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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Caixão e vela preta?

Na noite desta quarta-feira (16), o Figueirense recebeu no estádio Orlando Scarpelli, a equipe do Corinthians para a rodada 35 do Brasileirão. Mais uma vez não jogando bem, o Figueirense arrancou um empate já nos acréscimos com gol de Rafael Moura de cabeça.

Gol nos acréscimos 'salvou' Figueirense de ser rebaixado na rodada (Foto: Gazeta Press)

Figueirense foi mais do mesmo. Falar da falta de qualidade do time, é bater na mesma tecla chata de sempre. E sabe quando a tecla vai desgastando-se e não funciona mais? Então, essa tecla de que o time é ruim, desgastou-se.

A partida começou um pouco disputada, com as defesas aparecendo bem. Aos 14 minutos, Rafael Moura recebeu cruzamento de Ayrton, e He-Man ajeitou para Elvis que chutou para o fundo das redes. Porém, o assistente acabou marcando impedimento de Rafael Moura. Aos 33', Elvis fez cobrança de escanteio, o zagueiro Marquinhos chegou cabeceando e a bola explodiu no travessão de Walter. Aos 43', o Corinthians chegou como quis ao ataque. Trocando vários passes com facilidade e envolvendo o time catarinense, Camacho passou por dois marcadores e chutando da entrada da área, abriu o placar no Orlando Scarpelli.

Desespero e decepção de torcedores batia a cada chance desperdiçada (Foto: Leo Munhoz/Agência RBS)

Na segunda etapa, logo aos 7 minutos, Giovanni Augusto partiu pela direita de ataque, livrou-se da marcação e chutou com o pé direito. A bola bateu na trave e assustou ainda mais os torcedores do Figueirense. Ao longo da etapa complementar, a vitória paulista se parecia quase certa. O Figueirense criava, mas não sabia concluir em gol. Aos 43', conseguiu com Rafael Moura, mas o assistente marcou novo impedimento. Mas aos 47', com parte dos 5.746 torcedores presentes já tido ido embora, o gol saiu. Falta no meio do campo, Yago dá um chutão pra dentro da área, e Rafael Moura sozinho de cabeça marca o seu 14° gol com a camisa do Figueirense, assim dando números finais à partida.

Artilheiro, Rafael Moura tenta dar esperanças ao desacreditado torcedor alvinegro (Foto: Figueirense FC)

Outro acontecimento do jogo de ontem foi o protesto da organizada Gaviões Alvinegros contra o Assessor da Presidência, Branco. Com uma faixa com os dizeres "Fora Branco", os torcedores organizados gritaram palavras de ordem contra o assessor de Wilfredo Brillinger.

Protesto da organizada contra o Assessor da Presidência, Branco (Foto: Leo Munhoz/Agência RBS)

Muito me interessa e de certa forma intriga, essa raiva toda de que a Gaviões Alvinegros tem com Branco. Queria muito saber o motivo. Analisemos: Branco chegou ao Figueirense para ocupar o cargo que ocupa, há dois meses. Então que parcela de culpa ele tem sobre a atual situação deplorável do clube? Não o livro de nada. Assim como maioria, também não o queria no Figueira. Mas será que é ele mesmo o maior culpado? Será que não estamos esquecendo de ninguém, Gaviões? Ou só estão se fazendo de esquecidos para não perderem certas regalias?

Quem é o maior culpado? Para organizada, Wilfredo é inocente (Foto: Figueirense FC)

Muitos da organizada dizem que os ditos "torcedores comuns" que deveriam protestar, de que ficar falando em rede social é fácil, etc. Mas vem cá. Se sabemos que a organizada não protesta e protege o Wilfredo de tudo e todos, com que coragem iriam fazer protesto? Depois do acontecimento da partida contra o Grêmio onde alguns marginais da organizada invadiram o setor C para agredirem "torcedores comuns" do próprio Figueirense, esse torcedor que vivenciou isso, tem medo. Medo de ser agredido, de ser morto. E tudo por não cantar os 90 minutos e/ou por protestar contra um presidente que faz o que quer com o clube, e os torcedores que de certa forma têm mais "força" no Figueirense, são omissos e só vêem o que eles querem.

Voltando a falar de futebol, com o ponto conquistado no apagar das luzes, o Figueirense chegou aos 34 pontos. Diminuiu a desvantagem para o primeiro fora da zona de rebaixamento que é o Vitória, para 5 pontos.

Restando apenas 3 rodadas para o término do campeonato, somente um milagre de outro mundo salva o Figueirense da degola. Enfrenta na próxima rodada, o Vitória, adversário direto. Chances para se livrar, existem. Esperanças, talvez, porém pequenina e em alguns torcedores. Agora, time para se livrar não temos. E o que joga é o time. A esperança não entra em campo e nem faz um time melhorar de produção.

Ficha Técnica - Figueirense 1x1 Corinthians

Data: 16 de novembro de 2016
Horário: 21h45 (horário de Brasília)
Local: Estádio Orlando Scarpelli, Florianópolis, SC
Público e renda: 5.746 presentes; renda de R$ 106.890,00
Arbitragem: Anderson Daronco (RS); Elio Nepomuceno Júnior (RS), Jorge Eduardo Bernardi (RS)
Cartões amarelos: Jackson Caucaia e Marquinhos (FIG); Lucca e Rodriguinho (COR)
Cartão vermelho: Giovanni Augusto (COR)
Gols: Rafael Moura (FIG); Camacho (COR)

Figueirense: Gatito, Ayrton, Marquinhos, Werley, Pará; Jackson Caucaia (Everton Santos), Josa, Ferrugem (Yago), Elvis (Matheusinho); Lins, Rafael Moura | Técnico: Marcos Santos

Corinthians: Walter, Fágner (Léo Príncipe), Léo Santos, Pedro Henrique, Guilherme Arana; Willians, Giovanni Augusto, Camacho, Rodriguinho, Marquinhos Gabriel (Marlone); Lucca | Técnico: Oswaldo de Oliveira

Patrick Silva | @figueiradepre

Relatos de um time que joga de calça jeans

Tirando uma soneca em Florianópolis, Corinthians empata e vê mais distante o G-6
Foto: Meu Timão 

Você pelo menos em alguma vez na vida já praticou atividade física usando calça jeans? Seja numa pelada despreparada ou na aula de educação física na escola. É meio inviável, né? Você acaba tropeçando em si mesmo, dificulta a locomoção, imagine então a calça molhada, piorou! Aí você deve estar pensando, aonde eu quero chegar com isso. Bom, é dessa forma que eu vejo o Corinthians jogar nos últimos jogos. O time se mostra lento, apático, tem medo da bola, falta de objetividade, entre outros.

O time do Corinthians teve mais uma chance diante do Figueira de embalar de vez e conquistar logo a vaga no G-6 como "prêmio de consolação do ano", porém não fez a sua parte e jogou muito mal, apenas se aproveitava de contra-ataques que acabavam sendo mal sucedidos, nem dando muito trabalho para o arqueiro catarinense. Para a felicidade do timão ainda na primeira etapa, Camacho abriu o placar com um golaço aos 43 minutos, limpando dois zagueiros e batendo forte no canto esquerdo.

Na segunda etapa, não foi muito diferente, um time mais atrapalhado do que o outro, perdendo várias oportunidades, passes. Por um momento parecia que o Giovanni Augusto estava sendo o melhor em campo pelo Corinthians, só pareceu mesmo, deve ter sido ilusão de ótica, porque depois desse meu pensamento ele só fez burrada e acabou sendo expulso de campo, ou dando um reforço para o time. Aliás, para variar o time da casa empatou bem no final do jogo com um gol impedido, frustrando o timão que devia ter achado que já estava ganho. Sabíamos que tomariamos um gol ainda naquela noite, é de lei o Corinthians tomar gol nesse Brasileirão. Inclusive a última partida que nós saímos sem sofrer um tento foi justamente contra o Internacional que vamos enfrentar na próxima segunda-feira, na ocasião, vencemos pelo placar de 1 a 0.

Precisamos analisar algumas coisas: primeiramente, Oswaldo de Oliveira & Cia, vocês sabem o que é SEGURAR O JOGO? e tentar ao máximo sem impor contra o adversário? Não parece. Corinthians vacilou demais perdendo pontos importantes inclusive em casa deixando de fazer isso, algo de errado, não está certo. Segundo, eu sou uma pessoa que defende bastante a categoria de base que muitas vezes divide opiniões, mas porque não usa ela? Falta experiência, eu até entendo, mas ela precisa ter oportunidades, nem que seja nos 15 minutos finais, porque se não eles vão embora e não acabamos nem vendo o cara jogando pelo clube. Enquanto alguns como o caso do Cristian que jogou muito na sua primeira passagem pelo timão, mas não é mais o mesmo, não mostrou para que veio, e mesmo assim tem oportunidade quase todo jogo, nada contra ele, mas não da, tem outros casos que ficaria muito extenso de ser comentado somente nesse texto. Terceiro, aproveitando o embalo da base e comentar sobre a estreia do garoto Léo Santos, de apenas 17 anos diante do Figueirense. No meu ponto de vista, não jogou mal ele, mas também não fez uma partida magnífica, passou uma certa tranquilidade antes de tomar o gol, mas isso não esconde a carência ainda de um zagueiro experiente no Corinthians.

E por último, não menos importante, gostaria de saber mais uma coisa, a única desculpa das derrotas do Corinthians é a arbitragem, Oswaldo? Tudo bem que realmente, fomos prejudicados, mas parece que não tem a decência e a audácia de reconhecer que o time está demonstrando um futebol pífio, não jogando nada. Ainda dizendo que o time está jogando bem, vai tentar enganar outro, professor, à mim você não engana.

Sinceramente eu não sei se vamos conseguir essa vaga no G-6 para a Libertadores de 2017, não sei se esse time merece, não sei se viável também nesse momento. Nós como torcedores que amamos muito o clube, queremos sempre ver nosso time bem, jogando um futebol digno, com cara de Corinthians.

Na próxima segunda-feira, o timão recebe a equipe do Internacional, na Arena Corinthians às 20h. Volto à repetir, quer G-6? Faça a diferença!

Vai, Corinthians! 

Césare Boralli || @cesareboralli

Linha de Fundo || @SiteLF

Após mais uma conquista, Thales quer aproveitar agora a titularidade no Atlético-GO

Restando duas rodadas para o fim da Série B do Campeonato Brasileiro, o técnico Marcelo Cabo, do Atlético Goianiense, que conquistou o título da competição no último sábado (12), deve dar oportunidades para outros jogadores na equipe titular. Com alguns titulares suspensos e outros poupados por conta do desgaste físico, devido a sequência de jogos, outros atletas podem iniciar a partida contra o Sampaio Corrêa, em São Luís. O zagueiro Thales é uma das opções do comandante rubro-negro. 

- Eu venho treinando muito forte e essa vai ser uma oportunidade muito importante para mostrar serviço. Tanto para mim, quando para os demais jogadores que atuaram pouco durante a temporada, vai ser uma chance de aparecer e mostrar trabalho, analisa Thales. 

O atleta de 23 anos, pertence ao Internacional, e já soma alguns títulos importantes na carreira. Foi Campeão Gaúcho com o Colorado, em 2013 e 2014, e Campeão Baiano, com o Bahia, em 2015. E agora, comemora o acesso e o título do Campeonato Brasileiro da Série B pelo Dragão.

- Apesar de jovem, já conquistei alguns títulos importantes, e isso é muito bom. Nós vamos ficar marcados na história do clube, principalmente agora, por conquistar uma competição nacional. Estou muito feliz, revela o zagueiro.

Atuando como profissional desde 2011, Thales avalia essa temporada como a melhor da carreira coletivamente. 

- O ano de 2016 foi muito positivo, com grandes conquistas, aprendi muito no Atlético Goianiense e me sinto muito mais forte e mais experiente. Quero aproveitar da melhor forma essa reta final da temporada e espero ter mais oportunidades no próximo ano, finaliza. 


Thales comemorando mais um título com a filha Valentina - Foto: Álvaro de Castro / ACG

Jogamos para o gasto. Mas quem se importa? Vencemos.

4 rodadas de resultados e atuações ruins, finalmente, vencemos. Flamengo x América-MG se enfrentavam no Mineirão pela rodada 35 do campeonato Brasileiro e tudo que a torcida do Flamengo pensava era: vencer. Não foi diferente, o fraco time do Coelho Mineiro não foi páreo para tentar parar um Flamengo que, mesmo com atuação fraquíssima e um time com desfalques importantes no setor defensivo, foi efetivo nas finalizações e soube se virar contra um time que jogou extremamente fechado no campo de defesa. 

A grande quantidade de rubro-negros no Mineirão na noite de quarta (16) deixou claro que a torcida ainda não jogou a toalha para o time (nem há motivo para tal) e que apesar das más atuações que o time vem mostrando a nação estará apoiando a equipe até o final do campeonato. 
Everton comemora o gol da vitória do Mais Querido / Foto: flamengo.com.br

A partida de ontem deixou claro, mais uma vez, o quão dependente de Diego é a equipe do Flamengo. Assim como no jogo contra Corinthians, Botafogo etc, depois que a defesa adversária acertou a marcação em cima do camisa 35 as chegadas ofensivas do Flamengo se tornaram raras e quando aconteciam, aconteciam de maneira óbvia com os pontas (Éverton e Fernandinho no caso de ontem) e abuso de chutões para Leandro Damião se virar contra 3 zagueiros. 

Mesmo com atuação ruim, a vitória veio e com ela veio esperança para o que vem no futuro. Donatti se saiu muito bem (diferentemente da sua atuação na derrota por 4 a 2 contra o Figueirense) na zaga, Paulo Victor parece ter reconquistado a confiança da torcida com boas defesas que evitaram o empate Americano e a entrada do garoto da base Tiago Santos que foi vista com muito bons olhos e que pode dar bons frutos para a temporada de 2017. 

A próxima final será contra o Coritiba, no Maracanã, e a Nação Rubro Negra espera ver uma atuação convincente e uma vitória que nos ponha cada vez mais perto da Fase de Grupos da Libertadores 2017. Ainda estamos vivos, VAMOS FLAMENGO!

Texto por: @matheusubtil / Matheus Subtil

Botafogo é derrotado pela Chapecoense e liga sinal de alerta

Botafogo e Chapecoense enfrentaram-se na noite desta quarta-feira (16), em jogo válido pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro viu o time visitante balançar a rede duas vezes, vencer a partida e de quebra encerrar a sequência invicta do Glorioso, que segue na quinta posição com 55 pontos. O Botafogo volta a jogar no próximo domingo (20), contra o líder Palmeiras, fora de casa.  

Camilo acertou a trave duas vezes (Foto: André Durão/ Globoesporte.com)
O JOGO

A partida foi bem movimentada. O Botafogo iniciou melhor, tendo maior posse de bola. Aos 15 minutos, Thiago atrasou mal e Neilton teve ótima chance de abrir o placar. O atacante driblou o goleiro Danilo mas perdeu o ângulo. Na sequência, trombou com Rodrigo Lindoso. Aos 25', foi a vez da Chapecoense assustar. Após cobrança de escanteio, Sidão resvalou na bola e evitou o gol do time catarinense. Um minuto depois, Dener Assunção cruzou e Kempes se antecipou e tocou com perigo. A bola passou muito perto da trave. A Chape passou a gostar do jogo e com facilidade, chegava mais vezes ao ataque. Aos 32 minutos, a equipe visitante abriu o placar. Cleber Santana bateu falta e Kempes, de cabeça, mandou para o fundo da rede. Aos 36', o Botafogo poderia ter empatado em bela cobrança de falta de Camilo, que acertou a trave. Aos 43 minutos, Joel Carli, como se fosse atacante, entrou na área, driblou os marcadores e na hora da finalização, foi bloqueado. Lance interessante. Aos 46', o primeiro tempo chegou ao fim. 

