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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Guerreiros de Condá

A vida. Ah, que danada ela é. Nos prega peças assim, quando eu, você, todos nós menos esperamos. Não há como não sentir o peso de uma tragédia que vem como uma âncora e que te leva ao fundo do poço de tanta tristeza.

Eu, Patrick Silva, colunista do Figueirense aqui no Linha de Fundo, precisava, necessitava, e até me sentia na obrigação de parar alguns minutos, sentar e escrever o que hoje sinto e sentimos.

Garotinho sozinho e desolado. A personificação do mundo neste fatídico dia

Tantas vezes diante do sucesso esplendoroso da Chapecoense, me fazia cabeça dura e não queria admitir que eles se tornaram na raça, na vontade, um dos clubes mais organizados e bem planejado do futebol catarinense, e até brasileiro. Porém, no fundo, eu os admirava. Os tomava de exemplo e queria que o meu time tivesse a competência e se tornasse gigante de alma e espírito como era a Chapecoense.

Entre os vitimados, estava Cleber Santana e Kempes que jogaram em Avaí e Joinville respectivamente, e me fizeram chorar tantas vezes pelos gols que meu time levava deles. Hoje, eu voltei a chorar por causa desses caras. Chorei pela morte, mas queria muito que fosse por ter levado tantos outros gols.

Delegação da Chapecoense antes de seu último voo

Faleceu no voo, o presidente da Federação Catarinense, Delfim de Pádua Peixoto Filho. Personagem de tantas polêmicas, nestes mais de 30 anos presidindo a FCF, Delfim revolucionou o futebol de Santa Catarina. Queira ou não, o futebol de catarinense perdeu uma de suas maiores figuras e um dos seus maiores defensores. Vá em paz, Doutor!

No avião com a delegação da Chapecoense, também morreram alguns jornalistas. Jornalistas esses que honraram com brilhantismo suas profissões até o último segundo de suas vidas. Eu, como a equipe do Linha de Fundo, sonho em ser jornalista. Sonho e serei gigante que nem esses caras que caso não fosse essa tragédia, poderiam ser meus colegas de trabalho ou até mesmo meus chefes num futuro que agora está infinitamente longe. Esses 21 jornalistas se foram, mas ficam aqui como inspiração.

Esse sombrio 29 de novembro de 2016 nunca será esquecido por mim, por você, pelos torcedores da Chape, e principalmente pelos famiiares das vítimas. O time de Deus acabou de ganhar elenco, comissão técnica, presidente e uma equipe de jornalismo.

O que nos resta agora? Não sei. Talvez agradecê-los. É difícil pensar em algo nesse momento. Esse humilde texto é minha forma de solidariedade e agradecimento a esses homens mesmo sabendo que nada vai devolver a vida à eles. Obrigado, Chape! Obrigado, jornalistas! Que vão juntos e descansem em paz.

Patrick Silva | @figueiradepre

Sonhos vêm, sonhos vão e a humanidade fica. #ValeuChape

“Por debaixo desta certeza tranquilizadora percebia, contudo, o remoer surdo de uma dúvida, talvez se tratasse de um sonho enganador, um sonho de que teria de acordar mais cedo ou mais tarde, sem saber, nesse momento, que realidade estaria à sua espera” (José Saramago, Ensaio a Cegueira).

O dia começou estranho, cinzento, faltava algo, era vazio. Acordei aqui em Belo Horizonte com o coração na garganta, um aperto, meus sentidos me alertavam que algo terrível estaria por acontecer. Como reflexo peguei meu celular, mais ou menos as seis da manhã, e me deparei com a notícia, um direto de Mike Tyson na boca do meu fígado. O avião que levava a Chape a Colômbia havia caído, no exato momento acordei meu pai para contar a notícia, ele também não acreditou no que estava acontecendo, não parecia ser verdade. 
No exato momento eu pensei...minto nós pensamos em uma mesma palavra: sonho.



