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domingo, 9 de outubro de 2016

Palmeiras joga no limite, mas passa pelo América-MG

Imagine um estudante de uma escola cuja média para passar de ano é a nota 5. A escola é dividida em quatro bimestres e, no primeiro, ele estuda muito e tira nota máxima. Como julga que as matérias são fáceis, deixa os estudos de lado confiando no seu potencial. As notas não são boas nos dois bimestres seguintes e o aluno chega para a prova final dependendo de um bom desempenho para passar de ano.

Esse aluno resume perfeitamente o que foi o Palmeiras diante do frágil América-MG nesta tarde de domingo. Um time que entrou bem, pressionando e obrigando o goleiro adversário a fazer uma defesa incrível no primeiro minuto e, logo depois, obrigando-o a buscar a bola dentro do gol em um bonito chute de Tchê Tchê.

Depois do gol, o Verdão simplesmente parou de jogar. Talvez porque percebeu que do outro lado tinha um adversário incapaz de incomodar a meta defendida por Jailson, que não fez rigorosamente nada na partida além de cortar um cruzamento da esquerda já no segundo tempo.

Gol merecido: após ficar injustamente afastado dos gramados, Alecsandro voltou a balançar as redes.
(Crédito foto: Divulgação/ Cesar Greco - Ag. Palmeiras)
O Palmeiras, assim como nosso estudante, simplesmente foi levando o jogo e deixando o tempo passar. Um risco desnecessário: uma bola parada ou um chute inspirado - coisa que, é verdade, parecia mais improvável do que o normal – poderiam colocar tudo a perder. E assim, no sufoco, veio a prova final.  Alecsandro marcou o segundo e recebeu uma bonita festa do estádio e dos companheiros pelo seu retorno. Ele, mais do que qualquer um, merecia esse gol.

Se o futebol jogado foi ruim, não se pode dizer que o time sofreu. A não ser o torcedor, envolvido emocionalmente com a partida, ninguém cogitou que a vitória deixasse de estar com o time paulista. Excluindo os gols, a partida teve duas jogadas de destaque, ambas palmeirenses. Erik perdeu no primeiro tempo e Rafael Marques viu o zagueiro salvar já no final da partida. O Coelho não criou nada que merecesse sorte melhor no jogo (e também no campeonato).

Nessa altura do campeonato valem mais três pontos na conta do que o espetáculo que, diga-se, merecia a linda torcida palmeirense lotando o Estádio do Café. A propósito, se o aluno fosse realmente o Palmeiras ele passaria de ano nesta tarde. Contudo, tirando 4,8 e precisando de um arredondamento.

O DESTAQUE: Em uma partida muito ruim tecnicamente, o destaque fica com Alecsandro. Mais do que o gol, pela situação que o jogador precisou passar nos últimos meses. E menção honrosa, mais uma vez, para a torcida palmeirense que encheu o estádio paranaense.


BOLA MURCHA: Apesar de ter sido escalado para fazer uma função mais avançada, coisa que certamente prejudicou seu desempenho, Moisés passou longe das boas atuações que costuma apresentar. Não se escondeu do jogo, mas não parecia inspirado e pouco acertou – como praticamente todo time.

Botafogo vence com gol nos acréscimos e cola no G6

Botafogo e Figueirense enfrentaram-se na tarde deste domingo (9), em jogo válido pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Orlando Scarpelli. Com gol do contestado Bruno Silva, aos 46 minutos do segundo tempo, o Glorioso chegou aos 44 pontos na competição e ocupa agora a sétima posição na tabela de classificação. O Alvinegro volta a entrar em campo na próxima quarta-feira (12), feriado, na Arena Botafogo, diante do Internacional. 

O JOGO

O primeiro tempo foi sofrível. Figueirense e Botafogo abusavam dos passes errados. O time catarinense tinha maior posse de bola, no entanto, não conseguia criar oportunidades, uma vez que o Glorioso marcava forte. A chance mais perigosa aconteceu somente aos 42 minutos, e foi do time visitante. Após cobrança de escanteio, a zaga do Figueirense não conseguiu afastar a bola, que ficou quicando na área. Vinicius Tanque, meio desequilibrado, finalizou forte e mandou por cima do gol, mas com perigo. Foi de fato o melhor momento da partida na etapa inicial, que chegou ao fim aos 47'. 

O segundo tempo foi o oposto. Figueirense e Botafogo melhoraram e passaram a criar mais oportunidades de gol, algumas com bastante perigo. Já aos 3 minutos, por exemplo, Rafael Moura desviou de cabeça, a bola bateu no defensor e saiu pela linha de fundo. No minuto seguinte, após cruzamento na área, Rafael Moura novamente, desviou de cabeça e mandou perto do gol. Mais pressão do Figueira, dessa vez, aos 14'. Após escanteio, a bola foi desviada e sobrou limpa para He-Man (sempre ele). Sidão, já batido no lance, nada poderia fazer. O goleiro viu o atacante desperdiçar excelente oportunidade de gol quando pegou mal na bola e finalizou para fora, rente à trave. Foi um daqueles chamados gols feitos. Aos 18 minutos, Jair Ventura promoveu, de uma só vez, duas alterações no Botafogo. Neilton e Vinicius Tanque foram substituídos por Rodrigo Pimpão e Sassá, respectivamente. Um minuto depois, rolou indecisão entre Joel Carli e Sidão e Rafael Moura, atento, quase roubou a bola. O goleiro, no entanto, foi mais rápido e evitou o gol. Aos 20', Camilo escorou para Sassá, que girou e finalizou por cima do gol. Aos 29 minutos, Alemão, de fora da área, soltou uma bomba. O goleiro Gatito Fernández defendeu e mandou para escanteio. Chegou bem o Glorioso. Aos 35', Ayrton cruzou e Rafael Moura e Rafael Silva, livres na pequena área, não conseguiram acertar a bola, que foi direto para fora. Aos 41 minutos, Rodrigo Lindoso foi substituído por Dudu Cearense. Instantes depois, Sassá perdeu gol incrível. Camilo, pela direita, tocou para Rodrigo Pimpão, que cruzou na pequena área para Sassá. O goleiro do Figueira, porém, fechou o ângulo e salvou com os pés. Mas aos 46', não teve jeito. Dudu Cearense fez lançamento espetacular para Rodrigo Pimpão, que de primeira cruzou para Bruno Silva. O meia pegou bem na bola e marcou o gol da vitória. Aos 48', o árbitro encerrou a partida. Que vitória! 

Bruno Silva marcou o gol do triunfo (Foto: Cristiano Andujar/AGIF/ Lancepress!)
OBSERVAÇÕES

O Botafogo derrotou o Figueirense fora de casa com gol do contestado Bruno Silva nos acréscimos. Inimaginável. 

O Glorioso tem a melhor defesa do returno: apenas três gols sofridos em 10 jogos. Além disso, são sete vitórias em 10 partidas. 

Brilhou a estrela de Jair Ventura, que no segundo tempo, colocou Rodrigo Pimpão e Dudu Cearense na partida. Os dois participaram do gol da vitória. 

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FICHA DO JOGO

Figueirense 0
Gatito Fernández, Ayrton, Bruno Alves, Werley, Pará; Renato (Ortega), Josa, Elvis (Everton Santos), Dodô; Lins (Rafael Silva), Rafael Moura. Técnico: Marquinhos Santos. 

Botafogo 1
Sidão, Alemão, Joel Carli, Emerson Santos, Victor Luis; Airton, Bruno Silva, Rodrigo Lindoso (Dudu Cearense), Camilo; Neilton (Rodrigo Pimpão), Vinicius Tanque (Sassá). Técnico: Jair Ventura.

Estádio: Orlando Scarpelli (SC). 
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio. 
Assistentes: Bruno Raphael Pires e Fabiano da Silva Ramires. 
Gol:  Bruno Silva (46' do 2º T). 
Cartões amarelos: Josa e Rafael Silva (Figueirense); Bruno Silva e Rodrigo Lindoso (Botafogo). 
Público: 12.981. 
Renda: R$ 172.575,00. 

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca)

Em jogo movimentado, Luverdense tropeça contra Sampaio Corrêa

Com uma boa oportunidade de encostar no pelotão da frente na Série B após tropeços de alguns concorrente, o Luverdense foi até o Maranhão enfrentar o lanterna Sampaio Corrêa e não aproveitou a chance. A derrota por 2x0 não preocupa em relação ao rebaixamento (ainda são quinze de vantagem para o Bragantino com apenas 24 em disputa), mas deixa o time cada vez mais perto das férias.

Sabendo que dificilmente o time voltará a ser ameaçado pelos últimos quatro colados, Junior Rocha lançou um time ofensivo diante da Bolívia Querida. A derrota prejudicaria pouco na tabela e, portanto, valia a pena arriscar mais e tentar a vitória. Os maranhenses, na última posição, também precisavam vencer para tentar uma arrancada final. O resultado disso foi um jogo aberto e com chance para os dois lados.

O Sampaio criou uma boa jogada nos primeiros movimentos da partida e o Verdão do Norte respondeu poucos minutos depois. A partida animada não demorou a ter gol – e foi dos donos da casa. Após roubar a bola pela direita (em lance que o Luverdense reclamou falta), Éder Sciola achou Thiago Santos para abrir o placar.

Sampaio Corrêa (Foto: Reprodução)
Foto: Globo Esporte.
O jogo seguiu aberto e faltou pouco para o Verdão empatar. Rodrigo Ramos fez uma defesa incrível e evitou o empate. Como quem não faz, leva, Diego Lorenzi aproveitou outra jogada pela direita e ampliou para o Sampaio Corrêa nos minutos finais do primeiro tempo. 2x0.

Atrás no placar, o Luver voltou ainda mais ofensivo para o segundo tempo e tentou achar um gol para dar emoção à partida. Foram muitas chances criadas, mas o goleiro Rodrigo Ramos vivia tarde inspirada e não permitiu um gol sequer aos visitantes. Diogo Silva também apareceu bem e segurou alguns contra-ataques dos maranhenses que, com a vitória, seguem vivos na luta contra o rebaixamento.

A derrota ainda não elimina as chances de acesso, mas reduzem significativamente. O próximo jogo é fora de casa diante de um forte Londrina. Tivesse vencido no Maranhão, o empate ficaria de bom tamanho. Com o tropeço, vencer passa a ser fundamental para seguir vivo na disputa.


De qualquer forma, o objetivo maior, a manutenção para 2017, parece muito próximo – para não dizer que está garantido. Caso não consiga uma arrancada final, para o ano que vem o desafio será melhorar o desempenho fora de casa: foram apenas duas vitórias até aqui longe do Passo das Emas.

Em ritmo de preparação

Nesta ultima sexta-feira(07), em um jogo sufocante, o Goiás conseguiu vencer a equipe do Bragantino por 2x1 no Serra Dourada. Léo Gamalho apareceu novamente e chamou a responsabilidade para bater dois pênaltis e dar a vitória para a equipe esmeraldina no apagar das luzes, acalmando o animo da torcida que ali se fazia presente.

Jogadores comemorando após o segundo gol de Léo Gamalho
foto: globoesporte.com

Não há muito o que falar, um jogo completamente morno e com pouquíssimas chances para os dois lados do campo, no primeiro tempo, a equipe esmeraldina dominou a posse de bola, e ficou na mesmice de passar ela de um lado pro outro sem nenhuma objetividade. O Bragantino quase chegou com duas chances perigosas desperdiçadas por Rafael Grampola e Alan Mineiro, mas nada que fizesse ao menos Marcio trabalhar.

O Goiás foi acordar para o jogo no segundo tempo, Patrick saiu no intervalo para Carlos Eduardo entrar e dar mais ofensividade ao time, funcionou. Com dois pontas de velocidade, o verdão começou a mil o segundo tempo e quase abriu o placar com uma falta batida por Léo Gamalho. No escanteio seguinte, ele sofreu e converteu o primeiro pênalti para abrir o placar e fazer Goiás 1x0.

Mal comemoramos o gol, quando em um escanteio o Bragantino conseguiu empatar de cabeça,pra reagir ao empate, investimos no meio com a entrada de Jhon Cley, mas ele não conseguiu ser o meia de ligação em nosso time. Sobrou como arma a ligação direta(chutão pra frente) já que nossas linhas de ataque de defesa se encontravam muito afastadas. No fim do jogo, Gamalho dividiu de cabeça e escorou pra Jhon Cley invadir a área e sofrer o pênalti decisivo que nos garantiria três pontos, Léo Gamalho marcou de novo e deu alívio à torcida e um fim a partida, Goiás 2x1 Bragantino.

Gamalho comemorando com Marcão o gol da vitória
foto: sportv.globo.com

É incrível como funciona o futebol, no jogo passado lutamos e merecemos a vitória mas ela não veio contra o Avaí, nesse jogo, o time parecia totalmente desorientado com a ausência de Gilson Kleina. Mesmo não fazendo a melhor das atuações conseguimos buscar os 3 pontos e nos livrar definitivamente da zona de rebaixamento, o jogo também serviu como uma espécie de preparação para o clássico contra o Vila Nova no próximo fim de semana. Walter é provável que comece como titular, mas a questão é, quem deve sair desse time? 

Artur Pinheiro ll https://www.facebook.com/artur.pinheiro.92
Linha de Fundo ll @SiteLF

Subindo ao melhor estilo "Leicester"

Acho que todos conhecem o time do técnico Claudio Ranieri que fez historia na Premier League 2015-16 e vencendo os seus jogos na raça, mesmo tendo uma boa tática, o que chamava a atenção naquele time era a defesa sólida e o ataque eficiente. Também não podemos esquecer dos personagens principais como Mahrez, Vardy e Kanté. No tigre não faltam protagonistas como o atacante Roberto de drible e velocidade parecido com Mahrez, Douglas Moreira o baixinho, volante, motorzinho e roubador de bola simulando Kanté e por fim Jheimy o matador, não tão rápido como Vardy, mas sabe botar a bola pra dentro das redes. 

Foto: Reprodução/Caio Marcelo
 Depois dessa comparação com o time inglês vamos voltar para e Brasil e falar de Criciúma 1x0 Vila Nova que ocorreu nessa sexta (7) no estádio Heriberto Hulse em Criciúma (SC). E mas uma vez o tigre venceu dentro de casa com muita raça, deixando a técnica de lado e jogando com coração dentro de campo. O jogo era feio o time goiano tocava mais a bola, porém criava pouco parecia um time muito nervoso na hora de finalizar. Já o tigre catarinense se defendia e atacava como podia, muito chutão, forçando muito com Paulo Cezar e Roberto pela direita.

 Em uma bela jogada de pivô do nosso "Jheimy Vardy" deixou Roberto na cara do gol que tentou driblar o goleiro e foi calçado, pênalti claro que em meio de muita pressão Niltinho converte para o time carvoeiro. O tigre se defendeu até o final do jogo tentando escapar no contra-ataque, mesmo assim o placar não mexido e a partida acabou. 



 Como já disse não teve parte tática, o time estava muito confuso em campo, o meia Thiago Humberto jogava como um segundo atacante encostando em Jheimy, o também meia Caíque Valdivia virou um volante e deu mais corpo ao meio de campo enquanto Roberto fazia jogadas enfiado pela direita junto com Paulo Cezar. O que eu falei esta mais ou menos ilustrado na imagem acima.

Queria também parabenizar a barra Os Tigres pelos 10 anos de puro alento, festa e amor pelo Criciúma E.C. Queria aproveitar aqui para dizer o quanto eu admiro o trabalho de vocês e sei todas as musicas hahaha. 



 Passaram Anos, Jogadores e também campeonatos,
e o nosso sentimento nunca vai terminar  



 @Gabrielcec__

Não subestimem um gigante

Fala nação azul, vencemos mais uma. Mais uma vez o Cruzeiro obteve a rodada totalmente á seu favor e era necessário fazer sua parte para sairmos da zona de rebaixamento. Assim como todos os jogos da Raposa esse confronto também era questão de vida ou morte, até porque um triunfo celeste significaria a ascensão no campeonato e a décima segunda posição, agora em caso de derrota ou empate queria dizer que se já estávamos desesperados, a nossa situação poderia ficar pior.

Entretanto, para acabar de vez com essa zika do Mineirão, o Cruzeiro venceu e convenceu. Vale a pena destacar a força de vontade e a união entre os jogadores e torcida, todos com um único objetivo tirar a Raposa dessa situação o mais rápido possível. Querem ouvir outra noticia boa? O monstro Ramon matador Ábila, voltou a balançar as redes, eu ouvi um amém?

@Cruzeiro

E missão dada é missão cumprida, a Raposa tinha dois jogos no Gigante da Pampulha, era obrigação conquistar os seis pontos e a equipe estrelada fez o dever de casa. O próximo adversário do Maior de Minas, será o Palmeiras, na quinta-feira(13), fora de casa, às 19h30. Será difícil, porém não impossível.

Sobre o jogo:

Já era de se esperar uma partida retrancada, e por esse motivo os primeiros minutos do duelo as equipes fizeram aquele reconhecimento básico da proposta de jogo do adversário. Mesmo com a marcação forte da Ponte Preta, o Cruzeiro conseguiu achar brechas para criar suas jogadas.

A superioridade do Time do Povo era evidente e em sua primeira jogada com perigo, a Raposa balançou as redes aos 11’. Rafael Sóbis demonstrou raça, quando resolveu não desistir de uma jogada que parecia perdida, recuperou a bola e cruzou para Ábila na medida, para o mesmo fazer o gol.  

A maioria das jogadas de perigo do Cruzeiro, se resumia com Robinho, Ábila, Rafael Sóbis, sendo que após o gol cruzeirense e foram dos pés deles e de Lucas Romero, as melhores oportunidades do Maior de Minas.


@Cruzeiro
Para a etapa complementar, o time comandado por Mano Menezes, não mudou a forma de jogar, pelo contrário a equipe voltou mais ofensiva. E logo no primeiro minuto, Ezequiel (titular absoluto, por favor), cruzou para Sóbis cabecear, obrigando o goleiro Aranha fazer uma bela defesa.

Só dava Cruzeiro, como 1x0 era um placar econômico e ao mesmo tempo perigoso, a Raposa tinha que procurar á todo momento uma bela oportunidade de aumentar a vantagem até então construída. Mano Menezes, pensando nisso deixou o time ainda mais ofensivo, quando colocou Élber em campo.

E depois de tanto esforço, o segundo gol estrelado saiu aos 35’, após uma roubada de bola de Lucas Romero que lançou para Rafinha, que acionou o Robinho, para o mesmo marcar uma pintura.


Paula Fernandes/@Paulinha_CEC

Erros que prejudicaram o Vila Nova

Na noite da última sexta-feira(7), o Tigre foi até a Criciúma enfrentar a equipe da casa onde saiu derrotado por 1 a 0. Entre erros, e nenhum acerto o Vila foi duramente prejudicado pela arbitragem. Um pênalti que não existiu, cartões amarelos para parte do time colorado. O que me é no mínimo estranho é que somente jogadores pendurados levaram amarelo e ficaram fora do último clássico do ano no Sábado(15), contra o Goiás.
O Vila entrou em campo com quatro volantes, e apenas um atacante. É que pouco criou. Esquema que no início da partida funcionou e a equipe da casa não conseguiu quebrar a barreira criada pelo Colorado, até surgir um tropeço do árbitro pelo caminho. Ainda no primeiro tempo Roberto fura a defesa colorada e avança, goleiro Saulo sai do gol em direção do jogador que ao ver o goleiro chegando simula uma penalidade é o juiz vai na dele e marca pênalti. Errou feio seu juiz. Não ficou por aí, ainda amarelou todos os jogadores que temia levar o terceiro amarelo pelo fato de que na próxima rodada Vila ter um clássico pela frente. Foi dito e feito.

Criciúma vence o Vila Nova por 1 a 0. Foto: Reprodução / CriciumaEC

De todos os pendurados somente o atacante Moisés não levou seu terceiro cartão. O goleiro Saulo, os zagueiros Vinicius Simon, Reginaldo e o Guilheme Teixeira esse no qual foi expulso na etapa final de jogo. No meio Victor Bolt que não é novidade rs, é na lateral Maguinho.


O Tigre na próxima rodada deve mesclar jogadores titulares com reversas e base. Um erro que custou caro, sem opções o técnico Guilherme Alves terá muita dor de cabeça.
Ao decorrer do jogo o time foi ofensivo armou pouco, é quando criou não aproveitou. Joãozinho entrou ainda no primeiro tempo e teve uma das únicas chances do Tigre na partida. Cara a cara com o goleiro ele desperdiçou uma boa chance, seria o empate do Colorado. Maguinho na segunda etapa também teve uma boa chance porém finalizou mal. Mesmo atrás do placar o Tigrão dominou todo o segundo tempo onde teve maior posse de bola do jogo.

Globoesporte.com/go
Com essa derrota o sonho do Vilanovense ficou distante o Vila se distanciou ainda mais do G-4 é também do Z-4 com isso o Colorado sem chances de cair praticamente decretou sua permanência na Série B. Próxima rodada o Tigre enfrenta seu arquirrival Goiás, no Serra Dourada. Ambas as equipes com 40 pontos.
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