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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Vitória em campo, derrota fora dele

A vontade era de falar do jogo contra o Sport, do péssimo gramado do Allianz Parque que mais uma vez prejudicou o jogo palmeirense, do péssimo primeiro tempo que permitiu várias chegadas com perigo dos visitantes, da sorte de campeão do time que mesmo jogando mal virou o tempo em vantagem no placar.

Só que não dá para ignorar o absurdo que aconteceu antes do jogo, onde ao contrário do duelo contra os pernambucanos, saímos derrotados. A barreira imposta pela polícia militar na Rua Turiassú (também escrita Turiaçu) é uma das coisas mais patéticas que vimos no ano. Ela impedia qualquer torcedor que não tivesse ingresso em mãos de entrar na rua mais conhecida pelo torcedor alviverde que, de tão palmeirense, ganhou uma mudança de nome para Rua Palestra Itália.

Jogadores comemoram gol contra o Sport. (Foto: Globo Esporte)
Todos conhecem, participando ou não, que um jogo do Palmeiras não começa quando a bola rola para o palmeirense. Ele começa horas antes, com encontros de amigos, na Turiassú. Sim, de tanto amor que há pela rua, não aderimos à mudança de nome. Afinal, não existe rua mais palmeirense que a Turiassú – nem mesmo a Rua Palestra Itália que, não confundam, é a mesma rua.

Acabar com uma das festas de torcida pré-jogo mais tradicionais do país chega a ser absurdo. Primeiro porque, ao menos parece, impede o tal direito de ir e vir em uma via pública. Não sou advogado, portanto é apenas um palpite. Depois, e aí com total razão, é um atentado, de uma só vez, ao comércio local (em especial os bares, que certamente contam com jogos para suas receitas), à tradição palmeirense e aos torcedores excluídos.

Torcedores excluídos? Sim, e não são poucos. Ou você acha que pagar cem reais em um ingresso é fácil para uma população cujo salário mínimo mal resolve as necessidades essenciais do cidadão? Em jogo de grande apelo, como neste domingo, o torcedor comum (aquele que não é sócio-torcedor) só conseguiria comprar seu ingresso nas áreas mais caras do estádio com preço dobrado. É óbvio que muitos estão impossibilitados de entrar no Allianz Parque com preços deste nível. A eles, porém, restava ainda respirar os áres alviverdes, reunindo-se com amigos e acompanhando pertinho de onde gostariam estar. Neste domingo, nem isso puderam fazer.

Dentro de campo, a coisa não andou muito melhor do que nos arredores do estádio. A defesa era tão esburacada quanto o gramado e escapou de levar o gol em pelo menos quatro chances claras. Ironicamente, Moisés achou Dudu no pior tempo do alviverde no returno para marcar um bonito gol. O Sport seguiu melhor e empatou após cobrança de escanteio.

Depois disso, uma pequena melhora do Verdão que, ao menos, também assustava o goleiro Magrão. E conseguiu o segundo gol quando nem merecia ao melhor estilo Cucabol: Moisés jogou na área, Dudu tentou finalizar e a bola sobrou para Tchê Tchê, livre, marcar o segundo, ainda que sem merecer. Sorte de campeão?

Cuca corrigiu no segundo tempo com Thiago Santos. O Sport não tinha mais os mesmos espaços para contra-atacar. O Palmeiras tinha. Podia ter feito o terceiro em dois deles, assim como poderia ter levado o empate em bonito chute de Diego Souza ou no recuo errado de Alecsandro que deixou Apodi em condições de finalizar. E assim, mais na raça do que na técnica, veio mais uma vitória.

Ao menos depois do jogo, a Turiassú voltou a ser preenchida como deveria.

O DESTAQUE: O reflexo da má partida do Palmeiras é que seu goleiro foi o grande destaque. Com mais uma atuação segura, Jailson segurou quase tudo e garantiu a vitória do Palmeiras. Será desfalque na Vila Belmiro pelo terceiro amarelo.

BOLA MURCHA: A bola murcha da vez é fora de campo. Mais uma vez em um show absurdo, a PM fica com o voto. O texto explica o porque.

Superioridade em campo, derrota no placar

Chapecoense e Santos entraram em campo no fim da tarde e início da noite deste domingo (23), para o Verdão a vitória deixaria a equipe com 45 pontos, atingindo o primeiro objetivo, evitar o rebaixamento.

Foto: Marcio Cunha/Mafalda Press/Gazeta Press
Em campo, toda superioridade foi Chapecoense, uma atuação convincente, com grande volume de jogo e pressionando a maior parte do tempo. Mas faltou o detalhe mais importante, o gol, vale ainda destacar o goleiro Vanderlei, que teve o poder concedido pelo árbitro para fazer o que quisesse.

Após Kempes dar o toque pela primeira vez na bola, quem atacou primeiro foi o Peixe, Neto recuou para Danilo, o goleiro tentou driblar Ricardo Oliveira, mas acabou desarmado, o centroavante encontrou Lucas Lima livre, que de cobertura abriu o placar logo aos 3 minutos.

Atrás do placar, a Chapecoense partiu em busca do empate, Ananias teve a chance aos 21 minutos, depois da falha de David Braz, mas não aproveitou, perdendo grande oportunidade. Gimenez assustou Vanderlei, depois de driblar Copete, finalizou forte, a esquerda da meta Santista.

A pressão do Verdão só aumentava, Gil partiu para cima e finalizou com a perna esquerda, a bola passou muito perto, assustando Vanderlei. Nos minutos finais mais pressão, Tiaguinho pegou o rebote de falta cobrada por Cléber Santana, mas lá estava novamente Vanderlei para salvar. Aos 45’ foi a vez de Biteco finalizar forte e o goleiro santista fazer grande defesa.

Para a segunda etapa, Gimenez e Kempes deixaram o gramado para entradas de Hyoran e Bruno Rangel. O que não mudou foi o panorama da partida, a Chapecoense seguia pressionando do jeito que podia: Um bombardeio verde e branco.

Mas a tarde era de Vanderlei, primeiro o goleiro do peixe salvou após finalização de Bruno Rangel, e em seguida Gil tentou fazer de cobertura, mas parou também foi parado. Aos 28’ talvez a melhor oportunidade de empatar a partida, Rangel recebeu cruzamento de Gil, mas Rangel chegou atrasado.

Não era uma boa noite para o ataque Chapecoense, sem conseguir furar o bloqueio Santista, foi inevitável a derrota, mas nem tudo foi ruim, os resultados da rodada ajudaram, a equipe continua distante do rebaixamento.


É hora de focar na Copa Sul-Americana, nesta quarta-feira (26), o Verdão receberá na Arena Condá o Júnior Barranquila, às 21h45min. Com a derrota por 1x0 na Colômbia, a equipe precisa de uma vitória por dois gols de diferença para avançar as semifinais.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Chegou a hora de erguer a cabeça e abrir os olhos

O torcedor alvinegro está cansado. Sim, companheiros leitores. Cansado de ser feito de bobo, idiota e palhaço igual há todos os anos em que disputa uma Série A de Campeonato Brasileiro. Com esse início de texto, alguns torcedores do Figueirense podem estar pensando que irei falar de arbitragem. Bom, estão certos, porém errados ao mesmo tempo. Não entendeu? Acompanhe.


Uma série de torcedores do Figueirense está em redes sociais de todo o tipo, reclamando efusivamente da atuação da arbitragem nas partidas do Figueira. Uns dizem que o campeonato foi manchado, uns falam que é um complô da CBF que pegou o clube pra Cristo devido às divergências entre Marco Pólo Del Nero (Presidente da CBF) e Delfim de Pádua Peixoto Filho (Presidente da Federação Catarinense), e até mesmo o Presidente do clube, Wilfredo Brillinger, argumenta que "é sempre uma roubalheira contra o Figueirense".

Bom, amigos. Opiniões existem e fatalmente terão algumas diversas de outras. Mas deixe-me dizer algo: o 'nosso' presidente é um verdadeiro irresponsável, ridículo, e por que não um imbecil!?

Todas as pataquadas dessa diretoria medíocre que deveriam ser de responsabilidade da mesma são transferidas pelo Senhor Wilfredo Brillinger à arbitragem. A falta de qualidade da arbitragem brasileira é visível, perfeitamente. Mas pense comigo, torcedor: Esse é o maior problema do Figueirense? Não, não esqueçamos os erros de arbitragem, não os releve, jamais. Mas veja qual é a nossa verdadeira pedra no sapato.

A irresponsabilidade do presidente alvinegro é tamanha, que ele inflama parte da torcida ao se descontrolar afirmando que os árbitros agem de má fé contra o Figueirense, que isso tudo é uma vergonha, e revela estar com medo de acontecer uma tragédia no estádio com as reações da torcida para com os árbitros. Isso mesmo, Wilfredo. Joga pra torcida. Faça com que a torcida compre tua conversa, inflame e cometa uma besteira, seu babaca irresponsável sem escrúpulos. Perdão, leitor.

Wilfredo, eu não compro tuas ideias e jamais irei comprá-las. E tenha certeza de que há vários torcedores que também não compactuam com o que tu falas. Peço que tu renuncies. Saia do meu Figueirense. A gente não precisa de ti. Seremos rebaixados por incompetência de um presidente baixo. A arbitragem só joga a pá de cal, e não são em todos os jogos. Porém, a culpa é totalmente de uma diretoria vergonhosa que só faz o torcedor sofrer. Torcedor este, que mesmo com o fatal rebaixamento que está por vir, terá que ser forte, manter-se de pé e estar sempre apoiando o clube incondicionalmente. Como nossa torcida canta: "o meu amor pelo Figueira nunca vai se acabar". E juntos, jamais deixaremos que qualquer pessoa tente se aproveitar e suje o nome do Figueirense Futebol Clube.

Patrick Silva | @figueiradepre

Seria Mourinho o Luxemburgo com grife?

Hoje vivemos num imediatismo impressionante, na quinta-feira após a goleada na Liga Europa tínhamos o melhor time do mundo. Vencemos o Fenerbach da Turquia por 4x1 num jogaço do Manchester e até o gol deles foi comemorado, pois o autor foi o nosso querido Van Persie. Em apenas três dias tudo passou a estar errado, fomos goleados pelo Chelsea por 4x0 e nada mais presta, a começar pelo Special One, José Mourinho, isso me fez parar para pensar. Sir Alex teve cinco anos para formar a base da equipe que conhecemos e arrasou a Premier League, vencendo 13 edições fora as FA Cups, e Champions...

Será que realmente Mourinho está ultrapassado ou nos falta paciência? (Getty Images)
Tanto Moyes como Van Gaal sofreram e agora Mourinho está sofrendo de um mal que assola os tempos modernos, o imediatismo. Tudo tem que ser agora, não existe mais um projeto a longo prazo. Muitos podem falar que Guardiola chegou no City e num instante colocou seu padrão, o que não é totalmente verdade, primeiro o City está com um time bem equilibrado e vem mantendo sua base, o que já facilita para quem chega, no nosso caso não é o que acontece.  Desde a aposentadoria de Ferguson que não conseguimos dar continuidade em nenhum trabalho, e nessa minha reflexão talvez eu esteja cometendo uma heresia, mas na pouca continuidade que tivemos com Van Gaal, conseguimos o título da FA Cup na temporada passada.
Pelo menos na Liga Europa tivemos um pouco de alegria! (Oli Scarff/AFP)
Outro problema que temos passado é nas contratações, todas muito caras e que não têm dado retorno nos gramados. Culpa também do imediatismo, o jogador chega e já tem que brilhar, foi assim com Di Maria e está sendo com Pogba, e quando aparece uma surpresa, como Martial ou Rashford, logo queremos que os garotos sejam os salvadores do time, quando sabemos que não é bem assim. Eles ainda têm o que aprender, vão cometer erros e ainda não estão preparados para carregar esse peso.
Realmente na partida contra o Chelsea ficamos em segundo plano. (TalkSports)
Apesar de não ser meu nome favorito acredito que o Special One vai levar o Manchester de volta ao topo, não jogando como gostaria, mas da forma que ele sempre fez. Não tem como questionar toda a qualidade dele, é um vencedor, a nós resta torcer e ter um pouco de paciência. Gostaria de alguém que jogasse pra frente, atacasse e jogasse bonito e com garra. Acho que esse cara seria o Simeone, mas não adianta ficar na vontade, pois nossa realidade é Mourinho e com o estilo defensivo dele.
Só nos resta acreditar, pelo menos até a próxima janela de transferências. (Getty Images)
É isso aí galera, nos resta ter esperança e aguardar uma continuidade do bom futebol, GGMU!

Semana terrível para o Fluminense


Nem nos meus piores pesadelos poderia imaginar que depois de estarmos a uma vitória sobre o Santos para chegar ao G4, conseguiríamos conquistar apenas um ponto de 12 possíveis e cairmos para a NONA posição. Ainda tivemos que aceitar uma decisão vergonhosa do STJD no caso da interferência externa. É tanta coisa que é melhor ir falando aos poucos.

Nos últimos quatro jogos perdemos para Santos, Flamengo, São Paulo e empatamos com o Coritiba. Considerando a posição na tabela dos dois primeiros, não podemos dizer que era nossa obrigação ganhar. Se saíssemos da Vila com um empate estaria de bom tamanho. Se tivéssemos feito valer nosso mando de campo, conseguiríamos pelo menos um empate também com o Flamengo. Só esses dois pontos já seriam suficientes para nos levar à mesma pontuação do Corinthians e colar no G6. Agora, perder para o pior São Paulo dos últimos 15 anos de virada em casa e empatar com o Coritiba com um a menos desde o final do primeiro tempo é inaceitável.

Esses últimos jogos mostraram a clara deficiência do Flu no sistema defensivo, principalmente em bolas aéreas. Parece que não treinamos marcação em cobranças de falta e escanteios. Toda bola levantada é um desespero. Nossos laterais não sabem se posicionar, os volantes são lentos e os zagueiros sempre deixam o atacante subir antes. Não bastasse esses problemas lá atrás, na frente não estamos melhor. Toda falta a nosso favor que é levantada na área têm uns quatro impedidos. Não é possível que o Levir não pegue o replay dos lances e mostre a todos quando que deve começar a movimentação e onde eles devem esperar a cobrança de falta. Todos nossos cabeceadores estão meio corpo na frente em vários lances durante uma mesma partida. Deixamos de aproveitar boas chances porque não sabemos a hora de correr.

Outro problema é a falta de definição de Levir. Cada hora jogamos com uma escalação diferente. O time já não tem qualidade e ele fica inventado jogo sim, jogo também. Cícero já jogou de volante e meia; Douglas já jogou de primeiro e segundo volante; já jogamos sem centroavante e quando jogamos com algum homem de referência, não definimos qual é o titular... A única certeza é que se o Scarpa não tiver inspirado, não ganharemos.

Saindo de dentro das quatro linhas para falar do Fla-Flu nos tribunais, é lamentável um órgão que se diz de justiça desportiva não aplicar as regras que constam no regulamento da competição. É completamente proibido que o inspetor de arbitragem se comunique com o juiz, ainda mais avisando que o gol foi irregular (como provado na reportagem do Esporte Espetacular), caracterizando interferência externa. Pior ainda foram comentaristas não só defenderem a ilegalidade como acusaram o Fluminense de querer sempre levar vantagem no tribunal.

Voltando ao campo, fica a expectativa para os últimos seis jogos. Jogaremos com times que estão lutando contra o rebaixamento e teremos um confronto direto com o Atlético Paranaense. Não está tudo perdido ainda, mas cabe apenas ao Flu recuperar o bom futebol.

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

Ainda dá para acreditar?

O alvinegro entrou em campo pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B para enfrentar o Bragantino e com gols de Felipe Menezes e Lelê o Vozão venceu por 2 a 0 e matematicamente ainda luta para figurar entre os quatro que sobem para a Série A.

O Ceará jogou uma bela partida na noite de sexta-feira, mas o que se deve perguntar é se essa partida contra a fraca equipe do Bragantino serve como parâmetro para alguma coisa, assim, o que resta para nós torcedores alvinegros é acreditar no inacreditável e se for para criar uma ilusão que seja, nós criaremos.

(Foto: Christian Alekson/CearaSC)
O primeiro tempo de partida foi de total domínio do alvinegro de Porangabuçu, assim como o jogo todo. O primeiro gol do jogo veio no belo lançamento do meia Felipe para o também meia Felipe Menezes que mandou para o fundo da rede. É esperado que esses de quem falei na jogada do primeiro gol possam repetir a boa atuação até o último jogo da temporada, pois estavam devendo muito. O segundo gol da partida nasceu também em mais um passe do meia Felipe, dessa vez quem marcou foi o atacante Lelê e o jogo já estava mais que dominado pelo Vozão, ainda mais quando Bill foi derrubado na área e o juiz assinalou pênalti, uma pena que o mesmo tenha perdido o pênalti. Até porque se fosse fácil, não seria Ceará.

O segundo tempo serviu para mostrar o total domínio do Ceará, uma pena que as muitas oportunidades criadas pelo alvinegro não terminassem em gol, mas foi isso 2 a 0 com total domínio de partida, seria melhor uma goleada para dar ânimo extra para os jogadores? Sim, mas parece que mesmo com todas as limitações e dificuldades o Vovô vai para cima com tudo buscar o tão desejado acesso.

O Ceará enfrentará o Bahia no sábado (29), na Arena Fonte Nova, adversário que busca os mesmo objetivos do alvinegro e está apenas duas posições acima do Vozão, com uma diferença de três pontos, é ir para cima com tudo e trazer os três pontos para a capital cearense.

Thomaz Gomes || @thomazgomes_

Dez temporadas e contando

Já era esperado que este jogo no Estádio de Mestalla fosse ser difícil por todas as circunstâncias que ele apresentava: Os donos da casa que não ganhavam há nove temporadas do Barça em seus domínios pelo Campeonato Espanhol e um começo pífio na temporada 2016/2017 do mesmo. O Valencia viria mais descansado pro jogo que o time catalão, pois o Barcelona jogou no meio da semana contra o Manchester City pela UCL. Tudo isso atrelado à genialidade do trio MSN que iria enfrentar o novo técnico do Valencia em um segundo tempo fantástico.

O Barça veio a campo com sua formação titular, mas com Rakitić no banco e André Gomes em campo. O primeiro tempo foi marcado por lances esporádicos, mas com alguns que foram importantes. O primeiro foi a lesão do maestro Andrés Iniesta aos 13 minutos. O jogador foi avaliado pelo Departamento Médico e foi diagnosticado com uma lesão grave e ficará no mínimo dois meses fora de campo. Apesar da má notícia, ele voltará para a fase final da Champions League, pois o Camisa 8 da equipe é a cabeça pensante de toda a equipe e figura como um dos principais articuladores junto ao trio MSN.

Créditos: EFE
O segundo lance que iria marcar o primeiro tempo era o gol irregular de Lionel Messi, que apesar de ter sido um dos gols da vitória teria vindo com o impedimento de Luisito Suárez, que mesmo sem encostar-se à bola, encobriu a visão do goleiro adversário. Apesar de toda a euforia e a reclamação, o juiz decretou como legal o gol do time catalão.

Comemoração do primeiro gol (Créditos : La Liga)
A metade final do jogo poderia ser dividida em quatro atos: A imposição da Catalunha, a resposta do Mestalla, contra-ataques e a genialidade do trio MSN. Onde o ato final demoraria menos de 30 segundos e mostraria o porquê de não termos dúvidas que Lionel Messi, mesmo após voltar de uma lesão, é o melhor jogador do mundo atualmente.

O primeiro ato tem seu ápice num lance protagonizado por Neymar, que mostra o porquê foi considerado um dos três melhores jogadores do mundo na última eleição do Ballon D'Or. O atacante brasileiro vem da ponta, despreza a marcação dos zagueiros da equipe adversária e chuta, o goleiro adversário rebate nos pés de Rakitić que perde um gol infantil. E esse momento é complementado por mais alguns minutos e finalizam o primeiro ato do segundo tempo.

O segundo ato começou aos 7 minutos com um gol de Munir e aos 11, com um gol de Rodrigo. O Valencia veio com força total em dois lances que protagonizaram um dos setores que o Barça precisava reforçar a sua zaga. Com uma verdadeira aula de transição, a equipe local marcou o seu gol de empate. Mesmo sumido do cenário internacional, o craque português, Nani deu um passe espetacular para o atacante brasileiro naturalizado espanhol marcar o gol da virada aproveitando que a equipe catalã ainda estava desnorteada com o primeiro gol. O croata Rakitić mostrava que o ditado futebolístico: "Quem não faz, leva", se aplicava à situação melhor do que nunca.

Torcedores do Valencia após o segundo gol (Créditos: La Liga)
O segundo ato acabaria aos 17' com um gol de Suárez após outra grande defesa de Diego Alves no cruzamento de Neymar na cabeça de Rakitić, que fez jus a outro ditado: A bola procura o craque. Mesmo com a perna canhota, o uruguaio fuzilou o gol e assumiu a artilharia do espanhol. E com isto, o terceiro ato viria em grande estilo com aulas de transição por ambas as partes e defesas brilhantes de ambos os goleiros.

Mesmo com o empate, o Barça ainda ia atrás dos três pontos, mesmo que a equipe começasse a demonstrar sinais de cansaço por causa do jogo de quarta. O setor ofensivo foi o primeiro a sentir o desgaste e a produção ofensiva do time catalão começaria a diminuir. O técnico do Valencia percebeu e substituiu o machucado Rodrigo por um atacante velocista, obrigando um maior empenho físico do Barcelona. O jogo chegava ao fim e aos 36', Nani ganhou na corrida de Sergi Roberto (improvisado na lateral) e perdeu uma oportunidade tão fácil quanto a de Rakitić de marcar para o seu time. No minuto 44 do jogo, o terceiro ato se finalizou.

O quarto ato começou com uma verdadeira demonstração do melhor trio de atacantes no futebol mundial. Foram necessários 30 segundos para Lionel Messi pensar em uma jogada monstruosa, passando pelos marcadores numa jogada tramada pelo trio do Barcelona no campo de defesa do Valencia. O argentino serviu Neymar que devolveu o passe com outro para o meio da área e durante esses segundos, Suárez saiu do meio dos zagueiros e sabia que iria receber a bola de Messi nas costas do último zagueiro. Dito e feito. A sintonia demonstrada entre os três foi de tamanha precisão que não sobraram opções ao jogador adversário senão derrubar Luisito dentro da área e apostar em Diego Alves para pegar o pênalti.

O atacante argentino e o goleiro brasileiro já haviam se encontrado na mesma marca algumas vezes e mesmo para Messi, o arqueiro do Valencia é alguém a ser batido de frente quando o assunto são as penalidades máximas. Cristiano Ronaldo que o diga. Provocado até o último minuto, Lionel Messi ignorou e passou por cima do goleiro do Valencia que mesmo acertando o canto, não conseguiu evitar a virada do Barça e a décima temporada sem vencer o time catalão no Estádio de Mestalla. Messi, após marcar, devolveu a provocação na mesma altura e comemorou em frente à torcida adversária com o time todo. E assim, termina-se o quarto ato.

Provocação devolvida por Messi (Créditos: Getty Images)
Após comemorarem na frente da torcida, Neymar e Suárez foram acertados por um torcedor do Valencia com uma garrafa de água na cabeça e caíram. Mesmo assim, saímos com os três pontos de lá e continuamos a jornada de perseguir os líderes da competição, que terão jogos difíceis nesta rodada e caso não consigam a vitória, o Barcelona transformará a liderança provisória em uma liderança real rumo à conquista de mais um Campeonato Espanhol.

Jogadores celebram o gol da virada (Créditos: Getty Images)
O pós-jogo garantiu uma discussão generalizada do capitão argentino do Valencia, Enzo Pérez, ficou enfurecido e parecia um touro durante uma tourada, pois após o gol da virada, o atacante brasileiro ofendeu os torcedores locais como forma de resposta por todas as vaias sofridas durante o jogo. A torcida pegou no pé de Neymar pelos dribles dados ao longo do jogo, e o feedback de Pérez veio com o preço da cabeça do camisa 11 para o Superclássico entre Brasil e Argentina pelas Eliminatórias Sul-Americanas. Cenas para os próximos capítulos deverão ser observadas e todo tipo de violência não deverá ser tolerado por qualquer entidade responsável pelos próximos encontros dos dois jogadores.

Um grande abraço,

J.P. Alves || @8_joaopedro
Linha de Fundo || @SiteLF  

Cabral descobre a vitória celeste em Salvador

O time do Cruzeiro para o confronto contra o Vitória estava praticamente reserva, e no mesmo dia Ariel Cabral fez o gol da vitoria estrelada (Cabral e Salvador, sempre combinam) e Rafael pegou o pênalti. Isso mesmo, nós gostamos é de uma “leve” emoção.

E o tabu continua. A Raposa não perde para o time baiano desde 2004, ou seja, há 10 anos. O Barradão também trás boas lembranças para a Raposa e uma delas foi á confirmação do tricampeonato celeste. Por um milagre, o dia era azul e branco, e continuamos a defender o favoritismo diante da equipe baiana.

@Cruzeiro
Podemos dizer que o Cruzeiro conseguiu um triunfo heroico, soube superar os obstáculos e manteve o foco. Raça, suor, torcida, foco, comprometimento e sangue nos olhos, são e sempre serão os principais aliados da Raposa.

Cada vez mais distante da zona de rebaixamento, esse é o nosso principal objetivo. E dessa vez fizemos nossa parte e encerramos a 32° rodada na 13° colocação com 41 pontos e há seis pontos do 17°colocado. Faltam quatro pontos para não termos a chance de cair e contando.

Agora, juntaremos nossas forças para o confronto de quarta-feira, diante da equipe gaúcha, o primeiro jogo válido pelas semifinais da Copa do Brasil. Já são 40 mil garantidos, se você ainda não adquiriu seu ingresso, corre, ainda tem tempo.

Sobre o jogo:

Vou confessar que ficamos preocupados com a escalação da Raposa para esse confronto. Porém, fomos surpreendidos com os minutos iniciais do Cruzeiro que adotou uma postura ofensiva. O Maior de Minas teve chances claras e consecutivas de abrir o placar com Arrascaeta (mestre em assistências), em bola parada, o zagueiro Léo ajudava, até Bruno Ramires e Alisson tentaram.

A equipe baiana até tentou e teve alguns lances perigosos, entretanto o goleiro Rafael brilhou mais uma vez. Já o Time do Povo, conseguiu balançar as redes ainda no primeiro tempo. Aos 39 minutos, Arrascaeta cobrou escanteio, Ariel Cabral desviou de cabeça e mandou a bola para o fundo das redes. Cabral em Salvador, sempre tem que aprontar alguma coisa.

@Cruzeiro
A etapa complementar se iniciou eletrizante, o Vitória precisava correr atrás do prejuízo e o Cruzeiro se preocupava em administrar a partida e manter ou aumentar a vantagem construída.

Apenas com 09 minutos, o zagueiro cruzeirense Léo precisou cometer uma falta, após um erro grotesco cometido por Denilson, que entregou a bola nos pés do adversário, e como Léo já tinha um cartão amarelo, acabou sendo expulso.

E é claro, que o Vitória aproveitou que estava com um jogador a mais para tentar igualar o marcador, mas para infelicidade baiana e alivio mineiro, o goleiro Rafael estava em um bom dia. O cruzeirense, Rafael, estava tão inspirado que ainda teve forças para defender um pênalti, quase no final da partida.

Paula Fernandes / @Paulinha_CEC

Chelsea atropela United e encosta de vez nos líderes

No jogo que encerrou a 9ª rodada da Premier League, tivemos o clássico entre Chelsea e Manchester United neste domingo (23), em Londres. O jogo era recheado de expectativas, a maior delas de como seria o retorno de Mourinho à Stamford Bridge. Mas o que se viu foi um verdadeiro massacre do time da casa, com gol aos 31 segundos de jogo, o Chelsea já mostrava ao "Special One" que a tarde seria trágica para o português.

O quarto gol que fechou o caixão dos Red Devils (Foto: Getty Images)
O técnico Antonio Conte manteve a formação, que havia dado muito certo nas duas últimas rodadas, o 3-4-3 (variando para um 5-3-2 quando os Blues não tinham a bola: A zaga era formada por Azpilicueta, David Luiz e Cahill; Kante, Matic e Alonso no meio campo; Hazard e Moses abertos e Diego Costa centralizado).

Com apenas 30 segundos de jogo, Alonso lançou Pedro, De Gea saiu mal, Blind e Smalling vacilaram e a bola sobrou para Pedro, que tirou do goleiro e abriu o placar com o gol livre. O gol logo cedo, fez a história do jogo mudar totalmente, já que o United não poderia repetir a estratégia usada contra o Liverpool e teriam que sair para o jogo. O Chelsea dominava o jogo, quando Cahill aproveitou o bate rebate na área e mostra oportunismo, dobrando o placar em Londres, aos 21 minutos.

A única chance dos visitantes veio aos 27', quando Herrera chutou, Courtois deu rebote e Lingard chutou em cima do goleiro belga. No mais, um amplo domínio azul em campo, que aparentava mudar de lado no segundo tempo. Nos primeiros 15 minutos da segunda etapa, a posse de bola chegou a ser de 71% para o United, Courtois já havia salvado o Chelsea, e Porém, aos 16 minutos, Hazard e Matic tabelaram e o belga limpou Smalling, antes de fazer 3 a 0.

Cahill como um centroavante mostrando oportunismo amplia a vantagem (Foto: Getty Images)
A goleada já estava anunciada, o Manchester tinha à bola, porém foi totalmente inofensivo. E para fechar o "baile blue", a pintura do jogo: Pedro deu lindo passe para Kante e o volante ameaçou chutar, dano um lindo corte em Smalling, antes de chutar rasteiro e fazer 4 a 0. Os visitantes ainda criaram algumas chances no final do jogo, mas apenas adiantou para também consagrar o goleiro Courtois, que saiu da partida sem levar gols.

"Esse jogo não foi para 4 a 0, 1 a 0 seria mais justo. Humilhação!". Foram essas as palavras de Mourinho para Conte ao término do jogo. Desculpa "Special One", mas 4 a 0 foi muito pouco e o United se livrou de uma goleada histórica, a humilhação foi tática de Conte em cima de você. E, os cantos da torcida são verdadeiros: "Você não é mais especial".

Com a goleada, o Chelsea chegou aos 19 pontos e encostou-se aos líderes City, Arsenal e Liverpool, todos com 20 pontos. Após alguns tropeços e atuações desastrosas, a equipe voltou a mostrar força contra um grande adversário, além de estar se acertando taticamente e tecnicamente. No meio desta semana, a equipe terá um duelo londrino pela EFL Cup, contra o West Ham. Já pela Premier League, o próximo desafio é contra o Southampton, no próximo sábado (29), fora de casa.

River Plate vence no sufoco e cola no Estudiantes

Numa partida pouco movimentada, o River Plate bateu o Atlético Rafaela neste sábado (22), no Monumental de Núñez, pela 7° rodada do Torneo Inicial. No duelo, a equipe da casa foi a campo com quatro desfalques: os lesionados Luciano Lollo, Nicolás Domingo e Marcelo Larrondo; além do garoto Denis Rodríguez, que foi expulso contra o Patronato.

D'Alessandro entrou no decorrer do jogo e foi fundamental na vitória dos Millionarios (Foto: cariverplate.com.ar)
Antes do início da partida, ocorreu algo inusitado, o árbitro Germán Delfino expulsou o técnico Marcelo Gallardo pelo fato dos Millionarios terem demorado em demasiado para entrar em campo. Essa demora aconteceu pelo fato do volante Ignacio Fernandez ter sofrido uma lombalgia no aquecimento, o que fez com que o comandante precisasse de mais alguns minutos, para instruir seu substituto: o uruguaio Camilo Mayada.

O JOGO

O CARP começou o jogo de maneira bem sonolenta e este foi o panorama da primeira etapa: Não houve nenhuma finalização com perigo durante os 45 minutos iniciais. O único que criava algo era Gonzalo Martínez, porém os jogadores do Crema exerciam uma forte marcação sobre o camisa 10.

Sem serem municiados, os atacantes Lucas Alario e Sebastian Driussi foram presas fáceis para a zaga adversária, praticamente não encostando-se à bola na primeira etapa. O Atlético Rafaela, por sua vez, levou perigo à meta de Batalla em duas oportunidades e exigiu uma linda defesa do goleiro na segunda delas, garantindo o 0 a 0 antes do intervalo.

No segundo tempo, Mayada e Andrade deram lugar para os meias Andrés D'Alessandro e Ivan Rossi. As alterações surtiram efeito e o River ganhou em criação, e começou a propor mais o jogo. Aos 79', D'Ale cobrou falta e contou com o desvio na barreira, matando o arqueiro Lucas Hoyos: River Plate 1-0, para a explosão no Monumental. Este foi o quinto gol de Andrés desde a sua volta, sendo todos no Monumental. E sempre que ele marcou, vencemos.

Após abrir o placar, Alario perdeu vários gols, enquanto sofríamos uma forte pressão, com o camisa 7 Fernando Luna coordenando as ações dos visitantes. Nos minutos finais nosso forte sistema defensivo foi muito bem, com destaque para o equatoriano Arturo Mina, que realizou dois desarmes monumentais em cima do atacante Ramiro Costa.

O River chegou aos 14 pontos na tabela (Divulgação/@CARPoficial)
Com o resultado, o River Plate igualou a pontuação de Racing, San Lorenzo e Independiente, todos com 14 pontos, porém à frente por ter saldo melhor. No momento estamos na terceira posição, atrás apenas do Estudiantes, com 19 pontos, e do Newells, com 17 pontos. Na próxima rodada, o confronto será contra o Arsenal de Sarandí, no domingo (30), no estádio Julio Grondona. Antes disso, os Millionarios voltam a campo na quinta-feira (27), em confronto contra o Unión Santa Fé, válido pelas quartas da Copa da Argentina.
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