A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Fogão faz a quina e segue firme no G5

Pimpão foi decisivo (Foto: FutRio)

Em ótima fase, o Botafogo visitou o quase rebaixado Santa Cruz em jogo válido pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. E como de costume, venceu com gol no fim. Rodrigo Pimpão marcou o único gol da partida, que deixou o Glorioso vivo na briga pela Libertadores, na quinta posição, com 53 pontos. O Alvinegro agora terá mais de uma semana para descansar, pois só volta a jogar no sábado (29), contra o Coritiba, em casa, diante de sua torcida. 

O JOGO

O primeiro tempo foi, até certo ponto, equilibrado. As duas equipes não criavam tantas chances que pudessem representar perigo de gol. Santa e Botafogo pareciam cautelosos. O time mandante começou melhor, tentando chegar mais na área alvinegra. O Botafogo, por volta dos 20 minutos, cresceu na partida. Aos 22', por exemplo, Neilton recebeu na meia lua e arriscou. O goleiro Tiago Cardoso defendeu com tranquilidade. No minuto seguinte, Bruno Silva invadiu a área e caiu após choque com João Paulo. Pênalti claro, que no entanto, foi ignorado pela arbitragem. Aos 41', o Santa assustou. Keno cruzou e Carli desviou para trás. Por pouco Bruno Moraes não alcançou. Aos 48', o primeiro tempo chegou ao fim.

O Glorioso voltou com o mesmo time para o segundo tempo. E logo aos 2', quase abriu o placar. Camilo cobrou dois escanteios seguidos. Joel Carli e Dudu Cearense, ambos de cabeça, por pouco não marcaram. Aos 8', Camilo novamente cobrou escanteio. Dessa vez, o zagueiro Emerson Santos subiu livre e cabeceou, tirando tinta da trave do Santa. Aos 11', Bruno Moraes recebeu lançamento  e bateu de primeira. A bola estufou a rede pelo lado de fora. Aos 14', Jair Ventura tirou Dudu Cearense e colocou o artilheiro Sassá em campo. Aos 17 minutos, em cobrança de falta, João Paulo bateu colocado e obrigou Sidão a fazer bonita defesa. Aos 19', Camilo aproveitou bobeira do adversário, que saiu errado e serviu Pimpão, que chutou à direita do gol de Tiago Cardoso, desperdiçando excelente oportunidade. Aos 24 minutos, Neilton invadiu a área e bateu colocado. A bola passou muito perto do gol, raspando a trave. Seria um golaço. Aos 30', Sassá recebeu belo passe de Neilton. Ele saiu na cara do goleiro e tentou marcar de cavadinha. Tiago Cardoso espalmou e evitou o gol. Na sequência, Yaca entrou no lugar de Victor Luis. Quatro minutos depois, foi a vez de Neilton ser substituído. O jovem Leandrinho entrou no jogo. Aos 39', Pimpão lançou Sassá, que chegou para bater de prima. No entanto, Roberto chegou na hora e travou a jogada. Aos 41 minutos, o Alvinegro finalmente abriu o placar. Alemão cruzou da esquerda e Rodrigo Pimpão, esperto, ganhou de Léo Moura e cabeceou para o fundo das redes. Botafogo 1 a 0. Já nos acréscimos, o árbitro marcou falta inexistente a favor do Santa. Na cobrança, João Paulo acertou a trave. Aos 49', o jogo terminou. Ufa! 

OBSERVAÇÕES

Mais uma vitória com gol no fim. Estamos acostumando.

Alemão novamente fez cruzamento excepcional. Contra o Galo, foi a mesma coisa. Merece ficar no Botafogo. 

Que zagueiraço é Joel Carli! 

FICHA DO JOGO 

Santa Cruz 0
Tiago Cardoso, Léo Moura, Luan Peres, Danny Morais, Roberto; Uillian Correia (Mazinho), Derley (Jadson), João Paulo; Marion (Arthur), Keno, Bruno Moraes. Técnico: Doriva. 

