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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Vila Nova vence Brasil-RS, e coloca fim em série negativa jogando em Goiânia

Vai chegando ao fim o Brasileirão Série B 2016, é o sonho do Vilanovense ficou mais uma vez pelo caminho. E na noite da última terça-feira Vila Nova que apenas cumpria tabela recebeu a equipe do Brasil de Pelotas no Onésio Brasileiro Alvarenga, em Goiânia, onde deu um fim na sequência negativa jogando em casa ao vencer por 3x1 com gols dos atacantes Fabinho, Moisés e Frontini.

A noite também foi de despedidas o técnico Guilherme Alves agradeceu o clube, a torcida e anunciou que não renova com o Tigrão. O treinador está de saída para o Linense.

Com a vitória, o Tigre chegou a somar seus 49 pontos e ultrapassou o adversário da partida, que tem a mesma pontuação, mas fica atrás pelo número de vitórias. O Vila começou em cima, e logo aos 4' minutos, Fabinho abriu o placar para o Tigrão em uma bela cobrança de falta. O atacante sentiu a panturrilha e teve que ser substituído aos 13 do primeiro tempo.

O Xavante chegou ao empate nos 32' minutos da primeira etapa, com Marlon. Após um bate e rebate dentro da área colorada, a bola sobrou na direita, Marlon soltou uma bomba e mandou a bola no ângulo do goleiro Wagner Bueno.

Ao vencer o Brasil, o Tigrão colocou fim em série negativa jogando em casa. Foto: Reprodução / Carlos Costa.
Na segunda etapa o goleiro Wagner Bueno trabalhou bastante, mas na noite que a estrela do ataque brilhou mais forte, e a dupla Moisés e Frontini voltou a brilhar novamente. O Vila chegou ao segundo gol aos 23' da segunda etapa, quando Matheus Anderson que tinha acabado de entrar, fez uma bela jogada pela esquerda e tocou para Moisés, que chutou forte sem chance de defesa para o goleiro Eduardo Martini, 2 a 1 Vila.

A partir do gol de Moisés, o Tigre melhorou no jogo e aos 33' minutos, Aloísio fez uma bela jogada pelo meio avançou a área deixando livre para o atacante Frontini, dessa vez o atacante não perdoou e mandou a bola para o fundo das redes, 3 a 1 Vila. A vitória que colocou um fim na sequência negativa do Tigrão jogando em casa, voltando ao OBA após dois meses jogando no Serra e no Olímpico.

Foto: Cláudio Insaurriaga/GEB
Por 2016 é só! O Vila Nova agora espera o final da eleição do presidente que acontece na noite desta quarta-feira (9), no OBA, para definir o futuro do clube. Após 2015 cheio de conquistas, é claro que o torcedor esperava mais do time em 2016. Após anos fora, voltaram a uma semifinal do Campeonato Goiano, caíram para o Gama na semifinal da Copa Verde essa no qual foi disputada pela primeira vez.

E após 11 anos o Vila Nova levou uma vaga na Copa do Brasil 2017. E com sua melhor campanha nos últimos anos numa edição da Série B, quebrando vários tabus, um dos melhores times jogando fora de casa, isso é algo raro.

Foi um ótimo ano, onde o objetivo principal foi alcançado. Não lutar por rebaixamento foi o que nos manteve de pé.

Luis Fabiano de volta a Ponte Preta?

Créditos da Imagem: Reprodução/ Twitter Oficial do Luis Fabiano
Luis Fabiano saiu recentemente do clube chinês Tianjin Quanjian, o mesmo está livre no mercado e pode assinar com qualquer equipe. O jogador está com 36 anos.

O atacante também conhecido como o Fabuloso, é um jogador que tem história pela seleção brasileira e por equipes como o São Paulo e Sevilla, mas foi revelado pela Ponte Preta, isso no final da década de 90, mais preciso em 1998.

Com a saída do Roger, a "Macaca" tem que buscar um novo atacante, e o nome do Fabuloso cresce nos bastidores da Ponte.

Luis Fabiano já declarou que tem um carinho com a Ponte e deseja se aposentar no clube, mas precisamos saber se o atacante quer aposentar nos próximos anos.

O Eduardo Baptista declarou que o elenco precisa de um atacante experiente, será que é do Luis Fabiano que ele quis mencionar?

O Fabuloso tem como o melhor os gols, mas o atacante se envolve em muitas confusões e expulsões no decorrer de sua carreira.

Veja o Fabuloso marcando com a camisa da "Macaca", Seleção Brasileira e São Paulo:


Créditos do vídeo: pontepretano.com.br


Créditos do vídeo: Edu Cesar

Créditos do vídeo: Fernando Genuino

Por: Leandro Lopes (@lopes_leandro20)

Paysandu empata com Paraná e se mantém na Série B

Chegando ao fim do Campeonato Brasileiro e sem ambições, Paysandu e Paraná se enfrentaram nesta terça-feira (08), na Curuzu, em uma partida que, praticamente, não mexeria na tabela.

O Paraná começou o jogo se saindo melhor, parecia ter mais vontade e um pouco mais de qualidade para administrar a partida. Karanga foi quem teve a primeira chance de gol, mas acabou desperdiçando quando ficou de frente com Emerson.

O time paranaense estava empenhado em sair com a vitória de Belém e cabia ao goleiro bicolor evitar isso. Emerson conseguiu fazer duas grandes defesas, uma após um chute de fora da área de Lucas Taylor, aos 21’. E outra aos 23’, novamente de longe, mas dessa vez com Jhonny.
(Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
Apesar das grandes defesas na partida, o goleirão do alviazul seria lembrado por um erro. Aos trinta e um minutos, Fernando Karanga recebeu lançamento, driblou Emerson, que saiu do gol para tentar fazer a defesa, e marcou o primeiro gol da partida.

O Paysandu só teve uma boa oportunidade com trinta e seis minutos de jogo e em meio a uma polêmica. Tiago Luís cobrou escanteio e a zaga não conseguiu afastar, Rivaldinho tentou o chute, porém foi derrubado. Os atletas pediram pênalti e o juiz mandou seguir.

No segundo tempo, o time da casa fez algumas mudanças no time e acabou melhorando em campo, indo em busca de um empate e até uma virada. O clube teve mais oportunidades e chances de concluí-las. Entretanto, gol mesmo só saiu aos 31’, quando Raí insistiu para Tiago Luís para que batesse a falta e cobrou com maestria, no canto esquerdo de Wendell.

O resultado manteve o Paysandu na Série B, o que é considerado um alívio depois do que o time sofreu no Campeonato. Entretanto, deixa a torcida um pouco frustrada, visto que depois de 2015, a expectativa para esse ano era lutar pela parte de cima da tabela.

2017: Sérgio Serra, único candidato para as eleições do clube, promete uma reestruturação no departamento de futebol, que não deverá contar com Roger Aguillera. Este promete também que não muitos jogadores do elenco atual não estarão no clube ano que vem, até o momento, somente o zagueiro Pablo, os volantes Jhonnatan e Rodrigo Andrade, o atacante Bruno Veiga e o goleiro Emerson tem contrato válido para o ano que vem.


Próximo jogo: O Paysandu volta a jogar neste sabádo, dia 12, às 16h00, contra o CRB no Estádio Rei Pelé. No primeiro turno, os times empataram em 2x2, com gol do clube paraense no final da partida.

À espera de um milagre que não irá acontecer

À Espera de Um Milagre. Assim está o Figueirense nesta reta final de Brasileirão. Milagre este que só jogadores e comissão técnica acreditam. Tudo que acontece hoje, é digno de um roteiro de filme de terror produzido pelo genial Alfred Hitchcock. O tempo foi passando, as derrotas vindo, E o Vento Levou aquela esperança que todo torcedor tinha.

Termo de Compromisso ou prêmio de melhor roteiro de filme de comédia? (Foto: Rádio/TV Figueira)


Muita coisa acontece por trás desse momento sofrível que vivemos. O nosso Poderoso Chefão, Wilfredo Brillinger, que não é tão adorado e admirado como Don Vito Corleone, só envergonha parte da torcida. Sim, digo uma parte porque acredite, há quem defenda.

Diariamente, muros do Scarpelli amanhecem pichados com palavras de ordem contra o acessor da presidência, Branco, contra os jogadores, e contra o já demitido, Cléber Giglio. Mas nunca, eu repito, nunca aparecem palavras contra Wilfredo. Porém, até que não espanta muito pois os autores das pichações sabemos que são integrantes da torcida organizada Gaviões Alvinegros, e também sabemos que se protestarem contra o presidente deles, talvez percam suas regalias.

Para o Figueirense, seria melhor fechar 2016 logo. Pensem já em 2017, preparem já a famigerada barca, ou a Lista de Schindler (ou de Wilfredo). Já percebe-se O Chamado da Série B, e o ano que está por vir, não nos dá nenhuma perspectiva de esperança de um futuro melhor. Hoje, somente um verdadeiro Ethan Hunt para realizar essa Missão Impossível que é nos salvar do fatídico rebaixamento.

Patrick Silva | @figueiradepre

Luverdense joga melhor, mas fica no empate contra o Vasco

Se você perguntar para um desavisado sobre o empate entre Vasco e Luverdense no Rio de Janeiro, ele provavelmente vai palpitar de que o time carioca pressionou muito, mas parou em uma noite inspirada de Diogo Silva. A realidade, porém, é outra: se alguém lamenta o empate em São Januário, esse alguém é Júnior Rocha.

Em uma das melhores atuações fora de casa, o Verdão do Norte não deixou nada a desejar para o time carioca. Pelo contrário: a maior parte de jogo teve domínio do Luverdense. A parte emocional pesou muito, especialmente no segundo tempo. Pressionados, os vascaínos erravam muito e mostraram grande desorganização.

O começo de jogo foi excelente. Com ótimas chances para os dois lados, não faltou emoção. Diogo Silva apareceu bem defendendo a meta do Luverdense, Jordi precisou aparecer para evitar o gol dos visitantes. Aos poucos, porém, o Vasco foi se desorganizando. O futebol, contudo, prega peças. E quando parecia que o jogo estava controlado pelo Verdão, Thales abriu o placar para os cariocas. O gol deu tranquilidade e o Vasco terminou melhor o primeiro tempo, ainda que não tenha convertido em gols.

Foto: Globo Esporte.
A diferença no placar não demorou a se igualar no segundo tempo. Logo aos oito minutos, Alfredo aproveitou rebote de escanteio e deixou tudo igual. O jogo ficou ainda melhor para o Luverdense com um Vasco pressionado e desesperado. Não faltaram chances para encaixar os contra-ataques, mas nenhum foi aproveitado.


O resultado em si não foi dos melhores. Oito pontos atrás do G4, o sonho do acesso praticamente se encerrou nesta rodada. Por outro lado, o jogo de hoje mostra muito sobre a ótima campanha que fez o Luverdense nesta série B. Não faltou ousadia para encarar o Vasco de igual para igual e ser até melhor em boa parte do jogo. Um prêmio para a ótima organização do Verdão.
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