O Glorioso voltou para a etapa final com a mesma escalação. Com apenas 1 minuto, Rodrigo Pimpão recebeu dentro da área e finalizou. A bola desviou e ia na direção do gol, mas o goleiro Danilo se esticou para evitar o empate. Aos 12 minutos, o Alvinegro chegou mais uma vez. Neilton recebeu lançamento longo e tabelou com Rodrigo Pimpão, que chutou forte, rasteiro e obrigou Danilo a espalmar. Aos 13', após cobrança de escanteio, Camilo cabeceou com perigo e Danilo, novamente, salvou. Aos 19 minutos, a Chapecoense ampliou. Após rebatida, Tiaguinho tocou para Sérgio Manoel, que ganhou na corrida, avançou e tocou no canto esquerdo de Sidão, que nada pôde fazer. 2 a 0 Chape. Jair Ventura fez, imediatamente, a primeira alteração no jogo, tirando Diogo Barbosa para a entrada de Gervasio Núñez. Aos 21', Neilton arriscou de fora da área e Danilo deu rebote. Rodrigo Pimpão, no entanto, não conseguiu chegar a tempo. Aos 28', foi a vez de Rodrigo Lindoso ser substituído. Leandrinho entrou em campo. Aos 34 minutos, Carli desviou e a bola sobrou limpa para Camilo, que de primeira mandou na direção do gol. A bola bateu no travessão. Aos 37', última alteração no Glorioso, com Vinícius Tanque substituindo Rodrigo Pimpão. No minuto seguinte, Gervasio Núñez arriscou na entrada da área e levou perigo. A bola passou à direita do gol. Aos 49', a partida terminou. 

OBSERVAÇÕES

Era aquele dia que a bola não entraria. O jogo poderia estar acontecendo até agora que o gol não sairia de jeito nenhum. Não foi por falta de tentativa. 

O Botafogo, que ostentava uma série de sete jogos sem perder, completou agora três partidas sem vitória. Sinal de alerta ligado na reta final do Brasileiro. Os times logo abaixo farão o possível para ultrapassá-lo. É necessário voltar a vencer logo. 

Não são apenas três jogos sem vitória. São também três partidas sem balançar as redes. O ataque alvinegro vem passando em branco ultimamente. A impressão que passa é que os jogadores preocupam-se mais em enfeitar jogadas do que arriscar chutes. 

Embora seja decisivo, Camilo caiu demais de rendimento. Rodrigo Lindoso foi o pior em campo e, no entanto, seguiu até o fim do jogo. Jair Ventura, que demorou a mexer, não fez boas substituições. 

Desde que a campanha do Botafogo passou a ser mais bajulada pela mídia, o desempenho caiu. Dica valiosa: menos programas de TV, mais concentração, foco no objetivo. 

FICHA DO JOGO

Botafogo 0
Sidão, Alemão, Joel Carli, Emerson Santos, Victor Luis; Airton, Rodrigo Lindoso (Leandrinho), Camilo, Diogo Barbosa (Gervasio Núñez); Neilton, Rodrigo Pimpão (Vinícius Tanque). Técnico: Jair Ventura. 

Chapecoense 2
Danilo, Caramelo, Thiego, Neto, Dener Assunção; Matheus Biteco, Sérgio Manoel, Cleber Santana (Arthur Maia); Tiaguinho (Ailton Canela), Kempes (Bruno Rangel), Lucas Gomes. Técnico: Caio Júnior. 

Estádio: Arena Botafogo (RJ). 
Árbitro: Dewson da Silva (PA). 
Assistentes: Márcio Dias (PA) e Helcio Neves (PA). 
Gols: Kempes (32' do 1º T), Sérgio Manoel (19' do 2º T). 
Cartões amarelos: Victor Luis, Airton e Rodrigo Lindoso (Botafogo); Neto (Chapecoense). 
Público: 10.170. 
Renda: R$ 194.850,00. 

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 
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