Botafogo 1
Sidão, Alemão, Joel Carli, Emerson Santos, Victor Luis (Gervasio Nuñez); Dudu Cearense (Sassá), Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, Camilo; Neilton (Leandrinho), Rodrigo Pimpão. Técnico: Jair Ventura.  

Estádio: Arruda (PE). 
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC). 
Assistentes: Neuza Ines Back (SC) e Alex dos Santos (SC). 
Gol: Rodrigo Pimpão (42' do 2º T). 
Cartões amarelos: Joel Carli e Emerson Santos (Botafogo). 
Público: 3.480.
Renda: R$ 24.460,00. 

Por: Gabriel De Luca (@Biel_dluca)

Desculpe o transtorno, mas preciso falar de uma partida épica

Fala nação azul, hoje é um daqueles dias que fazemos questão de ver todos os programas esportivos. Com certeza, hoje é dia de distribuir sorrisos, por qual motivo? O Cruzeiro Esporte Clube está classificado para as semifinais e por tudo que valia a partida, é digna de uma comemoração.

Os mandos de campo já foram definidos e a Raposa fará seu primeiro confronto em casa no dia 26/10, o jogo de volta será dia 02/11. Já deixem o plano de saúde em dia, porque esse jogo promete.

Copa do Brasil ou Copa Sul Minas? Como vocês puderam perceber apenas mineiros e gaúchos estão garantidos para a próxima fase da Copa do Brasil e me desculpe o transtorno, mas eu preciso falar sobre o grande jogo do Maior de Minas.


@Cruzeiro
O primeiro confronto entre Cruzeiro e Corinthians, se encerrou com placar de 2x1 para a equipe paulista, entretanto o gol de Robinho manteve viva a esperança estrelada, para uma possível classificação e é aquele ditado, certo? Em casa, nós conversamos. E para ser honesta, que “conversa” emocionante e épica.

Era necessário que a Raposa fizesse apenas um gol para ser semifinalista, mas o que seria de um jogo de futebol sem alguns ataques cardíacos. E posso garantir que foi emoção do inicio ao fim. Quando parecia que estava tudo resolvido, sempre acontecia algo inusitado.

Quando o assunto é Copa do Brasil, o Cruzeiro entende. O que podemos aprender com isso é que não devemos subestimar um gigante. Lembram quando conquistamos o titulo de 2000? Na verdade é quase impossível de se esquecer.

Enfim, sobre o jogo, foram quatro gols um para cada titulo celeste. Os responsáveis por balançar as redes foram o monstro Ábila que deixou dois na partida, cabeça de míssil vulgo Bruno Rodrigo e o mestre dos passes, Arrascaeta.

Sobre o jogo:

Sobre o jogo, a superioridade do Maior de Minas se destacou, raça e sangue nos olhos definem perfeitamente o Cruzeiro. A Raposa soube administrar a partida obteve poucas falhas, a troca de passes mineira estava praticamente impecável, e nesse duelo conseguimos ver algo que não víamos há muito tempo: um gol com jogada ensaiada (foi lindo de se ver).

Deus que me perdoe, mas eu comemorei quando eu vi que Rafinha machucou e Arrascaeta iria entrar no lugar dele. O mestre em assistências deu um gás no jogo era literalmente a peça que faltava.

O Cruzeiro saiu na frente do marcador aos 13 minutos, e adivinha quem deu o passe para o Wanchope marcar? Isso mesmo, Arrascaeta. O Cruzeiro parecia estar satisfeito com 1x0 e começou a recuar, aceita um conselho Cruzeiro? Você não sabe jogar recuado. A Raposa cedeu o empate para a equipe visitante, aos 36 minutos, com Rodriguinho.

@Cruzeiro
Para a etapa complementar, o time comandado por Mano Menezes não se intimidou com empate que dava a classificação para o Corinthians, pelo contrario, correu atrás do prejuízo. O gol de virada do Cruzeiro, veio em cobrança de pênalti, cobrado por Ábila (levanta a mão, quem ficou com medo dele errar de novo). Entretanto, 2x1 não era bom para a Raposa, porque significava disputa de pênaltis.

Ainda estávamos comemorando o segundo o gol, quando de repente em cobrança de escanteio, Bruno Rodrigo faz o terceiro gol do Maior de Minas, é zagueiro artilheiro. O quarto tento não podia ser de mais ninguém, Arrascaeta mereceu deixar o dele na partida e em cobrança de falta ensaiada, o uruguaio amplia para a equipe mineira.

E para dar aquela emoção na partida, o Corinthians marcou mais um gol faltando cinco minutos para o jogo acabar. Pode ter certeza que essa hora o coração estava na mão. Mas no final, tudo deu certo para a Raposa. Avante, meu Cruzeiro.


Paula Fernandes/@Paulinha_CEC 

Com reservas, mas jogando bem, Palmeiras cai diante do Grêmio

“A verdade dói, a mentira mata, mas a dúvida tortura”.

Foi com essa frase que iniciei o pós-jogo da derrota para o Grêmio na partida de ida da Copa do Brasil. Na oportunidade, a ideia era pedir sinceridade dos jogadores sobre vontade em avançar no torneio devido à péssima atuação na Arena do Grêmio. A resposta veio de maneira bem clara: time totalmente reserva para o jogo de volta.

A verdade, para alegria dos quase trinta mil presentes no Allianz Parque, é que vontade não faltou. Mesmo com apenas dois titulares (Jailson e Gabriel Jesus, suspenso para domingo), o Verdão fez uma partida muito boa. Tão boa que teve apenas um susto em toda primeira etapa.

E não foi apenas domínio de posse de bola. Foram diversas chances criadas, zagueiro salvando em cima da linha, bola na trave. Nem parecia um time reserva. Em parte, mérito de Cuca que deu um padrão tático importante para a sua equipe. Contudo, há também uma parcela de decepção pelo futebol gremista que, claro, veio defender o resultado, mas poderia ter feito um jogo melhor contra uma equipe inteira reserva.

(Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

A vontade palmeirense parece ter contagiado até os sempre desligados Cleiton Xavier e Barrios. Longe de brilhar, os dois jogadores mostraram interesse no jogo e tentaram participar. O prêmio veio no começo da segunda etapa. Thiago Martins aproveitou confusão após cobrança de escanteio e marcou o gol palmeirense. Improvável de se imaginar antes da partida, mas plenamente de acordo com o que acontecia em campo, o time reserva alviverde abria o marcador.

O gol acordou o Grêmio e Jailson começou a fazer ótimas defesas em sequência. Ele já havia operado verdadeiro milagre antes mesmo do gol palmeirense. Mesmo assim, o jogo era controlado, por mais incrível que fosse imaginar. Até que Allione resolveu dar uma entrada exagerada e acabou expulso.

Com um a menos e um time reserva, o time se fechou. Tentava um contra-ataque para marcar o segundo, mas ficava atrás. E a expulsão custou cara: pela esquerda, o Tricolor encontrou o gol de empate que garantiu a vaga para os gaúchos.

A inferioridade numérica pesou nos minutos finais, especialmente porque o Grêmio não jogou com os titulares no final de semana. Ficou difícil buscar um segundo gol que até poderia ter saído na base da sorte. A queda, porém, foi de pé, com uma atuação muito melhor do que se esperava. Pode ter faltado qualidade, jamais vontade.

Ps: Será que o jornalista do Cucabol vai aparecer para elogiar o padrão tático? Ou a análise é apenas em cima da cor da camisa mesmo?

O DESTAQUE: A maior qualidade do Palmeiras acabou sendo o coletivo. Mesmo com um time que nunca joga junto, não faltaram chances de gol para o Verdão. Atrás, menos sustos do que se pensou com Edu Dracena e Thiago Martins muito firmes. Uma opção melhor nas finalizações poderia ter dado um resultado melhor.


BOLA MURCHA: Não era uma partida horrível, mas a expulsão de Allione pesa muito. Até a saída de campo do argentino, o Palmeiras esteve bem em campo. Depois, não conseguiu segurar o Grêmio. O empate, que por pouco não virou derrota, fica na conta dele.
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana