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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Argentina é líder na estreia de Bauza

O novo comandante da Seleção Argentina, Edgardo Bauza começou com seu novo projeto com uma bela vitória diante do Uruguai e com algumas novidades. Patón resolveu inovar e apostar alto no ataque. Para isso, Dybala e Pratto, foram os escolhidos para atuarem junto de Di María e Messi contra o forte elenco do Uruguai.

Desde o apito inicial, em Mendoza, tudo mostrava que a Era Bauza iniciaria de vento em popa, em muitos aspectos, levando a Albiceleste a se recordar de times épicos com seus momentos gloriosos. O jogo foi muito calmo e até mesmo a expulsão de Dybala não fez o impeto mudar.

Foto: Deive Pazos
Diante do forte time Charrua o novo técnico montou uma linha de quatro que estava muito bem sólida, com uma boa saída de bola e com toques precisos. Onde essa linha estava fortemente guarnecida por Biglia e Mascherano, que davam confiança para a defesa. Já na frente, Dí Maria, Messi e Dybala eram os responsáveis pela criação. E novamente Lionel se mostrou ser o cérebro albiceleste dentro das quatro linhas.

O esquema montado por Bauza foi muito eficiente e essa mudança era percebida por todos, pois tanto a dedicação tática, quanto o ânimo dos jogadores estavam contagiantes. As atitudes dentro de campo mostravam isso e um exemplo foi  Pratto, que de longe não foi o melhor em campo, mas sempre um lutador à frente da fortíssima zaga charrua.

Análise do lado do Uruguai, veja


Ismael Schonardie|@Ismahsantos 

Amigos, amigos, duelo à parte

Nesta quinta-feira (1º), o Uruguai visitou a seleção argentina em Mendoza, pela sétima rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018. O que a Celeste encontrou foi um adversário organizado e um camisa 10 decisivo. Mais uma vez, o craque Messi fez a diferença e foi o autor do gol da partida que terminou em 1 a 0.


Foto: Andres Larrovere/ AFP
Os minutos iniciais do jogo foram marcados pela presença uruguaia em campo, porém, quando o argentino de cabelo platinado resolveu arrumar e comandar a sua seleção, o cenário mudou. Com essa vitória no clássico do Rio da Prata, a Argentina tomou a liderança do Uruguai que caiu para segunda colocação com 13 pontos. O próximo jogo da Celeste será na terça-feira (6), diante o Paraguai, às 20h (Brasília).

O último compromisso das Eliminatórias havia acontecido em março, até a partida de ontem, teve uma pausa grande, de Copa América Centenário a Olimpíada. Depois do evento de junho nos Estados Unidos que trouxeram resultados ruins ao Uruguai, foi preciso relembrar que esta era a seleção líder das Eliminatórias, com quatro vitórias, um empate e uma derrota.

A Celeste começou o jogo confiante, contudo estava atenta as possíveis infiltrações argentinas desenvolvidas por tal camisa 10. Os Hermanos deixaram existir a possibilidade de jogo adversário na etapa inicial, mas, a formação de quatro homens no setor ofensivo alertou a seleção uruguaia para um jogo mais defensivo. A maior parte do jogo ficou concentrada neste setor do Uruguai.

Facilidade os argentinos não encontraram. O gol, aos 42 minutos da primeira etapa originou-se a partir de uma jogada individual do jogador do Barcelona, Messi, que chutou de fora da área e contou com a sorte, pois a bola bateu na trave e nas costas do goleiro Muslera antes de entrar.

O segundo tempo, o Uruguai estava com um jogador a mais, pois ao final dos primeiros 45 minutos, o jovem Dybala foi expulso por receber o segundo cartão amarelo. O ataque uruguaio não conseguiu mostrar eficiência, enquanto a defesa se destacou com as interrupções de jogas argentinas.

Para o primeiro encontro entre Messi e Suárez, após os dois jogarem juntos no Barcelona, o uruguaio ficou de coadjuvante. Assim como o companheiro de ataque Cavani, Suárez tentou elaborar jogadas individuais que não tiveram êxito. O camisa 9 tentava se colocar no jogo dentro do possível, mas não conseguiu modificar o placar final.

Análise do lado da Argentina, veja

Com carinho, Cássia Moura (@cassinha_moura)

Equador joga mal e vê Jesus brilhar em estreia

Por Stéfano Bozza

(Foto: Reprodução/Internet)
Depois de uma ótima arrancada inicial, o Equador vinha de dois jogos sem vitoria (empate contra o Paraguai e derrora para a Colômbia), a La Tri tinha jogo duro pela frente em busca da recuperação: o Brasil recém assumido por Tite e com moral depois do título Olímpico. A resposta não foi positiva.

Mesmo atuando dentro de casa e com um discurso de que o adversário não assustava mais, o Equador não conseguiu repetir as boas atuações das primeiras rodadas e praticamente não assustou o goleiro Alisson. Quem quase abriu o placar muitas vezes foi o Brasil, exigindo boas defesas do goleiro Dominguez.

As jogadas mais perigosas eram sempre pela esquerda, aproveitando a velocidade de Montero em cima de Daniel Alves. O que sobrava em velocidade, faltava em calma para concluir melhor. Caicedo,  nas bolas aéreas, não teve nenhuma  para marcar. A melhor oportunidade equatoriana foi um presente de Renato Augusto que Noboa desperdiçou.

Na etapa final, tudo piorou para a La Tri. O Brasil voltou ainda melhor e começou a dominar o meio. Agravando a situação, a seleção equatoriana sequer encaixava contra-ataques.

Parecia o cenário perfeito para um velocista estragar a festa local. Gabriel Jesus roubou a cena e aproveitou mais uma bobeira incrível da defesa equatoriana para achar o pênalti que Neymar aproveitou para abrir o placar. O mesmo Jesus ainda matou o jogo com outros belos gols.

Uma estreia de ouro para o menino brasileiro que, acostumado com a camisa 33 no Palmeiras, quebrou um tabu do mesmo número em anos. E colocou uma dúvida sobre o futuro equatoriano nas primeiras posições que deverá ser respondida na próxima partida contra o Peru.

Pré-temporada da NFL - Semana 4: Acabou a brincadeira

Acabou. Isso mesmo, não é um teste. A pré-temporada 2016 chegou ao fim e, finalmente, está na hora de começar a séria guerra em busca de um só objetivo: o Super Bowl LI no NRG Stadium, em Houston. Como já é normal, as franquias não deram muita atenção aos jogos, já que, a uma semana da temporada regular, é necessário ter atenção com as lesões. Vamos aos jogos e resumos da semana:


(Foto: Divulgação/NFL)
Jacksonville Jaguars 15@17 Atlanta Falcons
Em um jogo tecnicamente pavoroso, os Falcons venceram os Jaguars por um placar bastante apertado. Sacks, fumbles, interceptações e dois FGs desperdiçados por Jacksonville marcaram a partida. Os visitantes sairam na frente com um TD no comecinho da partida. A equipe de Atlanta, contudo, não tardou a igualar o marcador e virou ainda antes do intervalo.

Tennessee Titans 21@10 Miami Dolphins
Com os titulares de ambas as equipes jogando apenas alguns snaps, os Titans dominaram a partida do começo ao final. Com um nível técnico muito baixo, tivemos um festival de turnouvers nesse jogo. Titans terminou a pré-temporada com três vitória e uma derrota. Já o Dolphins, conquistou duas vitória e perdeu outras duas partidas.

New York Jets 6@14 Philadelphia Eagles
O "empolgou" chegou à Filadélfia. Diante do Jets, o Eagles conseguiu virar a partida no Lincoln Financial Field e terminou a pré-temporada invicto, deixando o adversário com três derrotas. New York saiu na frente em jogada entre Bryce Petty e Robby Anderson, que deu no primeiro touchdown do jogo. Porém, a franquia de Philadelphia converteu um retorno de punt de 71 jardas e uma interceptação de 90 jardas, virando o placar.

Pittsburgh Steelers 6@18 Carolina Panthers
Foi uma lavada do Panthers no Steelers, que sofreu bastante com a defesa adversária. O jogo, apesar de alguns sacks, foi fácil para Carolina, que completou passes importantes e não teve tantos problemas durante o confronto. Péssimo para Pittsburgh, que passou três quartos sem pontuar e só foi abrir o marcador no último período.

Indianapolis Colts 13@10 Cincinnati Bengals
Foi um duelo bem equilibrado no Paul Brown Stadium. No primeiro tempo, ninguém quis pontuar e o placar ficou em branco. As ações começaram mesmo na etapa final, quando cada kicker acertou um field goals. O Colts ainda fez outro FG, mas Alonzo Russell marcou o touchdown para colocar o Bengals na frente. Entretanto, a dois minutos do fim, Stephen Morris deu um ótimo passe para Tevaun Smith marcar o touchdown e a virada.

Buffalo Bills 0@31 Detroit Lions
Um verdadeiro massacre do Lions sobre o Bills. Sem um ponto sequer, a franquia de Buffalo viu os adversários atropelarem a defesa e marcarem pelo menos um touchdown por quarto. Foi uma noite muito difícil para os visitantes.

Washington Redskins 20@13 Tampa Bay Buccaneers

No jogo que abriu a semana 4 da pré-temporada, na quinta-feira, a equipe da capital americana derrotou com relativa facilidade a franquia de Tampa Bay. Sob forte tempestade, o jogo corrido dos Redskins esteve sólido. Quem mais se destacou foi o running back Mack Brown, com incríveis 156 jardas e um touchdown. Pelo lado do Buccaneers, ao menos um alento: após um começo tenebroso de pré-temporada, o kicker Robert Aguayo, selecionado incrivelmente na segunda rodada do Draft desse ano, finamente fez uma partida consistente, com 3/3 FGs, inclusive um de 50yds.

Baltimore Ravens 23@14 New Orleans Saints
A vitória de Baltimore, a quarta da pré-temporada, foi construida principalmente no segundo quarto, já que a franquia marcou dezesseis dos vinte e três pontos. Josh Johnson, que briga com Ryan Mallett pela vaga de reserva de Joe Flacco, foi destaque e conseguiu um ótimo desempenho, ao contrário de Mallett. O Saints chega na temporada regular com zero vitórias e já começa a ficar preocupado, já que, mesmo sem muita relevância, não é bom sair zerado de preseason.

Chicago Bears 21@7 Cleveland Browns
Contra um Cleveland Browns praticamente todo titular, os reservas de Chicago se mostraram muito engraçadinhos e conquistaram a primeira vitória da franquia na pré-temporada. Cleveland também terminou a preseason com apenas uma vitória.

Green Bay Packers 7@17 Kansas City Chiefs
Em mais uma partida segura de Cairo Santos, os Chiefs derrotaram os Packers. O kicker brasileiro termina a pré-temporada com 9/10 FGs e 7/7 xps. Os Packers chegaram a abrir o placar, mas depois de anotar o primeiro touchdown da partida, mais nada conseguiram produzir.

Los Angeles Rams 25@27 Minnesota Vikings
Foi uma semana muito difícil para o Vikings. A perda de Teddy Bridgewater por rompimento do ligamento anterior cruzado e deslocamento do joelho esquerdo pode deixar a franquia sem o QB por um ano ou mais. Além disso, o QB 2 Joel Stave saiu do jogo mais cedo por lesão e também preocupa. Não está fácil para Minnesota, mas está pior para o Rams, que perdeu para o time todo desfalcado. Cada time ficou um quarto sem pontuar e, apesar dos quinze pontos no último período, foi tarde demais para Los Angeles.

New England Patriots 9@17 New York Giants
O Patriots segue tremendo ao ouvir o nome do Giants. Mais uma vez, a franquia não conseguiu vencer e viu sua freguesia aumentar diante do time de New York. No MetLife Stadium, Tom Brady até entrou em campo e fez alguns snaps, já que está suspenso por quatro jogos da temporada regular. O QB ajudou a equipe a converter um touchdown com K. Martin, mas errou a conversão de dois pontos. Depois disso, o resto do jogo foi todo dos donos da casa e o QB Ryan Nassib chamou atenção, colocando a defesa de New England no bolso.


(Foto: Divulgação/NFL)
Houston Texans 28@17 Dallas Cowboys
O Texans começa a temporada 2016/2017 com moral elevada: 100% na preseason. Jogando em casa, os reservas do Dallas Cowboys começaram a partida superiores aos rivais, porém não mantiveram o ritmo até o final. Destaque para o calouro Anthony Brown, que conseguiu uma interceptação e retornou 59 jardas para conseguir a pick six.

San Francisco 49ers 31@21 San Diego Chargers
De virada, os Niners conseguiram uma vitória para iludir a torcida nessa última semana de pré-temporada. Christian Ponder teve uma noite muito inspirada, correndo para dois TDs, e Colin Kaepernick mostrou solidez.  Como já era esperado, Kaep não se levantou na hora do hino estadunidense. O quarterback segue firme no seu protesto contra a opressão racial do país e dessa vez ganhou a companhia do parceiro de time Eric Reid. Ambos ajoelharam no momento da execução.

Denver Broncos 17@38 Arizona Cardinals
Durante a última semana, a confirmação de Trevor Simian como quarterback titular na temporada regular movimentou Denver. Nessa última semana de preseason, contudo, o QB 1 sequer entrou em campo e quem liderou o ataque do Broncos por mais tempo foi Paxson Lynch. O começo até foi empolgante, com os visitantes abrindo 10-0 no marcador. No entanto, não demorou muito os Cards assumirem as rédeas da partida e vencer com propriedade esse duelo de reservas vs reservas.

Seattle Seahawks 23@21 Oakland Raiders
Para fechar a pré-temporada, um jogo que resume o que é a preseason: bizarra! Até o terceiro quarto, quem liderou a partida foi a equipe de Oakland, pelo placar de 5 a 3. No finalzinho, com times totalmente reservas e muitas peças que provavelmente serão cortadas, as equipes marcaram 36 pontos.

Tite chegou e trouxe a esperança junto

Na noite desta quinta-feira, o Brasil foi a campo para enfrentar o Equador, na altitude de Quito. A partida tinha tudo para ser especial: estreia de Tite, a Seleção se reerguendo no futebol, o histórico favorável contra o Equador e, não menos importante, a possibilidade de uma vitória em Quito. A Seleção brasileira vinha para a partida empolgada com a conquista do ouro e buscando continuar se reerguendo no futebol após alguns vexames. A expectativa era de uma vitória, mas uma derrota não seria absurda devido ao curto tempo de trabalho que Tite teve para esse confronto.

Neymar, Gabriel Jesus, Marcelo, Coutinho e Casemiro comemorando o gol da Seleção.
Foto: AFP
Na etapa inicial, o Equador veio para o "abafa" e tentava pressionar a saída de bola do Brasil de todas as formas possíveis, quase nos causando um grande problema já nos primeiros minutos de partida. Jefferson Montero, pela esquerda, voou mais alto que Daniel Alves e Casemiro e quase abriu o placar para os donos da casa. O Equador teria feito o primeiro gol se não fosse Miranda, já que o zagueiro e, agora capitão da Amarelinha, estava bem posicionado e evitou o gol. O Brasil teve um bom toque de bola, boas triangulações e algumas tentativas sem sucesso. O primeiro tempo terminou morno e empatado.

Para o 2º tempo, as duas equipes voltaram sem alterações. Já no minuto inicial, Neymar recebeu na ponta canhota, abriu para o meio e chutou forte, com muito perigo para o goleiro, mas a bola não entrou. Aos 15 minutos, Tite resolveu mexer na equipe e trocou Willian por Philippe Coutinho, "o pequeno mágico", como é chamado. A entrada de Coutinho ajudou a melhorar a parte técnica da equipe, provou que a escolha foi boa e o Brasil estabelecia uma pressão sobre o Equador, que tentava se defender da melhor forma possível.

O Brasil tentava com Renato Augusto, aos 18 minutos, com Neymar tirando tinta da trave, aos 19', mas o gol só veio aos 26'. Após uma boa jogada, Gabriel Jesus passou por Mina e foi derrubado pelo goleiro Domínguez dentro da área. Neymar foi para a cobrança e bateu forte no canto direito do goleiro, que pulou bem, mas não conseguiu alcançar. Equador 0x1 Brasil. A Seleção seguiu bem na partida e ampliou aos 41'. Após cruzamento de Marcelo, Gabriel Jesus de calcanhar fez Equador 0x2 Brasil. E, para "fechar o caixão", Jesus recebeu de Neymar, girou e bateu no ângulo, sem chances para o goleiro. Equador 0x3 Brasil, com direito a um show de Jesus.

Gabriel Jesus, destaque da partida, comemorando seu gol.
Foto: Rodrigo Buendia/AFP
Nesse texto, quero destacar a atuação positiva da Seleção e a estreia de Tite. Há algum tempo não via o Brasil fazendo boas partidas ou, sequer, vencendo fora de casa. Há algum tempo que também não via jogadores vibrando em campo com a camisa Amarelinha, que é pesada, como vi nos jogos e se repetindo com Gabriel Jesus ao sofrer o pênalti. Há algum tempo que não via a equipe jogando com alegria, entrosada e fazendo boas trocas de passes. Acredito que essa mudança de postura do Brasil tem um nome e me arrisco a dizer que é o de Tite.

Tite e Neymar comemorando o primeiro gol do jogo
Foto: Pedro Martins/MoWA Press
Pouco antes dos Jogos Olímpicos, Tite foi anunciado como novo treinador da Seleção e poderia comandar o Brasil nas Olimpíadas, mas o próprio técnico rechaçou e preferiu que Micale fosse mantido. No entanto, quando alguma emissora transmitia partes dos treinos em matérias de telejornais, Tite estava sempre ao lado de Micale - acredito que passando um pouco de seu conhecimento - e agora, com apenas 12 dias após os jogos, o que é pouquíssimo para uma preparação, ele conseguiu transmitir aos atletas a sua filosofia de trabalho e parece ter resgatado a verdadeira Seleção.

Tenho dito e repito, Tite chegou e trouxe a esperança de que voltaremos a ser uma Seleção respeitada e temida pelos nossos adversários. Tite chegou e trouxe a esperança junto.

LEO FERNANDES || @leo_fernandes_9
LINHA DE FUNDO ||  @SiteLF

Eu "cinco" muito

Quando o assunto é Copa do Brasil, o Cruzeiro entende e por isso tem o favoritismo do seu lado e o respeito de seus adversários. A Raposa, que tem quatro títulos na competição, passou o trator em cima do Botafogo, foram cinco gols fora de casa, um grande passo para as quartas de final.

Infelizmente, o Cruzeiro não tem mais chances de uma vaga para Libertadores e título pelo Campeonato Brasileiro. A única oportunidade que temos é pela Copa do Brasil e a Raposa respira, meus amigos.

@Cruzeiro
A maneira que ganhamos é digna de uma grande comemoração. Só quem é cruzeirense sabe tudo que estamos passando e ver o Cruzeiro vencendo e convencendo, mostrando um futebol eficiente é a melhor maneira de reacender as esperanças do torcedor. Não sei vocês, mas sinto o cheirinho de penta.

Apesar da euforia, sabemos que cada jogo é considerado uma final e não podemos achar que está garantido. Devemos ter o foco total para o jogo de volta, que acontecerá no dia 21 de setembro, às 21h45, no Gigante da Pampulha.

Sobre o jogo:

Quando o confronto é fora de casa, Mano Menezes aposta em um time mais seguro e não arrisca muito, porém tira vantagem em trocas de passes, que sempre resultam em perigo ao gol do adversário. Mesmo jogando no Rio de Janeiro, a equipe mineira não se intimidou, logo no primeiro tempo Arrascaeta fez bela jogada com Ramón Ábila e o que não é normal aconteceu, já que o monstro Ábila errou o gol. Depois desse momento, pudemos reparar qual seria a postura do Cruzeiro.

O jogo era aperto e equilibrado, com grandes oportunidades para as duas equipes, Sassá do lado carioca, era o terror para a zaga do Maior de Minas. Entretanto, tínhamos o quarteto com Robinho, Arrascaeta, Abila e Sóbis que eram os principais responsáveis pela criação de novas jogadas.

Porém, tem dois ditados que nunca falham no futebol: a lei do ex e quem não faz gol, leva. Apesar da força de vontade do time celeste, quem saiu na frente no marcador foi o Botafogo, aos 37 minutos, com Sassá.  O gol carioca não abateu o grupo estrelado e, já no final do primeiro tempo, em uma cobrança de escanteio, Renan Fonseca empurrou Henrique com o braço e o juiz interpretou como penalidade máxima. Ábila na cobrança de pênalti deslocou o goleiro Sidão e igualou o confronto.

@Cruzeiro
Um empate fora de casa já era importante para a Raposa, porém se viesse a virada cruzeirense ninguém iria reclamar. O que ninguém esperava era  modo que o Cruzeiro goleou. Com apenas 40 segundos da etapa complementar, Ábila sozinho tentou jogar a bola por cima do goleiro, porém não funcionou muito e, faço das palavras do Mano Menezes as minhas, “é forte que nem um cavalo e quer dar toquinho”.

Aos 13 minutos, a jogada se iniciou com o mestre em assistências Arrascaeta, que em seguida deu um passe de calcanhar para Robinho chutar cruzado e Emerson, na tentativa de cortar, acabou jogando contra seu próprio patrimônio. Não deu tempo de sentir o gostinho da virada, pois dois minutos depois, em um erro de marcação, a Raposa cedeu o empate para os botafoguenses e Neilton foi o responsável por marcar o gol carioca, é aquela famosa lei do ex.

A Raposa estava com um faro incontrolável de gol e foi aos 18 minutos que o Cruzeiro conseguiu fazer o terceiro da partida e o segundo de ÁbilaSóbis arriscou em uma jogada individual e fez um lançamento para Ábila marcar do jeito que deu. Se já estávamos satisfeitos com três gols fora de casa? Com certeza. Mas gol é sempre bem-vindo, concordam? E aos 21’, Arrascaeta novamente criou uma ótima assistência e dessa vez foi para Robinho balançar as redes.

@Cruzeiro
A partida já se encaminhava para o fim e, com toda cautela, o Cruzeiro administrava o placar adquirido, mas pelo jeito dava tempo para mais um gol, certo capitão? Aos 46 minutos, Rafinha cruzou, a zaga falhou e Henrique, que não tinha nada a ver com isso, mandou a bola para o fundo da rede.

O passo mais importante foi dado, cinco gols fora de casa, agora usaremos esse critério a nosso favor para concretizar de vez nossa classificação.

Paula Fernandes- @Paulinha_CEC

Depois de início devagar, Palmeiras acorda e abre vantagem contra Botafogo-PB

A dúvida entre escalar um time completo ou alternado diante do Botafogo-PB dominou a semana alviverde e a opção de Cuca em colocar o que tinha de melhor à disposição acabou se mostrando acertada após um primeiro tempo bastante complicado e praticamente nenhuma chance de gol.

Com todo time marcando dentro do terço final do seu campo, os paraibanos complicaram muito a sempre boa troca de passes palmeirense. Afunilando muito o jogo e sem espaços, a posse de bola era improdutiva e ficou boa parte do tempo entre os zagueiros Mina e Vitor Hugo. O uso das laterais foi baixo e sempre pela esquerda com Zé Roberto, fazendo a tradicional dobradinha com Dudu. Jean e Erik ficaram praticamente esquecidos pelo outro lado.

Muito inofensivo em suas ações, o Verdão ainda tomou susto em cobrança de falta do Botafogo que, acidentalmente, sobrou dentro da área. Jailson ainda precisou abafar uma outra oportunidade já no final do primeiro tempo. A única boa chance alviverde veio aos 42’, quando Dudu finalmente tentou uma jogada individual para quebrar a marcação. O gol não saiu, mas animou a torcida.

Tchê Tchê comemora seu primeiro gol com a camisa do Palmeiras.
(Foto: Globo Esporte)
O cenário mudou de figura na etapa final. Em parte pela entrada de Allione no lugar de Cleiton Xavier – o argentino, acostumado a jogar pelo setor direito,  povoou melhor uma área inexplorada no primeiro tempo -, em parte devido ao pênalti (indevidamente) marcado em Rafael Marques aos dez minutos. Jean converteu a abriu o placar.

Pouco depois, aproveitando um chutão da defesa, Erik e Rafael Marques se entenderam bem e o segundo conseguiu boa finta de corpo para deixar o zagueiro adversário no chão e tocar no canto para marcar o segundo gol e tranquilizar Cuca, o estádio e o próprio Erik que havia perdido gol incrível minutos antes.

Com placar favorável e sem sofrer gol em casa, o Palmeiras ficou à vontade para fazer o que mais gosta: tocar a bola com muita movimentação. Foi assim que Dudu encontrou Allione, mais uma vez pela direita. O argentino rolou para Tchê Tchê cortar a marcação e tocar no canto com categoria. Golaço! Mais do que o gol da vitória, um prêmio para um dos melhores jogadores do Palmeiras na temporada atual.

Não foi a melhor atuação do Palmeiras no ano, mas foi bastante segura. A lentidão do primeiro tempo incomodou, mas também ajudou a cansar os paraibanos que não conseguiram manter o ritmo na etapa final. A vantagem é boa e a vaga praticamente garantida – apenas um vexame eliminaria o time da próxima fase. Que venha o clássico!

O DESTAQUE: Mais uma vez produtivo e participativo, Tchê Tchê foi o grande destaque individual. Suas arrancadas e constante movimentação ajudam a quebrar as defesas. Ainda foi premiado com o gol que faltava desde que chegou e que já era mais do que merecido.


BOLA MURCHA: Espera-se mais de Cleiton Xavier como armador do time, especialmente em jogos com o adversário fechado como foi esse último. Sumido e insistindo em toques de efeito, tirou a paciência de Cuca e de parte da torcida. Também poderia ter ajudado a preencher melhor a faixa direita do campo, coisa que Allione fez bem na etapa final.

Botafogo é humilhado em casa e está eliminado da Copa do Brasil

Em julho do ano passado, após a eliminação do Botafogo na Copa do Brasil, em casa, para o Figueirense, escrevi um texto que mais foi um desabafo. Nele, fiz questão de ressaltar que a relação Botafogo - Copa do Brasil, era a pior possível. O clube é, provavelmente, o recordista no quesito eliminações traumáticas. Já posso adiantar, um ano depois, que a relação continua péssima. Afirmo isso instantes após uma exibição vexatória do Alvinegro (mais uma) na competição amaldiçoada. 

O Botafogo recebeu, na noite desta quinta-feira (01), na Arena Botafogo, sua casa até o fim da temporada, o Cruzeiro, em partida válida pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O que aconteceu não era esperado nem pelos botafoguenses mais pessimistas (por natureza, já carregamos uma dose de desconfiança, contudo, há aqueles que superam o nível de negativismo). Bom, após um primeiro tempo, até certo ponto equilibrado, o qual terminou empatado, o Alvinegro simplesmente se desencontrou na etapa final. Vários fatores podem ter contribuído para o apagão (se é que podemos classificar desta forma). Antes mesmo do início do segundo tempo, de forma imprudente, Renan Fonseca (sempre ele), cometeu um pênalti que, consequentemente, deu origem ao empate cruzeirense, já nos acréscimos. Pois se isso era motivo para tirar qualquer alvinegro do sério, o pior ainda estava por vir. É melhor até continuar em um outro parágrafo. 

