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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

113 anos de de glória

Quando a data "15 de setembro" é citada, para muitas pessoas no Brasil e no mundo, é apenas mais um dia no ano, uma data qualquer. Mas se você perguntar a um gremista, ele vai te dizer muitas coisas, dentre elas, que é o dia de acordar, tomar um banho, um café, vestir com orgulho a camisa Tricolor e começar mais um dia, com sorriso no rosto, com a bandeira do maior clube do Rio Grande do Sul tremulando e cantarolando o hino do Imortal - afinal de contas, é o dia do Grêmio.

Hugo de Leon em um dos momentos mias gloriosos do Grêmio

No lindo 15 de setembro de 2016, o Grêmio alcançou seu 113º aniversário, com uma história linda, de fazer qualquer gremista se orgulhar e fazer qualquer colorado sentir um pouco de inveja por não ter nascido com o sangue azul, preto e branco. A história do Grêmio começou antes mesmo do clube ser fundado. Em uma disputa entre o primeiro e segundo Rio Grande, preparada em 7 de setembro de 1903 e realizada no campo da Várzea (atual Parque Farroupilha), a bola do jogo havia sido esvaziada e um comerciante paulista conhecido como Cândido Dias da Silva, emprestou a pelota que trazia.

Foto do primeiro time do Grêmio, em dezembro de 1903

Em troca do favor, recebeu lições de como se fundar um clube de futebol. 8 dias depois, 32 homens se reuniram no Salão Grau, restaurante de um hotel da rua 15 de Novembro (atual rua José Montauri), no Centro de Porto Alegre e fundaram o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense. Desde esse dia, a capital gaúcha nunca mais foi a mesma - graças a Deus. O Grêmio deu um novo passo na sua gloriosa história ao construir o - saudoso - Estádio Olímpico em 19 de setembro de 1954, onde viveu muitos momentos de glória. São muitas coisas para contar quando se trata da história do Grêmio. Muitas alegrias e também tristezas.

Uma das cenas mais marcantes da "Batalha dos Aflitos" e, quiçá, da história do Grêmio.

De todas as alegrias e tristezas, preciso destacar a maior alegria, que é a de ter nascido gremista - e assim permanecerei. Infelizmente não vivi pra ver a época mais vitoriosa do Grêmio, mas pude presenciar a "Batalha dos Aflitos", que é a partida que, talvez, melhor traduza o que é ter o sangue gremista, que não se entrega com facilidade aos problemas e é Imortal. O Grêmio tinha um pênalti contra - que gerou uma confusão generalizada, paralisou o jogo por 27 minutos -, 4 jogadores expulsos, dependendo apenas da vitória para voltar à elite do futebol. Galatto defendeu a cobrança e, no contra-ataque, Anderson marcou o gol que nos deu o título da Série B 2005.  É bem verdade que não conquistamos um título nacional de importância há 15 anos, mas e daí!? Temos 113 anos de glória.


LEO FERNANDES || @L_Fernandes18
LINHA DE FUNDO || @SiteLF


Corinthians empata em Curitiba e sai do G4

Na noite da ultima quarta-feira (14), o Corinthians foi até o Estádio Couto Pereira enfrentar o Coritiba, em partida válida pela 25ª rodada do Brasileirão. O Timão saiu na frente, mas cedeu o empate ainda no primeiro tempo e não conseguiu trazer os três pontos para casa.

Corinthians estreou seu novo 3º uniforme azul. Foto: Twitter Oficial do Corinthians
Logo com seis minutos, uma infelicidade para o técnico Cristóvão Borges, Uendel sentiu a coxa e teve que ser substituído. O jovem Guilherme Arana entrou no jogo, Fagner, Vilson e Balbuena completaram a defesa alvinegra. No meio, Cristian, Camanho e Rodriguinho acionavam Marlone, Lucca e Gustavo no ataque.

O Timão chegou ao seu gol aos 15 minutos, Gustavo apareceu sozinho na entrada da área e serviu bem Marlone, o camisa 8 só teve o trabalho de empurrar para as redes. O gol acordou os donos da casa que se lançaram ao ataque, levando perigo principalmente na bola aérea.

Aos 27 minutos, o atacante turco Kazim invadiu a área em velocidade, Fagner tentou conter a jogada com um carrinho, mas acabou cometendo um pênalti, o próprio Kazim cobrou e deixou tudo igual no placar. O lance teve ainda mais prejuízo para o Timão, o lateral titular Fagner estava pendurado e levou o terceiro cartão amarelo no lance, o camisa 23 está fora do clássico de sábado.

O cenário do segundo tempo foi de um Coritiba buscando a virada, mas correndo riscos nos contra-ataques dos visitantes. Faltando 10 minutos para o final do jogo, João Paulo levou o segundo amarelo e deixou os donos da casa com um a menos. Cristóvão não mexeu no time e o Corinthians não soube aproveitar a vantagem numérica em campo.

Com o empate, o Timão chegou aos 41 pontos e caiu para 5º lugar na tabela. Na próxima rodada, o Corinthians tem o derby contra o Palmeiras, no sábado, às 16h, em Itaquera.


Lucas Felipe (@lsouza73)

Mesmo com a maldita lei do ex, o Benfica "vai continuar o seu caminho na Champions"


Foi um duro golpe para o Benfica: na arranque do Grupo B da Liga dos Campeões, viu fugir a vitória no último minuto, graças a um gol de falta do ex-talismã que foi dispensado pelo clube na última janela de verão. Anderson Talisca, emprestado ao Besiktas (por um ano, com opção de compra) evitou a derrota da equipa turca e selou o 1-1 no minuto final.



Cervi comemora seu gol na Champions




Mesmo desfalcada de Jonas, Raúl, Mitroglou e Rafa, os encarnados que contavam com Cervi e Gonçalo Guedes na frente e Ederson a render Júlio César na baliza, o Benfica fez por onde sair com a vitória. Marcou na primeira ocasião que criou, com Cervi (12', na recarga a um remate de Salvio), controlou as operações e teve ocasiões para matar o jogo no segundo tempo.

No entanto, o Besiktas não desistiu: guiado por Quaresma e por Talisca (que entrou no início do segundo tempo) foi sobressaltando a defesa encarnada. E, no último minuto, encontrou o golo, na transformação irrepreensível de uma falta, pelo médio brasileiro, de 22 anos - que festejou efusivamente deixando em fúria todos os torcedores benfiquistas, que esperavam respeito.

Portugueses e turcos ficam com um ponto no final da 1.ª jornada do Grupo B, que é agora liderado pelo Napoli, que triunfou na visita ao Dínamo de Kiev (1-2).

No entanto, comemorar o gol faz parte do jogo. O pior e mais grave por parte de Talisca foram as acusações do Benfica não efetuar o pagamento de seu salário, mentira que irou todos os benfiquistas, pois o acordo dizia que o salário após o contrato fechado com o clube turco e depois do acerto entre Besiktas e Benfica agora cabia apenas ao Besiktas. Em seguida, o próprio Besiktas desmentiu a afirmação do próprio jogador e o próprio jogador também desmentiu a própria afirmação. Ficou feio Talisca, não precisava disso.

Equipas:

BENFICA: Ederson; Nélson Semedo, Lisandro, Lindelöf e Grimaldo: Salvio, Fejsa, André Horta e Pizzi; Cervi (Samaris, 70') e Gonçalo Guedes.

BESIKTAS: Zengin; Beck, Marcelo, Tosic e Adriano (Tosun, 63'); Inler e Hutchinson; Quaresma, Ozyakup (Talisca, 46') e Erkin; Aboubakar (Sahan, 81')

GOLS: 1-0 Cervi (12'), 1-1 Talisca (90'+4)

A bagunça Figueirense Futebol Clube

Raiva, ódio e cansaço. Palavras que definem meu sentimento em relação ao Figueirense hoje. O empate ontem contra o América-MG foi a gota d'água. Time é apático, jogadores andando em campo, tropeçando nas próprias pernas e se estabacando no chão... Salvo raras exceções, é um time de amadores.

