A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

domingo, 23 de outubro de 2016

O exercício de paciência chamado Bayer Leverkusen

Na busca de um alívio em meio aos últimos resultados não tão satisfatórios, o Leverkusen abriu as portas da BayArena para receber o Hoffenhein, pela 8ª rodada da Bundesliga. Já era de se esperar que não fosse um jogo fácil, considerando a boa fase dos visitantes que ainda estão invictos na temporada e brigam na parte de cima da tabela, enquanto os leões tropeçam constantemente e ainda não conseguiram se encontrar na principal competição alemã.

O atacante Kevin Volland deixou o time em maus lençóis (foto:bongdadep.net)
Apesar da derrota na última rodada da Bundesliga, o Bayer vinha de cabeça erguida, após o bom segundo tempo feito contra o Tottenham, e o fator casa também servia de consolo mesmo em meio aos problemas (o time ainda não sabia o que era perder em casa nesta temporada). Mas um início de jogo catastrófico fez com que jogadores e torcedores assistissem qualquer esperança ruir diante de seus olhos.

Logo aos 5 minutos de jogo, Demirbay foi lançado em velocidade e partia sozinho para abrir o placar em favor do Hoffenhein, quando foi derrubado por Volland (Ex-Hoffenhein, contratado pelos leões nessa temporada) pouco antes de entrar na área. A falta rendeu um justo cartão vermelho para o jogador, por ser o último homem na defesa e ter impedido uma chance clara de gol, o que deixou o Leverkusen com 85 minutos pela frente para serem disputados com um a menos.

Como era de se esperar, o Hoffenhein pressionou os mandantes pelos minutos que se seguiram e conseguiram abrir o placar aos 15', quando o mesmo Demirbay recebeu dentro da área e após belo corte, mandou para o fundo das redes. Considerando o atual retrospecto do Bayer, já estava montado o pior dos cenários para os donos da casa. Obviamente seria uma situação difícil para qualquer time do mundo, mas o abatimento crônico que a equipe apresenta desde o início das competições teve mais um dia de vida.

É justo destacar, entretanto, o esforço de alguns jogadores em especial. Os meias Aranguiz e Kampl até tentaram puxar o time pra frente, organizar o time pelo meio e chegaram a criar algumas chances para o Werkself, mas faltava ofensividade e ímpeto por parte do resto do time. É bem verdade que a ausência de Volland vai além do fator numérico, pois sua qualidade técnica poderia ter feito à diferença no jogo, mas a incapacidade de reação dos jogadores remanescentes que impediu qualquer esboço de superação que fosse desenhado pela dupla de meias.

Com seus adversários entregues, coube ao Hoffenhein finalizar os trabalhos logo após o intervalo para o segundo tempo, quando em 14 minutos se aproveitaram de duas falhas da defesa para fazer 3 a 0, e a partir daí administrar o jogo sem muitas emoções até seu apito final.

Roger Schimidt tem a dura, porém recompensadora missão de botar o Leverkusen nos trilhos (foto:Wettmaxx.com)
Com a derrota, o Bayer segue flutuando pelo meio da tabela, estacionando momentaneamente na 11ª colocação e 10 pontos acumulados. A consideravelmente curta diferença de pontos entre as duas equipes quando comparada a imensa separação na tabela (O Hoffenhein está na 4ª colocação e soma 16 pontos) já serve de consolo para o Werkself e seus torcedores, pois lembra que a liga só está no seu início, e que essa distância entre as equipes pode ser tirada em poucas rodadas. E o próximo jogo deve ajudar a melhorar o ânimo da equipe, considerando o provável triunfo no DFB-Pokal frente ao modesto Sportfreunde Lotte, da 3ª divisão.

