A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Negredo ou Llorente? Negredo

Neste sábado (17), pela rodada 17 da Premier League, Middlesbrough e Swansea se enfrentaram no Riverside Stadium, ambas as equipes tinham e tem um objetivo em comum que é fugir das últimas colocações que levam o retorno a Championship. Nessa batalha quem se deu bem foi o Boro, que alegrou os mais de vinte e oito mil presentes no Riverside, sem contar os seus adeptos espalhados pelo mundo.

Álvaro Negredo. Fonte: The Time
A partida terminou com um placar de 3 a 0 para o time da casa e nome do jogo foi o espanhol, Álvaro Negredo. Com dois gols ainda na primeira etapa, Negredo conduziu a equipe à vitória contra os Jacks e na etapa final Marten de Roon fechou o placar após bom cruzamento de Gaston Ramirez. O gol de Roon além de ajudar a equipe a vencer serviu para coroar o bom momento vivido pelo meio campista que é um dos jogadores mais regulares do time do Middlesbrough.

Um dos fatos interessantes da partida foi o duelo dos espanhóis Álvaro Negredo e Fernando Llorente, no qual quem se deu bem foi o Álvaro que foi o destaque da partida. Llorente até tentou, mas não conseguiu vencer a forte marcação dos anfitriões. Outro destaque importante da partida foi a volta de Gastón Ramirez ao ataque do Middlesbrough após dois jogos sem atuar devido a uma lesão, ele realmente faz muita falta quando se ausenta da equipe.

Com a vitória o Boro chega aos 18 pontos e está na 14ª colocação. O próximo jogo do Middlesbrough será na segunda-feira (26), contra o Burnley (16º colocado), no Turf Moor, às 13h (horário brasileiro).

Por: Ronaldo Lopes / @Ronaldolopes777

Só Diego salva

No último sábado (17), o líder da Premier League enfrentou o Crystal Palace, fora de casa. O Chelsea vinha em busca de mais uma vitória e abrir naquele momento, nove pontos de vantagem para seus adversários, já que abriria a rodada e apenas assistiria o resto dos jogos. O Palace buscava se recuperar após perder em casa para o Manchester United no meio da semana.

Com 13 gols, Diego se isola na artilharia do campeonato. Fonte: Reuters
Como todos já sabem, os Blues vieram a campo com seu tradicional 3-4-3, mas em relação à vitória contra o Sunderland na metade da semana, Conte promoveu duas alterações: Fabregas deu lugar a Matic e Hazard voltou a ser titular, depois de um curto período de lesão. Courtois; Azpilicueta, David Luiz e Cahill; Moses, Kante, Matic e Alonso; Willian, Hazard e Diego Costa.

O primeiro tempo foi muito truncado e poucas chances de gol, o Palace veio com a proposta clara de se defender e buscar a velocidade no contra ataque. E o contestado treinador dos Eagles, Alan Pardew, montou uma retranca muito difícil de ser furada. Durante toda à primeira etapa, o Chelsea rondou à área dos mandantes, tocou a bola, buscou infiltrações, mas sem sucesso. Quando Hazard foi buscar a bola no pé dos zagueiros, lançou Azpilicueta que cruzou na medida para Diego Costa, ao seu melhor estilo, protegendo dos zagueiros, cabecear no contra pé do goleiro Hennssey, e abrir o placar. 

O 3-4-3 de Conte graças a mais um gol de Diego, mantém o Chelsea na liderança. Fonte: Reuters
Com o gol sofrido aos 43 do primeiro tempo, o Palace teria de mudar sua estratégia pro segundo tempo, e durante os primeiros 15 minutos, foi melhor e dominou seu rival. Observando que seu time não conseguia ter a bola e esfriar o adversário, Conte sacou Willian e colocou Fabregas no jogo. Com a mudança, o Chelsea voltou a dominar a posse de bola, graças a qualidade de passe e saída de jogo que o meia espanhol deu aos Blues, Alonso carimbou a trave em cobrança de falta, mas o placar não mais se alterou.

