A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Esperando pelo fim da Série B

      Na 35ª rodada do Brasileirão, o Vasco recebeu o Luverdense com possibilidades reais de encaminhar o acesso para a Série A de 2017. O time tem feito partidas mornas e monótonas, com um Vasco apático que se dispõe a jogar os primeiros 45 minutos e o segundo tempo, na maioria das vezes, administra uma suposta vantagem de 1 gol sobre o adversário. Este roteiro não foi diferente do último jogo em São Januário. Os principais jogadores muito abaixo do que rendem, com um meio de campo altamente dependente das jogadas de Nenê e do menino Douglas. O ataque é ineficiente com Thalles, que apesar do gol, vem fazendo jogos com uma regularidade indesejada e que destoa muito  do antigo garoto que vestia a camisa 9 da Seleção Brasileira. E com a entrada do centroavante, Éderson acaba tendo um número menor de oportunidades de finalizar, pois a bola aérea é muito utilizada na tática pelo Jorginho.





                                                     Douglas e Nenê, os responsáveis pela criação do time

       O grande problema do time hoje reside principalmente do 1º volante até a zaga. Esses 5 jogadores que compõe o time titular no Vasco hoje são: Diguinho/Marcelo Mattos, Júlio César, Luan, Rodrigo e Madson. Os dois primeiros que desempenham a função do antigo "Cabeça de área" são os dois primeiros da lista de qualquer vascaíno para saírem do clube no ano de 2017, e a mesma está certíssima quanto ao pedirem a saída dos mesmos. Madson e Júlio César tiveram quedas de rendimento numa escala exponencial, o que hoje reflete em vazios na defesa, onde os adversários fazem pleno uso das famosas "avenidas" e no ataque o primeiro corre e cruza, mas não se mostra eficiente na efetuação dos cruzamentos. O lateral direito do Vasco hoje vive uma crise de autoconfiança que é um tanto estranha, pois o mesmo teve um primeiro semestre muito acima da média, com jogadas de infiltração, cruzamentos, explorando as "costas" dos laterais adversários e cavando faltas para Nenê e Andrezinho cobrarem. Já o segundo, quando chega ao ataque, demora a recomposição defensiva devido à idade avançada e o desgaste físico acumulado de uma temporada com algumas lesões.

       Rodrigo é um caso a parte. Rodrigo no início do ano era a alma e o coração do time. Provocava a torcida adversária, corrigia os erros cometidos por Luan (mesmo que um bom zagueiro, ainda é inexperiente) , era o capitão da nau cruzmaltina, e xerife do setor defensivo. Rodrigo é aquele típico jogador raçudo que se alimenta da provocação do adversário e da torcida vascaína e transforma isso em força para chegar naquela bola já dita como perdida ou naquela dividida que já foi perdida e que ele faria de tudo para aliviar o perigo da zona defensiva do Vasco. Porém, no início do 2º semestre, o zagueiro vascaíno começou a dar sinais de cansaço e isso, hoje, reflete numa sobrecarga nas funções de seu companheiro de zaga. A contratação de Rafael Marques foi necessária, porém um nome que só serviu para ser mais um na folha salarial do clube. Jomar poderia ser muito mais útil que o experiente defensor que veio do Coritiba e, além disso, seria mais um menino da base a subir e se juntar ao profissional.


                                               Rodrigo provoca o Flamengo após nova derrota rubro-negra

      O fim do ano se aproxima e a indefinição do acesso hoje é real. Os jogadores precisam dar o seu verdadeiro máximo, mesmo aqueles que queremos ver fora do clube no ano seguinte. Uma barca precisa deixar o Vasco levando os excessos e junto a ela, e isto inclui a velha política e a as antigas práticas de gestão dentro do clube feitas pelo nosso Presidente Eurico Miranda. É necessária a gestão técnica e eficiente por pessoas que entendam do meio, e não os nomes indicados para afundar o Vasco cada vez mais.

