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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Tudo normal no Boxing Day

Está cada vez mais difícil escrever sobre o Chelsea, pois em nenhum jogo tem novidade sobre o time, além da escalação, o time segue sua toada de vitórias, alcançou 12 seguidas e está a uma de igualar o recorde do Arsenal (13 vitórias seguidas na mesma temporada).

A vítima dessa vez foi o Bournemouth, em Londres. Sem Diego Costa e Kante, suspensos, e Oscar vendido para o futebol chinês, Conte foi obrigado a mudar o time. Fabregas e Pedro foram promovidos ao time titular, com o já tradicional 3-4-3 do técnico italiano, o Chelsea foi com: Courtois; Azpilicueta, David Luiz e Cahill; Moses, Fabregas, Matic e Alonso; Willian, Hazard e Pedro. 

David Luiz é outro atleta recuperado por Conte, e faz uma grande temporada. Fonte (Reuters)
Com Pedro substituindo Diego Costa, os Blues ganharam muito em movimentação ofensiva, com um ataque leve e intensas trocas de posição. O time até começou com certo pragmatismo, esperando o adversário, mas em pouco tempo isso mudou. Após troca de passes, Pedro recebeu de Fabregas e mandou um lindo chute, cobrindo o goleiro Boruc e abrindo o placar em Londres. O restante do primeiro tempo foi de poucas chances, Courtois fez boa defesa depois de um bom chute de Wilshere, e Fabregas cobrou falta com perigo.

À segunda etapa mal começou, o Bournemouth nem teve tempo de levar a campo as mudanças de seu técnico e com 2 minutos Hazard sofreu pênalti. Cobrado com perfeição pelo mesmo, sem chance pra Boruc. Diferente do primeiro tempo, o Chelsea tentou o terceiro gol durante todo o jogo, Willian e Moses até tiveram suas chances, mas o artilheiro improvável da noite voltou a marcar. Pedro puxou contra-ataque do campo de defesa, limpo a marcação e bateu, a bola desviou no zagueiro e entrou lentamente, pra fechar o placar. 

Pedro vai provando que é muito útil ao elenco. Fonte (Getty Images)
Após mais uma vitória, o Chelsea mantém seis pontos de vantagem para o Liverpool. Porém essa vantagem chega a ficar em segundo plano quando se pensa no feito do time de Antonio Conte. Doze vitórias consecutivas em um campeonato de tal equilíbrio como a Premier League é surreal, sofrendo apenas dois gols. Outro ponto a ser exaltado é a recuperação de Pedro e Moses, que fazem um grande campeonato. Em um campeonato dos badalados Klopp, Mourinho e o "melhor do mundo" Guardiola, Conte prova que muito trabalho e pouca mídia são mais eficientes. 

O Schalke de 2016 e o que esperar de 2017

O que o torcedor do Schalke espera para 2017? Bom, é uma ótima questão. Mas para pensar nisso, é necessário ver os erros e acertos e analisar a campanha deste ano que está terminando. O ano de 2016 foi repleto de decepções e vexames, assim como alguns outros no passado recente.

O time não engrenou, seja lá qual for o técnico. No fim da temporada 2015-16, foi comandado por André Breitenreiter, que o premiou com apenas uma vaga para a Europa League em uma campanha de altos e baixos. O Schalke entrou em 2015 com boas chances de se classificar à Champions e fazer uma boa campanha na Europa League, enquanto na Copa da Alemanha já havia sido eliminado.

Markus Weinzierl (Reprodução: Site oficial do Schalke 04)
Após a eliminação vergonhosa diante do Shakhtar, entre altos e baixos conseguimos segurar a quinta colocação da Bundesliga nas últimas rodadas, graças às vitórias cruciais diante de Hannover e Hoffenhein. Após o término, Horst Heldt (gerente) e André Breitenreiter (técnico) saíram, dando uma perspectiva de renovação. Ambos foram substituídos por Christian Heidel e Markus Weinzierl, respectivamente.

