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terça-feira, 6 de setembro de 2016

A temporada em que nada deu certo em Detroit

Torcedor do Lions no final da temporada 2008/2009
Depois de uma pré-temporada invicta – quatro jogos e quatro vitórias –, havia expectativa para que o Lions voltasse a fazer uma temporada sólida, após décadas de sofrimento. Contudo, os analistas de resultado se enganaram. Uma preseason boa pode não significar uma temporada de vitórias. No caso do Detroit Lions em 2008, então, acabou em tragédia: a franquia se tornou a primeira a terminar uma temporada com o recorde negativo de 0-16.

O Lions foi apenas a segunda equipe a perder todos os jogos da temporada.  A primeira foi o Tampa Bay Buccaneers, em sua temporada de estreia, em 1976. Naquela época, entretanto, ainda eram disputadas 14 partidas na fase inicial.

Nos jogos de agosto, só sucesso. Em casa, começaram aplicando um apertado 13-10 nos Giants. Na sequência, foram a Cincinnati enfrentar o Bengals e o resultado veio ao natural: 27 a 10. Na terceira semana, os leões de Detroit jantaram os Browns, 26 a 6, em casa. Para finalizar, Bills, em Buffalo, e o quarto triunfo: 14 a 6. 


Para tristeza do povo de Detroit, chegou setembro e a brincadeira acabou. Já nas duas primeiras semanas, as derrotas para Falcons, por 34-21, e Packers, por sonoros 48-25, foram um balde de água fria sob o otimismo  dos leões. Na terceira semana, o CEO Matt Millen não suportou a pressão e foi demitido, depois de oito anos de gestão pífia. A derrota por 31 a 13 para os 49ers foi a 84ª da franquia com Millen na chefia, contra apenas 31 vitórias. Na sequência veio a bye week e uma oportunidade de reestruturar (ao menos um pouco) a casa.


Mas a situação não melhorou. Muito pelo contrário. O quarterback titular Dan Orlovsky foi substituído por Daunte Culpepper e mais tarde por Jon Kitna. Nenhum mostrou capacidade de comandar o ataque com eficiência. As derrotas foram se sucedendo naturalmente. Entre as mais sofridas, esteve o encontro com os Titans, no tradicional Thanksgiving Day game, na Week 13. A equipe de Tennessee venceu por esmagadores 47 a 10.

As derrotas seguiram até a semana 17. Na derradeira rodada, o adversário foi, novamente, o rival Green Bay, desta vez no Lambeau Field. Os cabeças-de-queijo não pouparam provocações nas arquibancadas. Para os Lions, a partida valia a dignidade. E para não terminarem a temporada zerados, havia alguns fatores que pesavam contra os Packers e viraram a esperança dos leões: Green Bay estava em uma sequência de cinco derrotas, Brett Favre era uma ausência muito sentida e a equipe já não tinha mais possibilidade de avançar aos playoffs, depois de disputar a final e Conferência com os Giants no ano anterior. No entanto, a gana de afundar o rival era enorme.

Os Lions bem que tentaram. Chegaram a levar um empate para o último quarto de partida, mas o resultado foi o mesmo de sempre: derrota. Os Packers venceram por 31-21 e fecharam a conta da pior campanha da história da NFL.

Torcedor exibindo a camisa com os dizeres: '0-16. Sim, nós podemos!'

A Maldição de Bobby Lane 

Um dos quarterbacks mais prestigiados do pós-guerra, Bobby Lane defendeu as cores dos Lions entre 1950 e 1958. Neste período de oito anos, conduziu a equipe rumo a três finais da NFL. Triunfou em todas elas. 

O atleta passou a ser conhecido por ser durão, já que dispensava as grades em seu capacete, e por não ter uma técnica muito apurada. Além disso, Lane ficou famoso por uma suposta praga que rogou contra a franquia de Detroit. Em 1957, após fraturar a perna, o QB foi dispensado pelo Lions e sentiu-se tremendamente injustiçado. Transferido, então, para os Steelers, reza a lenda que Bobby Lane tenha dito que “os Lions ficariam 50 anos sem ganhar um título”.

O Detroit Lions, de fato, foi decaindo miseravelmente e nunca mais levou um título. Curiosamente, foi no fatídico ano de 2008 que, teoricamente, a maldição teve fim. Embora continue com a fama de ser uma das piores franquias da Liga, a situação melhorou um pouco nos últimos anos. Na temporada de 2011, liderados por Calvin "Megatron" Johnson e Matthew Stafford (primeira escolha do draft de 2009), a equipe voltou a disputar os playoffs após 11 anos. Em 2014, eles se classificaram para a pós-temporada novamente. Contudo, em ambas, o time não passou do wild card.

Em 2015, o começo foi pavoroso: cinco derrotas nas cinco partidas iniciais. Nas semanas seguintes, até houve uma recuperação, mas não suficiente para avançar aos playoffs em uma divisão que conta ainda com Green Bay Packers, Minnesota Vikings e Chicago Bears.

Janaína Wille, @janainawille

Guia dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 - Parte 3


Superação, coragem, grandeza, emoção e igualdade, valores que permeiam os Jogos Paraolímpicos. No Rio de Janeiro, de 7 a 18 de setembro, a cidade estará mais colorida com as competições de vários paradesportos e o Linha de Fundo preparou com muito carinho um guia.

Judô Paralímpico

O judô foi o primeiro esporte de origem asiática a ser inserido nas Paraolimpíadas, em Seul, 1988, porém a categoria feminina só estreou em Atenas, 2004. Na modalidade, atletas com alguma deficiência visual disputam as tão sonhadas medalhas de ouro, prata e bronze. O Brasil ganhou suas primeiras medalhas no esporte em Seul e o seu primeiro ouro foi conquistado em Atlanta, 1996, com Antônio Tenório da Silva.

Delegação brasileira no centro de eficiência paraolímpica (2013)
No judô paraolímpico, as disputas são divididas por categorias de peso, da mesma forma que acontece no judô olímpico. A diferença é que, além da divisão por peso, há também uma classificação por grau de deficiência visual. Tanto no masculino, quanto no feminino, são três as classificações e todas começam com a letra B (de Blind, que é “cego” em inglês):
 B1 – Cego total: de nenhuma percepção em ambos os olhos até a percepção de luz com incapacidade de reconhecer o formato de uma mão a qualquer distância ou direção.
B2 – Lutadores que têm a percepção de vultos, com capacidade em reconhecer a forma de uma mão até a acuidade visual de 2/60 ou campo visual inferior a cinco graus. 
B3 – Lutadores conseguem definir imagens. Acuidade visual de 2/60 a 6/60 ou campo visual entre cinco e 20 graus.

Tiro com Arco 

Praticado por atletas com paralisia cerebral, paraplégicos, tetraplégicos, amputados, pessoas com doenças disfuncionais e progressivas e múltiplas deficiências, o tiro com arco Paralímpico é disputado com o mesmo objetivo da disciplina olímpica: acertar flechas num alvo de dez círculos à 70m de distância, com arco recurvo, ou à 50m, com arco composto. 

Tiro com Arco na Paraolimpíadas de Londres
São duas classes de eventos:

Aberto: atletas com deficiência nas pernas e cadeirantes ou com deficiência de equilíbrio, atirando de pé ou sentado em um pequeno banco


W1: os atletas podem ter deficiência nas pernas e fazer uso de uma cadeira de rodas 




Tiro Esportivo

O tiro esportivo estreou nos Jogos Paraolímpicos em Toronto, 1976, estando presente no programa dos Jogos desde então. A competição conta com 12 eventos – três masculinos, três femininos e seis mistos.

Atletas com diferentes tipos de deficiência podem competir juntos em três classes:

sH1 pistol : atletas com deficiência nos membros inferiores e/ou braço não usado para atirar
sH1 rifle : atletas com deficiência nos membros inferiores
sH2 rifle : atletas com deficiência nos membros superiores e que precisam de suporte para a arma, pois não conseguem segurá-la com os braços

Atletas do Tiro Esportivo em Londres, 2012
Existem equipamentos de apoio, como mesas e cadeiras de tiro, além de suportes para as armas. Como na disputa do tiro convencional, as regras variam de acordo com a prova, a distância, o tipo do alvo, a posição de tiro, o número de disparos e o tempo para atirar. 

O alvo tem dez circunferências, com pontuação diferente e o círculo do meio, o menor de todos, vale dez pontos. Os oito melhores atletas da qualificação avançam para a final, sendo campeão aquele que atingir a maior pontuação entre os finalistas. 


Tênis de cadeira de rodas

O tênis de cadeira de rodas nasceu nos Estados Unidos e não demorou muito para que se espalhasse por todo o país e, posteriormente, o mundo. O esporte foi aos Jogos de Seul, 1988, como exibição e em Barcelona, 1992 foi oficializado como modalidade paraolímpica.

Diferente da maioria dos esportes, o tênis de cadeira de rodas não tem várias classificações. Para competir, o atleta deve ter uma perda funcional de alguma parte nas extremidades do seu corpo. Ou seja, atletas com tipos de deficiência diferentes podem competir juntos.

O tênis de cadeira de rodas é muito próximo do convencional. Existem disputas individuais e de duplas, as raquetes e as bolas são as mesmas. A diferença é que na modalidade paraolímpica, a bola pode quicar na quadra duas vezes antes do atleta rebater.

O Brasil ainda não conquistou medalhas neste esporte, mas esse ano tem grandes chances de garantir sua primeira com Natália Mayara, que ganhou dois ouros no Parapan -Americano de Toronto, 2015, um na categoria individual e outro em dupla.

Esgrima


Foto: Rio 2016
Uma das modalidades mais tradicionais dos Jogos Paralímpicos, nasceu na Alemanha e já é disputada desde a década de 50. O esporte é "filho" de Ludwig Guttmann, nada menos que o fundador do movimento paralímpico e é presença garantida desde a primeira edição dos Jogos Paralímpicos, em Roma, 1960.

Nas competições, as cadeiras de rodas ficam fixas no chão e qualquer movimento delas, interrompe o combate. Assim como na convencional, há duelos de florete, espada e sabre. Os combates da primeira rodada duram três minutos ou até que um dos esgrimistas marque cinco pontos. Nas rodadas que sucedem, são três rounds com três minutos cada, ou até que um competidor conseguia marcar 15 pontos. Por equipes, a meta é 45 pontos ou conseguir o maior número de pontos dentro do tempo regulamentar.

Classificação:

Classe 1A- Atletas sem equilíbrio sentado, com deficiência no braço armado e sem extensão eficiente do cotovelo. Além de não ter função residual da mão suficiente para segurar a arma.
Classe 1B- Assim como na 1A, só se diferencia por nessa classe, o atleta deter extensão funcional do cotovelo, entretanto sem flexão dos dedos.
Classe 2- Atletas com total equilíbrio sentado, com braço armado funcional. Paraplegia do tipo T1/T9 ou tetraplegia incompleta com sequelas mínimas no braço armado e que não comprometa seu equilíbrio sentado.
Classe 3- Atletas que tenham equilíbrio sentado e sem suporte de pernas, com braço armado sem deficiência. Pequenos resquícios de amputação abaixo do joelho ou lesões incompletas abaixo da D10 ou deficiências comparáveis que mantenham o equilíbrio sentado.
Classe 4- Atletas com equilíbrio sentado, com suporte das extremidades superiores e braço armado funcional, como lesões abaixo da C4 ou deficiências comparáveis.
Limitações mínimas- Deficiência dos membros inferiores comparável a amputações abaixo do joelho.

O Brasil garantiu sua primeira medalha na modalidade na última Paraolimpíada, em Londres, 2012. Jovane Guissone garantiu o ouro na categoria B, quatro anos após começar a praticar o esporte.


Foto: mascoche.net
Ciclismo

O ciclismo paraolímpico tem uma história grande. Na década de 1980, era praticado apenas pelos deficientes visuais, somente nos Jogos Paralímpicos de Nova Iorque, 1984, que pessoas com paralisia cerebral e amputados começaram a participar da modalidade. Quatro anos depois, em Seul, a prova de estrada virou olímpica, porém só em 1996 que houve a criação de categorias, buscando tornar as disputas mais equilibradas. O velódromo passou a fazer parte da programação neste ano e, em 2000, apareceu o handcycling, pela primeira vez.

