A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Vitória sofrida, mas merecida

(Fonte: L'ÉQUIPE)
O jogo entre Dijon e Olympique de Marseille estava marcado inicialmente para a sexta-feira (09), mas devido mal tempo o jogo foi adiado, sendo disputado apenas no dia seguinte. Em um gesto de respeito aos torcedores, que se deslocaram até outra cidade, o clube arcou com os gastos de hospedagem.

O técnico Rudi Garcia escalou o OM no 4-3-3 com Pelé - Sakai, Fanni, Rolando, Hubocan - Lopez, Vainqueur, Anguissa - Thauvin, Gomis (c), Njie. Desta forma, os visitantes chegaram rodeados de muita expectativa para enfrentar o Dijon, que não vencia há seis jogos. O início do jogo mostrou que as expectativas iriam ser confirmadas e não demorou a que o OM abrisse vantagem. Logo aos 6 minutos, Thauvin deu belo passe para Maxime López, que finalizou na saída do goleiro Reynet, abrindo o placar.

Começamos a partir do gol a mandar no jogo, controlando o ritmo da partida e criando algumas chances gols, mas fomos pouco efetivos na primeira etapa. Gomis, principalmente, desperdiçou oportunidades claras. O time da casa em nenhum momento teve lucidez para atacar e oferecer algum perigo ao goleiro Pelé, que passou os primeiros 45 minutos sem ser vazado.

Mesmo sem levar tanto perigo à meta do Dijon, a equipe começou a segunda etapa bem, mantendo a mesma postura da primeira. Porém, com o passar dos minutos, o time da casa adiantou as suas linhas, pressionou a saída de bola do Marseille e cresceu na partida.  A partir deste momento o jogo passou a ser dominado pelos donos da casa. As melhores chances do adversário vieram através das bolas áreas. E foi assim que chegou ao empate, aos 78', Abeid marcou cobrando falta e contando com ajuda da neblina, que dificultava a visibilidade da bola.

Após sofrer o empate, Rudi Garcia imediatamente fez a substituição que mudaria o resultado do jogo a favor Marseille, colocando o contestado Sarr no lugar do apagado N'Jie. E quando parecia que o empate estava decretado, o meia, que havia entrado no decorrer do jogo, arrancou pela ponta direita, foi até a linha de fundo e cruzou rastreio para Gomis, que finalizou e deu números finais ao confronto. Dijon 1-2 OM.

Depois do segundo gol, a equipe se retraiu, obedecendo às ordens do seu comandante, que não evitou em colocar o defensor brasileiro Dória para se defender das bolas áreas que o Dijon alçou na área na segunda etapa.  Apesar de o adversário esboçar uma leve pressão nos dois últimos minutos de jogo, a equipe se manteve solida e alcançou a segunda vitória consecutiva pela Ligue 1.

Aos poucos a equipe está assimilando o estilo de jogo que o técnico Rudi Garcia pretende implementar na equipe. Introduzindo jogadores como Maxime Lopez, que pouco era utilizado, e agora se torna um jogador fundamental para a equipe com atuações de alto nível técnico e tático. Apesar de ter 19 anos, joga com a desenvoltura de um jogador experiente. Com a sequência de vitorias, o OM chegou aos 21 pontos, alcançou a 10ª posição na competição e, pela evolução apresentada pela equipe como um todo, pode-se pensar mais alto ainda nesta temporada. 

Até onde o camaleônico esquema de Max Allegri pode chegar?

Certo ou não, Allegri segue mudando (foto: Sky.it)
"Os números pouco importam, mas sim a função exercida", Massimiliano Allegri é daqueles treinadores que não se retém em mudar a formação tática da sua Juventus de acordo com os adversários, suas visões e previsões para os jogos que seguem na corrida da gigante de Turim em busca do sexto Scudetto, da tão sonhada UEFA Champions League, além da Coppa e SuperCoppa Itália (esta a ser definida ainda este ano), mas afinal, as variações táticas antes e durante os jogos podem fazer, de fato, a Juventus sonhar com voos distantes na máxima das competições do velho mundo?

A dúvida entre os torcedores é comum, seja em qualquer grupo de qualquer nação do globo: Qual a melhor tática para a Juventus? A pergunta recorrente que fica no ar segue sem respostas, até porque com a bola e sem são visíveis as mudanças de posicionamento que fazem a defesa se solidificar e permitir ainda as singularidades de jogadores de setores diferentes.

Contra o Torino, a Juve exibiu o 4-3-3 com a bola, atacando com Mandzukic se movimentando enquanto Higuaín permanecia fixo e Cuadrado correndo pelo flanco direito, mas sem a bola era o 4-4-2 em linha, com Sturaro fechando na esquerda e Cuadrado marcando Barreca que obteve boas jogadas diante do colombiano. O gol da equipe granata, por exemplo, teve Iago e Zappacosta marcados por Alex Sandro e Sturaro, mas Baselli avançou onde Marchisio não cobriu desde a origem e permitiu o cruzamento preciso para Belotti.

Diante da Atalanta, no jogo anterior, o 4-3-1-2 foi destaque com Pjanic livre para criar e flutuar como meia de ligação atrás dos dois atacantes, o dito trequartista, enquanto Sturaro cobria o lado canhoto quando Alex Sandro fazia das suas e a movimentação ofensiva do jogador que tecnicamente é a quem do padrão no elenco, fez o suficiente para abrir espaço para o gol do brasileiro (mantendo seu crescimento e cada vez mais essencial para a Juve).

Durante grande parte da temporada, muitas vezes foi visto o 3-5-2 padrão, vimos também o 3-4-1-2 com Pjanic mais solto, mas defensivamente era sofrível e a movimentação ofensiva também não agradou em alguns jogos apesar dos números bons de gols e assistências na temporada para o bósnio. Uma das variações usadas foi o 3-5-2 com Evra ou Lichtsteiner como um dos zagueiros, permitindo que o módulo alternasse para o 4-4-2/4-3-3 quando com a bola, dependendo dos demais escalados.

A verdade é que não se tem uma resposta, vai depender e muito do adversário e dos jogadores a disposição. No início da temporada se pensava no 3-5-2 com Buffon; Barzagli, Bonucci, Chiellini; Dani Alves, Khedira, Marchisio, Pjanic, Alex Sandro; Dybala e Higuain. Este time ainda não jogou junto, talvez nem treinado juntos por conta das lesões ocorridas, o que deixa qualquer previsão em caráter de dúvida. Isso pode ser bom para a Juve, pois ser imprevisível na forma de jogar é interessante, mas não se encontrar por conta das escolhas de Allegri é um risco que parece ser calculado pelo treinador e seus comandados que seguem firmes e fortes em busca de todas as taças a disputar.

Enfim, o fato é que Allegri seguirá mudando e o campo dará o seu veredito, como sempre o fez, se as mudanças são justas ou não com o melhor rendimento da equipe que evolui pouco a pouco.

A Juventus vencendo ou não as respostas virão e com ele as cobranças.

Benfica vence o dérbi de Lisboa e segue líder

Salvio comemorando seu gol (Pedro Rocha/Global Images)
O Benfica ganhou o dérbi de Lisboa, por 2-1, e alargou para cinco os pontos de vantagem sobre os leões que, com a derrota, foram ultrapassados pelo FC Porto no campeonato.

Rui Vitória surpreendeu ao entregar a titularidade a Rafa em detrimento de Cervi, enquanto Jorge Jesus devolveu Bryan Ruiz a equipe titular e voltou a jogar com seu habitual 4-4-2, devido ao fracasso que foi jogar com três zagueiros contra o Legia, que na Polônia derrotou os verdes de Lisboa e acabou eliminando a equipe do calendário europeu.

E foi o time visitante a criar a primeira chance de algum perigo na Luz, com Gelson Martins a tirar André Almeida do caminho, mas a rematar fraco de pé esquerdo, num dos poucos remates da jovem promessa portuguesa, anulado totalmente por Almeida. No outro lado, Rafa fez exatamente o mesmo, para cima de João Pereira.

Ao minuto 24, polêmica na Luz. Após pontapé de canto, os leões reclamaram grande penalidade por mão de Nélson Semedo, mas Jorge Sousa mandou jogar e o Benfica saiu para o contra-ataque. André Almeida conduziu a bola, soltou no momento exato para Rafa que, de trivela, assistiu Salvio para o 1-0. Explosão na Luz!

Mesmo em cima do intervalo, uma bola sobrou para Raúl Jiménez e deixou o camisa 9 na cara de Rui Patrício, mas o goleiro português levou a melhor sobre o atacante mexicano.

A segunda parte começou a um ritmo frenético, com três chances nos primeiros três minutos. O Benfica deixou o primeiro sinal e, na resposta, o recém-entrado Campbell serviu Bas Dost, mas o ponta de lança holandês acertou no poste da baliza benfiquista.

Ainda no minuto 47, Nelson Semedo subiu no terreno e cruzou para Raúl Jiménez se antecipar a João Pereira e cabecear para o 2-0. A equipe leonina reagiu em força, mas a pontaria não estava afinada e William que o diga, já que o médio, em excelente posição após canto, rematou para grande defesa de Ederson, um dos melhores em campo.

Aos 61 minutos, novamente Campbell a fazer estragos na defesa encarnada e a servir Bas Dost, mas o holandês só conseguiu atirar à figura do guarda-redes brasileiro. Não foi à segunda, foi a terceira que a dupla funcionou. À entrada dos últimos 20 minutos, o costa-riquenho passou por três jogadores do Benfica e cruzou para Bas Dost fazer, de cabeça, o 2-1.

Campbell, pelos visitantes, e Rafa, pelo Benfica, perderam oportunidades de ouro para dar outro colorido ao resultado e as águias acabaram mesmo por aumentar a vantagem sobre os leões na classificação.

E o Benfica é líder, os vizinhos de verde perderam. Podem-se queixar reclamar com todos, pois enquanto uns só pensam em reclamar outros pensam em jogar e vencer.

#CarregaBenfica

FC Porto goleia o Feirense e assume a vice-liderança da Liga NOS

[Foto: Site oficial do Futebol Clube do Porto - www.fcporto.pt ]
O Futebol Clube do Porto visitou o Feirense na tarde deste domingo (11) e goleou os mandantes por 4x0. Os gols foram marcados por André Silva (duas vezes), Brahimi e Marcano. Com a vitória e a derrota do Sporting, os tripeiros assumiram a vice-liderança da Liga NOS, quatro pontos atrás do líder Benfica.

O jogo começou com o Feirense assustando os Dragões. Mas, logo aos 2 minutos, o Porto teve um pênalti a seu favor que resultou na expulsão de Ícaro, da equipe mandante. O vice-artilheiro do campeonato com nove gols, André Silva converteu a penalidade e colocou os Tripeiros à frente, 1x0.

A pressão portista continuava forte, mas quando o Feirense vinha ao ataque, era com perigo. Um perigoso chute na trave salvou o Porto de levar o empate. Para acabar com essas chances de empate, Yacine Brahimi de volta a equipe titular na Liga NOS fez o segundo gol dos Dragões, 2x0.

No segundo tempo, após escanteio, a bola desviou e sobrou para Marcano que livre fez o terceiro portista, 3x0. Quinze minutos depois, foi a vez de mais um gol do cara do Porto, André Silva, de cabeça, fechou a goleada, 4x0. No fim, o Feirense quase diminuiu, com mais uma bola no poste. Mas, o último lance de perigo foi dos Tripeiros, Herrera deu um chapéu, cortou o marcador, mas chutou na rede pelo lado de fora.

Indícios de um mero coadjuvante

Alderweireld não conseguiu evitar a finalização que ocasionou a segunda derrota dos Spurs na competição (Foto: Getty)

Após dar adeus definitivamente à Champions, o Tottenham voltou às atenções à Premier League, foi até o Old Trafford e jogou pela 15ª rodada. O confronto deste domingo (11) era fundamental para as pretensões do time londrino, uma vez que abriria uma vantagem considerável do United e ainda igualaria a pontuação do outro time de Manchester, o City.

A escalação, novamente, não apresentou grandes surpresas. Com o retorno de Alderweireld, era natural que Dier perdesse espaço, sendo substituído e começando o jogo no banco de reservas. A insistência com Wanyama, entretanto, é algo que questiono. Exceto essa ressalva, Pochettino escalou o que tinha de melhor, mantendo o esquema – Lloris; Walker, Alderweireld, Vertonghen e Rose; Wanyama, Dembélé, Eriksen; Alli e Son e Kane.

Os primeiros minutos refletiram na inferioridade dos visitantes ao longo de toda a peleja. Embora o percentual alto de posse de bola fora mantido, o Tottenham trocou "passes inúteis", quase sempre do zagueiro para o lateral e vice-versa. A pressão imposta pelo adversário dificultou as ações do time londrino e a saída pelos flancos – Walker e Rose foram anulados e muitas vezes a única alternativa foi os chutões buscando Alli, Son e Kane.

Tantas vezes herói, Kane foi o vilão neste confronto (Foto: Reuters)
Pouco municiado pelos seus companheiros, o camisa 10 viu a necessidade de buscar a bola no meio campo e, num erro de passe, proporcionou o contra-ataque fatal do adversário. Se aproveitando da defesa totalmente exposta, aos 29', Mhkhitaryan arrancou até a área e concluiu bem, abrindo o placar. Manchester United 1-0 Tottenham.

Durante a primeira parte do jogo, os visitantes só conseguiram duas finalizações no alvo, sendo uma delas na cobrança de falta de Eriksen e outra no chute de Son de fora da área. Em contrapartida, os mandantes tiveram chances mais claras de gol, mas Lloris manteve o placar mínimo antes do intervalo.

No segundo tempo, o comandante argentino não mexeu, a equipe voltou com a mesma postura e deu sequência a sua atuação pífia. O jogo parecia sob controle para o United, até que Son deu lugar a Sissoko, que deu um novo ânimo ao time. O meia certamente deixou boa impressão, atuando pelo flanco direito e mostrando que poderá ser muito útil, caso receba mais oportunidades.

A melhor chance de empate veio através da bola parada. Após cruzamento de Eriksen, ninguém acompanhou Wanyama e o volante teve toda a liberdade para cabecear, mas mostrou que este fundamento não é o seu forte. Não questiono o queniano pelo fato de perder gols, tampouco pela atuação neste jogo, e sim, por ele não conseguir dar o dinamismo que têm faltado ao meio campo. Dembélé é outro que está devendo.

Lloris evitou que o revés fosse ainda maior (Foto: Reuters)
Além de Sissoko, outro que merece destaque positivo é Lloris, que manteve o nível da atuação que havia feito dos 45 minutos iniciais também na segunda parte do jogo. Se não fosse o goleiro, Pogba certamente teria ampliado, já que este foi o principal duelo da partida. Teve, também, a sorte em uma cobrança de falta do camisa 6 que parou no travessão. A segunda derrota do Tottenham na competição foi, também, a pior atuação do time nesta edição.

Com o resultado, os Spurs permaneceram com 27 pontos, na 5ª colocação e três pontos atrás do 4º colocado City, só que a diferença para o United caiu para três pontos. Agora, restam apenas quatro jogos para o fim do turno e o Tottenham terá Hull, Burnley, Southampton e Watford, sendo os dois primeiros em casa e outros dois como visitante. É a chance de engatar uma boa sequência e evitar mais um campeonato como mero coadjuvante.

P.S.: O Tottenham já conhece o seu adversário na fase 16-avos-de-final da Europa League: o Gent da Bélgica.

#COYS

Por: Marcelo Júnior

Twitter: @marcelinjrr / @SiteLF / @LFEuropa

Torino é bianconera. Torino é de Higuaín!

Como meu último texto aqui, o futuro da Juventus chegou, é agora! Você pode se perguntar: “Mas que futuro? Não ganhamos nada”. Sim, isso é verdade, não ganhamos nenhum dos quatro torneios possíveis até então, mas muita coisa do futuro foi decidido entre o último domingo (11) e segunda-feira (12).

Para começar, no jogo passado, tivemos o Derby Della Mole disputado entre Torino e Juventus, cujo placar foi de 1-3 (de virada) para nós bianconeri. Com o resultado, abrimos uma distância momentânea de sete pontos para os segundos colocados Roma e Milan, que se enfrentam nesta segunda, podendo um deles diminuir a vantagem para no máximo quatro pontos na Serie A.

Muita expectativa girava em torno do clássico de ontem. A Velha Senhora, como na maioria dos clássicos, chegou à ponta do campeonato, classificada em primeiro na Champions e seus jogadores começando a deslanchar.

A Juve entrou em campo no 4-3-3 de Allegri da seguinte maneira: Buffon; Lichtsteiner, Rugani, Chiellini, Alex Sandro; Khedira, Marchisio, Sturaro; Cuadrado, Higuaín, Mandzukic (Barzagli, Bonucci, Dani Alves e Pjaca ainda estão no departamento médico). Pjanic e Dybala ficaram como opções de Allegri no banco, o primeiro por cansaço e o segundo ainda não está apto para 90 minutos de jogo.

O jogo

A Juve dominou as primeiras ações do jogo, tendo mais oportunidades. Porém, aos 15' e na primeira chegada do time do Torino, Zappacosta fez boa jogada até a linha de fundo e cruzou na cabeça de Belotti, que abriu o placar para os donos da casa. A partir de então, houve mais igualdade nas oportunidades. Aproveitando uma indecisão por parte da zaga adversária, Cuadrado fez boa jogada, passou para Mandzukic e o croata tocou para Higuaín, que tirou levemente de Hart com frieza, empatando o jogo.

Que vire Rotina! Higuaín comemorando o gol de empate no Derby della Mole. Foto: Juventus.com
A partida continuava tensa, com ambos os times tendo chances, mas os escolhidos por Allegri estavam sabendo “sofrer” melhor que seu adversário. Mandzukic novamente foi muito importante, dando trabalho para o sistema defensivo adversário e segurando a bola; Alex Sandro sempre chegando com muita qualidade e força no ataque; sem a presença de Pjanic no meio, Marchisio ficou sobrecarregado das ações de organização do time, principalmente com a marcação homem a homem, que Mihajlovic preparou para nostro principino; Rugani tomou cartão amarelo em jogada que nem falta foi; Chiellini voltou seguro; Stephan Lichsteiner, com mais ritmo de jogo, se apresentou melhor;

E em uma bola despretensiosa alçada do campo de defesa bianconero, Higuaín mostrou o porquê é um dos jogadores mais letais em atividade e girou em cima da marcação, antes de virar a partida para a Juventus.

Aqui eu faço uma pausa na análise. Em todos meus textos procuro dar uma atenção especial à atuação de Higuaín. É inevitável por tudo que o cercou. Mesmo quando nosso atacante não marcava gols e não estava tão bem tecnicamente na partida, eu sempre enfatizei que ele continuava a se esforçar e a demonstrar empatia com seus companheiros, tentando se adaptar no campo ao lado de outro atacante de área (algo que sempre critiquei Allegri, mas que sem Dybala e Pjaca foi necessário).

Enfim, toda essa dedicação de Higuaín fica valorizada após a atuação dele ontem. Pipita não foi genial, não foi um absurdo técnico (pouco provável que um dia o seja), mas quando precisamos dele como ontem (e contra o Dínamo de Zagreb para desempatar a partida), ele estava lá. Pipita é um jogador "chato", incomoda. Nunca me manifestei a favor ou contra sua contratação. Mas torço demais para que seus gols nos levem longe.

Para finalizar a partida, após as entradas de Lemina, Pjanic e Dybala (nos lugares de Sturaro, Cuadrado e Mandzukic), em ótima jogada do argentino e após duas grandes defesas de Hart, Pjanic fechou a conta, trazendo a vitória para o lado preto e branco da cidade. Foi mais uma boa apresentação da Juventus no 4-3-3 e acredito que Allegri comece a perceber que talvez este seja o esquema que melhor possa extrair o que cada jogador tenha de melhor.