Aquela aeronave transbordava sonhos! Os sonhos de garotos que comeram o pão que o diabo amaçou para chegarem ao futebol profissional. Muitos deles saíram de casa cedo, saíram de perto de suas famílias, passaram fome e frio para viverem uma aventura. Nem 1% consegue chegar lá, e os que chegaram sabem exatamente a dificuldade necessária para se atingir a excelência. Em casa tenho um irmão mais novo que está vivendo esse sonho, que voa para São Paulo, Recife, Porto Alegre, jogando em todo tipo de campo em busca de uma chance, em busca da fantasia de ser um jogador de futebol, como 11 em cada 10 meninos dessa terra Brasilis.

E se o meu irmão estivesse lá? Nesse primeiro momento a primeira lágrima escorreu em meus olhos.

Por outro lado, pensando no âmbito esportivo, esse clube, a Chape, em um passado não muito distante estava na série D, como muitos outros clubes do Brasil vivia apenas da paixão de alguns abnegados do corpo diretivo e claro, de sua torcida. As vezes enxergamos o futebol apenas sob o olhar dos grandes clubes, das grandes massas, contudo, as vezes a realidade dos pequenos centros é tão ou mais visceral quanto. Quem torce sabe, quem sofre sabe.



Não é apenas futebol. Como colunista e membro do Linha de Fundo pude entender um pouco melhor disso através do convívio com os meus colegas torcedores que escreviam sobre essas realidades. Pensava comigo como pode, como esses caras conseguem ser tão fanáticos?  Talvez o mais “doente”, seja o portador do maior sofrimento do meu círculo de amigos. Falo do meu parceiro de Unanimidades e amigo Marcelo Weber, colunista da Chapecoense (PQP o Marcelo... outro pensamento que povou minha memória ao longo de todo dia). Esse cara redefiniu meu conceito de fanatismo, e talvez eu agradeça eternamente por esse novo aprendizado, por essa nova percepção que aprendi com ele e todos os outros. 

O Marcelo graças a Deus não estava no avião, mas eu sei que parte dele também se foi, e parte de mim o acompanhou em solidariedade.

Jamais entenderei os sentimentos do meu amigo, tentei imaginar se em 2013 depois de o Victor ter salvado o penalty do Riascos, o meu Atlético se envolvesse em um acidente como esse a caminho de Rosário ou de Assunção, acho que perderia meu chão. 

Meus caros, era sonho, fico imaginando se meu sonho como torcedor acabasse assim, enfim...olhos embargados novamente.

Para finalizar este pequeno ensaio, como diria Almir Sater, em sua icônica Tocando em Frente:

“É preciso amor; Pra poder pulsar; É preciso paz pra poder sorrir; É preciso a chuva para florir;

Da chuva, desse desastre eu vi nas redes sociais uma mobilização e uma sensibilização de tanta gente, de tantos torcedores e de tantos clubes que não via há muito tempo. Em uma época recheada ódio, e preconceito, vi um vestígio de humanidade, uma humanidade que sinceramente achei que estava perdida. 

Reza a lenda que o Índio Condá uniu todas as tribos da região de Chapecó em torno de um bem comum, de um bem maior. Estes jogadores, comissão técnica, jornalistas, dirigentes que vieram a óbito nessa tragédia fizeram o mesmo. 

Espero do fundo do meu coração que a comunidade do futebol, melhor, que o povo brasileiro honre o nome desses heróis em atitudes e ações que elevem nossa grandeza como seres humanos, com altruísmo e solidariedade com nossos iguais. 

A partir de hoje seremos todos Chape!


Olê, Olê, Olê, Olê...Chape Chape! 


por Matheus Henrique Valle e toda equipe do Linha de Fundo

Lyon mostra evolução ofensiva, mas sofre com erros defensivos e perde em casa

No último domingo (27), O Lyon recebeu o Paris Saint-Germain, no Parc OL, pela 14° rodada do Campeonato Francês. O jogo marcou o reencontro de Hatem Ben Arfa com o Lyon, time no qual o meia foi revelado.

