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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

O 2016 do Inter de Lages: Ano histórico para o Colorado de Santa Catarina

2016 foi um ano prestigiado para o Colorado da Serra Catarinense. Sua primeira participação da história na Copa do Brasil e no Campeonato Catarinense, a classificação parecia ótima para o Inter de Lages, porém só parecia mesmo.


Reprodução Twitter Inter de Lages
Campeonato Catarinense

O Inter que fez belas atuações nos jogos de pré-temporada contra Glória-RS, Figueirense e Avaí, fez um ótimo primeiro turno, mas decepcionou no segundo. Mesmo assim, em teoria, tinha feito um bom Catarinense. Isso, até o momento que declararam a Chapecoense como campeão da Sul-Americana, assim abrindo uma vaga para um time catarinense na Copa do Brasil 2017. E a equipe que se classificou foi o Brusque, sendo que o Inter de Lages ficou a apenas um ponto de diferença para o Brusque. O Catarinense foi bom, mas poderia ter sido ótimo.

Série D

O Inter montou um time de bons jogadores. Neto Volpi no gol, Marcelinho Paraíba comandando o meio-campo, no ataque os jovens Júlio César melhor jogador do Inter de Lages na Série D e Gustavo em ótima fase e marcando vários gols.

Enfrentou Linense, São Paulo-RS e PSTC-PR na fase de grupos. No primeiro turno o time jogou mal, fazendo apenas um ponto em três jogos. No segundo turno o time deslanchou e se classificou em primeiro do grupo com um gol de falta de Marcelinho nos últimos minutos contra o Linense em Lins.

Na primeira fase pegou o Caxias, time gaúcho e tradicional. Mas surpreendentemente, passou de fase com facilidade fazendo 2x1 em Caxias e um 0-0 em Lages. O jogo em Caxias foi a melhor apresentação do time na Série D e uma das melhores do ano, juntamente com o 3x0 em cima do Criciúma no Catarinense.

Jogo contra o Ituano

Quis fazer um texto especial para essa partida. Em uma segunda-feira com chuva e meu pai hospitalizado fui ao jogo. E começou muito mal. O Inter entrou dormindo em campo e levou de cara 2x0 com dois golaços do Ituano. E então a estrela de Marcelinho Paraíba juntamente com Petterson brilhou. Dois cruzamentos de Marcelinho para dois gols do zagueiro. E Gustavo marcou a virada para 3x2. O erro do Inter foi nesse momento. Ao invés de recuar Waguinho deixou o time livre em campo, podendo atacar quando quiser. E nisso o Ituano controlou completamente o jogo e venceu surpreendentemente por 5x3. E então teve o segundo jogo em Itu. Depois da horrível atuação em Lages, se esperava mais uma goleada do Ituano. Mas foi diferente a partida. Com bola na trave e tudo mais, o Inter venceu por 1x0. Deixando a competição com seus altos e baixos, mas deixando a desejar com certeza.

Foto: Nilton Wolff / Inter de Lages Oficial
Copa do Brasil

O Inter de Lages pegou o time mais forte que podia pegar, o Sampaio Corrêa. Era esperada a eliminação na primeira fase. O primeiro jogo em Lages foi um controle total da 'Bolívia Querida'. O time de Petkovic estava bem entrosado e marcou dois gols, eliminando o jogo de volta. Porém aos 41'/2T, Romarinho marcou, dando a esperança de haver o segundo jogo. Na segunda partida, o Inter de Lages venceu por 1x0. Placar que foi inútil e o Inter acabou sendo eliminado da sua primeira participação na Copa do Brasil.

Em 2017 se espera muito do Inter de Lages. Tem calendário o ano todo e terá que montar um time competitivo. Porém, até agora, o planejamento está sendo às cegas. Torcedores não sabem quem serão os atletas e nem técnico. O que nos resta é esperar para saber como será o 2017 do Leão Baio.

Wilson Manoel || @leaobaiodepre
Linha de Fundo || @SiteLF 

O 2016 do Botafogo: Do título da Série B a vaga na Libertadores

Reprodução: Twitter Botafogo
O Botafogo iniciou a temporada 2016 sob desconfiança, por parte da imprensa e principalmente por parte de seus torcedores. O clube, então campeão da Segundona, tinha como objetivo principal para o ano manter-se sem sustos na Série A do Brasileirão. Para isso, dispensou boa parte do elenco que venceu a Série B e trouxe novos jogadores, muitos desconhecidos e que haviam se destacado em times de menor investimento não só do Brasil, como por exemplo, as apostas certeiras Diogo Barbosa e Joel Carli. Dentre os erros, atletas como Salgueiro, Lizio, Anderson Aquino e Geovane Maranhão. A ideia era montar um elenco competitivo, mas que fosse, ao mesmo tempo, barato, afinal, o Alvinegro enfrentava uma situação financeira delicada, o que comprometia bastante as finanças do clube.

Sob o comando de Ricardo Gomes, mantido após o bom trabalho em 2015, o Glorioso teve como primeiro teste o Campeonato Carioca. Com muita dedicação, os comandados do treinador conseguiram chegar à final do estadual contra o Vasco. O Botafogo acabou mais uma vez sem o título, que de novo ficou com a equipe de São Januário, no entanto, a torcida pôde ver em campo um time esforçado e que se doou ao máximo. O reconhecimento foi imediato.

Não havia tempo para lamentar a perda do Carioca, uma vez que o clube estrearia na semana seguinte no principal desafio do ano, a Série A. Já no primeiro jogo, o Botafogo foi derrotado pelo São Paulo reserva pelo placar mínimo. Foi o suficiente para que muitos já decretassem como certo mais um rebaixamento do clube. O primeiro turno do Alvinegro foi realmente fraco, justificando todas as expectativas negativas. O Glorioso chegou a ocupar a lanterna da competição. Quando não era o último colocado, ocupava a zona de rebaixamento ou lutava para não integrar o grupo com os quatro piores times. Com vários jogadores lesionados, dentre eles o ídolo Jefferson, e com um elenco carente para a disputa do Brasileiro, a diretoria se viu forçada a trazer novas peças que pudessem suprir algumas posições. Mais uma vez o departamento de futebol acertou ao contratar jogadores como Sidão, Alemão, Victor Luis e Camilo, que deram nova cara ao time e logo se tornaram titulares absolutos. O Botafogo também dividia as atenções com a Copa do Brasil, torneio no qual o clube chegou as oitavas de final, sendo eliminado de forma traumática pelo Cruzeiro.

Com jogadores chegando para reforçar o elenco, bem no meio do Brasileirão, após o fim do primeiro turno, Ricardo Gomes resolveu deixar o Glorioso para acertar com o São Paulo. A saída serviu apenas para alimentar o negativismo de inúmeros torcedores e jornalistas, que insistiam em cravar uma nova queda do clube. E foi aí que uma reviravolta surgiu. A diretoria preferiu investir em Jair Ventura, que já fazia parte da comissão técnica. O jovem treinador, filho do ídolo Jairzinho, assumiu o comando do Alvinegro na vigésima rodada. Jair logo mostrou a que veio ao montar um Botafogo ousado e surpreendente, improvisando jogadores e apostando em uma defesa sólida. Sob o comando do novo técnico, o Botafogo escalou a tabela de classificação e deixou de brigar pelo rebaixamento, passando a mirar objetivos maiores, como uma vaga na Libertadores, que tornou-se viável após mudanças da Conmebol. De quatro, o número de equipes classificadas para a principal competição do continente aumentou para seis. O Glorioso passou então a emplacar vitórias seguidas, algumas com gols nos minutos finais, como os triunfos sobre Figueirense, Santa Cruz e Atlético-MG. Além disso, a defesa botafoguense foi a menos vazada do segundo turno, com apenas nove gols sofridos em 19 jogos. Com um elenco mediano, mas esforçado, o Botafogo, de forma merecida, concretizou o sonho que parecia improvável. Após derrotar o Grêmio fora de casa por 1 a 0, o clube, quinto colocado com 59 pontos, confirmou sua quinta participação na Libertadores.

Reprodução: Twitter Botafogo
O elenco montado e a efetivação de Jair Ventura foram fundamentais para que o Botafogo obtivesse sucesso no final da temporada. Mas outro fator, tão importante quanto os já citados, foi determinante: a Arena Botafogo. Sem o Estádio Nilton Santos à disposição (entregue ao Comitê Olímpico), o estádio da Portuguesa, na Ilha do Governador, tornou-se solução e virou a casa do Glorioso durante boa parte do ano. Sem a necessidade de realizar viagens desgastantes, a Arena era vista como pesadelo pelos adversários. Mais um ponto positivo para a gestão de Carlos Eduardo Pereira, que mais acertou do que errou em 2016. Além da classificação a Libertadores, a política de austeridade adotada foi essencial para o equilíbrio das finanças. Salários foram pagos em dia, muitas vezes antes da data. O clube, que tanto sofria com penhoras, voltou ao Ato Trabalhista.

Bom, para 2017, o Botafogo tem um desafio ainda maior. Com Carioca, Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Libertadores no caminho, um elenco mais forte, cascudo e com mais opções, deverá ser formado. Isso não significa, porém, que a política de austeridade que vem sendo adotada, seja esquecida. A base do Glorioso, que se sagrou campeã estadual e brasileira, é mais uma interessante opção para Jair Ventura, que segue no comando. O clube retornará ao Estádio Nilton Santos, que agora, terá de fato uma identidade botafoguense. Com apoio da torcida, o processo de reconstrução do Alvinegro tornar-se-á ainda mais eficiente. 

Rincón chega à Juventus para superar desconfiança e batalhar

Venezuelano chega em Turim (foto: Standard.co.uk)
Em negociação que já se arrastava há dias, a Juventus praticamente definiu todos os detalhes para a chegada do venezuelano Tomás Rincón na capital do Piemonte. O primeiro jogador nascido no sul-americano país a assinar com a Velha Senhora chega do Genoa e, após superar os exames médicos, o desafio inicial é a desconfiança coletiva de muitos torcedores. Afinal, ele pode ser útil?

De vigor físico e dinamismo, Rincón não passou despercebido na última temporada e na metade atual onde tem se destacado com a camisa 88 do Genoa. O meio campista de 29 anos assina com a Juventus depois de um conflito com a Roma pelo seu futebol em um contrato por empréstimo (custando cerca de € 2 milhões) com obrigação de compra em junho (custando cerca de € 7 milhões) e vem para tentar resolver uma questão significante na faixa central de campo da Juve: A do roubo de bola e ocupação de espaços adicionados à saída de bola.

Com Marchisio, Khedira e Pjanic no meio de campo como titulares não importa o esquema, os três têm interceptações como opção defensiva, mas nunca dando bote e pressionando o adversário como característico. Usando como base o 4-3-1-2 tático de Allegri nos recentes jogos, Sturaro tem sido usado e bem em diversos jogos, mas não representa a qualidade com a bola nos pés que poderia fazer a líder render ainda mais. Imaginando um 4-3-1-2 com Rincón na função de terceiro pelo lado esquerdo no meio, o venezuelano seria uma ajuda para Marchisio na saída de bola, cobertura para Alex Sandro com seus avanços agudos pela faixa (agora lesionado) e cobrir Pjanic que joga mais a frente, sem tanta necessidade de marcação, até pelo pulmão privilegiado do chamado "General" pelos tifosi do Genoa. O jogador deve ser oficializado em alguns dias, já que a janela de transferências abre após a virada do ano e aí seu contrato será depositado, mas está tudo definido entre todas as partes envolvidas.

É difícil dizer se vai dar certo ou não, mas Rincón não é o único movimento que acontece em Turim nos recentes dias; Hernanes parece bem encaminhado com o Genoa no caminho inverso da negociação, enquanto ainda se tenta avanços com o Zenit por Witsel, cogitado desde junho, mas que segue firme nos punhos dos dirigentes da equipe de São Petersburgo; Mandragora deve ser emprestado ao Pescara para jogar de fato, após a lesão sofrida pouco antes da sua chegada na campeã italiana. Com um toque sul-americano, uma pitada a mais, a líder busca reforçar-se, mesmo que inicialmente a torcida torça o nariz para a negociação, atrás do melhor desempenho coletivo e individual e obter sempre os três pontos, até porque vencer não é importante, é a única coisa que conta.

CRB e CSA: Rivalidade pode ter filme repetido


Após uma suposta negociação de Zé Carlos e CSA para 2017, os clubes e torcida aguardam ansiosos a próxima temporada. Por outro lado há rumores de que o meia João Paulo Penha, ex-CSA e camisa 10 do clube no estadual de 2016, estaria negociando com o clube praiano. No calendário já estão garantidas duas partidas no estadual e duas na fase de grupos da Copa do Nordeste, verdadeira promessa de um bom ano para as duas equipes.

O filme pode ser repetido, mas com personagens diferentes

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Júnior Amorim e Nicácio em 2007
Júnior Amorim (esquerda) e Nicácio (direita) jogaram no CSA após ter jogado no Regatas. Ambos atuaram juntos em 2007 na Série B, a maior dupla da história do clube em competições nacionais. Foram 14 gols do camisa onze, e 15 gols do camisa nove na edição daquele ano. Nicácio foi contratado pelo CSA em 2016, marcou três gols em apenas 10 jogos na equipe, participando da campanha de acesso do clube para o Brasileiro da Série C.

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Nicácio não foi tão marcante no CRB como Júnior Amorim. Somando os gols marcados na Série B e estadual, ele tem ao todo 43 gols marcados em três temporadas no clube, um recorde que nenhum jogador bateu neste século pela equipe jogando de forma consecutiva, claro. O atacante além de titular e certeza de usar a camisa 11, se tornou capitão da equipe em 2008, ano em que se tornou artilheiro do estadual e viu o clube ser rebaixado para a Série C, na qual voltou em 2010 para disputar e marcou um gol, aumentando sua conta para 44 gols. Após sair do CRB em 2008, foi contratado pelo CSA para disputar o segundo turno do estadual de 2009, causando revolta por parte dos regatianos.

Os novos personagens

Na Série B de 2015, Zé Carlos e Daniel Cruz eram os atacantes do CRB. Zé se tornou o artilheiro da competição, já Daniel Cruz marcou apenas três gols pela equipe. Podendo reviver o ataque de 2015, a direção azulina anunciou a contratação de Daniel Cruz, e pode estar encaminhando a contratação de Zé Carlos, xodó no time do Regatas.

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Daniel Cruz foi anunciado no club
Não se foi dada muita importância por parte dos Regatianos na contratação de Daniel Cruz, já que o atacante não teve brilho no clube. Zé Carlos em boa parte dos times que jogou, saiu brigado com diretoria ou torcida. No CRB não foi diferente e parece que nunca será. No ano de 2015, o atacante estava na lista dos relacionados para uma partida contra o Sampaio Corrêa na 37ª rodada da Série B, mas acabou ficando de fora já no dia do jogo por conta de uma conversa com o presidente Marcos Barbosa. Em 2016 novamente houve discussão entre Zé Carlos e diretoria após questões extracampo com familiares do presidente.

Fechando com chave de ouro – vitória que reflete o 2016 do Tottenham

2016 foi um ano promissor para os Spurs (Foto: Divulgação/Tottenham)
Na partida que fechou 2016 para o Tottenham, o time do norte de Londres foi até o sul da Inglaterra, onde visitou o Southampton, no St. Mary's Stadium. Apesar dos bons resultados nos últimos jogos, os Spurs entraram em campo pressionados, já que nenhum dos seus adversários diretos tropeçou no Boxing Day. O Manchester United, inclusive, foi um destes que venceram e igualou o número de pontos momentaneamente. Essa pressão, contudo, não fez diferença no fim e o time conseguiu um grande resultado.

Com a necessidade de vencer, Maurício Pochettino mandou a campo uma equipe sem muitas surpresas, alinhada no 4-2-3-1  Lloris; Walker, Dier, Vertonghen e Rose; Wanyama, Dembélé, Eriksen, Sissoko e Alli; Kane. Desta vez, Alderweireld sequer foi relacionado, sem conseguir ter uma sequência que esperava e mantendo a linha de defesa que mais atuou até então. Em contrapartida, Sissoko finalmente teve a oportunidade que esperava e começou como titular, após deixar boa impressão entrando no decorrer das partidas.

Mesmo antes de a bola rolar, podíamos prever a dificuldade que este adversário iria impor, já que enfrentaríamos um time de características parecidas e defesa consistente. E assim foi nos primeiros minutos, quando o Southampton partiu para o ataque, conseguindo uma falta pelo flanco esquerdo. Na cobrança, Davis mandou para área, van Dijk ganhou pelo alto e desviou no canto de Lloris, abrindo o placar.

Essa superioridade do adversário durou aproximadamente 15 minutos e, até então, poucos imaginariam uma diferença tão grande no placar final. Com marcação pressão, os Saints dificultavam as transições, criavam as melhores chances e não possibilitavam que os Spurs colocassem em pratica seu estilo de jogo possessivo, até que o empate viesse. 

Dele Alli scores the equaliser
Alli empatou o jogo também de cabeça (Foto: Getty Images)
O primeiro gol aconteceu em uma jogada manjada: um dos flancos, como de costume, foi fundamental para construção da jogada ofensiva. O que fugiu do comum, foi Alli aparecendo na jogada aérea e, aos 19' e após o cruzamento de Sissoko da esquerda, deu início a sua grande atuação individual marcando de cabeça.

Depois do gol, o Tottenham definitivamente entrou em campo, cresceu no jogo e tomou as rédias da partida. No fim da etapa inicial, os visitantes tiveram a posse de bola na maior parte do tempo, mais presença no campo de ataque e incomodou a defesa adversária, mas o equilíbrio prevaleceu e o placar seguiu igualado. 

A etapa complementar foi totalmente oposta e o time de Londres fez por merecer o resultado. Após a cobrança de escanteio de Eriksen, Kane marcou o terceiro gol de cabeça da partida e o segundo do time, logo aos 7 minutos. Dois minutos depois, o camisa 10 teve a chance de ampliar no pênalti sofrido por Alli, mas isolou. 

No lance, Redmond ainda foi expulso, o que teoricamente deixaria as coisas mais fáceis. Em alguns momentos, porém, faltou competência aos Spurs, que desperdiçaram boas chances, não mataram o jogo e mantiveram o jogo emocionante até o fim – Lloris, principalmente, contou com a sorte em alguns erros na saída com os pés. Além do pênalti, Eriksen carimbou a trave de Foster, que ainda espalmou um chute de longe de Wanyama. A falta de eficiência sugeria mudanças e Poch custou a perceber isso.


Dele Alli celebrates scoring the equaliser
Alli foi o melhor em campo e fechou o placar (Foto: Reuters)
Embora tenha demorado para mexer, o técnico foi competente ao fazer uma substituição previsível, já que Sissoko não correspondeu às expectativas e não conseguiu dar o impeto ofensivo que se esperava. O sul-coreano entrou e, com poucos minutos em campo, Son marcou o terceiro gol, praticamente garantindo a vitória. O quarto veio logo na sequência, quando Rose roubou a bola no campo no campo de defesa, puxou o contra-ataque e tocou para Alli, que transformou a vitória em goleada. Southampton 1-4 Tottenham.

O último jogo antes do Réveillon fez jus ao ano do time londrino. Levando em conta o fim da última temporada e o início da atual, o Tottenham chegou aos 71 pontos em 2016 e foi o segundo time que mais pontuou na Premier League, atrás apenas do Chelsea neste quesito. Com o resultado, o time chegou aos 36 pontos nesta edição, mantém na 5ª colocação e segue na briga por algo melhor na competição  Por quê não sonhar com o título?

#COYS

Por: Marcelo Júnior

Twitter: @marcelinjrr / @SiteLF / @LFEuropa
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