Mas tendo em vista a irregularidade apresentada pelo Bayer, é normal que as dúvidas apareçam e que as cobranças ganhem corpo, que a calma comece a se esgotar... Tudo isso ocorre com razão, já que claramente existe algo errado com o time e isso precisa ser corrigido, antes que seja tarde demais. Entretanto, ainda é preciso ter paciência neste processo, pois por pior que seja o momento atravessado, não se questiona o potencial desse elenco e é em momentos de crise que projetos com futuros promissores correm risco de se perderem por decisões erradas, enquanto com um pouco mais de ponderamento e consideração, a solução poderia ser encontrada facilmente.

Liverpool vence em Anfield e cola no topo da tabela

O Liverpool foi a campo neste sábado (22), contra o West Bromwich, em Anfield. Por conta do tropeço do Arsenal horas antes, o time tinha a possibilidade de assumir a liderança temporária em caso de vitória por dois ou mais gols de diferença.

Liverpool's Philippe Coutinho celebrates scoring their second goal with Sadio Mane
Coutinho comemora o segundo gol do Liverpool (foto: Divulgação/Reuters)
O jogo foi agitado, com muitas chances e momentos de emoção. Ao final, o placar marcou 2 a 1, mas que podia ter acabado 2 a 2 ou 4 a 1 facilmente, se tivéssemos aproveitado as ótimas chances criadas durante o jogo.

Já era de se esperar que o West Bromwich viesse para se defender e explorar as bolas paradas em busca do melhor resultado. Para quebrar a forte marcação, era preciso usar a criatividade de nossos jogadores, algo que não havia acontecido no último jogo, contra o United, também em Anfield.

Mas dessa vez foi diferente, Coutinho estava em um de seus dias mágicos. Logo aos 20’, o meia mostrou do que era capaz e desmontou o ferrolho da defesa adversária com um corta-luz, na sequência da jogada, Firmino cruzou para Manè, que chutou de primeira para abrir o placar com um belo gol.

O gol cedo obrigou que o time do visitante saísse para o jogo e nos desse espaço para atacar com os contra-ataques. Ainda assim, o Liverpool continuou jogando no campo de ataque, indo pra cima, buscando o segundo gol e não se acomodando com o resultado, como tem sido comum nesse começo de temporada. Aos 34’, aproveitando erro na saída de bola do goleiro Foster, Mané recuperou a bola para os Reds, tocou pra Coutinho na entrada da área, que com um corte tirou dois zagueiros e chutou bonito pra ampliar. Golaço que nos deixou na liderança do campeonato até o intervalo.

No segundo tempo, os Reds continuaram em cima, criando jogadas de perigo, enquanto o West Bromwich pouco atacava. Quando chegava, dava alguns sustos no jogo aéreo, explorando a maior deficiência da nossa zaga - Karius sofreu do mesmo mal de Mignolet e não conseguiu ser seguro em suas saídas do gol.

Aos 36’, fazendo uso de sua melhor arma, os visitantes marcaram em cobrança de escanteio com McAuley. Após o gol, o West Brom apertou em busca do empate, enquanto o Liverpool perdeu algumas outras oportunidades de matar o jogo no contra-ataque. O destaque foi as defesas de Foster que salvaram os visitantes em pelo menos duas ocasiões. Entretanto, o apito do árbitro determinou a vitória merecida do time da casa, por 2 a 1.

G4 da Premier League ao término da 9ª rodada (fonte: site oficial a Premier League) 
Mais uma vez o ataque e o meio funcionaram bem. Muitas jogadas foram construídas e chegávamos sempre em bloco na área adversária. A ressalva para a defesa continua, Karius mostrou insegurança novamente e Matip e Lovren tiveram problemas no jogo aéreo. Com a vitória e o tropeço dos adversários, o Liverpool encosta no topo da tabela, com 20 pontos, os mesmos de Arsenal e City, que estão na frente apenas pelos critérios de desempate.

Caio Semblano | @caiosemblano 

Sequência de empates mantida e chance desperdiçada de chegar ao topo

Na partida que abriu a 9ª rodada da Premier League, o Tottenham visitou o Bournemouth neste sábado (22), em busca de retomar ao caminho das vitórias depois de dois empates diante do West Bromwich, pela competição nacional, e do Bayer Leverkusen, pela europeia. O time londrino poderia assumir a liderança provisoriamente, já que o Arsenal só entraria em campo mais tarde e o Manchester City no dia seguinte, mas não foi o que aconteceu.

O Tottenham tropeçou novamente (Foto: Reuters)
Buscando melhorar o poderio ofensivo da equipe, Maurício Pochettino fez alterações em relação aos últimos dois jogos, deixando Janssen no banco de reservas e tendo Son como o atacante mais avançado no ataque. No mais, nenhuma grande novidade na equipe, que atuou no tradicional 4-2-3-1 – Lloris; Walker, Dier, Vertonghen e Rose; Wanyama, Dembélé, Eriksen, Dele Alli e Lamela; Son.

O JOGO

Os primeiros 45 minutos foram bastante trucados e de poucas chances de gols de ambos os lados. A melhor delas foi do Bournemouth, quando Daniels aproveitou uma jogada ensaiada no escanteio e finalizou para a grande defesa de Lloris, antes de a bola acertar o travessão, aos 5 minutos. O Tottenham, por sua vez, sofreu com a pressão imposta pelo adversário na saída e a superioridade na posse de bola (57% contra 43%) foi, sobretudo, no campo defensivo.

Com ausência de amplitude e jogadas pelos flancos, os visitantes foram pouco produtivos na etapa inicial, conseguindo levar perigo apenas em chutes de fora da área. Aos 16', Alli fez bela jogada e a bola sobrou para Lamela, que carimbou o travessão. Onze minutos depois, Eriksen também arriscou e contou com o desvio no adversário, exigindo uma grande defesa de Boruc. Entretanto, as equipes voltaram para os vestiários da mesma forma que haviam começado: 0 a 0.

Na volta do intervalo, o Tottenham voltou sem nenhuma alteração, mas dava a impressão que teria uma postura diferente no segundo tempo. De fato, isso se comprovou nos minutos seguintes e os visitantes tomaram as rédeas da partida, dano poucas chances ao adversário. Porém, o time londrino seguiu tendo dificuldades para envolver o adversário, e a solução novamente foi a finalização de longe. Logo aos 2', Alli bateu forte e Boruc espalmou, salvando os mandantes novamente. 

Janssen deixou a desejar mais uma vez (Foto: Reuters)
Eis que Maurício Pochettino decidiu mexer na equipe duas vezes: Alli e Son deram lugares à Sissoko e Janssen, respectivamente – confesso que não entendi as alterações do técnico argentino, sobretudo ao tirar o atacante coreano e deixar o seu compatriota Lamela, que não fazia uma boa partida.

Seja por opção técnica, tática ou desgaste físico (mais provável), as alterações não surtiram o efeito desejado, muito pelo contrário, deixaram a equipe ainda mais lenta e, assim, não levou mais nenhum perigo ao adversário. Em contrapartida, a defesa foi consistente e conseguiu manter o adversário longe do gol de Lloris, que foi um mero expectador no restante da partida e viu o seu time chegar ao terceiro empate consecutivo.

Agora, o Tottenham está com 19 pontos e poderá perder a 3ª colocação para o Liverpool, que será o seu próximo adversário, só que pela fase de oitavas da EFL Cup, na terça-feira (25). Já pela 10ª rodada da Premier League, o time terá um duelo que colocará frente a frente os principais protagonistas na luta pelo título da temporada passada, contra o Leicester, no sábado (29), em White Hart Lane.

#COYS

Por: Marcelo Júnior
Twitter: @marcelinjrr / @SiteLF / @PLBrasil_LF

Após três anos de jejum, Milan bate Juventus e assume segunda colocação

Em partida válida pela 9ª rodada da Série A, o Milan recebeu a Juventus, em Milão, diante de 75 mil pessoas no San Siro. Após três anos, com nove jogos e nove derrotas neste período, o Milan voltou a vencer a Juve. Desde 2010, a Juventus não era derrotada no San Siro por Inter e Milan, sinal de força das equipes de Milão.

O jogo começou quente e com a equipe visitante tomando as rédeas. A Juventus pressionava pelos flancos, com os brasileiros Alex Sandro e Daniel Alves, que levavam perigo pressionando os italianos De Sciglio e Abate. O Milan, por sua vez, cedia a bola ao adversário, tentando aproveitar a velocidade de Bonaventura, Suso e Niang no contra-ataque.

A Juventus teve um gol anulado (Foto: EFE/EPA/Daniel Dal Zennaro)
Esse panorama não mudou até o fim do primeiro tempo, quando aconteceu o lance de maior polêmica da partida, aos 36 minutos. Após cobrança de falta de Pjanic, Bonucci não alcançou e a bola morreu dentro do gol rossoneri. Porém, dois minutos depois, Nicola Rizzoli invalidou o gol, marcando impedimento do zagueiro italiano, que interferiu diretamente na jogada, para a loucura dos bianconeri o jogo seguiu 0 a 0 e este foi o placar do intervalo.

O segundo tempo começou do mesmo jeito que o primeiro, com intensidade dos visitantes pelos extremos. Abate foi totalmente queimado por Alex Sandro, que dava show pelas laterais, mas pecava em cruzamentos e no último passe. Diferente da primeira etapa, o Milan tinha uma transição da defesa para o ataque melhor, levando perigo com finalizações de média distância com Bacca e Suso e com jogadas laterais de Niang.

O rubro negro quebrou um longo jejum (Foto: AFP Photo / Marco Bertorello)
Em um contra-ataque pela direita, Suso prendeu a marcação no canto e rolou para Locatelli, que bateu no alto de Buffon, a bola tocou no travessão e morreu na "bochecha" do gol, abrindo o placar para os mandantes. O jovem de 18 anos marcou apenas o seu segundo gol como profissional.

Logo após o gol, o Milan adicionou um meia no lugar de um atacante, desistindo do seu plano de contra-atacar e indo para o estilo de posse de bola. Entretanto, a estratégia não funcionou, a Juventus tomou conta de todo restante do jogo, com chegadas perigosas de Higuain, Cuadrado e Bonucci em uma cabeçada. O ponto alto do fim do jogo foi já aos 96 minutos, quando Khedira bateu de fora da área e Donnarumma voou para fazer uma grande defesa, garantindo a vitória da sua equipe pelo placar mínimo.

Com a vitória, os rossoneri assumem de maneira provisória a vice-liderança do campeonato, apenas dois pontos atrás da líder Juventus. Na próxima rodada, a equipe de Milão visita o Genoa, terça-feira, às 16h45 (horário de Brasília).

Confira como as equipes foram a campo:

Milan (4-3-3): Donnaruma; Abate, Paletta, Romagnoli e De Sciglio; Locatelli (Gomez), Kucka, Bonaventura; Niang (Poli), Suso, Bacca (Lapadula). Técnico: Vincenzo Montella.

Juventus (3-5-2): Buffon; Barzagli, Bonucci e Benatia (Mandzukic); Daniel Alves, Hernanes (Sturaro), Khedira, Pjanic e Alex Sandro; Dybala (Cuadrado) e Higuaín. Técnico: Max Allegri.

POR: @ACM_VINICIUS

Alívio por voltar a vencer, e agora em busca do acesso

CRB 2-1 Joinville

Noite de sábado, CRB recebeu o Joinville em casa após quatro anos de uma partida histórica vista no Rei Pelé. O Galo entrou em campo com um só pensamento: Vencer. Nos seis jogos que o CRB teve neste returno diante de sua torcida, perdeu quatro vezes, empatou uma, e venceu uma. Retrospecto horrível, que se fosse ao menos equilibrado, traria ao Galo uma melhor posição na tabela.


Imagem: Globo Esporte


O jogo

Com 6' minutos, em grande jogada de Roger Gaúcho pela direita, o meia fintou o marcador, e se preparou para finalizar, mas no último centésimo de equilíbrio em sua jogada, acabou sendo atrapalhado pelo jogador adversário, e ganhou a falta na entrada da área. Marcos foi para a cobrança, mas tentou enfeitar demais e de nada adiantou.

Imagem: Globo Esporte

Jael foi acionado na entrada da área aos 14', usou seu corpo para proteger a bola, mas quando foi tentar finalizar com a perna direita, foi travado por Adalberto, e o árbitro marcou falta. No minuto seguinte, Jael foi para a cobrança da falta e soltou um torpedo no ângulo direito de Juliano, que nada pôde fazer. Joinville 1 a 0 no Rei Pelé.

O Galo necessitava demais no gol de empate. Luidy começou a ser vaiado toda vez que tocava na bola. A torcida estava insatisfeita com o jogador que logo após ser negociado com o Corinthians, parece estar com o pensamento em outro lugar.

De tanto tentar, finalmente o empate do Regatas. Aos 41' Roger Gaúcho corria pela esquerda no setor de meio-campo, até que um marcador do Joinville cortou errado e acabou dando o passe para Neto Baiano, que estava impedido e acabou atrapalhando o auxiliar, achando que o passe partiu dos pés de Roger Gaúcho. Então, Neto Baiano recebeu a bola, e ao entrar na área encheu o pé esquerdo para finalizar forte e alto para o gol, empatando a partida no Rei Pelé, 1 a 1.

Segundo tempo

Logo no início do segundo tempo, a bola estava quase dominada por zagueiro e goleiro do Joinville, até que Neto Baiano foi mais ágil que ambos, e acabou tirando a bola de disputa, ao tocar na bola, o camisa 9 regatiano acabou sendo derrubado pelo goleiro do adversário, sendo assim, pênalti para o Galo. Neto foi para a cobrança, e com um chute forte virou a partida no Rei Pelé. CRB 2 a 1.

Welinton Júnior, Assisinho entraram, após mudança tática de Mazola, que viu a necessidade de ter jogadores de velocidade para os contra-ataques que iriam acontecer pela frente. Assisinho teve oportunidades, mas não concluía. Já Welinton Júnior tentava do seu jeito ajudar o CRB, por mais que não conseguisse, sempre tentava.

Aos 25' do segundo tempo, Juliano deitou no gramado e pediu para ser substituído. Bruno entrou em seu lugar, e pouco foi exigido. Adalberto e Gabriel estavam precisos no setor defensivo, ganhando a maioria das disputas aéreas. No final da partida, foram aplicados cinco minutos de acréscimo, mas nada aconteceu e o jogo terminou. Vitória do CRB em casa por 2 a 1.

Próximo compromisso

Agora o Galo vai para Goiânia, onde irá enfrentar o Goiás às 21h30 (horário de Brasília). No Serra Dourada, o CRB disputou duas partidas pela Série B deste ano, vencendo as duas de virada por 2 a 1. Neste jogo, Zé Carlos e Gérson Magrão voltarão ao plantel e estarão a disposição de Mazola para a partida. O Galo com a vitória de hoje chega aos 49 pontos na sétima colocação, ficando apenas a três pontos do quarto colocado (Londrina). 

O CRB com os dois gols marcados na noite deste sábado, chegou aos 49 marcados. A equipe agora lidera o ranking de clubes com mais gols feitos, mas fica em segundo lugar entre as equipes que mais sofreram gols. 

Tamanha eficiência dos jogadores do setor ofensivo e defensivo aliviam ao torcedor. Se na parte ofensiva, o time é o melhor da competição, na parte defensiva não agrada tanto. Em apenas três partidas a defesa regatiana passou em branco, enquanto o ataque passou em branco apenas em quatro oportunidades.

Paysandu empata com Goiás e fica 10 pontos longe do Z4

Na tarde deste sábado (23), o Paysandu voltou a jogar pela Série B, após perder para o Atlético-GO, contra outro time goiano, o Goiás, no Mangueirão. No primeiro turno, os times empataram em 0x0, com muitas chances perdidas, desta vez, apesar de ter tido gols na partida, não foi tão diferente.

O jogo ficou marcado por lesões sofridas pelo time alviazul, a primeira aconteceu antes mesmo da bola rolar, quando Gilvan sentiu dores e deu lugar a Gualberto no time titular. Pouco antes dos quinze, outro atleta sentiu, Jobinho reclamou de dores na coxa e foi substituído.
(Foto: Ascom/Paysandu)
A primeira chance real do jogo aconteceu aos 3', quando João Lucas recebeu a bola de Augusto Recife, driblou Rossi e cruzou, a bola achou Tiago Luís dentro da área, mas na hora da conclusão, ela acabou saindo fraca, facilitando a defesa de Márcio. Doze minutos depois, Ratinho tabelou com Jonathan e levantou na área para Tiago Luís que ajeitou de cabeça para Cearense, que levou um carrinho de Wesley Matos na área e sofreu o pênalti. Na cobrança, o próprio converteu, fazendo 1x0 para o Papão.

O alviverde só chegou de verdade com perigo aos 27', após cobrança de falta de Ednei, Emerson afastou de soco e Rossi bateu forte da entrada da área, porém a bola acabou indo por cima do gol. Depois de sete minutos, o Goiás apareceu de novo, Walter tabelou com Léo Gamalho, e mesmo sem ângulo, o camisa 18 do time esmeraldino conseguiu o cruzamento, a bola bateu na trave e sobrou para David, que dominou e bateu forte, todavia, viu Emerson se recuperar rápido e operar um milagre, a bola permaneceu viva e Rossi cabeceou para fora.

A primeira etapa foi de muitas oportunidades, tanto é que aos 38', Bruno Veiga puxou contra ataque rápido pela esquerda e encontrou Tiago Luís, que conduziu a bola até a entrada da área e chutou forte, quase ampliando o placar, mas parando na defesa de Márcio. E foi aí que uma das grandes máximas do futebol se fez valer novamente: quem não faz, leva. Aos 44' Leo Gamalho fez o pivô na entrada da área e rolou para David dar um chute, a bola foi no cantinho do gol de Emerson, empatando a partida.

No segundo tempo, o jogo teve um "baixa", as chances foram escassas e a primeira situação de perigo só aconteceu depois dos quinze minutos, com cobrança de falta do Tiago Luís que acabou passando por todo mundo. A partida foi relembrando o 0x0 do primeiro turno, com muitos erros e dificuldades em criar jogadas, chances desperdiçadas e final com placar empatado. Dessa vez Paysandu 1x1 Goiás.

Palavra colunista: A visão principal da preparação física dos atletas, é de que algo está errado, cada vez o cansaço aparece mais cedo e as lesões musculares são mais frequentes. Os destaques negativos, além das lesões, foram também alguns atletas que parecem ter dificuldade de executar coisas simples. Bruno Veiga, em muitos momentos, se importa apenas em correr, não olha o jogo e acaba perdendo a posse de bola em lances fáceis. Augusto Recife, apesar de ter muito tempo de "estrada", age como um atleta recém saído da base, cometendo faltas desnecessárias. João Lucas tomou um verdadeiro baile de Rossi, tanto defendendo, como atacando. E Jonathan, que é 8 ou 80, ou salva o Paysandu ou prejudica o time, andando em campo, sem atacar ou marcar.

Próxima partida: O Paysandu volta aos gramados no próximo sábado (29), às 16h00, no horário local, contra o Sampaio Corrêa, no Mangueirão.

Cássia Gouvêa | @_cassiagouvea
Linha de Fundo | @SiteLF
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana