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domingo, 4 de setembro de 2016

Guia dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 - Parte 2

Superação, coragem, grandeza, emoção e igualdade, valores que permeiam os Jogos Paraolímpicos. No Rio de Janeiro, de 7 a 18 de setembro, a cidade estará mais colorida com as competições de vários paradesportos e o Linha de Fundo preparou com muito carinho um guia.

Futebol de 7

Futebol, a paixão nacional está presente em dose dupla na Paraolimpíada. Oito seleções masculinas irão competir a modalidade para sete jogadores. É uma versão adaptada para atletas com paralisia cerebral, cujas posições são determinadas de acordo com as limitações individuais. No Estádio de Deodoro, os jogadores desfilarão suas habilidades em dois tempos de 30 minutos, em finais, caso termine o tempo regulamentar, poderá estender a decisão em dois tempos de 10 minutos e depois pênaltis.

Diferenças do futebol tradicional, o futebol de 7 não existe impedimento, a cobrança de lateral pode ser feita com uma das mãos e no banco de reserva tem outros sete jogadores. Os jogadores são classificados de acordo com o grau de comprometimento físico, em uma escala vai de 5 a 8, cuja cada equipe deve ter em campo pelo menos um atleta das classes 5 ou 6 - maior limitação - e no máximo, um atleta da classe 8 – menor limitação.

Dos dias 8 ao 16 de setembro, as seleções da Argentina, Grã Bretanha, Brasil, Estados Unidos, Irlanda, Irã, Holanda e Ucrânia disputarão vaga no pódio paraolímpico. As seleções da russa e ucraniana conquistaram medalhas nas últimas quatro edições dos Jogos e estão na competição como favoritas.

Time brasileiro de Futebol de 5 (Foto: Divulgação)
Futebol de 5

A versão com cinco jogadores em campo é para atletas com deficiência visual, com exceção do goleiro. Todos jogam com vendas nos olhos para equipararem-se na partida, eles são guiados pelo som produzido no interior da bola e pelo técnico, chamador e goleiro. As partidas de 50 minutos ocorrerão no Centro Olímpico de Tênis, caso empate na fase de mata-mata, decide-se o vencedor nos pênaltis.

O campo de 40mx20m é cercado para a bola não sair, nele há duas marcações: pênalti à 6m da linha central de meta e o pênalti duplo à 8m que é marcado a partir da quarta falta acumulativa da partida.


O Brasil é o tricampeão Paraolímpico, na Rio 2016, as seleções de Argentina, China, Espanha, Irlanda, Marrocos, México e Turquia também buscarão suas medalhas olímpicas entre os dias 9 a 17 de setembro.

Bocha

Apesar de praticada em versão adaptada desde a década de 70, a bocha estreou em Jogos Paraolímpicos só 1984, nas categorias feminina e masculina. Em Atlanta, 1996, a modalidade passou a ser disputada também em duplas.

A primeira medalha Paraolímpica do Brasil veio justamente no esporte que foi antecessor da modalidade, o lawn bowls, que é nada mais que bocha jogada na grama.

Dirceu Pinto, detentor de quatro ouros Paralímpicos e Eliseu dos Santos, detentor de dois ouros e dois bronzes (Foto: www.paralympic.org)
O objetivo dos atletas é lançar bolas coloridas o mais próximo possível da bolim/jack (a bola alvo), quanto mais perto dela, maior a pontuação acumulada, vence quem somar mais pontos.

A modalidade em que o Brasil é detentor de oito medalhas olímpicas é dividida em quatro classes e os atletas são classificados de acordo com o grau de comprometimento motor.


BC1- Atletas CP1 ou CP2 com paralisia cerebral que podem competir com assistência de ajudantes. 


BC2- Atletas CP2 com paralisia cerebral que não recebem auxílio.


BC3- Atletas com deficiências muito severas e que usam um instrumento auxiliar, podendo ser auxiliados por outra pessoa.


BC4- Atletas com outras deficiências severas, mas que não recebem assistência.

Nas provas individuais, as partidas são divididas em quatro ends e os atletas lançam seis bolas em cada parcial. Já nas provas realizadas por duplas são três bolas e em trio são duas, mas ocorrem seis ends.


Goalball

Criado para reabilitação de veteranos de guerra, o goalball é disputado por atletas com deficiências visuais. Desde 1976, em Toronto, no calendário paraolímpico, dez seleções masculinas e dez femininas disputarão a Rio 2016. O time é formado por três jogadores que tem os olhos vendados. A partida tem dois tempos de 12 minutos, contudo, se uma equipe abrir uma vantagem de dez gols, a partida é encerrada.

