A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Placar bailarino, derrota em campo e "vitória" importante visando 2017

Em partida válida pela 35ª rodada da Série B, o Tupi recebeu o CRB nesta terça-feira (08), no Estádio Radialista Mário Helênio, em Juiz de Fora. Os poucos torcedores que estiveram presentes, presenciaram um jogo de muitos gols, uma reação improvável e mais uma derrota do Galo Carijó, que se complicou ainda mais na competição. Uma vitória, de fato, só veio no dia seguinte...

O alvinegro saiu derrotado no duelo de "galos" (Foto: Felipe Couri/tupifc.esp.br)
No turno, já havíamos visto uma grande soberania do ataque alagoano sobre a defesa mineira, aplicando um sonoro 3 a 0, em Maceió. E isso se repetiu também em Juiz de Fora. Mais uma vez, vimos um sistema defensivo mal treinado, cometendo erros infantis e deixando o seu goleiro em maus lençóis. O ataque, por sua vez, também deixou a desejar e desperdiçou boas chances no primeiro tempo, que fariam falta ao término da partida.

O CRB começou melhor a partida e não demorou muito para converter as chances em vantagem no placar. Aos 19', Diego recebeu de Neto Baiano, invadiu a área e finalizou no canto direito de Rafael Santos, abrindo o placar. Aos 39', Bruno Costa ficou "marcando a bola" e não acompanhou Welington Júnior, que marcou o seu primeiro gol na partida, o segundo dos visitantes.

A etapa complementar foi marcada por um "festival de gols" e principalmente pela reação do time mandante. O problema é que, antes disso, os visitantes seguiram aproveitando os espaços deixados pela defesa adversária, praticamente matando a partida nos contra-ataques. 

O terceiro gol veio logo aos 5', quando Welington Júnior recebeu nas costas de Henrique, invadiu a área e limpou Gabriel Santos, antes de marcar mais uma vez. Após cruzamento de Bocão, novamente Welington Júnior recebeu livre na área e só teve o trabalho de empurrar para o gol, aos 19 minutos. 


Hiroshi marcou pelo terceiro jogo consecutivo e iniciou a reação (Foto: Leonardo Costa/tupifc.esp.br)
Com 4 a 0 no placar, era mais provável que o CRB construísse um placar histórico, do que o Tupi esboçasse qualquer reação. Mas o melhor estava por vir. No fim da partida os jogadores alvinegros demonstraram força e pelo menos conseguiram evitar um vexame ainda maior

A reação começou com o predestinado Hiroshi, que bateu cruzado e marcou o primeiro gol, aos 29 minutos. Dois minutos depois, Jonathan cruzou e encontrou Marcos Serrato, que, livre na área, marcou o segundo. Já aos 44', Luiz Paulo cruzou para o garoto Sávio, que desviou de cabeça e colocou o Tupi de volta ao jogo.

Os últimos 15 minutos permitiram que os alvinegros acreditassem no empate e ele poderia ter vindo na falta cobrada por com Hiroshi. A bola no travessão, entretanto, não permitiu que isso fosse possível e o placar de 4 a 3 prevaleu. Ao fim da partida, a torcida se dividiu entre aplausos, pela reação no fim, e vaias, pela atuação como um todo.


Ricardinho não deixará saudades em Juiz de Fora (Foto: Leonardo Costa/tupifc.esp.br)
O resultado, porém, não foi de todo ruim: serviu pelo grato pedido de demissão de Ricardinho, que precisa repensar a sua carreira como treinador. A missão do ex-jogador, é verdade, não era uma das mais fáceis e a situação do time no campeonato já era complicada quando ele chegou, mas teve um aproveitamento pífio e não deixará saudades nenhuma.

Restando apenas três rodadas, a saída do treinador foi um grande alívio visando o próximo ano, já que o rebaixamento para a Série C parece inevitável e já devemos começar o planejamento de 2017. Embora tenhamos conseguido uma vitória no primeiro turno, o próximo adversário será, nada mais, nada menos, do que o líder Atlético-GO e em Goiânia, onde pode chegar ao fim esta angustia.


Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr / @SiteLF


Eu sou Sampaio e enfrento o que vier



Quero dedicar este texto a todos os torcedores que acreditaram até o fim, assim como eu, aos que incentivaram o time de todas as formas e fizeram o seu papel de torcedor de verdade. A esses o meu respeito. Quero falar também do orgulho que todo boliviano deveria ter por representar um clube da grandeza do Sampaio Corrêa, de inúmeros títulos e glórias. A nossa história prova isso. Eu me sinto imensamente honrado por fazer parte como torcedor da história desse clube.

Quem foi que disse que podemos vencer sempre? E quem foi que disse que perder é o fim de tudo? Qualquer rebaixamento é dolorido, claro, mas esse triste momento jamais será maior que o meu amor pelo Tricolor de São Pantaleão e nem maior que o orgulho que sinto por ter escolhido a Bolívia Querida como minha bandeira.

Este ano foi uma tarefa sofrida ir ao estádio apoiar o time com tantas dificuldades técnicas. Vimos um time sem garra, sem vontade de vencer, entregue aos adversários e cheio de problemas quanto à diretoria. A “torcida” minguou, um fato lamentável, mas separou-se o joio do trigo. Acredito que desistir é sempre o caminho mais fácil. Acreditar que vai ficar tudo bem ou persistir na luta é o que demonstra a verdadeira paixão de torcedor. Essa lição nós podemos carregar para a vida.

Estar em uma divisão de elite no futebol brasileiro é para poucos, mas o sentimento de torcedor me faz pensar que não importa a série, se é A, B, C ou D. O importante é o amor que dedico ao meu time do coração, independente de onde ele estiver. E o meu orgulho jamais ficará ferido por motivo algum. Eu sempre apoiarei meu Bolivão. E não há nada que tire de mim esse amor. Estou contigo, Sampaio!

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Aparelhos desligados

Diante do Bahia, pela 35º rodada da Série B, na última terça-feira (08), o Sampaio Corrêa deu o seu último suspiro na competição. A derrota por 1 x 0 marcou matematicamente o rebaixamento da Bolívia Querida.

Sampaio Corrêa perde e é rebaixado (Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / E. C. Bahia)


O gol baiano foi marcado por Hernane, aos 46 minutos, concretizando a sina do Sampaio de sofrer gols nos acréscimos. O time até teve boa postura em campo, marcou bem, totalmente recuado ao seu campo de defesa, aguardou os momentos certos para contra-atacar, mas esbarrou na ansiedade dos seus homens de frente.


O Tubarão ainda teve algumas poucas chances de gol, mas acabou cansando e nos minutos finais não resistiu à pressão do time da casa. O resultado decretou a queda do tricolor maranhense para a Série C de 2017.

FICHA DO JOGO:
BAHIA 1 X 0 SAMPAIO CORRÊA
Local: Arena Fonte Nova, Salvador (BA)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Data: 8 de Novembro de 2016, terça-feira
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Gol: Hernane, aos 46’ 2ºT (Bahia)
Cartões amarelos: Jackson e Alano (Bahia)
Cartões vermelhos: Allano (Bahia); Coppeti (Sampaio Corrêa)
Bahia: Muriel; Eduardo, Jackson, Tiago e João Paulo; Juninho (Luiz Antônio), Renê Júnior e Renato Cajá (Allano); Victor Rangel (Misael), Edigar Junio e Hernane. Técnico: Guto Ferreira
Sampaio Corrêa: Rodrigo Ramos; Mimica (Héverton), Luiz Otávio e Wágner Fogolari; Éder Sciola, Diego Lorenzi (Coppeti), Guilherme Lucena, Gustavo Marmentini e Esquerdinha; Edgar (Henrique) e Thiago Santos. Técnico: Flávio Araújo

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Em jogo difícil, Náutico bate Goias e depende só de si para o acesso

Na noite desta terça feira (08/11) o Náutico recebeu o Goiás na Arena Pernambuco em jogo válido pela 35° rodada do Campeonato Brasileiro desta Série B.

No começo do jogo, o time anfitrião sentindo a necessidade da vitória para entrar no grupo de acesso a elite, foi pra cima do Goiás, mas pouco assustou, errando muitos passes e muito afobado. No restante do primeiro tempo a equipe esmeraldina melhorou e conseguiu equilibrar a partida, a equipe do Goiás apresentou um melhor futebol em relação ao Náutico na primeira etapa. O sistema ofensivo alvirrubro foi ineficaz, Marco Antônio não estava apresentando um bom futebol, e logo depois foi substituído, Vinicius que é a outra cabeça pensante no meio campo do Náutico estava errando bastante, assim dando pouca amplitude para os atacantes, atacantes esses que também pouco apareceram no primeiro tempo. Roni como sempre correndo muito, mas correndo errado, e o falso homem de área, Bergson, se movimentou muito, mas não teve nenhuma chance concreta e pouco fez no jogo, assim dando lugar ao seu companheiro Tiago Adam na segunda etapa.