Ao final do jogo, os jogadores foram comemorar com a torcida bianconera. Foto: Juventus.com
Certos times têm certas marcas que os envolvem. O Santos e o Barcelona são conhecidos por jogarem bonito, o Corinthians é o time que faz a torcida sofrer (e que gosta disso) até os momentos finais, Flamengo é o time da massa, Manchester United é o time do “Fergie Time”, Real Madrid dos galáticos e a Juventus é o time da vitória pela vitória.

Vencer está cravado na história da Juventus, onde a “mentalidade vencedora bianconera” (para os fãs de NBA, algo como a “Mamba Mentality”) está estampada em todos os lugares. Ontem foi uma amostra da paixão bianconera pela vitória, que nos deixa esperançosos pelo que vem pela frente.

Sorteio das oitavas de final da Champions League

Hoje pela manhã foi sorteado o nosso adversário pelas oitavas da UCL. O Porto, de Casillas, será nosso adversário. Adversário de camisa, acostumado a ser zebra e ganhar suas eliminatórias em nível continental. Para nós, foi bom ter saído o Porto. É um time que fará jogo duro, mas que se temos qualquer pretensão de conquista europeia temos que vencê-los e, assim, evoluindo o time.

Especulações

A temporada de especulações de contratação nunca acaba para a Juventus. Witsel, Draxler, Isco, N’Zonzi, Rincón, Kessie e Caldara são especulados pela imprensa. A imprensa italiana AMA especular jogadores na Juventus. Impressionante!

Próximo jogo: no domingo (18), a Juventus recebe a Roma, no Juventus Stadium.

Fino alla fine, FORZA JUVENTUS!

Mudanças forçadas no meio de uma temporada

Quando Milik se machucou, poucos achavam que o Napoli iria se reerguer, já que o time havia perdido dois atacantes essenciais para o esquema de jogo que Sarri implantou dentro do clube. Com bastante toques de bola, movimentações, focando sempre em jogadas pelas laterais e enfiadas de bola que fazia o time do napolitano triunfou facilmente sobre adversários que tinham a pressão de precisar ganhar a partida.

O time precisou se reencontrar em um novo esquema com um "falso-9". O atacante Mertens é quem vem fazendo bom trabalho pelo meio. Sempre com jogadas individuais e com um bom posicionamento, o ponta esquerda já marcou dez gols e deu três assistências, somando UEFA Champions League e Serie A. E, neste domingo (11), não foi diferente.
 
Mertens tem feito um bom início de temporada (Foto: Murru/AP)
Agora, falando um pouco sobre o último jogo, o Napoli enfrentou o Cagliari e saiu com os três pontos. Apesar de ter jogado fora de casa, no estádio Sant'Elia, o adversário não ofereceu grandes dificuldades e a vitória foi relativamente fácil. Com um sistema defensivo que dava varias brechas, o ataque leve e rápido do time de Nápoles construiu a goleada, tendo como grande destaque Dries Mertens. O belga garantiu uma tripletta, Hamsik e Zielinski também marcaram e, assim, contribuíram para o placar de 5 a 0.

Podemos notar nitidamente a evolução do time napolitano, principalmente neste último jogo, quando o ataque funcionou bem. Antes era um meio "pesado" e com poucas possibilidades de jogadas. Agora, é um meio leve e com muita criatividade. No momento, o Napoli já soma 31 pontos e ocupa a quarta colocação na tabela, juntamente a Lazio e com vantagem no critério de desempate.

@gabrielcec__   

Falta calma ao Liverpool

Lallana e Payet em disputa de bola (Foto: Mirror U.K/divulgação)
Manter-se estável em situações adversas é sempre difícil. No futebol, é indiscutível que desempenho físico e psicológico caminham lado a lado. A pressão da torcida, da diretoria, a empolgação do adversário, os resultados dos rivais, entre outros fatores, afetam diretamente a cabeça dos jogadores e consequentemente o seu rendimento em campo. Nos últimos jogos, sempre que colocado em situações similares, o Liverpool tem fraquejado e deixado o resultado escapar, e foi assim novamente contra o West Ham, em Anfield. 

No jogo realizado no último domingo (11), o que se viu boa parte do tempo foi um Liverpool refém do nervosismo, que mesmo sendo superior, não conseguiu vencer a partida e saiu com o um empate de 2x2, onde os gols tomados tiveram falhas providenciais de nossos jogadores.

Tínhamos a bola e facilmente chegávamos com ela na área do adversário, ainda assim, as jogadas não eram finalizadas da maneira ideal. Ao fim da partida as estatísticas marcavam 68% de posse de bola para nós, 18 chutes contra sete dos Hammers, sendo apenas três no alvo, o mesmo número do adversário. 

Começamos bem, é verdade, e logo aos 4’ Lallana abriu o placar. Tudo corria bem, jogávamos melhor e parecia questão de tempo para que o segundo gol saísse. Mas aos 27’, em cobrança de falta da intermediária, cobrada por Payet sem o capricho de costume, saiu o gol de empate, contando com enorme contribuição de Karius, que chegou muito atrasado e ainda espalmou para o gol. Antes mesmo do intervalo veio à virada, aos 38’, após bola desviada, Matip se atrapalhou e não conseguiu cortar, deixando Antonio na cara do gol, livre pra tocar na saída de Karius e marcar.

No segundo tempo, o empate veio rápido e ficamos vivos em busca da vitória. Aos 2’, Manè cruzou e Randolph falhou feio soltando a bola nos pés de Origi, que escorou para o gol. Nesse momento, o time parecia confiante que conseguiria a vitória e foi pra cima. O toque de bola e a movimentação no meio pra frente era bom, envolvíamos a defesa deles, mas pouco chutávamos e quando alguém resolvia arriscar Randolph sequer era exigido. O tempo foi passando e claramente o time foi se abalando, nervosos, os jogadores mostravam muita afobação e perdiam chances dentro da área. Com o andamento do relógio o clima de tensão foi dando lugar ao de aceitação e lamentação. Estava claro que mais uma vez íamos vacilar. E vacilamos.

Depois de mais um jogo sem vitória, é importante que Jurgen Klopp traga de volta a mentalidade vencedora implantada no começo da temporada, segundo disseram os próprios jogadores quando estávamos no topo da tabela. A próxima partida é fora de casa, contra o Middlesbrough, adversário difícil, como pede a Premier League, e devemos ir em busca da vitória a qualquer custo.

Reação com a cabeça

(Foto: Getty)
O mês de dezembro é sempre complicado para nós. Geralmente é a parte do ano em que estamos embalados por resultados bons e do nada a casa cai com atuações pífias. Com isso, os Gunners sofrem com uma "dor na barriga" por qualquer jogo nesse tão tenebroso período.

No começo do jogo, parecia que tudo isso iria acontecer, de novo. O Arsenal jogava mal e não conseguia pressionar o Stoke dentro de casa. Os Potters até chegavam a assustar com chutes a média/longa distância com Allen e Muniesa. Faltava mostrar mais para poder balançar as redes de Grant, mas não conseguíamos criar nada. Para piorar, Mustafi sentiu uma lesão muscular - Arsène disse que o alemão deve ficar fora até o Natal. Mas o que está ruim pode piorar: Charlie Adam abriu o placar de pênalti após Xhaka derrubar Allen na área. 

Özil cabeceia para fazer um bonito gol e desempatar a partida. (Foto: AFP/Getty)
Mas, havia uma luz no fim do túnel. Com a lamentação pela perda de Mustafi, veio à felicidade com o retorno de Bellerin ao time depois um tempo parado por uma lesão. O espanhol deu uma nova cara para o time do Arsenal e isso justifica o porquê dele ser o melhor lateral da Premier League. Já no final da primeira etapa, o jovem lateral cruzou na medida para Walcott completar para o gol e empatar o jogo.

O segundo tempo começou excelente para nós. Os torcedores que estavam nervosos por conta do jogo demoraram apenas quatro minutos para se acalmar. Chamberlain deu um lindo lançamento para Özil, com muita inteligência, dar apenas um toquinho de cabeça para encobrir o goleiro. O Arsenal viraria o jogo e o segundo tempo ficaria mais tranquilo para nós. Mais tarde, Iwobi ainda aumentaria o placar após aproveitar uma vantagem em falta sofrida por Alexis para confirmar o placar em 3 a 1.

Iwobi comemora um gol que pode ser importante para sua sequência na equipe. (Foto: Getty)
O mais importante dessa vitória foi o poder de reação que apresentamos. Isso pode ser importante nesse mês de Premier League, que é maluco como um mês de um Brasileirão. Já na próxima quarta enfrentaremos o Everton e domingo temos uma parada difícil contra o Manchester City. Estamos a três pontos do líder Chelsea e precisamos manter a regularidade para continuar na briga.

Sem nada, que venha 2017

Sem vitória, sem Libertadores, sem nada! Assim o Corinthians encerra a temporada de 2016 em seu último jogo diante do Cruzeiro dentro do Mineirão. De bonito mesmo foi a homenagem do Corinthians a Chapecoense, na camisa do clube estava a conta bancaria da equipe Catarinense para que receba doações depois de todo o ocorrido para que a grande Chape volte a se reencontrar no cenário do futebol. E não me venham com o papo de “Perdemos a oportunidade de fazer bonito” porque não cola. O Corinthians não tinha a obrigação de usar verde. Várias equipes não usaram a cor e ninguém falou nada, mas quando o assunto somos nós... Estamos com você, Chape, existem várias formas de te homenagear, a cor não importa neste momento. Preto e branco é tradição! #ForçaChape

Quanto ao jogo podemos falar que mais uma vez Oswaldo de Oliveira aprontou no contexto da peleja. Por duas vezes o Timão esteve à frente do placar, porém o time não conseguiu segurar o resultado e perdeu por 3-2. Na boa, não consigo entender até hoje como o comandante do Timão conseguiu chegar ao comando alvinegro. Seus números mostram um trabalho ridículo.

Foto: Daniel Augusto Jr
O Corinthians abriu o placar com Guilherme, que, aliás, gosto deste jogador quando faz o papel de falso 9, é aí que o atleta consegue desempenhar seu melhor estilo de jogo. A alegria durou pouco e Arrascaeta empatou. Até aí ok. 

O que aconteceu no segundo tempo foi horroroso. Como que Oswaldo de Oliveira sacou do time Camacho e colocou Guilherme Arana adiantando Uendel e com isso o Timão tomou dois gols nas costas do garoto com dois laterais esquerdos em campo? 

Marlone até colocou o Corinthians em vantagem em 2-1, mas o Cruzeiro queria a vitória. É bem verdade que prefiro o jogo de Arana a Uendel, porém o menino cria do terrão falhou em ambos os gols tomados. 

Qual a postura deste treinador? Prevejo um 2017 bem turbulento ao Corinthians. 

Com a derrota o Corinthians encerrou a temporada e consequentemente o Campeonato Brasileiro em SÉTIMO lugar, fora da classificacao para a Libertadores que contava com seis vagas para 2017. Resta-nos agora é o Campeonato Sulamericano, único título que ainda não possuímos. 

Na boa, adorei que não fomos para a Libertadores 2017. Tem muita coisa errada dentro do Corinthians precisando ser limpo primeiro. E não me venham com esse papo de: "Tem que ir para a Libertadores para pagar a Arena", pois Paulistão está aí para isso, o valor do ingresso é o mesmo.

No mais, coloca este texto no DVD porque hoje o churrasco é por nossa conta. Que a Série B possa ensinar a este time medonho um pouco de caráter. #PoeNoDVD

CORINTHIANS: Walter, Fagner, Vilson, Balbuena e Uendel (Léo Jabá); Cristian; Romero (Giovanni Augusto), Camacho (Guilherme Arana), Rodriguinho e Marlone; Guilherme. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana