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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Uma partida razoável em que tomamos três

Oeste peca nas finalizações e perde para o CRB em Alagoas 


O Oeste, vindo de vitória na última rodada em casa diante do Paysandu por 1 a 0, foi até Alagoas para enfrentar o embalado o CRB, em um jogo que começou bem truncado, apenas com o clube mandante com chances mais perigosas e assustando várias vezes a zaga oestina, que também obteve algumas oportunidades mal finalizadas.

Porém, em um momento de desatenção da defesa do Oeste na saída de bola, o CRB não desperdiçou e facilmente abriu o placar, chutando no canto esquerdo do goleiro Felipe Alves, que não teve muito o que fazer. O Rubrão não se acanhou e, aos 34 minutos da primeira etapa, por muito pouco não empatou a partida com Léo Arthur, que chutou bem, mas que infelizmente o CRB conseguiu salvar em cima da linha. O problema do Oeste foi que a equipe perdeu inúmeras oportunidades e isso não pode acontecer, já faz algumas rodadas que o time anda pecando muito na finalização.

Na segunda etapa, o negócio foi mais diferente, os times exigiram mais um do outro. O Oeste começou bem, digamos que mandou mais no jogo, indo bastante para o ataque, porém não conseguia finalizar corretamente e acabava isolando ou recuando a bola para o goleiro. O time mandante foi mais esperto e, em um contra-ataque, o jogador do CRB cruzou na área e a bola acabou desviando em Francis e indo para o gol, ampliando o placar.

Logo em seguida, quando o Oeste já não tinha mais esperança, o CRB fez mais um com o carrasco do Oeste chutando forte no canto novamente, matando o jogo. Porém, bem no final, depois de tantas vezes tentando, o Rubrão acertou um belo chute de fora da área aos 40 minutos com Felipe Rodrigues. O time até tentou ir para cima fazer mais um, mas já era a tarde, finalizando então o resultado em 3 a 1 para o CRB, no Estádio Rei Pelé, em Maceió.

Oeste não está jogando tão mal, apesar desse toque de bola, que já não faz mais tanto efeito como era antes, e essas finalizações mal sucedidas, a equipe vem pelo menos criando jogadas, indo para cima do adversário e isso é bom para se manter. Porém, para melhorar de vez, precisa aproveitar mais as oportunidades e parar de desperdiçar tanto como é anda acontecendo.

O Rubrão agora terá quatro dias para se preparar para enfrentar o Paraná Clube na próxima rodada, sábado, em Barueri, às 16h. O Oeste precisa vencer e fazer seu papel, prevalecendo seu mando de campo.

VAMOS OESTE! 
Césare Boralli || @cesareboralli 
Linha de Fundo || @SiteLF

Olívio volta e traz junto a felicidade da vitória: CRB 3 a 1 Oeste

CRB e Oeste batalharam pela segunda vez nesta Série B. Hoje, o confronto em Maceió foi válido pela 22ª rodada. Marcado pelas voltas de Galdezani, Juliano e Olívio no time titular, o jogo foi muito bom tecnicamente e bem interessante para quem assistiu.

Foto: João Victor Souza (TNH1)
Primeiro tempo

Podemos dizer que este primeiro tempo foi do Olívio e, com ele, tivemos a "volta" de Luidy. O time é outro com o Olívio. A equipe marcando muito melhor e o camisa 5 do Galo até desarmou umas bolas no ataque. Aos 20 minutos, em troca de passes atrás, defesa do Oeste falhou feio, tocou errado e Olívio deu o bote certo. O volante pressionou e a bola chegou a Luidy, que invadiu a área e bateu de direita na saída do goleiro Felipe Alves. CRB 1 a 0.

Resultado de imagem para Olívio CRB 2016
Olívio voltou a jogar depois de quatro partidas fora. E com ele, sua braçadeira de capitão
Aos 23 minutos, o CRB avançou a marcação e criou outra chance quando Luidy entrou com liberdade e quase marcou o segundo gol, já que a bola passou muito perto. Não demorou muito e, aos 25', o Galo roubou mais uma no campo de ataque e Roger entrou na área com liberdade. Ele tentou Neto Baiano, mas Francis se antecipou e faz bem o corte.

Pressionando e deixando espaços atrás, o CRB tentava ampliar a partida. Mas, em um contra-ataque rápido do Oeste no minuto 35, Léo Arthur recebeu livre e bateu, Juliano estava vencido na jogada e a bola caminhava praticamente por cima da linha do gol. Entretanto, Olívio com um carrinho evitou o gol de empate e ouviu a torcida gritar seu nome da arquibancada.

No final do primeiro tempo, aos 43 minutos, o Galo ainda chegou mais uma vez. O Oeste saiu jogando mal, Galdezani roubou e entrou livre na área, o volante bateu à meia altura e o goleiro fez milagre. 

Segundo tempo

Nos quatro primeiros minutos do segundo tempo, parecia que o Oeste pressionaria totalmente o CRB e não cederia mais os espaços que cedeu no primeiro tempo. Aos 15 minutos, Marcos Martins cruzou da direita à meia altura e Francis cortou mal, a bola entrou devagar no gol do Oeste e o goleiro nada podia fazer. CRB 2 a 0.

Aos 19 minutos, Luidy recebeu na esquerda e, como é natural de toda sua temporada, puxou para a perna direita, levou a bola para a área e bateu, o goleiro tentou defender, mas não segurou a finalização que ainda desviou na defesa. Foi o segundo gol de Luidy na partida, o sexto na Série B. CRB 3 a 0.


Resultado de imagem para Luidy CRB 2016Luidy é o artilheiro do CRB nesta Série B de 2016.

Ao longo de todo segundo tempo, a equipe visitante segurava a bola tanto na defesa, como no ataque. O Galo aproveitava e tentava trabalhar sempre nos contra-ataques. Aos 26 minutos, Magrão recebeu, avançou em longa distância no campo ofensivo e preparou para a finalização já dentro da área, mas mandou errado para fora.

Aos 40 minutos, Felipe Rodrigues limpou a marcação, ganhou espaço para o arremate e acertou um belo chute, Juliano ainda saltou, mas não pegou. Um lance isolado, jogada individual e sem falha de marcação. CRB 3 a 1 Oeste. Após o gol, o Oeste ainda tentou marcar outra vez, mas não conseguiu. Depois dos 45', o CRB segurou a bola e começou a tocar. Diego caiu dentro da área no último minuto, mas o árbitro nada acabou. O lance continuou e partida acabou. CRB vencendo em casa novamente.

Próximo compromisso

O Galo volta a jogar agora no dia 3 de Setembro, mais conhecido como próximo sábado. O jogo é contra o Criciúma em Santa Catarina, às 21h. Lá, o CRB deve ter a volta de Zé Carlos para o time titular. Com a vitória de hoje, o Galo foi aos 37 pontos, figurando a 3ª posição. O alerta é que, com a vitória do Brasil de Pelotas fora de casa contra o Bragantino, o time pode deixar o G4 na próxima rodada se for derrotado. Mas a boa notícia é que, após o próximo jogo, o CRB terá duas partidas em casa, podendo assim conquistar os seis pontos.

Romário marca primeiro gol pelo Dragão e comemora vice-liderança na Série B

Na noite desta segunda-feira (29), o Atlético Goianiense empatou em 2 a 2 com o Ceará, no Serra Dourada, em partida que abriu a 22ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro e segue firme na briga pelo acesso. A equipe rubro-negra ocupa a vice-liderança da competição com 38 pontos conquistados. Mas a noite foi ainda mais especial para o lateral Romário, que balançou a rede pela primeira vez vestindo a camisa do Dragão.

"Um pouco antes de chegar ao vestiário, um amigo me mandou uma mensagem dizendo que tinha sonhado que eu faria um gol contra o Ceará. E aí quando saiu o pênalti, eu lembrei disso e não tive dúvidas de que daria certo. Foi um gol muito importante e muito especial por se tratar do meu primeiro com a camisa do Atlético e que eu já vinha buscando há muito tempo e o melhor tudo, é que pude oferecer para minha família", revela o camisa 6 atleticano.

