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sábado, 3 de setembro de 2016

De forma majestosa, Galo empata no Majestoso

Noite chuvosa em Criciúma, o Tigre acabou deixando a vitória escapar no final, com gol de Jussani. Agora o Galo está há 7 jogos sem perder fora de casa, e detém ainda a segunda melhor campanha entre os visitantes. São 19 pontos conquistados, sendo cinco vitórias, quatro empates, e apenas três derrotas. Estas três derrotas foram antes da 10ª rodada.

Primeiro tempo

Um primeiro tempo sem muitas finalizações, os times seguravam mais a bola e tentavam armar jogadas. Pelo lado do Regatas, a bola parada foi uma amiga, e ao mesmo tempo difícil de lhe dar. Quando teve a oportunidade de jogar a bola na área, não teve êxito. Já o Criciúma não chegava muito no ataque, e via o CRB tocar a bola.

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Duas furadas na área no minuto 7' mostravam que o Galo não conseguia finalizar bem. A chuva talvez tenha atrapalhado um pouco o espetáculo que todos queriam ver. O jogo ficou equilibrado. Marcos Martins foi acionado muitas vezes na direita, tentando cruzar a bola na área, e lá pela direita havia Róger Gaúcho, que sempre recebia a bola e tentava levar a redonda para o meio.

Aos 22' Niltinho cruzou na medida para Jheimy, que cabeceou na direção do gol de Juliano. Abrindo o placar em Santa Catarina. Criciúma 1 a 0 CRB. No restante do primeiro tempo, o Galo tomou conta do jogo, tentando chegar de qualquer forma. Houve algumas cobranças de falta, que podiam fazer com que o Galo chegasse ao gol de empate. Mas Éder não estava bem no primeiro tempo, não conseguia cruzar bem.

Segundo tempo

O Galo foi feroz quando tinha a bola. Dava perigo quando podia, e preocupava o adversário. Welinton Júnior e Bocão entraram em campo, Éder e Luidy saíram. Os jogadores foram para as duas alas, buscando explorar mais os laterais do adversário.

Não foi um segundo tempo muito perigoso, poucas finalizações novamente. Bruno Baio e Clayton finalizaram para o Tigre. Bocão dava um certo perigo para Niltinho, dois jogadores bastante velozes na disputa pela bola. Neto Baiano entrou aos 31' e dava ideia de que o jogo seria pelo alto, o Galo estava com dois centro-avantes em campo.

De tanto tentar, o gol finalmente veio. 42' Diego Jussani insistiu e conseguiu colocar a bola dentro da rede. Em cobrança de escanteio, a bola sobrou para o zagueiro, que não desperdiçou, deixou o goleiro adversário sem pai nem mãe. Criciúma 1 a 1 CRB. Ainda foram assinalados 4' minutos de acréscimo. 46' Bocão agrediu Niltinho, e foi expulso. O jogo assim, acabou aos 50'.

Próximo compromisso

Agora o Galo volta para Maceió, e vai ter dois jogos em casa. Neste próximo sábado, irá enfrentar a equipe do Vila Nova às 21h. E na terça-feira, às 19h15 vai receber o Avaí também no Rei Pelé. Agora o Galo soma 38 pontos e pode até sair do G4 com a vitória do Ceará. Mas só depende do CRB continuar nas duas rodadas seguintes, já que tem dois jogos em sua casa. 






Zagueiro Lucas Cunha exalta classificação antecipada do XV de Piracicaba na Copa Paulista



Após vitória por 2 a 0 na noite desta sexta-feira (02) diante do Ituano, no Estádio Barão da Serra Negra, o Nhô Quim segue invicto na liderança do Grupo 3 e garantido na próxima fase da competição estadual. Para o zagueiro Cunha, o fator determinante do bom rendimento da equipe é a postura do grupo tanto dentro como fora de campo.

- Estamos trabalhando forte e se cuidando. A gente sabe o que quer e onde queremos chegar, conseguimos a classificação por mérito nosso, mérito da comissão. Estamos apenas colhendo os frutos que plantamos antes de iniciarmos o campeonato, afirma o defensor do XV.

A equipe comandada pelo técnico Cléber Gaúcho chega a 21 pontos, com seis vitórias e três empates em nove jogos disputados e garantiu classificação para a próxima fase da Copa Paulista com três rodadas de antecedência. Na liderança do grupo, que conta ainda com RB Brasil, Bragantino, São Paulo, Ituano, Paulista e Juventus-SP, a equipe alvinegra quer continuar pontuando.

- Mesmo classificados, vamos manter a nossa identidade. Devemos continuar dando sequência, pois quanto mais pontos fizermos, quanto mais gols marcarmos e menos gols levarmos, vamos ter mais benefícios nas próximas fases, avalia Cunha.

O XV de Piracicaba volta a campo na próxima quarta-feira (07), às 10h, no Estádio Jayme Cintra, na cidade de Jundiaí, contra o Paulista.

Foto: Michel Lambstein

Restando apenas 3 jogos, Fortaleza e ASA se enfrentam neste domingo.

Domingo (04), o time do Fortaleza terá uma partida decisiva diante do ASA pela Serie C do Campeonato Brasileiro. O confronto entre as duas equipes acontecerá na Arena Castelão, ás 16h (Brasília), e poderá influenciar as equipes diretamente nas busca pelo G4 da competição. O Leão cearense é segundo colocado com 25 pontos, enquanto que o ASA é o quinto, com 23.

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O tricolor do pici terá novidades para a partida em relação ao jogo contra o Internacional no meio de semana, haja vista que o meio-campo Rodrigo Andrade voltará ao time titular diante do ASA. Entretanto, o meia Everton, ídolo da torcida tricolor, permanece fazendo tratamento fisioterápico no tornozelo: "O Everton ainda se encontra sentindo dores no tornozelo e necessita de cuidados médicos, mas esperamos que ele possa atuar", afirmou o técnico Marquinhos Santos.

Já os laterais Felipe e Willian Simões estarão de volta ao time titular.

Paysandu sofre a terceira derrota consecultiva

Na noite desta sexta-feira (02), o Paysandu enfrentou o Luverdense no Passo das Emas, pela vigésima terceira rodada da Série B. O time alviazul precisava vencer para se afastar da zona de rebaixamento e ir para a parte de cima da tabela. Pela mesma situação passava o time da casa, que não mediu esforços para conquistar os 3 pontos.
O Paysandu começou o jogo demonstrando uma superioridade e confirmou esta logo aos 5', quando Tiago Luís cobrou escanteio e Lucas dividiu com Diogo Silva e mandou para o gol. Porém, depois dos quinze minutos, a história do jogo mudou. Aos 19' Hugo já mostrava que daria trabalho para defesa bicolor, quando chegou sozinho, mas acabou parando em Marcão.

O crescimento do Luverdense na partida se concretizou aos 26'. Jean Patrick bateu escanteio e Everton subiu mais que Domingues para empatar o jogo. No final do primeiro tempo, Hugo deixou Lombardi no chão, chegou na linha de fundo e bateu rasteiro para Tozin completar e virar o jogo.

No segundo tempo, o visitante tentou buscar o empate, entretanto, não conseguia equilibrar o jogo. Aos 46' o alviverde definiu o jogo, Gilvan "dormiu" no lance, dando condição para Hugo ficar cara a cara com Marcão e bater com tranquilidade, marcando o terceiro gol do time matogrossense.

Palavra da colunista: Atuação lastimável de quase todos os jogadores, com a exceção de Robert e Tiago Luís. Vimos um Paysandu que se diminuiu aos poucos em campo, duas laterais de baixíssimo nível e uma dupla de zaga totalmente perdida. Vimos também um goleiro que simplesmente não soube usar os pés e volantes errando passes e abusando do chutão. Os jogadores foram tão ruins que estão indignos de ter nome pronunciado. O filho do grande Rivaldo, envergonha o pai e o seu nome, completamente invisível em campo.

Próximo confronto: Na próxima sexta-feira (09), às 21h30, o Paysandu entra em campo novamente para enfrentar o Brasil de Pelotas, que atualmente se encontra no G4. O jogo será na Curuzu.

Brasil/RS, um tsunami de emoções e felicidade

Acordei.  Eram oito e trinta e oito da manhã. Às pressas fui tirar a água do joelho. Um frio gostoso aconselhou-me a voltar para a cama novamente e não me fiz de rogado. A conversa via facebook que tive com o Artur Pinheiro Martins (torcedor do Goiás e colaborador no blog Linha de Fundo) ponteou meus pensamentos antes mesmo deu mijar. Será que o Brasil vai sentir o peso do Walter? O time goiano vem a cinco rodadas sem perder e o Artur só fala do Walter. É muita confiança para o meu gosto.



Curioso que sou, fui bisbilhotar o tio Google. Descobri muita coisa boa desse atleta, mas para dar uma de corneteiro, vou destacar o seu ponto fraco. Walter adora biscoitos. Daí, indico a Fábrica de Biscoitos Zezé, aqui da Princesa do Sul, que desde mil novecentos e sessenta e oito dá show em qualidade e variedade. Lá tem biscoitos doces, salgados, sucos e até macarrão. Um oásis para os chegados num tira-gosto com origem no trigo.

Ainda falta uma eternidade para o jogo. O que vai ser de mim até logo? Melhor deixar o Walter de lado e meter o pau no horário da partida. Dezenove horas e quinze minutos! Isto é hora de doente jantar nos hospitais da vida senhor Renato Ribeiro. Tomara que o novo diretor de esportes da Rede Globo leia estes rabiscos. Vá que cole?!?!?!

Treze e treze da tarde e eu aqui mais a mil que petista pós-impeachment. Que me perdoe Karl Marx, mas seria o futebol o ópio do povo? Talvez seja, porque o País está estraçalhado por partidos incompetentes e eu, de camarote, festejando de antemão a campanha de meu Time. Neste momento entra o horário político e as “promessas” vertem mais que gols no campeonato. Melhor desligar a tv e esperar a hora do jogo.

Dezoito horas e trinta minutos, não dá mais para esperar. Parti rumo ao Estádio Bento Freitas. Uma neblina mansa afaga minha cara. O coração dispara feliz acreditando em mais uma vitória Rubro Negra. O ritmo da avenida JK é frenético. Todos correm; carros, motos e gente, muita gente. Eu vou sozinho, a pezito no más, brigando apenas com minha ansiedade.



Enfim cheguei na verdadeira “Casa do Povo” e, de cara, a Xaranga Garra Xavante saudou-me enquanto afinava a batucada. Entrei no Estádio apressado. Queria ver se tinha algum torcedor do Goiás. Acho que esse contato via Linha de Fundo fez eu ter um certo carinho pelo time goiano. Ou seria a curiosidade em ver Walter novamente jogando contra o meu Brasil? Uma cena cutucou meu coração. Dois torcedores lutavam para manter esticada uma bandeira verde e branca que tombara ante a força do vento. Sou do tempo em que as bandeiras reinavam absolutas nos estádios e ver aquele casal tratando o pavilhão deles com tanto carinho foi emocionante.

Um último instante de equilíbrio visto que os dois times estavam perfilados em respeito ao Hino Nacional. Enfim, o juiz trilou o apito dando início ao combate Martini X Walter. Tche! Não deu nem prá arrancada. O goleiro Xavante esteve quase perfeito enquanto Walter ciscou prá cá, ciscou prá lá, mas não marcou nenhum gol.

A vitória do G. E. Brasil era mais do que esperada por mim e por toda a Nação Xavante. Mas não dá para negar a grandeza dos adversários que aportam aqui no Bento Freitas nesta Série B. E com o Goiás não foi diferente. Apesar da insistência em permanecer na ribanceira, o time goiano é bom e provavelmente vá escapar da degola.



Eu ainda estava chutando vento, nervoso quando Marlon bateu o escanteio e Felipe Garcia se antecipou ao goleiro goiano e mandou a gorduchinha para os barbantes. Meu rádio, coitado, estava guardado no bornal feito de brim que carrego sempre comigo. Afinal, a partida iniciara praticamente na “Hora do Brasil”. Felizmente minha Canon registrou o momento numa das fotos mais importantes para os meus arquivos. Eram nove minutos de jogo e finalmente meu berro pode expressar toda a minha felicidade.

Ainda no primeiro tempo, dezessete minutos, o Goiás reage e faz um gol meio espírita. Foi um solavanco que quase desestabilizou a Equipe de Zimmermann. Numa cobrança de falta lá do meio da rua a bola viajou amorcegada e roçou na canela do Capitão Leandro Leite traindo o goleiro Eduardo Martini. Sem milagre, não teve jeito. Estava empatada a partida.


O negócio foi tão estrambólico que até um cachorro preto entrou no gramado. O cusco partiu em desabalada carreira em direção a “Goleira de Fundos” qual aviãozinho de papel. Mesmo diante do gol adversário, a Torcida Xavante (que sabe apreciar uma boa baderna) entrou na farra também e gritava como se já ganhara o campeonato. Mas, num raciocínio rápido, o guaipeca se deu conta que o gol foi contra e tratou de escolher alguém para arrancar um naco da bunda. E o escolhido foi o lateral Juninho do Goiás Esporte Clube. Tche! Nem Usain Bolt correu tanto assim. Felizmente a turma do deixa disso entrou e prontamente carregou o carnívoro para fora do Estádio. Vida que segue, o negócio era o Brasil partir prá cima e definir a partida logo de uma vez.

Mas não estava fácil porque o Goiás criou asas, engrossou mais o jogo e queria botar banca a qualquer custo. Até que, aos quarenta e um do primeiro tempo, numa bola levantada na área goiana, Patrick tenta cortar de cabeça e quase mete um golaço contra. O goleiro Ivan salvou mandando a bola para escanteio, mas minha premonição dizia que a vitória seria Xavante no segundo tempo.

E veio a etapa derradeira. O Brasil jogava bem, mas aquela ansiedade que eu já tinha despachado cutucava meus miolos. “Pôh! Meu Deus dá uma foça aí Véinho!” eu pensava olhando pros céus. O Time está bem, eu sei. Um pontinho contra o Goiás é importante, mas eu quero mais.


E não é que, aos vinte e um minutos veio aquela pintura de gol do Elias? Durante o jogo todo deu para ver que os zagueiros do Goiás são “meio quadradão”, passam batidos e isto é facilmente comprovado na barbaridade de gols que sofreram até aqui. Mas o que o Elias fez não é brincadeira, não. Foi de lavar a alma e, por mim, o juiz terminava a partida ali mesmo.


A festa estava completa e não dava para reclamar dos gols incríveis que Ramon e Elias perderam. Numa partida muito disputada, o Brasil venceu com Eduardo Martini, Weldinho, Cirilo, Leandro Camilo, Marlon, Leandro Leite, Washington, Diogo Oliveira (Marcão), Felipe Garcia, Elias (Nathan) e Ramon (Gustavo Papa).

Agora são trinta e nove pontos ganhos, onze vitórias, seis empates, vinte e sete gols pró, um saldo positivo de sete e ainda temos o goleador absoluto da competição, Felipe Garcia, com doze gols. Ali, mano a mano com a turma de cima, dá para sonhar com a Série A e, se o Vasco bobear, com o título.



Bem, chegando em casa fui direto ao dicionário para achar um adjetivo para o jogo de hoje. O velho Francisco da Silveira Bueno, de mil novecentos e setenta e cinco, ficou mudo. Pasmo, não conseguiu definir a partida de hoje. É isso gente, sem palavras para definir tamanha tsuname de emoções e felicidade.
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