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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Luverdense 2016: Título estadual e boa campanha na Série B

Não há o que reclamar do ano de 2016 para os torcedores do Luverdense. Com a melhor campanha nacional da história, o time mato-grossense terminou a Série B em 9º lugar – posição superior às outras duas participações (10º e 12º). Mais cedo, havia conquistado o campeonato estadual pela terceira vez – título que não vinha desde 2012.

É verdade que ficou um gostinho de que o time de Junior Rocha poderia ter brigado por um acesso para a elite do futebol brasileiro até a última rodada, mas a campanha ruim fora de casa – foram apenas duas vitórias em toda competição – adiaram esse sonho que parece cada vez mais real.

Começo de temporada tranquilo e com título

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Vitória sobre o Sinop deu ao Luverdense seu terceiro título estadual. (Foto: Só Notícias)
A ascensão meteórica do Luverdense também tornou a sua torcida mais exigente. Mesmo com apenas 12 anos de existência, o Verdão do Norte já tinha dois títulos na sua galeria, mas a última conquista havia sido em 2012. O título estadual era um bom início de 2016, quebrando a sequência de três conquistas seguidas do Cuiabá.

E o ano começou bastante tranquilo: Depois de empatar na estreia contra o Sinop por 0x0, o Luver emendou três vitórias seguidas (sendo duas por goleada) e encaminhando sua classificação. A primeira derrota veio apenas na oitava rodada diante do Cacerense no começo de março e com a classificação já garantida.

A segunda fase não foi muito mais difícil. Sem perder nenhuma das seis partidas e com apenas dois gols sofridos, o Verdão do Oeste liderou o grupo e classificou-se para enfrentar o atual campeão Cuiabá na semifinal. Em um jogo muito truncado no primeiro tempo, Alfredo e Rafael Silva marcaram os gols que garantiram o time alviverde na final.

A final foi diante do Sinop, time que deu muito trabalho na primeira fase nos dois jogos – ambos ficaram sem gols. Foi esse também o placar da primeira partida da final disputada no Passo das Emas. Com o empate, o Luverdense decidiu o título fora de casa e conseguiu uma vitória magra por 1x0, gol de Alfredo, garantindo seu terceiro título estadual.

Irregularidade na Série B

O título estadual deixava ainda mais animado a torcida do Verdão do Norte para a disputa do principal torneio do ano: A Série B. O começo não foi ruim. Com apenas uma derrota para o Paysandu (fora de casa) nas seis primeiras rodadas, o resultado só não foi melhor por dois empates dentro de casa – local aonde o time de Junior Rocha viria a ser imbatível na reta final.

A vitória sobre o Atlético-GO, time que viria a ser campeão e já largava bem no torneio, parecia ter dado fim a uma sequência negativa dentro de casa. O time alviverde, porém, voltou a tropeçar em casa diante do Vila Nova na derrota por 2x0. Esse jogo, entretanto, teve o acaso jogando contra já que logo aos sete minutos Muralha acabou expulso.

O revés acabou abrindo espaço para uma boa recuperação do Luverdense que não perdeu nas cinco rodadas seguintes. Vitórias sobre Ceará, Paraná (uma das duas conquistadas longe do Passo das Emas) e Londrina melhoraram a situação do time intercaladas com os empates diante dos lanternas Tupi e Sampaio Corrêa.

Zona de risco

A vitória contra o Londrina, na 13ª rodada, foi a última conquistada no turno. No jogo seguinte, derrota para o Náutico por 1x0. Na sequência, quatro empates e duas derrotas deixaram o time mato-grossense muito próximo da zona de rebaixamento.

A sequência ruim só foi quebrada na segunda rodada do returno. Após empatar novamente com o Joinville, o Luverdense venceu o Bragantino por 4x0 e voltou a respirar com certo alívio, especialmente por se tratar de um concorrente direto. O placar pode demonstrar tranquilidade, mas o Verdão do Norte jogou a partida com um a menos e levou sustos.

É bom estar em casa

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Jogando no Passo das Emas, Luverdense ficou praticamente imbatível. (Foto: Gazeta Esportiva)
Após vencer o Bragantino, o Luverdense conseguiu finalmente consolidar uma boa sequência dentro do Passo das Emas – local onde tradicionalmente é forte, mas que não teve resultados consistentes ao longo do primeiro turno. Paysandu, Tupi, Brasil de Pelotas, Paraná, Náutico e Criciúma foram os jogos na sequência dentro de casa e todos saíram derrotados.