Eu poderia ficar escrevendo aqui uma Bíblia sobre a atual situação do Figueirense e enviar para a diretoria do clube pedindo mudanças. Mas de nada iria adiantar. O Clube não ouve a torcida. As pessoas que lá estão, só têm um único objetivo: ganhar dinheiro com o Figueirense. Se aproveitar da 'marca' que é o Figueirense Futebol Clube.

Alguns pontos são impossíveis de entender. Por que Tuca Guimarães foi efetivado como técnico? O que ele fez de revolucionário no time que o preteriu para ser o nosso treinador? O time continua jogando mal. Exceto no início de seu trabalho (por uns 3 jogos), o Figueirense evoluiu 0% em relação ao que jogava com outros técnicos.

O segundo ponto é bem simples: O que o Branco vem fazer aqui? "Assessor da Presidência". Ah, quer mentir para mentiroso? Viram Branco largado por aí e ofereceram esse cargo a ele. Vai fazer nada de útil ao Figueirense. Mais um gasto à toa.

Terceiro ponto é o que mais me intriga: Onde está o diretor de futebol do Figueirense, Cleber Giglio? Eu quero explicações, meu senhor. Na coletiva de dispensa de Carlos Alberto - será o próximo ponto - quem deu a notícia de que o até então camisa 19 não faria mais parte do elenco, foi o Assessor da Presidência, Branco. Estranho, não é mesmo? Dê as caras, Cleber Giglio! Tu que trouxesse boa parte desse elenco. Ao lado de seu Presidente, dê as devidas explicações que o torcedor exige. E ao final de suas explicações, por favor, peça para sair.

O quarto e último ponto: Dispensa do meia Carlos Alberto. O Figueirense não confirma, claro, mas o motivo é o seguinte. O grupo de jogadores estava insatisfeito com Carlos Alberto. Ainda mais que, no intervalo da partida contra o São Paulo no último domingo, alguns jogadores quase foram às vias de fato com o meia. Junto com Rafael Moura, Carlos Alberto era o nosso principal jogador. De meio-campo no time, praticamente só existia ele. Além desse problema de insatisfação de seus colegas de trabalho, outro empecilho era o número alto de lesões do agora ex-meia alvinegro. Nestes dois anos vestindo a camisa do Figueirense, foram cerca de apenas 30 partidas jogadas. Pouquíssimo.

Pois então, se para o elenco o problema era o Carlos Alberto, então deve estar tudo bem a partir de agora. Se o motivo deles jogarem tão mal era a presença do meia, que agora tratem de tomar vergonha na cara, e entrarem em campo dando a vida, jogando bem e que tirem o Figueirense dessa eterna areia movediça que é jogar uma Série A de Campeonato Brasileiro.

Patrick Silva | @figueiradepre

Botafogo domina, joga bem mas perde para o Santos na Arena

Na noite desta quarta-feira (14), o Botafogo recebeu o Santos em partida válida pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após uma sequência de três vitórias seguidas, o Glorioso foi derrotado por 1 a 0 mesmo jogando bem. O Alvinegro segue com 35 pontos. O próximo adversário será o Vitória, domingo (18), fora de casa. 

O JOGO

Neilton lamenta falha e gols perdidos (Foto: Armando Paiva/AGIF)
Foi uma daquelas derrotas injustas. O Botafogo, mesmo com desfalques importantes, fez um bom jogo e teve amplo domínio, criando diversas oportunidades de gol, algumas claríssimas. Infelizmente era aquele dia em que a bola não entraria nem se houvesse um terceiro tempo. O Santos pouco fez na partida. O gol foi resultado de um erro individual de Neilton. E a torcida reconheceu a boa atuação, quando mesmo após o apito final, aplaudiu o time, que lutou, buscou o gol e mostrou imensa vontade de vencer. 

Bom, o Santos marcou logo aos 3 minutos. Zeca aproveitou vacilo de Neilton e roubou a bola. Ele então partiu em disparada e, de fora da área, fez um bonito gol. O Peixe ainda levaria perigo aos 7 minutos, quando Vitor Bueno, impedido, saiu na cara do goleiro Sidão após passe de Ricardo Oliveira (o bandeira assinalou a posição irregular) e aos 17', quando Jean Mota, após tabelar com Victor Ferraz, chegou na cara do gol mas finalizou fraco, para defesa tranquila de Sidão. E foi só. A equipe comandada por Dorival Santos viu um Botafogo aplicado e que pressionava bastante. Aos 12', Emerson Santos chutou rasteiro no canto direito de Vanderlei, que mandou a bola para fora. Aos 18', Bruno Silva arriscou de fora da área e Vanderlei pulou para defender. Dois minutos depois, Victor Luiz, de cabeça, mandou bola para área. Na sobra, Dudu Cearense, sozinho, isolou. Aos 25 minutos, Gustavo Henrique quase marcou contra após cabeceio. A bola tocou o travessão e sobrou para Neilton, que dividiu com Zeca e ficou no chão. Aos 37', Camilo cruzou e Emerson Santos tentou cabecear. A bola voltou para a área e caiu no pé de Canales, que chutou para longe, desperdiçando ótima chance. Aos 43 minutos, Emerson cruzou e Neilton completou para fora. Aos 46', o primeiro tempo acabou. E como pudemos notar, foi um massacre botafoguense. É aquele velho ditado: quem não faz...

O Glorioso retornou com a mesma equipe para a etapa final. Aos 16 minutos, Emerson cruzou mas surpreendeu e a bola foi na direção do gol. Vanderlei se esticou todo para defender e evitar o empate. Aos 18', Neiltou quase se redimiu. De fora da área, o atacante mirou o ângulo de Vanderlei. A bola, no entanto, raspou a trave. Jair Ventura, aos 23', tirou Emerson Santos, que deu lugar ao atacante Rodrigo Pimpão. Aos 29 minutos, Camilo aproveitou bola pingando na entrada da área para arriscar o chute. O meia mandou no canto esquerdo de Vanderlei, que defendeu novamente. Aos 31', o chileno Canales foi substituído por Vinícius Tanque. Aos 39', terceira e última alteração, com Dudu Cearense deixando o gramado para a entrada de Leandrinho. Já nos acréscimos, aos 47 minutos, Camilo cruzou e Leandrinho tentou de cabeça. A bola sobrou para Tanque, que tentou finalizar mas não conseguiu. A bola então chegou em Leandrinho, que se esticou para chutar, sem sucesso. Aos 49', no último lance da partida, Sidão, na área, quase empatou o jogo após escanteio de Camilo. O goleiro botafoguense emendou uma linda bicicleta, porém, fraca, para defesa tranquila de Vanderlei. Fim de jogo, Santos 1 a 0. 

OBSERVAÇÕES

Apesar da derrota, foi legal ver a torcida, que compareceu em peso, aplaudir o time após o jogo. É sinal de reconhecimento. Espero também que a diretoria tenha aprendido que promoção atrai o torcedor. Foram quase 12 mil presentes na Arena em um dia de semana com horário ruim para quem trabalha e/ou estuda. Um verdadeiro caldeirão. 

Derrota injusta. Amplo domínio do Glorioso na partida. Mesmo sem Sassá, Carli e Airton, Botafogo pressionou, teve volume de jogo e fez boa exibição. Faltou 'só' o gol mesmo. Desfalques fizeram falta. A atuação anima, mas o revés frustrou.

FICHA DO JOGO

Botafogo 0
Sidão, Emerson Santos (Rodrigo Pimpão), Renan Fonseca, Emerson Silva, Diogo Barbosa; Victor Luis, Bruno Silva, Dudu Cearense (Leandrinho), Camilo; Neilton, Canales (Vinícius Tanque). Técnico: Jair Ventura. 

Santos 1
Vanderlei, Victor Ferraz (Caju), David Braz, Gustavo Henrique, Zeca; Thiago Maia, Renato, Vitor Bueno (Yuri), Jean Mota, Lucas Lima (Lucas Veríssimo); Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior. 