Ben Arfa em ação contra o clube em que foi revelado (Foto: C. Gavelle/PSG)
O técnico fez poucas mudanças da partida anterior contra o Dínamo Zagreb para o clássico com o PSG. Apenas alterou a formatação tática e o posicionamento de alguns jogadores. 

A disposição tática de ambas equipes era muito similar. O Lyon, com a bola jogava no 4-3-3, sem a bola, variava para o 4-4-1-1. Com duas linhas de quatro jogadores, com Lacazette e Tolisso mais à frente. 

A partida começou com time de Unaí Emery dominando as ações, chegando à picos de 75℅ de posse no primeiro tempo. Apesar da maior posse de bola, os parisienses não eram incisivos. O Lyon, em contra-partida, marcava forte e jogava a partir do erro do adversário, para ser reativo e contra-atacar com velocidade.

Mas "água mole, pedra dura, tanto bate até que fura": depois de muito volume de jogo e de certa pressão explorando os lados do campo, o PSG fez o gol. Aos 28', o capitão Maxime Gonalons derrubou Thiago Motta dentro da área e cometeu pênalti, que foi bem assinalado pelo árbitro Ruddy Buquet. 

Na cobrança, o artilheiro Cavani não sentiu a pressão de 55 mil espectadores no Parc OL e fez, Lyon 0-1 PSG. Após o gol, os mandantes seguiram reativos e os visitantes possessivos, só que o jogo ficou mais morno e poucas chances foram criadas. O placar, portanto, não foi mudado antes do intervalo e o 1 a 0 permaneceu.

Na segunda etapa, os comandados do técnico Bruno Génésio voltaram mais ligados no jogo, afim de empatar. A marcação alta gera erro, e o erro gera chances claras. A partir disso, o Lyon chegou ao seu gol. Logo aos 3', Rafael chutou cruzado, Aréola defendeu e a bola sobrou com Valbuena, que bateu e fez, Lyon 1-1 PSG.

Com o empate, o Lyon cresceu no jogo e com a pressão de sua torcida criou várias e várias chances de gol, que não foram concretizadas. O time adiantou as linhas e com as entradas de Fekir e Valbuena se tornou mais incisivo, porém a recomposição era mal feita, o que tornava o jogo muito corrido.


Cavani deu a vitória aos parisienses (Foto: Robert Pratta/Reuters)
Já no fim, mais precisamente aos 36 minutos, o placar foi alterado mais uma vez. Em sequência do erro de passe no meio campo, o Lyon sofreu outro gol. Numa jogada de ultrapassagem do lateral, o belga Thomas Meunier, que havia entrado no lugar de Ben Arfa, cruzou a bola para Cavani, que fez o seu doblete. Lyon 1-2 PSG.

Em minha opinião, o técnico Bruno Génésio pecou na escalação. Começar com Fekir e Valbuena no banco, foi um erro. Os laterais do PSG, tanto Maxwell quanto Aurier, não marcam bem. Seria fundamental jogar naquele setor, o que não aconteceu e o que vimos foi um Paris Saint-Germain objetivo e preciso.

Com a derrota, o Lyon caiu para sétima posição, com 22 pontos. Antes da decisão na Champions League contra o Sevilla, no dia 7 do mês que vem, o time enfrenta o Nantes, fora de casa, pela 15° rodada da Ligue 1.

SOMOS TODOS CHAPECOENSE!

 

FORÇA CHAPECOENSE! (Mantos do Futebol)

Represento um time aqui no site que infelizmente já passou por uma situação parecida, são em dias como o de hoje que vemos como o futebol é pequeno em relação a vida. Por este motivo deletei meu texto que estava pronto para ser postado e deixo apenas minha pequena homenagem a Chapecoense, muita força aos familiares e que Deus traga conforto a todos!



#FORÇACHAPE

#wewillneverdie

#FlowersofChapeco



Meus sentimentos, Glory Glory Chapecoense!




Luto#

A Chape continua gigante. Apenas essa frase faz sentido nesse momento tão chocante.

Saudações, Fé e força.


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