Os jogadores tentam fazer gols lançando com as mãos, no tempo de dez segundos, a bola com um guizo no seu interior que deve tocar na sua parte da quadra, porém, eles não podem invadir a área do adversário, assim, devem voltar rapidamente para defender.

Os 11 árbitros são fundamentais para a dinâmica do jogo, dois árbitros principais são os responsáveis pela condução da partida, os quatro árbitros de linha que atuam perto das traves são responsáveis pela reposição de bolas e pela orientação a atletas substituídos, além de auxiliar na manutenção da quadra, os demais atuam na mesa, com funções de súmula e cronometragem.

Nos dias 8 a 16, será preciso muito silêncio na Arena do Futuro para a realização das partidas de goalball.


Jogo de goalball no Parapan de Toronto 2015 (Foto: Jornal Folha de Ouro)
Vôlei Sentado

A modalidade surgiu de uma junção de dois esportes, o vôlei comum e o sitzbal, um jogo praticado por pessoas sem mobilidade, sem rede. O vôlei sentado entrou na Paraolimpíada de Toronto como exibição e desde os Jogos de Arnhem, em 1980, é disputado oficialmente. Entretanto, só em Atenas, 2004 que as mulheres passaram a competir.

O sistema de classificação do esporte é dividido entre les autres e amputados. Para os segundos, existes nove classes. Confira:

AK- Amputação acima ou através da articulação do joelho.

BK- Abaixo do joelho, mas através ou acima da articulação tálus-calcanear.

AE- Acima ou através da articulação do cotovelo.

BE- Abaixo do cotovelo, mas através ou acima da articulação do pulso.

Classe A1
Duplo AK

Classe A2
AK Simples

Classe A3
Duplo BK

Classe A4
BK Simples

Classe A5
Duplo AE

Classe A6
AE Simples

Classe A7
Duplo BE

Classe A8
BE Simples

Classe A9
Amputações combinadas de membros inferiores e superiores.

Nos les autres são enquadradas pessoas com alguma deficiência locomotora. 

Uma das principais regras deste esporte é que os atletas estejam em contato com o solo no momento em que baterem na bola e os sets são como no vôlei convencional.

O Brasil ainda não possui medalhas olímpicas, mas teve uma boa atuação no Pan-Americano de Toronto, onde conquistou o ouro no Masculino e a prata no Feminino.

Rúgbi de cadeira de rodas

O Rúgbi em cadeira de rodas já existe desde a década de 70 e tem seu "nascimento" comprovado em Winnipeg, no Canadá. Mas, o esporte só se tornou Paralímpico oficialmente nos Jogos de Sidney, em 2000.


Cada equipe conta com quatro atletas e oito reservas, que têm como objetivo passar da linha do gol com as duas rodas da cadeira e a bola na mão.


Essa modalidade tem muito contato físico e não é dividida por gênero, homens e mulheres disputam juntos uma partida dividida em 4 tempos de 8 minutos. O esporte ainda ainda não tem tradição no Brasil, visto que esta é a primeira Paraolimpíada do Rúgbi Brasileiro.

Os jogadores são categorizados em sete classes que dependem da sua habilidade funcional: 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0 e 3,5. As classes inferiores são destinadas aos atletas que têm menores níveis funcionais e as classes mais altas são para jogadores com maior funcionalidade. A classificação é baseada em três testes. O teste de banco, o funcional do tronco e o de movimentação funcional.


Basquete em cadeira de rodas


Duelo de basquete feminino em cadeira de rodas (Foto: Divulgação/CPB)
Desde a primeira edição dos Jogos Paraolímpicos, em Roma, 1960, o basquete em cadeira de rodas encanta a todos. Times com cinco jogadores representarão 12 seleções masculinas e 10 femininas. Com quatro períodos de 10 minutos cada, cada equipe tem até 24 segundos de posse de bola para arremessar, dentro do garrafão, o tempo diminui para três segundos até o lance.

É uma das penalidades do esporte, quando o atleta dá mais de dois impulsos na cadeira, sem antes driblar, passar ou arremessar a bola. Entre os dias 8 a 17 de setembro, na Arena Carioca 1 ou Arena Olímpica do Rio aconteceram os jogos de basquete nas cadeiras de rodas mais que especiais e únicas aos jogadores.



Cássia Moura (@cassinha_moura) e Cássia Gouveia (@_cassiagouveia)

Com jogador a menos, Anselmo salva no fim e Fortaleza empata em Arapiraca

Por muito pouco o Fortaleza não saiu com um resultado negativo de Arapiraca. O time comandado pelo técnico Marquinhos Santos passou sufoco após a expulsão do volante Pio na segunda etapa, entretanto, com gol de Anselmo aos 40 minutos, o tricolor conseguiu empatar com a equipe do ASA e se mantem firme no G4, agora com 26 pontos ganhos.
Resultado de imagem para fortaleza 1 a 1 ASA

O resultado não desagradou tanto a equipe do ASA, que chegou aos 24 pontos no Grupo A da Terceirona, haja vista que o resultado eliminou de vez qualquer possibilidade de rebaixamento do Alvinegro e deixou a equipe na briga pela classificação à próxima fase da Série C. O Fortaleza, agora com 26 pontos ganhos, retomou a liderança.

No domingo, às 16h, o Alvinegro recebe o Botafogo/PB. No sábado, às 20h, na Arena Castelão, o Fortaleza enfrenta o Remo em jogo decisivo.

Bateu na trave

Em mais um clássico goiano na Série B, Vila e Atlético ficaram no 0 a 0. O Tigre, que isolou totalmente o esquema de jogo do rival, voltou ao Serra Dourada e teve uma liberdade a mais para jogar. Sem aquela pressão que existe no OBA, o Vila Nova se impôs em campo e marcou os principais jogadores do Dragão, Viçosa e Magno Cruz. Moisés teve as melhores oportunidades da partida, porém, sem um centro-avante de origem, o time Colorado perdeu as referências e pouco aproveitou. A ausência de Jean Carlos, que recentemente saiu para o São Paulo, faz falta. O jogo em si foi o melhor no comando do técnico Guilherme Alves.

O Vila passeou em campo, deixando o Atlético chegar poucas vezes ao ataque. Ainda no primeiro tempo, após lance rebatido pelo goleiro Saulo, a bola ia entrando, mas o lateral Maguinho, melhor em campo, apareceu pelo caminho e livrou o Vila Nova de levar o gol. Os dois times tiveram chances reais de matar a partida, pena que tinha uma trave pelo caminho. 



Com a segunda defesa mais vazada desta Série B, o Vila Nova foi bastante ofensivo. Simon agora sim começou a jogar o que sabe, voltou a ser aquele zagueiro da Série C e não perdeu uma bola pelo alto. Victor Bolt, sempre o mais louco do time, errou sem arriscar muito e não tomou nenhum cartão. Um milagre.

Dos três clássicos disputados no ano entre Vila e Atlético, tem uma vitória para cada lado e um empate. Em 2016, o equilíbrio nos clássicos goianos está grande, coisa que não se via há anos. O Vila Nova soma mais um ponto precioso, sendo 30 no total, e continua precisando de mais ou menos 15 pontos para o objetivo principal do clube: a permanência na segundona. 

Desde o começo do campeonato, o Vila entrou com o pensamento de se firmar em 2016 para, então, poder lutar por acesso em 2017. Porém, nunca se viu uma Série B considerada "fácil" para a equipe como esta. Perdemos jogos bobos, ganhamos confrontos impossíveis. Voltamos para dar a volta por cima e o que vier após o objetivo é lucro. Pensar em acesso só em 2017.



O jogo em si estava para o Vila, foi um empate com um gostinho amargo. Se tivesse errado menos, talvez poderíamos ter saído do Serra com os três pontos. Apesar do empate, saí do estádio satisfeita com o que vi. Uma equipe aguerrida, jogando em cima do adversário e o principal não faltou, a raça. A torcida fez bonito e apoiou até o fim, fizeram as pazes com o time. 

O momento é crucial e, apesar de ser o dono do elenco mais barato da Segundona, o Vila vem mostrando que pode jogar de igual para igual como qualquer time. Foi assim no clássico deste sábado e nos jogos diante de Bahia e Vasco. O momento da equipe é outro e isso vem dando resultado, o técnico Guilherme Alves tem o elenco em mãos e juntos podem levar o Vila Nova ao seu objetivo final.

O Vila agora terá dois jogos complicados fora de Goiânia, CRB e Paraná. O Tigrão tem a quinta melhor média de jogos disputados fora e, se voltar com no mínimo 4 dos 6 pontos disputados, já está ótimo.  

Chovendo no molhado

Tche! É estranho isso. Domingo sem futebol, mas sem o vazio característico. Quem sabe, ano que vem, o churrasco será precedido de jogos contra Flamengo, Santos, Palmeiras, Atlético/MG, Corinthians ou qualquer outro grandão da Série A? Daí a pilha será de primeira. Taco a taco e exigirá muita luta.

Nem esta chuva marmota tira o meu humor porque estou a mil pelo Brasil. Aliás, isso é “chover no molhado” porque onde quer que eu ande sempre manifesto este meu torcer. O G. E. Brasil está barbarizando este ano. Trinta e nove pontos, onze vitórias, vinte e sete gols sendo doze marcados pelo goleador do campeonato, Felipe Garcia. Assim fica fácil ir para o estádio. Mas, em qualquer situação, sempre estou no Bento Freitas porque sou louco, fanático e sem vergonha de ser Xavante. O Riopardense que o diga, porque até “naquela hora” eu estava lá.

Nosso jogo foi na sexta-feira, às dezenove horas e quinze minutos. Horário de janta hospitalar, mas valeu pela grande vitória. A fera abatida foi o Goiás, em um dois a um magistral. Sem contar o espetáculo que o Pretinho deu entrando no gramado, querendo selar o atleta Juninho do time goiano. Com seus quinze minutos de fama, aquele cusquinho fez história. A notícia correu mundo e, além da internet, muitos jornais também registraram a faça do gaipeca.

Mas hoje tem futebol, dirão. Claro, eu sei, mas não é o Xavante em campo, então... Deixa para lá, melhor eu acolherar as letrinhas para ver no que dá.


Na tv, o filme “Gente Grande” quebra o silêncio aqui em casa, mas não estou nem aí. Ainda ouço a batucada da Garra Xavante. Que Xaranga! Que show! Marca o compasso da torcida e embala os jogadores em campo. Não raramente o adversário para encantado pela cadência do samba que rola solto na arquibancada. E ainda tem a Máfia em um contra ponto de dar inveja. É isto. Que felicidade é torcer no caldeirão do Estádio Bento Freitas. Brancos, negros, altos, baixos, gordos e magros torcem até o último minuto em um ritual próprio dos apaixonados pelo G. E. Brasil.


A tabela do campeonato aponta dois jogos consecutivos fora de casa. Tanto faz, após as vitórias conseguidas diante do CRB, Paraná e Bragantino posso sonhar com mais uma vitória longe da Baixada. A bola da vez é o Paysandu e depois será o Luverdense. Vai ser difícil como todos foram, mas para chegar a Série A tem que atropelar todo o mundo.

Ainda chove lá fora. E eu aqui, a espera do próximo jogo do Xavante. Até o dia nove de setembro só me resta contar as horas para mais essa apresentação. Enquanto isso, vou contando vitória. Graças ao Zimmermann e a esse Timaço que ele montou. Sei que é chover no molhado, mas não tem jeito é o Brasil rumo à Primeira Divisão do futebol nacional.


Sampaio Corrêa 4 x 3 Náutico: luz no fim do túnel?

Sampaio 4 x 3 Náutico: luz no fim do túnel?

Neste sábado (03), o Sampaio Corrêa recebeu o Náutico no Estádio Castelão, em São Luís. O confronto valeu a 23ª rodada do Brasileirão Série B. Foi um jogo de muitos gols e Pimentinha desequilibrou a partida para o tricolor. A Bolívia Querida derrotou o Timbu por 4x3.

Pimentinha, melhor jogador da partida (Foto: Elias Auê)

O primeiro tempo foi bastante morno. E o primeiro lance que valeu o registro foi o momento do gol que abriu o movimentado placar. Aos 16 minutos, Rony rolou a bola para Vinicius na entrada da área. Ele acertou um belo chute de três dedos no ângulo esquerdo, golaço para deixar o torcedor tricolor com o coração na mão.

O segundo lance de perigo na primeira etapa foi na ocasião do gol de empate da Bolívia Querida. Aos 35 minutos, Tássio fez ótima assistência para Pimentinha, que invadiu a área e finalizou no canto esquerdo do goleiro Rodolfo. Próximo ao fim do tempo regulamentar, Pimentinha teve a chance de virar o jogo, após receber bom passe de Elias, mas sob marcação dentro da área, o atacante tricolor chutou e o arqueiro timbu defendeu.

O segundo tempo nem bem iniciou e o Náutico jogou um balde de água fria na reação do Sampaio. Aos 2 minutos, Jefferson Nem cruzou da direita, Vinicius se antecipou à defesa na pequena área e desviou para o fundo das redes para desempatar a partida. Aos 8 minutos, o Sampaio teve a chance de empatar novamente em cobrança de falta. Guilherme Lucena efetuou a cobrança forte no centro do gol, por cima, mas Rodolfo fez boa defesa, espalmando para fora.

A reação tricolor começou aos 25 minutos. Pimentinha sofreu pênalti duvidoso. Elias foi para a cobrança e a torcida boliviana soltou o grito de gol. Dois minutos depois, novo pênalti para a Bolívia Querida, desta vez sem sombra de dúvida. Pimentinha recebeu carga faltosa por trás. Elias novamente efetuou a cobrança com categoria e virou o placar.

A torcida tricolor ainda estava sob o efeito da euforia dos gols de pênalti em seqüência quando, aos 30 minutos, Gustavo Marmentini partiu em contra-ataque e tocou na direita para Jean Carlos, que tocou rasteiro no lado oposto da área para Pimentinha chegar de carrinho e empurrar a bola para o gol. Aula de contra-ataque, relembrando os velhos tempos de Flávio Araújo à frente do comando. Inacreditáveis 3 gols em 4 minutos.

O Náutico ainda esboçou uma reação diminuindo o placar, aos 37 minutos. Após cruzamento da esquerda, o zagueiro Igor Rabello subiu sozinho para testar para o gol. Falha de posicionamento da defesa boliviana. Aos 42, o Sampaio teve nova chance em contra-ataque com Marmentini, mas ao invadir a área, sob marcação, ele chutou fraco e Rodolfo defendeu. O resultado causou espanto até aos mais fiéis bolivianos. O ataque funcionou e Pimentinha, o melhor do jogo, com dois gols e dois pênaltis sofridos, desequilibrou a partida.

Após um primeiro tempo sem graça, sem criatividade e com o resultado parcial adverso, o Sampaio Corrêa mostrou poder de reação, mas muito em razão das alterações processadas pelo treinador Flávio Araújo. Na primeira etapa, o tricolor errava muitos passes e a saída de bola não existia. O posicionamento da defesa, com Éder Sciola improvisado na zaga, não funcionava bem. Com as subidas de Lucena, o flanco direito ficava muito exposto, lado em que ocorreu a jogada da abertura do placar.

O técnico tricolor mudou o posicionamento de Pimentinha da direita para a esquerda, já que sofria forte marcação e não tinha espaço para trabalhar. No lado esquerdo, tinha campo para jogar, com as constantes subidas do lateral direito Joazi, tanto é que no lance do primeiro gol, o atacante boliviano recebeu com liberdade, entre a defesa, com a ausência do lateral para fazer a cobertura. Outra mudança importante foi a saída de Enercino, que não jogava bem, substituído por Jean Carlos, abrindo dois corredores para trabalhar em velocidade. No segundo tempo, a entrada de Marmentini deu um novo gás ao ataque e foi muito importante com uma assistência e ainda gerando uma chance de ampliar o placar próximo ao fim do jogo.

A vitória, de fato, foi importante demais tanto para ganhar confiança quanto para se aproximar um pouco dos adversários na luta contra o rebaixamento, já que Tupi e Joinville perderam na rodada. O que se viu no segundo tempo pode ser um sinal de reação no decorrer do campeonato ou não. O futebol é muito imprevisível, mas é importante não se iludir demais, apesar do desejo de ver meu time longe dessa situação. O que se tem que fazer é acreditar até o fim. Sou torcedor e não desisto nunca. E se for para cair, que caia de pé, lutando até o fim, colocando o coração na ponta da chuteira. Futebol é alma.

O próximo embate da Bolívia Querida será diante do Bragantino, na terça-feira (06), às 19h, em Bragança Paulista.

FICHA DO JOGO:
SAMPAIO CORRÊA 4 X 3 NÁUTICO

Local: Estádio Castelão, São Luís (MA)
Data/Hora: 3 de Setembro de 2016, às 21h

Sampaio Corrêa: Rodrigo Ramos; Guilherme Lucena, Éder Sciola, Wágner Fogolari e Renan Luís; Diogo Orlando, Tássio, Enercino (Jean Carlos) e Rayllan (G. Marmentini); Pimentinha (Felipe Baiano) e Elias.
Técnico: Flávio Araújo

Náutico: Rodolfo; Joazi (Yuri Mamute), Igor Rabello, Adalberto e Gastón; Negretti, Maylson (Rodrigo Souza) e Vinicius; Hayner (Hugo), Rony e Jefferson Nem.
Técnico: Alexandre Gallo

Gols: Pimentinha, 35’ 1ºT e 30’ 2ºT, e Elias, aos 26’ 2ºT e 28’ 2ºT (Sampaio); Vinicius, aos 16’ 1ºT e 2’ 2ºT, e Igor Rabello, aos 37’ 2ºT.

Cartões amarelos: Pimentinha e Rayllan (Sampaio); Joazi, Hugo e Adalberto (Náutico)

Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Flu vence jogo adiado e encosta no G4

Fluminense x Figueirense  - 03/09/2016


Depois de dois jogos sofríveis contra times acima de nós na tabela, o Fluminense enfrentou o Figueirense no jogo adiado da 18ª rodada. Levir Culpi resolveu mudar a cara do time colocando Pierre no lugar de Marquinho para dar mais liberdade a Cícero e Douglas. Foi uma boa ideia visto que nos últimos jogos estávamos sofrendo com um time muito estático e uma dificuldade imensa de sair da defesa para o ataque.

Especulações

Nesta sexta-feira (2), o time esmeraldino visitou o Brasil de Pelotas pela 23ª rodada da Série B. Em um jogo equilibrado o Goiás mesmo jogando bem, deixou a vitória escapar na segunda etapa com um golaço de Elias para a equipe gaúcha. A derrota resultou na demissão do técnico Léo Conde na manhã do dia seguinte, e o que resta ao torcedor esmeraldino é cruzar os dedos e torcer por algo melhor, que provavelmente virá, mas num  futuro distante... muito distante da atual fase que se encontra o Goiás


Goiás não conseguiu vencer o Brasil de Pelotas e se complica cada vez mais na B
foto: globoesporte.com
Um primeiro tempo novamente de início desastroso. Logo aos 10 minutos de jogo já estávamos atrás do placar em uma falha infantil de Ivan, e tivemos que correr atrás do resultado. Walter se encontrava sempre marcado com dois ou três defensores, o que dificultou bastante a estréia do atacante esmeraldino, mesmo assim ele conseguiu por diversas vezes dar trabalho e criar oportunidades para nosso time. O Goiás conseguiu o empate na cobrança de Edinei que contou com o desvio em seu cruzamento e conseguiu empatar o placar, dando um pouco de alegria e esperança a nós torcedores.


Mesmo com primeiro tempo emocionante, o destaque da partida foi a invasão do gramado
feita por um cachorro, que chegou a perseguir o lateral Juninho
Viramos o intervalo com a vantagem, precisávamos pontuar em pelotas, já que o tropeço contra o Criciúma tirara pontos preciosos rodada passada. Léo Conde optou por uma formação mais ofensiva com a entrada de Carlos, mas após 6 minutos com o uso de tal esquema tático, um lance mudaria a trajetória da partida. Em falta clara em Léo Sena, o juiz de forma errônea deu a bola para o Brasil de Pelotas, na sequencia do lance e com a defesa desajustada, Elias emendou um "balaço" para o fundo das redes. Brasil 2x1 Goiás.

Foi após esse ponto da partida que tudo desandou, o time esmeraldino ficou desnorteado em campo, sem obediência tática, e sem nenhum tipo de organização ao atacar. Léo Conde que era o responsável para arrumar a casa e tentar um empate, fez o contrário, colocou Marcão em campo e deixou a "bagunça"na mesa. Mesmo tendo chances lá na frente(que levaram pouquíssimo perigo ao gol gaúcho) a nossa defesa era facilmente superada, levando a crer pelas chances incríveis que desperdiçaram, que o resultado poderia ser muito pior.
Mais um resultado decepcionante, e dessa vez o treinador não foi poupado. Já são dois demitidos, e o terceiro treinador do Goiás nessa temporada será anunciado segunda-feira. Enquanto se especulam diversos nomes para assumir o elenco esmeraldino, resta aos torcedores esmeraldinos especularem aonde estaremos no fim de 2016, e torcerem por um futuro melhor.

Artur Pinheiro  ll https://www.facebook.com/artur.pinheiro.92
Linha de Fundo ll @SiteLF
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