Estádio: Arena Botafogo (RJ).
Árbitro: Paulo Schleich Vollkopf (MS).
Assistentes: Cicero Alessandro de Souza (MS) e Marcos dos Santos Brito (MS). 
Gol: Zeca (3' do 1º T). 
Cartões amarelos: Rodrigo Pimpão e Bruno Silva (Botafogo); Jean Mota (Santos).
Público: 11.883. 
Renda: R$ 185.240,00. 

Flamengo supera jogador a menos, mas Palmeiras reage no fim e mantém a liderança

O domingo nem tinha terminado após o empate do Palmeiras contra o Grêmio e só se falava no jogo da rodada seguinte quando o Verdão receberia o Flamengo. Líder contra vice-líder. O melhor mandante recebendo o melhor visitante. Um ponto de diferença entre eles. A promessa era de um jogão, daqueles memoráveis, daqueles que costumam acontecer quando esses dois times se enfrentam.

Se tecnicamente não se viu um jogo primoroso, os ingredientes de um grande jogo estiveram presentes. Teve emoção, gol, expulsão, sacrifício e sufoco. E nesse pacote deve-se incluir o pré-jogo com flamenguistas lotando aeroportos na viagem do elenco rubro-negro e a recepção do ônibus palmeirense com direito a corredor alviverde.

Nesse cenário todo, quem entrou melhor em campo foi o Flamengo, ficando no campo de ataque praticamente os dez minutos iniciais da partida. Mesmo com Gabriel Jesus escalado depois de muito suspense, a tradicional pressão palmeirense nos primeiros minutos não aconteceu. Um sinal de que a noite não seria das melhores.

Passados os dez minutos iniciais, o jogo ficou mais equilibrado e truncado. As chances eram raras e não exigiram qualquer intervenção dos goleiros Jailson e Alex Muralha. Mesmo assim, a bola correu bastante até perto dos 40’, quando Marcio Araújo cometeu mais uma falta e acabou expulso com algum atraso já que deveria ter sido expulso em lance anterior. Com todo segundo tempo pela frente, o cenário era bastante favorável ao Palmeiras – cenário esse que sofreria muitas mudanças ao longo da partida.

Mina disputa bola pelo alto. Foi um dos melhores em campo pelo Verdão.
Foto: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação.
Como esperado, o Flamengo voltou bastante recuado e esperando um contra-ataque para surpreender. O sacrificado da noite foi Diego, possibilitando que Leandro Damião continuasse em campo para tentar segurar a bola no ataque. Cuca, por sua vez, lançou Barrios na vaga de Gabriel. A exposição do time talvez fosse um pouco acelerada ainda no intervalo.

Se o segundo tempo começou conforme previsto com um Palmeiras pressionando, o rumo do jogo mudou completamente quando Alan Patrick entrou em campo e ninguém percebeu. Com um espaço gigante deixado por Zé Roberto pela esquerda, ele entrou livre para marcar no primeiro toque na bola.

Tempo para virar, havia de sobra. O problema é que o Palmeiras estava uma bagunça em campo e, com o gol sofrido, ficou bastante desorganizado. A entrada de Cleiton Xavier no lugar de Roger Guedes para articular o time não funcionou. Quem quase marcou foi o time carioca que perdeu pelo menos três ótimos contra-ataques para definir a partida.

A situação já era desesperadora – perder em casa, com um a mais e entregar a liderança para o Flamengo seria trágico -, quando Gabriel Jesus tratou de empatar com um bonito gol. Nessa altura do campeonato, o empate não era tão ruim quanto poderia ser no começo da partida. E na base do abafe, aproveitando-se também do desgaste físico flamenguista, a virada quase veio nos minutos finais. Seria, contudo, um castigo muito grande para quem jogou tão bem com um a menos e, sobretudo, um prêmio absurdo para quem jogou tão mal como o alviverde.

O DESTAQUE: Mais pelo gol decisivo do que pela atuação em si, Gabriel Jesus calou aqueles que duvidavam da sua condição física para o jogo. Além de correr muito, dividiu sem medo e voltou a decidir para o Verdão.


BOLA MURCHA: A curta paciência da torcida com Barrios se justifica mais a cada jogo. O atacante não ganhou uma bola pelo alto e errou a maioria das jogadas que tentou. Em alguns lances parece com falta de vontade.
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