O lateral-esquerdo, que sofreu uma lesão no jogo diante do Avaí no dia 21 de junho, ficou quase 2 meses fora dos gramados. O atleta passou por uma cirurgia no quinto metatarso do pé direito e voltou apenas na vigésima rodada, no jogo contra o Oeste, no Serra Dourada.

"Ter ficado fora por esse período foi muito difícil, nunca tinha passado por uma lesão grave assim na minha carreira. Busquei forças em Deus, na minha família e amigos, procurei focar o máximo possível para voltar o quanto antes. Agora estou de volta e feliz por estar ajudando o clube novamente", conta.

No G4 desde o início da Série B, o Atlético Goianiense tem mais um jogo difícil na próxima rodada. O Dragão enfrenta o Vila Nova, sábado (03), às 16h, no Serra Dourada."Clássico é sempre um jogo a parte. Conhecemos muito bem o Vila Nova e sabemos que não será uma partida fácil. Nós vencemos no primeiro turno e vamos fazer de tudo para conquistar os três pontos agora também", finaliza Romário.  
Foto: Álvaro de Castro / ACG

City faz primeiro tempo mágico e vence mais uma

(MirrorUk)
O que podemos dizer do primeiro tempo do City contra o West Ham? Algo fascinante, uma atuação digna de manual. Guardiola deve ter ficado bem contente com o que viu, elenco entrosado, com total posse da bola, a equipe de Londres não passou do meio campo. Já a segunda etapa sofreu um pouco, mas nada que afetasse o resultado.

A primeira etapa foi um espetáculo sobre as 4 linhas, De Bruyne, Silva, Nolito e Cia deram à bola um tratamento que há tempos não recebia. Sterling, contestadíssimo na temporada passada, começa em alto nível a época. O regularíssimo a subestimado Fernandinho fez mais uma partida exemplar, sendo coroado com um gol.

(MirrorUk)
O Manchester City abriu 2 x 0 com Sterling e Fernandinho na primeira etapa, mas bem que poderia ser uns 5, já que a equipe fez o que quis e deixou os Hammers na roda. Já a segunda etapa foi mais complicada do que parecia, a equipe Londrina conseguiu reter um pouco da posse da bola e aproveitou o cansaço e acomodação compreensível do City para ir em busca de um gol, conseguindo com Michael Antonio, que faz grande início de temporada.

O 2 x 1 era um resultado perigoso, mas o City conseguiu manter a tranquilidade para saber administrar o placar e fazer o gol de encerramento na final da partida, mais uma vez com Sterling, grande nome do City no início de temporada.

Vitória convincente do City, o foco agora é o United no dia 10 de setembro, após a data Fifa. Guardiola e Mourinho se encontrarão mais uma vez. Depois de anos rivalizando na Espanha, chegou a hora deles medirem forças no maior campeonato do mundo, ingredientes não faltam a essa grande partida, Manchester, a Inglaterra e o mundo vão parar por causa do Dérbi. Para finalizar, VAI CITY.

Guia dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 - Parte 1

Superação, coragem, grandeza, emoção e igualdade, valores que permeiam os Jogos Paraolímpicos. No Rio de Janeiro, de 7 a 18 de setembro, a cidade estará mais colorida com as competições de vários paradesportos e o Linha de Fundo preparou com muito carinho um guia.

Atletismo e Maratona

O brasileiro Alan Fonteles (Foto:CBP/divulgação)
As pistas do Engenhão ficarão pequenas para a qualidade dos atletas envolvidos nessa modalidade. Um dos oito esportes a estar nos Jogos Paralímpicos desde o início, em Roma 1960, o atletismo terá 1.100 competidores. As competições irão acontecer no Estádio Olímpico do Rio de Janeiro, ou Engenhão, do dia 8 ao dia 17 de setembro. No programa paralímpico, teremos provas na pista de 100 a 5.000m; e no campo, com saltos, lançamentos e arremessos. Ainda existe a maratona, que acontecerá pelas ruas do Rio, a qual tem o brasileiro Tito Sena como favorito.


A melhor marca do Brasil no atletismo foi em Londres 2012, quando o país conquistou sete ouros, oito pratas e três bronzes, ficando em sétimo no quadro de medalhas da modalidade. Teresinha Guilhermina, Petrucio Ferreira, Yohansson Nascimento, Daniel Tavares, Felipe Gomes, Alan Fonteles e Shirlene Coelho são esperança de medalha. Todas as provas são divididas por categorias, já que existem deficiências de todos os tipos ⎯ visuais, intelectuais e físicas. Existem numerações, especificações e classes em cada prova para facilitar a identificação da competição e do grau de deficiência de cada esportista.



Halterofilismo



Força e técnica são as principais características dos atletas desta modalidade. No programa paralímpico desde Tóquio 1964, o halterofilismo tinha apenas pessoas com lesões na coluna no início, mas ao longo dos anos foi se adaptando e hoje inclui outros tipos de deficiência, como hipertonia, ataxia, atetose, deficiência em membros (amputação), amplitude passiva de movimento diminuída, potência muscular prejudicada, diferença entre comprimento de pernas e baixa estatura combinada com outra deficiência. As mulheres participam desde Sydney 2000.



A competição, que será realizada no Riocentro, é disputada da seguinte forma: os atletas deitam de costas no banco e podem utilizar um ou dois auxiliares para levantar a barra de peso; quando o halterofilista estiver com controle total da barra, ele executa o levantamento e cada um tem três tentativas.



Triatlo



O Forte de Copacabana será o palco do triatlo durante os Jogos Paralímpicos. A mistura de três grandes e tradicionais modalidades forma essa competição, que une atletas na natação, ciclismo e corrida. Está será a primeira competição paralímpica do triatlo e terá características parecidas com o evento Olímpico. As distâncias serão de 750m de natação, 20km de ciclismo e 5km de corrida, atletas com diferentes deficiências estarão envolvidos. Teremos eventos em três classes para os homens (PT1, PT2 e PT3) e três para as mulheres (PT2, PT4 e PT5).


Hipismo

(Foto: Flickr)
A história entre homem e cavalo já é antiga e, com essa relação, veio o investimento na reabilitação de pessoas com deficiência e, utilizando essa ótima parceria, surgiu o hipismo paralímpico, que está no programa dos Jogos desde Atlanta 1996. Assim como na Olimpíada, homens e mulheres batalham lado a lado pela medalha e, de acordo com cada deficiência, os atletas utilizam uma "ajuda", seja com selas adaptadas ou pessoas que apoiam os deficientes visuais. São cinco categorias e, quanto menor o número da classe, maior a deficiência.

• Classes Ia e Ib: cadeirantes, atletas com pouco equilíbrio do tronco e/ou deficiência nos quatro membros ou sem equilíbrio do tronco e boas funções dos membros superiores.

• Classe II: cadeirantes ou pessoas com alto grau de deficiência motora no tronco, com boas funções dos membros superiores; além de atletas com alto grau de deficiência no braço e leve deficiência na perna ou grave deficiência unilateral.

• Classe III: normalmente os atletas conseguem se locomover sem auxílio. Têm deficiência moderada unilateral ou deficiência moderada nos quatro membros e comprometimento severo do braço. Deficiência visual total ou severa.

• Classe IV: atletas com deficiência em um ou dois membros ou alguma deficiência visual.

Vela

(Foto: CBP/Divulgação)
A corrida de barcos à vela iniciou no século XVII, porém, em 1996, Atlanta, esse esporte foi posto como demonstração nos Jogos Paraolímpicos. A competição destinada a atletas com deficiência visual e/ou física entrou para o calendário oficial na edição seguinte, em Sydney, 2000. Os barcos devem seguir nas regatas um percurso montado na Marina da Glória em menor tempo, contam com o vento para terem sucesso nas provas, no período de 12 a 17 de setembro. Há um sistema de classificação funcional, o qual considera os aspectos relativos à estabilidade corporal e amplitude do campo de visão para categorização das embarcações que não segrega os gêneros.

 2.4mR: tripulado por um único atleta, que pode ter uma deficiência mínima.

• SKUD 18: barco para dois tripulantes paraplégicos, um com deficiência severa e outro com deficiência mínima, sendo que é obrigatória a presença de uma mulher.

 Sonar: classe para três atletas. Cada um recebe uma pontuação que varia de um a sete, de acordo com seu grau de deficiência. O conjunto não pode somar mais que 12 pontos.

Canoagem de velocidade

Esta modalidade estreia na Paraolimpíada no Rio 2016. A bordo de caiaques, atletas com deficiências físico-motoras classificados a partir do seu potencial de movimentação para as regatas separam-se em KL1, KL2 e KL3 e percorrem 200m, em linha reta, no menor tempo. Nos dias 14 e 15, na Lagoa Rodrigo de Freitas, ocorreram seis provas com disputa de medalha dos Jogos Paraolímpicos.

Remo

Acompanhados de um anjo da guarda, o timoneiro, os atletas das três classes percorrem mil metros em linha reta. Os barcos são modificados de acordo com suas adaptações, podendo ser tripulado por um, dois ou quatro remadores, e o uso de próteses e órteses são regulamentados. As provas acontecerão na Lagoa Rodrigo de Freitas do dia 9 ao 11 de setembro.

• Skiff individual A: para atletas com deficiência no tronco e nas pernas, cuja mobilidade se restringe aos ombros e aos braços.

• Skiff duplo TA: destinada a atletas que realizam movimentos com o tronco e os braços. A prova é realizada em duplas formadas por um homem e uma mulher.

• LTA: para atletas que usam as pernas, o tronco e os braços para a remada. Esta categoria inclui até duas pessoas com deficiência visual. A embarcação é ocupada por quatro integrantes, sendo dois homens e duas mulheres, além de um timoneiro, independente do sexo e não precisa ter deficiência.

Natação

O nadador brasileiro multicampeão, Daniel Dias (Foto: Estadão)
No calendário paraolímpico desde a primeira edição dos Jogos, em 1960, Roma, a natação é um dos esportes mais tradicionais. Entre os dias 8 a 17 de setembro no Estádio Aquático Olímpico, os brasileiros André Brasil e Daniel Dias mergulham nas águas e são a nossa maior esperança de medalhas. Seja 50m a 400m, independente dos quatro estilos (livre, costas, peito ou borboleta) e da prova, revezamento ou medley, os nadadores devem buscar o menor tempo.


É o esporte com o segundo maior número de atletas, apenas atrás das delegações de atletismo. Os nadadores são agrupados em 14 classes funcionais e é proibido o uso de próteses durante a competição. Os grupos são definidos através das características de força muscular, mobilidade articular e motora (S1 a S10) e capacidade visual (classes S11 a S13), quanto maior a deficiência, menor a classe.

Mariana Sá | @marigarboggini e Cássia Moura | @cassinha_moura

Botafogo joga bem, mas perde para o Atlético-PR

Botafogo parou na trave e no goleiro (Foto: Guiliano Gomes/ PR Press)
Na noite desta segunda-feira (29), o Botafogo visitou o Atlético-PR na Arena da Baixada em partida válida pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Visando a terceira vitória seguida, o Glorioso jogou bem e criou várias oportunidades. No entanto, o Alvinegro não conseguiu o triunfo e foi derrotado por 1 a 0. Com o resultado, o Botafogo segue na décima terceira colocação, com 26 pontos, a dois da zona de rebaixamento. O próximo compromisso do Glorioso é válido pelas oitavas de final da Copa do Brasil, quinta, às 20h, diante do Cruzeiro.

O JOGO

O Furacão começou arrasador. Com uma forte marcação, o Atlético não deixava o Botafogo trocar passes. E logo aos 6 minutos, o gol veio. Após cobrança de escanteio na medida, Hernani, sozinho, mandou para o fundo das redes. 1 a 0. Aos 10', Nicolas mandou a bola no segundo pau e Luan escorou para o meio da área, Hernani, de cabeça, quase ampliou. 

A partir dos 20 minutos, o Glorioso enfim cresceu na partida. Hernani saiu jogando errado e Sassá aproveitou sobra. O atacante, precipitado, tentou finalizar com força mas mandou a bola para fora, desperdiçando o que seria o empate. Aos 22', pela direita, Bruno Silva surpreendeu e emendou um chute forte com efeito na direção do gol. A bola bateu na trave e foi para fora. Seria uma pintura. No minuto seguinte, o goleiro Santos saiu da pequena área e não achou nada. A bola ficou rondando a área do Atlético e por pouco o Botafogo não aproveitou para empatar. Com maior posse de bola, o Glorioso teve a grande chance de igualar o placar aos 45 minutos. Após cobrança de escanteio, Bruno Silva escorou dentro da área e a bola sobrou para Sassá. Na cara do gol, o atacante mandou para cima na tentativa de tirar o goleiro Santos da jogada. Mais uma oportunidade desperdiçada. Aos 46', o primeiro tempo chegou ao fim. 

O Botafogo retornou para a etapa final sem alterações. A primeira substituição promovida pelo técnico Jair Ventura aconteceu somente aos 13 minutos, quando Salgueiro entrou no lugar de Airton. Aos 25', Luis Ricardo fez excelente jogada pela direita e cruzou na medida para Neilton, que de primeira bateu na direção do gol. Santos fez ótima defesa e evitou o empate, que naquela altura, era mais que merecido. Percebendo o bom momento, Jair Ventura promoveu a segunda alteração no time, tirando Bruno Silva e colocando Leandrinho em campo. Aos 28', Hernani, em cobrança de falta de longe, mandou uma bomba na direção do gol. Sidão fez excelente defesa, mandando a bola pela linha de fundo. Aos 34', Camilo bateu falta com perfeição e mandou a bola no ângulo. No entanto, o goleiro Santos se esticou todo e evitou o gol. No minuto seguinte, Neilton foi substituído por Rodrigo Pimpão. Aos 37 minutos, Luis Ricardo desviou de cabeça e mandou a bola na trave, logo após cobrança de escanteio. Aos 41', Pimpão chutou forte, rasteiro e Santos defendeu novamente. O Glorioso pressionava o Atlético e na base do desespero, quase empatou o jogo. Aos 49', o juiz apitou. Derrota injusta. 

OBSERVAÇÃO

Apesar da derrota, o Botafogo esteve melhor no jogo. Perdeu em uma bobeira bem no início. Criou diversas oportunidades de gol. No mínimo um empate. Agora é vencer o Grêmio e continuar fora da zona de rebaixamento. 

Botafogo brincou de perder gols. Não pode. 

Carli é reserva do Renan Fonseca. Isso é um absurdo. O zagueiro falhou no gol do Atlético e não acompanhou Hernani que, sem marcação, fez a festa. Neilton e Camilo não tiveram boa atuação, Sassá perdeu duas oportunidades de ouro e Pimpão não entrou bem. 

No domingo, Victor Luis deverá ser titular. É bom jogador, Diogo Barbosa que se cuide.

FICHA DO JOGO

Atlético-PR 1
Santos, Léo, Paulo André, Thiago Heleno, Nicolas; Otávio, Hernani, Pablo; Lucas Fernandes (Juninho), André Lima (Marcão), Luan (João Pedro). Técnico: Paulo Autuori. 

Botafogo 0 
Sidão, Luis Ricardo, Renan Fonseca, Emerson Santos, Diogo Barbosa; Airton (Salgueiro), Bruno Silva (Leandrinho), Rodrigo Lindoso, Camilo; Neilton (Rodrigo Pimpão), Sassá. Técnico: Jair Ventura. 

Estádio: Arena da Baixada (PR). 
Árbitro: Leandro Vuaden (RS). 
Assistentes: Jorge Eduardo Bernardi (RS) e Lucio Beiersdorf Flor (RS). 
Gol: Hernani (6' do 1º T). 
Cartões amarelos: Thiago Heleno, Hernani e Lucas Fernandes (Atlético-PR); Diogo Barbosa e Leandrinho (Botafogo). 
Público: 13.221. 
Renda: R$ 177.945,00. 

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 
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