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terça-feira, 22 de novembro de 2016

O falso empate entre Milan e Inter

Milan e Inter, protagonizaram mais um capítulo do maior clássico de clubes da mesma cidade do Mundo neste domingo (20), pela XYZ rodada do Campeonato Italiano. Como de costume, show da Curva Nord (organizada da Inter) e da Curva Sud (Organizada do Milan), com seus mosaicos tradicionais nos dias de clássicos.
Esse foi o último Derby de Sílvio Berlusconi, maior presidente da história do Milan. (Via:@SportsPremium)

Sobre o jogo, o mesmo do que nunca deixou de ser. Clima pesado, torcidas acaloradas, e muita entrega em campo, pelas duas partes. A Inter tomou conta da primeira etapa, com chegadas pelos lados, com Candreva forçando o jogo pelo lado de Abate, o nerazzurri, levando a melhor mais vezes, foi o protagonista dos primeiros 45 minutos, dano chances claras de gol que não foram aproveitados por Icardi. 


Mesmo com total controle da metade do jogo, quem abriu o placar foi o Milan. No contra-ataque, Bonaventura passou para Suso, que em rápido movimento de pernas, conseguiu cortar para o meio e chutar, não dando chances a Handanovic e abrindo o placar para os Rossoneri, já aos 43 minutos de jogo. 
 

Celebração do segundo gol. (VIA @acmilan)
Na segunda etapa, o jogo ficou mais proporcional, o Milan não se deixou levar pela vantagem e, em jogadas individuais, Niang e Bonaventura levaram perigo, quase ampliando a vantagem do diabo. Mas o gol veio do outro lado. Após falha de Locatelli, deixando a bola sair em lateral, Ansaldi cobrou rápido e achou Candreva. O recém chegado tinha espaço e acertou um belo chute de fora da área, sem chances para Donnarumma.

Não durou muito, a Inter foi para o abafa muito cedo, e em bola lançada, Carlos Bacca, sumido em campo, foi até a linha de fundo e passou para Suso, o espanhol cortou Miranda em direção da pequena área e, com a perna direita, bateu na chamada parede do gol, sem chance pra Handanovic, vantagem pro time vermelho e preto.

Suso é o primeiro espanhol a marcar no Derby com a camisa do Milan
A pressão da Inter seguiu, mesmo com a desvantagem em duas vezes no placar, os comandados de Stefano Pioli tinham controle do jogo, mas não marcavam. Até os 48 minutos, quando o castigo veio para o Milan e Ivan Perisic escorou dentro da pequena área um desvio de cabeça de Miranda, dano números finais ao empate, 2 a 2.

A Inter tomou conta do jogo, foi melhor nos 90 minutos, mas o Milan foi mais efetivo. E, com o tarde gol de Jovetic, o empate deixou um tom de mentira. Mesmo com menos posse e finalizações, o Milan merecia mais que a Inter, que pouco se preocupou com a qualidade.  
Com o empate, ficou o gosto de derrota para o Milan, que subiu uma colocação e está em segundo. Na próxima rodada, os Rossoneri jogarão fora de casa, contra o Empoli.


POR: @ACM_VINICIUS

Finalmente líder

No último domingo (20), o Chelsea fez o jogo isolado da Premier League, contra o Middlesbrough, fora de casa. Os Blues sabiam exatamente sua missão, após ver seu rival direto pela liderança, o Liverpool, tropeçar fora de casa. Caso o Chelsea vencesse o Boro, assumiria a liderança do campeonato, pela primeira vez nesta edição. 

Com o gol de Diego, o Chelsea assumiu a liderança: Fonte (Getty Images)
Antonio Conte manteve a já conhecida formação: 3-4-3 com Courtois no gol (goleiro belga não sofre gol a 540 minutos); Azpilicueta, Cahill e David Luiz; Moses, Kante, Matic e Alonso; Pedro, Hazard e Diego Costa. O Boro, do treinador Aitor Karanka, vinha com sua tradicional retranca, esta que garantiu empates contra Arsenal e Manchester City, ambas fora de casa. 

Com essa retranca que já era esperada, o time londrino teria que propor o jogo e ter muita paciência para entrar na defesa adversária. Os Blues, durante todo o primeiro tempo, tiveram a posse de bola e controlaram o jogo, mas não conseguiram criar tantas oportunidades. Apenas uma com Pedro, aos 28 minutos, quando Moses recebeu lançamento, rolou para o atacante espanhol chutar forte e ver Valdes a fazer uma defesa inacreditável. No mais, foi Chelsea rondando à área do Boro, porém aos 41 minutos, após escanteio, a bola sobrou para Diego Costa abrir o placar. 

Conte não foi eleito o melhor técnico de outubro por acaso, Chelsea acumula 6 vitórias: Fonte (Reuters)
A segunda etapa não foi muito diferente da primeira, com o Chelsea tendo a bola, mas com dificuldades para entrar. E novamente apenas um lance de maior perigo, quando Diego Costa ajeitou cruzamento de David Luiz e Pedro mandou uma pancada no travessão do Valdes. O goleiro com mais "clean sheets" na temporada (Courtois), trabalhou apenas uma vez, caindo para pergar chute forte de Negredo. 

Diferente das últimas rodadas, não foi uma grande atuação do Chelsea, mas o time se mantém muito sólido, dano pouquíssimas chances para os adversários e sabendo administrar o jogo no campo de ataque. Porém, a mudança de postura após o 3 a 0 para o Arsenal é inacreditável. Depois daquela derrota humilhante, o Chelsea já acumula 6 vitórias seguidas, não sofrendo nenhum gol e marcando 17. Com essas 6 vitórias, os Blues subiram de 8° para a liderança da Premier League com 28 pontos, 1 a frente de Liverpool e CIty. Na próxima rodada, o Chelsea tem clássico contra o Tottenham, em Stamford Bridge, buscando manter a liderança. 

De: Gabiru // Twitter: @gabridosanto

Manchester United 1 x 1 Arsenal: O pesadelo continua

Wenger comemora, mas sabe que no fundo tem muitos motivos para estar preocupado. (Foto: Getty Images)

Enfrentaríamos o Manchester United em Old Trafford, o que já seria um desafio daqueles pra nossa equipe. Pra piorar, os adversários ainda tinham José Mourinho no comando da equipe. Era aquele famoso jogo que aquelas pessoas que gostam de estatísticas adoram, pois ela sabiam que o único caminho para essa partida era a vitória dos Red Devils. 

E essas pessoas estiveram certas por muito tempo. Foi um domínio completo do time mandante. Se o Teatro dos sonhos já intimida o Arsenal por natureza, o próprio Arsenal conseguiu deixar sua missão mais difícil jogando um futebol ridículo. No primeiro tempo, pra não ser mentiroso, os Gunners assustaram apenas uma vez, e provavelmente foi sem querer. Em cobrança de escanteio, Özil tocou pra Monreal que cruzou, a bola bateu e rebateu na defesa do United, mas Ramsey não conseguiu alcançar o toque de Alexis para tentar marcar. 

E foi só. O Arsenal não passou disso no primeiro tempo. Quer dizer, passamos por momentos bem ruins: Pogba, quando tinha espaço, fazia estrago e em uma jogada, achou Mata sozinho após Koscielny e Mustafi baterem a cabeça. O espanhol deu um chute rasteiro e forte, mas nosso goleiro Petr Cech conseguiu nos salvar com uma bela defesa. Era só um presságio do que estava a acontecer. 

O sistema defensivo parecia estar meio abobalhado(esse é o único termo que pode definir) e quaisquer jogador do United tinha espaço para pensar e fazer aquilo que bem entendesse. Mas o resto da defesa esqueceu de avisar ao nosso goleiro. O tcheco fez outra boa defesa em chute colocado de Martial. Mas era bem óbvio que ele não ia conseguir segurar tudo. No segundo tempo, Mata outra vez conseguiu receber a bola sozinho em um buraco na nossa defesa, dessa vez em passe de Ander Herrera, e não deu chance de defesa. 

Belo chute de Mata que deu a vantagem no placar para o time da casa. (Foto: AFP/Getty)

O placar era ao mesmo desfavorável e favorável. Estávamos perdendo, mas era "só" de um a zero. Com aquilo que fora produzido, era pro Manchester United ter,no mínimo,três gols de vantagem. Mas o futebol é desses que oferece a menor chance para aquele time que não conseguia dar um mísero chute ao alvo durante TODO O JOGO(sim, todo o jogo) ter uma chance de igualar o placar. 

Wenger viu que o time precisava de mais e colocou Chamberlain e Giroud para tentar responder. Em um asterisco, nosso técnico ainda não tem culhão suficiente para tirar Özil das partidas. O alemão, que teve toda a data FIFA para descansar, era nulo em campo. Mesmo com as mudanças, nossa equipe não conseguia produzir nada e o jogo se tornava chato, pois o United entrou na única tática que Mourinho conhece, que é defender e deixar o tempo passar. 

Aos 45 minutos,uma faísca de inspiração: Chamberlain, que estava descansado, ligou o turbo e conseguiu chegar na linha de fundo livre e deu um cruzamento milimétrico para Giroud, que contra a fraca defesa do United conseguiu colocar a bola dentro do gol. Em um jogo atípico, o Arsenal conseguiu o empate. 

Giroud cabeceia para empatar o jogo. (Foto: Action Images via Reuters)

Apesar do resultado não ter sido de derrota, é impossível não destacar negativamente a nossa atuação. O time não tinha nenhum padrão tático. Ramsey estava perdido jogando pelo lado esquerdo e por isso Antonio Valencia fez o que quis em nosso sistema defensivo. Özil e Alexis estavam encaixotados pela marcação e o galês era uma peça essencial para as construções das jogadas. Se for pra jogar pela esquerda, é melhor que coloquem o garoto Iwobi no time. 

O Arsenal ainda não conseguiu vencer o seu pesadelo de jogar no Old Trafford pela Premier League. E Wenger ainda deve acordar desesperado quando deita e sonha com José Mourinho. Esse empate espírita não serviu para os dois se libertarem dos seus principais pesadelos, muito pelo contrário, é um sinal de que eles ainda estão muito vivos e acordados em nossos pensamentos. 

Analisando de uma forma geral, o empate fora de casa não é ruim. Estamos em quarto lugar a três pontos do líder Chelsea e o campeonato está em aberto. Já não é a primeira atuação ruim do Arsenal na temporada. Contra o Burnley, contamos com a sorte. Contra o Middlesbrough, sofremos um ridículo empate. Precisamos acordar de vez para nos libertar daquilo que vem tirando nosso sono há tantos anos. 

Twitter
@SiteLF / @PLBrasil_LF 
Autor: @sergiostn_

Déjà Vu

"Déjà Vu pode-se descrever como a sensação desencadeada por um fato presente que faz com que quem o sofra lhe pareça estranhamente que já presenciara aquela específica situação, quando, em verdade, não o fizera."


Mata marcou para o Manchester, mas um gol não foi suficiente. (Reuters)
Dominar uma partida e, ao final dela, não levar os três pontos ou a classificação vem sendo uma constante nos anos pós Sir Alex Ferguson. E na partida contra o Arsenal não foi diferente. Dominamos a partida, mas precisamos de 10 chutes no gol para marcar um tento com o matador Juan Mata, enquanto eles marcaram em apenas uma oportunidade. 


Um castigo, mas mostra que o futebol não perdoa, nunca perdoou e nunca vai perdoar. Se tiver a chance, tem que matar o adversário, tipo um certo 8x2 que tivemos...


Nosso capitão tomou uma daquelas, pelo visto estava precisando, torcer para a ressaca não ser grande. (The Sun)
Apesar de termos um dos maiores clássicos do futebol inglês na semana, o que roubou a cena foi o tumulto com nosso capitão, que em sua folga da seleção foi à um casamento e causou. Encheu a cara, deu em cima de uma mulher acompanhada, brigou com o DJ e a lista de vexames só aumenta o quanto mais procurar...


É verdade que, nosso capitão está passando por um momento delicado, e está num momento de transição da carreira. Dentro de campo, apesar da garra e vontade de sempre, ele não consegue repetir as grandes atuações de um passado recente. Acredito que ele tenha que fazer algumas escolhas para que seu futuro ainda seja produtivo.


Para George Best bebidas e farras nunca foram problemas. (Footyfair)
Quanto à bebedeira? Nem vou falar nada, temos entre nossas lendas jogadores mais problemáticos que Rooney. Não precisa ir longe para chegar em um exemplo: Giggs! Ou se quisermos podemos ir mais longe e encontramos Best, passando entre eles por Cantona. Depois de pensar nisso, a única coisa que me veio a cabeça foi que Rooney faz o que ele achar que deve fazer em suas folgas, não é da minha conta. Se começar a afetar dentro do campo tem um treinador lá para chamar sua atenção, não vou ficar vigiando jogador, até porque estou bem distante para essa função.

Um abraço a todos, até a próxima rodada e GGMU!
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