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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Palmeiras bate Atlético-PR e mantém a liderança

Mais uma vez sem Jesus, ainda servindo a seleção brasileira, o Palmeiras foi até Curitiba enfrentar o Atlético-PR e conseguiu impor a primeira derrota em casa ao melhor mandante do campeonato até então. O resultado manteve a liderança com o alviverde que irá defendê-la contra a Ponte Preta, no próximo domingo.

O jogo não foi tão fácil quando no primeiro turno, quando o Palmeiras goleou os paranaenses por 4x0, mas não teve o sofrimento habitual em jogos na Arena da Baixada. Com marcação reforçada com Thiago Santos – Cuca sacou Cleiton Xavier do time -, o Palmeiras neutralizou bem os ataques do time da casa e explorava um trio ofensivo de muita velocidade formado por Roger Guedes, Erik e Dudu, formação essa mais parecida com as características do Gabriel Jesus.

Pouca coisa aconteceu de realmente perigosa no primeiro tempo. As equipes se estudavam muito e apenas chances isoladas apareceram. Quando parecia que o jogo ficaria no 0x0, apareceu a sempre forte bola aérea do Palmeiras e Vitor Hugo marcou o único gol do jogo. 1x0.

Vitor Hugo foi o autor do único gol na Arena da Baixada. (Foto: Globo Esporte)
Mesmo com a vantagem no placar, o Verdão voltou muito bem para o segundo tempo e teve duas ótimas chances de ampliar. Primeiro com boa jogada de Moisés aos trancos e barrancos, depois do Roger Guedes chegando um pouco atrasado para completar boa oportunidade.

Sem matar o jogo, cada ataque do Atlético, ainda que raro, podia colocar um jogo seguro em risco. Foi assim que os corações palmeirenses pararam quando Marcos Guilherme saiu na cara do gol, mas errou o passe final, já depois dos 40’. Foi o último susto para o goleiro Jailson, que mais uma vez fez boa partida e segurou a liderança para o Verdão, assim como parece ter garantido a vaga de titular na ausência de Fernando Prass.

O DESTAQUE: Seguro na defesa e salvador na bola aérea ofensiva, Vitor Hugo voltou a fazer um grande jogo depois de algumas partidas apenas razoáveis. Foi determinante para segurar o perigoso Walter.

BOLA MURCHA: Recuperando a vaga de titular depois de um merecido banco, Roger Guedes não fez um grande jogo. Sumido no primeiro tempo, perdeu uma ótima chance no começo do segundo tempo que poderia dar muito mais tranquilidade ao Palmeiras.

A alma de Conte precisa de ti Diego

Nesta segunda-feira (15) o Chelsea fez a sua estreia na nova temporada da Premier League em Stamford Bridge, o time azul de Londres também estreava seu novo treinador, o italiano Antonio Conte. Depois de uma temporada simplesmente ridícula, Os Blues buscavam começar o Campeonato Inglês mostrando que vai estar de volta na briga pelo titulo, mas o adversário também vinha muito embalado após uma excelente.


Os Hammers começaram o jogo bem ao seu estilo, tocando a bola e tentando entrar na defesa rival, mas a defesa do Chelsea, como uma genuína defesa de um treinador italiano não dava brecha para o rival, rapidamente os donos da casa dominaram o jogo, mas mostrava a velha apatia e falta de criatividade que marcou a última temporada dos Blues, tendo como única chance clara de gol, a mesma arma que marcou o time sem alma de Jose Mourinho, já nos acréscimos do primeiro tempo, Willian cobrou falta e Adrian salvou o West Ham.

No primeiro minuto do segundo tempo veio o presente dos Hammers, Antonio faz um pênalti ridículo em Azpilicueta e Hazard, que demorou praticamente 2.000 minutos pra fazer seu primeiro gol no campeonato temporada passada, com 47’ da etapa que se iniciou, abriu o placar para o Chelsea. Os Blues eram muito melhores na segunda etapa, Willian teve a chance de fazer o segundo, mas Adrian salvou novamente, o West Ham não havia chegado nenhuma vez na segunda etapa e estava cada vez mais acuado, mas aos 30’ surgiu a grande força dos Hammer, a bola parada, Payet cobrou escanteio e num bate e rebate na área o zagueiro Collins empatou o jogo.


O jogo esfriou muito depois do empate, o Chelsea já não conseguia chegar, mas já no final do jogo, Batshuayi, que entrará no lugar de Oscar, recebeu um lançamento e escorou para Diego Costa acertar um lindo chute cruzado e botar os Blues novamente em vantagem. O West Ham lutou pelo empate e nos acréscimos obrigou Courtois a salvar os três pontos. Em meio a especulações de que sairia do Chelsea e bancado por Conte, Diego Costa reflete o espírito que Conte tenta impor novamente nos Chelsea, uma coisa é certa, ambos estão prontos para levar Os Blues ao topo.

No duelo de mosqueteiros, o tricolor levou a melhor

No último domingo (14), dia dos pais, o Grêmio recebeu o Corinthians na Arena do Grêmio, às 11h da manhã, em partida válida pela 20ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro 2016. Para o "duelo de mosqueteiros", o objetivo de ambos era um tempero especial para esse clássico do Brasileirão: somar pontos para chegar à liderança da tabela. De um lado, o tricolor vinha de dois empates contra América-MG e Santa Cruz - que tiveram sabor amargo. Do outro, o clube paulista vinha de uma derrota para o Atlético Paranaense e um empate contra o Cruzeiro, que não vem jogando bem.

Foto: Rodrigo Rodrigues/Divulgação Grêmio
Para o confronto, o Grêmio teve um reforço enorme: sua torcida. 50.184 gremistas foram até a Arena para apoiar o Imortal e, além disso, o Tricolor havia conseguido a liberação para o retorno das barras, das bandeiras e da banda, que, indiscutivelmente torna o espetáculo cada vez mais lindo. E com certeza, isso fez toda a diferença na partida. Às 11h, o árbitro Braulio da Silva Machado autorizou o início do jogo.

O Imortal Tricolor iniciou a partida já levando perigo ao gol de Cássio no primeiro minuto de partida com Miller Bolaños, que ainda não havia marcado no Brasileirão. A marcação encaixada do Grêmio, aliada ao ótimo entrosamento da equipe, dificultaram muito a vida do Corinthians, que não conseguia ter uma sequência de passes. Aos 16' do 1º tempo, Pedro Rocha, que vinha fazendo uma partida melhor que as anteriores, recebeu o passe de Edílson, invadiu a área, passando por Uendel, superou Balbuena com um corte e concluiu para abrir o placar. Grêmio 1x0 Corinthians.

Foto: Rodrigo Rodrigues/Divulgação Grêmio
Após o gol, o Grêmio inflamou sua torcida e tirou o peso das costas por não ter marcado nas últimas duas partidas. Aos 19' Giovanni Augusto tinha tudo para empatar a partida, mas em baixo das traves, estava Marcelo Grohe em um dia inspirado. Grohe estava cara a cara com o corintiano e cresceu no lance, evitando o gol. O 1º tempo terminou equilibrado e com uma vitória parcial do Grêmio por 1x0.

Para a etapa complementar, o Grêmio voltou com o mesmo time e com o mesmo ritmo. Logo aos 3 minutos, o tricolor teve uma bela troca de passes no meio-campo e Douglas encontrou Everton livre pela direita. O "maestro pifador" fez jus ao seu apelido e acionou Everton, que deu um corte em Fágner e bateu cruzado de canhota, sem chances para Cássio. Grêmio 2x0 Corinthians. O Imortal Tricolor seguiu pressionando e conseguiu obter sucesso aos 16', quando Douglas, mais uma vez, "pifou".

Pedro Rocha recebeu a bola do camisa 10 e dividiu com Cássio. O goleiro soltou à redonda nos pés de Miller "The Killer" Bolaños, que não desperdiçou a oportunidade de marcar com o gol vazio e só teve o trabalho de empurrar a bola para o fundo do gol. Grêmio 3x0 Corinthians. O Imortal Tricolor foi muito superior na etapa final e essa superioridade se refletiu no placar elástico. O Grêmio, que ocupa a 3ª posição após a vitória, volta a campo no próximo domingo, às 11h da manhã, em Brasília, contra o Flamengo, em um confronto direto na luta pelo título.

"No duelo de mosqueteiros, o tricolor levou e melhor"

LEO FERNANDES || @leo_fernandes_9
LINHA DE FUNDO || @SiteLF

Rio 2016: Sobrando e sofrendo, o vôlei do Brasil na primeira fase dos Jogos Olímpicos

Enquanto elas sobraram, sem ao menos perder um set, eles encontraram dificuldades, mas conseguiram avançar; essa é a melhor definição para o voleibol nessa primeira fase dos Jogos Olímpicos, a qual vimos as meninas dando show e os meninos encontrando dificuldades contra adversários fortíssimos (o que é normal), mas que não conseguiram se encontrar nesses jogos onde a exigência é maior. Confira abaixo um balanço do que foi a fase de grupos para ambas as seleções.

Vamos em busca do ouro!
Feminino:

Com as meninas foi só alegria, já que venceram todos os jogos sem ter perdido ao menos um mísero set, prova de que elas vão com tudo em busca do ouro. Foram jogos muitos consistentes, os placares dizem por si só, foi uma seleção que não deu mole nem para os adversários mais fracos. Mas é como dizem, a melhor de se respeitar é indo para cima. O jogo que encontramos mais dificuldade foi o último, onde vencemos a Rússia por 3 a 0 (novidade), porém, foram sets mais apertados, tirando o terceiro. Sheila, Dani Lins, Jaque, Thaísa e Cia encheram toda uma nação de esperança em relação ao tri olímpico com as belas partidas que vem fazendo. Cá entre nós, está difícil alguém ganhar das nossas meninas, esperamos que isso se concretize!

Adversário nas quartas de final: China. 

Primeira fase perfeita das meninas!
Masculino:

Foi com as calças nas mãos, no último jogo, mas conseguimos, o Brasil está na próxima fase dos Jogos Olímpicos. Em cinco jogos, foram três vitórias (três placares de 3 a 1) e duas derrotas (dois 3 a 1), um pouco irregulares e abaixo para quem costuma ser o bicho papão junto dos Estados Unidos (que sofreram um pouco menos), mas o que importa é que passamos! As duas derrotas foram para seleções fortíssimas (EUA e Itália), porém, era esperado algo a mais do Brasil, o que explicitamente faltou, mas a nossa classificação veio, e foi na última rodada, a qual iniciamos fora da zona que nos levava para o mata-mata. Tivemos que parar N’Gapeth e Cia em um momento nervoso, o que não é nada fácil e deu um certo receio de ficarmos fora, mas conseguimos nos acertar e vencemos em um jogo pra lá de emocionante!

Adversário nas quartas de final: Argentina, que surpreendentemente, foi o líder da outra chave.

Foi sofrido, mas estamos na próxima fase!
@roberto_kza

Pré-temporada da NFL - Semana 1: Ela está de volta!

Cairo Santos foi um dos grandes destaques da primeira semana. Foto: Kansas City Chiefs
Após o inusitado e polêmico cancelamento do jogo do Hall da Fama – a tinta usada para pintar o gramado em Canton endureceu com o calor e impediu que Colts e Packers se enfrentassem no dia 7 de agosto –, acabou a tortura: a nossa querida National Football League voltou! Os mais de seis meses sem touchdowns, fumbles e interceptações finalmente tiveram fim.

Jogos pouco disputados e um medo constante de lesões marcam o período que antecede a temporada regular. Contudo, engana-se quem pensa que a pré-temporada não vale nada. Em jogo está o futuro de muitos atletas. Com as franquias tendo seus elencos muito inflados, esse é o período de avaliar os desempenhos e realizar cortes.

A pré-temporada da NFL começou na última quinta-feira e teve jogos em todos os dias até o domingo, com direito a placares apertados e até Hail Mary. Um dos grandes destaques da rodada foi o kicker brasileiro Cairo Santos, que quebrou o seu recorde de field goal mais longo. Tivemos ainda as estreias – nem tão boas assim – dos rookies Jared Goff e Carson Wentz (primeira e segunda escolhas do último draft, respectivamente). Jimmy Garoppolo mostrou solidez em campo ao comandar o ataque do Patriots e, sem Peyton Manning, Broncos fez rodízio de quarterbacks. A semana 2 da pré-temporada começa na próxima quinta-feira, com seis jogos.

Confira abaixo os destaques de cada duelo:

Washington Redskins 17 @ 23 Atlanta Falcons
Perante sua torcida, o Falcons não decepcionou. Os quarterbacks reservas de Atlanta, Matt Schaub e Sean Renfree, não perderam a oportunidade de mostrar serviço. Schaub lançou 179 jardas acertando 10 dos 15 passes que tentou, já Renfree conseguiu 101 jardas lançadas, acertando cinco dos nove passes que deu na partida. A grande jogada ficou a cargo do wide receiver novato J.D. McKissic que retornou um kickoff de 101 jardas para um dos touchdowns da vitória dos donos da casa.

Tampa Bay Buccaneers 09 @ 17 Philadelphia Eagles
Não foi um desastre total, mas também não foi a estreia que todos esperavam. O calouro Carson Wentz até demonstrou talento e afinidade com a bola oval, mas não fez uma partida entusiasmante: 89 jardas passadas, uma interceptação e ainda uma lesão nas costas que o tira do restante da pré-temporada da equipe de Philadelphia.

Carolina Panthers 19 @ 22 Baltimore Ravens
Com direito a parada no jogo para ver o 22º ouro olímpico de Michael Phelps, o Ravens venceu os atuais vice-campeões no sufoco. O fenômeno da natação é de Baltimore e é muito ligado aos times da cidade. Pelo lado do Panthers, destaque para o retorno do wide receiver Kelvin Benjamin, que passou um ano fora da equipe por lesão. Havia expectativa também para ver um possível retorno de Joe Flacco, pelo Ravens. Contudo, o QB, que lesionou o joelho na última temporada, ficou de fora. 

New Orleans Saints 22 @ 34 New England Patriots
Sem Brady, o ataque dos Pats foi comandado por Jimmy Garoppolo. O QB teve atuação consistente, completando 11 dos 18 passes tentados para um total de 168 jardas, mesmo sem os principais recebedores: Gronk, Edelman e Amendola. No lado dos Saints, Drew Brees só participou de um drive, que não resultou em nada.

Jacksonville Jaguars 13 @ 17 New York Jets
Em Nova York, quem se deu melhor foram os donos da casa. A equipe de Jacksonville chegou a abrir 10 x 0 na primeira etapa, com a lei do ex fazendo vítimas também na pré-temporada da NFL. O primeiro touchdown da partida foi do running back Chris Ivory, ex-Jets. Foi também o primeiro TD dele com a camisa dos Jaguars. Entretanto, nos dois últimos quartos os Jaguars acabou levando a virada. 

Denver Broncos 22 @ 00 Chicago Bears
O jogo entre Broncos e Bears foi marcado por uma batalha entre os quarterbacks de Denver. Após a aposentadoria de Peyton Manning, três quarterbacks brigam pela posição: Mark Sanchez, Trevor Siemian e Paxton Lynch. Sanchez começou como titular da equipe. Em seu primeiro drive já calou vários corneteiros conduzindo a equipe para o TD – o primeiro da era pós-Manning. No segundo quarto, Siemian foi a campo. Lynch teve toda a segunda etapa da partida para mostrar o seu potencial e teve boa precisão nos lançamentos.

Miami Dolphins 27 @ 10 New York Giants
Os Giants até começaram promissores, aplicando 10-00 já no começo. Entretanto, depois disso nada conseguiram fazer. Com direito a um festival de turnovers dos donos da casa, o time de Miami buscou a vitória. Ryan Nassib terminou com 7-15 para 75 jardas, duas interceptações e um fumble.

Detroit Lions 30 @ 17 Pittsburgh Steelers
Em Pittsburgh, um jogo movimentado, com muitos erros dos dois times e reviravoltas no placar. Melhor para os Lions que venceram os Steelers fora de casa. Destaque para o kicker de Detroit, que converteu quatro field goals (29, 28, 31 e 42 jardas). Os principais jogadores dos Steelers sequer participaram dos primeiros drives.

Minnesota Vikings 17 @ 16 Cincinnati Bengals
Jogando no Paul Brown Stadium, os Vikings conseguiram uma suada vitória diante dos Bengals. Em um típico jogo de pré-temporada, no qual as duas equipes mostraram desinteresse, destaque para o kicker de Minnesota. Responsável direto pela eliminação da equipe no wild card da temporada passada, ao errar um FG de 26 jardas, Blair Walsh mostrou estar focado e acertou um field goal de 51 jardas.

Cleveland Browns 11 @ 17 Green Bay Packers
Após ser dispensado pelo Washington Redskins no início da offseason, Robert Griffin III recebeu nova chance com o Cleveland Bowns. O quarterback, que ganhou a titularidade, deixou os torcedores animados após conectar um passe de 49 jardas já no comecinho. No entanto, um fumble e uma interceptação na sequência frustraram a torcida. RGIII será o 25° quarterback titular do Cleveland Browns desde a sua refundação em 1999. Assim, os cabeças-de-queijo não encontraram dificuldades para superar os rivais. Destaque para o QB reserva Marquise Williams.

Oakland Raiders 31 @ 10 Arizona Cardinals
O Arizona Cardinals recebeu o Oakland Raiders e acabou sendo dominado pelo time visitante. Erros, tanto defensivos como ofensivos, complicaram a vida dos mandantes. O grande destaque da partida foi o running back de Oakland George Atkinson III, com cinco corridas, 97 jardas e dois touchdowns.

Seattle Seahawks 17 @ 16 Kansas City Chiefs
Cairo Santos promete repetir as boas atuações da temporada passada também em 2016. Na partida diante do Seahawks, o Zika das Bicudas acertou 3 FGs: de 28, 49 e também 58 jardas – o maior da primeira semana de jogos e seu novo recorde pessoal. Entretanto, a excelente partida do brasileiro não foi suficiente para garantir a vitória ao time de Kansas City. Em um dos jogos mais emocionantes da primeira semana, o Seahawks conseguiu a virada, com direito a Hail Mary do quarterback reserva, nos segundos finais. 

Indianapolis Colts 19 @ 18 Buffalo Bills
Em mais uma partida de placar apertado, quem se deu melhor foram os Colts. Andrew Luck, que perdeu grande parte de 2015 por causa de lesão, nem entrou em campo já que a chuva que caiu antes do jogo deixou o gramado bastante escorregadio. Pelo lado de Buffalo, Dan Carpenter, kicker contestado da equipe, teve papel decisivo na derrota. O jogador falhou em um Field Goal que poderia ter definido a partida no último quarto.

Dallas Cowboys 24 @ 28 Los Angeles Rams
Havia grande expectativa para a primeira partida dos Rams no retorno a Los Angeles. Mesmo anotando um touchdown a 13 segundos de jogo e liderando o placar durante boa parte do tempo, o Cowboys não conseguiu sair vitorioso. Ainda assim, Dak Prescott teve partida brilhante para um rookie de quarto round: 10 acertos em 12 passes tentados para 139 jardas e dois touchdowns. Por outro lado, Jared Goff, primeira escolha geral do draft, não foi bem. O QB do Rams não começou o jogo como titular e saiu já ao final do segundo quarto com uma lesão no ombro. Enquanto esteve em campo, teve apenas quatro passes completos de nove tentados e uma interceptação. 

San Diego Chargers 10 @ 27 Tennessee Titans
Em excelente partida de DeMarco Murray, os Titans venceram com facilidade a fraca equipe de San Diego. Depois de um ano ruim na Philadelphia, o novo running back dos Titans anotou um touchdown de 71 jardas e teve mais seis corridas. O estreante Derrick Henry também se destacou correndo.

Houston Texans 24 @ 13 San Francisco 49ers
Blaine Gabbert tinha a faca e o queijo na mão: uma boa atuação praticamente o confirmaria como titular no começo da temporada dos Niners. O QB, porém, fez uma partida irregular. Chegou a conectar um passe de 43 jardas para touchdown, mas foi só. A pulga atrás da orelha de Chip Kelly voltou a incomodar e ele deverá dar nova chance a Kaepernick antes de eleger o seu titular. O quarterback Brock Osweiler, em quem os Texans investiram uma boa grana, participou de poucos snaps e quase nada fez.

Janaína Wille, @janainawille

Esquadrão Gigante: Inter Campeão da Libertadores

Dentro do estado do Rio Grande do Sul havia somente um time que tinha conquistado títulos e importância no cenário Internacional. O Tricolor Gaúcho era soberano nesse assunto, no estado era o único a ter conquistado duas Libertadores e um Mundial, algo que nós, colorados, infelizmente não sabíamos o que era, mas, no ano de 2006 mudou muito. O Grêmio viveu uma má fase, foi rebaixado pela segunda vez, com isso, o Inter fez jus ao seu nome e se tornou um clube internacional.

O Internacional venceu a Libertadores da América em cima do time que ganhou o Mundial de 2005, o poderoso São Paulo. O Inter que há tempos estava carente de grandes ídolos conseguiu ter craques que nunca serão esquecidos, Bolívar, Índio, Tinga, Alex, Rafael Sóbis e o líder dos líderes, o maior comandante que o Internacional teve em campo, nosso eterno capitão Fernandão. Passaram-se dez anos, muito coisa aconteceu na história do nosso glorioso time, porém esse título tem um gosto especial.

Vamos relembrar agora como começou essa caminhada para o Internacional ser o "Colorado das glórias, orgulho do Brasil".


Base formada e títulos perdidos

O Internacional que iria causar pavor nos adversários começou sendo formado pelo técnico Muricy Ramalho, em 2005. O Colorado que conseguia o tetracampeonato gaúcho bateu na trave em 2004 e 2005 na Copa Sul-Americana e só não foi campeão do Brasil em 2005 por causa de um escândalo, que causou a anulação de várias partidas e só beneficiou o Corinthians. Esse time que nascia ali, foi criado na base de duros golpes, foi criado com desejo de vingança, desejo de honrar a camisa do Inter. 

Time de 2005 foi mantido para manter a forma de jogo
Após ter perdido o nacional de uma maneira injusta, o Inter, também, perdeu seu técnico, Muricy Ramalho foi vestir a camisa do São Paulo. Um novo técnico deveria aparecer na casamata, mas a presidência queria alguém experiente em competições internacionais, o professor Abelão chegou e já colocou o time em suas mãos, com sua experiência e inteligência ele montou um time que nunca será esquecido. A zaga era um muro indestrutível, o trio Índio, Bolívar e Fabiano Eller eram três xerifões que protegiam a defesa e caso eles falhassem um experiente goleiro estava presente, Clemer. O meio campo era formado por jogadores com ótimo poder de marcação e com muito talento para sair jogando, Edinho, Tinga e Alex, era o meio campo que fornecia segurança para as laterais, Ceará e Jorge Wagner tinha total confiança que pareciam mais pontas do que laterais, a dupla abastecia constantemente o ataque. O ataque era matador com Fernandão e Rafael Sóbis faziam a defesa adversária ficar muito temerosa, porém  o Inter não conseguiu o penta campeonato gaúcho. Entretanto, essa derrota não abalou o Colorado que colocou como meta do primeiro semestre a Libertadores.

Caminhada libertadora

Depois de 13 anos sem participar da Copa Libertadores, o Inter voltava a entrar em campo pela principal competição da América do Sul. Em uma partida disputada na Venezuela, o Internacional empatou com o Maracaibo em 1 a 1. O time ficou lamentando um pouco, mas não abaixou a cabeça, pois o elenco sabia que dentro de seu estádio o jogo era diferente, não existia nada que pudesse destruir o sonho da Libertadores. Dessa maneira, os três jogos que foram dentro de domínios gaúchos apresentaram extrema superioridade colorada, com viradas históricas contra o Pumas e com goleadas expressivas de 3 a 0 diante do Nacional e 4 a 0 diante do Maracaibo. O Internacional passou de fase em primeiro lugar dentro da sua chave, com 14 pontos o time do Sul ficou em segundo colocado na classificação geral e sabia que quase todos os jogos seriam decididos em seu território.

Esforço e dedicação eram o lema do Inter de Abel Braga
No Beira Rio, o Inter é gigante

Nas oitavas, o clube do povo iria encontrar o Nacional-URU, rival que sempre trouxe péssimas lembranças para o Inter. O mesmo time havia sido campeão em 1980 em cima do fabuloso time de Falcão. O primeiro jogo do mata-mata foi no Uruguai e conseguimos uma ótima vitória de 2 a 0, no jogo de volta o Inter de Abel conseguiu passar de fase em um empate sem gols. Na sequência o time do Inter teve seu pior desafio na Libertadores, a LDU. No primeiro jogo, diante da altitude desumana de Quito, o Inter conheceu sua primeira e única derrota na competição, 2 a 1. O gol que fora marcado por Jorge Wagner foi extremamente importante para o jogo de volta, no caldeirão Beira Rio. O Inter conseguiu uma vitória por 2 a 0, gols de Sóbis e o talismã Renteria deram a classificação para a fase seguinte. A competição se afunilava e era hora de enfrentar os paraguaios do Libertad, time que em seus domínios estava muito bem, havia passado do River Plate e estava embalado na competição. O Inter conseguiu um empate em Assunção. Novamente o Beira Rio era o palco do segundo jogo. Empurrado por uma torcida muito mais que entusiasmada, que inclusive emocionou o durão Abelão, o Inter começou a partida pressionando o time paraguaio para dentro do seu campo. O Inter não estava sozinho, 50.548 pessoas empurravam o time, com fumaça, foguetes e apoio incansável, a torcida fazia sua parte, gritava constantemente. O Inter também fez a sua, com gols de Alex e Fernandão o Beira Rio veio abaixo, a final era brasileira, a final era do Clube do Povo contra o Campeão do Mundo, o imbatível São Paulo.





























Fator Rafael Sóbis

O Inter que chegava a sua segunda final de Libertadores contra o poderoso São Paulo, base do time que havia ganhado o titulo do mundo de 2005, era uma equipe forte, zaga paredão, meio articulador e ataque muito perigoso. O Inter sabia que o primeiro jogo no Morumbi, com 71 mil pessoas, era mais que a final, era o jogo do título. Poucos acreditavam que o forte time paulista podia perder em casa, logo a crônica dizia que um empate era ótimo resultado. Mas aquela noite não era do São Paulo, muito menos do Inter, o holofotes eram de um menino de Erechim, cria da casa, Rafael Sóbis. O brilho do jovem colorado cegou todas as estrelas paulistanas, seus dois gols decretavam uma enorme vantagem para o Inter, seus gols encaminhavam o título, nem mesmo o gol de Edcarlos podia estragar a noite do Inter, em que 3,5 mil colorados vibraram com a apoteótica vitória do time de Abel Braga nas cadeiras do estádio Morumbi. Na partida de volta um empate servia para o Inter se tornar Campeão.


A América é pintada de vermelha

A semana que antecedia a final da Libertadores foi marcada por uma expectativa incomum. Não existia outra coisa para se falar em Porto Alegre, tanto colorados quanto gremistas falavam do último jogo. Muitos torcedores dormiam em frente às bilheterias para conseguir o ingresso para a final. No mesmo dia de hoje, no ano de 2006 o Gigante foi invadido por uma massa de 60 mil colorados e o que antes era nervosismo e ansiedade, se tornou confiança e essa força se sentia da arquibancada, a cada desarme, cada dividida era um grito semelhante a um gol, isso era o elemento principal para a conquista do continente Sul-Americano. A partida foi antológica, o São Paulo atacava forte e quase marcava, mas foi o Inter que comemorou o primeiro gol. Aos 29 minutos, a bola foi alçada na área, Rogério Ceni bateu roupa e o Deus colorado marcou para o Inter, Fernandão marcava o gol para se tornar goleador da Libertadores. No segundo tempo o São Paulo conseguiu empatar a partida com Fabão, porém aos 20 minutos Tinga colocou o Inter em vantagem novamente, mas ao comemorar levou o segundo cartão amarelo e foi expulso da partida. O que era alegria se tornou em pânico, Lenilson empatou novamente para o tricolor, o Inter se recuou e a torcida começou a apoiar o time, a defesa colorada impedia todos os lances perigosos. No apito final de Horacio Elizondo o empate em 2 a 2 fez o Inter levantar a taça inédita. A América era vermelha, Inter se sagrava campeão da América. Era a consagração de Fernandão, de Rafael Sóbis, de Clemer, de Abel Braga, era a comemoração do torcedor Tinga, que representava todos os colorados do mundo dentro de campo. Esse time sabia o que era dar o máximo, sabia suas qualidades e seus defeitos, sabia como bater o São Paulo.








Taça nas mãos

Na final da partida, na sala de coletiva, o capitão do Inter, Fernandão, foi perguntado sobre qual era a principal virtude do Internacional e se ele se considerava uma estrela, o jogador respondeu: "Olha, não tem nenhuma estrela. Começa por aí. Um grupo de bons jogadores, mas sem nenhuma estrela. Um grupo sem vaidade. Ninguém queria ter mais gols, ninguém queria aparecer mais que os outros, enfim, ninguém queria ser “o cara do time”. Durante o tempo todo da Libertadores, o time lutou bastante, correu, brigou, foi unido. Os intervalos eram prova disso, sempre conversávamos para ajustar. Dentro de campo os jogadores da frente brigavam para que a defesa afastasse e eles respondiam lá de trás pedindo para que ajudássemos na marcação. Isso fez com que o time fosse criando cara. E a cada jogo, fomos vendo que o empenho estava sendo recompensado. Acho que essas foram as principais características da equipe durante toda a Libertadores. Essa vontade de ganhar, todo mundo se doando ao máximo, todo mundo marcando duro, chegando junto. O equilíbrio esteve sempre no grupo, nunca no individual".

Mas isso não era apenas um título inédito, era também a vaga para o Mundial Interclubes, era a vaga para enfrentar o Barcelona de Ronaldinho, era a chance única de mostrar que o Sport Clube Internacional era o maior time do Mundo de 2006. O início da coroação máxima estava recém começando, o Mundial era realidade. Yokohama aguarde, o Inter de 2006 está chegando.

Volte sempre freguês


Quando se fala em Chapecoense e Internacional, é impossível não se lembrar do histórico 9 de outubro de 2014, quando o Verdão aplicou o sonoro 5x0. De lá pra cá, as equipes haviam se enfrentado mais três vezes, sendo dois empates por 0x0 no Beira Rio, e uma vitória Chapecoense na Arena Condá por 1x0 do gigante Ananias.

Foto: Sirli Freitas
Na noite desta segunda-feira (15), as equipes voltaram a se reencontrar, no palco da histórica goleada, desta vez com ambos brigando para fugir da zona de rebaixamento. O Colorado após empatar em casa contra o Fluminense por 2x2 resolveu demitir Falcão, e contratou o lendário Celso Roth. Mas todos sabem que ele não é nenhum milagreiro, e falando em milagre, ele apareceu do lado Chapecoense, nos pés do argentino Martinuccio, que marcou nos acréscimos, e garantiu a vitória por 1x0, afastando o Verdão da zona de rebaixamento.

O jogo começou feio e truncado, muitos erros de passe e faltas de ambos os lados. A Chapecoense assustou logo no começo, quando Cléber Santana arriscou de longe, muito forte, passando por cima da meta de Marcelo Lomba. A resposta colorada veio um minuto depois, Valdívia cobrou escanteio na cabeça de Sasha, que acertou o travessão de Danilo.

A torcida Chapecoense compareceu em grande número, e não se calou, jogou junto com a equipe, fez a Arena Condá tremer, e foi com essa força que Hyoran teve a melhor oportunidade da primeira etapa, e só não marcou por que Lomba se esticou todo e espalmou na cobrança de falta do meia Chapecoense, levando o 0x0 para o intervalo.

Na segunda etapa, Gil deixou o campo e deu lugar ao volante Matheus Biteco, foi dos pés dele que saíram as melhores chances, aos 15 minutos arriscou de longe, rasteiro, para boa defesa de Lomba. Depois aos 17’, pegou forte de primeira, mas a bola foi para fora.

O tempo ia passando, e parecia que o 0x0 seria inevitável, com os visitantes jogando fechado, não deixando o Verdão chegar próximo da área de Marcelo Lomba, já os donos da casa não faziam diferentes, Thiego e Filipe Machado muitos seguros anulavam o ataque Colorado.

A única forma do Verdão se aproximar da área do Internacional, era nas jogadas de bola parada, e foi em cobrança de escanteio aos 38 minutos, que o zagueiro Filipe Machado cabeceou e Marcelo Lomba esperto espalmou, salvando o Colorado.

Alguns torcedores já deixavam a Arena Condá, mas o ditado já diz “o jogo só termina, quando acaba”, e quem saiu, não viu a bela jogada de Bruno Rangel, que encontrou Kempes na área, o centroavante fez o pivô, e encontrou o argentino Martinuccio livre, que chutou forte, por baixo de Marcelo Lomba, estufando as redes, e enlouquecendo a Arena.

A vitória foi importante, primeiro pelo confronto contra o Internacional, o gosto da vitória contra a dupla Gaúcha é especial, segundo por ter afastado a equipe ainda mais da zona de rebaixamento, ficando agora na 10° colocação com 27 pontos, seis a mais que o Figueirense de Argel, primeiro no Z4.


Nesta segunda-feira, vimos novamente que em Chapecó, o Internacional não é nada, a não ser uma equipe que treme toda vez que vê ou ouve falar em Chapecoense. A cidade tem uma equipe que nos orgulha, enquanto muitos ainda insistem em criticar, talvez a mágoa ainda seja pelos 5x0.

Para finalizar, desejo sorte ao rival vermelho, com a derrota de hoje, completou 12 jogos sem vitória, marcou a estreia de Celso Roth, quem sabe não seja hora de apelar para o Chapolin Colorado, um abraço freguês, volte sempre. E Chapecó, JAMAIS será Inter.

Marcelo Weber || @acfmarcelo
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