De fato não foi uma atuação brilhante do Chelsea, mesmo podendo no segundo tempo, ter ampliado a vantagem. Porém, em jogos come esse, o mais importante é vencer e Antonio Conte mostra que monta seu time para fazer isso independente de como o time esteja jogando, a defesa segue muito sólida, apenas dois gols sofridos em 11 jogos e quando está difícil entrar, resta confiar em Diego Costa, que mais uma vez deu os três pontos ao Chelsea. Na próxima rodada o Chelsea enfrenta o Bournemouth, em casa, sem Diego Costa que está suspenso pelo excesso de cartões amarelos, buscando manter os seis pontos de vantagem.  

My name is Zlatan

Quando Zlatan vai a sua casa, você é o convidado”.

Ibra inaugurou o placar logo aos 5 minutos de jogo. (Getty Images)
Muita expectativa sobre como seria seu desempenho, achavam que na Premier League seria diferente, mas o que parece é que realmente Zlatan Ibrahimovic é um jogador capaz de se destacar em qualquer liga de futebol no mundo, um começo de encantar qualquer torcedor, depois passou por um pequeno período de adaptação e agora vem destruindo. São 10 gols nos últimos nove jogos do Manchester United em todas as competições, 16 gols na temporada, e com certeza já está nos corações da torcida Red Devil. Já está a apenas dois gols do artilheiro do campeonato e pelo visto essa briga vai esquentar muito.

Não havia lugar para uma personalidade como a minha no pequeno mundo de Pep Guardiola

Visitamos o West Bromwich e parecia que estávamos jogando em casa. Dominamos e não passamos por nenhum susto, descanso merecido para o nosso arqueiro De Gea, que normalmente vem trabalhando além da conta. Logo aos 5 minutos Ibrahimovic abriu o placar, o que deu certa tranquilidade aos red devils, daí pra frente controlamos a partida com direito a uma defesa espetacular do goleiro adversário numa finalização do nosso capitão.

Parece que a Premier League não é tão difícil para Zlatan. (Getty Images)
Não acho que se possa marcar gols tão espetaculares quanto os de Zlatan num videogame

Logo no início do segundo tempo fechamos o caixão com mais um gol de Ibracadabra. Depois estava tudo tão tranquilo que o Especial One, Mourinho, fez até um teste com os corações dos torcedores e colocou o “persona no grata” Fellaini em campo, por sorte faltava muito pouco tempo para o jogo terminar e ele não conseguiu atrapalhar, hehehe.

Eu marco muitos gols difíceis de reproduzir. Estes são os tipos de gols que elevam os espíritos das pessoas

Ainda temos dois jogos até o final do ano, três se considerar a rodada de 02 de Janeiro, e são jogos em que podemos sonhar com as vitórias. Mas se tratando de Premier League, podemos esperar de tudo, o equilíbrio é a chave de sucesso do campeonato inglês.

Quem será a próxima vítima do sueco matador? (Getty Images)
Arséne Wenger (Treinador) pediu para que eu passasse por um período de testes no Arsenal, quando eu tinha 17 anos. Recusei. Zlatan não precisa de testes

É isso aí galera dia 26/12 recebemos o Sunderland, em busca de mais uma vitória, GGMU!

Vasco 2016: Onde é o fim do poço?

Fala, Turma da Fuzarca!

Há anos, o Vascaíno olha ao céu e diz: “Por que, Deus? Chegamos ao final do poço” e com todas as razões do mundo para tal questionamento. Um clube da grandeza do Vasco, que tem umas das mais bonitas histórias do futebol, não pode ser jogado ao patamar inferior, no qual, hoje, encontra-se.

Em tempos atuais, ter grandeza vai muito além de bravatas ou peso histórico de camisa. Ter um estádio ou somente apenas vencer o rival não pode ser o suficiente para chamar uma gestão de boa. Entretanto, é isso que vivemos. Construção de “puxadinhos” e repetidas falácias vem trazendo ilusões na cabeça do nosso presidente e apoiadores.

Casaca!

(FOTO: O GLOBO)
CAMPEONATO CARIOCA

Com o estadual meia bomba devido as brigas internas entre os quatros clubes do Rio de Janeiro e a federação (Vasco, Botafogo e FERJ x FlaFlu), diferente do ano passado, os favoritos eram os dois últimos finalistas, e não foi diferente. O Gigante da Colina tornou-se Bicampeão em cima do Glorioso Alvinegro. A conquista, dessa vez invicta, iludiu novamente o ano Cruzmaltino.

A não renovação do elenco não foi problema para o Carioca, porém, era notório – menos aos míopes, - a necessidade de rejuvenescer o time visando a Série B e, principalmente, um 2017 sem sustos.

Nomes como Mateus Vital, Evander, Andrey, Lucas Barboza, Alan Cardoso e Caio Monteiro poderiam ter sido utilizados com um pouco mais de frequência, ganhando experiência para competições maiores no ano. Não foi feito. A invencibilidade tapava as visões dos falsos cegos.  

(FOTO: O GLOBO)
COPA DO BRASIL

A maior competição do ano era vista com bons olhos pelos míopes. Os sofrimentos em quase todos os jogos fizeram o sonho de Libertadores 2017 ficar só no pensamento.

Passando por Remo (mais tranquilo), CRB (alívio no último minuto) e Santa Cruz (mediano), era hora de enfrentar o Santos. O sorteio ordenou que o primeiro mando fosse do Peixe e a decisão em São Januário. Na Vila, o Santos era imbatível, e o Cruzmaltino já vinha caminhando lentamente. Apesar do resultado adverso, o Caldeirão Vascaíno lotou na partida decisiva. Impedido, o Gigante foi operado dentro de casa, dando adeus a Copa do Brasil.

(FOTO: O GLOBO)
CAMPEONATO BRASILEIRO SÉRIE B

Oito anos, três quedas, meses que parecem milênios, angústias intermináveis e deboches de rivais marcaram a passagem do Vasco nesse campeonato.

Podemos dividir essa competição em três fases:

      1)    Começo arrasador
      2)    Fim da Invencibilidade
      3)    Agosto, o mês do Desgosto.

Como o ditado diz: “No começo tudo são flores”. A primeira colocação, invencibilidade, time “unido” e a conquista do Estadual não deixavam duvidas sobre a volta à Elite do Brasileirão. Até o dia 11/06/2016.

(FOTO: ESPN)
Nesse dia, a invencibilidade acabou e o remédio para miopia não era uma lente com o grau certo, mas sim um suposto relaxamento devido aos jogos da Copa do Brasil. Derrotas em casa contra Paysandu e Paraná alertavam, entretanto, ”não preocupavam”.

Agosto chegou e com ele vieram as primeiras percepções da miopia. Cinco jogos, dois empates e três derrotas fizeram o torcedor refletir sobre a dificuldade do elenco em manter um padrão aceitável de futebol.

A eliminação na Copa do Brasil veio um mês depois. A desculpa do mata-mata, na Série B já não servia mais. A falta de futebol deu pena. A angústia reinou até aos dois minutos do segundo tempo, contra o Ceará.

A volta como terceiro colocado, no último jogo da competição fizeram 56 mil vozes ecoarem uma insatisfação contra o nepotismo da família Miranda.

(FOTO: ESPN)
O QUE SERÁ DE 2017?

A ansiedade pelo novo ano é visível. O ano de eleição presidencial e da volta à primeira divisão faz o Vascaíno temer o futuro. A falta de expectativa, o rebaixamento da marca Vasco e os dirigentes ruins que temos vão marcar o início desconfiado de 2017. Sem um milagre será difícil voltar às glórias de anos atrás.

Oposição calada. Torcida acomodada. Situação relaxada.

VOLTA, VASCO! FORA EURICO!

Abs, Galera,

Matheus Freitas   @_MFreitas9_
Linha de Fundo   @SiteLF

Campeonato italiano em estado puro – Juventus bate Roma

Durante as décadas de 80, 90 e início dos anos 00 poucos duvidavam de qual campeonato era o melhor do mundo. O campeonato italiano dominava este quesito. Times como Juventus, Inter e Milan sempre formavam esquadrões temidos em todos os lados. Roma, Lazio, Parma, Sampdoria e Napoli fizeram ótimos times pontuais durante esse período, mas que são lembrados por torcedores até hoje.

Quem nunca assistiu a um jogo do Calcio domingo ao meio-dia na Band, narrado por Silvio Luiz e comentado por Silvio Lancelotti? Se você é mais novo, pergunte a alguém que apreciou esta época e veja o que ele lhe responderá.

Va bene... Preciso deixar a nostalgia italiana de lado e falar sobre o jogo.

Um jogo muito esperado! De um lado a Juventus de Allegri, que cada dia mais vem consolidando seu grupo e suas vitórias. De outro a Roma de Spalletti, que vem crescendo muito de produção, principalmente se comparada a do início da temporada (eliminada de maneira vexatória nos playoffs da UCL).

O jogo

Allegri escalou a Juve em um 4-4-2 losango da seguinte maneira: Buffon; Lichtsteiner, Rugani, Chiellini, Alex Sandro; Khedira, Marchisio, Sturaro, Pjanic; Mandzukic e Higuain.

Analisando tal formação, podemos ver a consolidação dos quatro defensores atrás. Mesmo com Barzagli e Benatia a disposição, podendo formar o famoso trio defensivo, Allegri demonstra ter mais esperanças de crescimento do time com os dois laterais e dois zagueiros.

Buffon fazendo malabarismos para não ceder escanteio. Foto: Juventus.com
No meio-campo jogamos com um losango parecido com aqueles dos anos 90. Zagallo disse uma vez que não jogava em um 4-4-2, mas sim em um 4-3-1-2. Isso porque esse “1” mais avançado tinha um papel importante de ligar o meio e o ataque. Esse nosso jogador vem sendo Pjanic, que vem evoluindo jogo após jogo.

A partida foi intensa do início ao fim. Após a crise que pegou em cheio a Itália (que fez com que o domínio mencionado no início acabasse), alguns diziam que nossa Série A já não era mais tão competitiva quanto outros campeonatos. O jogo de sábado veio exatamente contra isso! Juventus e Roma esbanjaram vitalidade, disputando todas as bolas visando sempre à vitória! Com todo o respeito aos outros estilos, mas nada é melhor que um jogo do italiano dessa forma.

A eletricidade do jogo foi tão alta que muitas vezes os jogadores giallorossi exageravam nas chegadas. Cinco jogadores da Roma tomaram cartões amarelo e três da Juve. Se fosse aqui no Brasil, teríamos uns quatro expulsos e o árbitro querendo ser o dono das atenções.

Em meu último texto (Torino é bianconera. Torino é de Higuaín!), comentei o DNA vencedor bianconero. Nesse jogo ele esteve novamente em campo.

Manduzkic e Higuaín parecem dois tanques de guerra da primeira guerra mundial. Durante todos esses anos pensei ser impossível, no futebol atual, atuar dois atacantes de área juntos. Allegri me fez pensar que estou parcialmente certo (obviamente parcialmente errado). O croata e o argentino são dois atacantes de área que estão jogando bem juntos. O futebol objetivo deles dá gosto de ver em qualquer bianconero.

Entretanto, é necessário exaltar Mandzukic, que aos 30 anos, vem jogando em todos os lados do campo, se reinventando, dando opções para a defesa e meio-campo, deixando Higuain jogar onde é mais letal, próximo a área. Exatamente por isso que está sendo possível ver os dois jogarem juntos. Mandzu está trabalhando como um segundo atacante que flutua todo o campo e ajuda na marcação (quem viu o jogo – e os últimos jogos - sabe do que estou falando).

Nos últimos jogos venho elogiando sistematicamente Pipita Higuaín. Impossível não se contagiar com a vontade que il nostro bomber tem de fazer gols. Logo no início do jogo, em jogada de Mandzukic pela direita, Higuain pegou de primeira e Sczesny fez um milagre, evitando nosso primeiro gol.

Aos 13 do primeiro tempo, Higuaín tomou a bola na raça de De Rossi (que ficou no chão) na intermediaria, fez linda jogada e bateu forte de perna esquerda. A bola ainda caprichosamente beijou a trave direita de Sczesny e só assim pudemos vencer o inspirado goleiro polonês (que durante o jogo ainda fez outras ótimas intervenções).

Rotina: Higuain comemorando mais um gol decisivo para a Juventus! Foto: Juventus.com
O jogo acabou 1-0 mesmo para nós, mas foi ótimo! A Roma foi muito presente tecnicamente, nos pressionando no Juventus Stadium como poucos times até hoje fizeram. A intensidade do futebol italiano está mais viva do que nunca!

A Juve cresceu com a forma mais adiantada de Pjanic. O bósnio não tem fôlego para dar combate tão atrás, o que faz com que perca em suas chegadas ofensivas. Ele atuando mais próximo do ataque vem sendo ótima de Max.

Durante a semana, muitos criticaram a renovação de contrato de Sturaro com a Juventus até 2021. Eu elogio a diretoria da Juventus neste caso. Sabemos que não há tantos jogadores italianos tão proeminentes assim. Sturaro não é um primor técnico, mas vem dando muita raça e fôlego ao nosso meio. No jogo de sábado não foi diferente. Um time de sucesso é feito dos operários e das estrelas, ou alguém acha que Dybala tem que jogar marcando de área a área?

Outra renovação foi a de Rugani. Acredito ser unanimidade! Nas palavras de Allegri, ele é o futuro da Juventus! Concordo. Vem sendo ótima sua evolução.

Tão bom ver Giorgio Chiellini em campo novamente. Alma bianconera.

Tão bom ver Cláudio Marchisio em campo novamente. Alma bianconera (2).

Cuadrado, Barzagli e Dybala entraram no segundo tempo. O colombiano não estava no seu dia. Nossa muralha italiana voltou de lesão também!  É già una bandiera bianconera! La Joya entrou no finalzinho e não teve tanto tempo. Vai ter que suar sangue pra tirar Mandzukic do time titular (inquestionável que o argentino é melhor que o croata, mas a vontade de Mario tem sido extraordinária).

Alex Sandro sempre ótimo! Penso que tem um futuro brilhante conosco.

Com a nossa vitória sobre a Roma e o empate entre Milan e Atalanta (eu disse no texto Chapecoense, vitória e liderança que a Atalanta estava muito bem no campeonato), a Juventus abriu sete pontos da Roma (segunda colocada) e nove pontos do Milan (agora quarto colocado). Napoli venceu muito bem o Torino no San Paolo, assumindo a terceira colocação.

Nossa próxima partida é a decisão da Super Coppa da Itália, próxima sexta-feira, contra o Milan. Primeira possibilidade de título dos quatro possíveis para essa temporada.

Eu sempre acreditarei na Juventus!

Fino alla fine, FORZA JUVENTUS!

Mais líder do que nunca

A 18° rodada da Ligue 1 era a mais decisiva de todo Campeonato até aqui. Isso porque no dia anterior aos jogos de Mônaco e Nice, o atual tetracampeão Paris Saint-Germain havia tropeçado fora de casa diante do Guingamp, assim possibilitando que os seus rivais diretos na luta pelo título desgarrassem. Os Monegascos recebiam o Lyon no principado, enquanto o Nice, também como mandante, enfrentava o Dijon, na Allianz Riviera.

Nice jogou para o gasto e manteve a liderança na Ligue 1. (Imagem: L'EQUIPE).
Novamente com alterações nos onze iniciais, Lucien Favre fez mudanças posicionais, principalmente no setor defensivo. Malang Sarr, com a volta de Maxime Le Marchand, retornou a lateral-esquerda, função da qual fazia na França Sub17. No meio-campo, Rémi Walter parece ter ganhado a posição que até então pertencia ao talentoso Vicent Koziello. Formatado no 4-3-3, com Belhanda e Pléa pelas pontas, Seri, Walter e Cyprien na faixa central do campo com Balotelli como pivô mais a frente.

O JOGO

A partida começou com o Nice tendo a posse e “agredindo” o Dijon, que reagia bem, compactava e a partir do erro do Nice tentava encaixar contra-ataques com as famigeradas bolas longas, visando  o bom atacante Diony. Chances são geradas a partir de falhas e falhas são criadas com marcação pressão: Tendo base nisso, o Nice chegou ao primeiro gol. Após Cyprien roubar a bola de Varrault, o meia passou para Pléa, que sofreu um pênalti inexistente, assinalado pelo juiz. Na cobrança, Mário Balotelli bateu firme e fez. Nice 1-0 Dijon.

O italiano foi o melhor em campo com nota de 8.62, segundo o WhoScored. (Bein Sports).
Nem deu tempo para os Aiglons comemorarem, dois minutos após abrir, em outro lance duvidoso, Souquet cometeu falta em Rufli, dentro da área. Depois de muita confusão, Tavares deslocou Cardinale e empatou a partida. Nice 1-1 Dijon. E o primeiro tempo se encerrou assim. Os mandantes pareciam sentir a pressão de serem líderes e necessitarem do resultado. Mesmo com todo apoio da torcida, que não parava de cantar em nenhum momento.

Menos possessivo e mais objetivo, o Nice voltou ao segundo tempo com postura de quem quer ser campeão. Pressionava e asfixiava o Dijon, que estava assustado. Explorando muito da liberdade de movimentação de Belhanda, que flutuava da ponta pelo meio e dos trabalhos de pivô de Balotelli, o Nice levava perigo e ao mesmo tempo corria contra o tempo. O time comandado por Lucien Favre chegou a picos de 75℅ de posse de bola e 90℅ de precisão no passe.

O volume de jogo finalmente se transformou em criatividade, e aos 62 minutos, em chute cruzado de Seri, Balotelli desviou (em condição irregular) e marcou para lavar a alma na Allianz Riviera. O polêmico atacante italiano, com os dois gols na partida de hoje, foi a oito gols na temporada. 2° artilheiro da equipe na Ligue 1, ficando atrás apenas de Alassane Pléa, principal jogador do time nessa primeira metade de campeonato.

Com a vantagem no placar, o Nice mudou sua postura. Compactava, esperava o Dijon e saía em velocidade nos contra-ataques. A importância de uma vitória naquela altura era gigantesca. O panorama da partida se manteve o mesmo: Nice esperando o Dijon, apostando nas bolas longas e sendo objetivo e reativo às situações do jogo. Fim de jogo, Nice 2-1 Dijon. Quando não vai na técnica, vai na marra.

ANÁLISE

O gigante da Costa Azul Francesa demonstrou um regresso organizacional defensivo. Atribuir isso a falhas individuais é um erro, pois o sistema defensivo em si vive mau momento. Mesmo com o retorno de Le Marchand, tanto Dante quanto Baysse mostram insegurança, deixando uma dúvida pontual no ar: Quem deve formar dupla com o jovem Malang Sarr? Sinceramente, vejo que o bom Olivier Boscagli poderia ser a solução para este problema.

Aposta de Puel na temporada passada, Le Marchand chegou do Le Havre e rapidamente assumiu protagonismo na equipe. (Imagem: L'EQUIPE).
Algumas especulações da mídia local apontam que os meias Valentin Eysseric e Vincent Koziello renovarão seus contratos com o Nice em janeiro. Segundo jornalistas do L’Equipe, esse é um dos motivos de Koziello não ser titular do atual líder do Campeonato Francês. Acredito que isso seja apenas boatos, Favre prega a meritocracia em seus elencos. Não é seu estilo “fritar” jovens, muito pelo contrário.

Com a derrota do Mônaco para o Lyon, por 3-1, o Nice abriu quatro pontos de vantagem sobre o time do Principado, além de manter os sete pontos em cima dos Parisienses. Rodada perfeita para os Aiglons. Líder da competição com 43 pontos, o Nice visitará o Bordeaux na próxima partida pelo campeonato nacional. Vale lembrar que o Bordeaux eliminou os comandados de Lucien Favre na Copa da Liga Francesa.
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana