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sábado, 13 de agosto de 2016

Rio 2016: Austrália é campeã e Brasil se classifica para Mundial de Rugby 7

Dia 8 de agosto, estádio de Deodoro. Esses foram local e data para serem colocados na história do Rugby nacional, e,  sobretudo, do Rugby feminino. No terceiro dia de jogos do Rio 2016, a seleção brasileira feminina conquistou seu grande objetivo no torneio, uma vitória que pode ser considerada a mais importante da existência da equipe e de todo o esporte brasileiro. Na decisão do nono lugar do torneio olímpico, o Brasil não deu chances para o azar e conquistou um 33 a 5 sobre o Japão, que garantiu imediatamente o país como seleção central da Série Mundial de Sevens Feminina para a temporada 2016/17.


Na decisão do 11º lugar, o Quênia derrotou a Colômbia por 22 a 10. Na disputa pela sétima colocação, a Espanha venceu tranquilamente Fiji por 21 a 0. E a disputa pela quinta posição foi uma batalha muito forte entra a França e os Estados Unidos, na qual as estadunidenses ganharam por 19 a 5.



Antes de ocorrer a grande final, Deodoro parou para um jogão entre Canadá e Grã-Bretanha valendo a medalha de bronze. E a honra de subir no pódio ficou com as canadenses, que fizeram um jogo perfeito e se impuseram, fazendo valer o favoritismo prévio e vencendo por 33 a 10.


Já no momento mais importante para o Rugby feminino, nada mais justo que uma partida de gala. Na primeira grande final olímpica da modalidade, a Austrália, campeã da última temporada da Série Mundial de Sevens e campeã da primeira edição feminina da Copa do Mundo de Sevens, em 2009, voltou a ser pioneira e confirmou uma temporada inesquecível, derrotando a Nova Zelândia por 24 a 17 em Deodoro, que testemunhou um momento histórico do esporte mundial.




Na fase de grupos, os confrontos ficaram da seguinte maneira: o primeiro jogo, início da caminhada histórica para o Rugby brasileiro, foi disputado sábado, dia 6. A estreia brasileira foi dura, como esperado. As Yaras encararam a Grã-Bretanha e foram derrotadas por 29 a 3, em partida que começou com domínio brasileiro. O Brasil teve controle de bola superior, trabalhou muito bem seus passes e, mesmo perdendo, não se intimidaram com a forte oponente e conseguiram marca seus primeiros pontos para a história.



No Grupo A, a Austrália largou na frente com vitória tranquila sobre a Colômbia por 53 a 0. O resultado inesperado da primeira rodada foi o triunfo de Fiji por 12 a 7 sobre os Estados Unidos. O equilíbrio era esperado e a vitória fijiana não foi uma zebra, mas o favoritismo era norte-americano.


No Grupo B, a Nova Zelândia começou também sem problemas, fazendo 52 a 0 sobre o Quênia. Já a França, que fez o primeiro jogo do dia, derrotou com contundência a Espanha por 24 a 7.




No segundo confronto, a seleção brasileira sofreu contra o Canadá e terminou o dia 6 sem vitória: 36 a 0 para as canadenses, que carimbaram vaga na próxima fase.

No Grupo A, a Austrália assegurou sua classificação com uma vitória imponente sobre Fiji, 36 a 0. No outro duelo da chave, os Estados Unidos atropelaram a Colômbia por 48 a 0.

No Grupo B, Nova Zelândia e França também carimbaram suas vagas. As neozelandesas passaram por 31 a 5 pela aguerrida Espanha. As francesas não tiveram problemas para deixar para trás o fraco Quênia, 40 a 7.



No segundo dia de jogos, as brasileiras conquistaram sua primeira vitória olímpica. No jogo mais aguardado contra o Japão, o Brasil se impôs e assegurou um triunfo muito festejado por 26 a 10, mas que acabou não rendendo a classificação às quartas de final para as brasileiras. O Brasil terminou como o pior terceiro colocado.



No Grupo A, Austrália e Estados Unidos protagonizaram o único empate da rodada, com um jogo emocionante, as duas seleções ficaram no 12 a 12. Já Fiji e Colômbia tiveram um jogo mais tranquilo, as Fijianas ganharam tranquilamente por 36 a 0 e com isso Fiji carimbava sua classificação.



No Grupo B, Nova Zelândia foi a única favorita que não decepcionou, derrotando a França por 26 a 7. E em partida difícil, as Leoas venceram em seu grupo o Quênia por 19 a 10.


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