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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Vantagem importante

Quando você ouve falar sobre o maior campeão da Taça Libertadores da América, em um estádio com o nome da competição, e com apelido de “inferno”, muitos temeriam, até tremeriam, mas isso tudo não assustou nenhum pouco a Chapecoense, que na noite da quarta-feira (21), arrancou um empate em 0x0, depois de muita pressão dos donos da casa, e agora decidem no caldeirão verde e branco.

Foto: Divulgação GE.com
Com Lourency na vaga de Arthur Maia que nem viajou para Buenos Aires, e Matheus Biteco ganhando a vaga de Gil na meia, o Verdão não mostrou nenhum medo nos minutos iniciais da partida, e até assustou logo aos 8 minutos, quando Cleber Santana cruzou e Thiego apareceu livre atrás da defesa, cabeceando por cima da meta.

No estilo Caio Júnior, o Rojo mantinha maior posse de bola, chegando a ficar com 71%, contra 29% da Chape. Mas com Tiaguinho e Lourency, a saída nos contra-ataques era a arma principal, foi assim que novamente o Verdão assustou, junto com Kempes, Tiaguinho cruzou para Lourency, que chegou atrasado e por muito pouco não abriu o placar.

O Independiente não se encontrava em campo, Danilo não trabalhou perigosamente em nenhum momento durante a primeira etapa. Já o Verdão sai de campo com moral, fazendo um grande primeiro tempo, com chances de gols desperdiçadas, ficando no empate sem gols.

Na volta do intervalo, o técnico Caio Júnior tirou Lourency e mandou Lucas Gomes, apostando na experiencia e na velocidade do atacante. Mas parece que o jogador não estava nenhum pouco com vontade de entrar em campo, não acertava passes, quando tinha a bola nos pés demorava para servir seus companheiros, muitas vezes sendo fominha demais.

O Rojo apostava todas suas jogadas pelo lado direito, Gimenez que havia recebido cartão amarelo ainda no primeiro tempo se virava como podia, era um guerreiro dentro de campo, e segurava a pressão como podia.

Em 18 minutos, os donos da casa tiveram duas grandes oportunidades, após rebote da defesa, Martínez chutou, mas pegou mal, na segunda Vera fez o pivô e encontrou Barco, que bateu também para fora.

Caio Júnior resolveu mexer novamente, Sérgio Manoel foi para a lateral direita na vaga de Gimenez, mais um erro do treinador, o volante improvisado entrou mal, o Independiente seguia pressionando pelo lado direito, e quase abriu o placar aos 21 minutos, quando Meza saiu na cara do gol, tirando do goleiro Danilo, mas a bola passou raspando a trave, assustando o torcedor Chapecoense.

A pressão era toda vermelha, após cruzamento, Meza se antecipou e cabeceou pro gol, mas nas mãos de Danilo, que salvou o Verdão. Foi então que Bruno Rangel entrou no lugar de Kempes, aos 39 minutos e grande oportunidade da Chape na partida, o centroavante encontrou Dener, que dominou, invadiu a área e chutou de direita, chutando a esperança de uma vitória para longe da meta de Campaña.

Com o empate o Verdão joga por uma vitória simples na Arena Condá na próxima quarta-feira (28), às 19h15. Antes disso, vira a página e volta a pensar no Campeonato Brasileiro, quando no domingo (25), viaja até Porto Alegre, enfrentar o tricolor gaúcho, na Arena do Grêmio.


Marcelo Weber || @acfmarcelo

Reservas jogam mal e Palmeiras se classifica com derrota

Deu pena. Não apenas da bola, mas principalmente dos torcedores que foram ao estádio assistir de perto a péssima partida entre Botafogo-PB e o Palmeiras nesta noite de quarta-feira (21). A vitória do Belo por 1x0 não foi suficiente para reverter a boa vantagem do Verdão na partida de ida (3x0), que por sua vez decepcionou àqueles que estavam vendo de perto o time pela primeira vez.

Com o duelo praticamente definido antes mesmo de a bola rolar, os dois times pouparam jogadores. Os paraibanos optaram por preservar alguns atletas para o duelo decisivo que pode garantir o acesso para a série B, enquanto que os palmeirenses foram com um time inteiro de reservas, com exceção do lateral Zé Roberto e do volante Gabriel (suspenso), pensando no jogo de sábado contra o Coritiba.

O resultado dessas opções foi um jogo bem fraco e de quase nenhum lance de emoção. O Belo parecia satisfeito em não perder a partida e o Verdão aparentava a mesma sensação ao garantir a sua classificação sem sustos – parecia mais um amistoso de final de ano. O placar seria mesmo o 0x0, não fosse um lance isolado que a bola desviou e matou Vagner. 1x0 para o Botafogo-PB que, até pressionou nos minutos finais, mas sem sucesso.

A bola sofreu no show de horrores entre Palmeiras e Botafogo-PB.
(Crédito imagem: Globo Esporte)
Qualquer observação tática ou técnica em um jogo desses, em que o alviverde entrou sem grande ambição a não ser passar de fase, seria injusta. Por outro lado, era a grande oportunidade de alguns jogadores mostrarem um mínimo de vontade para convencer que poderiam ser titulares do time de Cuca. O efeito foi justamente oposto: ficou ainda mais evidente o porquê de Cleiton Xavier e Lucas Barrios, por exemplo, não ganharem mais oportunidades.

A vexatória derrota, ainda que com time reserva, não minimiza a importância do elenco palmeirense que, apesar da partida horrorosa, ainda tem bons valores. É importante lembrar que um bom elenco não significa dois times de mesmo nível (isso seria impossível), mas sim boas peças de reposição individualmente. Com um pouco mais de vontade, boa parte dos jogadores se encaixam nessa segunda opção.

O DESTAQUE: A partida palmeirense como equipe foi uma das piores do ano, sem dúvidas. Se algo funcionou, foi a parte defensiva que pouco permitiu ao ataque adversário – que, diga-se, também não fez muito para incomodar. Assim destaque para Edu Dracena, mais pelo conjunto dos últimos jogos do que por essa partida em si, e pela experiência para acalmar o time após levar o primeiro gol e evitar um sufoco maior.


BOLA MURCHA: A vontade era de colocar meio time aqui, porém ninguém incomoda mais o torcedor palmeirense que Lucas Barrios no time atual. Tecnicamente, o atacante paraguaio está longe de ser o pior do time, mas a falta de vontade deixa cada vez mais claro que Cuca tem razão em preferir outras opções para o ataque na ausência de Gabriel Jesus.

Fortaleza vence o Internacional, mas não se classifica

Caiu de pé. O leão de aço venceu o Inter de Porto Alegre, na noite desta quinta-feira (22), pelo placar de 1 a 0, no Castelão, mas não conseguiu se classificar para a próxima fase da Copa do Brasil, pois os gaúchos haviam vencido o jogo de ida pelo placar de 3 a 0, no estádio Beira Rio.

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O gol do tricolor foi marcado por Daniel Sobralense no começo do primeiro tempo. O leão pressionou o colorado durante boa parte do jogo, porem pecou nas finalizações.

O técnico Hemerson Maria, fez sua estreia no leão do pici, que agora se concentra na busca pelo tão sonhado acesso contra o Juventude no dia 3 de outubro, no estádio Alfredo Jaconi.

Por outro lado, o Inter do técnico Celso Roth não terá vida fácil na próxima fase da Copa do Brasil e muito menos no restante do Campeonato Brasileiro. Em crise, o colorado se encontra na décima oitava posição, zona de rebaixamento.

O próximo jogo do time gaúcho será diante do Atlético/MG, domingo (25), fora de casa.

@jvbrasil10

Flu é prejudicado e dá adeus à Copa do Brasil

Fluminense FC 21.09.2016

Sempre evito dar a culpa de um derrota apenas à arbitragem. Um lance de impedimento ou uma falta mal marcada são citados de passagem nos meus textos. Gosto de pensar que todos podem errar e, em alguns casos, o juiz acaba se equivocando. Infelizmente, o jogo contra o Corinthians pela Copa do Brasil não pode ser comentado sem darmos grandes deméritos ao juiz Rodolpho Toski Marques.

O jogo começou com o Tricolor jogando bem, criando jogadas e cavando faltas perto da área. Em oito minutos já tínhamos balançado a rede duas vezes em cobranças levantadas para a área, mas Cícero estava impedido em ambas oportunidades. Os gols serviram de gás para o Fluminense, que continuou em cima tentado marcar um gol legal. A falta de criatividade e a boa defesa alvinegra, no entanto, deixavam nossa tarefa bastante complicada. No final do primeiro tempo, Cícero sofreu pênalti claro ao tentar subir para cabecear um cruzamento e o juiz fingiu que não viu.

Veio o segundo tempo e Levir Culpi colocou Richarlison no lugar de Wellington, com dores. Continuamos, entretanto, com as mesmas dificuldades de criar boas jogadas com a bola no chão e continuamos apelando às bolas aéreas. Em umas dessas, com 15 minutos, o garoto que entrou no intervalo balançou as redes, mas o gol foi mais uma vez anulado. O detalhe curioso foi a demora para que árbitro e auxiliar decidissem evitar, corretamente, o gol Tricolor. O Corinthians acabou acordando depois do susto e resolveu jogar futebol. Para nosso azar, não precisaram de fazer muita pressão e Rodriguinho, aos 23, acabou abrindo o placar. O gol tomado não mudava o curso do jogo, uma vez que precisávamos de marcar, mesmo com o placar em 0 a 0. No final do jogo, quando o Flu tentava a pressão final, Marquinho foi exageradamente expluso por reclamação e ainda teve outro pênalti não marcado quando Richarlison entrava na área. Acabamos eliminados.

Fluminense FC 21.09.2016
Richarlison domina com o ombro e é tocado por baixo. Pênalti não marcado no final do jogo
Foto: Mailson Santana/Fluminense FC 
Agora, já são três anos seguidos com erros contra o Fluminense em Itaquera. Como Gum bem lembrou: 2014 tivemos o gol mal anulado do Henrique, 2015 o gol mal anulado do Cícero e agora dois pênaltis não marcados e uma expulsão ridícula. Acontece que nosso próximo jogo é contra o Corinthians em Itaquera de novo. Dessa vez, Daronco que apitará. Ele já nos prejudicou contra Palmeiras e Chapecoense no ano passado. Vamos ver se ele cometerá os mesmos erros domingo.

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

Precisamos falar sobre a torcida do Vasco

  Fala, Turma da Fuzarca!  

   Nesta quarta-feira (21), senti um arrepio que estremeceu todo meu corpo. Estava tão impressionado, fazendo crer ser a minha primeira vez vendo a torcida contagiada.


  Já na Avenida Brasil, olhava os carros passando com bandeiras e pessoas que vestiam camisas como farda, empunhando bandeiras como arma. Tal qual um soldado indo à guerra, nós, torcedores, íamos até a batalha.

  Chegando na Barreira comecei a soltar o grito "o Vasco é o time da Virada! O Vasco é o time do Amor!", que há 38 anos faz parte da nossa história e que, de fato, representa o que é o Vasco. Passava em minha cabeça todas viradas e a luta de um clube revolucionário, inquieto por natureza, atrevido por opção, que não aceita a derrota com facilidade.

  Já tomado por um sentimento de nervosismo, felicidade, ansiedade e fé, não sabendo explica ao certo o que era, parei um pouco e fiquei dando a famosa resenha com os amigos, tentando acalmar e fazer com que o tempo passasse mais rápido. Por ter compromissos, não pude ver o corredor de fogo, a demonstração de carinho e apoio total aos jogadores.

  O jogo começara e eu não havia entrado por causa da má organização de só ter um setor para adentrar ao estádio, já que o setor 5 foi fechado. Passado o sufoco, estava lá cantando, empurrando o meu amor até depois do apito final.

  Os aplausos no final do jogo representaram muito mais do que uma reposta a entrega dos jogadores, foi um alerta a todos. Podemos estar na pior situação já vivida na nossa história, mas em nenhum momento deixaremos de apoiar ou dizer ao mundo que somos Vascaínos.

  São Januário pulsou. O Vasco viveu e foi derrotado pelos homens de preto que não tocaram na bola.

Obrigado, torcida! O maior patrimônio do Vasco é você! 


Abçs, Galera,

Matheus Freitas  @_MFreitas9_

Linha de Fundo  @SiteLF

Para lavar a alma, Timão elimina o Fluminense em Itaquera

A noite de quarta-feira (22) foi de redenção para a Fiel em Itaquera. O Corinthians recebeu o Fluminense no jogo da volta das oitavas de final da Copa do Brasil e, depois de um empate em 1 a 1 no primeiro duelo no Rio de Janeiro, o Timão só precisava de um 0 a 0 em casa para avançar.

Rodriguinho foi o autor do gol da classificação do Corinthians. Foto: Twitter Oficial do Corinthians.
Foi o jogo de estreia do recém-promovido técnico Fabio Carille no comando do time principal. Carille fez mudanças significativas nos onze iniciais; Cássio seguiu como titular e Fagner, Yago, Balbuena e Guilherme Arana completaram a defesa; Camacho e Rodriguinho protegiam a zaga; enquanto Marlone, Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto procuravam servir o atacante Romero.

O Corinthians parecia muito consciente do que precisava fazer para se classificar. O time se mostrava tranquilo e calmo em campo, cuidando da bola e fazendo o tempo passar. Nos primeiros minutos, em duas bolas aéreas, o Fluminense teve dois gols bem anulados, ambos em impedimento. A etapa inicial não teve movimentação no placar e o Timão foi para o vestiário classificado.

Na volta para os últimos 45 minutos, era natural que o Fluminense se arriscasse mais no ataque para buscar o resultado e essa foi à tendência da etapa complementar. Os visitantes seguiram buscando furar a defesa Corintiana, mas o alvinegro seguiu sua tática, trabalhando bem a bola, ciente que o resultado era favorável.

O Tricolor Carioca teve um terceiro gol anulado, mais uma vez em impedimento, e a demora na definição do lance pela arbitragem deixou os visitantes irritados. O Timão aproveitou o momento de instabilidade do adversário e se arriscou mais para garantir a classificação.

Aos 24 minutos, Marquinhos Gabriel avançou pela direita e achou Giovanni Augusto no meio. O camisa 17 lançou Rodriguinho na área e o meia, que vive grande fase, cortou a marcação e bateu forte de perna esquerda, o goleiro Julio Cesar até tocou na bola, mas não conseguiu evitar o gol Corintiano.

O gol deixou o Corinthians ainda mais tranquilo e jogou a responsabilidade toda para o Fluminense. Com os visitantes se lançando ao ataque, surgiam oportunidades para o Timão fazer o segundo, mas o placar de 1 a 0 seguiu até o final e Fabio Carille e seus comandados se classificaram para as quartas de final da Copa do Brasil.

Os confrontos da próxima fase serão definidos por sorteio realizado na CBF. O Corinthians volta a campo no próximo domingo (25), quando enfrenta novamente o Fluminense, em Itaquera, dessa vez pela 27ª rodada do Brasileirão.


Lucas Felipe (@lsouza73)

Cumprindo tabela

Fala nação azul, nada como um dia após uma classificação. Depois da goleada no jogo de ida, a Raposa já estava praticamente com os dois pés na vaga das quartas de final. Entretanto, tínhamos a volta e, como o futebol é um esporte cheio de surpresas, precisaríamos manter os pés no chão. No confronto, o Maior de Minas fez uma partida “treino” e concretizou a classificação.

As conquistas da Raposa pela competição foram em 1993, 1996, 2000 e 2003, não há dúvidas que estamos com saudade de comemorar um título da Copa do Brasil. Então Cruzeiro está liberado conquistar o penta esse ano e encarar cada jogo como uma final, sem subestimar nenhum adversário. Desse modo seguiremos forte nesta busca.

@Cruzeiro
Essa é para você que gosta de um bom retrospecto. O Maior de Minas já participou vinte vezes da Copa do Brasil, em nove vezes se classificou para as quartas e apenas em três não chegou à final.

Sobre o jogo:

Com a vantagem construída no primeiro jogo, a Raposa entrou em campo com muita tranquilidade e a única preocupação da equipe celeste era comandar a partida e se preocupar em não tomar gols. O Cruzeiro fez aquele famoso jogo para cumprir a tabela.

Mesmo com esquema defensivo da equipe carioca, o time mineiro conseguia achar alguns espaços para assustar o Botafogo. As principais jogadas da Raposa se resumiam com Élber e Arrascaeta, que eram os responsáveis pela jogadas de ataque. Ábila, como sempre, foi procurado para finalizar na primeira oportunidade.

@Cruzeiro
Quando o time visitante resolvia jogar, tínhamos o Rafael para fazer boas defesas e nos passar tranquilidade ao decorrer do confronto. Em uma cobrança de escanteio aos 36 minutos, por incrível que pareça, aconteceu algo que ninguém esperava, o famoso gol de escanteio. Há quanto tempo não víamos esse tento? O responsável por marcar o único gol da partida foi o cabeça de míssil, vulgo Bruno Rodrigo.

O segundo tempo da Raposa não foi muito diferente do primeiro, o gol marcado no etapa inicial deu passividade para continuar fazer uma partida tranquila. Sem sufoco, a classificação que já estava encaminhada, foi apenas administrada e agora o Cruzeiro aguarda o sorteio para conhecer seu próximo adversário.


Paula Fernandes- @Paulinha_CEC
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