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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Palmeirense, cuidado: Cucabol não existe

Ao longo das últimas semanas, o jornalista Mauro Cezar (ESPN) vem ironizando o estilo de jogo do Palmeiras e a forma com que a equipe ganha os seus jogos. A crítica é feita através de um neologismo: o Cucabol. Essa teoria compara o estilo de jogo palmeirense ao praticado pelo São Paulo de Muricy Ramalho que foi tricampeão brasileiro e venceu muitas partidas com uma defesa sólida e gols de bola parada e escanteio. Ainda que também tenha seus méritos na solidez defensiva, essa comparação é injusta e até absurda.

O Palmeiras de Cuca está longe de ser líder por acaso ou jogando um futebol feio, como defendem alguns. Os últimos jogos não foram brilhantes, é verdade, mas foram contra equipes fortes do campeonato – dois clássicos, os cariocas Fla-Flu e o Grêmio. Mesmo assim, o time tem um padrão de jogo e o foco não é bola aérea.

O VERDADEIRO PALMEIRAS DE CUCA

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Dudu e Gabriel Jesus: dupla tem criado muitas chances de gol para o Palmeiras.
(Foto: Terra)
O meio-campo não tem formação fixa. Muitas vezes o time joga sem aquele volante marcador (Gabriel ou Thiago Santos), não sendo raro iniciar com Moisés, Tchê Tchê e Cleiton Xavier, três jogadores que sabem construir e não destruir. Fora de casa, a entrada de um volante de contenção é utilizada também dando uma variação de jogo, mas mantendo as trocas de posições constantes. Com isso, Cuca tem praticamente doze titulares e não apenas os onze habituais.

As jogadas tradicionais do Palmeiras não são bolas alçadas para a área. Esse é um recurso usado por conta da sua dupla de zaga forte no jogo aéreo: Mina tem quase dois metros de altura e Vitor Hugo uma das maiores impulsões. É um recurso válido e que, bem treinado, funciona. Por que ser descartado? O foco, entretanto, é sempre a busca de transição com bola no chão, especialmente pelos lados do campo com Dudu e Roger Guedes (ou Erik ou Allione).

Mesmo em jogos decididos com a bola aérea, é errado dizer que o jogo do Verdão se limitou a isso. Exemplo? O clássico diante do São Paulo, vencido na virada com gols de bolas lançadas para a área (Mina e Vitor Hugo marcaram). O gol poderia ter saído com Rafal Marques, após ótimo lançamento de Moisés por trás da zaga tricolor. Poderia ter aparecido na ótima jogada e troca de passes que Allione chegou atrasado. No segundo tempo, Gabriel Jesus recebeu ótima bola de Dudu, fintou e viu Dênis fazer um milagre. Ocasionalmente, nesse jogo, as jogadas trabalhadas pararam em Dênis. A bola aérea funcionou – não foi, de maneira alguma, o único recurso.

É evidente e inegável que a bola parada é uma arma forte palmeirense. E não há nada de errado nisso: boa parte dos gols do campeonato sai desta forma. As jogadas são treinadas e devem sim ser aproveitadas. É, porém, apenas um recurso dos vários que apresenta o time de Cuca cujo jogo é baseado na movimentação e velocidade do meio para o ataque.

Resumir um time que tem o melhor ataque e a segunda melhor defesa do campeonato até aqui a alguns chuveirinhos para a área é ignorar muita coisa: a velocidade e versatilidade de Tchê Tchê, a intensidade na marcação e armação de Moisés, além dos rápidos e decisivos Dudu e Gabriel Jesus.

O PALMEIRAS EM NÚMEROS

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Vitor Hugo e Mina: fortes no jogo aéreo, uma das principais jogadas do Palmeiras, mas não a única.
(Foto: ESPN)
E tudo isso não fica apenas no plano teórico. É só olhar para toda a campanha palmeirense e chegar a essa mesma conclusão. Olhando os números, isso fica ainda mais evidente. O Palmeiras marcou 21 dos seus 45 gols até aqui em jogadas criadas, tocando bola, com movimentação e infiltração. Isso representa quase metade dos gols marcados (47%). Para efeitos de comparação, o vice-líder Flamengo marcou 15 gols desta forma, aproximadamente 42% do total.

É importante dizer que existe uma diferença entre alçar bolas para a área adversária de qualquer lugar do campo (Cucabol?) ou criar jogadas e realizar um passe pelo alto na cabeça de um companheiro. Cleiton Xavier marcou de cabeça contra o Corinthians em rebote após uma ótima jogada trabalhada pelo chão. Gabriel Jesus recebeu passe de Zé Roberto livre e deslocou o goleiro contra o Figueirense. São jogadas criadas, não simplesmente bolas alçadas para a área.

Não que o Palmeiras não use da bola aérea, é uma jogada forte sim do time alviverde. Foram oito gols desta forma e não há demérito nenhum, é apenas uma forma de marcar gols e utilizada por todos os times do mundo. E mesmo assim, em alguns desses gols de escanteio, a jogada foi trabalhada como foi diante do Vitória, quando o foi batido curto e, na continuidade, Barrios marcou. Para cada gol de escanteio marcado, portanto, o Palmeiras marca outros três em jogadas construídas.

Outra jogada muito criticada é a bola lateral arremessada para dentro da área com Moisés. Em um esporte cuja cultura é de que lateral não resulta em gol (quantas vezes já ouvimos um “é absurdo levar gol de lateral”?), o Verdão conseguiu marcar quatro vezes. Se é uma jogada que resulta em gol, por que deixar de executá-la?

