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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Futebol igual, eficiência do adversário

E a liderança do Corinthians durou apenas uma rodada. Jogando diante do Atlético Paranaense, a equipe alvinegra perdeu de 2x0 em um dos típicos jogos do Timão. Cristóvão Borges adotou o mesmo estilo de jogo que o alvinegro vinha utilizando dentro de campo. A retranca prevaleceu e o oportunismo nas jogadas só era feitas em tentativas de contra-ataque.

Foto: Reprodução Corinthians 
O Furacão foi inteligente, soube aproveitar os espaços deixados pelo elenco alvinegro. O futebol do CAP não foi superior assim, o jogo foi definido por uma única coisa: UM CENTROAVANTE CAMISA 9 PIVÔ! Walter marcou os dois gols da partida, não criou nenhuma jogada, apenas estava lá para fazer o que um atacante tem o dever de fazer: GOL!
A deficiência do Corinthians em não ter um camisa 9 é gritante, isso vem fazendo falta nos jogos do alvinegro, que anda perdendo inúmeros gols que time que luta pra ser campeão não pode perder.

O atual 9 do Timão, é limitado, não esteve no jogo que contou com nomes diferentes das escalações comuns que são vistas pelo treinador. Talvez se Marquinhos Gabriel não tivesse se machucado no início de jogo e substituído aos 27’ do primeiro tempo, o decorrer poderia ter sido outro da peleja.

A liderança foi perdida após a derrota do Timão que vinha de sete jogos sem perder, mas é algo que iremos recuperar novamente, não por mérito nosso, e sim por erros dos adversários que também possuem elencos limitados. Segunda-feira a batalha será diante do Cruzeiro.

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

Perder ponto em casa, cadê a novidade?

 Noite gelada em Barueri, Oeste e Náutico não saem do zero


Empate, sem dúvidas, não foi bom para nenhum lado. Em um jogo em que os goleiros de ambos foram os destaques, já pode-se imaginar que não foi um confronto emocionante e não foi mesmo. Na primeira etapa, o time de Pernambuco anulou o Oeste, obtendo mais posse de bola e mais chances de gols. O Rubro-negro estava todo perdido e confuso em campo.

Na segunda etapa, o jogo já foi um pouco mais truncado, porém o Oeste demorou para se encontrar na partida, tanto que a jogada mais perigosa do time foi somente no finalzinho do primeiro tempo. Já que o ataque não estava fazendo gols, pelo menos nosso goleiro estava inspirado, fazendo diversas defesas e salvando o que poderia ser pior para o Rubro-negro, pois não seria nada interessante sair derrotado em "casa".

No decorrer da partida, até que os dois times arriscaram, mas nada de gols, já que todas as chances foram paradas nas mãos dos goleiros. Sabíamos que essa partida diante do Náutico não seria nada fácil, mas era O JOGO para o Oeste subir de vez na tabela e, talvez, brigar por algo lá em cima. Sabemos as dificuldades que a equipe está passando nesse campeonato. Na minha opinião, o clube está precisando urgente de um centroavante matador, porque Ricardo Bueno, Léo Arthur e Crysan há tempos não marcam sequer um golzinho. Não dá para ficar dependendo somente de Marcus Vinícius para marcar no ataque, temos jogadores que poderiam demonstrar mais pela camisa do Rubrão.

Oeste é um time que oscila muito no campeonato, está sempre vivendo altos e baixos, não se decide se sobe ou se desce. É difícil de entender o que o time almeja na competição, tem jogos que parece que vai engrenar, porém, chega no jogo seguinte e a equipe joga mal. É um elenco que está sendo muito limitado, entendemos que não dá para ganhar todo o jogo, mas vencer em casa é essencial.

O Oeste terá um bom descanso na competição com o fim do primeiro turno e, em virtude dos Jogos Olímpicos, a equipe só voltará a campo no próximo dia 19 diante do Atlético-GO, no Serra Dourada, às 20h30. A partida não será nada fácil, já que o duelo de ida foi horrível para o Rubro-negro e o time não jogou absolutamente nada. O que precisa ser feito agora é trabalhar firme durante esses dias livres e ir para cima do Dragão. Que volte com um ponto, mas que jogue com raça, com vontade.

Césare Boralli || @cesareboralli 

Linha de Fundo || @SiteLF

VAMOS OESTE!

Massa Bruta desperdiça chances e perde em Londrina

Na noite desta terça-feira, o Bragantino entrou em campo contra o recém chegado Londrina e acabou saindo derrotado pela equipe paranaense. Aproveitando muito bem as chances criadas no ataque, o Tubarão venceu por 2 a 0 com gols de Keirrison e Luizão, ambos na etapa inicial.

Equipes durante o Hino Nacional no Estádio do Café // Foto: Globo Esporte
O Braga entrou em campo no Estádio do Café com a seguinte escalação na formação tática do 4-5-1: Felipe no gol; na lateral direita Alemão; zaga formada por Ednei e Éder Lima; na lateral esquerda, Bruno Pacheco completando o setor defensivo; na frente dos marcadores, Marcelo Veiga optou por dois volantes e para essa partida foram escalados dois jogadores novatos no elenco: Rivaldo, que já havia marcado gol na rodada passada contra o Bahia, e André Rocha, que já está adaptado ao novo meio-campo do Massa Bruta; na criação, os meias Tartá e Erick; no ataque, o centroavante Eliandro isolado como um cabeça de área ou um ponto de referência, se preferir.

No apito do árbitro, a primeira etapa começou marcada pela superioridade por parte da equipe da casa, tanto na posse de bola, quanto nas oportunidades criadas, e logo aos 7 minutos o Londrina abriu o placar com Keirrison, que tocou na saída do goleiro Felipe depois do ótimo cruzamento de Igor Bosel. 
O Bragantino estava nervoso e não chegava com perigo, Tartá não estava bem nem técnicamente, nem fisicamente e deixou o gramado aos 20 minutos para a entrada do atacante Erik Felipe.

Em um descuido da defesa bragantina, o zagueiro Luizão aproveitou o escanteio cobrado por Paulinho e testou firme para ampliar o placar para o Londrina, que cauterizava as chegadas do Braga, que sequer teve chances de perigo na primeira etapa.



Bragantino ainda apresenta falhas defensivas em bola parada // Foto: Globo Esporte
Sem mudanças no intervalo, ambos os times voltaram para a segunda etapa com a mesma escalação, mas parece que houve uma ''bronca'' no intervalo e o Bragantino passou a atacar com muito mais eficiência, dominando todo o segundo tempo. O goleiro Rangel estava disposto e defendeu o petardo de André Rocha em cobrança de falta, além de espalmar a pancada de Eliandro de dentro da área. Sem sucesso até então, Veiga trocou Erick por Watson e viu o time pressionar ainda mais.

Aos 22 minutos, Eliandro cruzou dentro da área nas mãos do goleiro Marcelo Rangel, que encaixou errado e viu a bola passar no vão de suas pernas, mas conseguiu se recuperar no lance e evitou que Watson chegasse na bola. Outra mudança, saiu Eliandro e entrou Jobinho. 
O jogo ficou pegado, com muitas faltas no meio-campo e mais pressão bragantina; o Tubarão, todo na retranca, apenas esperou o jogo acabar e só viu o Braga atacar na segunda etapa, mas soube controlar o jogo e saiu vitorioso no embate.

O resultado não mudou a posição do Bragantino, que permanece em 16º no momento já que o Joinville perdeu a chance de sair do Z4 ao perder para o Vila Nova. No entanto, o Goiás pode ultrapassar o Braga, pois irá jogar semana que vem contra o Sampaio Corrêa em jogo adiado por conta da Olímpiada Rio 2016.


Bragantino vai ter que esperar duas semanas para confirmar distância do Z4  // Foto: Globo Esporte
Na sequência, o Bragantino jogará contra o Vila Nova, em Bragança, sexta-feira (19), às 20h30 e espera seu torcedor no Nabi Abi Chedid. O Braga termina seu primeiro turno na 16ª colocação, provisoriamente.


Confira os melhores momentos da partida


Mateus Segur || @SegurMateus
Linha de Fundo || @SiteLF

Em jogo polêmico, Vila vence mas não convence

O Tigrão venceu a primeira no novo OBA em um jogo que polêmica não faltou. No início da partida, o Vila ameaçava mais e, com 2 minutos do primeiro tempo, em uma bela arrancada do atacante Joãozinho, o jogador com um chute de trivela abriu o marcador, 1 a 0 para o Tigre.

Ainda no primeiro tempo, o JEC chegou ao empate com um gol por acaso, não se sabe se foi um cruzamento ou um chute para o gol. O Joinville veio com a intensão de acabar com a graça dos donos da casa e foi dito e feito. Após chegar ao empate, os catarinenses foram para cima procurar virar e assim sair do Z-4. Entretanto, a partida ficou 2 a 1 para o Vila Nova, que voltou a vencer em seu novo estádio.

Moisés marcou o segundo gol da partida e garantiu a vitória ao Vila Nova. Foto: Vila Nova Futebol Clube/ Cristóvão Matos
O Vila precisa acordar e ver que não dá para dormir com jogos em casa, pontos como este são essenciais e, nessa altura do campeonato, não se pode deixar escapar nada. Ainda teve uma falha grotesca do juiz com um pênalti polêmico. Não arriscaria falar se realmente foi pênalti, não deu para ver o lance direito, mas foi sim um lance difícil. Não posso dizer ao certo se o Vila foi beneficiado pela arbitragem, porém, como torcedora, acho isso uma vergonha. Se for pra vencer, que vença com méritos de seus jogadores e não da arbitragem.

Moisés novamente foi o cara do jogo. Ele mal chegou e em três jogos virou vice artilheiro do clube na temporada com quatro gols, mesmo número do capitão Robston, e ficou atrás somente de Fabinho.

Teremos uma pausa agora e, com isso, o Tigre terminou o primeiro turno na 10° colocação. O primeiro objetivo do clube, que era terminar o turno entre os dez colocados e longe do Z4, foi concluído. Isso eles conseguiram, porém, ainda falta muito. O time vai atrás do impossível, o Vila corre contra o relógio e não podemos negar que vamos lutar para não cair. Entretanto, se tudo se encaminhar como está, o Vila Nova vai alcançar o objetivo final, a permanência na Série B, para aí si, em 2017, poder pensar em algo mais, além de uma simples permanência.

O Tigrão hoje respira aliviado, porém, do outro lado, deixa o adversário afogado no rebaixamento. Foi um jogo chorado, mas pode ter sido muito importante para o time que vem buscando seu espaço nesta Série B.

                                                         DESPEDIDAS 
Goleiro Edson, e o volante Robston deixam o Vila Nova. Foto: Divulgação / Edson
Após serem campeões da divisão de acesso e do Brasileiro Série C em 2015 pelo Vila Nova, o goleiro Edson e o volante e capitão da equipe Robston se despediram na tarde desta quarta (3) e quinta-feira (4) do clube. Edson havia perdido seu lugar na equipe titular há alguns jogos, da mesma forma nosso capitão Robston, que não aceitou banco e, segundo ele próprio, não estava satisfeito com a atual comissão técnica e com o técnico Guilherme Alves, por isso optou por sair.

Seremos gratos ao dois, foram essenciais para a equipe em 2015. Daqui há alguns anos iremos lembrar que fizeram parte da reconstrução do novo Vila Nova Futebol Clube. Obrigado, Edson e Robston! Sucesso e boa sorte. No mais, Vila que segue.

Com Walter inspirado, Furacão segue a caçada pelo G4

Walter em noite de gala, levou vantagem na maioria das jogadas. (fonte: Tribuna do Paraná)
Na noite desta quarta-feira, o Atlético recebeu em sua casa o até então líder Corinthians e não decepcionou os mais de 27 mil torcedores presentes. Em noite muito inspirada, o atacante Walter foi o responsável pelos dois gols que mantiveram o Furacão na caça dos líderes da competição e cada vez mais próximo do grupo de classificação para a Libertadores da América.

Com bola rolando, a primeira etapa foi marcada pelo grande equilíbrio das duas equipes, tanto na posse de bola, quanto pelas oportunidades. O rubro-negro tomou a iniciativa da partida em busca do gol e teve mais chances de abrir o placar. As oportunidades que mais levaram perigo ao goleiro Cássio foram uma cabeçada de Marcos Guilherme e Hernani em dois momentos, um deles em cobrança de falta.

Pelo lado dos paulistas, a melhor oportunidade do primeiro tempo foi após um cochilo da defesa atleticana. Fágner tentou jogada com atacante em impedimento e acabou ficando com a bola dominada na linha de fundo, o lateral fez belo cruzamento para atrás e encontrou o volante livre de marcação que finalizou forte, porém no meio gol, o que facilitou a vida do arqueiro Santos, jogador que substitui Weverton, servindo a Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos.

Na volta do intervalo, o time visitante estava melhor e teve duas grandes oportunidades quase em sequência, mas parou no goleiro Santos mais um vez. A mais clara surgiu após cobrança de escanteio e Romero, dentro da pequena área finalizou, e o arqueiro foi buscar, sedendo mais um escanteio. Porém, no "terceiro quarto" da partida o Atlético conseguiu encaixar o que tem de mais perigoso em seu repertório, as jogadas de velocidade em contra-ataque. E foi assim que chegou ao primeiro gol, quando o zagueiro Paulo André, após recuperar a bola na intermediária, foi ao ataque e achou Wagner, que dominou e finalizou de no canto forte de Cássio. 

Com o placar a favor do time da casa, os visitantes, que defendiam a primeira posição, adiantaram suas linhas e o Atlético se armou definitivamente para dar o bote final. O gol que sacramentou a vitória saiu em um momento que o Corinthians aplicava uma pressão no Furacão, mas após uma cobrança de falta, a bola acabou sobrando para Lucas Fernandes, que puxou contra-ataque em velocidade desde o campo de defesa e rolou para o artilheiro da noite, que teve apenas o trabalho de tocar no contra pé de Cássio para dar número finais ao jogo.

O resultado colocou o Furacão temporariamente na sexta colocação e o Timão em segundo, porém ambos podem cair na tabela, pois a rodada ainda tem continuidade nesta quinta-feira e Palmeiras, Grêmio e Atlético-MG ainda não jogaram. 

Sequência difícil é o que espera o Atlético nas próximas rodadas. Nos próximos três compromissos pelo Brasileirão, o time sai para enfrentar o Flamengo no Espirito Santo na partida que fecha o primeiro turno. Já os primeiros duelos do segundo turno são contra Palmeiras (Arena da Baixada) e Atlético Mineiro (Independência). Além disso, a equipe de Paulo Autuori enfrenta do Grêmio pela Copa do Brasil.

O reflexo da incompetência

Apesar do erro de arbitragem interferir diretamente no resultado final do jogo, a derrota na última partida fez esgotar a paciência de boa parte da torcida (e desse humilde colunista que vos fala), a crise está estabelecida faz tempo no Joinville e nada de diferente acontece para isso acabar. Porque? Talvez por termos um presidente omisso e fraco? Por termos um “homem forte do futebol” que de forte não tem nada e nunca deu certo em nenhum lugar? Pode até ser essas duas coisas, mas a verdade é que o desânimo e a preocupação dominam a fiel torcida tricolor, que não quer ver seu time do coração voltando ao ostracismo e a lama. Acreditem, isso é muito possível, é só os incompetentes da atual gestão manterem a pegada, o que esperamos e rezamos para que não aconteça.

Que ano trágico
Foto: ANotícia
Essa torcida tricolor sofre, que ano triste para todos. Aliás, os últimos dois anos foram para desanimar qualquer um, são só fracassos, reflexo de planejamentos completamente equivocados e de pura incompetência de quem esteve lá. São muitos pontos a serem levantados, mas vamos focar mais nessa temporada e nas graves falhas que estamos cometendo, como dar liberdade para treinador trazer “peixinho” dele, caso do Lisca com Fabiano Eller. Esse zagueiro não pode ser titular no Joinville, extremamente lento e fraco, está matando nosso setor defensivo. Outro caso que irrita profundamente é o de Thomás, que já provou para todos que não tem capacidade para ser jogadores de futebol. Foi praticamente chutado do Flamengo, mas ainda consegue emprego em um clube grande como o JEC. O resultado? Ah, foi expulso de uma maneira fútil e irresponsável contra o Vila, nos deixou na mão, sendo que no 11 contra 11 tínhamos chance de vencer.

Tudo está ruim, mas sempre apareceu algo para dar o golpe de misericórdia, para aniquilar de vez com as esperanças; pois isso aconteceu e foi no dia seguinte, em uma entrevista que o presidente do conselho deliberativo do JEC deu a uma rádio da cidade (89 FM), dizendo que confia em Júlio Rondinelli. Dizendo que confia. Ou seja, a única pessoa que pode intervir nesse circo que estamos passando diz que confia em um dos principais culpados dessa palhaçada toda, e sim, é isso mesmo. Deu para captar o quão perdidos estamos? Creio que sim.


O rebaixamento está batendo forte na nossa porta.
Foto: Divulgação/JEC
Querendo ou não, a Série C está batendo e muito na porta do JEC, algo que é triste demais, pois devíamos estar brigando pelo acesso. Se for para levar mais a fundo, éramos para estar na Série A, mas isso entra em outros aspectos que já passamos e hoje temos que focar em fugir do rebaixamento, o que é triste, mas é o que nos restou. Toda essa draga que estamos vivendo, se acumula desde a gestão de Nereu Martinelli, até a atual de Jony Stassun. São erros atrás de erros que resultam nisso que estamos vivendo. É complicado, dói e quem mais sofre com isso é o “trouxa” do sócio, que faça chuva ou faça sol, frio ou calor, está na arquibancada, querendo que o time que ele tanto ama consiga vencer.

Apesar de toda a revolta e desse texto não ter falado tanto da derrota, confira abaixo a ficha técnica da derrota no JEC na rodada que fechou o turno:

Vila Nova 2-1 Joinville

Local: Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, Goiânia (GO);
Público e renda: 4.742 pessoas presentes, para uma renda de R$ 71.235,00;
Arbitragem: Nielson Nogueira Dias foi quem comandou o apito, ele foi auxiliado por Bruno César Vieira e Francisco Chaves Bezerra Júnior;
Cartões amarelos: Fernandinho (JEC) e Thomás (JEC);
Cartão vermelho: Thomás (JEC);
Gols: Joãozinho (VIL) e Moisés (VIL) | Danrlei (JEC). Confira os gols da partida clicando aqui;

Vila Nova: Saulo | Bruno Oliveira, Reniê, Guilherme Teixeira e Marcelo Cordeiro | Caíque (Robston), Reginaldo (Frontini) e Jean Carlos | Fabinho (Fernando Neto), Joãozinho e Moisés | Técnico: Guilherme;


Joinville: Aranha | Reginaldo, Darnlei, Fabiano Eller e Fernandinho (Murilo) | Naldo, Kadu, Everton Silva (Tinga), Bruno Ribeiro (Ligger) e Thomás | Jael | Técnico: Lisca.


Nós não merecemos essa vergonheira que estamos passando
Foto: Divulgação/JEC
Com a entrada de Tinga na partida, o JEC chegou a incrível marca de 40 atletas utilizados em 19 partidas. Sim, 40 em 19, um número que deixa explícito a beleza como foi feito o planejamento (sarcasmo). O tricolor agora vai ter 16 dias para trabalhar e volta a campo somente no dia 19; o adversário será o Luverdense na Arena Joinville, confronto direto na fuga pelo rebaixamento, é matar ou morrer.

O que nos resta é erguer as mãos para os céus e torcer para que esse tempo de trabalho nos ajude positivamente, e que ao fim do ano essas coisas ruins citadas nesse texto estejam bem longe, caso contrário, se a coisa não melhorar... bem, o desfecho todos já sabem.

Sem organização, tática, técnica ou estratégia, mas com três pontos

Foto: Uol
Brasileirão Série A 2016, 18ª rodada. O Vitória voltou a Salvador para jogo de vida ou morte contra o Coritiba. Partida que valia seis pontos contra um time também desesperado por pontos. O Coxa foi melhor boa parte do jogo e criou várias chances concretas de gol, mas faltou frieza e competência para sair com um bom placar de Feira de Santana. E no final foi castigado com gols do Vitória vindo de lampejos do atleta Marinho. Vitória 3 x 2 Coritiba.

RESUMO

Se no futebol tivéssemos a certeza que aquele ditado popular de "o que vale são os três pontos" seria conquistado sempre, independente de como o time atuasse, ou melhor, mesmo que a equipe não apresentasse nenhuma qualidade técnica, tática, organização e ou estratégia em conjunto, então esse colunista ficaria feliz e pediria que o Vitória sempre jogasse como ontem.

Mas a realidade do futebol nos mostra que, se nem sempre vence o melhor em campo, mais difícil ainda será para quem nada apresenta no que diz respeito ao que citamos acima. "Futebol é bola na rede" talvez esse seja o melhor ditado popular para esse esporte. Por outro lado, particularmente acho que futebol é muito mais que todos esses ditados populares que afagam o torcedor que sofre do sentimento de paixão. 

Entretanto, esse alento não configura um visão boa de futuro para o time e pode ser ilusório. O Vitória, para mim, se não melhorar muito pode não conseguir 23 pontos nos jogos que lhe restam no Brasileirão 2016, pontuação que fará o clube atingir 45 pontos e afastar a possibilidade matemática de ser rebaixado.

Vagner Mancini já mostrou que não vai mudar suas convicções em termos de modelo de jogo. Então que pelo menos saiba definir melhor as peças que serão escaldas como titular na equipe. Se Vander e Dagoberto não marcam e andam em campo, se Amaral já não faz o feijão com arroz, então é bem melhor apostar em atletas que tem mais técnica comprovada, mas que também ajudam na marcação de encaixes do time, só que em tese, terão mais qualidade com a bola para dar a equipe.

Que bom que os três pontos vieram. Que bom que o Coritiba conseguiu errar várias finalizações na cara do gol. Vamos para frente e ao torcedor, aviso que não deixe de rezar e orar por Mancini e esses atletas. É o que temos para hoje!
É isso aí galera!

Seja Sócio SMV!

Por @AdsonPiedade



FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 3 X 1 CORITIBA

Data: quarta-feira, 03 de agosto de 2016
Local: Estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana (BA)
Árbitro: André Luiz de Castro (GO)
Assistentes: Fabricio da Silva e Christian Sorence (ambos de GO)
Gols: Raphael Veiga (Coritiba), Juninho (contra para o Vitória), Marinho e Kieza (Vitória).
Cartões amarelos: Kanu e Flávio (Vitória) e Carlinhos (Coritiba).

VITÓRIA: Fernando Miguel; Diego Renan, Ramon, Kanu e Euller(José Welison); Willian Farias, Amaral (Flávio) e Sherman Cárdenas; Marinho, Dagoberto (Vander) e Kieza.
Técnico: Wagner Mancini

CORITIBA: Wilson, Dodô, Walisson Maia, Juninho e Carlinhos (César Benítez); Edinho, João Paulo, Raphael Veiga (Bernardo) e Iago (Neto Berola); Kleber e Kazim.
Técnico: Pachequinho

Vergonha para a nação carvoeira

Para quem vê de fora, o time do Criciúma não faz uma campanha ruim, afinal consegue sempre uma colocação entre os dez primeiros da tabela. Porém, para o torcedor carvoeiro, a situação não agrada.

Duas derrotas consecutivas, a primeira diante do Vasco, quando o time teve bom desempenho, porém não soube administrar as jogadas, e a segunda nesta terça contra o Paysandu, em casa, em que o clube fez o oposto do que fez em São Januário.

O primeiro tempo já se iniciou com o Criciúma sendo pressionado e isso durou o jogo todo. O Paysandu marcou o primeiro aos 27 minutos com Lucas, que aproveitou a falha da defesa do time da casa; marcou o segundo aos 15' do segundo tempo com Tiago Luís em uma cobrança de falta; fez o terceiro aos 45' da etapa final com Leandro Cearense em mais um falha da zaga; e só não marcou o quarto porque o goleiro Édson conseguiu fazer a defesa de um pênalti.

Depois da virada emocionante sobre o time do Paraná, a torcida esperava um time com a mesma raça, só que nem tudo é como esperamos. Os erros de escalação continuam, as finalizações erradas também. A evolução do time anda devagar e quase parando, jogadores atuam como titulares quando não existe habilidade suficiente, quando há alguém de um nível maior no banco. 

Na tarde desta quarta (3), após acontecer uma reunião do clube tendo como pauta os maus resultados, principalmente contra o Paysandu, foram dispensados os jogadores Elvis e Lucas Taylor do Criciúma. Precisa-se de mais oportunidades para os novos, mais atenção na escalação e, principalmente, precisa-se de mais alma, garra e coração.

Letícia Figueredo
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