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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Arsenal 2x2 PSG: A verdade uma hora tem que ser dita

O principal inimigo do Arsenal nesta noite foi ele mesmo. (Foto: Reuters)

O Arsenal tinha tudo para sacramentar aquela tão necessária primeira posição no grupo que não vem desde a temporada 2011/12 hoje. Tinha. Vindo de uma boa campanha nessa temporada, sem maiores sustos(como já mencionado no texto do jogo contra o Ludogorets), tínhamos tudo para garantir logo esse objetivo. Jogando em casa contra um PSG - sem Di Maria - e que não está na sua melhor fase - é só o terceiro colocado no campeonato francês - o cenário em bem favorável para nós. 

Mas o time londrino entrou nervoso. Parecia que o jogo era em Paris, pois o PSG tomava as ações do jogo e desde o início pressionou, buscando o seu gol. Logo nos primeiros minutos, Gibbs salvou uma bola em cima da linha, após o desvio de Thiago Silva na cobrança de escanteio. O que todos viam que iria ser uma noite ruim no Emirates, se confirmou minutos depois. Após Jenkinson e Mustafi baterem cabeça, Thiago Motta deu um lindo passe para Matuidi e o francês cruzou para Cavani, que, sozinho, apenas completou para a rede. 

No restante do primeiro tempo, vimos aquilo que o Arsenal mostrou nos últimos jogos: passes errados, falta de triangulações e, consequentemente, poucas chances de gol. O PSG dominava a partida, deixando o tempo passar e fazendo o Arsenal ficar perdido nas suas próprias pernas. Já aos 45 minutos, uma gota de esperança: conseguimos roubar a bola e Özil enganou a defesa parisiense e achou Alexis livre na área. O chileno viu que Krychowiak vinha desesperado atrás dele e se jogou de uma maneira um tanto quanto ridícula. O árbitro caiu na do Gunner e marcou o pênalti. Giroud, que não tem nada a ver com isso, marcou e empatou o jogo. Injusto, mas o Arsenal iria com o placar empatado para o vestiário. 

Giroud voltou a marcar, dessa vez de pênalti. (Foto: Action Images via Reuters)
No segundo tempo, o Arsenal até entrou mais elétrico, mas foi o PSG que mais assustou e Lucas acertou o travessão de Ospina. Alguns minutos depois, a sorte voltou a sorrir para o lado inglês: Jenkinson cruzou, a defesa não conseguiu afastar e Ramsey chutou fraco, a bola rebateu e Marquinhos tentou afastar a bola com um chutão, porém ela bateu em Verratti e acabou entrando.

A euforia era enorme na Inglaterra, pois com o resultado os Gunners garantiriam o primeiro lugar da chave. Mas, nem deu pra comemorar muito. Dez minutos depois, Ben Arfa cobrou escanteio e Jenkinson deixou Lucas - que tem 1.73m de altura - livre para cabecear. Para completar, a bola ainda desviou em Iwobi antes de entrar, matando qualquer chance de defesa de Ospina. Após o revés, o Arsenal não teve nenhum poder de reação e o jogo ficou resumido aos gols perdidos por a Cavani, o que salvou o Arsenal até de uma possível derrota. 

Lucas marcaria o gol de empate do PSG após falha de Jenkinson. (Foto: Reuters / Eddie Keogh)
O que o Arsenal fez hoje foi apenas o estopim daquilo que vem mostrando há um tempo: jogamos mal, sobrevivemos de passes sem objetividade no meio de campo, marcamos um gol de uma maneira espírita e por acaso não saímos do jogo com uma derrota. O fato de apenas um resultado adverso - 4 a 3 contra o Liverpool - na temporada é apenas uma estatística. O Arsenal não perde os jogos por sorte. Hoje, jogamos ainda menos do que contra o Manchester United, e isso é um grande motivo para se preocupar. 

Jenkinson hoje foi terrível. Mas o pior jogador em campo foi Ramsey. O galês, que é essencial para o esquema montado por Arsène Wenger e ajuda Özil na construção das jogadas, não atacou e nem defendeu bem. Com o volante apagado, Alexis teve que ajudar o alemão, o que deixou o chileno cansado e só dificultou a possibilidade de uma boa atuação. Se isso se repetir, é bom que Cazorla se recupere rápido, já que vinha jogando bem e era um dos principais jogadores do Arsenal.  

O futebol que apresentamos durante todo esse mês de novembro foi preocupante. Os desfalques são um fator para isso? São, mas não podem influenciar um time que busca maiores ares dessa maneira. O Arsenal precisa tentar mostrar menos futebol bonito, e mostrar mais futebol de resultados.

Com esse resultado fica muito difícil alcançar o primeiro lugar. Temos o mesmo número de pontos do PSG, porém os franceses têm vantagem no critério de desempate. Mesmo faltando uma rodada e com chances, é muito difícil que o time francês não vença o Ludogorets, em casa, no último jogo. Nossa próxima partida é pela Premier League, contra o Bournemouth, no Emirates Stadium. E a vitória é o único resultado esperado. 


@SiteLF / @PLBrasil_LF 
Autor: Sergio Santana (@sergiostn_)


Besiktas 3x3 Benfica: No fim, um castigo. De novo

Besiktas e Benfica fizeram um espetáculo em Istambul (Foto: Reuters)
Mais uma vez o Benfica deixou escapar a oportunidade de vencer o Besiktas nos últimos minutos de partida. Desta vez, jogando na Vodafone Arena, em Istambul, os encarnados chegaram a abrir 3 a 0, porém deixaram o clube turco empatar ao cair do pano. Além de perder a chance de vencer e encaminhar a classificação no grupo, o Benfica deixa escapar a chance de classificação antecipada para os oitavos de final da Champions.

Gonçalo Guedes fez o primeiro golo do jogo
O Benfica começou o jogo arrasador, como tinha de ser. Propondo o jogo, logo aos nove minutos Gonçalo Guedes fez o primeiro, após receber passe de Salvio ele driblou o goleiro e fez 1 a 0. Aos 23, Nelson Semedo recebeu a bola de Pizzi na intermediária ajeitou e mandou um chutaço cheio de efeito, golaço e 2 a 0. Cinco minutos depois, falta para o Benfica, Pizzi cobra Mitroglou manda na trave, no rebote Mitro de novo acerta a trave.. no segundo rebote Salvio acerta a trave e a bola se oferece para Fejsa fazer o 3 a 0. E o Benfica poderia ter feito muito mais gols na primeira etapa, mas pecou em finalizações que não é de sua natureza errar. O Besiktas não respirou no primeiro tempo, mas não estava morto.

O Besiktas já dava ânimo de que não deixaria barato a derrota que já se dava como certa. Aos 58 minutos Tosun fez um lindo gol numa finalização de voleio, estava em fora de jogo, mas o atacante conferiu e fez o primeiro dos turcos. Aos 82, Quaresma fez o segundo cobrando pênalti, após Lindelöf tocar com a mão na bola. este gol empolgou aos turcos que começaram a pressionar o Benfica. E aos 88, Aboubakar empatou a partida, num lance de total desatenção da defesa benfiquista. No fim, deixamos a vitória escapar, mais uma vez contra o Besiktas.

Mitroglou lamenta o gol de empate do Besiktas

O Benfica vinha bem, podia ter matado o jogo, o placar era elástico e o volume apresentado pelos turcos na segunda parte assustou os benfiquistas, principalmente o treinador Rui Vitória que cometeu um erro crucial, na mesma partida retirou Cervi e Gonçalo Guedes para colocar mais um volante, Samaris, no entanto Cervi estava mal, mas Gonçalo não podia sair, estava sendo o melhor jogador do Benfica no jogo. Um erro que espero que não se cometa mais por parte do bom treinador português.

O bom, é que o Benfica depende apenas de si para continuar na Champions, na última rodada enfrenta o Napoli em casa e precisa de uma vitória para não depender de combinação de resultado alguma, O jogo será na Catedral, que com certeza apoiará do início ao fim os tri campeões nacionais. Agora, o Benfica volta as atenções ao campeonato português, quando domingo enfrenta o Moreirense, no Estádio da Luz.

#CARREGABENFICA

Sampaio se despede da Série B 2016 com mais uma derrota

Para fechar as suas participações no Campeonato Brasileiro Série B 2016, Goiás e Sampaio Corrêa se enfrentaram na noite de ontem, terça-feira (22), no Estádio Olímpico Pedro Ludovico, em Goiânia, em partida isolada pela 38ª rodada. Com a derrota por 2 x 1, o tricolor maranhense se despediu da competição.

Sampaio perde em Goiânia (Foto: www.facebook.com/goiasoficial)
O Sampaio Corrêa saiu na frente do placar aos 46 minutos do primeiro tempo. Fernandinho fez uma ótima jogada individual, driblando os defensores adversários na entrada da área e chutando colocado no canto esquerdo do goleiro Renan. Foi um belíssimo gol, o primeiro da jovem promessa tricolor, de 19 anos, na equipe profissional.

O Goiás chegou ao gol de empate aos 17 minutos do segundo tempo. Após cruzamento de Walter, Carlos Eduardo subiu sem marcação para cabecear para o fundo das redes. A virada aconteceu aos 36 minutos. Após cobrança de escanteio, a bola sobrou nos pés de Rezende, sem marcação. O volante finalizou com tranquilidade e desempatou a partida para o time da casa.

O que se pôde destacar nessa partida apática, além do primeiro gol do meia-atacante Fernandinho no elenco profissional, foi a estreia no time titular de Thiago Tomais, jogador polivalente (atua como volante, zagueiro e lateral direito) da base, além do segundo jogo do também jovem zagueiro/volante Breno no onze inicial.

Fernandinho marcou o seu primeiro gol com o manto tricolor
O técnico Vinícius Saldanha também deu oportunidade ao lateral esquerdo Wesley, também da base, jogador que disputou a Copa São Paulo de Futebol Júnior deste ano, além da Copa do Brasil Sub-20 e andou emprestado ao São José durante o Campeonato Maranhense 2016. O jovem lateral entrou no intervalo no lugar de Tomais. Quem também teve uma oportunidade de mostrar serviço foi o meia Vinícius Barata, de apenas 17 anos. Ele entrou no decorrer do segundo tempo no lugar de Felipe Costa. Foi o seu segundo jogo do elenco profissional. Ele havia entrado na segunda etapa do jogo passado, contra o Atlético-GO.

No banco de reservas, o treinador ainda contou com Paulo Vitor, zagueiro de 17 anos, Marcelinho, volante de 18 anos, e o zagueiro Uirá, sendo relacionado pela segunda vez desde que foi contratado junto ao Angra dos Reis (RJ).

Assim foi encerrada a vexatória participação da Bolívia Querida na Série B 2016, após três anos consecutivos na divisão. Certamente, foi uma campanha para se esquecer. Além do descenso, o time termina a temporada sem qualquer título.

Ao torcedor fiel fica o incentivo para não deixar de torcer e acompanhar o time. Não interessa em qual divisão estejamos. O que realmente importa é o amor pela Bolívia Querida. Nosso grandioso clube não é representado por jogadores, mas sim pela nossa paixão e por nossa torcida. Jogadores vêm e vão, mas o Sampaio Corrêa permanece. Que venha 2017!

FICHA DO JOGO:
GOIÁS 2 X 1 SAMPAIO CORRÊA
Local: Estádio Olímpico Pedro Ludovido, Goiânia (GO)
Data: 22 de Novembro de 2016, terça-feira
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Wanderson Alves de Sousa (MG)
Gols: Carlos Eduardo, aos 17’ 2ºT, e Rezende, aos 36’ 2ºT (Goiás); Fernandinho, aos 46’ 1ºT (Sampaio Corrêa)
Cartões amarelos: Mário Sérgio (Goiás)
Goiás: Renan; Johnathan, Arthur, David Duarte e Mário Sérgio; Rezende, David (Carlos Eduardo), Léo Sena e Liniker (Jarlan); Walter e Léo Gamalho (Marcão). Técnico: Gilson Kleina
Sampaio Corrêa: Rodrigo Ramos; Thiago Tomais (Wesley), Mimica (Wágner Fogolari), Luiz Otávio e Rhuan; Breno, Éder Sciola, Daniel Barros, Guilherme Lucena e Felipe Costa (Vinícius Barata); Fernandinho. Técnico: Vinícius Saldanha


Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

O trabalho a longo prazo do Nice

A atual temporada francesa tem sido um tanto quanto atípica. Levando em conta a soberania imposta pelo time da capital nos últimos anos, muitos imaginavam mais um campeonato sem sustos para o PSG, que iniciou a competição vindo de quatro títulos consecutivos. Porém, passadas onze rodadas, vemos outro time na ponta e isso é fruto de um trabalho feito a longo prazo.
Claude Puel plantou bons frutos antes de deixar o Nice (Foto: AFP)
Tudo começou a cinco temporadas, quando Claude Puel chegou e mudou a filosofia de futebol do Nice, antes de partir para a Inglaterra. Além de "revolucionar" o jogo do time em si, o francês também mudou a concepção das categorias de base do clube. Junto do Lyon, o Nice atualmente é o clube que mais utiliza jogadores caseiros, sendo 30/42 dos seus atletas formados pelas categorias de base.

Vindo de um trabalho conturbado no Lyon, o técnico chegou ao clube e rapidamente implantou seu estilo de jogo. Um time que jogava de forma rústica até então, passou a apresentar um futebol vistoso, dentro de suas possibilidades, é claro. Sempre no 4-1-2-1-2, com zagueiros de bom passe e meios-campistas talentosos, a característica mais marcante foi jogar em função de um meia, que consequentemente assumia protagonismo na equipe.

Para a atual temporada, Claude Puel deixou o comando técnico, dano lugar a Lucien Favre. Dentro de campo, o time também perdeu a sua principal estrela, o franco-tunisiano Hatem Ben Arfa, que se transferiu para o Paris Saint-Germain.


O presidente Jean-Pierre Rivere se mexeu no início da temporada (Foto AFP: Getty Images)
Em contra-partida, Aiglons se mexeram bem e o novo técnico recebeu reforços, ao ponto de ter um time competitivo. Entre eles, estão nomes de peso, como Balotelli e Dante. Além do talentoso Belhanda e do jovem promissor Cyprien. Somando o custo de todos, o Nice não gastou mais do que 9 milhões de euros.

Falando taticamente, a equipe varia bastante suas formações, tendo utilizado onze formatações diferentes só no campeonato nacional, do 5-3-2 ao 4-3-3. A reatividade tática de Favre impressiona. O time base, porém, está alinhado no 5-3-2: Cardinale; Ricardo Pereira e Dalbert; Danta, Sarr e Baysse; Koziello, Seri e Cyprien; Belhanda e Balotelli.

Análise: os laterais dão amplitude, sobem o tempo todo, tanto Ricardo Pereira como o brasileiro Dalbert, são excelentes ofensivamente; Os três zagueiros, se diferem nas características, Dano é o menos veloz deles, Sarr o mais técnico e o capitão Baysse o líder dessa zaga.

No meio campo, Koziello, Seri e Cyprien se completam. Mesmo com características parecidas, ambos atuam de forma diferente: Koziello é um passador, muitas vezes vemos o jovem recuando a defesa para executar a saída de bola, enquanto Seri é o responsável pelo último passe. Não é atoa que o marfinense possuí sete assistências na competição. Cyprien, por sua vez, utiliza da sua força física e facilidade na chegada ao ataque, sempre como elemento surpresa.

No ataque, sem muita movimentação por parte de Balotelli, cabe ao marroquino Belhanda exercer esse papel. Ora mais incisivo, ora caindo pelos lados.


O Nice é o atual líder da Ligue 1 (Foto: Reuters)
Assim como o Leicester City na Inglaterra, o Nice tem surpreendido e também ganhou a simpatia de muitos em seu país. O público francês está na torcida para que o clube, que já conquistou quatro títulos franceses, vença o seu quinto e encerre a sequência de títulos do poderoso PSG.

Na rodada passada, o time chegou aos 32 pontos e retomou a liderança da Ligue 1, depois da vitória sobre o Saint-Ettiene, fora de casa, pelo placar mínimo. Se o título virá ou não, é outra história. Mas o planejamento e o trabalho feito na base do clube da Costa Azul da França, justificam o desempenho dentro das quatro linhas neste início.

Dando um fim ao pesadelo

Nesta terça-feira (22) o Goiás se despediu da torcida, e finalizou a sua campanha na Série B 2016 juntamente com a sua temporada ao bater o lanterna da competição Sampaio Corrêa por 2x1 com um gol de Carlos Eduardo e outro do estreante Rezende. Mais uma vitória que nada muda na situação da tabela, a equipe esmeraldina se encontra em 13º lugar com 50 pontos, e termina a campanha que tem como resultado o pior ano da história do Goiás Esporte Clube, visto que em 2011 o clube terminou em 11º com 52 pontos.

Goiás terminou sua  participação na Série B contra o Sampaio Corrêa.
foto: www.facebook.com/goiasoficial
  • Uma chance (pouco aproveitada) aos novatos
Quem foi ao estádio olímpico nesta terça para se despedir do verdão não imaginava que o time seria tão apático dentro de campo. A escalação inicial de Kleina mostrava oportunidades sendo dadas aos jovens do elenco, e o que se espera de garotos que tem chance de mostrar o seu potencial? Raça e dedicação? Pois neste jogo o que se viu foi o contrário, Liniker novamente não conseguiu fazer uma partida convicente provando que não está a altura de nosso time, o jovem lateral Mário Sergio teve apenas uma atuação mediana, assim como Jhonatan na lateral direita. Já a nossa zaga conseguiu nos surpreender novamente, deixando o Sampaio sair na frente no placar no final do primeiro tempo em uma falha conjunta do estreante Arthur e David Duarte, outro que vem recebendo muitas oportunidades na reta final do campeonato.

Dos 7 garotos que jogaram ontem, há também os que tiveram atuação notável. Rezende, volante recém promovido ao profissional, efetuou bons desarmes e fechou a partida com um gol, assim como Carlos Eduardo que saiu do banco de reservas para balançar a rede adversária. Léo Sena não estava em seus melhores dias, mas mesmo assim contribuiu muito para o time na armação das jogadas ofensivas. Resumindo, vários novatos tiveram a chance de mostrar o seu trabalho para Gilson Kleina e garantir a vaga para a sequência do trabalho em 2017, mas poucos realmente conseguiram.

Liniker teve chance como titular, mas não conseguiu se destacar.
foto: www.facebook.com/goiasoficial
  • Vitória no "abafa"
Em um primeiro tempo "morno", a equipe esmeraldina dominou a posse de bola e mostrava ampla superioridade técnica dentro de campo. O Sampaio deixava grandes corredores nas laterais que foram bem explorados por Mário Sergio e Jhonatan, mesmo com tanta facilidade disponibilizada pelo adversário, o alviverde pouco fez no primeiro tempo e suas melhores chances foram com finalizações de fora da área ( 3 vezes com Walter, Liniker e Léo Gamalho). Para piorar ainda mais a situação, no último minuto do primeiro tempo o atacante adversário Fernadinho conseguiu girar pra cima de Arthur, driblar David Duarte e finalizar no canto inferior esquerdo de Renan para abrir o placar. O primeiro tempo finalizava ao som de vaias.

David disputando a bola com meia do Sampaio
foto: www.facebook.com/goiasoficial

Gilson Kleina no segundo tempo colocou Carlos Eduardo em campo no lugar de David para dar mais verticalidade ao time, e funcionou muito bem. Desde o início da segunda etapa, o Goiás não sofreu mais sustos e com 17 minutos conseguiu buscar o empate com a cabeçada do própio Carlos Eduardo em um lindo cruzamento de Walter. Com a saída de Liniker e a entrada de Jarlan no lado direito, o time ganhou dois pontas (e ainda mais ofensividade pelas laterais) e o Tufão agora se encarregava de armar o jogo. Jarlan pouco apareceu
 na partida, a equipe esmeraldina pressionava pelo lado esquerdo e conseguiu o gol de empate com o jovem Rezende após a sobra de um escanteio. Este gol fechava a conta e garantia os últimos 3 pontos para o Goiás este ano.
  •  Um "até breve" desmotivado
O torcedor esmeraldino se despede de seu time de forma triste. 2016 se encerra para o Goiás como um ano que prometia ser muito mais do que foi, entre crises e derrotas o torcedor viu o acesso escapar precocemente no campeonato, e até viu o foco mudar de acesso para rebaixamento algumas vezes. Faltou humildade para reconhecer os erros, e efetivar as mudanças de forma rápida para que eles deixassem de existir, como isso foi feito muito tarde, o time agora paga as consequências e vai amargar mais um ano na Série B. Que ano que vem possamos contar com um elenco dedicado (com o pé no chão), disposto a honrar a camisa e nos levar de volta ao lugar daonde nunca devíamos ter saído, a elite. Seria exagero pedir isso ao Papai Noel?



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