As bicicletas convencionais ou os triciclos podem ser utilizados por atletas com paralisia cerebral, dependendo do grau de lesão de cada um. Os deficientes visuais usam a tandem, uma bicicleta dupla, onde são guiados por outro atleta que fica na frente. Já os cadeirantes  usam a handcycling, que é movida pelas mãos. Entenda a classificação:

LC: Locomotor Cycling (atletas que tem dificuldades para se locomover)
LC1- Atletas com pequena deficiência, quase sempre nos membros superiores.
LC2- Atletas com deficiência em uma das pernas, com uso de prótese permitida.
LC3- Atletas sem prótese que pedalam com somente uma das pernas. 
LC4- Atletas com grau de deficiência elevado, geralmente com amputação em um dos membro.

Tandem: ciclistas com deficiência visual.
Handbike: atletas paraplégicos.

Ciclismo de pista

O velódromo tem uma pista oval onde são feitas três provas diferentes, a de velocidade, a contrarrelógio e a de perseguição.

-Velocidade por equipes: É disputada por uma equipe feita de 3 ciclistas, que pedalam um atrás do outro. Cada atleta lidera uma volta e após terminá-la, se retira, para que outro lidere. Essa prova é disputada em três voltas.

- Contrarrelógio: Cada atleta percorre sozinho a distância estipulada, que pode variar entre 500m e 1000m. O menor tempo vence a prova.

- Perseguição: Dois atletas largam em lados opostos e percorrem uma distância estipulada, podendo ser de 3km ou 4km, dependendo da categoria. Vence quem alcançar o adversário ou fizer o menor tempo.

Ciclismo de estrada

Atletas de cada categoria largam ao mesmo momento em percursos que podem chegar a 120km.


Tênis de mesa

O tênis de mesa está entre as modalidades mais tradicionais dos Jogos Paraolímpicos, estando presente nas Paraolimpíadas desde a primeira edição, em Roma,1960. Além disso, diferentemente da maioria dos esportes, este tem mais tempo em Jogos do que o "convencional", que virou Olímpico somente em Seul,1988.

Os atletas são divididos em 11 categorias. A classificação é baseada no alcance de movimentos de cada mesatenista, suas restrições, sua força e até mesmo seu equilíbrio na cadeira de rodas. Entenda:

TT1-TT5 – Atletas que competem em cadeiras de rodas.
TT6-TT10 – Atletas com deficiência física que competem de pé.
TT11 – Atletas com deficiência intelectual que competem de pé.

As partidas são disputadas em "games" de onze pontos, para pontuar, basta o adversário tocar na mesa, não alcançar a bola depois dela ter tocado no seu lado da mesa ou lançar a bola para fora da mesa. Os saques para os cadeirantes são diferentes, a bola tem sempre que ultrapassar a linha de fundo do adversário.

O Brasil tem uma única medalha na modalidade, uma prata nos Jogos de Pequim, com a dupla Welder Kraf e Luiz Algacir.

Guia dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 - Parte 2

Artur Pinheiro (@arturpinheirom) e Cássia Gouvea (@_cassiagouvea)

Chuck Norris Rodada #23: DEIXOU CHEGAR

Vocês estão sentindo esse cheirinho? Isso mesmo, cheirinho de TOP 100. Após mais uma rodada PÉSSIMA para a maior parte dos cartoleiros - menor média de pontos do ano - o Chuck Norris conseguiu subir no ranking nacional atingindo a posição 361. Estamos a 80 pontos do Líder Nacional. O quinto melhor time do estado da Bahia (vocês estão ligados que Chuck Norris é baiano, né?). É manter esse ritmo e e logo estaremos "nas cabeças". Escapamos de um desastre total fugindo do convencional: Jaílson e Luan nos colocaram no pelotão da frente e escalar Ábila ao invés de Sóbis foi nosso diferencial. A nova função de divulgar os mais escalados do CartolaFC é ótima, porém é preciso não se CONTAMINAR tanto e ter coragem de arriscar em alguns momentos.

Essa rodada tem muitas opções boas e favoritos em DEMASIA. Muito cuidado. Essa configuração costuma ser traiçoeira - como vimos na rodada 22.

Continuaremos com nossa estratégia: Time base forte mas com apostas sólidas e pontuais. Eis nosso ESQUADRÃO que nos levará ao TOP 100:

PREÇO: 165,38    ESQUEMA: 4-3-3
JAÍLSON [Palmeiras] - De TERCEIRO goleiro do Palmeiras a titular do Chuck Norris. Que virada, hein? O arqueiro alviverde atropelou Vágner na vaga aberta por Prass com segurança e experiência. Tem a melhor média DD/jogo e enfrenta um time que costuma consagrar os goleiros adversários. Claro, clássico sempre tem uma dose de risco EMBUTIDA, mas é opção segura com probabilidade de MITADA. 

WILLIAM [Internacional] - Uma revelação: QUASE entrou no Chuck rodada passada (lateral escalado no meio-campo é ALERTA de mitagem), mas Diego Renan tinha um confronto MUITO mais favorável. Resultado, o lateral do Vitória foi o ÚNICO do Chuck que negativou. Dessa vez não tivemos dúvida e vamos com William mesmo com ele voltando a lateral em um confronto difícil. O estilo de Roth favorece William - lateral combativo que possui mais de duas roubadas de bola por jogo em média.

RÉVER [Flamengo] - Apostamos em Réver rodada passada e QUASE nos demos muito bem. O zagueirão tem sido bastante regular, tomou apenas UM cartão amarelo e costuma finalizar bem na área adversária - mesmo tendo feito apenas um gol. Quem sabe essa conta não aumenta contra a Ponte?

VÍTOR HUGO [Palmeiras] - Um dos melhores zagueiros do campeonato e que costuma marcar gols. Apostamos nisso pois a bola parada dos times de Cuca são sempre um ponto positivo.

JORGE [Flamengo] - Terceiro elemento da defesa que será mantido nessa rodada. Ótimo no apoio e na defesa, terá problemas com Clayson e Rhayner, mas compensará com assistência e gol - está voltando à grande fase do ano passado.

ARRASCAETA [Cruzeiro] - Não precisa nem justificar, né? Uruguaio está VOANDO. O jogo com o América não deve ser fácil como muitos acham - o caminho do triunfo passa pelos pés de Arrascaeta.

DIEGO [Flamengo] - Tem estreia no Chuck. Após três jogos é possível afirmar: Diego voltou muito bem ao futebol brasileiro. Não apenas pelos dois gols, mas principalmente pela participação nas partidas. Até RB ele está fazendo. Deverá ser o mais escalado da rodada - não vale a pena deixar fora do time.

MARQUINHOS GABRIEL [Corinthians] - Nossa SURPRESA para a rodada. Acredito ser uma opção melhor que Maicosuel. Tem sido o meia mais incisovo do time paulista. No primeiro turno marcou um golaço contra o Sport, tomara que repita a dose.

ROBINHO [Atlético-MG] - Tem sido o jogador mais decisivo do Galo - inclusive marcando GOLS, algo não muito comum na sua carreira.  O time mineiro deve ter muito volume ofensivo apesar dos desfalques, inclusive com muita chance de um pênalti maroto para Robson cobrar.

FRED [Atlético-MG] - Vamos CONTRARIAR uma máxima do Chuck de não escalar dois jogadores de ataque do mesmo time mas temos bons motivos. Sem Pratto, Fred deve jogar todo o tempo e bastante próximo ao gol SEMPRE; o maior artilheiro dos pontos corridos está a algum tempo sem marcar, esse jejum não deve durar muito. A zaga do Vitória só não foi vazada em DOIS jogos durante todo campeonato (6ª e 14ª rodadas); o desfalque de Victor Ramos e William Farias deve fragilizar ainda mais uma defesa que sempre permite muitas oportunidades aos atacantes adversários

DUDU [Palmeiras] - Dudu QUASE foi são paulino, QUASE foi corintiano mas acabou palmeirense. Como parte desse KARMA, costuma ir muito bem nos clássicos. Além do mais, vive fase de GARÇOM (maior número de assistências do campeonato), está com o pé calibrado em cobranças de escanteios e faltas laterais, além de mais tranquilo em campo - menos faltas, discussões e cartões. Promovido a capitão por Cuca, ganha a titularidade para essa rodada do CartolaFC.

CRISTÓVÃO BORGES [Corinthians] - Está muito difícil acertar um técnico que pontue bem essa temporada. Vamos com Cristóvão porque o Sport tem o segundo pior rendimento de visitante entre os times que atuam fora de casa nessa rodada - enquanto o Corinthians que tem o segundo melhor aproveitamento em Itaquera. 

ALEX ROLIM - @rolimpato - #BBMP
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