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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

San Lorenzo, prazer somos Chapecoense

Depois de uma classificação histórica, na goleada pelo placar de 3x0 sobre o Júnior Barranquila, a Chapecoense voltou a viajar pela América nesta quarta-feira (02), o destino era mais uma vez a capital Argentina, Buenos Aires voltou a receber o Verdão. Desta vez, jogando no Nuevo Gasômetro, vimos uma equipe guerreira, disposta a seguir fazendo história.

Divulgação Globo Esporte
San Lorenzo de Almagro, uma das gigantes equipes Argentinas, campeão da Libertadores da América de 2014, contando com o apoio de sua hinchada apaixonada. Clima perfeito para encaminhar a classificação para a final, certo?

Errado, do outro lado, uma Chapecoense comandada por Caio Júnior, mas também por Danilo, Neto, Thiego, Gil, Tiaguinho, Ananias e o maestro Cléber Santana, empurrada por cerca de 300 torcedores presentes e milhões de torcedores e simpatizantes, de Chapecó e todo canto do Brasil.

No primeiro tempo, vimos a Chapecoense partindo para cima dos donos da casa, em busca de um gol valioso para o duelo de volta, em Chapecó. Logo nos primeiros minutos, Tiaguinho assustou o goleiro Torrico, em seguida Ananias tentou de longe, passando perto da meta. Aos 27’ a grande oportunidade até então, Neto após cobrança de escanteio desviou, a bola bateu em Blandi, mas lá estava Torrico, fazendo um milagre e salvando o San Lorenzo.

A pressão era toda Chapecoense, mas em uma bola parada, os donos da casa abriram o placar, Cauteruccio cobrou em diagonal, Danilo saiu mal, Angeleri subiu sozinho e enganou o goleiro do Verdão, marcando o primeiro no Nuevo Gasômetro. O Verdão sentiu o gol sofrido, não conseguia mais criar jogadas de perigo, e sofria nos contra-ataques, a tragédia só não foi maior, por que Neto milagrosamente deu um carrinho travou Blanco.

As equipes voltaram para o segundo tempo sem alterações, desta vez quem começou melhor foram os donos da casa, Cauteruccio quase marcou seu segundo na partida, se não fosse a zaga Chapecoense prensar a finalização. Depois Blandi finalizou, passando muito próximo da meta de Danilo.

A Chapecoense estava perdida em campo, foi quando Caio Júnior chamou Josimar, o volante entrou na vaga de Gimenez, dando mais liberdade a Cléber Santana, e colocando Gil na função de lateral direito. A mudança deu resultado, Dener tabelou bonito com Tiaguinho e cruzou, o zagueiro argentino escorregou e a bola sobrou para Ananias, com tranquilidade finalizar, sem chances para Torrico.

O Verdão marcava seu primeiro gol longe da Arena Condá na competição, era tudo que a equipe e seus torcedores pediam. O resultado poderia ter sido muito melhor, aos 27 minutos, Tiaguinho em velocidade tocou para Ananias, cara a cara chutou em cima de Torrico, perdendo grande oportunidade de virar a partida.

O tempo ia passando, e os donos da casa se desesperavam em busca da vitória, aos 40 minutos, Blandi pegou de primeira, perdendo um gol incrível, era uma noite Chapecoense, foi só esperar o apito do árbitro Uruguaio, para garantir a vantagem de jogar pelo 0x0, em Chapecó.

A partida de volta acontecerá apenas no dia 23 de novembro, serão 20 dias longos para o torcedor Chapecoense. Agora o Verdão volta a pensar no Campeonato Brasileiro, no próximo domingo (6), recebe na Arena Condá, o desesperado Figueirense, é a chance de jogar algumas pás de terra, no caixão alvinegro, às 19h30.

Poucos acreditavam um dia ver a Associação Chapecoense de Futebol entre os 20 maiores clubes do Brasil, muitos ainda duvidaram que essa mesma equipe conseguisse permanecer na competição. E nunca imaginavam ver o Verdão em uma semifinal da Copa Sul-Americana. Vimos um país acolher a Chapecoense no coração, de milhares de mensagens de apoio, mostrando a Chape ser o Brasil. Santa Catarina e o Oeste Catarinense tem orgulho de ser Chapecoense.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Pelo Cruzeiro tudo, do Cruzeiro nada

Fala nação azul, infelizmente aconteceu aquilo que boa parte da torcida já esperava. A Raposa se despede da Copa do Brasil e dá adeus ao sonho de conquistar o quinto titulo pela competição. É frustrante pelo fato que a Copa do Brasil seria nossa única chance de titulo esse ano.

Essa eliminação apenas reflete a falta de planejamento do Cruzeiro 2016, apenas colhemos os frutos daquilo que a diretoria plantou.  Agora mais do que nunca o foco é não cair, pelo menos manter um pouco da dignidade que restou diante de um ano cheio de decepções.

O maior adversário do Cruzeiro foi ele mesmo, que deixou de fazer sua parte no Mineirão e viu a classificação distante, visto que o jogo de volta seria na Arena do Grêmio, não era impossível de reverter o placar, entretanto seria muito difícil, porém novamente nada foi á favor da Raposa. Dois anos para serem apagados da memória do torcedor cruzeirense.

Com toda certeza, a torcida esta com a consciência tranquila, fizemos nossa parte, apoiamos até o ultimo minuto e enquanto ainda restava 1% de esperança, afinal torcedor também ganha jogo, mas o futebol é sempre imprevisível. E como diz aquele ditado: Pelo Cruzeiro tudo, do Cruzeiro nada.

@Cruzeiro
Sobre o jogo, já era de se esperar que os jogadores iriam iniciar a partida com uma postura ofensiva e com um time mais agressivo na marcação, porém o que não esperávamos era tanta surpresa na escalação celeste. Uma delas foi Lucas Romero na lateral e Willian no lugar no Ábila, isso foi motivo o suficiente para questionamento.

Mas tudo bem, tentamos nos conformar com a escalação e por incrível que pareça os primeiros minutos da equipe mineira foram praticamente impecáveis, foi adotada uma postura ofensiva, trocas de passes rápidos e consistentes. E durante só conseguíamos pensar o motivo, razão ou consequência do Cruzeiro não ter jogado dessa maneira no Gigante da Pampulha.

A Raposa tentou e dessa vez, podemos destacar a força de vontade dos jogadores, que realmente se esforçaram, entretanto todas as oportunidades azul e branca foram desperdiçadas, a bola não queria entrar, era jogo de ataque contra defesa.

Que 2017, renove a sorte da Raposa e reviva as forças do Maior de Minas e mantenha e preserve a tradição que tanto lutamos e amamos.

Paula Fernandes / @Paulinha_CEC
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