Além destas mudanças, o Schalke saiu em busca dos reforços e conseguiu jogadores pontuais, como Embolo que fez ótima Eurocopa e Naldo experiente. Além de Konoplyanca, Bentaleb, Stamboulli, Coke e Baba Rahman. A princípio, o objetivo inicial era a classificação para a principal competição europeia, mas as coisas não aconteceriam como o planejado...

Breel Embolo em ação pelo Schalke (Reprodução: Site oficial do Schalke 04)
Com um início ruim na Bundesliga, o Schalke emplacou uma série de cinco partidas sem vencer, o que fez com que o time se distanciasse do pelotão da frente e ao menos nas primeiras rodadas as posições na tabela fosse decepcionante. A primeira vitória veio apenas na sexta rodada, com uma atuação de gala de Breel Embolo - que anotou dois gols -, goleou o Borussia Mönchengladbach, por 4-0. No entanto, a empolgação com o novo atacante durou pouco, já que no jogo seguinte saiu lesionado.

O time de Gelsenkirchen seguiu em disparada após essa vitória. A partir daí, construiu uma série invicta de 12 partidas sem perder, contando partidas das três competições que o time disputava no momento. Mas a série foi interrompida de forma rude pelo Leipzig e com contribuição do juiz caindo na malandragem de Tino Werner. Depois disso, em nenhuma ocasião o time de o Schalke saiu com os três pontos, caindo para a décima primeira colocação.

Nas duas outras competições que o Schalke disputa o time vai bem. Na Europa League teve uma das melhores campanhas e provavelmente terá caminho fácil diante do PAOK. Já na Copa da Alemanha, após eliminar o Nurnberg, enfrentará o Sandhausen e é cotado como favorito para passar de fase. Alguns torcedores sem tanta paciência talvez já coloquem a culpa do desempenho no técnico. Claro, ele errou em escolhas e escalações, mas é necessário lembrar que o time sofreu muito com lesões. No ataque, por exemplo, os três jogadores que são referência dentro da área estão machucados e só voltam em 2017.

Última decepção do ano, derrota diante do Hamburgo (Reprodução : Site oficial do Schalke 04)
O Torcedor Azul-Real pode e deve esperar um ano melhor que o que estamos nos despedindo. Claro que um trabalho novo não tem frutos de um dia para o outro, mas o caminho já está sendo traçado. O time já tem uma formação tática definida, o 3-5-2, que trouxe uma boa série invicta e uma segurança defensiva melhor é um ponto positivo visto à dificuldade de encontrar um padrão tático nos últimos anos. Outro ponto positivo é a renovação, garotos como Avdijav e Kehrer estão tendo oportunidades e provavelmente alguns jogadores mais velhos estejam de saída do time como Huntelaar e Aogo.

Na Bundesliga, resta ao Schalke correr atrás de ao menos uma vaga na segunda competição mais importante da Europa, já que a primeira ficou mais complicada. Porém, a chance de levantar algum caneco ainda existe - a Liga Europa e Copa da Alemanha estão aí e os mineiros são alguns dos favoritos em ambas. Mesmo sendo considerado por muitos como de segundo escalão, voltar a conquistar um título seria muito bem-vindo à gloriosa história do clube.

Derrota na supercopa – acabou o mundo?

Na última sexta-feira (23) Juventus e Milan disputaram a Supercoppa Italiana em Doha. Em tese nem tinha que haver disputa, tinham que entregar a taça para a Juventus visto que fomos campeões do campeonato e da Coppa...

Pensamento de torcedor a parte, vamos lá!

O jogo

Allegri colocou a Juventus em campo em um 4-4-2 da seguinte forma: Buffon; Lichtsteiner, Rugani, Chiellini, Alex Sandro; Khedira, Marchisio, Sturaro; Pjanic; Mandzukic, Higuain.

Iniciamos o jogo muito bem, tivemos chance de fazer 2x0 facilmente se não fossem as boas intervenções do inspirado Donnarumma. Chiellini veio como um cavalo após cobrança de escanteio e abriu o placar para a Juve na primeira etapa.

Quando estávamos muito bem na partida um evento mudou todo o panorama: Alex Sandro sentiu uma lesão muscular e teve de ser substituído por Evra. Infelizmente o francês que é um cara bem legal, importante no vestiário e tem muita história no futebol acabou tomando um baile do espanhol Suso, fazendo com que o time rossonero concentrasse todas suas jogadas perigosas de ataque por aquele setor.

Chiellini cabeceando para abrir o placar da Supercopa da Itália. Foto: Juventus.com
Em jogada do espanhol pela esquerda, Bonaventura conferiu de cabeça e empatou o jogo.

Após isso tivemos um jogo igual, com chances para ambas as equipes. Sturaro, que vem jogando bem, teve algumas chances. O volante italiano novamente apresentou bom futebol.

Destaques negativos ficam por conta do já citado Evra, Mandzukic, Pjanic e Dybala.  Acredito que nessa pausa por conta das festas de final de ano Allegri tem que começar a pensar em uma forma da Juventus jogar mais solta, integrando Dybala 100% nos jogos.

O argentino é peça fundamental nas pretensões bianconeri.

Após prorrogação, tivemos disputa de pênaltis. Buffon defendeu o penal cobrado por Lapadula, Mandzukic mandou a bola no travessão e Donnarumma defendeu a cobrança de Dybala. Milan venceu as cobranças por 4x3.

Considerações – essere o non essere, questo è il dilemma.

Tem-se um time que pode se dar ao luxo de perder um título na Itália é a Juventus. Não há menosprezo nessa afirmação. Ano passado ganhamos as três competições (campeonato, Coppa e Supercoppa) e fomos eliminados para o Bayern nas oitavas da UCL.

Já no ano em que chegamos à final da UCL, perdemos a Supercoppa pro Napoli. Espero ver o cenário se repetir, com resultado diferente no crepúsculo europeu.

Essa derrota serve para tentarmos progredir, mantendo a liderança folgada do Italianão e mirando o Porto.

Em nenhum momento eu imaginei que a Juventus menosprezou o Milan, bem como não acredito que há menosprezo ao Porto.

Bastou a derrota para os veículos de comunicação na Itália soltarem todas as notícias “polêmicas” sobre a Juventus que estavam guardadas há um tempo:

a) Allegri será mandado embora, contrataram Leonardo Jardim (Monaco), Paulo Sousa (Fiorentina) e Eusebio Di Francesco (Sassuolo).

b) Dybala não renovará, vai para o Real Madrid, Barcelona, Chelsea, United, City, São Bernardo, Mogi Mirim e Portuguesa.

c) Evra irá embora;

d) Juventus busca contratação de James Rodrigues, Witsel, Draxler (este já transferido para o PSG), Schneiderlin, Hamsik, CR7, Messi e pasmem: Maxim Tsigalko, o craque bielorusso do Championship Manager 01/02!

Allegri é pressionado pela imprensa italiana após o jogo. Foto: Juventus.com
Caros amigos bianconeri, vamos sempre manter os pés no chão e não deixar a soberba tomar conta dei nostri cuori. O Milan é um dos três grandes da Itália, continua gigante. Nos últimos 30 anos foi o time que mais rivalizou conosco, vem fazendo um bom trabalho de base e não há vergonha em perder um título para eles.

A imprensa esportiva italiana gosta tanto (ou mais) de polêmica que a imprensa esportiva brasileira. Disso vocês tirem uma base.

Lembro que o Milan estava engasgado conosco desde a última final da Coppa Itália, que este título os tirou de uma fila de cinco anos e que, antes da Juventus emplacar as cinco vitórias dos campeonatos italianos, eles foram os últimos campeões (com Allegri no comando).

Faço essa janela para valorizarmos tudo o que ganhamos, para darmos valor aos últimos campeonatos, Coppa, Supercopas. Estamos no caminho certo.

Acho que Allegri precisa arrumar um jeito de Pjanic, Dybala e Higuaín jogarem juntos e bem. Torço para que Alex Sandro (um tanque, um cavalo pela esquerda) tenha uma breve recuperação, tal como Dani Alves e que nossos jogadores fiquem saudáveis!

Não acabou o mundo! Continuamos a principal força da Itália, mas agora com essa derrota para nos lembrar de sempre que, Juventus é igual trabalho, suor e vitória. Qualquer elemento fora dessa equação não nos serve.

Buon 2017 a tutti gli amici, a tutti i bianconeri!

Fino alla fine, FORZA JUVENTUS!

Quem falar que o golaço de Mkhitaryan estava impedido é clubista

Que gol foi esse? (Getty Images) 
E digo mais, o Manchester foi mais uma vez muito prejudicado pela arbitragem tendenciosa, deve ter dinheiro russo por trás disso. Agora falando sério, mais uma vez dominamos o jogo, o meio campo seguro e criando muitas oportunidades. Mérito para Carrick, que trouxe um equilíbrio emocional à equipe, sem loucuras e com muita tranquilidade ele vai dando condições para Herrera e Pogba jogarem livres de pressão e com isso o time vai cada vez melhor. Assim como vinho, Carrick vai melhorando com os anos que passam.

Se Carrick toma conta silenciosamente do time não podemos falar o mesmo do nosso viking, Ibra. Ele vem dominando nossa dianteira e não dá brecha para ninguém. São 11 gols nos últimos dez jogos, com três assistências e também por três vezes o melhor em campo. Cada vez mais, o Manchester vai ficando com a cara de Ibra, uma arrogância legal de quem sabe que é um dos melhores do mundo e deixa esse personagem crescer, no último dia do ano Ibra pode ultrapassar Messi como maior goleador do ano, Messi tem 51 gols e nosso camisa 9 tem 50, pra cima deles Zlatan!

O Viking saiu na caça do pequeno argentino pela artilharia de 2016, só um gol os separa. (Getty Images)

É verdade que o gol do Sunderland de Borini foi um golaço, mas esse tipo de bate-rebate na nossa área não é aceitável. Logicamente esse gol vai para conta de Fellaini, que entrou em campo e pra variar tomamos um gol. Ele pode até não participar do lance, mas sua presença em campo já dá vantagem ao adversário, já virou folclore. Vou acabar comprando uma camisa dele!

A equipe está muito consistente e nesse jogo Blind foi premiado com um gol. (Getty Images)
Que gol foi aquele de Mkhitaryan, e nem me venham falar de impedimento, o gol foi lindo! Puskas nele, ou melhor, acho que deveria trocar o nome do troféu de gol mais bonito para “Prêmio Mkhitaryan”, que Puskas que nada. Muito parecido com um gol de Zico na época do Kashima, é o tipo de gol que vai ser lembrado por muitos e muitos anos.

No último dia do ano, enfrentaremos o Middlesbrough, no Teatro dos Sonhos. Olhando a tabela, parece um jogo fácil, mas se tratando de Premier League a gente já sabe né.

Até a próxima e Glory Glory Manchester United! (algumas pessoas me perguntaram o significado do GGMU, por isso, hoje vai sem ser abreviado).

Liverpool goleia Stoke e continua na briga pela Premier League

Roberto Firmino celebrates scoring with Adam Lallana
Firmino e Lallana comemoram gol do Liverpool (Foto: Mirror/divulgação)
Liverpool e Stoke foram a campo na última terça (27), pela 18ª rodada da English Premier League, em Anfield. O placar final marcou 4-1 para os Reds, o que dá a impressão de que o jogo foi fácil, mas a vitória foi veio com sustos e precisou de uma virada para acontecer.

O Stoke City começou melhor, marcação forte e apostando nas bolas longas com Peter Crouch e Jonathan Walters; até os 20 minutos a estratégia dos visitantes deu certo, e foi o suficiente para que pudessem abrir o placar, aos 11’. Pieters se antecipou a Lovren e cabeceou para o gol, a bola foi em cima de Mignolet, que espalmou pras redes.

Após alguns minutos sofrendo, o Liverpool conseguiu o empate a partir de uma jogada com dois jogadores que foram fundamentais para a vitória: Manè e Lallana. O senegalês tocou para o britânico, que contou com a sorte no bate-rebate para marcar. Ainda no primeiro tempo, Firmino virou o jogo para os Reds em um chute que tocou nas duas traves, antes de entrar.

O segundo tempo foi mais fácil e leve para o time de Jurgen Klopp. Com a tranquilidade de estar à frente no placar, os jogadores tocaram bem a bola no campo de ataque e colocavam em prática o estilo de jogo marca da equipe nessa temporada: intensidade e movimentação em jogadas sempre ofensivas.

Não demorou muito para o terceiro sair. E foi contra, de Imbula, aos 14’, que tocou para o próprio gol após cruzamento de Origi para Manè, que estava logo atrás do volante do Stoke. 10 minutos depois, outro presente do adversário, Sturridge, esperto, interceptou passe errado pra trás de Shawcross, e com muita tranquilidade, limpou o goleiro e tocou para o gol vazio.

Uma vitória boa e goleada, daquelas que ajuda a manter a esperança. Estamos na segunda posição e não custa nada sonhar com algo melhor, o difícil é acreditar o em tropeços do líder Chelsea que o façam perder a primeira posição. Com a vitória, o Liverpool chega aos 40 pontos, seis a menos que o líder. Na próxima rodada os Reds têm um compromisso dos grandes na luta pelo caneco, já que enfrentam o Manchester City, dia 31, novamente em Anfield.

Valdés, o vilão da vez

Pela rodada 18 da Premier League, o Middlesbrough foi até o Turf Moor, para enfrentar o modesto Burnley e buscando se distanciar da zona de descenso. O que o torcedor pôde ver, foi um jogo disputado e bastante físico, devido as características defensivas de ambas as equipes. O que dava pra se prever era que o jogo seria decidido em uma jogada. E foi o que de fato aconteceu, dando o triunfo por 1 a 0 a equipe da casa.

Victor Valdés. Fonte: BeSoccer
Aos 35 minutos da segunda etapa apareceu o personagem do jogo pelo lado do Boro, o goleiro espanhol Victor Valdés - pena que ele se destacou de forma ruim ao levar um gol totalmente defensável num chute de Andre Gray. A bola ainda bateu nas mãos do espanhol, mas caminhou lentamente para o fundo do gol. É, esse não é mais aquele Valdés que destacou jogando pela seleção espanhola e pelo Barcelona, mas certamente os torcedores do Boro não esperavam por essa falha grotesca, até porque ele não chega a ser arqueiro ruim.

Outro ponto negativo que pôde se observar foi a ausência de um meio campo mais criativo, o que se via era muita ligação direta entre defesa e ataque pelos lados do campo. Entretanto, o Middlesbrough carece de mais qualidade ofensiva no meio de campo desde o início da temporada, falta àquele cara que organiza e pensa o jogo, que municia o "matador" espanhol Negredo. Será que os donos do clube estão observando isso? Esperamos que sim!

Com a derrota, o Boro segue com 18 pontos somados, ocupando a 15ª colocação da Premier League. O próximo confronto é no sábado (31), às 13h (horário brasileiro), contra o Manchester United, no Old Trafford.

Por: Ronaldo Lopes/@Ronaldolopes777
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