Glorioso voltou a assustar o Bragantino. Camilo bateu escanteio e Canales, de cabeça, mandou firme na direção do gol, porém, o goleiro Felipe fez boa defesa e evitou o gol. Aos 47', o primeiro tempo chegou ao fim. 

O Botafogo voltou disposto a marcar no segundo tempo. Aos 3 minutos, até conseguiu quando Diogo Barbosa recebeu livre dentro da área e bateu na saída de Felipe, porém, o lateral estava impedido quando recebeu o passe. Mais um gol anulado. Aos 7', Camilo levou uma trombada de Bruno Pacheco por trás dentro da área, entretanto, o pênalti não marcado. Ricardo Gomes, aos 19 minutos, resolveu tirar Bruno Silva do jogo e Salgueiro foi o substituto. Aos 34', foi a vez de Canales deixar o campo e ser substituído por Vinícius Tanque. O jovem, com estrela, no minuto seguinte recebeu passe espetacular de Neilton e marcou o gol da vitória. 

Tanque marcou seu primeiro gol como profissional (Foto: Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)
Ainda teve tempo para mais uma alteração, dessa vez aos 44 minutos. Airton, ovacionado, foi substituído por Dierson. Aos 48', o jogo terminou. 

FICHA DO JOGO

Botafogo 1 
Sidão, Luis Ricardo, Emerson Santos, Renan Fonseca, Diogo Barbosa; Rodrigo Lindoso, Airton (Dierson), Bruno Silva (Salgueiro), Camilo; Neilton, Canales (Vinícius Tanque). Técnico: Ricardo Gomes. 

Bragantino 0
Felipe, André Rocha, César Gaúcho, Éder Lima, Bruno Pacheco; Daniel Pereira, Gabriel Silva (Watson), Tartá (Marcos Paullo), Erick; Claudinho (Jobinho), Eliandro. Técnico: Marcelo Veiga. 

Estádio: Arena Botafogo.
Árbitro: Emerson Ferreira (MG). 
Assistentes: Celso Silva (MG) e Sidmar Meurer (MG). 
Gol: Vinícius Tanque (35' do 2º T). 
Cartões amarelos: Airton e Bruno Silva (Botafogo); André Rocha e Daniel Pereira (Bragantino). 
Público: 4.839. 
Renda: R$ 68.650,00. 

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca).

Eliminado, mas classificado


(Foto: Cleberson Silva/Chapecoense)
O título pode causar estranheza para quem ainda não conhece muito bem o regulamento das atuais competições nacionais, principalmente da Copa do Brasil. Isso porque as equipes que garantiram vaga na Copa Sul-Americana através da classificação no Brasileirão só entram na disputa caso não avancem às oitavas de finais da Copa do Brasil. Caso os clubes que terminaram entre o 6° e o 11° lugar passem de fase, as vagas são distribuídas para quem terminou nas posições abaixo. Foi assim que a Chapecoense garantiu, pelo segundo ano consecutivo, presença na competição internacional.

Desde a estreia contra o Princesa do Solimões, Guto Ferreira, até então no comando da equipe, resolveu utilizar um time reserva, preservando os titulares para a disputa do Brasileirão, principal objetivo do clube em 2016. Após perder na partida de ida por 2x1, levando o segundo jogo para Chapecó, o Verdão, mesmo jogando mal, garantiu a vitória por 2x0 e a classificação para a segunda fase contra o Paraná. No duelo contra os Paranaenses, novamente uma escalação reserva e repetição no placar, tanto no jogo da ida, quanto no da volta.

A vitória por 2x0 marcou mais uma página na história do Verdão, já que pela primeira vez avançou para a terceira fase da Copa do Brasil, enfrentando outra equipe do estado vizinho, o Atlético-PR. No jogo de ida na última quinta-feira (21) na Arena da Baixada, agora sob comando de Caio Júnior, o Verdão segurou o Furacão com uma mescla de titulares e reservas, empatando em 0x0 e obrigando a equipe a vencer jogando na Arena Condá. Qualquer empate com gols garantia a classificação dos Paranaenses.

Nesta quarta-feira (27), novamente com uma equipe mista, o Verdão não tomou conhecimento do adversário e abriu o placar logo aos 4 minutos com o atacante Lucas Gomes. Com o time se impondo na primeira etapa, a Chapecoense só não ampliou o marcador porque Weverton salvou os rubro-negros nas finalizações de Rangel e de Hyoran. Já no segundo tempo, o Atlético precisando de pelo menos um gol para se classificar, partiu para cima da Chape, que apenas se defendia. A pressão durou pouco tempo, já que, aos 11 minutos, após falha da zaga, Walter livre de marcação dominou e chutou forte, sem chances para Danilo.

O empate classificava os visitantes, Caio Júnior então chamou Martinuccio e sacou o lateral Gimenez. Porém, o Verdão não se encontrava na partida, tanto que quem esteve mais próximo do segundo gol foi o Furacão. Os minutos finais foram de pressão verde e branca, mas sem qualidade nas finalizações e criações de jogada, levava pouco perigo a meta de Weverton. O Atlético gastava tempo e aguardou o apito final do árbitro aos 50 minutos para comemorar a classificação para as oitavas de final.

A Chapecoense não tem do que lamentar, foi eliminada com a cabeça erguida, segurou o Atlético jogando com o que tem de melhor na partida de ida e só não saiu com a vitória por azar do destino. Como brinde, ganhou a vaga na Copa Sul-Americana, na qual fez história em 2015 ao eliminar o Libertad e por muito pouco não eliminar o River Plate.

Na edição 2016, o primeiro adversário é brasileiro. Pouco conhecido dos torcedores, a equipe do Cuiabá, que garantiu vaga ao ser campeão da Copa Verde, enfrentará a Chape. Quem avançar deve preparar o passaporte para a Argentina, já que o adversário das oitavas será Lanus ou Independiente.

É hora de esquecer Copa do Brasil e Copa Sul-Americana, o foco total é no Campeonato Brasileiro, buscando o objetivo que é escapar o quanto antes do rebaixamento. No próximo domingo, o Verdão viaja para São Paulo, onde enfrenta o tricolor paulista, às 11h, no Morumbi.

Marcelo Weber ||

A América é Verdolaga: Atlético Nacional bate Independiente Del Valle e leva o bicampeonato

Miguel Borja, o grande nome das finais da Copa Libertadores 2016 - 5 gols em 4 jogos
Fonte: www.facebook.com/nacionaloficial 
Novamente os deuses do futebol resolveram premiar a técnica e o melhor futebol com mais um título da mística Copa Libertadores da América. Depois do River Plate em 1996 e do Atlético-MG em 2013, foi a vez da equipe do Atlético Nacional, da cidade de Medellín, neste ano de 2016, levantar a taça mais cobiçada do continente com a melhor campanha da competição.

Durante o torneio, já se percebeu desde a primeira partida, contra o Huracán na Argentina, que o time Verdolaga apresentava o melhor futebol do continente. Jogando de maneira técnica e extremamente ofensiva, tanto dentro quanto fora de casa, o Atlético Nacional mostrou sempre toda a sua supremacia perante os adversários. Na fase de grupos, contra Huracán, Sporting Cristal e Peñarol, a equipe colombiana fez uma campanha irrepreensível e quase terminou com 100% de aproveitamento. Com cinco vitórias consecutivas e um empate em 0X0 na última rodada, os colombianos terminaram com 12 gols a favor e nenhum gol sofrido.

O primeiro feito foi conquistado nas oitavas de finais, quando a equipe igualou o feito do Boca Júniors em 1978 com 07 partidas sem levar um único gol, após o segundo empate, desta vez, na Argentina, contra o valente time do Huracán em 0X0. A partir desta fase, começou a se tornar uma equipe ainda mais goleadora nos jogos que decidiu em casa, a vitória no jogo de volta por 4X2 em um dos jogos mais eletrizantes da competição determinou a classificação para a fase seguinte.

Nas quartas de finais, foi a vez da equipe do Rosário Central que sentiu todo o poder do futebol desenvolvido pelo time Verdolaga. A única derrota da competição foi no jogo no Gigante de Arroyito, onde a equipe colombiana tomou o gol no inicio do jogo e teve melhor durante todo o segundo tempo, podendo chegar ao empate, mas a decisão ficou para o Atanásio Giradot. Na partida seguinte, o roteiro mais dramático veio graças a um gol no inicio da partida da equipe canalla. Mas a persistência e o melhor futebol falou mais alto, graças a Macnely Torres e Alejandro Guerra que (aos 47 do 1º tempo e aos 3 do 2º tempo) respectivamente botaram o time na rota do jogo e ainda mais lenha na partida. O jogo foi se incendiando até os últimos minutos, quando Orlando Berrío, após o cabeceio de Alexis Henríquez, deu o golpe de misericórdia para a classificação as semifinais.

Marlos Moreno, a grande revelação e destaque da Copa Libertadores 2016
Fonte: www.facebook.com/nacionaloficial 
No confronto seguinte, a bola da vez foram os jogos contra o São Paulo, que era considerado como o melhor confronto da competição. Mas eis que surge um grande talento que chegou do Cortuluá (COL). Miguel Borja foi totalmente decisivo no confronto e valeu todo o investimento. Na partida de ida, no Morumbi, o centro avante se mostrou bem entrosado com a equipe e foi determinante para a expulsão do zagueiro Maicon e pelos dois gols que encaminharam a classificação. No jogo da volta, o time Verdolaga levou um susto com o gol de Jonathan Calleri no inicio da partida, mas ainda na primeira etapa conseguiu o empate com o seu artilheiro do confronto. No segundo tempo o time verde e branco impôs o seu melhor jogo conseguiu o segundo gol nos minutos finais da partida com o segundo gol de Miguel Borja.

A finalíssima da competição foi à primeira decisão envolvendo duas equipes da região norte andina da América do Sul e marcava o encontro de países vizinhos e de muitas particularidades dentro de seus territórios, Boa parte da população negra se encontra nestes dois países que tem como características culturais em comum a salsa e a cumbia. O primeiro jogo, realizado no Atahualpa foi bastante equilibrado, mas com certo predomínio de posse de bola e chances de gol por parte do time Verdolaga, que abriu o placar aos 33 minutos do 1º tempo com o gol de Orlando Berrío. Os colombianos tiveram chances para aumentar o placar e sacramentar o título na ida, só que as chances desperdiçadas pelos atacantes foram determinantes para o resultado final da partida. Ainda mais que, aos 42 minutos do 2º tempo, após falha do goleiro Franco Armani, Arturo Mina conseguiu empatar no fim do jogo.

A volta no Atanásio Giradot já mostrou uma primeira metade de jogo onde a equipe Verdolaga impôs o seu jogo e conseguiu criar ótimas chances, principalmente com Miguel Borja. A primeira com 20 segundos, o atacante chutou por cima do gol. Mas a segunda, com 8 minutos, após cobrança de falta de Macnely Torres, desvio errado de Mina para a própria trave após a chegada de Librardo Ascona, a bola chegou em Miguel Borja que chutou forte para abrir o placar. A partir daí, os colombianos foram crescendo no jogo e criando até ao metade do 1º tempo. A partir desta metade, o Independiente Del Valle começou a crescer na partida e incomodar o sistema defensivo do time colombiano. José Ângulo teve uma grande chance, mas mandou por cima, Ainda sim, o goleiro Librardo Ascona continuou executando grandes defesas.

No segundo tempo, o time visitante até começou melhor e reclamou de um pênalti de Henriquez em Utuarri, após grande jogada do atacante, mas com o passar do tempo, o time equatoriano foi cansando e o colombiano estava dominando a segunda etapa.inteira. Librardo Ascona continuou fazendo grandes defesas e salvando a equipe de tomar uma grande goleada. Mesmo com as substituições no final da partida, pouca coisa adiantou e, após o apito final do juiz, o título continental voltou para as mãos Verdolaga e novamente para o futebol colombiano. Destino seguinte agora será o Mundial de Clubes no Japão. Parabéns Clube Atlético Nacionak de Medellin, por mais um título histórico em sua bela trajetória!


Equipe que entrou em campo: 

Em pé - Miguel Borja; Alexis Henríquez; Orlando Berrío; Franco Armani; Daniel Bocanegra e Davinson Sanchez.

Agachados - Farid Diaz; Alexánder Mejía; Macnelly Torres; Marlos Moreno e Alejandro Guerra

Fonte: www.facebook.com/nacionaloficial 

Produzido pelo colunista:
Marcos Paulo Fernandes Alves || @makavista

Furacão segue adiante na Copa do Brasil

Walter mais uma vez deixa sua marca em uma partida decisiva (Foto: Parana Online)
Mais uma vez o iluminado Walter deixou sua marca quando o Atlético mais precisou dele. O atacante, que balançou as redes adversárias apenas três vezes já incluindo o gol desta quarta-feira (27), também deixou sua marca na partida decisiva do ruralzão. Contra a Chapecoense, Walter foi o responsável pelo gol que levou o Furacão as oitavas da Copa do Brasil.

Mesmo tomando um gol da Chapecoense logo aos 4 minutos da etapa inicial na falha de Weverton e não conseguindo se impor no primeiro tempo, o Atlético manteve a calma e segurou os ânimos do time da casa, fazendo com que o primeiro tempo se encerrasse com o placar mínimo. 

Na volta do intervalo, o time comandado por Paulo Autuori manteve a postura de muita cautela e continuou jogando por apenas uma bola, pois como a partida da Arena da Baixada terminou em 0x0, o empate com gols levaria o rubro-negro ao seu objetivo. O jogo morno acabou aos 11 minutos do segundo tempo, quando Sidclei fez ótima jogada pela esquerda e cruzou para Walter na área, o atacante dominou e, antes da marcação chegar, fuzilou para a meta de Danilo, que nada pôde fazer. 

Com o placar em igualdade e dando a classificação aos paranaenses, o time da Chapecoense partiu para o ataque, mas esbarrou em um forte sistema defensivo de Autuori, que desde sua chegada passou a ser um dos pontos fortes deste time do Atlético. O Furacão, ainda em meio a estratégia de se defender e jogar no contra-ataque de seus velozes garotos da base, teve uma chance de matar a partida com Otávio, porém, o volante acabou chutando por cima do gol.

Agora classificado para as oitavas, o Furacão aguarda o sorteio do dia 02 de agosto para conhecer seu próximo adversário.

Não vence e não convence

Mais um empate decepcionante e novamente o Goiás desperdiçou pontos importantes que com toda a certeza irão fazer falta na reta final (qualquer que seja o nosso objetivo). Estamos exaustos de ver repetidamente o sistema defensivo esmeraldino falhar e prejudicar a equipe como um todo. Se estamos nesta situação hoje, 85% de toda a responsabilidade é entregue a nossa dupla de zaga.

Dos outros 15%, podemos passar 10% para nosso ataque, que não se cansa de perder um gol atrás do outro. Contra a Luverdense não foi diferente. Aos 5 minutos, Rossi perdeu uma chance incrível de abrir o placar logo no início para a equipe esmeraldina após driblar o goleiro, finalizar e ver o zagueiro Everton tirar o gol em cima da linha. Aos 15 minutos, Rossi cruzou para Marcão abrir o placar de cabeça e marcar seu primeiro gol pelo Goiás, espero que esse seja o primeiro de vários, pois estamos precisando (e muito) de gols.

O Goiás era melhor na partida até o fim do primeiro tempo
(Foto: opopular.com.br)
Continuamos a atacar, chutes consecutivos para fora e o primeiro tempo finalizou com a torcida acreditando em uma vitória, já que os mato-grossenses haviam finalizado apenas uma vez no gol de Ivan. No segundo tempo, o ataque voltou a pecar, já que Carlos Eduardo (que havia entrado no lugar de Rossi) perdeu duas chances incríveis e ainda "atrapalhou" Marcão fazer o seu segundo gol em mais uma grande chance de ampliar o placar. O setor ofensivo do Goiás mostra, em todas as partidas, determinação para sair de campo com a vitória, mas precisa começar a ser mais efetivo se quisermos mudar a situação atual. 

Sobraram 5% e esses são responsbilidade do técnico Leo Condé. Primeiramente ao insistir em David, que não consegue fazer uma sequência boa de atuações pela equipe, e temos outras ótimas peças no banco (William, Ramires e até o dispensado Wendel). Seu maior erro é confiar em Anderson Salles e Wesley Matos, não sou contra recuar e jogar no contra-ataque mesmo ganhando, grandes treinadores fazem isso (Simeone, Mourinho, etc). Só que usar dessa tática para buscar a vitória e depositar grande responsabilidade em nossa defesa é sim um enorme erro e acaba custando caro.