Aos 3 minutos do segundo tempo, Sassá marcou um gol legal, que, no entanto, foi anulado pelo bandeira, que de forma inacreditável, enxergou o atacante em posição adiantada. Foi um erro grosseiro, tendo em vista que o lance não era difícil. Dez minutos depois, o Cruzeiro virou o jogo. Como? Com gol contra do zagueiro Emerson. Noite péssima para a defesa botafoguense. Neilton, segundos após, marcou e igualou o placar, dando aos alvinegros um 'fio de esperança'. Mas o sopro parou por aí. Em apenas sete minutos, a equipe mineira, comandada por Mano Menezes, havia marcado mais duas vezes e adquirido uma confortável vantagem para a partida de volta (sim, terá mais um jogo). Sem esboçar reação, o Botafogo ainda sofreu o quinto gol, já nos acréscimos. Foi o tiro de misericórdia. 


Ábila, carrasco, comemora gol cruzeirense (Foto: Celso Pupo/ Fotoarena/ Lancepress!)
Não há, em sã consciência, um torcedor que acredite na improvável classificação. Para que tal reviravolta ocorra, o Alvinegro precisará fazer, em um Mineirão lotado, no mínimo 4 a 0. Já era, né? Aliás, não era nem para ter uma partida de volta. Elimina por W.O. e tudo fica 'bem'. 

Com o 5 a 2 inimaginável, o 'Glorioso' agora volta a se concentrar única e exclusivamente no Campeonato Brasileiro, o qual luta, desde a primeira rodada, contra o rebaixamento. E esse deve ser o foco do Alvinegro no ano. Eu sempre disse que o objetivo do Botafogo na temporada era manter-se na elite do futebol brasileiro. Inclusive, acho que o clube foi longe na Copa do Brasil, uma vez que chegou às oitavas de final sem um elenco capacitado para disputar mais de uma competição. Também sempre frisei que jamais, em hipótese alguma, o time considerado titular deveria ser escalado na competição traiçoeira. Contudo, a eliminação não precisava ser tão dramática, penso. Estamos cansados de tantos vexames nesse torneio. E não são poucos. 

A goleada imposta pela Raposa confirma o que todos nós já sabemos: Renan Fonseca não pode barrar Joel Carli (o argentino está à disposição). O barbudo também não pode ser o capitão do time. Jair Ventura mostrou estar perdido quando, por exemplo, substituiu Neilton por Rodrigo Pimpão (aquele tipo de alteração que só forma interrogações na mente). Ao tirar o contestado Bruno Silva e colocar Leandrinho na vaga, o técnico abriu demais a equipe, e foi aí que Mano Menezes fez a festa. Eis a diferença. 

Fica, a cada edição disputada, a certeza de que o Botafogo não nasceu para disputar a Copa do Brasil. Ela nos odeia. Eu, caso fosse o presidente, baniria o torneio do calendário alvinegro. Isso seria possível? O clube é obrigado a disputá-lo? Fato é que a derrota humilhante afasta ainda mais a torcida, que de nada tem culpa. No domingo, às 16h, devemos ver uma Arena vazia e sob olhares desconfiados diante de um forte Grêmio. #PrayForBotafogo 

FICHA DO JOGO

Botafogo 2
Sidão, Luis Ricardo, Renan Fonseca, Emerson Santos, Diogo Barbosa; Airton (Canales), Bruno Silva (Leandrinho), Rodrigo Lindoso, Camilo; Neilton (Rodrigo Pimpão), Sassá. Técnico: Jair Ventura. 

Cruzeiro 5
Rafael, Lucas, Manoel, Bruno Rodrigo, Edimar; Ariel Cabral (Lucas Romero), Henrique, Robinho, Arrascaeta, Rafael Sobis (Rafinha); Ábila (Willian). Técnico: Mano Menezes.

Estádio: Arena Botafogo (RJ). 
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (SP). 
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Herman Brumel Vani (SP). 
Gols: Sassá (37' do 1º T), Ábila (45' do 1º T), Robinho (13' do 2º T), Neilton (14' do 2º T), Ábila (18' do 2º T), Robinho (21' do 2º T), Henrique (46' do 2º T). 
Cartões amarelos: Emerson Santos (Botafogo); Ábila (Cruzeiro).
Público: 4.956. 
Renda: R$ 143.920,00. 
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