O ótimo aproveitamento em casa, porém, não foi acompanhado de bons resultados longe do Mato Grosso. Sem conseguir vencer, o Verdão do Norte até conseguiu bons empates contra Ceará e Vila Nova, mas foi mal também contra times mais fracos, chegando a perder para o lanterna Sampaio Corrêa.

Os resultados serviram para afastar de vez o rebaixamento do vocabulário dos jogadores e do treinador Junior Rocha, porém não permitiu uma arrancada final para o acesso. Por outro lado, as atuações melhoraram, chegando a merecer vitórias. O jogo contra o Vasco foi exemplo disso.

O sonho do acesso ficou praticamente impossível no primeiro tropeço dentro de casa em todo segundo turno. O empate contra o Bahia (2x2), com gol sofrido no final da partida, deixou a situação muito difícil de ser revertida. A despedida do Passo das Emas, porém, foi com vitória: 1x0 sobre o Goiás.

A rodada final marcou um duelo sem ambições contra o também desinteressado CRB. A derrota por 3x0 nem de longe apaga o bom trabalho de um time que, se mantiver a força dentro de casa e melhorar seus resultados fora, tem tudo para seguir melhorando sua participação em 2017.

Goiás 2016 - Um ano de aprendizado

Definitivamente 2016 foi um ano pra se esquecer no Goiás. Várias quebras de expectativas consecutivas fizeram a torcida e o time passarem por momentos conturbados, resultando em mais um ano na segunda divisão e um monte de dúvidas para um 2017 que muitos esmeraldinos têm medo.

Imagem que ilustra muito bem o ano do time, onde um cão (objetivos) persegue
o lateral esquerdo Juninho (Goías) no jogo contra o Brasil de Pelotas
Início promissor, um título que virou rotina

2016 era tido como o ano da recuperação, e todos esmeraldinos sabiam disso. Era a hora de reerguer o clube após o rebaixamento e campanha desastrosa advinda do ano passado. Logo de início, ainda em janeiro o clube anunciara nova parceria para material esportivo, a DryWorld seria responsável por fazer nossos uniformes e com eles viriam uma nova loja (que nunca ficou pronta) e uma bolada de dinheiro para o time.

Além da enorme quantia em dinheiro que entrara no clube, um pacote de contratações já visando à disputa da Série B animou e muito a torcida. Trouxeram jogadores para todas as posições, dentre elas Daniel Carvalho, Wendel e Rafhael Lucas eram as que criaram maior expectativa no torcedor. E como um conto de fadas a estreia no campeonato goiano não podia ser melhor, com 2x0 no maior rival e sete novas peças em campo.

Sobre o comando de Enderson Moreira (técnico com grande aprovação da torcida na hora da contratação) o Goiás fez um campeonato estadual "morno", vencendo sem apresentar o melhor do futebol. Batendo seu maior rival na semifinal, e o Anápolis na grande final o clube se consagrou campeão goiano pela 26ª vez.

Mesmo com campanha apática, o clube foi campeão estadual. (foto: globoesporte.com)
Primeiros sinais de um ano negativo

Ainda durante o estadual, o Goiás encarou na estreia da Copa do Brasil o River de Piauí. Um adversário que para muitos era garantia de vaga na próxima frase, aprontou pra cima de nós goianos vencendo o jogo de ida no nordeste por 2x1. Na volta, a torcida ainda "tranquila" com a questão de classificação, viu a zaga se atrapalhar e entregar um gol que levou a disputa para os pênaltis. Resultado: Eliminação precoce para um time sem expressão nacional e aumento da pressão sobre Enderson Moreira.

Se não bastava a eliminação, dos seis primeiros jogos do campeonato Enderson conseguiu perder quatro. E bastaram estas mesmas seis rodadas para fazermos nossa primeira troca de técnico (o que foi um péssimo sinal) o Goiás agora apostava em Léo Conde que tinha feito campanhas notáveis na Série B.

Condé era a nova aposta da diretoria para a sequência da temporada. (foto:globoesporte.com)
Um ano jogado fora

Novamente as expectativas aumentaram com a chegada de um novo técnico. O futebol apresentado por Condé de início agradava, com vitórias sobre Avaí e Bragantino e a ascensão de Rossi, o Goiás veio empolgado para o clássico contra o Vila Nova. A equipe esmeraldina até saiu na frente, mas o colorado conseguiu empatar, contando com a ajuda de erros absurdos por parte da arbitragem, e também de nossa defesa (novamente).

Com muitas lesões de peças importantes durante sua passagem, Léo Conde não conseguiu realizar o que todos esperavam dele, uma simples sequência. O treinador tinha como característica recuar o time no final da partida, independente do resultado, ou se o Goiás estava melhor em campo do que o adversário e isso custaram empates muito caros, e amargos. A diretoria demorou a perceber que Condé não era o cara certo para o Goiás, e que o elenco precisava de melhores peças, o treinador mineiro foi embora tarde e acabou sendo ao lado da diretoria os responsáveis por jogar nosso ano fora.

Outro fracasso, foi o contrato com a fornecedora de matérias esportivos DryWorld, que rescindiu no fim do ano sem deixar a loja prometida pronta, além de deixar a categoria de base sem uniformes. O Goiás chegou ao absurdo de pedir para os jogadores não trocarem camisas ao final de partidas, já que a empresa canadense não oferecia o material necessário.


Infelizmente Goiás e Dryworld foram uma parceria que não deu certo

Pontos positivos

Se há algo de positivo em 2016 para o Goiás além do título estadual (mesmo o torcedor tendo se acostumado isso) são as surpresas relacionadas aos jogadores. Enquanto 95% do elenco foram dignos de serem dispensados no fim do ano, o Goiás conseguiu revelar um ótimo meio campo e reviver um artilheiro esquecido pelo futebol brasileiro. Além de contar novamente com Walter em seu elenco.

É unânime, para a torcida o jovem Léo Sena é a grande surpresa de 2016. (foto:globoesporte.com)
A) Léo Sena

Com início das categorias de base no São Paulo, Leonardo de Souza Sena ainda passou pelo Paraná antes de chegar ao time da base esmeraldina. Em 2016 foi promovido ao elenco profissional junto com outros três jogadores (Thales, Rezende e Jefferson) e estreou no Campeonato Goiano na vitória por 1x0 sobre o Goianésia. A partir dali não saiu mais do time titular, ganhando cada vez mais espaço e marcando seu primeiro gol como profissional na final do Goianão, se tornando nosso melhor meia (disparadamente) na Série B.

Demonstrando um controle de bola excelente, sua visão de profundidade é acima da média, fazendo bons passes que quebram linhas de marcação. Ele também busca o avanço através de dribles curtos, nessa característica é muito bom e consegue normalmente se livrar da marcação. Mesmo não sendo um jogador que tem grande presença de área, Léo Sena é um jogador que tem grande inteligência, é um meio campista com bons recursos técnicos e capacidade de organização. Por ser jovem, apresenta alguns pontos de melhorias que com certeza vão melhorar com o tempo. Mas já tem o carisma e conquistou a "moral" com os torcedores.

B) Léo Gamalho

Após ser rebaixado com o Avaí em 2015 e marcar apenas cinco gols, o centroavante Leonardo Gamalho de Souza (Léo Gamalho) foi parar no Nacional do Uruguai (clube de tradição que disputou a Libertadores de 2016) onde marcou dois gols em 16 jogos e acabou ficando sem espaço.

Artilheiro esmeraldino de 2016, Léo Gamalho já chega em 2017 com
status de "matador", e é o 9 que a torcida quer. (foto:espn.com.br)
Léo Gamalho estreou sem fazer muita coisa em Londrina, depois só voltou a ter chance saindo do banco na partida contra o Ceará e foi aí que começou sua sequência de gols. Ele marcou o segundo nesta partida, empatou o placar contra o Vasco, marcou na derrota contra o Bahia, abriu o placar contra o oeste e fechou setembro marcando dois contra o Paraná. O Ibra do Cerrado escalava a artilharia com seis gols em cinco jogos, carregando o time já que Walter seguia lesionado.

E não parou por aí, ele ainda marcou dois gols contra o Bragantino, um contra o Atlético, e virou a partida contra o Joinville com mais dois gols. Sem sombra de dúvidas Léo Gamalho conseguiu ressurgir aqui na Serrinha e voltar a ser o artilheiro que sempre foi. Com apenas 15 jogos ele conseguiu terminar o campeonato em 4º lugar na artilharia com 11 gols no total, animando a torcida pelo ano que vem.

Um ano que fica como lição

2016 foi um ano de aprendizado, com um início promissor, entramos na Série B de cabeça alta achando que seria fácil voltar pra elite. No fim das contas, aquela foto no início do texto traduz o que aconteceu, ficamos sendo perseguidos por nossos próprios objetivos, aliados a uma pressão enorme em garantir o acesso.

Fica o aprendizado, ano que vem temos que jogar nosso futebol, sem nos acharmos favoritos a nada. Além disso, temos que ser pacientes com a equipe e deixarmos o lado "corneta" pra depois, visto que nosso time está com um processo de reformulação a todo vapor nas mãos de Harlei.

Mais do que nunca, o clube precisa de você torcedor! (fonte: familiaesmeraldina.com)
Que pra você torcedor esmeraldino, o fim de ano seja ótimo! Boas festas e feliz natal! Um próspero ano novo! (é o que todos queremos) e que ano que vem seja cheio de alegrias na arquibancada, afinal, desistir não está no nosso sangue.

Artur Pinheiro ll FaceBook
Linha de Fundo ll @SiteLF 

O Corinthians de 2016: A bagunça extracampo que atrapalha

Foto: Marcos Ribolli
Enfim 2016 está chegando ao fim e com isso os clubes brasileiros vão dizendo adeus a temporada atual e já pensam na próxima. Mas que tal pararmos um pouco e refletir o que foi 2016 para o Corinthians?

Ao longo do ano foram 70 jogos, sendo 34 vitórias, 18 empates e 18 derrotas. Foram 104 gols anotados contra 67 sofridos. Participamos da Florida Cup, Campeonato Paulista, Libertadores, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Em 2016 foram três treinadores: Tite, Cristóvão Borges e Oswaldo de Oliveira, contamos também com Fabio Carille técnico interino. Além de 44 jogadores representando o Coringão dentro de campo ao longo dos jogos.

Se pararmos para analisar os números do Timão, percebe-se que o Alvinegro não conseguiu atingir 50% de aproveitamento só com vitórias. Em 70 partidas, faltou apenas um triunfo para o Corinthians pelo menos manter a média de em metade dos jogos sair vitorioso.

Outro número que chama bastante atenção é o número de derrotas ser igual ao de empates. Normalmente, para que um time mantenha uma regularidade, espera que ele consiga ao menos um tento do que nenhum, obtendo pelo menos um empate em seus jogos. 

Temporada 2016 da equipe do Corinthians. Tabela: Isabela Macedo
O torcedor alvinegro começou a temporada com uma incógnita na mente, pois o elenco vitorioso de 2015 no Brasileirão estava se desfazendo. Uma boa parte destes foram para a China que é impossível competir com eles quando o assunto é dinheiro.

Os jogos de pré-temporada não agradou muito os olhos de quem via, parecia um time de ressaca pós-férias. Porém veio o Paulistão e o Corinthians mesmo sem convencer dentro de campo vencia os jogos e terminou a fase inicial em primeiro lugar geral. O problema é que quando falamos em mata-mata e decisões por pênaltis, Arena Corinthians e o Timão respectivamente parecem não entender isso muito bem. Passamos pelo Red Bull e na sequência caímos diante do Audax.

A questão é que goleadas tanto no Paulistão quanto a Libertadores cegava o torcedor de ver que o time em si não era competitivo. Na maior competição da América, o Corinthians se classificou na primeira fase o que já era esperado e ao encarar o Nacional do Uruguai entrou de salto alto e acabou eliminado.

Outro problema é que pessoas que estão à frente do Alvinegro não podem jamais falar algumas bobagens, por exemplo, quem acompanhou o Timão viu que penalidades não é o nosso forte, porém André Negão vice-presidente e o futuro nome a assumir o cargo da gestão ~Renovação e Transparência~ falou sobre “pênalti ser loteria” e “acidente de percurso”. O problema é que o Corinthians não se esforçava para reverter placar algum.

Foto: Rubens Cavalarri
Em junho veio o pior pesadelo do torcedor: Técnico Tite assumiria a Seleção Brasileira. Para o comandante isto é ótimo, é o maior passo para um professor e ele merecia por tudo o que ele fez diante do Alvinegro. O problema foi: Quem assumir? Critóvão Borges chegou, não fez um bom trabalho e foi demitido. A meu ver, não demitiria o novo técnico. Uma coisa que sempre falei foi: “Cristóvão está sendo protagonista de uma palhaçada extracampo”. Oswaldo de Oliveira chegou e também não conseguiu dar sequência ao trabalho realizado. Este nome sim eu gostei que não irá ficar para 2017, tendo seu contrato rescindido após nove jogos diante do Timão. Óbvio que toda essa mudança deu para perceber que não fomos bem na Copa do Brasil e no Brasileirão em um ano que SEIS equipes iriam conseguir vaga para a Libertadores 2017, o Corinthians não obteve uma.

Você leitor fiel de meus textos e opiniões sabe que já disse aqui recentemente que eu até gostei do time não ir ano que vem a competição da CONMEBOL, pois precisamos limpar a sujeira dentro do clube primeiro depois pensar em ter dinheiro para nos planejar. Só que onde está o planejamento para 2017? Estamos quase no Natal e nem treinador ainda possuímos e sem dinheiro, o Corinthians irá tentar realizar troca de jogadores.

O problema está na gestão de Roberto de Andrade, este é mais um dos pontos onde o Corinthians não conseguiu ter uma sequência boa na temporada. O mandatário corre risco de sofrer um impeachment dentro do clube.

Outra coisa que não consigo entender é: O Timão na fase que está e sem Libertadores que é onde o ~torcedor~ fala que tem que estar disputando para pagar o estádio, aumenta o valor do ingresso popular para a próxima temporada? Algumas coisas não dão para entender...

A questão é que falta planejamento e não possuo perspectiva alguma para 2017! Deixemos o futebol profissional de lado e vamos falar de outras modalidades Alvinegras também.

FUTEBOL DE BASE – COPINHA

O campeonato que todo torcedor espera é a Copa São Paulo de Futebol Junior, quem não ama este torneio? É o momento em que deixa o fã de futebol perto do esporte já que o profissional está de férias. Nesta temporada, a equipe Alvinegra fez um bom espetáculo na cidade de Limeira chegou a semifinal onde jogou na Arena diante do Cruzeiro e a grande final no maravilhoso Pacaembu contra o Flamengo.

Perdemos o jogo por erro besta de moleque que ainda precisa aprender mais o que é realmente o Corinthians e o futebol. Porém o que chamou bastante atenção foi a festa das arquibancadas. Dentro de um estádio que o torcedor Corintiano ama, o alvo do protesto foi a Federação Paulista por tudo o que foi imposto como as proibições de um torcedor.

Foto: Reprodução Corinthians
FUTSAL

Talvez aí o segundo esporte que o torcedor mais ama, enfim 2016 veio e conseguimos o tão esperado título da Liga Nacional. Mas não pense que a temporada foi fácil. O Corinthians quase fechou as portas no começo do ano e só não fez isso porque reduziu a folha salarial em 60%. Alguns jogadores de "nome" saiu da equipe Paulista e a reconstrução do time foi sendo feita. Ferreti, então treinador saiu do Timão em seu lugar assumiu André Bié, que até então era conhecido só pela base. O trabalho de Bié deu certo e o Corinthians foi campeão mais uma vez da Copa Paulista, pela primeira vez da e Liga Nacional.

A base de futsal é muito boa também, o Sub20 foi campeão de todos os campeonatos que disputou: Metropolitano, Estadual e Taça Brasil. As demais categorias tanto femininas quanto masculina saíram vitoriosos também.

Foto: Renato Silva
FUTEBOL FEMININO

Enfim o Corinthians trouxe a modalidade em parceria com o Audax de Osasco, as equipes disputaram Campeonato Brasileiro, onde o Timão conseguiu chegar até a segunda fase. No Campeonato Paulista o Timão acabou sendo eliminado no último minuto na semifinal. 

Já na Copa do Brasil o Corinthians foi deixando equipes de nomes para trás como Flamengo, a equipe comandada por Artur Elias sagrou-se vitorioso da Copa do Brasil e agora irá disputar a Libertadores em 2017.

Foto: Tião Martins
Já reparou? O Sport Club CORINTHIANS Paulista possui diversas modalidades e você torcedor muita das vezes nem sabe que exista. Deixo aqui minha experiência e uma sugestão a você torcedor tentar acompanhar um pouco mais as demais modalidades, porque é SENSACIONAL viver o Corinthians e o que ele nos proporciona.

No mais, obrigada a todos que me acompanharam ao longo deste ano, Feliz Natal e Ano Novo repleto de muita paz e saúde e claro, Vai Corinthians!

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

Invicto há dez jogos, Sada Cruzeiro irá até Campinas para o final da primeira etapa da Superliga

Renato Araújo – Divulgação Sada Cruzeiro
Nesta quarta-feira (21), o Sada Cruzeiro enfrentará o Brasil Kirin, pela última partida da primeira etapa da Superliga. Isolado na liderança, com 29 pontos - seguido por SESI-SP que tem 23 - e invicto na competição, a equipe mineira quer fechar o turno com mais uma vitória. Mesmo em caso de resultado a favor do adversário, a equipe do Sada encerrará o primeiro turno com a melhor campanha da competição.

Em dez partidas já disputadas, Sada Cruzeiro perdeu apenas três sets e não sofreu nenhuma derrota, se vencer amanhã, essa será a primeira vez que a Superliga Masculina terá uma equipe que venceu todos os jogos. Não somente nesta competição, mas em outras disputadas nessa temporada, o Sada Cruzeiro não perdeu nenhum jogo.

Para o ponteiro Leal, a equipe não entrará em quadra pensando nas estatísticas e se sentindo superior.

Acho que a gente está jogando muito bem. O nosso primeiro turno foi cansativo, mas a gente se superou a cada jogo e cumprimos com o nosso objetivo de ganhar todas as partidas e não desperdiçar pontos. Mas acho que em Campinas a nossa cabeça tem que estar tranquila. Não vamos pensar nas estatísticas ou em terminar invicto, mas sim em jogar o nosso jogo, em trabalhar da melhor maneira. Vamos enfrentar um adversário difícil, uma equipe muito forte, e temos que entrar concentrados”.

Após o fim dessa primeira etapa da Superliga, os atletas e membros da comissão irão ficar de folga, retornando apenas em 2017, quando dará continuidade aos trabalhos em busca de mais um título.

Brasil Kirin x Sada Cruzeiro
Data: 21/12/16
Horário: 19h30
Transmissão: SporTV

Antagônico e pragmático: o Tottenham 2016/17

Danny Rose celebrates scoring their second goal with team mates
Jogadores comemoram a vitória contra o Hull (Foto: Paul Childs/Reuters)
Há uma tese quando se fala de Premier League: dezembro é um mês que serve para definir o que cada time almeja no restante do campeonato. É, também, importantíssimo para fazer um balanço da primeira parte da temporada e serve para medir a capacidade de cada elenco. Até o momento, os Spurs têm cumprido às expectativas do mês, venceu os três jogos que fez no White Hart Lane e só perdeu pontos na derrota fora, contra o Manchester United. Porém, conseguir êxito através dos resultados não significa jogar um futebol vistoso e, no caso dos Spurs, a segunda parte não têm sido feita. Foi assim nas vitórias contra Swansea (apesar da goleada), Hull City e Burnley.

Alias, já faz um tempo que têm sido assim. Desde o início desta temporada, tenho a expectativa de assistir o Tottenham da temporada 2015/16, cujo era jogado um futebol vistoso – para mim e para muitos, o time que jogou mais bonito naquela edição. Até aqui, essa expectativa têm sido frustrada, já que foram raros os lampejos de atuações que ao menos chegassem próximas àquelas. Ou será que alguém ousa dizer que a equipe está jogando em sua plenitude?

A exigência alta se faz necessária, pelo fato do elenco contar com a permanência da maioria dos jogadores e o entrosamento já existir, tendo ainda alguns reforços que chegaram ao período; a estrutura tática também é a mesma da temporada passada, o 4-2-3-1; os picos de posse de bola é um dos mais altos da Europa, mas muitas vezes a equipe carece de jogadas trabalhas e sofre mais do que deveria para furar retrancas de adversários inferiores. Por incrível que pareça, talvez a grande apresentação do time de Pochettino tenha sido contra um forte candidato na briga pelas primeiras posições, quando inquestionavelmente foi superior e venceu com autoridade ("apenas" 2 a 0, sem sofrer muitos riscos e tirando a invencibilidade do time de Guardiola).

O sistema defensivo, contudo, é digno de elogios. Seja com Lloris ou Vorm na meta, em sete oportunidades os goleiros garantiram o 'clean sheets', sem serem vazados nenhuma vez em quase metade dos jogos. Apesar do desfalque de Alderweireld em vários jogos, Dier supriu bem a ausência e colaborou para manter a defesa sólida. Com o retorno do belga, que é o melhor zagueiro da equipe e um dos melhores da competição, é indispensável a sua presença na equipe titular. Independentemente de quem formou a dupla com Vertonghen, foram apenas doze gols em dezessete rodadas até aqui, sendo o segundo melhor da competição neste quesito – apenas o líder Chelsea sofreu menos e essa diferença é de um tento.


Os laterais Walker e Rose estão voando (Foto: Squawka Football)
Ainda na defesa, os laterais são peças fundamentais, dando amplitude pelos flancos. Walker e Rose, que às vezes atacam simultaneamente, são os motores da equipe e contribuem bastante para a construção de jogadas, sem deixarem a defesa exposta. A tamanha importância de ambos não é algo ruim, desde que o coletivo não fique refém da boa atuação deles, o que tem sido comum nesta temporada. Quando vão mal, o coletivo também vai mal – o jogo contra o United é o maior exemplo.

Em contrapartida, o meio campo é pouco criativo, visto que Wanyama e Dembélé (eventualmente o jovem Winks ou o próprio Dier) dão equilíbrio à ofensividade dos laterais e contribuem pouco para a construção de jogadas ofensivas. Ao meu ver, Dele Alli é quem deveria atuar em uma das vagas neste setor, mas há certa insistência em fazer dele um armador. O principal responsável por isso é justamente Eriksen, que demonstrando ainda ser um dos protagonistas da equipe nos últimos jogos, voltando a fazer o que se espera dele, marcando gols e dando assistências.

Embora não tenha jogado bem nos últimos jogos, Kane também é unanimidade e ainda não possui um substituto à altura, já que Janssen demonstrou não ter capacidade para tal. O holandês parece não ter culhão para jogar Premier League e, na ausência do nosso principal jogador, a ausência de recursos ficou nítida. Son, por sua vez, é um jogador de muitos recursos e pouca regularidade.

Poch ainda não conseguiu fazer o Tottenham desempenhar o seu melhor futebol nesta temporada (Foto: AFP)
O Tottenham da temporada 2016/17, portanto, não é o time encantador como já mostrou ser, que ainda busca chegar ao seu melhor estágio e, sobretudo, tem jogado pelo resultado. Por isso, a ausência de Lamela é, sim, muito sentida e o seu retorno talvez sirva para mudar um pouco a característica da equipe, que é muito possessiva e pouco criativa. Outro que dá esperanças neste sentido é Sissoko, que foi contratado na última janela e não têm tido tantas oportunidades, mas nos minutos que teve demonstrou merecer mais minutos.

Convenhamos que, o principal objetivo dos Spurs dentro da competição não é e nunca foi encantar – nem o Chelsea tem jogado um futebol de encher os olhos, muito menos o Leicester na temporada passada. Longe disso, o objetivo é desbancar elencos melhores, retornar à Champions na próxima temporada e, quem sabe, flertar com o título mais uma vez. Levando em conta que jogar bem e jogar bonito é conceitos diferentes, a torcida só espera que o time jogue apenas bem e consiga seus objetivos, mas não há dúvidas que as atuações da temporada passada nos trás certa nostalgia.

#COYS

Por: Marcelo Júnior

Twitter: @marcelinjrr / @SiteLF / @LFEuropa

Hughes, dois mais dois não é igual a cinco

Parece que o azar ou a incompetência de alguns continuam pelos arredores da cidade de Stoke. No último sábado (17), o time local de Stoke recebeu o atual campeão Inglês, Leicester City. O jogo terminou com um empate totalmente inexplicável para alguns, pelo jeito que o jogo foi conduzido. Como terminou o primeiro tempo, como começou o segundo tempo... Enfim, com o empate o Stoke City chegou aos 21 pontos e assumindo a 11ª colocação no campeonato.

Mark Hughes anda sendo muito contestado por suas escolhas. (Foto:TheMirror)
Para este jogo, Mark Hughes não contou com Arnautovic, que cumpriu suspensão devido ao cartão vermelho da última partida. Outro desfalque também, mas foi por conta do técnico e uma surpresa para muitos, foi Shaqiri que não foi relacionado como titular, Diouf ocupou o lugar do dinamarquês.

ESQUEMA TÁTICO


O primeiro tempo do Stoke City pode ser considerado um dos melhores já feitos nessa temporada; com o empate frustrante na última rodada, todos esperavam que o time da casa começasse o jogo em cima do adversário e foi isso mesmo que aconteceu. O time trabalhou a bola o máximo possível, a média de erros foi quase nula, as finalizações foram mais do que no alvo, obrigando o goleiro Schmeichel a trabalhar bastante na etapa inicial.

A essa altura do jogo, depois de todas as jogadas disputadas, nervos exaltados, um lance que foi bastante contestado por todos, aos 28 minutos, Vardy cumpriu seu papel tático e ajudou na recomposição tática dos Fox's, o camisa 9 que tem fama de ser bastante brigão cometeu falta em Diouf e o arbitro Craing Pawson não hesitou e acabou expulsando o jogador.

Vardy sendo expulso. (Foto:TheSun)
Após a expulsão, é natural que o time favorecido se sobressaia sobre o rival e isso aconteceu em todo final do primeiro tempo, aos 37 minutos Bojan recebeu um ótimo passe pelo lado do campo e se infiltrou na área, o jovem ergueu a cabeça e arriscou o cruzamento, o defensor Simpson acabou interceptando a jogada com o braço e o juiz mais uma vez equivocadamente acabou marcando pênalti para a equipe da casa, de nada adiantou a reclamação dos jogadores do Leicester City.

Bojan que perdeu um pênalti decisivo há umas rodadas atrás optou por bater, na cobrança o atacante bateu forte e abriu o placar.

O time da casa continuou dominando e nos acréscimo em uma cobrança de falta ensaiada, Imbula chutou forte para o gol, mas a bola rebateu na trave e sobrou para Allen que ampliou o placar.

Allen ampliando o placar. (Foto:TheMirror)
Os Potters foram para o intervalo com uma vantagem de dois gols e um jogador a mais no campo, muitos esperavam uma goleada na etapa complementar, mas esse intervalo serve para você acertar alguns pontos, até porque futebol são 90 minutos e não 45.

No começo do segundo tempo era notória uma enorme mudança de postura em ambos os times, no time da casa um pouco mais de comodidade, já que o resultado era favorável. No time visitante um enorme incômodo pelo resultado da partida, analisando em si, se não fosse a expulsão a partida ainda estaria 0x0.

Mudanças táticas envolvendo peças de reposição são obrigatórias para dar um choque de realidade no jogo, Claudio Ranieri soube utilizar essas peças, aos 72 minutos promoveu duas substituições que mudou o jogo, a bola área sempre foi uma enorme dor de cabeça para a zaga do Stoke City, aos 73 minutos Gray cruzou para área e o centroavante Ulloa cabeceou forte em direção ao gol, o zagueiro Shawcross tentou interceptar a bola, mas com o uso da tecnologia o gol foi validado.

Após os visitantes diminuírem o placar, o jogo mudou completamente, o Stoke City errou todos os passes em que tentou, tudo começou a dar errado e novamente a bola área foi mortal para os Potters.

Aos 88 minutos, bem no final da etapa complementar, Fuchs aproveitou bobeira da zaga e cruzou para área, Amartey no meio de três marcadores conseguiu cabecear a bola em direção ao gol sem chances para o goleiro Grant, empatando o jogo.

Amartey empatando o jogo. (Foto:GOAL)
As críticas voltaram em cima de Mark Hughes, escolhas erradas, reposições questionáveis, após o bom momento do Stoke City, até aqui os Potters realizaram 17 jogos na Premier League, foram cinco vitórias, seis empates e seis derrotas. Dos 51 pontos disputados, o Stoke City conseguiu apenas 21. Um rendimento muito abaixo do esperado, devido ao atual elenco do Stoke.

Na próxima rodada os Potters terão um enorme desafio pela frente, irão viajar até a cidade de Liverpool para enfrentar os Reds que atualmente estão na vice-liderança. Um ótimo jogo para tentar voltar a vencer.

Mark Hughes continua insistindo no erro, demorando em suas alterações, o termo 2+2=5 é um ótimo exemplo para o que está acontecendo, a equação é simples, mas existem pessoas que insistem no erro achando que o resultado final irá obter alguma coisa diferente a não ser o do resultado errado!

COME ON POTTERS!

Por: Yuri Ramos || Twitter: @yuriramosq
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