O mal posicionamento de Anderson obriga David e Jhonatan à marcar 3 atacantes
(Foto: SporTV)
Aos 40 minutos do segundo tempo pagamos o preço. Lançamento pela esquerda, Wesley Matos acompanhou Régis para cobrir o cruzamento, Anderson também o acompanhou e abriu espaço para Alfredo, Rogerinho e Douglas Baggio entrarem na área. David e Jhonatan ainda tentaram acompanhar o ataque da Luverdense, mas não conseguiram evitar o gol de empate de Douglas Baggio, totalmente livre. O esmeraldino ainda tentou reagir de forma desesperada, mas não foi o suficiente pra alterar o placar, Goiás 1x1 Luverdense.

O Goiás terá um recesso de 20 dias para o jogo contra o Sampaio Correia, é hora de arrumar a casa e organizar todos os defeitos para ter um segundo turno positivo. A diretoria resolveu acreditar em Condé e creio que, se os problemas defensivos forem arrumados, poderemos sim encerrar a Série B com um segundo turno positivo. 

Segue abaixo a comparação de Leo Condé e Enderson Moreira na Série B (sem contar o jogo contra a Luverdense).


Linha de Fundo ll  @SiteLF

Eliminação amarga: Paysandu sofre a primeira derrota com Dal Pozzo

Na noite desta quarta-feira (27), o Paysandu recebeu o Juventude na Curuzu, no segundo jogo da terceira fase da Copa do Brasil. Para garantir uma vaga na próxima fase, o alviazul poderia empatar em 0x0 e vencer nos pênaltis ou conquistar a vitória nos 90 minutos regulamentares, já que o empate com gols classificaria a equipe de Caxias.

Entretanto, o time paraense não estava com o espírito necessário para um jogo decisivo de mata-mata e acabou sofrendo a primeira derrota sob o comando de Gilmar Dal Pozzo, caindo na terceira fase da Copa para um clube que disputa a Série C do Campeonato Brasileiro e nem no G4 está.

No começo do primeiro tempo, o Paysandu até tentou sufocar a equipe adversária, mas tomou um banho de água fria logo aos 13 minutos com o gol do Juventude. Neguete lançou para Lucas, que deu um lençol em Gilvan e cruzou para Hugo dividir com Roniery, o lateral alviazul acabou fazendo gol contra, botando o time rio-grandense na frente no placar.

(Foto: ASCOM/Paysandu)
Logo na sequência, o Papão tentou dar uma resposta com Fabinho Alves, porém o goleiro Elias fez grande defesa e impediu o empate. A equipe tentava jogadas e aos 22 minutos teve outra chance desperdiçada quando Roniery cruzou, Fabinho dominou e ajeitou para Celsinho, que chutou para fora. O time da casa buscava o empate e demonstrava estar melhor em campo, todavia, não conseguia chutar de forma efetiva e em alguns momentos, pela quantidade de vezes que perdia a bola no meio, nem chegava a ter a oportunidade da finalização.

Na volta para o segundo tempo, Dal Pozzo tirou o criticado e sonolento Ruan e apostou numa nova formação. Colocou Betinho ao lado de Leandro Cearense e Fabinho Alves, ficando com dois centroavantes em campo. Assim como no primeiro tempo, a primeira grande jogada saiu aos 12 minutos, mas dessa vez sem resultar em gol. Roniery cruzou e Betinho deixou para Cearense, que nem finalizar conseguiu. O Paysandu continuava em cima, só que sem levar real perigo ao Elias.

Até que, aos 23 minutos, Roniery foi ao fundo e cruzou, a bola bateu na zaga, Celsinho cabeceou para o gol, Betinho atrapalhou o goleiro e Elias acabou frangando. O time buscava a virada para se classificar, mas só aos 39’ chegou novamente com bastante perigo. Após cruzamento de Lucas, Betinho cabeceou por cima do gol alviverde.

Aos 45 minutos, Felipe Lima tocou para o meio e serviu Wallacer, que deixou Raí no chão e bateu com tranquilidade para matar o jogo, acabando com as chances do time da casa de chegar as oitavas da competição.

Palavra da colunista: Perder para um time está na Série C e não está nem no G4 do seu grupo já seria ruim, ser eliminado por esse time em casa é ainda pior. Parece que o Dal Pozzo resolveu ter a primeira derrota dele no momento mais inoportuno possível, em um jogo decisivo de mata-mata. E digo resolveu, porque, sem dúvidas, teve muita culpa no resultado. Começando pela escalação, em que mais uma vez resolveu escalar um time completamente diferente do que se esperava, além de fazer substituições totalmente desprovidas de sentido. Queimou o zagueiro Lombardi, deixando-o exposto após a saída de Roniery.

Porém, vamos ao setor que mais uma vez enlouqueceu o torcedor bicolor: o ataque. Dos quatro que estiveram em campo, não podemos salvar UM. No primeiro tempo, o preguiçoso Ruan foi tão mal que saiu no intervalo, tendo errado quase todas as suas jogadas. Entrou então Betinho, que tirando o momento em que atrapalhou o goleiro e o lance em que cabeceou, não fez nada. Já Cearense, mais uma vez, deixou os zagueiros “despreocupados”, visto que se escondia atrás deles nos momentos em que ele precisava se desmarcar. Por fim, Fabinho Alves, que além de cair em todos os lances, parecia estar cansado desde a primeira corrida que deu no jogo.

O meio de campo está com os mesmos problemas de sempre, muito longe do ataque e formando buracos em campo. Talvez por culpa do técnico, que não consegue fazer o time compactar suas linhas. 

Próximo jogo: O próximo confronto será pela Série B, neste sábado (30), às 18h30. A partida será no Estádio da Curuzu contra o Vila Nova, que se encontra no 13º lugar do Campeonato, apenas duas posições acima do Paysandu. Confira:

#
Equipe
J
VIT
E
DER
GP
GC
SG
PTS










13
17
6
3
8
24
25
-1
21
14
17
5
6
6
15
19
-4
21
15
17
4
9
4
13
18
-5
21

Milan vence Bayern na estreia da Champions Cup

Duas viradas, dois empates e disputa de pênaltis. Teve tudo isso em Bayern de Munique x Milan, nesta quarta-feira, em amistoso disputado no Soldier Field, em Chicago (EUA), válido pelo torneio amistoso International Champions Cup. No fim, quem levou a melhor foi o Milan, que venceu nas penalidades por 5 a 4.
A equipe rossonera inaugurou o placar aos 23 minutos do primeiro tempo. Badstuber errou e perdeu a bola para Niang, que entrou sozinho na área e tocou na saída do goleiro Ulreich. Os alemães buscaram o empate aos 29 minutos. Alaba cruzou da esquerda para a entrada da área, Ribery recebeu sozinho e bateu rasteiro no canto direito de Donnarumma: 1 a 1. O Bayern correu atrás da virada pouco depois, aos 38'. Alaba recebeu de fora da área e bateu rasteiro no canto esquerdo.
Milan abriu o placar, levou a virada, mas venceu o Bayern de Munique
Já no segundo tempo, foi a vez do Milan deixar tudo igual. Aos quatro minutos, após bate-rebate na área, a bola sobrou para Bertolacci, que encheu o pé e acertou o ângulo esquerdo da meta do Bayern. A nova virada veio aos 16 minutos, quando Kucka arriscou de fora da área, a bola desviou na zaga e tirou qualquer chance de Ulreich defender. Aos 43 minutos, Bernat foi derrubado dentro da área por Vergara e o árbitro marcou o pênalti para o time alemão. Na cobrança, Ribery bateu no canto esquerdo e Donnarumma chegou a resvalar na bola, mas não evitou o empate.
E, então, vieram os pênaltis. Os italianos abriram as cobranças com Honda, que não desperdiçou. Lahn veio na sequência e deixou tudo igual. Matri fez o segundo do Milan, enquanto Alaba manteve a igualdade. Kucka mostrou frieza e marcou de cavadinha, mas Bernat empatou. Romagnoli fez o quarto antes de Rafinha parar na defesa de Donnarumma. Bonaventura veio na sequência e garantiu a vitória do clube rubro-negro. 
O Milan volta a campo no próximo sábado, quando encara o Liverpool no Buck Shaw Stadium, em Santa Clara. No mesmo dia, o Bayern de Munique joga contra a Inter de Milão no Bank of America Stadium, em Charlotte.
FORZA MILAN!
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