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domingo, 27 de novembro de 2016

Feliz Natal, Nação!

Após o empate com gosto de derrota para o Coritiba no último domingo e dar "adeus" de vez ao título brasileiro, o Flamengo recebeu o Santos no Maracanã com o objetivo de sacramentar a vaga na fase de grupo da Libertadores da América e também queria vencer pelo menos uma vez uma partida no Maracanã no ano de 2016 (já que nas últimas 3 aparições havia empatado). 

Em uma tradicional tarde de domingo na cidade do Rio de Janeiro, 37 mil rubro-negros compareceram ao Maraca para apoiar o Mais Querido e foram presenteados com um gol do artilheiro do Flamengo no campeonato brasileiro e no ano (já são 18 gols) Paolo Guerrero. Após erro na saída de bola de David Braz o peruano não perdoou e mandou um balaço no canto inferior de Vanderlei, que ainda tocou na bola mas insuficiente para evitar o gol do camisa 9 do Mengão. O gol foi importante pois o Santos começou de forma muito intensa com Lucas Lima, Vitor Bueno e Ricardo Oliveira tentando o gol de Alex Muralha. 

Na segunda etapa, o Santos continuou pressionando o Flamengo mas não foi tão perigoso assim pelo fato da equipe do Flamengo ter tido uma atuação defensiva (taticamente falando) muito consistente, deixando Ricardo Oliveira várias vezes em posição de impedimento e quando estava em condição legal, parava nas mão de Muralha. Já na parte final do jogo, Damião entrou no lugar de Guerrero (que perdeu muitos gols e podia ter ampliado mais o placar) mas o destaque vai para o golaço de Diego que recebeu cruzamento de Pará e emendou de voleio para ampliar o placar e cair nos braços da torcida (literalmente)

(Diego comemora seu golaço nos braços da Nação. Fonte: Twitter)

Chega a ser repetitivo, mas a importância de Diego Ribas para o funcionamento do jogo do Flamengo é cada vez maior. Após chegar desconfiado (principalmente pela mídia) e de forma "exagerada" segundo os torcedores rivais, o camisa 35 mostra jogo que merece, e muito, a festa que teve em sua chegada no aeroporto Santos Dumont no meio do ano. Desde aquele dia a sintonia Diego-Nação vem sendo espetacular. O meia se despediu do Flamengo no ano após receber o 3° amarelo e entra de férias com o sentimento de dever cumprido. 

Vale ressaltar também a consistente temporada de Paolo Guerrero, que fez seu 18° gol no ano e se igualou a Petkovic como artilheiro estrangeiro do Rubro Negro em 2000 e bateu sua marca pessoal de 18 gols na temporada, assim como fez no Corinthians. Era isso que a torcida queria, um Guerrero matador e que, nos momentos difíceis ajudasse a equipe com gols além de formar uma ótima dupla com Diego. 

O resultado de 2 a 0 confirmou a vaga na fase de grupos da Libertadores, que era o objetivo do Flamengo e deixa uma torcida esperançosa para o que vem nas próximas temporadas em relação a títulos

A próxima partida do Mais Querido será contra o Atlético-PR em Curitba, um jogo difícil em que o adversário precisa vencer e que o único objetivo do Flamengo é vencer para consolidar o vice-campeonato e embolsar uma grana a mais.

Vamos, Flamengo!

@matheusubtil - Matheus Subtil

Nos acréscimos, São Paulo sai de Minas com a vitória.

Com Maicon brilhando no Independência (mais uma vez), São Paulo vence a última partida, no ano, como visitante 


Com o campeonato praticamente terminado com o único objetivo de ficar na zona de classificação para a sul-americana, São Paulo foi até o Independência enfrentar o Atlético-MG. Os dois times que vinham de situação parecida, já que Marcelo Oliveira (ex-técnico do Galo) e Ricardo Gomes (ex-técnico do São Paulo) foram demitidos nessa última semana, e no jogo desse domingo, os interinos, Diogo Giacomini e Pintado assumiram a equipe. Vindo de uma derrota por 3 a 1 contra o Grêmio na final da Copa do Brasil, Atlético-MG foi à campo com o time reserva, entretanto não foi um jogo fácil para o Tricolor Paulista, porém de virada e com gol de Gilberto, São Paulo venceu por 2 a 1.

Pintado apostou na mesma formação de Ricardo Gomes, com a diferença de que Renan ganhou o lugar do tão criticado pela torcida, Denis. Além dele, Wellington também fez parte do time principal, no lugar de João Schimidt (suspenso pelo terceiro amarelo). Por ironia do destino, Renan que entrou após "não aguentarem mais" as falhas de Denis, também falhou no gol do Atlético e no lance de uma cabeçada de Fred, se lesionou (luxação no dedo) e teve que ser substituído, entrando em seu lugar, Denis.

O início de jogo foi bem equilibrado, Os dois ataques conseguiam envolver bem as defesas e criavam chances perigosas. O primeiro gol foi do Galo, aos 22' após bobeada da zaga são-paulina e de falha de Renan, Hyuri abriu o placar. A resposta tricolor foi rápida, para dizer a verdade, foi no lance seguinte, após falta de Patric, Maicon cobrou, colocado, no ângulo e empatou com golaço (a lá Rogério Ceni).O jogo seguiu com boas chances para a virada tricolor que com Cueva, David Neres, Luiz Araújo e Chavez, quase fizeram. Nos acréscimos da 1ª etapa, Renan Ribeiro machucou o dedo, após defesa de uma bola cabeceada por Fred, e Denis entrou em seu lugar.

Na 2ª etapa, o jogo foi igual, com chances para os dois lados, porém parecia mais que o Galo faria o segundo, já que pressionava mais que o Tricolor. Tentando inverter isso, Pintado tirou David Neres e Chavez para a entrada de Robson e Gilberto, respectivamente. Por mais que parecesse ser loucura, deu certo. Os atacantes que ainda não "mostraram para o que vieram" foram essenciais para a virada. Nos acréscimos, após passe errado de Patric, São Paulo saiu em contra-ataque rápido, Cueva tocou para Robson que passou para Gilberto, esse completou e virou o jogo.

A próxima e última partida do São Paulo no ano, é domingo (04/12), às 17h, no Pacaembu, contra o Santa Cruz. O Tricolor está com 49 pontos, em 11º, garantido na série A 2017 e praticamente garantido na Sul-Americana, contando apenas consigo mesmo no próximo jogo.


FICHA TÉCNICA
Local: Estádio Independência - Belo Horizonte, Minas Gerais
Gols: Hyuri (CAM); Maicon e Gilberto (SAO)
Cartões Amarelos: Patric (CAM); Buffarini, Mena, Wellington, Thiago Mendes, Luiz Araújo e Cueva (SAO)
Arbitragem: Dewson Fernando Freitas da Silva - PA (FIFA), auxiliado por Marcio Gleidson Correia Dias - PA (ASP-FIFA) e Helcio Araujo Neves - PA (FIFA)

ATLÉTICO-MG
Giovanni; Patric, Jesiel, Edcarlos e Leonan; Lucas Cândido, Rafael Carioca e Carlos Eduardo (Marcos Rocha); Clayton, Fred (Thalis) e Hyuri (Capixaba). Técnico: Diogo Giacomini

SÃO PAULO
Renan Ribeiro (Denis); Buffarini, Maicon, Rodrigo Caio e Mena; Wellington, Thiago Mendes, Luiz Araújo, David Neres (Robson) e Cueva; Chavez (Gilberto). Técnico: Pintado

Um ano para se esquecer

Fala nação azul, reta final do Brasileirão significa: emoções a flor da pele, momentos decisivos e para alguns times que não fizeram uma temporada digna, como por exemplo, Cruzeiro e Internacional esses últimos jogos foram questão de vida ou morte.

E por falar em questão de vida ou morte, o adversário da Raposa nesse domingo foi nada mais, nada menos que o Internacional, que juntamente com o Cruzeiro viveu um ano conturbado. A diferença é que o Maior de Minas conseguiu vencer os obstáculos e já recebeu o selo de garantia na Serie A, agora a Raposa só está cumprindo tabela, ao contrário da equipe de Porto Alegre.

Sim, o Cruzeiro Esporte Clube, tinha a oportunidade de confirmar o rebaixamento do Internacional e se vingar por alguns títulos que perdemos para o time gaúcho. Agora se a equipe mineira soube aproveitar as chances que a vida lhe dá? Bom, não.

O Cruzeiro jogou essa partida como muitas outras, sem vontade, objetivo, e raça, o que nos dá todo o direito de questionar: “será que entregou o jogo?”. Talvez seja o único questionamento que faz sentido, a Raposa fez tudo certo, criava jogadas e em alguns lances era até superior no confronto, porém na hora de finalizar e mandar para o fundo das redes que era o mais importante, isso não acontecia.

Um primeiro tempo apático, abaixo das expectativas cruzeirenses. A esperança era o segundo tempo que até começou diferente, entretanto ao longo da partida voltou com a mesma mediocridade. Resumo do Cruzeiro nesse confronto se defendeu bem, jogou recuado (apesar de não saber jogar recuado), apenas esperando o adversário errar para tentar armar os contra ataques, mas não arriscava, não pressionava o Inter. Até então que novamente em falhas individuais, o Internacional, achou um gol (e que golaço) o autor do gol foi Valdívia. 

@Cruzeiro

Agora é a parte que explicamos tamanha revolta. Com essa derrota, se o Fluminense vencer, a Raposa poderá ficar de fora até da Sul-Americana, isso era o mínimo que os jogadores poderiam fazer pela torcida, pois permanecer na elite do campeonato é obrigação. Fomos ridiculamente eliminados de tudo que participamos, uma hora ou outra a paciência do torcedor iria se esgotar.

O Cruzeiro 2015/16, se limitou a jogar um futebol simples, “pobre”. Dois anos sofrendo nas mãos de uma diretoria que não tem respeito algum com nosso time. Sem duvida, o ultimo jogo da rodada no dia 04/12, contra o Corinthians será para cumprir tabela também e que venha 2017, com reformulações urgente e eficiente.


Paula Fernandes/@Paulinha_CEC

Sábado negro do Palace

A "Black Friday" já se tornou um evento tradicional no Brasil. Na última sexta-feira do mês de novembro, lojas nos Estados Unidos liquidavam seus estoques para iniciarem as vendas de natal. Esse costume se espalhou pelo mundo globalizado, e nesse contexto é que o Crystal Palace teve o seu "Black Saturday" (Sábado Negro). Mais uma vez sucumbimos, agora de maneira nebulosa e com doses de crueldade. Após jogo maluco com nove gols, Palace não consegue sair do seu calvário. 

Dann acusa o golpe após virada nos acréscimos.
Reprodução/Twitter oficial do Crystal Palace.
Hoje não farei mais uma crônica sobre o jogo, como de costume. Tomei a liberdade de aqui expressar um desabafo do torcedor das águias. O início da temporada foi dourado, além das expectativas do Palace, que desde que voltou à Premier League na temporada 2013/14, sempre se notabilizou por conseguir campanhas medianas, com pouco ou nenhum risco eminente de rebaixamento. Exceção feita ao campeonato passado, quando as águias brigaram contra a volta à Championship (2ª divisão inglesa). 

O Palace se mostrou aparentemente forte nas primeiras rodadas, a esperança do torcedor era reforçada por contratações como as de Benteke e Remy (lesionado, ainda não jogou) e Flamini que ajudariam a rechear o nosso elenco, dano mais opções de qualidade similar ao técnico Alan Pardew. Após perder as duas rodadas de abertura da Premier League, para depois engatilhar cinco partidas sem derrotas (3V-2E), onze pontos e um lugar garantido na primeira parte da tabela, não só pelos resultados, mas por conseguir se impor e jogar bem principalmente fora de Selhurst Park, os sempre fiéis de Croydon eram só alegria.

Após a tenra euforia, a calmaria deu lugar a tempestade. No dia 15 de outubro foi quando se iniciou o calvário dos azuis e vermelhos, o jogo contra o West Ham em casa era o próximo passo para a afirmação na competição, os adversários estavam na zona de rebaixamento e ainda sem vencer. Os Hammers surpreenderam o Palace que a partir de então não mais conseguiu vencer e assim já se vão seis jogos saindo derrotados de campo, com isso vários pontos a serem melhorados saltaram aos olhos dos torcedores e que com os resultados positivos haviam sido jogados para debaixo do tapete. 

A equipe apresenta uma dificuldade grande em construir as jogadas, o meio de campo não possui um jogador de articulação, a exemplo de Payet (West Ham) e Sigurdsson (Swansea), que os recentes algozes possuem em seus plantéis. Outra dependência da equipe, são as jogadas individuais pelas alas, através de Puncheon, Zaha ou Townsend. Sem mencionar ainda, os excessivos cruzamentos buscando Mcarthur, sempre entrando na área como elemento surpresa ou a Benteke que é de fato um excepcional finalizador de cabeça. Mas na minha avaliação o maior problema é o Palace não ter passado um jogo sequer sem ter sido vazado, sofremos gols em todas as partidas, alguns números confirmam tal desequilíbrio: 5º melhor ataque (21 gols feitos) e 2ª pior defesa, juntamente com o Swansea (26 gols sofridos). 

No réves em destaque, Pardew mandou a campo: Hennessey, Ward, Dann (capitão), Tomkins, Kelly (Fryers), McArthur (Sako), Cabaye, Puncheon, Zaha, Wickham (Townsend) e Benteke. O Palace chegou ao seu primeiro gol logo a 19 minutos com Zaha, aos 36 minutos Sigurdsson empatou novamente o embate. 

O segundo tempo iniciou-se em igualdade, que foi movimentada em dois gols relâmpagos de Leroy Fer, um aos 21 minutos e outro aos 23. Com meio tempo para ser jogado o placar adverso de 3 a 1, não evitou o Palace de tentar reescrever a história do jogo, e impressionantemente a remontada heroica aconteceu de maneira fulminante em 9 minutos: Tomkins a 15 minutos do fim descontou; com o gol contra de Cork, o Palace empatava a partida; e na sequência Benteke virou o placar para o Crystal. 

Pardew e seus comandados não vencem a 6 jogos e veem a zona do rebaixamento se aproximar.
Reprodução/Twitter oficial do Crystal Palace.
Ali a sequência indigesta parecia estar chegando ao final, e de maneira épica. E realmente foi epicamente que o Swansea revirou o marcador com Llorente duas vezes, já nos acréscimos, dano um banho de água fria na felicidade prévia e um choque de realidade na comunidade do Crystal Palace. Eram cinco, agora são seis derrotas seguidas. A equipe comandada por Pardew, segue sofrendo gols em todas as partidas, fica enraizado nos 11 pontos e agora tem a mesma pontuação do Hull City, que abre a zona de rebaixamento. Só o Sunderland perdeu mais vezes que o Palace (3V - 2E - 8D).

Próxima partida do Crystal Palace pela Premier League:
03 de Dezembro - 13h00min (hora Brasília) - Selhurst Park.
Crystal Palace x Southampton.

Por: @carlosjr92educa
Carlos Alberto de Sousa Júnior - Colunista do Crystal Palace

Até 2017

O Tigrão entrou em campo na tarde do último sábado(26), onde enfrentou o Joinville em Santa Catarina o time da casa lutava por rebaixamento, já o visitante apenas cumpria tabela. O Vila foi goleado por 4 a 2 pelo JEC que apesar da vitória não conseguiu se manter na Série B. Os gols do Colorado foram marcados por Vandinho e Caíque. Tinga, Aldair, Jael e Fernando Viana marcaram para a equipe da casa.

Chegou ao fim o Brasileiro Série B, é para o Tigrão o campeonato saiu como o planejado ou até melhor, o principal objetivo do clube era manter a equipe na competição nacional em 2017. Em sua última passagem pelo Brasileirão Série B, o Vila Nova não tem muita coisa boa para recordar, em 2014 com seu pior time da história o Tigre chegou a figurar a lanterna com a Lusa. 
Em despedida de 2016, Vila perde para o rebaixado Joinville. Foto: Vila Nova Futebol Clube
O Vila começou a partida pressionado pelo Joinville, e com 16' minutos de jogo o volante Geovane, que já havia levado cartão amarelo na partida recebeu seu segundo amarelo e foi expulso deixando o Vila com a corda no pescoço. Apesar disso o Vila melhorou muito após a expulsão. Entretanto, o JEC demorou para abrir o marcador. A partida já se encaminhava para os minutos finais, quando aos 39' quando Fernando Viana cruzou para Jael na pequena área, o atacante se esticou para fazer 1 a 0 JEC.

Vila voltou para a etapa final pressionando a equipe da casa, mas o Joinville não desistiu foi atrás do segundo gol na partida. O JEC no momento já sabia que o Oeste vencia o Náutico, e sem esperanças o time da casa com Tinga ampliou, em uma bela jogada do volante que invadiu a área, driblou o goleiro Wagner Bueno e marcou o segundo gol da partida, 2 a 0.

Já rebaixado a equipe colocou um pé no acelerador, desaminado na partida o Vila chegou a diminuir com Vandinho aos 30' do segundo tempo. E sete minutos depois com Caíque, 2 a 2. Já no final da partida o JEC voltou a ficar a frente do placar. Aos 44' Fernando Viana recebeu e estufou as redes de Wagner Bueno, 3 a 2. Nos acréscimos, Aldair fechou a goleada, 4 a 2. Com essa derrota o Vila terminou a Série B em 12° posição na tabela, com 53 pontos.

Globoesporte.com/go
O Vila agora começa a planejar o futuro, onde deve iniciar na próxima semana as renovações com alguns jogadores e deve também apresentar o novo treinador para 2017. 

O Tigrão novamente passou por cima de toda a dificuldade e sobe lidar com os problemas extracampo. Ao longo de toda essa Série B foram renuncias de parte da diretoria, é até mesmo do presidente. Abandonaram o barco pensando que ele iria se afundar ao longo da competição. Foi no momento de desordem que esse time se impôs e soube crescer no momento certo. 

Por fim lá se foi mais uma Série B com o objetivo cumprido, sem lutar por rebaixamento. Fica aqui nosso muito obrigado a esse time guerreiro. Para quem for permanecer uma boa sorte, aos que se vão obrigado. Vila que segue, que venha 2017.

Drama, sufoco e alívio!

Origi, Emre Can e Henderson comemoram o primeiro gol do Liverpool (Foto: Twitter oficial do Liverpool)

Drama, sufoco e alívio! Liverpool 2, Sunderland, 0. 

Liverpool e Sunderland se enfrentaram neste sábado (26), pela 13ª rodada da Premier League, em Anfield. Os Reds entraram em campo em busca da vitória que lhes daria a liderança momentânea, já os BlackCats, que lutam pra sair da parte de baixo da tabela, buscavam manter o bom momento, já que vinham de duas vitórias seguidas. O que se viu em campo foi um jogo tenso, fazendo com que o torcedor muitas vezes ficasse preocupado, até que o alívio chegasse.

No primeiro tempo, o Liverpool teve a bola e propôs o jogo, enquanto os visitantes se concentraram em defender e ir pra cima a partir dos contra-ataques e lançamentos longos. Os Reds encontraram enorme dificuldade em furar o bloqueio estabelecido pelo ‘ônibus de dois andares’ de David Moyes. Até o intervalo foi o que se viu, o Liverpool com a bola, tentando criar e falhando. Na mente do torcedor não deu outra, o filme dos jogos contra Southampton e Burnley foi lembrado: domínio, 80% de posse de bola e nenhum gol marcado.

Aos 30’, o momento mais dramático do jogo: após dividida com N’Dong, Philippe Coutinho sentiu o tornozelo e teve que sair de maca, dando lugar a Origi. O meia ainda passará por exames para que se saiba a gravidade da lesão. Mas não há um torcedor Red que não esteja preocupado e com medo do que pode acontecer com o nosso pequeno mágico, maestro do time.
Coutinho sente o tornozelo após dividida (Foto: Mirror Football)
No segundo tempo, a bola continuou conosco e dessa vez as chances foram criadas. Porém, assim como na partida contra o Southampton, a bola insistia em não entrar; raspava a trave, batia na zaga, cruzava a área sem que ninguém a empurrasse para o gol ou simplesmente parava nas defesas do bom goleiro do Sunderland, Pickford.

No auge do drama, quando o time parecia nervoso e errava no último passe e nas finalizações; quando os adversários já tinham estado muito próximos de abrir o placar, o herói da partida apareceu para acabar com o desespero, tirar o peso das costas dos jogadores e aliviar os torcedores. Origi, que substituiu Coutinho, foi quem marcou, aos 30’ do segundo tempo, com um chute cruzado da entrada da área. Aos 44’, Manè arrancou do campo de defesa, até ser derrubado na área e o árbitro marcar o pênalti. Na cobrança, Milner deu números finais ao jogo. Alívio, vitória!

Após a vitória, os Reds chegaram aos 30 pontos e ocupam a vice-liderança, a um ponto do líder Chelsea, que venceu sua partida também na tarde de ontem.

Caio Semblano | @caiosemblano

Ponte arranca empate no Rio de Janeiro

Créditos da Imagem: Divulgação/ Site Oficial Ponte Preta

A Ponte veio com um empate na bagagem. A equipe do interior paulista conseguiu um empate contra o Botafogo, resultado ruim para os cariocas.

A "macaca" não briga para mais nada no campeonato, já o Botafogo briga para ficar entre os seis melhores, mais conhecido como o G-6, zona de classificação para a Copa Libertadores da América.

Com o empate de ontem, a Ponte chega na marca de 50 pontos, e a Estrela Solitária aos 56.

A Ponte pode ser ultrapassada pelo o Fluminense e Cruzeiro. O Botafogo pode ser ultrapassado pelo o Corinthians, que tomará a vaga dos cariocas.
No jogo foi muito igual, mas o Botafogo que saiu na frente, Sassá desviou a bola no chute do Rodrigo Lindoso, aos 16 minutos.

A Ponte conseguiu o empate no segundo tempo, mesmo martelando o Botafogo no primeiro tempo. Aos 20 minutos, Pottker de cabeça empatou.

A Ponte termina sua jornada contra o Coritiba, no Moisés Lucarelli, domingo (04/12), ás 17h.

Por: Leandro Lopes (@lopes_leandro20) 

Sada perde o primeiro set na competição, mas vence e segue invicto na Superliga



Créditos: Washington Alves/Inovafoto/CBV



Sada Cruzeiro e Minas Tênis Clube se enfrentaram no último sábado, em Contagem, na Superliga Masculina de Vôlei. A equipe da casa alcançou a sua sexta vitória em seis jogos e segue de forma invicta na competição e se isola na ponta da tabela com 18 pontos.

Com o apoio da torcida, o atual campeão da competição fez 3 sets a 1 no Minas, com parciais de 25/19, 25/14, 19/25 e 25/23. Os dois primeiros sets o Sada conseguiu vencer com tranquilidade e parecia que iria vencer o terceiro sem nenhuma dificuldade, porém, o time de Marcelo Mendez desapertou e deixou o Minas crescer, fazendo com que a equipe visitante ganhasse o set. No último set o jogo seguiu equilibrado, mas o Sada acabou levando a melhor e fechou a partida com a vitória.

Em votação pela internet, o cubano Leal foi o destaque da partida, ganhando o Troféu Viva Vôlei. O ponteiro analisou a partida e comentou sobre o primeiro set perdido na competição.

“Foi uma partida boa. Fizemos os primeiros sets muito fortes, depois erramos muito no saque e, por isso, perdemos a parcial. Depois recuperamos e conseguimos a vitória. Nem sempre se pode ganhar de 3 sets a 0, mas o importante é ganhar os três pontos e seguir no topo da tabela."

A próxima partida da equipe do Sada será na sexta-feira, às 19 horas, contra o Bento Vôlei Isabela, no Rio Grande do Sul.
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