      Um grande abraço,
               J.P. Alves                 @8_joaopedro
              Linha de Fundo        @SiteLF

Pausa para as datas FIFA – E agora, Juve?

Com as datas FIFA, temos uma pausa nos campeonatos locais e nos torneios internacionais.

Nesse período, sem jogos oficiais, os veículos de comunicação soltam muitas noticias que nem sempre são verdadeiras. Precisam preencher os noticiários. Na Itália, mexer com a Juventus sempre dá audiência... Vamos tratar de algumas delas:

Dybala, renovação de contrato e Real Madrid

Há alguns dias os jornais italianos lançaram que La Joya não renovaria o contrato com a Juve até ouvir o que o Real Madrid teria a oferecer.

Ao ler essa notícia alguns torcedores ficam assustados, lembrando da recompra de Morata pelo Real e principalmente pela saída de Pogba.

Fato é que se o Real estiver disposto a pagar uma boa quantia (leia-se, no mínimo ‎€ 80 milhões) e o jogador quiser ir, não há quem possa segurá-lo em Torino.

Neste momento a Juventus não tem condições de pagar salários que o Madrid paga.

Outro fator que pesa muito é comparar a chance de êxito em competições europeias que Real e Juve têm. Até a Juventus conseguir voltar a vencer uma UCL, será difícil convencer um jogador que tenha esse tipo de ambição a ficar conosco em face de um Real, Barcelona e Bayern.

O que pode pesar a favor de uma renovação de contrato é a ótima adaptação do argentino na Itália, desde sua chegada a Palermo e sua transferência à Juventus.

Aqui ele é ídolo, tem todo o carinho da torcida e é o principal nome do time.

Lembrando que Dybala tem contrato com a Juventus até junho de 2020.

Vamos acompanhar e torcer para que ele fique conosco!


James Rodrigues na Juventus?

Mais uma especulação de transferência, dessa vez é o caminho inverso. James, que estaria insatisfeito com o banco do Real viria por emprestimo (com opção de compra) ou em transferência definitiva.

Especula-se em Madrid que o time merengue tem interesse em Aubameyang e Erikson (sem contar Dybala) e utilizaria o dinheiro para fazer essas investidas.

Nos últimos anos vimos várias especulações na Juventus: Robben, Sneijder, Ibrahimovic, Verrati, Cavani, Aguero, Draxler e por ai vai...

Sem muita ilusão: jogador que apesar de estar no banco tem alto valor de mercado e com enorme salário. Transação extremamente difícil.


Witsel quase lá

A Juventus parece ter chegado em acordo definitivo com o staff do meia belga Axel Witsel. Dizem que a Juventus considera investir até ‎€ 8 milhões para contar com o jogador já em janeiro, caberia ao Zenit aceitar.

Caso não conte com o jogador nesta janela, ele virá a custo 0 na janela do meio do ano que vem, visto que seu contrato terminará em junho de 2017 e em janeiro poderá assinar contrato com qualquer clube.

Witsel joga como meia, sabe marcar e jogar. Não gosto de fazer comparações, então, para quem tem curiosidade, veja alguns lances de Witsel no youtube.

Ele já defendeu o Standart Liege, Benfica e agora está no Zenit.

Aguardemos.


J-Medical e as confusões

Como já tratado no primeiro texto aqui no Linha de Fundo (O início de temporada da Juventus), a Juve vem sofrendo com várias lesões durante o início dessa temporada, mas duas em especial externaram o problema de forma bem intensa nos últimos dias.

A primeira delas é a lesão de Marko Pjaca. No começo pensávamos que era uma lesão muscular, porém, como divulgado pelo médico da seleção croata, Pjaca fraturou a fíbula e precisa ficar mais tempo afastado dos gramados.

Ocorre que houve um jogo de empurra-empurra entre os dois departamentos médicos. Primeiramente a Juventus comunicou a lesão de Pjaca como ocorrida em um treino com a seleção da Croácia. Já os médicos croatas relataram que o jogador já veio machucado, imputando a Juventus a responsabilidade e uma possível ineficácia nos trabalhos médicos de recuperação de jogadores.

Dessa forma, o jogador trazido por milhões na última temporada e com grandes possibilidades de atuar bons minutos, continua parado se recuperando da lesão.

Após sofrer uma lesão muscular na coxa esquerda, era esperado que Dybala já retornasse no jogo de sábado contra o Pescara, no Juventus Stadium.

Dybala em ação contra o Dinamo Zagreb - Foto: Juventus.com
Ocorre que foi divulgado que Dybala ficará mais tempo fora dos gramados o que colabora para os críticos da comissão médica bianconera.

Se for por precaução, apoio que os jogadores fiquem por mais tempo afastados. A temporada é longa e não adianta forçar neste momento. Porém é necessário trabalhar com inteligência e com as melhores técnicas médicas disponíveis, visto que estamos tratando do maior clube da Itália e um dos maiores do mundo.

Com todo o respeito as datas FIFA, já deu! Quero ver a Juve o quanto antes.

Obs. Hoje teremos um ótimo jogo entre Itália x Alemanha. A FIFA testará o árbitro de vídeo, havendo assistentes que auxiliarão os árbitros em campo nos lances difíceis. Vamos torcer para dar certo!

Daqui há uma semana teremos Juventus x Sevilla. Jogo importantíssimo para nós!


Fino alla fine!

Xepa LF - #35

   Fala, Cartoleiro e Cartoleira

   Senhoras e Senhores, meninos e meninas, quanta honra estar com vocês, brincar com vocês, mitar com vocês.



                                               Vem que tem feriadão


Calendário 2017: uma "gambiarra" sem fim

"Gambiarra": solução improvisada para resolver um problema ou para remediar uma situação de emergência; remendo. É, portanto, uma gíria que serve para definir o meio utilizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), afim de solucionar os graves problemas do futebol brasileiro.

Um desses problemas, indiscutivelmente, é a questão do calendário. Este que, na prática, não agrada ninguém. Nem os clubes de maior expressão, nem os considerados de menores. Enquanto os grandes estão insatisfeitos pelo desgaste que uma temporada causa, os pequenos lutam por mais jogos que possibilitam arrecadar e manter os seus respectivos custos.

Eis que o Bom Senso trás esperanças e cria uma liga independente. A Primeira Liga, entretanto, hoje só serve para deixar o calendário mais "bagunçado", já que politicamente parece ter se tornado inútil. Os clubes parecem acreditar nas falsas promessas de evolução feitas pela entidade máxima do futebol brasileiro e o "cordão umbilical" permanece intacto. 



No próximo ano, novamente haverão alterações no calendário do país, o que já era esperado depois que a Conmebol anunciou a expansão na sua principal competição. Com o aumento de participantes, a Libertadores poderá ter até oito representantes brasileiros – caso a Chapecoense conquiste a Copa Sul-Americana , sendo que apenas três terão vaga direta. 

A demasia pela glória de disputar a competição internacional, faz com que os clubes e principalmente os torcedores não enxerguem que essa mudança é maléfica e regressiva para o futebol nacional, indo na direção contrária em relação aos anos anteriores. Claramente, a Libertadores traz mais prejuízos do que benefícios aos brasileiros, ainda mais com os frequentes vexames nos últimos anos. 

Um calendário refém das mudanças da Conmebol, por si só, já serve para notar que algo não está certo. Contudo, os problemas não param por aí: haverá data FIFA paralela às competições nacionais; os estaduais seguem com uma importância maior do que deveriam – redução de apenas uma data; e clubes de menor expressão seguirão inativos na maior parte do ano.

A principal mudança está na Copa do Brasil, que terá jogos únicos nas duas primeiras fases, possibilitando que os confrontos sejam decididos em menos jogos. Pouco ou quase nada. É o que tem-se repetido ano após ano e uma mudança revolucionária que todos esperam, de fato, nunca ocorre.

Por: Marcelo Júnior || Twitter: @marcelinjrr
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana