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domingo, 25 de setembro de 2016

Ponto de vista

Atualmente ser torcedor é um trabalho de paciência!

Finalmente nosso camisa 6 mostrou serviço. (Facebook Manchester United)

Há uma semana o Manchester chegava ao fundo do poço. Três derrotas consecutivas, Mourinho ultrapassado, Pogba uma piada... Mas agora tudo mudou, são 7 gols em dois jogos, um ataque fantástico, Mourinho acordou o gigante adormecido e Pogba é disparado o melhor meio campista do mundo. Nem 8, nem 80. Gosto de olhar com mais prudência, tanto para o bem, quanto para o mal. Realmente tivemos uma grande melhora e as mudanças foram fundamentais. 

Mais um gol em estréia, o garoto brilha nesse tipo de situação. (Facebook Manchester United)
Novamente tivemos dois jogos durante a semana. O primeiro pela Copa da Liga, contra o Northampton Town, onde jogamos o suficiente para vencer sem passar por nenhum susto, numa competição que não é tão atrativa. Mas, quis o destino deixá-la mais interessante e no sorteio após rodada descobrimos que nosso próximo adversário é Pep Guardiola e seus baderneiros do "Cityzinho".

Depois, no sábado pela manhã, recebemos no Teatro dos Sonhos o atual campeão, Leicester City (engraçado, pois é um time que acompanha já há algum tempo, nada relacionado à campanha do ano passado ou qualquer assunto semelhante, apenas pelo fato de ser o time de Kasper Schmeichel, filho do lendário Peter Schmeichel, para mim o melhor goleiro da história do Manchester), normalmente quando assisto a jogos entre o Manchester x Leicester (time de Kasper), torço por vitória do United com uma boa apresentação do, já não tão jovem, goleiro.


Chris "Smaldini" Smalling abriu o placar contra o Leicester (Facebook Manchester United)
Mas, vamos voltar ao jogo de sábado! Kasper não jogou e o Manchester, com suas mudanças, me encheu os olhos. Um primeiro tempo destruidor, o que acabou prejudicando um pouco o segundo, pois não existe time que não volte mais relaxado vencendo de 4 a 0. 

Finalmente vimos o futebol de Pogba. Que jogo do nosso camisa 6! Um volume de jogo que há algum tempo não via em um meio campista. Herrera e Mata ajudaram muito a fazer o meio de campo funcionar e a velocidade e habilidade dos garotos Rashford e Lingard deram um bom suporte ao nosso centroavante Ibra.

Pogba merece uma atenção especial, pois além do seu primeiro gol na temporada, fez de tudo. Chutou de longe, deixou Ibra na cara do gol, teve participação importantíssima no gol de Juan Mata, armou e marcou com eficiência, agora é torcer para ele manter o ritmo.
Com esse futebol apresentado não foi só os torcedores voltaram a sorrir (Getty Images)
Bom, vou confessar a vocês, estava ficando preocupado pois desde de que comecei a escrever para o Linha de Fundo, não tinha falado sobre vitórias. E caso essa situação fosse persistindo, eu como bom torcedor e supersticioso (como são todos os torcedores), já estava pensando que seria culpa desse que vos escreve. Ainda bem que não, até a próxima, GGMU!

Por: Rodrigo Pedrosa || Twitter: @RodrigoVicking / @SiteLF / @PLBrasil_LF

Continuem assim e deixe-nos sonhar


Intensidade, aplicação, vontade, coletivo. Essas palavras ajudam a explicar o que foi o Liverpool em Anfield no último sábado. Apesar de ter como adversário o Hull City, que provavelmente lutará contra a queda, ainda havia dúvidas se o time de Klopp ia triunfar ou manter a sina de vacilar diante de adversários menores. O roteiro dessa vez foi a favorável a nós, que ficamos felizes ao fim do jogo por mais uma excelente atuação Red.

Os Reds venceram e convenceram (Foto: Getty Images)
Logo nos primeiros minutos, os visitantes já se viam encurralados e não conseguiam passar a linha que divide o campo. Só dava Liverpool, e aos 35’ o placar já marcava 3 a 0, fora o baile. Lallana, Milner e Manè marcaram.

Na segunda etapa, aos 5’, Karius não saiu do gol e em cobrança de escanteio a bola sobrou pra Mayler, que diminuiu para o Hull. Nem deu tempo daquele torcedor pessimista começar a se preocupar e deixar-se abalar. Coutinho, no minuto seguinte, com toda a sua mágica nos fez comemorar pela quarta vez. Golaço com a cara do camisa 10. Milner ainda fez o segundo de pênalti pra fechar o placar. Com personalidade, o Liverpool controlou o jogo e foi avassalador.

O coletivo foi bem e mais uma vez não há como destacar a atuação de apenas um jogador, todos foram decisivos dessa vez, Manè, Lallana, Coutinho, Firmino e os demais, em níveis diferentes. Para quem está acostumado a reclamar do time e há tempos não vê um momento tão bom assim, é sempre difícil se permitir ~empolgar~, mas é claro que estão nos deixando sonhar. Torçamos para que continue dando certo, que o estilo Klopp se mantenha e o time brigue por coisa grande, como jamais deveria ter deixado de ser.