Foto: PE futebol clube
No segundo tempo, o Náutico sabendo que precisava da vitória voltou com outra atitude, o time pressionou o Goiás e quase saiu na frente após uma linda bicicleta do atacante Roni no meio da segunda etapa, o goleiro Márcio, do Goiás, executou uma linda defesa. Enquanto isso a defesa se segurava lá atrás com Rafael Pereira e Igor Rabello que fizeram mais uma bela atuação dando consistência ao miolo de zaga alvirrubro, entretanto não tiveram sossego em nenhum minuto, principalmente pelo atacante Walter, que ainda sim com uns kilinhos a mais foi eleito o melhor jogador da partida. Jogando mais recuado como de costume participou de praticamente todas as jogadas ofensivas do time alviverde, distribuiu muito bem o jogo, fez diversos lançamentos e ainda acertou uma bola na trave no final do jogo. Pelo lado esquerdo Gastón Filgueira teve muito trabalho com as investidas do ala direito do Goiás, Suelinton.

Foto: GE
O iluminado

Após 65 dias inativo por conta de uma lesão, aos 26' do 2° Tempo, Maylson, até então titular da equipe antes de sua contusão, voltou a jogar pelo Náutico, em uma bela jogada individual o meio campista alvirrubro driblou os zagueiros na entrada da área e finalizou no cantinho, marcando o único gol do jogo e assim consequentemente sacramentando a vitória do Náutico.

Maylson retorna em grande estilo. Foto: GE
Agora a equipe do Náutico viaja para Santa Catarina, sábado a equipe pernambucana tem uma decisão pela frente. Avaí e Náutico que se enfrentam, brigam diretamente por uma vaga no grupo de acesso a elite, se o Náutico vencer assume o lugar da equipe catarinense no G4, em contrapartida, se o Avaí vencer, abrirá cinco pontos de vantagem em relação a equipe pernambucana.

O Small Ball

O Small Ball, é um estilo de jogo que podemos falar, do qual 'sacrifica' o tamanho, força física, defesa/ataque low post, (low post é quando você fica de costas para a cesta perto da linha de lance livre, por tanto é só um post de perto) para ganhar velocidade, agilidade e pontos (provavelmente da linha de três). Alguns times também podem jogar sem pivô para ajudar o Small Ball.

(Imagem: TheShoeGame)
O Small Ball não é apenas o contrario do Tall Ball, colocando só jogadores que tem algo de especial para aquilo funcionar. E claro existem vários tipos de Small Ball. Aqui nós vamos ver os três mais importantes, mas claro que tem vários,

The Rocket Ball

Na época de ouro dos Rockets, quando o Hakeem Olajuwon estava mandando no mundo dos pivôs. Houston estava com um time cheios de jogadores que jogavam na linha de três, e, além disso, eles estavam com quatro jogadores lá fora, sim eles estavam apenas com o Hakeem Olajuwon lá dentro.

(Foto: Sports Illustraded)
7-second-or-less ball

Criado por Mike D'Antoni, usado no Pheonix Suns, esse ataque consiste em correr num ritmo geral que quebra a defesa, usar a bola de três, ou passar para o pivô (Amar'e Stoudemire era o pivô do Suns na época). O Pick-and-Roll vira certo tipo de bônus. Nota: Esse estilo de jogo é muito mais fluido com um armador que joga no estilo do Steve Nash.

Enterrando: Amar'e Stoudemire. Passe: Steve Nash. (GIF:NBA)
Total Basketball (Tirado do nome: Futebol Total)

Bom, eu não sei quase nada sobre futebol, só assisto alguns jogos da UEFA ou das seleções, então caso eu fale merda, por favor, me ajude, obrigado, vamos continuar. O Total Basketball, baseado na tática "futebolística" criada pelo Holandês Rinus Michels (que depois criou o Tiki-Taka, do qual é quase a mesma coisa a diferença mais obvia é que no Tiki-Taka tem uma os jogadores tem uma mecânica pronta, e no Futebol Total é mais livre). Usado primeiramente pelo Boston Celtics (depois por todos os times dos anos 60-70, mas ok), e aperfeiçoado pelo San Antonio Spurs. A ideia é passar a bola um para o outro na tentativa de achar o melhor chute, o Spurs da uma alterada nisso dando um Milk-Clock (segurar a bola até perto dos 24 segundos). 

(Vídeo: Colin-Stanton)
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana