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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Capitão Lucas Cunha comemora invencibilidade do XV na Copa Paulista

Foto: Michel Lambstein
O alvinegro de Piracicaba segue invicto na competição. A equipe comandada pelo técnico Cléber Gaúcho soma quatro vitórias e dois empates, mantendo a invencibilidade de seis jogos e a liderança do Grupo 3 da Copa Paulista. Na última sexta-feira (5), o Nhô Quim venceu o Red Bull Brasil pelo placar de 1 a 0, no Estádio Barão da Serra Negra, em Piracicaba. O zagueiro e capitão Cunha, que retornou à equipe após atuar em 2013 e 2014, comemora a boa fase do XV, que continua sem perder no campeonato.

- É muito bom estarmos invictos e estamos trabalhando muito para manter essa sequência. Isso é fruto de muito trabalho e comprometimento do grupo, que entendeu bem a filosofia do treinador. Esperamos manter essa boa fase na Copa Paulista, estamos confiantes, mas com os pés no chão. Vamos continuar trabalhando para comemorarmos no final, avalia o atleta.

Lucas Cunha, que reestreou pelo XV no dia 16 de julho, na vitória contra o Bragantino, fora de casa, por 2 a 0, é natural de Piracicaba e tem confiança do técnico Cléber Gaúcho no sistema defensivo do Alvinegro Piracicabano, que conta com a defesa menos vazada da chave ao lado do Red Bull (Toro Loko), com apenas três gols sofridos.

O Nhô Quim tem 14 pontos na tabela, quatro a mais que o segundo colocado. O próximo compromisso está marcado para domingo (14), data comemorativa ao dia dos pais, às 10h, no estádio da Rua Javari, em São Paulo, contra o Juventus – que ocupa a última colocação. Na primeira partida do turno o time piracicabano venceu o confronto por 3 a 0.

Valeu por você, Pacaembu

A noite de segunda-feira oito de agosto de 2016 ficou marcada para os amantes de arquibancada, boa resenha e muito futebol. Reservou muito saudosismo, amizade e muita festa.Os amigos que não se viam há tempos se encontraram em questões de segundos ao pisar aos arredores do palco Pacaembu.

Foto: globoesporte.com
O misto de nostalgia e saudade deu ao torcedor Corintiano um pouco de felicidade. Rolou um tal de futebol também, mas ele confesso que acabou ficando em segundo plano decorrente ao sentimento maravilhoso que o Pacaembu proporciona.

É claro que o empate não agrada, Giovanni Augusto fez o gol dele e nada mais. O Corinthians presente dentro de campo foi o mesmo que já venho falado aqui durante um tempo: muita movimentação e pouca finalização.

Cristóvão Borges foi chamado de burro ao trocar Romero por Marlone, será que o técnico realmente merece os xingamentos? Se pegar os jogos, o futebol não mudou muito do Tite para Cristóvão.

No papel, o time é bom e o isto o treinador tem escalado bem diante das limitações da equipe. Falta vontade dos jogadores e da torcida também em empurrar o time das arquibancadas. Se nem o Pacaembu foi capaz de proporcionar bom futebol é porque não nos encontramos ainda dentro de campo na temporada.

Valeu a noite por você Pacaembu, pela saudade de tudo o que vivemos em longos anos. Você continua sendo incrível.

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

E se o Nordeste tivesse sua Seleção Olímpica?

Uma grande pergunta, não acha? Hoje, vemos a Seleção Olímpica de o Brasil passar uma grande "vergonha" nas mãos de nós brasileiros. Douglas Santos foi o único nordestino presente na lista dos convocados para a disputa olímpica.

 Na imagem, a bandeira da Confederação do Equador.
Certo que muitos aqui não têm grande destaque, mas e se montássemos nossa própria seleção olímpica? Será que seria tão boa? Nós da equipe LF montamos este grupo de dezoito jogadores que disputariam a olimpíada, caso o Nordeste tivesse sua própria seleção.

Observações:

1- Apenas três jogadores acima de 23 anos
2- 15 jogadores abaixo dos 23 anos.
3- (quatro atacantes, três meias, três volantes, três zagueiros, três laterais, dois goleiros).
4- Jogadores convocados por seleção principal em competições oficiais FIFA não são considerados nesta seleção.
5- Naturalizados, apenas aqueles que já atuaram por mais de quatro anos no Nordeste alguma vez.

Goleiros: Caíque - 19 anos (Vitória); Jean - 20 anos (Bahia)




Zagueiros: Rafael Thyere - 23 anos (Grêmio); Jemerson - 23 anos (Monaco); Durval* 35 anos (Sport)









Laterais: Douglas Santos - 22 anos (Atlético/MG); Wendell - 23 anos (B. Leverkusen); Felipe - 22 anos (Fortaleza)


Volantes: Otávio - 22 anos (Atlético/PR); Feijão - 22 anos (Bahia); Danilo - 20 anos (Benfica)



Meias: Talisca - 22 anos (Benfica); Everton Felipe - 19 anos (Sport); Cleiton Xavier* - 30 anos (Palmeiras)


Atacantes: Everton - 20 anos (Grêmio); Ewandro - 20 anos (Udinese/ITA); Carlos - 20 anos (Atlético/MG); Walter* - 27 anos (Atlético/PR)


Suplentes: Yago - 21 anos (Figueirense); Luidy - 20 anos (CRB); Jefferson Nem - 20 anos (Náutico); Lucas Fernandes - 22 anos (Atlético/PR); Judivan - 21 anos (Cruzeiro); Geferson - 22 anos (Internacional); Rodrigão - 22 anos (Santos); Joazi - 19 anos (Náutico); Arthur Maia - 23 anos (Chapecoense) - Nove suplentes

Comissão Técnica

O treinador é uma grande dúvida. Poderia ser um nordestino sim, mas também qualquer outro treinador brasileiro que fosse bom, competente e capaz de assumir o cargo. Alexi Portela, presidente da Liga do Nordeste seria o presidente da Confederação.

Capaz ao título?

Será que este selecionado de atletas seria capaz de chegar ao menos na final? Com pouco de treino, dificilmente. Mas seria um começo, uma base, um futuro para nossa região que tanto sofre preconceito. Seja no futebol, e em várias outras coisas, somos tratados como diferentes aos demais, infelizmente isso é negativo.

Poucos jogadores são convocados à seleção, sendo naturais do Nordeste. E é impossível um jogador que esteja em clube nordestino chegar à seleção principal, isso só ocorre apenas em categorias de base.

Contra tudo e contra todos

Já esperávamos por uma partida complicada entre Cruzeiro e o time paulista, a Raposa que almeja o mais rápido possível a saída da zona de rebaixamento precisaria do triunfo para sair da parte desconfortável da tabela do Brasileirão, resumindo era um jogo com muitas coisas envolvidas e, infelizmente o juiz também sabia disso.

Sem tirar o mérito do primeiro gol da equipe paulista, até porque isso foi falha da marcação mineira, o que criou a grande revolta no torcedor foi o erro grotesco do juiz. Como um jogador é derrubado de forma inconsequente dentro da grande área pelo goleiro e o árbitro entende como lance “normal” de jogo e ao invés de agir de maneira correta que seria a penalidade e expulsão, ele resolveu mostrar o cartão amarelo para o Ábila que reclamou que seu joelho estava com a marca da chuteira de Cássio.

O confronto poderia acabar ali mesmo, isso acaba com a graça e emoção de qualquer espetáculo e é desse jeito que assassinam o futebol brasileiro dia após dia. E se não tivesse ocorrido essa falha grotesca, o roteiro do jogo poderia ser totalmente diferente, o jogo entre Corinthians e Cruzeiro era do tipo que se alguém falhasse poderiam custar os três pontos.

@Cruzeiro
Um empate no Pacaembu, sem duvida é um bom resultado, pensando em como o Corinthians é forte jogando lá. Cruzeiro demonstrou raça e perseverança conquistando um ponto com um time que está no G4 e detalhe a Raposa jogando fora de casa, empate que vai fazer diferença ao decorrer do campeonato.

Agora, o Cruzeiro começa a pensar no segundo turno, que é caso de vida ou morte, mais do que nunca é hora do time celeste encarar cada jogo como se fosse o ultimo, contra tudo e contra todos iremos sair dessa crise.

Foco total no próximo adversário, no domingo o Time do Povo vai enfrentar o Coritiba às 16h, no estádio Independência, sabem o que significa? Confronto direto, já preparem os corações.

Sobre o jogo:

Em campo, o Cruzeiro reagiu de acordo com nossas expectativas, é nítida a mudança do time, podemos ver uma defesa mais segura e objetiva e uma marcação com consistência.

Infelizmente, começamos o jogo de maneira negativa, assim como a partida passada, o adversário fez gol nos minutos iniciais do confronto e apenas com 01’ de jogo, em uma jogada que começou Marquinhos Gabriel que lançou para Giovanni Augusto balançar as redes.

A desvantagem no placar, não intimidou o Maior de Minas, que conseguiu criar inúmeras oportunidades para igualar o marcador ainda na etapa inicial, uma delas foi a polemica do jogo que aconteceu aos 07’, após lançamento de Ariel Cabral, Ábila driblou o goleiro e Cássio derrubou o atacante dentro da área, ou seja, mais do que obvio era penalidade máxima, entretanto segundo o juiz foi “lance normal” e mandou seguir a partida.

@Cruzeiro
Enfim, vida que segue, a obrigação dos jogadores era tentar esquecer o erro e focar no duelo e mesmo com a derrota parcial no resultado, a Raposa continuava melhor na partida e se esforçasse um pouco mais, o gol de empate iria sair.

Faço das palavras do Rafael Sóbis, as minhas, ele conseguiu resumir praticamente a primeira fase toda: “Temos que acertar o último passe e jogar contra o juiz também que ele está de palhaçada”.

Estavam-se acostumados com a irregularidade do Cruzeiro, fomos surpreendidos, a equipe azul e branca manteve a postura ofensiva e mostrou determinação em cada lance, em uma busca incansável do gol.

O gol do Cruzeiro veio aos 20’, depois de trocas de passes entre Henrique que lançou para Sóbis, que cruzou para o monstro Ábila chutar de primeira e lançar uma bomba no gol de Cássio e que golaço.

O Maior de Minas teve oportunidades de virar o confronto até os minutos finais, porém o resultado final foi o empate por 1x1. É assim mesmo Cruzeiro, não foi dessa vez a vitória, mas o importante é ver o time reagindo no Brasileirão.

Paula Fernandes - @Paula Fernandes

Trinta pontos na tabela e nenhuma derrota em casa

Munhoso, lembro que tu falou, ainda em junho, nos trinta pontos”, disse o meu amigo Sergio Silva lá do Forum Xavante.

Realmente e fechamos os trinta pontos com uma atuação espetacular no primeiro tempo. Isto mesmo, em quarenta e cinco minutos o Brasil fez os gols. Tudo em ritmo de cachoeira; foi chuá, chuá e chuá num grito só. Sem descanso para a garganta. Em dezenove minutos para ser mais preciso. E poderia ter sido muito mais, mas reclamar o quê? Difícil na verdade foi escolher o craque do jogo. Contrariando a turma, eu vou de Leandro Leite. O cara foi incansável. O guardião da nossa zaga deu muita tranquilidade a Leandro Camilo e Teco e segurou o repuxo ali na “meia-cancha”. Show de bola.

Um lance importante do jogo eu pesquei muito antes do juiz sinalizar. Eram aproximadamente três horas da tarde quando fui fazer o meu check-in e fraguei o Eduardo Martini ensaiando para defender o pênalti. Vejam a prova do que digo na foto em anexo. Foi com uma latinha de guaraná Fruki e Martini não deu rebote.

Diante da partidassa do Xavante vou fugir à regra e economizar nas letrinhas. Em vez de queimar pestana, transcrevo aqui o texto de Jonathan Silva publicado no site oficial do G. E. Brasil porque é algo raro em minha opinião.

“Foi uma partida pra lá de especial. Se o resultado de 3 a 0 encheu os olhos dos torcedores rubro-negros, a emoção se deu, também, por outro motivo. Quem adquiriu as camisas da Promoção Amor à Camisa Topper, uma série exclusiva feita para esperar a chegada do novo material esportivo, pode ver os guerreiros Xavantes ostentando os nomes gravados nos mantos. E se é para comemorar, felicidade dupla para a Onda Xavante, que com a camisa 3 vestida por Leandro Camilo, balançou duas vezes as redes. Quem também sacudiu o barbante foi Otávio Hax, dono da camisa 11 vestida por Ramon. O goleiro Maiclen, ou melhor Eduardo Martini, também está na história do jogo ao defender um pênalti.

O Brasil foi escalado para o último duelo do primeiro turno da Série B com: Maiclen, Balverdu, Rafaela Araujo, Bezerra, Mateus e Bruno, Luiz Tulipa, Cris Leite, Fábio Lemos, Frederico Alt, Wagner Brasil, Otávio Hax, Ana Lara, Vanderlei Avila, Onda Xavante, Marcelo Barboza, Maria Oxley, Hector Cury, Souza, Maria Luiza, Mariana Araujo, Quintanilha, José Wasieleski, Michel Wasieleski, Daniel Halal, Conrad, Sidnei Vieira, Motoyama, Gabriel Leite, J. Motta, Iara B.M., Nilvia Bezerra e João.

As camisas serão entregues aos seus ilustres donos em uma data a ser marcada e informada pelo clube. Os torcedores, cujos atletas reservas usaram as camisas e não ingressaram no jogo diante do Avaí, terão seus nomes colocados nas camisas para o jogo diante do Paraná, no returno da Série B”. - * www.gebrasil.com.br

Então é isso gente. Festa, muita festa no Bento Freitas. E o incrível é ver isso tudo sendo testemunhado pelas novas Arquibancadas que brotam em harmonia com o Time em campo. Coisa de Xavante.


Foto de Jonathan Silva_G.E.Brasil
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