Caio Semblano | @caisemblano

Fluminense vence no último minuto e encosta no G4


Apenas quatro dias após o jogo contra o Corinthians em Itaquera pela Copa do Brasil, o Flu entrou em campo novamente contra o Corinthians em Itaquera dessa vez pelo Campeonato Brasileiro. Criou-se uma grande atmosfera em torno dessa partida graças aos graves erros de arbitragem contra o Tricolor na quarta e o árbitro Anderson Daronco fez questão de também causar polêmica.

O Flu entrou no lugar do lesionado Wellington Silva, foi a única novidade. O time se mostrou bastante motivado com a possibilidade de devolver a derrota e ainda ficar colado no G4. Jogamos o primeiro tempo inteiro melhor que o Corinthians, criando algumas boas chances, principalmente com Marcos Junior e Gustavo Scarpa. Nosso camisa 35 ainda sofreu um pênalti ao tentar subir para cabecear a bola após cruzamento, mas o juiz ignorou a puxada de camisa em campo com uma escalação parecida com a que jogamos na quarta. Igor Julião.

Três pênaltis não marcados em dois jogos. Foto: Mailson Santana/Divulgação FFC
Veio o segundo tempo e, milagrosamente, Levir não fez nenhuma substituição. Continuamos num bom ritmo, não dando muitas chances ao time paulista e criando boas jogadas. Por volta dos 20 minutos, Marquinho e Richarlison entraram no lugar de Douglas e Marcos Junior. As alterações deixaram claro que nosso objetivo era a vitória. O problema é que os dois que entraram pareciam desligados. Marquinho não chega nunca a 100% da forma física e Richarlison joga com a cabeça baixa, perdendo boas oportunidades de passe por não olhar para o lado e preferir sair correndo para cima de três marcadores. Magno Alves ainda entrou no lugar de Wellington e ali passamos a ter mais presença de área para os minutos finais. O Corinthians também começou a pressionar e um gol para qualquer um dos lados parecia questão de tempo. Júlio Cesar fez ótimas defesas em chutes de média distância e vem se mostrando um excelente substituto, podendo até terminar o ano como titular.

A emoção, no entanto, foi deixada para o final. No último minuto de jogo, o Fluminense teve uma falta a seu favor. Scarpa cruzou e Gum, em posição irregular, tentou desviar para o gol. A bola ficou na área e depois de um bate-rebate, Cícero nos deu os três pontos.

Cícero fez no último lance e nos deu a vitória. Foto: Mailson Santana/Divulgação FFC
Jogaremos contra o Sport, sábado, em casa. Temos de usar bem a semana para trabalhar bastante e vencer o jogo contra o time pernambucano, que está desesperado para se distanciar da zona de rebaixamento. É bom ficar de olho em Santos e Atlético Paranaense. Se vencermos e o Santos perder, terminamos a rodada no G4. E a rodada seguinte é contra o próprio Santos. Chance de abrir vantagem.

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

Na final da Série D: CSA e Volta perdem chances e ficam no zero

No primeiro jogo da grande final da Série D, CSA e Volta Redonda se enfrentaram na noite deste domingo (25) no Estádio Rei Pelé em Maceió. Durante a semana, muito antes do inicio do confronto, o torcedor Azulino já estava animado e ansioso para a partida, e a expectativa era de ver um CSA com disposição, lutando e pressionando o adversário e não deixando a boa equipe do Volta Redonda jogar. Mas as coisas não terminaram exatamente como o torcedor Azulino queriam, as equipes empataram pelo placar de 0x0 em jogo em que ambas as equipes perderam grandes chances de marcar e definir a partida.
(Fonte:Thiago Parmalat/Portal TNH1)
O JOGO           

1°TEMPO

A partida mal havia começado e os donos da casa queriam mostrar quem mandava no Rei Pelé, aos três minutos de jogo, Bismarck cobrou falta para a área do time carioca, a bola desviou na defesa e assustou o goleiro Mota. Após o bom início do Azulão, o Volta Redonda começou a trocar passes pelo campo de ataque com o intuito de furar a zaga do CSA. O Voltaço chegou com perigo aos 19 minutos. O lateral-esquerdo Cristiano cruzou em direção ao atacante David, mas o camisa 9 cabeceou para fora.

O Azulão vinha insistindo pelo centro do gramado, mas pelo grande número de atletas presentes, tinha dificuldades de perfurar a defesa da equipe do Rio de Janeiro. Uma grande oportunidade para o time marujo aconteceu aos 25 minutos. O volante Marcos Antônio arriscou um foguete de fora da área, o goleiro Mota conseguiu espalmar e salvar o Volta Redonda. Em seguida, Didira teve a chance de marcar, mas o chute foi desviado e a bola se perdeu fora das quatro linhas.

A equipe do Mutange sentiu o bom momento e foi para cima do time carioca. Aos 31', Jônatas Obina finalizou de esquerda e Mota colocou a redonda para escanteio. Logo depois, Daniel Felipe aproveitou cruzamento, de cabeça, obrigou Pantera fazer uma boa defesa.

Nos minutos finais da primeira etapa, o bom público que compareceu ao Estádio Rei Pelé seguiu empurrando a equipe azulina em busca da vitória. Porém, aos 44 minutos, o Voltaço quase marcou primeiro. Em um contra-ataque pelo lado direito, David se aproveitou da indecisão de Pantera e Leandro Cardoso, mas Leandro Souza estava lá para salvar o time alagoano. Após um minuto de desconto, o árbitro Jaílson Macedo Freitas encerrou o primeiro tempo.

2°TEMPO

O CSA iniciou a parte final do encontro assustando o adversário. No primeiro lance, Panda chutou de fora da área e o arqueiro carioca conseguiu fazer a defesa de forma segura. Aos 6 minutos, o camisa 5 voltou a arriscar de longe, e desta vez, Mota espalmou. Em seguida, a bola ficou "viva" dentro da área, mas Didira não conseguiu chutar com precisão e desperdiçou um bom momento para a equipe do Mutange.

O Volta Redonda respondeu três minutos depois. Dija Baiano cobrou tiro livre, e Pantera, conseguiu evitar o gol do rival em dois lances. Logo depois, o camisa 7 do time carioca recebeu pela esquerda, fintou Leandro Souza e chutou rasteiro com perigo à meta de Pantera. As duas boas oportunidades criadas pelo Voltaço diminuíram o ímpeto do CSA, que ficou entre os 10 e 20 minutos do tempo final sem assustar.

Para dar mais velocidade ao time, o técnico Oliveira Canindé colocou o atacante Azul em campo, e no primeiro lance, o jogador partiu pela direira e rolou a bola para Marcelo Nicácio, o camisa 9 encontrou Panda sozinho, mas Mota saiu bem do gol e salvou o Volta Redonda. O Azulão continuou tentando tirar o zero do placar, mas os atletas do time marujo vinham esbarrando na zaga adversária e no goleiro Mota.

Próximo do fim da partida o CSA se jogou ao ataque, mas sem sucesso e o zero não saiu do placar do Rei Pelé.

Com o resultado, o Azulão do Mutange pode empatar por qualquer resultado com gols que garante o título do torneio. As equipes voltarão a se enfrentar no dia 01 de outubro, no estádio Raulino de Oliveira às 21h para definir quem será o Campeão da Série D 2016.

Lucas André || @luc4s_andre
Linha de Fundo || @SiteLF

Desculpem o transtorno, mas precisamos falar sobre o Dudu

Quando chegou ao Palmeiras no começo de 2015, Dudu foi muito bem recebido pelos torcedores palmeirenses. O motivo, porém, era mais pelo “chapéu” aplicado nos rivais (considerados próximos de fechar com o jogador) do que pelo bom futebol apresentado no Grêmio ao longo de 2014, quando foi um dos maiores assistentes do campeonato.

Na oportunidade, o Verdão contratou um rápido ponta-esquerda. Hoje, tem muito mais do que isso. Dudu segue jogando aberto pelo setor esquerdo do gramado, mas tem visão de jogo muito mais apurada fruto, diga-se, da insistência de Marcelo Oliveira em forçá-lo pelo meio no ano passado - talvez um dos poucos acertos no mar de erros do ex-treinador.

O começo foi tumultuado. Dudu fez seus gols e boas partidas, mas ficou marcado por perder um pênalti no primeiro jogo da final e, na semana seguinte, ser expulso e empurrar o árbitro da partida. Aos poucos, porém, o jogador foi reconquistando a torcida alviverde e tornou-se um dos heróis do time na conquista da Copa do Brasil.

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Dudu tem sido um dos principais jogadores do Brasileirão. (Foto: Futdados)
A evolução seguiu em 2016 e, ganhando a faixa de capitão, Dudu é hoje um dos grandes destaques palmeirenses no ano. Líder e emocional, faz o torcedor se sentir verdadeiramente representado em campo. Com tudo isso, tem se tornado um jogador cada vez mais importante e decisivo, como foi novamente neste sábado (24).

Sem contar com Cleiton Xavier (mais uma vez lesionado) e Gabriel (suspenso), Cuca precisou recuar Moisés e fazer de Dudu o armador do jogo palmeirense. O meia-atacante não é um armador, evidentemente, entretanto consegue perfeitamente fazer a função em casos de necessidade. Foi o que aconteceu diante de um desfalcado e recuado Coritiba.

O primeiro tempo foi seguro, com muita posse de bola, mas sem chances de gol criadas. Muito disso por conta de uma escalação com muitos velocistas e poucos articuladores. Com um adversário muito recuado (não houve uma chance sequer contra o gol de Jailson na etapa inicial), não havia espaços para usar a velocidade de Roger Guedes, Erik e Gabriel Jesus. Mesmo na base da movimentação e troca de posição, pouco perigo foi criado contra o goleiro Wilson.

O jogo mudou completamente no segundo tempo e vimos em campo o Palmeiras que mostrou o bom futebol e que merece estar brigando pelo título. Com Leandro Pereira no lugar de Erik, o Verdão conseguiu segurar os zagueiros e preencher melhor os espaços. O gol de Leandro Pereira, aos cinco minutos em uma falha incrível de Wilson, foi apenas a confirmação da pressão alviverde que já tinha perdido duas boas chances e direito a uma bola na trave.

Leandro Pereira voltou a marcar um gol depois de mais de um ano. (Foto: Globo Esporte)
Se tem sido criticado pelas bolas aéreas, Cuca tratou de responder no campo e, depois, em sua entrevista coletiva, o que todos já sabem: o Verdão joga e joga bem com a bola no chão. Foi assim que construiu uma ótima jogada de toques rápidos que começou com Dudu, passou por Egídio, Moisés e Roger Guedes até encontrar Mina livre de marcação. 2x0.

As duas faltas que originaram os gols palmeirenses foram sofridas por Dudu que fez um segundo tempo primoroso. Foi dele também uma jogada espetacular que, driblando cinco marcadores, serviu Gabriel Jesus. A bola saiu, mas seria um golaço. O terceiro gol merecia ter aparecido e merecia, sobretudo, ser marcado pelo pequeno camisa 7 palmeirense. Ele não veio, Dudu saiu cansado de campo e foi merecidamente ovacionado pelo ótimo público presente no Allianz Parque.

Antes de sair, ainda viu Jesus quase marcar e Iago descontar para o Coritiba na única finalização em praticamente toda partida dos visitantes. Viu também o time mostrar boa maturidade e não se abater em um momento delicado da partida, ainda que com uma colaboração dos paranaenses que pouco fizeram para tentar o empate.

O DESTAQUE: O título é autoexplicativo, impossível não nomear Dudu como melhor em campo. Sofrendo faltas, driblando todo mundo e servindo bem os companheiros, foi disparadamente o melhor em campo, mesmo jogando fora da sua posição de rotina, levemente mais centralizado.

BOLA MURCHA: Com nova oportunidade, Egídio comprova o desespero palmeirense a cada vez que entra em campo. Não passa nenhuma confiança na marcação e, com erros de passes infantis, causou alguns calafrios na torcida alviverde. Nem na frente, onde costuma ajudar, conseguiu acertar alguma coisa.

Mais uma atuação vergonhosa dos Hammers

O que está acontecendo com o West Ham? De equipe que era colocada entre as primeiras, candidata à brigar por vaga em competições europeias, para um fracasso por completo e uma equipe que mais parece não ter voltado a jogar, em comparação a temporada 2015/16.

Os Hammers estão atualmente na 18º colocação da Premier League e protagonizaram neste domingo (25) mais um show de horrores no London Stadium, onde saiu derrotado para o Southampton, por 3 a 0. São apenas três pontos e 16 gols sofridos (14 destes nos últimos quatro jogos) nas seis rodadas iniciais.


Mark Noble definiu como "ridícula" a atuação dos Hammers diante do Southampton (Foto: Getty)
É mais inacreditável ainda, ver um placar de 3 a 0 em um jogo que começou super equilibrado e, ainda por cima, com West Ham buscando marcar o primeiro gol. Foi imposta uma pressão dos Hammers e em uma jogada aos 40 minutos do primeiro tempo, Austin marcava o primeiro dos Saints e desestruturava o elenco, que parece sofrer um problema sério de emocional, desinteresse de alguns jogadores, que paravam e olhavam o Southampton jogar. Problema que pode ocorrer também com o treinador, que se mostra claramente abalado com a atual fase e não consegue fazer muita coisa, para que haja uma melhora da sua equipe. 

Cabia pelo menos a Slaven Bilic assumir a culpa e foi isso que aconteceu: "É a minha equipe. Eu não quero apontar dedo para os jogadores. Um jogador pode cometer um erro, mas isso é de quatro jogos, é um erro da equipe. Todos nós. É 80% os mesmos jogadores, a mesma multidão, o mesmo gestor que na última temporada. Tudo o que foi bom no ano passado, para a maioria da temporada, é ruim esta temporada. Tudo o que foi na média na última temporada, é abaixo nesta" - disse. 

As palavras são a mais pura verdade, mas tem de ser feito algo, algo que seja imposto na prática urgentemente, pois apenas palavras não adiantam. Que as mudanças no time, principalmente na forma de jogar e no emocional dos jogadores, já possam ser vistas na próxima partida, que será novamente no London Stadium, contra o Middlesbrough, no sábado (01).




Thomaz Gomes@thomazgomes_

Apático, Everton conhece sua primeira derrota na Premier League

Após a derrota para o Norwich, que culminou na eliminação precoce na EFL Cup em pleno Goodison Park, o Everton visitou o Bournemouth pela 6ª rodada da Premier League e conheceu sua primeira derrota na competição. Os Toffees vinham embalados na competição, podendo até consolidar-se na vice-liderança em caso de vitória e algumas combinações de resultados, mas o que ocorreu foi uma derrota merecida com um futebol pífio.  

Os Toffees conheceram a sua primeira derrota na Premier League (Foto: Getty)
Foi uma atuação bem abaixo da esperada. O que vimos durante o jogo foi uma equipe sem brio e levando vários sustos de gols. O Everton não conseguia manter a posse de bola e, quando tinha a posse, cometeu muitos erros de passes, visto que os jogadores eram facilmente marcados pelo adversário. As poucas chances de gols criadas pelo time azul surgiram da bola aérea. Aos 9',  após falta perto da grande areá, Barkley alçou a bola na marca da cal, Lukaku subiu mais alto do que todos e cabeceou forte a queima-roupa, mas o goleiro Boruc operou ótima defesa.

No demais, o time da casa foi superior e sua principal rota de ataque estava sendo nas costas de Coleman, onde criou as melhores oportunidades. Com maior volume de jogo, o gol do Bournemouth era questão temporária. E, de fato, foi o que aconteceu. Aos 22', Stanislas recebeu passe de Arter na entrada da areá e soltou a bomba no ângulo de Stekelenburg, sem chances de defesa.
      
Stanislas marcou o único gol da partida (Foto: Getty)






Na etapa complementar não houve mudanças. Mesmo com a tentativa de Ronald Koeman, que promoveu as entradas de Cleverley, Deulofeu e Valência nos lugares de Barry, Mirallas e Gueye, respectivamente, o panorama da partida se manteve. Diferente das partidas anteriores, o Everton não conseguiu desempenhar o seu melhor e não demonstrou poder de reação algum para mudar o placar, sendo apático até o fim.

Com essa derrota, o Everton se manteve com 13 pontos ganhos, caindo para 5° colocação da Premier League. No próximo sábado (01), o Everton receberá o Crystal Palace e tentará a reabilitação diante de sua torcida, no Goodison Park.


Tinha que ser o Pizzi mesmo - Chaves 0 x 2 Benfica

(Imagem: Francisco Leong/ Getty Images)
O Benfica venceu mais uma partida na Liga NOS 2016/17, em jogo válido pela sexta rodada. Os gols marcados só na segunda etapa por Mitroglou e Pizzi foram os suficientes para selar a vitória benfiquista, deixar o Glorioso na liderança e o Benfica ainda conseguiu igualar um recorde dos anos 70, conquistando a 15ª vitória consecutiva fora de casa.

Ambas as equipes começaram o jogo invictas no campeonato e eram as únicas a manterem tal feito. Apesar da grande presença da torcida benfiquista em Trás Os Montes, o Chaves quis fazer fazer valer o mando de campo e chegou por várias vezes com Paulinho, Battaglia e Braga, mas Ederson estavam bem. Inclusive em um lance em que a bola foi nas duas traves da baliza benfiquista e se recusou a entrar até Ederson fazer firme defesa.

No primeiro tempo, a verdade é que o Benfica estava perdido em campo. Pizzi não tinha função tática defensiva e ofensivamente ia mal; Gonçalo Guedes estava perdido e sentia a pressão; André Horta não conseguia tranquilizar o meio e a função ficou para Fejsa, que não tem a mesma qualidade no passe; os laterais Grimaldo e Nelson Semedo se preocupavam mais com as jogadas defensivas e, quando subiam, não o faziam com o mesmo vigor. Salvio era o melhor, mas sozinho não fazia milagres e, para completar, Mitroglou teve um gol mal anulado. Ederson foi fundamental na etapa incial para o Benfica ir para o intervalo com o placar zerado.

Na segunda etapa, o Benfica acordou. Começou a tomar conta das ações do jogo e a posse de bola ser objetiva. Pizzi passou a ser eficaz, passou a ter eficiência ofensiva e ajudar Salvio na criação das jogadas, Horta cresceu no meio e Gonçalo passou a ser a ligação do meio campo ataque que Rui Vitória queria, até que aos 68 minutos o Benfica chegou ao que mais queria. Falta na entrada área, Grimaldo cobrou e Mitroglou desviou de cabeça tirando da possibilidade de defesa de Zé Moreira. Benfica 1-0.

O tempo se passou e o Chaves perdeu todo o ímpeto dos 45 minutos iniciais, o "Barcelona Trasmontano" como é chamado pela similaridade do uniforme com o time catalão aos poucos foi perdendo terreno para o Benfica, que logo fez o segundo. Numa cobrança de falta que resvalou na barreira e na recarga Pizzi colocou no cantinho do gol. 2-0. O Benfica ainda teria a chance de fazer o 3 a 0 com Carrillo que havia acabado de entrar, após uma linda jogada individual, mas o peruano foi impedido pelo goleiro do Chaves. No fim do jogo, apenas uma equipe saiu invicta e foi o Benfica.


BENFICA: Ederson; Nelson Semedo, Lisandro, Lindelof, Grimaldo; Fejsa, André Horta (Celis); Salvio (Cervi), Pizzi; Gonçalo Guedes (André Carrillo) e Mitroglou. Treinador: Rui Vitória

CHAVES: António Filipe; Paulinho, Freire, Felipe Lopes (Fabio Santos), Nélson; Assis, Battaglia, Braga; Fábio Martins (João Mário), Rafael Lopes e Perdigão (Vukcevic). Treinador: Jorge Simão

West Bromwich arranca empate nos acréscimos contra Stoke City

Depois de uma vitória convincente sobre o West Ham por 4 a 2, o West Bromwich foi visitar o Stoke City, adversário que vinha de duas goleadas consecutivas – 4 a 0 para o Tottenham e 4 a 1 para o Crystal Palace. Com apenas um ponto na tabela, a campanha ruim podia aparentar um jogo tranquilo, mas não foi o que aconteceu.

O primeiro tempo foi bastante equilibrado e com raras oportunidades de gol para os dois lados. Rondón teve as principais chances dos Albion, porém nenhum de grande perigo. Quem quase marcou foi o Stoke através da sempre forte bola aérea. Foi assim que Johnson conseguiu tocar por cima de Foster e viu Dawson salvar em cima da linha.

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Rondón salvou derrota do WBA nos acréscimos. (Foto: The Sun)
O panorama não mudou muito na segunda etapa, com equilíbrio e uma posse da bola maior para os donos da casa, mas raras chances claras de gol. Em uma das raras oportunidades, Shaqiri fez boa jogada pela direita e encontrou Allen dentro da área para abrir o placar e explodir o Bet365 Stadium, novo nome do antigo Britannia Stadium desde junho.

Com o gol sofrido, os Baggies precisaram sair mais para o ataque em busca do empate. McClean perdeu uma boa oportunidade antes do gol sofrido e depois disso parecia difícil evitar a primeira vitória do Stoke na Premier League. Apenas parecia: o sempre goleador Rondón apareceu bem nos acréscimos e, de cabeça, evitou a derrota para o WBA.

Na próxima rodada o time de Tony Pulis terá novo desafio fora de casa, contra outro time que ainda não venceu no campeonato, o Sunderland. Com oito pontos somados nas primeiras seis rodadas, o West Bromwich começa a direcionar a sua tradicional campanha de meio de tabela.

Por: Stéfano Bozza
Twitter: @stebozza / @SiteLF / @PLBrasil_LF

Apático, Botafogo perde para o lanterna América

Sidão assiste comemoração do lanterna (Foto: Dudu Macedo/Fotoarena/Lancepress!)
Na noite deste sábado (24), o Botafogo encarou o América-MG em jogo válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em um duelo marcado por apagão no estádio, o Glorioso, extremamente apático em campo, foi derrotado pelo lanterna da competição e desperdiçou boa chance de subir ainda mais na tabela. Com a derrota, o Alvinegro parou nos 38 pontos mas segue entre os dez primeiros colocados. A equipe comandada por Jair Ventura volta a jogar no próximo sábado (1), às 16h30, na Arena, contra o Corinthians. 

O JOGO


O primeiro tempo foi extremamente truncado, com poucas chances de gol. O primeiro chute do Botafogo aconteceu aos 12 minutos, com Neilton, que chegou pela esquerda, fez boa jogada individual mas na hora de finalizar, mandou fraco, para defesa tranquila do goleiro do Coelho. Aos 27', Roger chutou ainda do campo de defesa na direção de Nixon, no entanto, a bola ganhou força e foi de encontro ao goleiro Sidão, que esperou a bola quicar e quase foi traído. Instantes depois, o Independência sofreu um apagão e o jogo ficou paralisado por cerca de 13 minutos. A bola voltou a rolar aos 30 minutos. Um minuto após, Emerson Santos chegou ao ataque e cruzou com força. O goleiro Fernando Leal agarrou com o corpo dentro do gol e pegou a bola em cima da linha, no limite. Por muito pouco o Glorioso não abriu o placar. O Coelho também esteve próximo de inaugurar o marcador. Aos 32', Matheusinho fez boa jogada na área e finalizou com o pé esquerdo. A bola desviou e foi por cima do gol de Sidão. Aos 33', após cobrança de escanteio, Sidão saiu mal e não achou nada. A bola ficou viva na área e Leandro Guerreiro finalizou. O zagueiro Carli salvou em cima da linha e evitou o gol. E foi só. Aos 46', o primeiro tempo terminou. 

O Botafogo voltou para o segundo tempo com Leandrinho no lugar de Camilo. E logo aos 3 minutos, o próprio Leandrinho limpou a marcação e tentou chute de fora da área, sem sucesso. Mas o América retornou do intervalo superior e pressionou em busca do gol, que saiu aos 19'. Ernandes chegou bem pela esquerda e cruzou para Jonas, livre, que completou para o gol. 

Jair Ventura aproveitou então para mexer na equipe, tirando Dudu Cearense e colocando Rodrigo Pimpão. Aos 26', o atacante se livrou de Roger, chegou na área pela esquerda e tentou cruzar para Canales. O goleiro Fernando Leal salvou com os pés. Aos 28', Neilton deu lugar ao meia Gervasio. Aos 30', Sidão fez boa defesa e evitou o segundo gol do Coelho. O Alvinegro ainda teve oportunidade de ouro para empatar aos 46', já nos acréscimos. Foi a melhor chance do time na partida. Pimpão não conseguiu concluir após toque de Bruno Silva. A bola sobrou para Gervasio Núñez, que cruzou para trás. Canales ainda dividiu com o marcador mas não conseguiu finalizar. Aos 49', o jogo chegou ao fim. 

OBSERVAÇÕES

América foi superior. Mereceu a vitória. O que irritou foi a postura apática do Botafogo, que em certos momentos, parecia andar em campo. O time foi poupado durante a semana, descansou. Não dá para entender. 

Jair Ventura foi completamente infeliz nas substituições. Fez alterações sem pé nem cabeça. Além disso, fez escolhas nada compreensíveis. Manteve Canales o jogo todo, mesmo com o atacante nulo em campo. Como explicar a manutenção de Emerson na lateral tendo contratado Alemão, que é da posição? Rodrigo Lindoso ficou no banco de reservas. Essa também não deu para entender. 

E o pior é que essa derrota é a cara do Botafogo. O clube adora perder pontos para equipes mais fracas. 

Airton levou um cartão aos 49 minutos do segundo tempo por reclamação. O resultado? Foi o terceiro dele e está suspenso para o próximo jogo. Carli também recebeu cartão por reclamação, o que virou rotina. Não pode. 

FICHA DO JOGO

América-MG 1
Fernando Leal, Jonas, Roger, Éder Lima, Bruno Teles; Leandro Guerreiro, Juninho, Ernandes, Danilo Barcelos (Tony), Matheusinho (Pablo); Nixon (Michael). Técnico: Enderson Moreira.

Botafogo 0
Sidão, Emerson Santos, Joel Carli, Emerson Silva, Diogo Barbosa; Airton, Bruno Silva, Dudu Cearense (Rodrigo Pimpão), Camilo (Leandrinho); Canales, Neilton (Gervasio Núñez). Técnico: Jair Ventura.

Estádio: Independência (MG).
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP).
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (ES) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP).
Gol: Jonas (19' do 2º T). 
Cartões amarelos: Leandro Guerreiro e Juninho (América-MG); Joel Carli, Airton e Bruno Silva (Botafogo). 
*Público e renda não foram divulgados.

Por: Gabriel De Luca (@Biel_dluca). 

Temos um grande time no papel, não no campo

Foram com essas palavras que Antonio Conte resumiu mais uma péssima atuação do Chelsea pela Premier League. O time azul de Londres sofreu mais um choque de realidade, dessa vez, frente ao Arsenal neste último sábado (24), no Emirates Stadium.

David Luiz indo buscar mais uma bola no gol do Chelsea (Foto: Getty Images)
O técnico italiano até tentou mudar o time em relação à última rodada, quando perdeu para o Liverpool, por 2 a 1. Fàbregas iniciou o jogo como titular e Oscar foi para o banco. No mais, era o mesmo time, com exceção de David Luiz no lugar do lesionado John Terry. Os Blues foram à campo no tradicional 4-2-3-1, variando para o 4-1-4-1, quando não tinha a bola.

O Arsenal começou o jogo como era de se imaginar, pressionando muito a saída de bola e trocando passes em velocidade no campo ofensivo, o que quase deu certo no início. Com apenas 3 minutos, Cazorla chutou e Courtois espalmou, salvando o Chelsea.

Cahill após o erro que resultou no primeiro gol do jogo (Foto: Guardian)
Porém, a defesa do Chelsea tem sido uma tragédia. Aos 11', Cahill tentou recuar para Courtois e a bola foi muito fraca, Sanchez aproveitou para cobrir o goleiro belga, abrindo o placar. Dois minutos depois, após uma linda troca de passes e mais um vacilo da zaga azul, Iwobi tocou no fundo para Bellerin, que cruzou rasteiro e Walcott teve o trabalho de apenas tocar para o gol.

Naquele momento o jogo já parecia perdido. Os Blues praticamente não tinham a bola e, por uma única vez, aconteceu uma linda troca de passes entre Hazard e Diego Costa, até que a bola chegou para Willian, que chutou cruzado com muito perigo. O golpe de misericórdia iria acontecer ainda na primeira etapa, quando Özil puxou um contra-ataque maravilhoso e abriu para Sanchez, que cruzou novamente para o alemão bater cruzado e fazer o terceiro.

Após a tragédia que foi o primeiro tempo, pouca coisa poderia ser feita por Conte no intervalo, apenas tentar não sofrer uma goleada. O Arsenal até que pressionou um pouco no início, mas muitas vezes tentou caprichar demais e não chegava ao gol, enquanto o Chelsea foi levar perigo apenas aos 38 minutos do segundo tempo, quando Batshuayi chutou para boa defesa de Cech. O jogo já estava acabado desde os 3 a 0 e assim se encerrou o martírio do Chelsea

Após contra ataque de almanaque, Özil marca o terceiro (Foto: Guardian)
 Durante o segundo tempo, Conte testou uma formação que o fez ter muito sucesso na Juventus, Alonso entrou no lugar de Fabregas e o time passou a jogar no 3-5-2. E talvez seja uma alternativa para a defesa não ficar tão exposta como está ficando. As palavras de Conte em sua entrevista coletiva resume muito o que é o Chelsea desde a última temporada, ótimo no papel e horroroso na prática, é evidente que Antonio tem sua parcela de culpa, mas os jogadores se mostram totalmente desligados e sem compromisso dentro de campo.

A raça italiana, que já parecia encorpar o time nas primeiras rodadas se perdeu e, com isso, já estamos longe até da briga pelo titulo. Já são 8 pontos atrás em apenas 6 rodadas. O próximo desafio é novamente fora, contra o Hull City no próximo sábado (01).

Por: Gabriel Santo || Twitter: @Gabridosanto / @SiteLF / @PLBrasil_LF

Expectativas para o resto do campeonato

Que felicidade, meu querido leitor. Três vitórias seguidas e assim colando de vez no G4, mostrando para quem desacreditava que podemos subir. Com muita luta e um pouco de sorte, podemos fazer bonito nessa retal final de Série B.

Foto: Caio Marcelo/Criciúma
Falando um pouco do jogo de sexta-feira (23), o Criciúma tinha um tabu a quebrar, já que desde 1989 não ganhávamos do Sampaio. Dentro de campo, o time carvoeiro partia para cima com tudo, com muitas bolas paradas e muitos cruzamentos que não davam certo. Porém, Niltinho aproveitou a falha do goleiro adversário após falta e, com muita sorte, abriu o placar, deixando o tigre vivo na briga pelo acesso.

Quem viu o Sampaio jogar no duelo de sexta-feira não entende como o time está em último. A equipe pressionava os carvoeiros bastante, principalmente com o jogador Pimentinha, sempre pela esquerda, onde Paulo Cezar estava com dificuldade de marcar.

Na parte tática, é muito difícil falar, já que o time estava um pouco bagunçado com a saída do volante Douglas Moreira e a entrada do meia Thiago Humberto. A disposição tática ficou embaraçada. Niltinho jogava basicamente de ala pela esquerda e Paulo Cezar praticamente não subia, formando três zagueiros.

Esta foto mostra mais ou menos o que eu percebi sexta:


 Vamos falar um pouco sobre o resto dessa Série B. O tigre catarinense tem pela frente vários jogos muito complicados:

Bahia (F)
Tupi (F)
Vila Nova (C)
Bragantino (F)
Atlético-GO (C)
Londrina (C)
Luverdense (F)
Ceara (C)
Paraná (F)
Vasco (C)
Paysandu (F)

Em todos esses jogos, não pode fazer corpo mole. Tem que dar o sangue para conseguir a vitória na maioria dos confrontos fora de casa e fazer 100% em seu estádio, que estará lotado e a torcida vai empurrar o time.

"Daria a vida por um campeonato, uma taça a mais"

@gabrielcec__

Com mais sofrimento do que deveria, vitória e prova de fogo à vista

Após a classificação tranquila na EPL Cup, com direito a goleada por 5 a 0 sobre o Gillingham no meio da semana, o Tottenham buscava manter a boa fase também na Premier League. Neste sábado (24), o time londrino visitou o Middlesbrough, no Riverside Stadium, em partida válida pela 6ª rodada. E os Spurs conseguiram mais uma vitória na competição.

Son abriu uma bela vantagem para os Spurs no início do jogo (Foto: Rex Features)
Com os desfalques de Rose, Dier e Kane por lesão, Maurício Pochettino promoveu mudanças na equipe, escalando em seus lugares Davies, Sissoko e Janssen, respectivamente. A equipe titular foi armada no tradicional 4-3-1-2 (Lloris; Walker, Alderweireld, Vertonghen e Davies; Wanyama, Alli e Sissoko; Eriksen; Son e Janssen), variando para um 4-1-4-1, quando o time atacava.  

O JOGO

O retrospecto do confronto – 91J-33V-23E-35D  mostrava um jogo bastante difícil para o time de Londres. E de fato foi o que o placar final mostrou, porém, os primeiros minutos deram a impressão de que poderia ser uma vitória mais tranquila e até mesmo por goleada. 

O Tottenham se mantém como um dos dois únicos invictos (Foto: Reuters)
O que dizer sobre o Son? O atacante tem sido titular e provado o seu valor. Logo aos 7 minutos, Janssen fez o pivô para o coreano, que invadiu a área, limpou a marcação e finalizou de perna esquerda, abrindo o placar. E não demorou muito para que o camisa 7 marcasse novamente, em jogada individual e belo arremate no ângulo, ampliou quando o ponteiro marcava apenas 23 minutos.

Com o 2 a 0 no placar, o Tottenham cadenciou o jogo e conseguiu manter a vantagem até o intervalo, mas não faltaram oportunidades de aumentar. Aos 34', Son cruzou da esquerda, a defesa afastou parcialmente e, na sequência, Eriksen e Sissoko fizeram Váldes trabalhar. Já aos 44', Eriksen roubou a bola no campo de ataque e tocou para Alli, que desperdiçou uma chance clara. O resultado do primeiro tempo acabou ficando "barato" pela superioridade.

A etapa complementar começou em um ritmo lento. Apesar de estar em desvantagem diante da sua torcida, o time da casa pouco conseguia incomodar os visitantes, que mantiveram a superioridade na posse de bola e o adversário longe do gol de Lloris no início.
Gibson descontou e ocasionou a lesão de Sissoko (Foto: Action Images via Reuters)
Porém, quando o Middlesbrough chegou, foi efetivo na bola parada ofensiva e colocou mais emoção na partida. Após cobrança de falta, Gibson subiu nas costas de Sissoko e meteu a cabeça na bola, que morreu no fundo do barbante. No lance do gol, o volante francês sentiu e teve que ser substituído, dano lugar à Lamela. 

Como de costume, o argentino entrou bem e na sua primeira participação serviu o Son, que finalizou e mais uma vez deu trabalho ao goleiro espanhol. Aos 32', foi a vez do outro arqueiro aparecer, depois da cabeçada de Downing . No fim, Maurício Pochettino colocou Winks e N'Koudou nos lugares de Janssen e Eriksen, respectivamente, fechando o time e assegurando a vitória.
Os Spurs fazem o seu melhor início na história da Premier League (Foto: Action Images via Reuters)
Com o resultado positivo, o time londrino chegou aos 14 pontos e manteve a diferença de 4 pontos do líder, assumindo a vice-liderança da competição. A próxima rodada colocará frente a frente as duas únicas equipes ainda invictas na competição, Tottenham e Manchester City se enfrentarão domingo (02), no White Hart Lane, em Londres.

Ainda é cedo para dizer que o time londrino poderá brigar mais uma vez pelo título inglês, porém, este início aumenta as expectativas dos torcedores, já que é o seu melhor da história na era moderna da Premier League.

#COYS

Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr / @SiteLF / @PLBrasil_LF
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