As faltas lançadas para a área resultaram em outros cinco gols palmeirenses. Os flamenguistas fizeram quatro gols desta mesma maneira. O Flamengo é líder em penalidades marcadas e converteu quatro dessas cobranças, enquanto o Palmeiras marcou três vezes. Por fim, ainda olhando números, o rubro-negro tem muitos cruzamentos a mais do que o alviverde em toda competição.

Essa diferença toda pode ser vista até na última rodada. O Flamengo, em casa, executou vinte cruzamentos contra a área dos catarinenses somente no primeiro tempo. O Palmeiras, fora de casa, realizou oito em toda partida. O time carioca não recebe alcunhas irônicas como “Ricardobol” ou coisa semelhante, mesmo com números bastante parecidos – coisa que, diga-se, seria muito injusta também pelo bom futebol apresentado pelos cariocas.

Portanto, palmeirense, cuidado ao ver essa alcunha. O Verdão pode não ter feito jogos brilhantes nas últimas rodadas e não fez por conta das dificuldades impostas. O futebol palmeirense tem qualidades e defeitos, como todos os times do campeonato. Se vai ser campeão ou não, é outra história.

O Flamengo, assim como o Palmeiras e assim como Atlético-MG e Santos, joga um futebol bem legal de se ver. Os quatro têm um nível bastante semelhante e os detalhes vão decidir. De qualquer forma, não se incomodem com alcunhas negativas. Lembre-se que o Santos já era cravado como campeão na Copa do Brasil de 2015.


De qualquer forma, caso insistam nessa definição, com o melhor ataque, a segunda melhor defesa, um dos artilheiros, um dos líderes em assistências, sendo um dos melhores mandantes e também um dos melhores visitantes, esse tal de Cucabol não parece tão ruim assim. Ou parece, mas apenas para os olhos de quem torce contra.

Mitrogolos aparece e a liderança também

Mitroglou voltou de lesão e voltou também a marcar pelo Benfica
O Benfica venceu nesta segunda feira (19) o Braga pelo placar de 3 a 1, no Estádio da Luz. O jogo válido pela 5ª rodada da Liga NOS serviu para o Glorioso assumir a liderança do Campeonato, vencer pela primeira vez em casa na competição e ver o segundo melhor marcador da temporada passada balançar as redes por duas vezes, o grego Kostas Mitroglou, ou como é conhecido pelos benfiquistas, "Mitrogolos".

O Benfica começou com a formação habitual, com os desfalques de Jardel, Rafa e Jonas o Benfica foi a campo com Lisandro na vez de Jardel e Gonçalo Guedes á frente numa formação que o treinador Rui Vitória gosta muito e que os benfiquistas se habituaram a ver com dois volantes, dois alas, atacante que se movimenta mais recuado e um centro-avante. Foi assim que o Benfica conseguiu vencer o Braga.

Na primeira etapa, Júlio César pouco trabalhou, mas quando necessário lá estava para realizar suas firmes e seguras interceptações. Os encarnados possuíam mais bola, mais volume, mais intensidade e mais oportunidades de fazer os gols para sair na frente do marcador. O lado esquerdo do Benfica funcionou bem no primeiro gol, Horta e Pizzi trabalharam a bola e o camisa 21 fez um lindo passe para Gonçalo Guedes avançar sozinho para a esquerda e tocar para Mitroglou de primeira marcar o 1 a 0 para o Benfica.

O jogo seguiu para o intervalo com o placar em 1 a 0, com o Benfica a pressionar mais os bracarenses que tiveram algumas chances bem interceptadas pela defesa que estava segura.

Mitroglou e Pizzi foram os grandes responsáveis pela vitória de hoje
No segundo tempo, as Águias decidiram liquidar a partida, perto do fim. Aos 73, Mitroglou tentou fazer um passe, e errou a bola tocou no jogador do Braga e deu condição para Pizzi que com o passe errado do bracarense só teve o trabalho de chutar a queima roupa e fazer o 2-0 para o Benfica. Logo três minutos depois, após uma jogada de linha de fundo a bola cruzou a área e se ofereceu pra Pizzi que matou no peito, fintou e cruzou na cabeça de Mitroglou, que nem precisou sair do chão pra fazer o 3 a 0.

O Braga ainda diminuiu com Rosic, mas os três pontos já estavam com a equipe vermelha de Lisboa e a liderança, também.

Agora o Benfica descansa, pois no sábado joga com o Desportivo Chaves. em Trás os Montes.

Boro conhece a segunda derrota e já começa a preocupar

O bom começo do Middlesbrough na Premier League animou a todos os torcedores da equipe, mas logo a realidade da equipe veio a tona. Apesar de montar um bom elenco, a disputa de uma liga tão igual e competitiva vem começando a cobrar o preço. Neste sábado (17), a equipe enfrentou o Everton fora de casa e até chegou a abrir o placar, mas tomou uma virada categórica e acabou derrotado por 3 a 1.

O Boro saiu na frente e sofreu a virada (Foto: Reuters)
A partida começou equilibrada, com bastante movimentação, Everton e Boro se revezaram no ataque. A primeira chance veio aos 5 minutos, quando Negredo desviou de cabeça e a Ayala quase conseguiu completar pro gol. A resposta dos Toffees veio sete minutos depois, também na bola aérea, com Jagielka, que cabeceou fraco. Depois foi a vez de Barkley assustar a meta de Valdés, que fez boa defesa.

Foi então que aos 20 minutos, Friend levantou na área e Negredou subiu pra dividir com Stekelenburg. O goleiro do Everton colocou a mão fraca na dividida e o atacante espanhol levou a melhor, mas a arbitragem deu gol contra do arqueiro do Chelsea. Só que o Boro não teve tanto tempo para comemorar. Três minutos depois, Mirallas cobrou escanteio na área e a bola sobrou para Barry bater pro fundo da rede.

O gol acordou de vez o Everton, que passou a tomar conta do jogo e por duas vezes esteve perto da virada, primeiro com Barkley e depois com Bolasie. Entretanto, os Toffees só chegaram ao segundo tento aos 41 minutos da primeira etapa, quando Lukaku deixou a bola para Coleman, que saiu fazendo fila na defesa do Boro e chutou no cantinho de Valdés. E ainda teve tempo pra mais, Bolasie levantou a bola a meia altura e Lukaku deu um leve desvio para matar Valdés.

No seu jogo de número 600 na Premier League, Barry marcou o seu segundo gol na temporada (Reuters)
Na segunda etapa, o Everton soube jogar com o resultado, explorando bastante a defesa do Boro. Mirallas, aos 8, recebeu na entrada da área e encheu o pé, mas o chute saiu por cima do gol. Depois foi a vez de Barkley fazer bela jogada individual e bater rasteiro para boa defesa de Valdés. Já nos minutos finais, Barkley abriu para Deulofeu, que na hora de devolver para o camisa 8, bateu fraco na bola e facilitou a defesa de Valdés.

Com o resultado, o Boro chegou ao seu terceiro jogo consecutivo sem vencer, acumulando um empate e duas derrotas. A sequência ruim deixa o time na 13ª posição com 5 pontos conquistados e a torcida espera que a recuperação venha no próximo sábado (11). Porém, mesmo em casa não será uma rodada nada fácil, já que recebe outra equipe que faz boa campanha, o Tottenham.

Apesar da derrota, Mourinho continua prestigiado pela direção...



Mourinho deveria acender a luz de alerta? (ogol)
Engraçado como algumas palavras tês um sentido totalmente diferente no futebol: quando uma diretoria usa o termo prestigiado para o treinador, já sabemos que se houver uma derrota na próxima partida, é demissão na certa.

Vamos ao que interessa! São três derrotas nos últimos três jogos, a luz de alerta acendeu, pois pior que as derrotas foi a forma como nosso Manchester se comportou. Tirando o futebol razoável do jogo contra o "Cityzinho", jogamos mal, muito mal, contra o Feyenoord e o pequeno Watford. Não conseguimos envolver e nem criar jogadas e verdadeiras situações de gol. 

A partida contra o Feyenoord pela Liga Europa foi de chorar. (ogol)
Confesso que na partida da Liga Europa eu só não dormi por respeito a vocês leitores para quem escrevo com tanta satisfação. O jogo foi de um desleixo absurdo, me pareceu que os jogadores foram obrigados a entrar em campo, uma má vontade com pouquíssimas exceções. Lances de gols só em jogadas isoladas ou individuais, realmente ainda não temos um time. E para piorar, quando Mourinho fez umas mudanças onde o time melhorou um pouco, tomamos o gol. Mas, tudo bem, bola pra frente, domingo tem mais, só não esperávamos que o calvário continuaria...

O Watford na minha opinião realmente nos dominou e muito, diga-se de passagem, tanto que quando o garoto de ouro, Rashford, empatou o jogo já comecei a torcer para o juiz acabar. Um empate fora de casa não era tão ruim assim, mas o destino foi cruel. E no final do jogo, período que tantas vezes conseguimos fazer gols e vencer partidas, faixa do jogo que chamamos de “Fergie Time”, tomamos o gol da derrota e não satisfeitos ainda fizeram o terceiro, me fez parar para pensar...


A esperança de um futuro melhor, Rashford! (ogol)
Durante a tarde comecei a pensar em como poderíamos melhorar nosso time, resolvi colocar aqui, vai que Mourinho é leitor do Linha de Fundo e a gente não sabe. Começaria mudando o esquema, desde que me entendo por gente que o esquema do Manchester United é 4-4-2, por isso esqueceria esse 4-5-1 ou 4-3-3. voltaria humildemente, pedindo perdão, ao 4-4-2 digno dos grandes times de futebol, jogaria com dois volantes e dois meias, pois temos jogadores para jogar assim.


A escalação seria com:


De Gea no gol.


Meus zagueiros seriam Smalling e Bailly, nas laterais Valencia e Shaw.


No meio de campo iria com Schneiderlin de volante destruidor e Herrera como volante de criação, nas meias de criação Pogba e Juan Mata.


No ataque Ibra de centroavante e Rashford (Martial) de segundo atacante flutuando pelos lados da área.







Volto a lembrar que todos estão falando mal do homem mais caro do futebol, Paul Pogba, mas se formos analisar ele está rendendo o mesmo que rende na seleção francesa, onde também joga de volante com obrigação de criar e destruir. Na Juventus, ele jogava mais à frente, criando muito mais que marcando.

Nosso capitão infelizmente tem que aceitar que a idade chegou e temos que utilizá-lo durante o jogo, sabemos que podemos contar com ele em qualquer lugar do campo que ele vai entrar com muita garra e vontade, mas está na hora de dar espaço para os mais novos, isso é natural e aconteceu com outros craques como Ryan Giggs.

Parece que Ibra vai ter mais trabalho do que imaginávamos. (ogol) 
Vou me despedindo por aqui, tem muito campeonato pela frente e ainda está muito cedo para desespero, a temporada não vai ser um mar de rosas, mas também era ingenuidade acreditar que seria.

Até a próxima e GGMU!

Por: Rodrigo Pedrosa || Twitter: @RodrigoVicking / @SiteLF / @PLBrasil_LF

Melhor do mundo e fator casa fazem Portugal e Colômbia avançarem no grupo A

Colômbia e Portugal se garantiram nas oitavas de final e buscarão o titulo inédito
Portugal e Colômbia avançaram para as oitavas de final da Copa do Mundo FIFA de Futsal disputada em terras colombianas e, como já dito no título deste texto a seleção anfitriã assim como Portugal avançaram no grupo A que era composto também por Uzbequistão e Panamá.

Com maior facilidade se classificou a seleção portuguesa, com o auxílio do melhor jogador do mundo nos últimos dois anos, o ala Ricardinho, jogador do Inter Movistar. Os portugueses venceram colombianos e panamenhos e empataram com uzbeques, tendo o seu melhor jogador inclusive como artilheiro do torneio com 9 gols marcados. A primeira colocação do grupo além de deixar Portugal com a moral elevada, faz com que os patrícios escapem do Brasil num confronto prematuro e só cruzem com os atuais campeões numa eventual final, o próximo confronto de Portugal é com a Costa Rica, às 22 horas pelo horário de Brasília, direto de Cali.

Em segundo lugar, ficou o selecionado da casa. Os colombianos empataram com os primeiros colocados do grupo, Portugal, e também com o Uzbequistão, mas venceram o Panamá por um placar apertado de 4 a 3 e conseguiram assegurar a classificação para as oitavas de final. O apoio intenso vindo das arquibancadas dos coliseus colombianos onde estão sendo realizados os jogos é um combustível a mais para os jogadores que tentarão fazer história. No confronto das oitavas os colombianos farão um duelo sul-americano com os paraguaios, amanhã, às 22 horas também em Cali.

Botafogo empata no RJ, e está classificado para as quartas da Série C

Agora já pode ser decretado de forma oficial: O Botafogo está classificado para a próxima fase do Campeonato Brasileiro da Série C. Classificação essa, que já era esperada por boa parte da torcida, principalmente após a boa vitória no fim de semana passado sobre o Tombense. Mas também o torcedor tricolor via com olhos curiosos a partida no litoral norte do RJ, como uma expectativa de o Pantera conseguir um bom resultado, e beliscar uma posição melhor em sua chave.

Uma possível classificação em segundo lugar, garantiria ao time de Ribeirão, decidir o jogo decisivo das quartas de final, consequentemente o jogo do acesso, dentro de sua casa, em um com toda certeza, inflamado estádio Santa Cruz. Porém, não foi isso que aconteceu. O maior de Ribeirão apenas ficou no empate contra o Macaé, tendo levado o gol de igualdade já nos acréscimos da etapa final, e terminou em terceiro. Nada mal se formos ver que o objetivo do começo de campeonato foi alcançado. A classificação ao mata-mata. Agora é jogar bola, torcer, e chamar a torcida para o campo, e conquistar a tão sonhada vaga no segundo escalão do futebol nacional.

O JOGO.

Botafogo está na próxima fase da Série C.
O Botinha enfrentou uma tremenda odisseia até o local da partida que definiria seu futuro, e daria pistas do que poderia encontrar pela frente na Série C. O time saiu de Ribeirão Preto com voo diretamente ao Aeroporto do RJ, e dali em diante, seguiu por mais 110km de ônibus, até a cidade de Macaé, no litoral norte do estado, para estar no palco do duelo da tarde do último domingo, dia 18.

Com um time reforçado novamente com seus principais jogadores, e sem desfalques, o Botafogo tratou de logo iniciar a pressão em cima do time da casa, e abusou dos passes na linha intermediaria, e até arriscou algumas bolas. Todas quaisquer, sem perigo para o arqueiro do time carioca Milton Raphael.

O Macaé resolveu apostar na cadencia de seus passes, e organizar sempre o time atrás da linha compactada da equipe paulista. O time da casa sabia que tudo que precisava ser feito para permanecer na Série C, era segurar o empate frente ao Botafogo, já que estavam ligados no resultado do jogo de Tombos-MG, onde o Tombense ia vencendo a Portuguesa por 1-0

A primeira etapa se foi com um gostinho de que poderia ter tido mais futebol. Um jogo onde as duas equipes muito se estudaram, e as chances de gol ficaram sendo quase nulas. Já com a vinda do segundo tempo, as coisas mudaram, e o Botafogo passou a atuar mais em cima da linha defensiva do Macaé, pressionando principalmente as saídas de bola. Zotti era o maestro da equipe tricolor, e que conseguia fazer boas triangulações pelo lado direito com Cléo Silva, que jogava mais recuado que o normal, deixando Isac centralizado como homem de referência.

E não demorou muito para o placar ser aberto. Logo aos 13min da etapa complementar, depois de um cruzamento de escanteio primoroso, Zotti colocou a bola na cabeça de Filipe, que se antecipou à zaga e testou firme para o fundo do gol, abrindo o placar para o Pantera, 1 a 0.

Mesmo com o gol, o Macaé não era ameaçado pela degola, já que no jogo que lhe interessava, a Lusa levava mais um gol do Tombense, subindo para dois a desvantagem no placar. Se por um lado o Macaé conseguia sem fazer sua parte se safar do rebaixamento, a tradicional Portuguesa ia ficando pelo caminho, e colecionando mais um descenso em sua história.

Filipe (4), foi o autor do gol Tricolor.
Pelo lado do Botafogo o empenho foi monstruoso, mesmo depois de uma longínqua e desgastante viagem. O técnico Márcio Fernandes, vendo que a definição da vaga estava praticamente confirmada, aproveitou até por testar alguns jogadores que durante a primeira fase não tiveram tanta oportunidade. Como foi o caso das entradas de Thiago Primão e Carlos Henrique. Os atletas entraram, e deram sua contribuição para que o Botafogo pudesse segurar o resultado, e garantir a mais do que já provável classificação.

Aos 45min da etapa final, quase ali nos acréscimos, em falha dupla da zaga do time de Ribeirão, o Macaé conseguiu fazer o gol que empatava a partida, e de quebra decretava de uma vez por todas o rebaixamento da Portuguesa. O time carioca se safava, mas não mudava em nada a vida do Botinha, já que o empate era também um resultado suficiente para se classificar. Fim de jogo em Macaé, 1 a 1.

OS DUELOS NAS QUARTAS.

Quando cada juiz apitou o final de cada partida das 16h na Série C, o Grupo B teve seus times definidos de quem iria para as quartas de final, e de quem estaria rebaixado para a Série D em 2017. Guarani-SP, Boa Esporte-MG, Botafogo e Juventude-RS respectivamente, avançaram na competição. Os paulistas Guaratinguetá e Portuguesa caíram.

No Grupo A, que teve seus jogos da rodada final disputados as 19h, Fortaleza-CE, Botafogo-PB, ABC-RN e ASA-AL se classificaram, exatamente nessa ordem do grupo. River-PI e América-RN foram rebaixados.

Os duelos ficaram assim:

Juventude-RS x Fortaleza-CE
Botafogo-PB x Boa Esporte-MG
Botafogo x ABC-RN
ASA-AL x Guarani-SP 

Sampaio empata com CRB e não aproveita os tropeços dos adversários

Sampaio Corrêa e CRB se enfrentaram no último sábado (17), no Estádio Castelão, valendo a 26ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B. O Tricolor de São Pantaleão precisava da vitória para chegar aos adversários diretos na luta contra o rebaixamento. Já o CRB precisava voltar ao G4. Mas o empate em 1x1 acabou atrapalhando os planos das duas equipes.

Marmentini marcou de pênalti, mas não evitou o empate (Foto: Elias Auê)


O Sampaio iniciou a partida com bom volume de jogo, partindo para cima do adversário, marcando forte no meio de campo. Mas quem assustou primeiro foi o CRB. Aos 17 minutos, o time alagoano cobrou escanteio, o goleiro Rodrigo Ramos saiu mal do gol e deu um soco na bola, que bateu em Renan Luís e quase entra no gol.

Apesar do domínio na posse de bola, o tricolor só levou real perigo a defesa adversária aos 35 minutos. Marmentini fez boa jogada na direita após driblar o defensor e cruzou rasteiro. A bola passou à frente do goleiro e por pouco Jean Carlos não alcançou a bola no carrinho. Aos 41, foi a vez do CRB. Marcos chutou cruzado da esquerda no ângulo e Rodrigo Ramos fez uma ótima defesa de mão trocada, espalmando a bola para escanteio. Um minuto depois, Pimentinha avançou pela esquerda e invadiu a área. O marcador impediu o avanço do atacante tricolor com o braço e cometeu a infração. Pênalti para o Tubarão. Marmentini assumiu a responsabilidade da cobrança e converteu a penalidade com maestria, deslocando o goleiro, aos 45.

No início do segundo tempo, o CRB tentou o empate com Luidy. Após bola alçada na área, Neto Baiano escorou para trás e o jovem atacante alagoano chutou de primeira no canto esquerdo, mas o arqueiro tricolor espalmou para fora. No lance seguinte, na cobrança curta de escanteio, Luidy recebeu dentro da área e foi derrubado por Renan Luís, pênalti infantil cometido pelo lateral tricolor. Neto Baiano não desperdiçou a cobrança e empatou a partida, aos 8 minutos.

O time alagoano voltou a levar perigo aos 16 minutos. Neto Baiano recebeu dentro da área de costas para o zagueiro e fez o pivô para Assisinho, que chutou forte no meio do gol, mas Rodrigo Ramos fez excelente defesa com os pés, evitando a virada. Ao comandante tricolor não restava alternativa, a não ser partir com tudo para o ataque. Então ele promoveu a reestreia de Hiltinho, no lugar de Diego Lorenzi. Edgar também entrou, após muito tempo lesionado. E o centroavante Thiago Santos substituiu Éder Sciola.

Aos 43, Edgar partiu em contra-ataque e ganhou de Diego Jussani na corrida, invadiu a área e tentou fazer uma “cavadinha”, mas finalizou em cima do goleiro Júlio César. E assim terminou a partida, 1x1, resultado que não agradou a ambos.

No primeiro tempo, o Sampaio marcou forte e apesar do controle da posse de bola, o time pouco criou. Marmentini não apareceu tanto na criação de jogadas. Jean Carlos se movimentou bastante no ataque, alternando várias vezes o posicionamento com Pimentinha, o que possibilitou a marcação do pênalti. Mas o setor ofensivo, desta vez, sentiu falta do centroavante de ofício para definir algumas jogadas. O esquema armado por Flávio Araújo que deu certo contra o Ceará desta vez não funcionou, alternando-se do 3-5-2 para o 4-4-2 em alguns momentos do jogo. No segundo tempo, o tricolor parecia outro time em campo, lento, errando muitos passes e dando espaço para o adversário, principalmente pelo lado direito. O CRB voltou com vontade de vencer e fez por merecer o empate.

Na próxima rodada, o Tubarão enfrentará o Criciúma, em Santa Catarina, no Estádio Heriberto Hulse, na sexta-feira (23), às 19h15. É hora de dar a volta por cima. Reage, Sampaio!

FICHA DO JOGO:
Local: Estádio Castelão, São Luís (MA)
Data: 17 de Setembro de 2016, sábado
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Furlan (SP)
Cartões amarelos: Wágner, Héverton, Diego Lorenzi e Edgar (Sampaio); Marcos, Geandro e Neto Baiano (CRB)
Gols: Gustavo Marmentini, aos 45’ 1º T (Sampaio); Neto Baiano, aos 8’ 2º T
Sampaio Corrêa: Rodrigo Ramos; Éder Sciola (Thiago Santos), Wágner Fogolari, Luiz Otávio e Héverton; Diego Lorenzi (Hiltinho), Tássio, Renan Luís e Gustavo Marmentini; Pimentinha e Jean Carlos (Edgar). Técnico: Flávio Araújo
CRB: Júlio César; Marcos (Bocão), Diego Jussani, Flávio Boaventura e Diego; Geandro, Matheus Galdezani, Roger Gaúcho (Assisinho) e Gerson Magrão; Luidy e Neto Baiano (Zé Carlos). Técnico: Mazola Júnior

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

2016 e o gostinho de invencibilidade continua

Boa tarde só para quem não perde para o rival há um ano e meio e contando. Um clássico não apenas com poucos gols, mas também com poucas provocações e as famosas cenas lamentáveis, depois de muito tempo conseguimos presenciar uma partida entre Cruzeiro e Atlético-MG por assim dizer “tranquila”.

Bom, o empate não foi o suficiente para o time celeste e provavelmente nenhum cruzeirense ficou satisfeito com o resultado, entretanto do outro lado da lagoa, tem muito torcedor aliviado pelo placar de 1x1 e agradecendo a Deus pelo o monstro Ábila não estar em uma tarde inspirada.




Gostaria de compartilhar com vocês que o futebol ainda respira. Que festa maravilhosa foi aquela que a torcida estrelada fez e ainda dizem que em Minas não tem mar, meu amigo, é porque você não participou de um jogo da Raposa.

Teve sinalizador azul e branco, houve a recepção da torcida no hall da entrada, cantamos “Frangas, me diz como se sente, em ser segundo nas gerais”, foi um show dentro e fora das arquibancadas, foi indescritível.

A invencibilidade do Cruzeiro contra as frangas, ops, quer dizer, Atlético-MG tem uma sequencia de cinco jogos, somando é um ano e cinco meses e isso tudo é porque o Cruzeiro treme “elas diziam”.

Agora, o Cruzeiro esquece um pouco a euforia do clássico e começa a pensar no seu próximo adversário e recompõe suas forças para enfrentar o Botafogo nesta quarta-feira às 21h45 no Mineirão, pela Copa do Brasil, em partida válida pelo jogo de volta.

Sobre o jogo:

Mais uma vez o torcedor foi o décimo segundo jogador, deu força ao time do inicio ao fim da partida e se sua torcida apoia o time na Série B, a minha não deixa o time cair.

Enfim, ao contrario de que todos esperavam a partida começou sonolenta, sem chances claras para ambos os lados, o que foi um pouco decepcionante, quem não gosta de um clássico fervendo e um teste para cardíaco?

E apesar do equilíbrio dos times, a Raposa ainda estava superior na partida, uma das primeiras oportunidades do Cruzeiro surgiu dos pés de Ábila e com o decorrer da etapa inicial o Cruzeiro criava, porém suas finalizações não tinham sucesso. A maior jogada de perigo do time visitante, foi com Otero que acertou um chute no travessão, não sei vocês, mas eu tirei aquela bola com o olho.

O Cruzeiro pagou caro por suas chances desperdiças e para ser exata, foi aos 30’ quando o Atlético-MG abriu o marcador no Gigante da Pampulha, com Clayton, quem achou que o gol iria desanimar os jogadores cruzeirenses estavam totalmente enganados, pelo contrario, isso deu fôlego a eles, tendo até uma chance clara de empatar o jogo ainda no primeiro tempo com Arrascaeta.




E para o segundo tempo, Mano Menezes realizou o desejo do torcedor colocando Alisson no lugar de Rafael Sóbis, que infelizmente tem andando meio sumido nos confrontos e ao longo da partida colocou Élber no lugar de Ariel Cabral, afinal não tínhamos nada a perder, certo? E com essas substituições conseguimos um Cruzeiro bem mais ofensivo.

Só dava Cruzeiro, a superioridade do Maior de Minas era evidente e o gol de empate era questão de tempo, e esse tempo foi aos 30’, após uma jogada ensaiada no setor defensivo. No lance, Arrascaeta encontrou Élber na linha de fundo pela direita, o mesmo deu o passe na medida para Robinho deixar o dele na partida.

Já era de se esperar que depois do gol cruzeirense, os atleticanos tinham que sair da retranca que eles insistiam em manter, isso tudo era medo? Bom, melhor para nós, que mesmo com um a menos encontramos alguns espaços e tivemos inúmeras oportunidades de virar o duelo, entretanto o final da partida terminou em 1x1, resultado regular para as duas equipes.


Paula Fernandes- @Paulinha_CEC

Marquinhos Santos surpreende torcida e deixa o Fortaleza

A torcida do Fortaleza amanheceu nesta segunda-feira (19) com uma notícia surpreendente, o técnico Marquinhos Santos aceitou uma proposta irrecusável do Figueirense, nas vésperas do mata-mata.



O técnico tinha como objetivo principal a conquista do título da Série C pelo Fortaleza esse ano. Entretanto, com a proposta do Figueira, o treinador terá que lutar agora contra o rebaixamento do time catarinense na Série A do Brasileirão.

Em nota oficial, o presidente do clube, Jorge Mota anunciou oficialmente “O treinador Marquinhos Santos não é mais o técnico do Fortaleza Esporte Clube. Marquinhos entregou o cargo após o empate contra o Botafogo-PB na noite do último domingo (18)”.

Marquinhos Santos deixa o comando do time num momento decisivo da competição, perto do jogo de mata-mata, ato esse que irritou bastante a torcida do tricolor.

Em menos de 4 horas após a saída de Marquinhos, o Fortaleza anunciou um novo técnico - Hemerson Maria, ex-Joinville.

O técnico Hemerson Maria, de 44 anos, se destacou treinando o Joinville nos anos de 2014 e 2016. Além disso, o técnico também defendeu o Avaí
.
@jvbrasil10

Vitória sobre o Espanyol devolve a liderança ao Real Madrid

Em seu primeiro jogo oficial como titular, James marcou um golaço com assistência de Toni Kroos.
Foto: Real Madrid C.F./Divulgação
Em Barcelona, o Real Madrid enfrentou o Espanyol pela 4ª rodada da La Liga Santander e venceu. Sem Cristiano, gripado, e Bale, se recuperando da lesão que sofreu no jogo contra o Sporting pela Champions, o Real Madrid teve James Rodriguez como titular pela primeira vez na temporada

Um primeiro tempo pegado, brigado e com muito trabalho dos departamentos médicos. Aos 16 minutos Casemiro dividiu com Diop, levou a pior e saiu de campo mancando. Em seu lugar entrou Kroos que distribuiu bom passes e bolas enfiadas. Algumas boas oportunidades aconteceram. Casilla fez uma defesa incrível em frente a frente com Leo Baptistão. O mesmo aconteceu do outro lado, não frente a frente, mas boas chances de abrir o placar pararam em Diego Lopez, goleiro do Espanyol.

Confira os gols do jogo:


No fim da primeira etapa, Kroos tocou para James que deu uma caneta na marcação e guardou a bola no canto direito inferior. Um golaço do colombiano que não fazia até então uma grande partida.

O Real voltou ao segundo tempo sem mudanças e o time da casa começou melhor, levando perigo ao gol do Kiko. Aos 58 minutos, depois de recuperar a bola e voltar a controlar o jogo, o Real Madrid teve uma boa chance com Benzema. Após linda troca de passes entre James, Vázquez e Asensio, Benzema recebeu na pequena área e bateu de voleio, mas Diego Lopez fez uma defesa incrível.

Aos 63 minutos Zidane tirou o autor do gol para colocar Isco. Era a hora de dar oportunidade ao espanhol. O time passou a jogar para Benzema. Vázquez, Asensio e o camisa 9 fizeram ótimas triangulações. Aos 70 minutos, Lucas cruzou rasteiro para a área e Karim estufou a rede marcando seu primeiro gol na temporada.

Zidane insistiu em Benzema e o francês marcou seu primeiro gol na temporada aos 70 minutos.
Foto: La Liga Santander/Divulgação/Twitter
Algumas outras boas oportunidades surgiram, apesar de tantos erros de passes do time merengue. No final da partida Kiko fez outra defesa incrível de uma bola que pararia no ângulo. Mas tudo terminou com 0x2 no placar.

Com a 16ª vitória consecutiva na La Liga, Zidane iguala o recorde de Guardiola e passa a precisar de só mais uma para superá-lo. Mas, o mais importante é que a vitória merengue devolve a César o que é de César: a liderança do campeonato.

100% Guardiola

Em seu oitavo jogo oficial sob o comando do Manchester City, Pep Guardiola alcançou sua oitava vitória, mantendo o 100% de aproveitamento. Na manhã deste sábado (17), os Citizens enfrentaram o Bournemouth no Etihad Stadium, em partida válida pela 5ª rodada da Premier League. 

Pep Guardiola na partida entre Manchester City x Bournemouth. Foto: Paul Ellis - AFP

Os Citizens não contavam com dois de seus principais jogadores: David Silva (lesionado) e Kun Aguero (suspenso), mas os seus substitutos Gundogan e Iheanacho deram conta do recado. O primeiro gol saiu no início da partida e através da bola parada. Logo aos 15 minutos, De Bruyne cobrou falta rasteira, por baixo da barreira e sem chances alguma para o goleiro Boruc. 

O Manchester City tomava conta do jogo e não demorou para sair o segundo gol. Em um contra-ataque mortal puxado pelo autor do primeiro gol, Sterling teve a chance de marcar, mas preferiu rolar a bola para Iheanacho completar. Com apenas 24 minutos de jogo, o placar do primeiro tempo estava decidido: 2 a 0 para os Citizens.

O segundo tempo começou da mesma forma em que foi o primeiro: com um domínio total do time da casa. E não demorou para sair mais um gol. Logo aos 3', em novo contra-ataque puxado por De Bruyne, foi a vez de Iheanacho retribuir o passe para Sterling. O nigeriano deixou o inglês livre para completar e fazer 3 a 0.


Gundogan marca seu primeiro gol com a camisa do Manchester City (Foto: Paul Ellis - AFP)
Os Citizens tinham o controle do jogo. Em mais um belo passe do belga De Bruyne, Gundogan fez seu primeiro gol com a camisa azul, o quarto do City na partida. Depois do quarto gol, o City controlou a partida e manteve a vantagem de 4 a 0 no placar. O lado negativo do jogo foi a expulsão do atacante Nolito, após desentendimento com o lateral Adam Smith, aos 40 minutos. 

O Manchester City segue líder isolado da Premier League com 15 pontos, dois a mais que o o segundo colocado Éverton. Os Citizens voltam a campo na próxima quarta-feira (21), para encarar o Swansea em jogo válido pela Copa da Liga inglesa, no Liberty Stadium.

Por: Ricardo Martins

Fluminense bate Grêmio fora de casa e continua na briga pelo G4

Fala, Guerreiros!

Depois da derrota para Chape em casa e pressão do torcedor pedindo a saída de Levir, digo que o jogo virou depois dessa grande e importante vitória fora de casa diante do Grêmio. Mesmo o time oscilando a cada rodada, deu um levante na moral do clube, ascendendo novamente a chama , estando apenas a 5 pontos do tão sonhado G4.


Foto- Scarpa 10/Nelson Perez-FFC

Vamos ao que interessa guerreiros, à partida! O Primeiro tempo foi praticamente criadas boas chances ao Grêmio e complicado para o Fluzão, não entramos muito ligado na partida , apenas nos defendendo com pouquíssimas chances. Com a Volta de Henrique Dourado no ataque, Wellington voltando de suspensão e a entrada de Giovanni  no lugar de William Matheus na lateral esquerda fora por dores na coxa no ultimo jogo.
Tivemos uma certa dificuldade de criar boas jogadas  e que assustasse a defesa do adversário mas nada que nos afobasse e perdêssemos o controle da partida, Grêmio chegando com perigo no jogo mas até que nos defendemos bem e seguramos o bom ataque deles na maior parte do tempo. Nossa sorte é que existe o nosso antigo camisa 40 e novo 10 , Gustavo Scarpa! Com um passe impecável de Marcos Jr aos 40’ quase no fim da primeira etapa , Scapinha abre o placar com um chute de direta, terminando assim o primeiro tempo .


Foto- Levir Culpi/Nelson Perez-FFC


Voltamos para o Segundo tempo com duas substituições: O meia Marquinhos no lugar de Henrique Dourado e Richarlison no lugar de Marcos Jr. Até que foi um bom segundo tempo  chances e posse de bola pra ambos os lados,  com o Grêmio atacando e pressionando um pouco mais na reta final  mas o Flu continuou marcando em cima , atacando quando dava e segurando até os últimos minutos da partida. Grande atuação de todos do grupo, unidos e guerreiros até o fim.
Bom, voltamos a sonhar além de voltar a se comportar como um time grande e guerreiro, sabendo lidar com pressão mas sem faltar futebol. Essa partida foi só essencial  para continuarmos na briga, como eu disse, teremos uma semana difícil e decisiva pela frente, agora é treinar  focar no Corinthians e quarta-feira é guerra!

Saudações Tricolores.


Bianca Wanlume

Sem dificuldade, Arsenal vence o Hull fora de casa

Na manha de sábado (17), o Arsenal foi até Hull enfrentar o time local, em partida válida pela 5ª rodada da Premier League. Os Gunners não tiverem dificuldades para construir uma vitória por 4 a 1 e deixar o KCOM Stadium com mais três pontos na tabela.

Alexis marcou dois gols na vitória por 4 a 1 do Arsenal diante do Hull City. Foto: The Guardian
Wenger já consolidou seu time titular com Cech no gol e Bellerin, Mustafi, Koscielny e Monreal formando sua linha de quatro defensores. Coquelin, Cazorla e Ozil mais uma vez formaram o meio de campo. As novidades ficaram com Iwobi entrando na ponta esquerda, Walcott atuou avançado pela direita e Alexis centralizado entre os zagueiros adversários.

O primeiro gol saiu logo aos 17 minutos, Bellerin apareceu bem na área pela direita e chutou para a defesa de Jakupovic. A bola voltou nos pés de Iwobi, que emendou para o gol, no meio do caminho, Alexis ainda desviou para abrir o placar em Hull.

Aos 40 minutos, pênalti para o Arsenal que ainda resultou na expulsão de Livermore. Alexis foi para a cobrança, mas o goleiro do Hull foi bem no lance e evitou o segundo gol do jogo.

Com um a mais e a vantagem no placar, os Gunners começaram o segundo tempo decididos em ampliar o resultado. E não demorou muito, aos 10 minutos, Iwobi serviu Walcott de calcanhar, o camisa 14 tocou na saída do goleiro e fez o segundo do Arsenal.

Os donos da casa ameaçaram uma reação aos 34 minutos, após pênalti cometido pelo goleiro Cech, Snodgrass não desperdiçou e diminuiu a vantagem. Quatro minutos depois, a reação foi contida com Alexis, o camisa 7 dominou uma bola dentro da área e bateu bem para fazer o segundo dele e o terceiro dos visitantes.

Para fechar com estilo, Granit Xhaka, que havia entrado lugar de Santi Cazorla, recebeu uma bola na intermediária, sem marcação e em um lance que parecia despretensioso, Xhaka acertou um belo chute e fez o quarto gol do Arsenal. Foi o primeiro gol do suíço, contratado na janela de verão, com a camisa dos Gunners.

A vitória deixou o Arsenal com 10 pontos, na 4ª posição da Premier League. Os comandados de Wenger voltam a campo na terça-feira (20), quando vão até o Estádio City Ground, enfrentar o Nottingham Forest, pela terceira rodada da Copa da Liga Inglesa.


Lucas Felipe (@lsouza73)

Coritiba quebra tabu em Recife

Jogadores comemorando o gol marcado por Amaral
(Coritiba/Divulgação)
Na tarde de ontem(18), em jogo válido pela 26ª rodada do Brasileirão, o Coritiba bateu a equipe do Sport em Recife por 1 a 0, assim chegando aos 33 pontos na competição nacional De quebra, a equipe Coxa-branca quebrou um tabu histórico, já que jamais havia vencido a equipe do Sport em território Pernambucano. 

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