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domingo, 18 de dezembro de 2016

Cauteruccio marca no fim e San Lorenzo conquista o empate contra o Lanús

Cauteruccio chega a 9 gols no Campeonato Argentino (Foto: San Lorenzo/Divulgação)
Em jogo válido pela 14ª rodada do Campeonato Argentino, o San Lorenzo foi até o Estádio Ciudad de Lanús enfrentar a equipe do Lanús. A equipe conseguiu o empate no fim da partida após está perdendo por dois a zero para os Granates. Com o empate, o time de Diego Aguirre continua na segunda posição do campeonato com 28 pontos empatado com a equipe do Newells Old Boys e três atrás do líder Boca Juniors.

A partida já começou com o gol da equipe do Lanús. Em cobrança de falta, Barrientos cruza para Velazquez, que de cabeça abre o placar para o Granates. No segundo tempo, Sand ampliou o placar aos 9 minutos em cobrança de falta. O Ciclón diminuiu o placar aos 25 minutos com Cauteruccio, após o belo cruzamento de Senesi. Aos 37 minutos, a estrela de Caute novamente brilhou e empatou para a alegria dos Cuervos, após Monetti espalmar a bola para o atacante, chegando a nove gols do campeonato, quatro em duas rodadas, já que brilhou na vitória anterior sobre o Unión de Santa Fé.

Após duas vitórias consecutivas, o San Lorenzo voltou a tropeçar, mas o empate fora contra a equipe do Lanús foi importante na continuidade pela briga ao título do Campeonato Argentina. Apesar das duas derrotas em casa para os concorrentes diretos como o Estudiantes e Boca Juniors, o Ciclón vai conquistando vitórias importantes fora de casa e vai crescendo a cada rodada no campeonato, porém precisa ter uma boa sequencia, já que nas próximas rodadas jogará contra equipes que estão na parte de baixo da tabela e claro torcer contra o Boca Juniors, para enfim chegar ao topo do campeonato. Agora resta torcer para o bom momento do Cauteruccio,que vem fazendo gols importantes para o Ciclón, principalmente nas últimas rodadas.

Com 28 pontos, o San Lorenzo jogará em casa contra o vice-lanterna Belgrano, enquanto a equipe do Lanús jogará fora contra o nono colocado Racing.

Joseclei Nunes | @JosecleiNunes

Com Wenger sendo Wenger, Arsenal sofre segunda derrota em menos de uma semana

A semana do torcedor do Arsenal não poderia ter sido pior, na segunda-feira (13), os Gunners foram sorteados para enfrentar o Bayern, nas oitavas de final da Liga dos Campeões, um dos adversários mais indesejáveis dos possíveis. Na terça-feira (14), perdeu a invencibilidade que carregava desde a segunda rodada da Premier League ao ser derrotado pelo Everton, de virada.

Alexis e Yaya Touré disputam a bola. Foto: Arsenal.com
E à tarde de domingo (18) deixou os Gunners ainda mais frustrados, após sair na frente do Manchester City, no Etihad Stadium, o Arsenal mais uma vez sofreu o revés e deixou o campo derrotado. Chamou a atenção negativamente o desequilíbrio do time na segunda etapa e a passividade de Arsène Wenger.

Logo aos cinco minutos de jogo, Theo Walcott abriu o placar e deu esperanças ao lado vermelho de Londres. Mas o gol foi tudo o que fez o time e a primeira etapa acabou com a vitória pelo placar mínimo para os visitantes.

Nem deu tempo de ver a estratégia do Arsenal para o segundo tempo, com dois minutos, Leroy Sané, em posição duvidosa, deixou tudo igual em Manchester. Os Gunners pareciam ter ficado no vestiário e o gol da virada era só uma questão de tempo.

Com o jogo ainda empatado e sem mostrar nenhuma reação, aos 20 minutos, Wenger fez a substituição mais previsível possível, trocando Iwobi por Oxlade-Chamberlain. Seis minutos depois, o segundo gol do City veio com Raheem Sterling.

Wenger então, como já esta virando rotina, resolveu soltar o time depois de tomar o gol. Giroud entrou em campo no lugar de Coquelin. E para piorar as coisas, 13 minutos após entrar em campo, Ox sentiu uma lesão e teve que deixar o jogo.

Com opções de frente no banco, como Gibbs podendo jogar como ponta ou Lucas Pérez, que vem mostrando boas apresentações. Wenger resolveu colocar o volante Elneny para substituir Ox. A alteração naturalmente fez o time recuar e matou qualquer chance de reação.

A derrota deixou o Arsenal com 34 pontos na quarta colocação da Premier League, agora à nove pontos do líder, Chelsea. O próximo compromisso é no Boxing Day, quando os Gunners recebem o West Brom, no Estádio Emirates, na segunda-feira, dia 26/12.

Lucas Felipe (@lsouza73)

Do inferno ao inferno: o ano do Figueirense

Desde promessas de um grande time a um termo de compromisso contra o rebaixamento. O ano repleto de erros do Figueirense só fez o torcedor sofrer. Diferente de alguns anos, dessa vez esses erros não puderam ser escondidos com a sorte de não ser rebaixado. Um ano trágico para se tirar bastantes lições. Vejam o 2016 do Figueirense Futebol Clube.

Um 2016 de sofrimento e lições
Campeonato Catarinense - O começo do fim

Aos trancos e barrancos, Figueirense se segurou no estadual
Entrando como até então atual campeão, o Figueirense tinha como objetivo conquistar o tricampeonato da competição. Mantendo Hudson Coutinho que treinou o time nos últimos jogos do ano anterior, o time teve muitos altos e baixos. Fazendo um péssimo turno, onde perdia jogos que não podia, entrou no returno não podendo cometer os mesmos erros, pois fatalmente poderia se complicar e brigar contra o rebaixamento. Já no comando de Vinícius Eutrópio, o time deu uma leve subida de rendimento com as chegadas de Rafael Moura, que veio por empréstimo junto ao Galo, que havia contratado Clayton após uma negociação que levou horas e horas. Terminou o returno em segundo, mas nada animador.

Primeira Liga - Estreia de competição e eliminação

Primeira eliminação da temporada, mas nem tão lamentada
Na competição estreante no calendário do futebol brasileiro, o Figueirense esteve no mesmo grupo de América-MG, Atlético-MG e Flamengo. Terminou a competição em segundo no grupo, atrás apenas do Flamengo. A eliminação não foi dada como muita decepção, pois ainda era uma competição em formação e a torcida ainda não à via com tamanha importância.

Copa do Brasil - Vexame

Um sonoro 5x0 e eliminação vexatória
Na Copa do Brasil, o Figueirense teve nas duas primeiras fases, fracos adversários (Lajeadense-RS e Sampaio Corrêa), onde não precisou de tanta força para chegar à terceira fase. Nesta fase, enfrentou a Ponte Preta. No primeiro jogo, no Scarpelli, um empate chato por 0x0. Na volta, uma das partidas mais ridículas da temporada. Um sonoro 5x0 para a Ponte, que claro, culminou com a eliminação do Figueira.

Copa Sul-Americana - Esperança e decepção

Rafael Silva 'cortou' Figueirense da Sul-Americana
Como "premiação" para a vergonhosa eliminação na Copa do Brasil, o Figueirense ganhou uma vaga na Copa Sul-Americana. O adversário na competição internacional foi o time do Flamengo. No primeiro jogo do duelo, no Scarpelli, uma partida insana. Jogando como nunca, o alvinegro aplicou um impressionante 4x2, com três gols do atacante Rafael Moura. Mas nem assim o Figueira conseguiu a glória de uma classificação inédita para a fase internacional da competição. No jogo de volta, em Cariacica, o alvinegro até abriu o placar com Rafael Silva. Porém, o autor do gol viria a fazer a maior besteira de um jogador do clube no ano. Após marcar seu gol, comemorou provocando os rubro-negros, e logo depois fez uma falta boba e foi expulso. Depois disso, fomos dominados e a eliminação veio. Mais uma vergonha para o enorme cartel de 2016.

Brasileirão - O final do fim

Erros, erros e mais erros, e seguimos o caminho escuro para a Série B
Tendo conseguido a permanência no apagar das luzes no ano anterior, o presidente do Figueirense, Wilfredo Brillinger, veio dizendo que neste ano o Figueira iria brigar por coisas maiores e prometia veementemente que não iria passar nem perto da zona de rebaixamento. E é óbvio que não foi o que vimos. Vimos um time totalmente desorganizado em que a única jogada era tentar achar Rafael Moura na frente, ou fazer com que o atacante buscasse a bola no meio-campo e fizesse quase tudo. Perdemos pontos dentro de casa para times que não podíamos perder pontos. América-MG, Coritiba e Sport são alguns exemplos. De fato, nada deu certo no Brasileirão, e quando nada dá certo o resultado inevitavelmente não é outro a não ser o rebaixamento.

Retrospecto do Figueirense em 2016
Alguns outros fatos podem explicar o mau ano do Figueirense. As repetidas trocas de treinadores (foram cinco técnicos diferentes), as más contratações, o clima dentro do vestiário com brigas entre jogadores, etc. Mas nada nesse ano supera uma coisa: o famoso Termo de Compromisso. Uma retrospectiva sobre o ano do Figueirense não poderia jamais faltar a maior vergonha da diretoria do clube no ano. Sem contar que ainda tivemos o pedido incabível de anulação de um jogo, que o nosso "querido" presidente teve a coragem de fazer.

O glorioso Termo de Compromisso. Depois de ser assinado, apenas uma vitória conquistada
O time por inteiro decepcionou o torcedor, mas se pudessem apontar duas decepções, apontaria Lins e Michael Ortega. Lins por toda pompa, artilheiro no Criciúma, fazia gol de todo jeito no Japão. Veio pra cá, e nada. Mas não o crucifico tanto, pois o Figueirense é uma espécie de "sepultador" de atacante. Não temos um meia decente há anos. Aí vem a outra decepção: Michael Ortega. Colombiano, veio do Junior Barranquilla com a esperança de que iria resolver o problema. O camisa 10 que o time precisava. Jogou apenas 290 minutos. Mais nada. Carlos Alberto que foi desligado do clube durante o Brasileirão, colocaria como decepção, mas ao mesmo tempo não. A série de lesões dele foi muito grande enquanto esteve no alvinegro, mas quando entrava, resolvia. Era o melhor jogador do Figueira. E essas todas as decepções têm culpados. Culpados com nome, sobrenome, RG, CPF, tudo. E todos sabem quem são, exceto a organizada do Figueirense.

O ano de 2017 já está batendo na porta. A perspectiva é nula. Teremos Primeira Liga, Catarinense, Copa do Brasil, e uma Série B com a obrigação de fazer uma excelente campanha. O futuro não sabemos como será, mas esperamos que seja feliz, pois basta de sofrimento pra essa torcida.

Patrick Silva - @figueiradepre

Semana difícil reaproxima o Palace da briga contra a Championship

Na primeira semana mais curta e atribulada de Premier League na temporada, com jogos também no meio da semana, o Palace teve dois rivais grandes e em momentos positivos dentro da competição. O saldo das duas partidas em Croydon foi de duas derrotas.

Hennessey durante partida diante do Chelsea. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal Palace.
O Crystal Palace vivia até 15 dias atrás seu pior momento dentro da principal competência da terra da rainha. Antes da vitória por 3-0 diante do Southampton na 14ª rodada, as águias encaravam uma terrível sequência negativa com seis derrotas consecutivas, porém com o final do jejum de triunfos, veio outra rodada pontuando, com o heroico empate fora de casa com o Hull City.

A confiança voltara aos lados do Palácio de Cristal, excelente, levando em consideração as rodadas subsequentes onde o Palace receberia, Manchester United que após um período de baixa crescia na competição e vinha de boa vitória frente ao Tottenham e loga depois encararia o líder Chelsea invicto e 100% a 10 partidas, paradas duríssimas em Selhurst Park.

No primeiro desafio, quarta-feira contra o Manchester o Palace foi a campo com: Hennessey, Ward, Dann, Delaney, Kelly, Flamini (Ledley), Cabaye, Zaha, Lee (Fryers), McArthur (Campbell) e Benteke. O confronto teve durante praticamente todo o primeiro tempo, superioridade dos visitantes, visto uma ou outra estocada do Palace. Quase no trilar do apito a instantes finais da etapa, Pogba inaugurou o placar, levando o United em vantagem para os vestiários.

Na segunda etapa o Crystal mudou de postura e incomodava mais os Reds, tendo oportunidades melhores do que em todo o primeiro tempo, até que a mudança de atitude rendeu frutos, McArthur (cinco gols na Premier League) como elemento surpresa após bela jogada pela esquerda e passe de letra de Delaney, completou para as redes empatando a partida. O encontro se encaminhava para o empate até aparecer Ibra e finalizar na saída de Hennessey após passe de Pogba, 2-1 Manchester.

Palace segurava resultado até os 43 minutos do 2º tempo. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal Palace.
A partida do sábado (17) contra o Chelsea seria outra parada muito complexa, apesar de outra vez jogar em casa, o que, aliás, não tem significado bons resultados ao Palace, o adversário em questão estava a 10 partidas vencendo consecutivamente. Palace jogando em Selhurst: 2V-1E-5D.

O jogo foi o que inaugurou os trabalhos de sábado pela Premier League, a região de Croydon, em Londres estava imersa em uma espessa neblina que marcou presença durante todo o embate. O Palace que enfrentou os líderes teve: Hennessey, Kelly (Fryers), Dann, Delaney, Ward, McArthur, Ledley, Zaha, Cabaye (Campbell), Puncheon (Townsend) e Benteke.

O Chelsea buscava atingir o recorde de vitórias da liga, só que o Palace estava disposto a estragar a festa dos blues. O jogo foi duro, brigado e bastante truncado no meio campo, com várias faltas cometidas por ambos os lados e oportunidades bloqueadas nos dois ataques, assim se encaminhava o primeiro tempo para um 0-0, a exemplo da partida anterior diante do Manchester. Praticamente como aconteceu contra os reds, os blues marcaram um gol no final da etapa. Após cruzamento de Azpilicueta encontrar a cabeça do artilheiro do campeonato, o brasileiro/espanhol que chegou ao seu 13º gol abrir o marcador, dando números finais à etapa inicial.

Detalhe do gol de Diego Costa. Reprodução/Twitter oficial do Chelsea.
A segunda etapa foi similar à anterior, com muitas faltas, poucas chances claras de gol e várias tentativas bloqueadas. O jogo seguiu combativo no meio de campo e apesar de ter feito razoavelmente uma boa exibição, as águias não foram páreo para o avassalador Chelsea de 11 vitórias seguidas e melhor defesa da Europa, o Palace teve mais posse de bola, mas o Chelsea transformou sua estratégia em gol, 1-0 blues e o Palace flerta com a Championship.

Agora em 15 jogos por premier League, são 11 vitórias Chelsea, duas vitórias Palace e dois empates. O Palace após encerrar o jejum de seis jogos sem pontuar, já não vence a duas rodadas, se mantém assim com 15 pontos agora em 17 rodadas, nos aproximamos do término de primeiro turno da competição e temos sim que nos preocupar com o fantasma da Championship (4V - 3E - 10), ficando a um ponto da zona de rebaixamento.

Próxima partida do Crystal Palace pela Premier League:
26 de Dezembro - 12h30min (hora Brasília) - Vicarage Road.
Watford x Crystal Palace.

Por: @carlosjr92educa
Carlos Alberto de Sousa Júnior - Colunista do Crystal Palace

Raúl marca, de novo, Jonas volta e a liderança continua


O Benfica venceu por 1 a 0 o Estoril Praia, neste sábado (17) no estádio António Coimbra da Mota, em Estoril. O único gol da partida que valeu a vitória benfiquista foi marcado por Raúl Jiménez numa cobrança de pênalti. Com o triunfo, o SLB aumenta a vantagem sobre o vice-líder Porto para quatro pontos, vale lembrar que os portistas tem um jogo a mais que os encarnados, eles ainda irão jogar nesta segunda-feia (19) com o Chaves e já adiantaram a 15ª rodada, com vitória sobre o Marítimo, portanto os dragões tem um jogo a mais.

O Benfica além dos três pontos sofridos para serem conquistados na Amoreira pode comemorar muitas coisas para este encontro além da vitória. Em primeiro, grandes atuações individuais. Ederson na baliza, Pizzi no meio e Raúl no ataque foram os principais nomes do Benfica durante o jogo. Outro fato a ser comemorado e exaltado pelos benfiquistas é a excelente forma do seu camisa 9, o mexicano Raúl Jiménez, marcou em todos os últimos sete jogos que participou, mostrando o motivo da preferência de Rui Vitória pelo mexicano ao invés de Mitroglou, que não vive seu melhor momento. O outro motivo de alegria para os benfiquistas é o regresso de Jonas, que volta aos gramados após mais de 100 dias afastados devido a uma lesão.

E se o jogo foi difícil, não foi por falta de posse, oportunidades e chances de marcar. Foi devido a uma grande partida tática defensiva do Estoril, que apostava em contra ataques rápidos com Diogo Amado, mas o Benfica contava também com uma noite inspirada do goleiro Ederson, que além de ir bem, contou com a sorte num lance do Estoril onde a bola beijou a trave benfiquista. Ao segundo tempo, o Benfica intensificou a pressão e Ailton acabou por meter a mão na bola dentro da área, pênalti para as águias, Raúl sem olhar para o gol fez o único tento do jogo: 1 a 0.

Jonas volta aos gramados (Foto: Manuel Almeida/LUSA)
E o Benfica até tentou mais gols, apesar do jogo amornar após o gol, mais próximo do fim do encontro o Estoril tentava o empate de qualquer jeito, e então Rui Vitória promoveu o regresso de Jonas, na vaga de Raúl. Em menos de dois minutos em campo o camisa 10 conseguiu duas finalizações e criar uma jogada de real perigo na finalização de Mitroglou. Com Jonas, o Benfica parecia estar mais motivado a buscar o segundo gol e Pizzi, conseguia sempre bolas boas para o brasileiro que sentiu, claro, o ritmo de jogo. Ao fim, o Estoril ainda perdeu uma chance de empatar a partida com Gustavo Tocantins. Fim de jogo na Amoreira, vitória benfiquista e liderança também benfiquista.

Cruzeiro 2016: Tão combatido, jamais vencido

Fala nação azul, sem duvida vocês já devem ter escutado esse velho ditado que nem tudo na vida são flores e que de vez em quando aparecem alguns espinhos em nosso caminho para nos desafiar. Bom, durante dois anos, nós cruzeirenses, temos encarado mais espinhos do que flores em nosso caminho.

Novamente encerramos mais uma temporada sem títulos, tendo como nosso maior objetivo a permanência na elite do campeonato e como a missão de um título na Copa no Brasil não foi cumprida, nos restou à tentativa de uma vaga na Sul-Americana, mas calma, irei relembrar cada momento com vocês, nos mínimos detalhes, até porque para quem é apaixonado por futebol, não há limites quando o assunto é falar sobre esse esporte sensacional.

@Cruzeiro
Apesar de tudo que “sofremos” nesse ano passamos por momentos inesquecíveis em cada competição que o Maior de Minas participou.

O inicio do ano:

A esperança do torcedor cruzeirense para a temporada 2016 era simples: Almejar títulos, brigar na parte de cima da tabela, construir um bom time, união entre torcida e jogadores e principalmente o reconhecimento e gratidão por fazer parte de um clube como o Cruzeiro. Resumindo queríamos um ano diferente de 2015.

Porém a diretoria do Cruzeiro não aprendeu com seus erros, pelo contrário insistiu naquilo que era visível que não daria certo. A verdade que começamos 2016 com o “pé esquerdo”. Para inicio de conversa, Mano Menezes não resistiu á proposta da China e deixou a Raposa aqui perdida, sem rumo e mais para frente, perdemos nosso capitão Fábio (graças às forças divinas Rafael deu conta do recado).

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UOL Esporte
E quando o assunto é contratações desesperadas, disso a diretoria do Cruzeiro entende muito bem um exemplo disso é Deivid, Paulo Bento e a lista de jogadores que vieram apenas para gastar nosso dinheiro, pois nada fizeram.

Campeonato Mineiro:

Tudo bem que na teoria o retrospecto cruzeirense é impecável. Foram onze partidas e desses onze confrontos a Raposa permaneceu invicta com dez vitorias e um empate, liderando a competição.

@Cruzeiro
Acho que o torcedor cruzeirense merecia ganhar um prêmio por aguentar e persistir vendo os jogos da equipe estrelada. Só quem acompanhou desde o inicio sabe do que estou falando. Foi á falta de organização dentro e fora de campo que juntou com a má vontade dos jogadores, sorte que os outros times estavam em uma fase pior do que a Raposa.

Entretanto, pelo segundo ano consecutivo o time azul e branco não participou de uma final, foi eliminado pelo Coelho nas semifinais.

Primeira Liga:

Esse ano foi marcado pelas suas surpresas, uma exemplificação disso é o torneio da Primeira Liga que começou como amistoso entre equipes do Sul, Minas e Rio e isso acontece no período de pré-temporada no Brasil. Assim como no Campeonato Mineiro a Primeira Liga trouxe na nossa bagagem algumas decepções.

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@UOL Esporte
A Primeira Liga é dividida da seguinte maneira: São três rodadas, semifinal e final. Os adversários da Raposa eram: Criciúma, Fluminense e Atlético-PR. E o time que tanto amamos fez o seguinte retrospecto um empate (contra o Criciúma) uma derrota (contra o Fluminense) e uma vitória de que nada adiantou (contra o Atlético-PR). Irregularidade no jogo e na competição foi apenas uma amostra do que iríamos enfrentar durante o ano.

Copa do Brasil:

Se por algum acaso existe uma competição que testou meu coração e me fez sofrer alguns ataques cardíacos, sem duvida foi a Copa do Brasil. Que competição maravilhosa, meus amigos. Sem dúvida foi nesta competição que o time de Minas, começou a reencontrar seu futebol e passou a ter algum objetivo.

Cada jogo foi uma emoção diferente, inexplicável, tanto no estádio ou dentro de casa. Sem pensar muito posso citar para vocês meus três jogos favoritos na Copa do Brasil. No topo da lista está Cruzeiro e Corinthians, que jogo foi aquele e como se diz aqui em Minas “o trem foi doido demais sô”. Na partida de ida, o Cruzeiro perdeu por 2x1, porém aquele gol marcado pelo Robinho reacendeu as esperanças do torcedor celeste e o jogo de volta era no Gigante da Pampulha, em casa nós conversamos e para ser honesta que conversa emocionante. 

@Cruzeiro
Foi emoção do inicio ao final, quando pensávamos que estava tudo resolvido, a história do jogo mudava completamente, foram quatro gols e em cada gol meu coração saia pela boca, o que aprendemos com isso? Nunca subestimem meu time.

O segundo duelo que ficou na história também foi: Cruzeiro e Botafogo (eu “cinco” muito) lembro-me como se fosse ontem, as comemorações dos cariocas por terem pegado o Cruzeiro, parece que o jogo virou, não é mesmo? Em terceiro lugar, mas não menos importante Cruzeiro e Grêmio, apesar da eliminação para a equipe gaúcha, foi lindo o que a torcida do Cruzeiro fez, bateu o recorde de público no Mineirão esse ano, recepção do hall da entrada, sinalizadores, bandeiras, papel picado, só para quem estava lá vai entender o quão emocionante foi participar de cada momento tanto nas arquibancadas, quanto nas ruas.

Brasileirão:

Ah, o Brasileirão. Ao contrário da Copa do Brasil, o Campeonato Brasileiro nos fez passar um pouco de raiva, até porque cruzeirense não está acostumado em brigar na parte debaixo da tabela e ainda mais ficar fugindo de rebaixamento por anos consecutivos.

Todos nós sabemos o motivo de nossas finalidades esse ano não condizer com nossa grandeza, mas colhemos aquilo que plantamos. Encerramos a temporada na 12° colocação com 51 pontos.

E para não perder o costume, gosto de deixar bem claro que o torcedor celeste é exigente e se por algum acaso os jogadores/diretoria acharem que ficamos satisfeitos apenas com a classificação para a Sul-Americana e a permanência na Série A, estão enganados, a equipe não fez mais que sua obrigação, assim como a torcida vem cumprindo seu papel.

@Cruzeiro
Foram 38 rodadas, 38 jogos, 38 noites mal dormidas. Vários confrontos que voltamos sem voz, que choramos de alivio ou tristeza e nesse mesmo dia prometemos não ver mais um jogo. Mais uma temporada finalizada e com ela o sentimento de dever cumprido, mudamos todo nosso cotidiano para coincidir com o dia a dia da Raposa e que nessa vida, temos uma certeza: Nós somos loucos, somos Cruzeiro, até 2017, meu grande amigo.

Paula Fernandes / @Paulinha_CEC
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